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X NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO:

1 Estado, governo e administração pública :


conceitos,
elementos,
poderes e organização;
natureza,
fins e princípios.

2 Organização administrativa da União:


administração direta e indireta.

3 Lei nº 8.112/1990 atualizada Regime jurídico dos servidores públicos civis federais

4 Lei nº 8.666/1993 Licitações :


modalidades,
dispensa e
inexigibilidade.

5 Lei nº 4.878/1965 - Regime jurídico peculiar dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal .

6 Lei nº 8.429/1992 LIA- Sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função da
administração pública direta, indireta ou fundacional.

7 Poderes administrativos :
poder hierárquico;
poder disciplinar;
poder regulamentar;
poder de polícia;
uso e abuso do poder.

8 Controle e responsabilização da administração :


controle administrativo;
controle judicial;
controle legislativo;
responsabilidade civil do Estado.

9 Serviços públicos:
conceito,
classificação,
regulamentação e controle;
forma, meios e requisitos; delegação: concessão, permissão, autorização.

(TRT 2010) Julgue os itens subseqüentes, relativos aos poderes administrativos, à organização
administrativa e aos atos administrativos.
51 As pessoas jurídicas de direito privado integrantes da administração indireta não podem participar da
composição do capital de empresas públicas, já que o capital dessas empresas é inteiramente público.

51 ERRADO:
Segundo o Art 5º, do Decreto-Lei nº 900/1969 erra em dois sentidos primeiro ao afirmar que as pessoas
jurídicas de direito privado integrantes da administração indireta não podem participar da composição do
capital de empresas públicas, a contrario sensu do referido artigo in verbis:
Art . 5º Desde que a maioria do capital votante permaneça de propriedade da União, será admitida, no
capital da Empresa Pública, a participação de outras pessoas jurídicas de direito público interno bem
como de entidades da Administração Indireta da União, dos Estados, Distrito Federal e Municípios.
O segundo erro ao generalizar afirmando que todas as pessoas jurídicas de direito privado integrantes da
administração indireta tem seu capital inteiramente publico, como bem sabemos o capital social de uma
sociedade de economia mista é formado pela composição de recursos públicos e privados, sendoque o
controle acionário pertence ao poder publico, independente de serem exploradoras de atividade
econômica ou prestadoras de serviços públicos
52 Segundo a doutrina, o poder de polícia tanto pode ser discricionário quanto vinculado.
52 CERTO:
Para Maria Silvia Zanella Di Pietreo o poder de polícia é “a atividade do Estado consistente em limitar o
exercício dos direitos individuais em benefício do interesse público.”
O Código Tributário Nacional, no art. 78, traz o conceito legal do poder de polícia:“Considera-se poder
de polícia atividade administrativa pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade,
regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à
higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades
econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao
respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos”.
O Poder de Polícia será discricionário quando a lei deixa ao administrador certa margem de liberdade de
apreciação quanto a determinados elementos.Nesses casos, a Administração Pública terá que decidir qual
o melhor momento de agir, qual o meio de ação mais adequado, qual a sanção cabível diante das previstas
na norma legal.
Na escolha pela Administração Pública da oportunidade e conveniência de exercer o poder de polícia, e
na graduação das sanções aplicáveis aos infratores é que reside a discricionariedade do poder de polícia.
Entretanto, será vinculado quando a lei estabelece que, diante de determinados requisitos, a
Administração Pública terá de adotar solução previamente estabelecida, sem qualquer possibilidade de
opção.

(CESPE/DPU/2007)
53 Ao servidor público federal é proibido atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições
públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo
grau, e de cônjuge ou companheiro.
53 CERTO:
Segundo a Lei 8.112/90, art 117 (Das Proibições), inciso- XI - atuar, como procurador ou intermediário,
junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de
parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

(CESPE/Anac/2009)
54 No âmbito administrativo, o princípio da oficialidade assegura a possibilidade de instauração do
processo por iniciativa da administração, independentemente de provocação do administrado e, ainda,
possibilita o impulsionamento do processo, com a adoção de todas as medidas necessárias e sua adequada
instrução.

54 CERTO
Segundo, Marcelo Alexandrino o princípio da oficialidade, também conhecido como princípio do impulso
oficial do processo, informa que é sempre à Administração que compete a movimentação do processo
administrativo, ainda que inicialmente provocado pelo particular.
Uma vez iniciado, o processo passa a pertencer ao Poder Público, a quem compete dar a ele
prosseguimento, até a decisão final. Dessa forma, a Administração Pública tem o dever de dar
prosseguimento ao processo, podendo providenciar a produção de provas, solicitar laudos e pareceres,
enfim, fazer tudo aquilo que for necessário para que se chegue a uma decisão final conclusiva.

(CESPE/ACE/TCU/2009)
55 Sílvio, empresário, concorreu para a prática de ato de improbidade, enriquecendo ilicitamente. Nesse
caso, mesmo não sendo agente público, será atingido pelas disposições da Lei de Improbidade. Assim,
após sua morte, seus sucessores estarão sujeitas às cominações da Lei de Improbidade até o limite do
valor da herança.

55 CERTO:
Tendo como base o art. 3° e 8° da Lei de Improbidade Administrativa
Art. 3° - As disposições desta lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente
público, induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma
direta ou indireta.
Art. 8° O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está
sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

(CESPE/Min. Público do TCU/2004)


56 A venda de bens produzidos por entidades da administração pública, em virtude de suas finalidades,
não está sujeita a licitação.

56 CERTO:
Segundo a Lei 8.666/93, art. 17, § 2.° é dispensada a alienação de de bens móveis nas seguintes situações:
Venda de bens produzidos ou comercializados por órgãos ou entidades da Administração Pública, em
virtude de suas finalidades.

(CESPE/ASSIST. JURÍDICO DO DF/2001) – ESTÁ MEIO ANTIGA, MAS FOI O Q EU ACHEI.


57 No direito brasileiro, de acordo com o que ocorre em determinados países europeus, os atos
administrativos não podem ser controlados pelo Poder Judiciário e, sim, por tribunais administrativos
como os tribunais de contas; assim vige o princípio da dualidade de jurisdição.
57 ERRADO:
O Brasil adotou o Sistema Inglês ou Unicidade de Jurisdição, consiste em que todos os litígios –
administrativos ou que envolvam interesses exclusivamente privados- podem ser levados ao Poder
Judiciário, único que dispõe de competência para dizer o direito aplicável aos casos litigiosos, de forma
definitiva, com força de coisa julgada.

Cespe ABIN 2010


58 De acordo com a jurisprudência atual do Supremo Tribunal Federal ( STF ), não se aceita a tese da
responsabilidade civil do Estado nos casos de prisão preventiva de acusado que, depois, seja absolvido.

58 CERTO:
AC 2003.34.00.002171-5/DF-TRF. 1. A Constituição de 1988, ao disciplinar a responsabilidade civil do
Estado, o fez prestigiando a responsabilidade objetiva, tendo por fundamento da teoria do risco
administrativo, na redação do art. 37, § 6º. 2. O art. 5º, inciso LXXV da Constituição traz dispositivo
específi co relativo à responsabilidade do Estado, em se tratando de erro judiciário. Na hipótese dos
autos, ausente a fi gura do erro judiciário, eis que legítimo o confi namento imposto ao apelante. 3.
Eventual absolvição do réu não leva, necessariamente, à conclusão de vício na prisão preventiva, se, ao
momento de sua decretação, o juiz muniu-se das cautelas necessárias. Se a decisão judicial foi correta no
momento em que adotada, inexiste direito à reparação. 4. A prisão processual só se torna passível de
indenização na ocorrência de excesso ou abuso da autoridade, erro inescusável ou vício que contamine o
ato de constrição. Inocorrentes tais circunstâncias não há que se falar em responsabilidade.

No que se refere a servidores públicos e ao regime jurídico dos servidores civis da União, julgue os itens
subsecutivos

TRT 21ª cespe 2010


59 Função, cargo e emprego público são unidades de atribuições para as quais a investidura somente pode
dar-se mediante prévia aprovação em concurso público, ressalvadas as nomeações para cargo em
comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.

59 ERRADO:
Por emprego público, entende-se uma unidade utilizada pela administração pública, composta por um
aglomerado de atribuições permanentes de trabalho, a ser ocupada por agente contratado sob regime
celetista (tratado pela CLT), caracterizando relação trabalhista. Conforme o artigo 61, §1°, II, “a” da
Constituição Federal de 1988, os empregos permanentes na Administração direta ou em autarquia só
podem ser criados por lei.
Cargo se consiste na unidade mais simples e indivisível de competência desempenhada por um agente,
criado por lei, em caráter permanente ou transitório, remunerado pelos cofres públicos, com denominação
própria. “É o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem
ser cometidas a um servidor”. O cargo público submete o servidor ocupante a um regime criado
especificamente para tutelar tais agentes, qual seja, o regime estatutário ou institucional, de caráter não
contratual, definido essencialmente pela Lei 8.112 de 11 de dezembro de 1990 (RJU).
Por fim, função pública, em direito administrativo, corresponde ao ato ou conjunto de atos inerentes ao
exercício de atribuições da Administração, ao qual não corresponde cargo ou emprego. É importante
ressaltar duas modalidades distintas de função: a primeira delas refere-se à função exercida por servidores
contratados com base no artigo 37, IX, da CF, temporariamente, sem a exigência de concurso público,
considerando-se o caráter emergencial da contratação; a segunda trata-se de função de natureza
permanente, de livre provimento e exoneração, desempenhada por titular de cargo efetivo, da confiança
da autoridade que a preenche. Refere-se a encargos de direção, chefia e assessoramento e distingue-se do
cargo em comissão por não poder ser preenchida por alguém estranho à carreira, alheio ao serviço
público. Tal função é, portanto, reservada aos servidores de carreira.
CESPE - Polícia Federal - Agente de Policia Federal - 2004 - Nacional
60 O ingresso na academia nacional de polícia é permitido a brasileiros naturalizados.

60 CERTO:
Segundo a LEI Nº 4.878 - DE 3 DE DEZEMBRO DE 1965 - DOU DE 6/12/65 Dispõe sobre o Regime
Jurídico Peculiar aos Funcionários Policiais Civis da União e do Distrito Federal. Art. 9º São requisitos
para matrícula na Academia Nacional de Polícia: I – ser brasileiro; II - ter completado dezoito anos
de idade; III - estar no gozo dos direitos políticos; IV - estar quite com as obrigações militares; V - ter
procedimento irrepreensível e idoneidade moral inatacável, avaliados segundo normas baixadas pela
Direção-Geral do Departamento de Polícia Federal; VI - gozar de boa saúde, física e psíquica,
comprovada em inspeção médica; VII - possuir temperamento adequado ao exercício da função policial,
apurado em exame psicotécnico realizado pela Academia Nacional de Polícia; VIII - ter sido habilitado
previamente em concurso público de provas ou de provas e títulos. § 1º A prova da condição prevista
no item IV deste artigo não será exigida da candidata ao ingresso na Polícia Feminina. § 2º Será
demitido, mediante processo disciplinar regular, o funcionário policial que, para ingressar no
Departamento Federal de Segurança Pública e na Polícia do Distrito Federal, omitiu fato que
impossibilitaria a sua matrícula na Academia Nacional de Polícia.