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TÍTULO

ESTABELECIDO
PREPARO CONTRA 11.02.03
EMERGÊNCIAS REQUISITOS
BÁSICOS
REVISÃO
00 – 11.02.2003
PÁGINA
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Índice

1- OBJETIVO.........................................................................................................................................................2
2- REFERÊNCIAS..................................................................................................................................................2
3- DEFINIÇÕES.....................................................................................................................................................2
4- RESPONSABILIDADES...................................................................................................................................3
5- CONSIDERAÇÕES GERAIS............................................................................................................................3
Tipos de emergência......................................................................................................................................3
Equipes de emergência..................................................................................................................................4
Integrantes das equipes de emergência.........................................................................................................4
Atribuições das equipes de emergência........................................................................................................4
Procedimentos para principais situações de emergência..............................................................................4
Diálogo com a comunidade...........................................................................................................................4
Fichas de informação de segurança de produtos químicos ( FISPQ )..........................................................4
Recursos internos e externos.........................................................................................................................5
Níveis de ativação do plano de emergência..................................................................................................5
Treinamentos das equipes de emergência.....................................................................................................5
Simulações de emergência.............................................................................................................................6
Anexo 1 - Cenários de Emergência......................................................................................................................11
Cenário 1...........................................................................................................................................................12
Explosão Curto circuito seguido de Incêndio em Filtros de Mangas no Prédio da Moagem/ Explosão de Pó
e Propagação de Incêndio num dos andares do Silo de Concreto em um armazém de estocagem de
produtos acabados.............................................................................................................................................12
Cenário 2...........................................................................................................................................................13
Princípio de Fogo em Painel Elétrico Energizado ..........................................................................................13
Cenário 3...........................................................................................................................................................14
Vítima Inconsciente com Hemorragia .............................................................................................................14
Cenário 4...........................................................................................................................................................15
Resgate de Vítimas em Local de Difícil Acesso..............................................................................................15
Cenário 5...........................................................................................................................................................16
Vítimas com Desmaio e Asfixia.......................................................................................................................16
Cenário 6...........................................................................................................................................................17
Abandono e Evacuação da Unidade.................................................................................................................17
Preparo Contra Emergência – Requisitos Básicos PÁGINA 2/17

1- OBJETIVO

Estabelecer os recursos necessários para atuação em situações de emergência, de


modo que se possa reaver o controle da situação o mais rápido possível, além de
minimizar as suas conseqüências.

Atender aos requisitos básicos do Corpo de Bombeiros, do Instituto de Resseguros


do Brasil (IRB) e da NR-23 ( Proteção contra Incêndios), NBR 14276 - Programa
de Brigada de Incêndio e OHSAS 18001- item 4.4.7

Este procedimento não se estende à comunicação, registro, investigação de


acidentes, bem como não cobre procedimentos e dispositivos operacionais
específicos à mitigação e à recuperação no controle de processos. Também não se
aplica à especificação de recursos materiais de proteção contra emergência.

2- REFERÊNCIAS

• Requisitos estaduais e municipais do Corpo de Bombeiros


• Requisitos do Instituto de Resseguros do Brasil
• Norma Regulamentadora Nº 23 – Proteção Contra Incêndios
• Programa de atuação responsável – Código de Diálogo com a Comunidade e
Preparação e Atendimento à Emergências e Programa de Controle e Prevenção
de Perdas
• NBR 14725- FISPQ
• NBR 14276-Programa de Brigada de Incêndio
• NBR-ISO 14001/96- Sistema de Gestão Ambiental Especificação e Diretrizes
para uso
• OHSAS 18001 – item 4.4.7 Emergency Preparedness and Response

3- DEFINIÇÕES

Emergência é qualquer situação de perda física de controle, caracterizada por


ocasionar ou ter o potencial de ocasionar perdas. São exemplos de emergência:
explosões, incêndios, vazamentos de produtos perigosos, vendavais, alagamentos
e outros tipos de acidentes.

Para efeito deste procedimento serão consideradas emergências, aquelas


ocorridas em nossas Unidades, com efeitos internos, impactos sobre a comunidade
ou meio ambiente; e/ou aquelas ocorridas nas vizinhanças de nossas Unidades,
podendo nos afetar e/ou à comunidade.
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4- RESPONSABILIDADES

Cabe a Gerência Industrial, disponibilizar todos os recursos necessários à


elaboração e implantação do plano para emergências, bem como para a
manutenção dos sistemas de proteção existentes. Deverá também aprovar o plano
para emergências da Unidade.

Cabe ao SSO local:


- Elaborar o plano de emergência da Unidade, em conjunto com as áreas
envolvidas ;
- Submeter o referido plano à aprovação da gerência industrial;
- Divulgar a todas as áreas e a comunidade (vizinhança, hospitais, corpo de
bombeiros, etcetc.), o referido plano;
- Promover a capacitação das equipes de emergência
- Programar e realizar os simulados de emergência, conforme estabelecido neste
procedimento
- Inspecionar e manter os sistemas de proteção e os equipamentos de
emergência, em bom estado de conservação e disponíveis para o uso;
- Atualizar o documento do plano de emergência, sempre que ocorrerem
modificações significativas nas instalações, no processo ou na relação de
integrantes das equipes de emergência;

Cabe as Equipes de Emergência (Brigada de Emergência e Equipe de Resgate e


Primeiros Socorros):

- Participar dos treinamentos programados, relacionados ao plano de


emergência;
- Participar dos simulados programados, sempre que estiverem na Unidade;
- Informar ao SSO sempre que identificar anomalias nos sistemas de proteção
e/ou equipamentos de emergência;
- Auxiliar na elaboração e implantação do plano de emergência

Cabe aos empregados cumprir as orientações das equipes de emergência durante


as ocorrências desta natureza.

5- CONSIDERAÇÕES GERAIS

5.1 Etapas de elaboração do Plano de Emergência

Tipos de emergência
Como primeiro passo para a elaboração do plano, deve-se definir os possíveis
tipos de emergência que poderão ocorrer no parque fabril (por exemplo:
incêndio, explosão de pó, derramamento de produto perigoso, vendaval, etc.).
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Equipes de emergência
Conhecidos os tipos de emergência, deverão ser definidas as equipes
necessárias para atuar nessas situações (exemplo: comando de emergência,
brigadas de incêndio, equipes de resgate e 1ºs socorros, equipe de apoio,
relações externas, etc.).

Integrantes das equipes de emergência


Deverão ser definidos os integrantes de cada equipe, levando-se em conta suas
funções, conhecimentos, habilidades, aptidões físicas e voluntariedade. Deve-
se envolver pessoal das áreas com maior risco, bem como abranger o maior
número de áreas e turnos possíveis (por exemplo, a equipe de apoio deverá
ser formada por eletricistas, mecânicos, operadores de caldeira, etc.).

Atribuições das equipes de emergência


As atribuições de cada equipe deverão estar descritas, para que seus
integrantes possam ser treinados e saibam o que fazer no momento da
emergência.
Deve estar explícita a responsabilidade pelo desempenho e coordenação do
plano de ação emergencial.
A coordenação do plano deve estar a cargo de profissional que possua uma boa
visão do processo de preparação para atendimento às emergências e dos
riscos decorrentes das atividades da empresa.

Procedimentos para principais situações de emergência


Procedimentos para as principais situações de emergência (situações mais
críticas que poderão ocorrer) deverão ser descritos, visando ganhar tempo,
minimizar conseqüências e, até mesmo, prevenir erros que poderão agravar
ainda mais a situação (por exemplo: contenção de vazamento de produto
perigoso, desligamento geral de energia elétrica, 1ºs socorros para vítima de
choque elétrico, falta de energia elétrica, água ou vapor, em partes vitais do
processo, explosão, incêndio, etc.). Deve-se dar prioridade na descrição dos
procedimentos, às situações mais críticas.

Diálogo com a comunidade


Deverá estar previsto no plano para emergências, como será o envolvimento
com a comunidade interna e externa, em especial com a vizinhança, de modo
que em situações dessa natureza (incêndio, explosão, etc.), em que haja a
necessidade de uma evacuação, por exemplo, a comunidade saiba como
atuar, auxiliando nas ações emergenciais. Também deverá estar prevista
alguma forma de ajuda para a comunidade, em situações como incêndio,
primeiros socorros, etc. Tal postura fará com que a comunidade enxergue a
empresa como sua amiga, facilitando o controle em situações adversas.

Fichas de informação de segurança de produtos químicos ( FISPQ )


Fichas contendo procedimentos em casos de incêndio, vazamento,
contaminação ao meio ambiente e/ou intoxicação de pessoas, deverão ser
elaboradas, para o treinamento das pessoas que manuseiam tais produtos
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químicos e das equipes de emergência. Tais fichas deverão estar de acordo


com o procedimento de Fichas de Segurança do Produto Químico

Recursos internos e externos


Deverão ser definidos os recursos internos (equipamentos de combate a
incêndio, sistemas de comunicação, equipamentos de proteção individual e de
1ºs socorros, alarmes, etc.) e os recursos externos (Corpo de Bombeiros,
hospitais, Policia Civil, etc.) necessários para a elaboração do plano.

Níveis de ativação do plano de emergência


É importante estabelecer os níveis de ativação do plano, em função da
gravidade da emergência e dos recursos para comunicar a sua ocorrência.
Deverão estar descritos os procedimentos para ativação dos diferentes níveis do
plano (tipos de alarmes e toques, etc.), de forma a ficar claro o que está
ocorrendo e o que deverá ser feito.

Treinamentos das equipes de emergência


Para que as equipes de emergência possam atuar com rapidez e eficiência, em
casos reais de emergência, deverão ser programados e realizados
treinamentos, ao longo do ano, a todos os seus integrantes. Os registros dos
treinamentos deverão ser arquivados, constando, no mínimo :

- data e período de realização;


- tempo de duração (nº de horas);
- local onde foi realizado o treinamento;
- nome do instrutor;
- nome e assinatura de todos os participantes; e
- resumo do programa abordado no treinamento.

Inicialmente as equipes de emergência devem ser treinadas, para a


compreensão do correto funcionamento do plano de ação emergencial, junto
às áreas de risco, principalmente no que diz respeito ao fluxograma de
atendimento às emergências e à sua efetiva participação.

Conforme os tipos de situações de emergência possíveis de acontecer, serão


organizados os temas dos treinamentos, devendo-se atender à relação
mínima, constante a seguir.
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Conteúdo Equipe Freqüência Carga horária


Organograma/funcionamento do Todas as equipes Semesrtal 4 horas
plano de emergência
Prevenção e combate a incêndio Brigada de Emergência Trimestral 12 horas
Exames práticos das atividades Brigadas de Anual 4 horas
de contenção de vazamentos Emergência incêndio
Equipe de apoio
Riscos no manuseio de produtos Brigadas de Semestral 4 horas
perigosos incêndioEmergência
Equipes de apoio,
resgate e 1ºs socorros
Utilização correta dos Todas as equipes Anual Conforme
equipamentos de proteção e EPI (conforme uso) equipamentos
Noções de primeiros socorros, Equipes de resgate e Semestral 8 horas
resgate e transporte de 1ºs socorros
acidentados
Visitas de reconhecimento às Todas as equipes Anual 4 horas
áreas de risco Ajuda externa (CB)
Evacuação de áreas e rotas de Todas as equipes Semestral 4 horas
fuga
(∗) Todos os treinamentos devem contemplar requisitos teóricos e práticos

Simulações de emergência
Deverão ser programadas simulações para as situações de emergência
(incêndio, derramamento de produtos perigosos, choque elétrico, resgate em
altura e em espaço confinado, etc.) possíveis de ocorrer, levando-se em conta
os seguintes aspectos:
- elaborar checklist para avaliar as simulações e corrigir os possíveis desvios;
- divulgar entre os colaboradores a necessidade e a importância das
simulações para a proteção de suas vidas, para que as mesmas sejam
levadas a sério;
- envolver os meios de ajuda externa, principalmente o Corpo de Bombeiros;
e
- realizar as simulações em etapas (por exemplo, 1a avisar hora; 2a avisar dia;
3a não avisar).

Análise e revisões do plano para emergências


À medida que ocorram modificações na empresa e/ou com a introdução de
novos produtos, instalações ou processos, o plano para emergências deverá
ser revisado e atualizado. Sugere-se que esta revisão seja feita anualmente.
Ações praticadas em situações reais de emergência, bem como as próprias
emergências (e acidentes), deverão ser analisadas, de modo que o plano
possa ser aprimorado, corrigindo-se as eventuais falhas.
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TIPOS DE EMERGÊNCIA

EQUIPES DE EMERGÊNCIA

INTEGRANTES DAS EQUIPES DE EMERGÊNCIA

ATRIBUIÇÕES DAS EQUIPES DE EMERGÊNCIA

PROCEDIMENTOS PARA AS PRINCIPAIS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

DIÁLOGO COM A COMUNIDADE

FICHAS DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

RECURSOS INTERNOS E EXTERNOS

NÍVEIS DE ATIVAÇÃO DO PLANO PARA EMERGÊNCIAS

TREINAMENTOS DAS EQUIPES DE EMERGÊNCIA

SIMULAÇÕES DE EMERGÊNCIA

ANÁLISE DE ACIDENTES PARA O APRIMORAMENTO DO PLANO

5.2 Atribuições das Equipes de Emergência

As atribuições aqui relacionadas têm somente caráter orientativo, cabendo a


cada Unidade definir quais equipes de emergência e respectivas atribuições
deverão existir, em função das características do parque fabril (processo,
tamanho, recursos, etc.).

Comando de Emergência
- Comandar e coordenar os trabalhos das Equipes de Emergência.
- Avaliar os riscos e definir as ações de emergência.
- Autorizar a Telefonista / Portaria a convocar a Ajuda Externa.
- Orientar a Ajuda Externa.
- Determinar a evacuação de áreas.
- Manter o Relações Públicas informado sobre a situação de emergência.
- Declarar o Fim da Emergência.
- Avaliar a atuação das Equipes no Plano de Emergência e efetuar os ajustes
necessários para aprimorar o atual plano.
- Providenciar recursos financeiros para a aquisição de equipamentos e
treinamentos necessários ao plano.
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Relações Públicas
- Manter a Diretoria da Matriz informada sobre a emergência.
- Manter contato com hospitais, visando bom atendimento às vítimas.
- Informar e prestar toda assistência aos familiares das vítimas.
- Controlar possíveis tumultos e ação da imprensa, fornecendo informações
em consenso com a Diretoria.

Brigada de Emergência
- Deslocar-se para o Ponto de Encontro ou ao local da emergência, conforme
orientação.
- Combater o incêndio (emergência).
- Executar operações conjuntas com a Ajuda Externa.
- Auxiliar no resgate e primeiros socorros de pessoas e no transporte de
vítimas/bens materiais/patrimoniais.

Equipe de Apoio
- Deslocar-se para o Ponto de Encontro ou ao local da emergência, conforme
orientação.
- Cortar o fornecimento de energia elétrica e/ou combustível, se necessário.
- Ajudar a Brigada no transporte de materiais, remoção de escombros e,
quando solicitado, na montagem de linha para combate.
- Auxiliar no resgate de pessoas e no transporte de vítimas/bens materiais/
patrimoniais.
- Auxiliar no isolamento de áreas afetadas, impedindo o acesso de pessoas
e/ou trânsito de veículos não autorizados.
- Providenciar recursos para que os trabalhos de combate a incêndio e
resgate/primeiros socorros de vítimas não sejam interrompidos.
- Manter hidrantes, demais equipamentos de combate a incêndios e
instalações elétricas em perfeito estado de operação, durante a emergência.

Equipe de resgate e Primeiros Socorros


- Deslocar-se para o Ponto de Encontro, Ambulatório ou local da emergência,
conforme orientação.
- Aplicar os primeiros socorros.
- Encaminhar vítimas para atendimento médico.
- Conduzir a evacuação/resgate das pessoas sem pânico.
- Encaminhar vítimas para atendimento médico.

Portaria
- Interromper o acesso na Portaria.
- Permitir somente a entrada de pessoas ligadas à emergência.
- Agilizar a saída de veículos do interior da unidade.
- Localizar o Comando da Emergência, prestando informações sobre a
emergência.
- Interromper todas as ligações telefônicas e manter as linhas à disposição da
emergência, na ausência da Telefonista.
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- Não fornecer quaisquer informações a terceiros sobre a emergência.


- Solicitar Ajuda Externa, mediante autorização do Comando da Emergência.
- Recepcionar na Portaria a Ajuda Externa e encaminhá-la ao Comando da
Emergência.
- Dispor de veículos e motoristas de prontidão.

5.3 Equipes de Emergência – Requisitos Mínimos

Coordenador da Emergência
- nomeado pelo Gerente Industrial da Unidade;
- responsável pela Unidade por ocasião da emergência;
- coordenação à distância das ações das equipes de emergência;

Brigada de Emergência
- grupo “ponta de lança”: com um operador de esguicho, outro como seu
apoio (mangueira) e um terceiro como operador do hidrante;
- grupo “cobertura”: com a mesma constituição anterior, com uma linha de
hidrante “viva”, partindo sua linha do mesmo hidrante, agindo na retaguarda
do primeiro grupo;
- grupo “apoio”: composto de dois brigadistas, responsáveis pelo
deslocamento de material, sinalização e isolamento da área;
- Líder da Brigada: aquele que comanda as ações de controle no campo,
diante da emergência.

Equipe de Resgate e Primeiros Socorros


- composta por no mínimo duas pessoas treinadas em Primeiros Socorros,
por área e turno;
- deverá existir um ambulatório;
- deverão existir caixas de primeiros socorros, macas rígidas (para transporte
e/ou resgate em altura);
- deverá existir veículo adequado para remoção do acidentados.

5.4 Organização do Controle de Emergências – Requisitos Mínimos

COE: Centro de Operações à Emergências


- Deverá estar localizado estrategicamente afastado das áreas de risco, mas
de fácil e garantido acesso (Ponto de Encontro).
- Deverá dispor de dispositivos de comunicação independente, informações
atualizadas da Unidade, lista dos telefones residenciais dos integrantes do
plano, Gerências e fontes de ajuda externa.

Plano de Mobilização (Ativação do Plano)


- deverá dispor de sistemas independentes de acionamento (alarmes, etc.)
em casos de emergência;
- deverá dispor de meios de comunicação independente para acionamento
em caso de emergência (ramal telefônico exclusivo, rádio, etc.);
- deverá dispor de alarme de comunicação de abandono de área;
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- deverá dispor de rotas de fuga e pontos de evacuação pré-definidos e


sinalizados, além de birutas para indicar a direção do vento.

5.5 Identificação das Equipes de Emergência

A identificação dos integrantes das equipes de emergência deverá ser realizada


através dos símbolos exibidos a seguir, os quais deverão estar presentes nos
uniformes e/ou capacetes, respeitando-se os requisitos de Boas Práticas de
Fabricação.
legais.
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Anexo 1 - Cenários de Emergência

Objetivo:

1. Apresentar os mínimos requisitos para implantação de um plano de emergência,


considerando :
 Etapas de Elaboração;
 Interfaces com o módulo de Proteção Ambiental;
 Metodologia e Apresentação;
 Organograma; e
 Atribuições das Equipes.

2. Apresentar cenários de emergência que simulam situações reais (eventos já


vivenciados pelas Unidades do Grupo) envolvendo:
os principais riscos locais,
as possíveis conseqüencias,
os recursos utilizados e
as medidas de combate e atendimento à emergência adotados.

Atualização:

Após a realização de cada simulado nas Unidades da BUNGE Fertilizantes que incluam
novos cenários, a equipe SSO local deverá preencher a ficha de Cenários de Emergência
e enviar para o SSO Corporativo para atualização do referido material.
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Cenário 1
Explosão Curto circuito seguido de Incêndio em Filtros de Mangas no Prédio da Moagem/
Explosão de Pó e Propagação de Incêndio num dos andares do Silo de Concreto
em um armazém de estocagem de produtos acabados.

Riscos Prováveis:
R.1. Risco Maior de Processo: Explosão Incêndio
R.2. Propagação da Onda de Choque Área Externado sinstro pela edificação

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Danos à Comunidade
C.3. Divulgação na Mídia
C.4. Morte ou lesões permanentes de funcionários, prestadores de serviços e
membros da Comunidade Local
C.5. Autuação de órgãos públicos com paralisação das operações
C.6. Multas Superiores à US$ 25,000

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Sinalizadores de Fumaça – Simulação de Explosão e Incêndio
 Sinalizadores Sonoros – Simulação da Propagação das Ondas de Choque
 Base Topo dos Silos de Armazenamento de Grãos com Condições de
Operação Restrita
 Filtro de Manga no 4º Andar Limpeza em condições de Uso restrita
 Meio de Comunicação para Emergência (Linha de Telefone destinada a
emergência)

Recursos Humanos:
 Brigada de Preparação e Atendimento à Emergência
 Figurantes (Objetivo: Dificultar o Atendimento)
 Equipe de Evacuação da Área;
 Corporação de Bombeiros Voluntários de Joinville
 Observador (Identificação das Oportunidades de Melhoria)
 Equipe de Relações Públicas
 Equipe de Evacuação
 Chefe da Emergência
 Equipe de Apoio
 Equipe de 1º Socorros
 Para Médicos da Corporação de Bombeiros Voluntários de Joinville

Medidas de Combate e Atendimento à Emergência:


1. Identificação da Situação de Emergência
2. Acionamento do Alarme de Emergência e dos Membros do Plano de Emergência
3. Evacuação de todas as áreas
4. Isolamento das áreas
5. Desernegizamento de toda a unidade
6. Combate à Situação de Emergência:
 Acionamento das Bombas de Alimentação de Água de Incêndio
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 Acoplamento da moto bomba móvel;


 Preparação da Equipe de Emergência Combate: Ponta de Lança, Grupo de
Cobertura e Líder da Brigada
 Combate da Situação por nebulização de água (Hidrantes e Mangueiras)
7. Preparação e Atendimento à Imprensa e Outros Meios de Comunicação
8. Verificação de Vítimas no local
9. Informações necessárias para Corporação de Bombeiros Voluntários de Joinville;
10. Integração entre Corporação de Bombeiros Voluntários de Joinville e Bombeiros e
Voluntários da Unidade;

Cenário 2
Princípio de Fogo em Painel Elétrico Energizado

Riscos Prováveis:
R.1. Propagação de Incêndio
R.2. Risco Maior de Processo: Explosão
R.3. Choque Elétrico

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Danos à Comunidade
C.3. Divulgação na Mídia
C.4. Morte ou lesões permanentes de funcionários, prestadores de serviços e
membros da Comunidade Local
C.5. Autuação e/ou Notificação de órgãos públicos com restrição a operação

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Painéis elétricos inativos
 Combustível (Querosene ou Diesel) – Produtos devidamente cadastrados na
Unidade acompanhados das respectivas FISPQ’s: Folha de Informação de
Segurança do Produto com as medidas de aplicação supervisionadas pelo SSO
 Ponto de Ignição
 Meio de Comunicação para Emergência (Rádio de Alta Freqüência ou
Similar)

Recursos Humanos:
 Brigada de Preparação e Atendimento à Emergência
 Figurantes (Objetivo: Dificultar o Atendimento)
 Observador (Identificação das Oportunidades de Melhoria)

Medidas de Combate e Atendimento à Emergência:


1. Identificação da Situação de Emergência
2. Acionamento do Alarme de Emergência e dos Membros da Brigada e
Atendimento à Emergência
3. Isolamento do Perímetro
4. Identificação da Classe de Fogo
5. Combate à Situação de Emergência com Extintores Portáteis adequados à
Classe de Incêndio
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Cenário 3

Vítima Inconsciente com Hemorragia

Riscos Prováveis:
R.1. Contaminação de Doenças Infecciosas

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Divulgação na Mídia
C.3. Morte ou lesões permanentes dos envolvidos geradas pelo sinistro

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Maca de Transporte de Vítimas
 Talas de Apoio e Imobilização para Membros Superiores e Inferiores /
Coluna Cervical
 Faixas e Ataduras para Fixação
 Luvas de Procedimento
 Maleta de Primeiros Socorros
 Meio de Comunicação para Emergência (Rádio de Alta Freqüência ou
Similar)
 Ficha de Controle Médico Disponível na portaria

Recursos Humanos:
 Vítima inconsciente
 Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
 Figurantes (Objetivo: Dificultar o Atendimento)
 Observador (Identificação das Oportunidades de Melhoria)
 Ambulância do Corpo de Bombeiros

Medidas de Combate e Atendimento à Emergência:


1. Identificação da Situação de Emergência
2. Acionamento da Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
3. Isolamento da área
4. Atendimento à Vítima (Prestação dos Primeiros Socorros):
 Análise Primária (Identificação: Inconsciência e Hemorragia)
 Verificar as condições cardio - respiratórias
 Contenção da Hemorragia
 Imobilização da Região com Suspeita de Fratura ( Coluna e Membros
Inferiores e Superiores)
 Locomoção e Transporte da Vítima
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Cenário 4
Resgate de Vítimas em Local de Difícil Acesso

Riscos Prováveis:
R.1. Não cumprimento de Procedimento de Risco à Vida

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Morte ou lesões permanentes dos envolvidos geradas pelo sinistro

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Equipamentos de Proteção Respiratória Autônomo
 Sistemas de Iluminação Complementar
 Meio de Comunicação para Emergência (Rádio de Alta Freqüência ou
Similar)
 Equipamentos de 1º Socorros

Recursos Humanos:
 Vítima inconsciente
 Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
 Equipe de Para médicos Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville
 Observador (Identificação das Oportunidades de Melhoria)

Medidas de Combate e Atendimento à Emergência:

1. Identificação da Situação de Emergência


2. Acionamento da Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
3. Isolamento da área
4. Atendimento à Vítima (Prestação dos Primeiros Socorros):
 Análise Primária (Identificação: Inconsciência , Desmaio e Suspeita de
Asfixia)
 Verificar as condições cardio - respiratórias
 Suprimento de Oxigênio
 Imobilização da Vítima para Transporte
5. Locomoção e Transporte da Vítima
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Cenário 5

Vítimas com Desmaio e Asfixia

Riscos Prováveis:
R.1. Não cumprimento de Procedimento de Risco à Vida

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Morte ou lesões permanentes dos envolvidos geradas pelo sinistro

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Maca de Transporte de Vítimas
 Talas de Apoio e Imobilização
 Faixas e Ataduras para Fixação
 Luvas de Procedimento
 Maleta de Primeiros Socorros
 Equipamento de Suprimento de Oxigênio
 Meio de Comunicação para Emergência (Rádio de Alta Freqüência ou
Similar)

Recursos Humanos:
 Vítima inconsciente
 Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
 Equipe de Para Médicos do Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville
 Observador (Identificação das Oportunidades de Melhoria)

Medidas de Combate e Atendimento à Emergência:


1. Identificação da Situação de Emergência
2. Acionamento da Equipe de Regaste e Primeiros Socorros
3. Isolamento da área
4. Atendimento à Vítima (Prestação dos Primeiros Socorros):
 Análise Primária (Identificação: Inconsciência , Desmaio e Suspeita de
Asfixia)
 Verificar as condições cardio - respiratórias
 Suprimento de Oxigênio
 Imobilização da Vítima para Transporte
5. Locomoção e Transporte da Vítima
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Cenário 6

Abandono e Evacuação da Unidade

Riscos Prováveis:
R.1. Queda e Demolição das Instalações

Conseqüências:
C.1. Acidente Significativo de Segurança e Saúde Ocupacional
C.2. Divulgação na Mídia
C.3. Morte ou lesões permanentes dos envolvidos geradas pelo sinistro
C.4. Danos ao Patrimônio superior à US$ 25,000
C.5. Danos à Comunidade e ao Meio Ambiente

Recursos Utilizados:
Recursos Materiais:
 Alarme de Identificação Sonoro
 Meio de Comunicação para Emergência (Rádio de Alta Freqüência ou
Similar/ Telefone de Atendimento a Emergência )
 Controles de Acesso

Recursos Humanos:
 Equipe de Evacuação e Abandono
 Líder de Evacuação
 Equipe de Apoio de Avaliação e Verificação
 Equipe de Isolamento e Controle de Acessos
 Observadores (Identificação das Oportunidades de Melhoria)