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JOÃO CARLOS DE P AULA1

GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA


SUPERVISÃO DE ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL - 2006

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Assistente Social – PMVR/SMAC
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO

Secretaria Municipal de Ação Social Comunitária de Volta Redonda – SMAC

PÚBLICO ALVO

Supervisores de estágio, assistentes sociais (supervisores de campo) e acadêmicos


graduandos em Serviço Social.

CRITÉRIO PARA INSERÇÃO NO CAMPO DE ESTÁGIO

Deve obedecer as orientações contidas no código de ética profissional e na Lei de


regulamentação da profissão N° 8.662/93 segundo os seguintes princípios:
• Credenciamento do campo de estágio junto ao CRESS.

• Designação de profissional para supervisão direta ao (s) estagiário (s).

• Seleção do (s) estagiário (s)1.

INTRODUÇÃO

A vivência do estágio curricular para os acadêmicos de Serviço Social é o momento


fundamental de articulação dialética entre teoria/prática, a presença dos estagiários
contribui para a elaboração de propostas de sistematização do trabalho profissional
através da integração instituição academia.
Pois que, no momento em que há a aproximação com as demandas institucionais,
permite-se ao estagiário a possibilidade de uma apreensão crítica da realidade social,
contribuindo para a construção de propostas efetivas de ampliação e defesa dos direitos
sociais. E ainda, o contato estabelecido entre os dois espaços (instituição e academia)
fomenta a articulação de canais de discussão que contribuem para a elaboração de novas
propostas ao processo de trabalho da categoria profissional.

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O processo seletivo será conduzido pelo supervisor de campo e observado a compatibilidade entre a
especificidade do espaço institucional e o perfil do estagiário.
PLANO DE SUPERVISÃO

o Plano de Supervisão será executado sob orientação do supervisor de estágio da


Instituição de Ensino e do Assistente Social ( supervisor de campo), sendo que este
último profissional atua diretamente com a demanda existente no campo de estágio.
Objetivando construir um instrumental crítico ao acadêmico de Serviço Social o
supervisor de campo estimulará o estagiário ao exercício de elaboração, proposição e
análise das atividades do Serviço Social na instituição, principalmente, através da
pesquisa, planejamento e execução das propostas a serem desenvolvidas no campo de
estágio.

Assim, a organização do processo de supervisão para os acadêmicos inseridos


estará pautada em três metas:
• Compreensão da dinâmica imposta ao trabalho do Assistente Social;
• Planejamento e execução de ações previstas no campo de estágio;
• Construção de instrumentos de avaliação e monitoramento do serviço prestado.
Os objetivos consistem em desenvolver um perfil profissional comprometido com
os princípios ético-políticos da categoria; com a excelência dos serviços sociais prestados
aos usuários; a prática reflexiva de forma a (re) conhecer as demandas, condutas,
estratégias e procedimentos do profissional frente a correlação de forças institucionais.
O método e instrumentos utilizados serão:
• Reflexão e articulação teoria/prática do Serviço Social;
• Participação em Reuniões da Equipe técnica;
• Observação dos atendimentos, VDs e trabalhos em grupos (famílias, convivência etc.);
• Atendimentos supervisionados;
• Visitas domiciliares supervisionadas;
• Condução supervisionada de trabalhos em grupos;
• Análise institucional;
• Planejamento estratégico.
As atividades realizadas no campo de estágio estarão em consonância com as seguintes
orientações: Constituem atribuições. específicas do Assistente Social:
"treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiário de Serviço Social" (Lei

8.662/93, art. 5° Inciso VI, o grifo é nosso);

É vedado ao Assistente Social:

"compactuar com o exercício ilegal da profissão, inclusive nos casos


de estagiários que exerçam atribuições específicas, em
substituição aos profissionais " (Título II art. 4º alínea D, o grifo é
nosso );

"permitir ou exercer a supervisão de aluno de Serviço Social em


Instituições Públicas ou Privadas, que não tenham em seu quadro
Assistente Social que realize acompanhamento direto ao aluno
estagiário" (Título lI, art.4°, alínea E, o grifo é nosso);

"Cabe às Unidades de Ensino credenciar e comunicar aos


Conselhos Regionais de sua Jurisdição os campos de estágio de seus
alunos e designar os Assistentes sociais responsáveis por sua
supervisão" (art. 14, caput: o grifo é nosso);
"Somente os estudantes de Serviço Social, sob supervisão direta de
Assistente Social em pleno gozo de seus direitos profissionais,
poderão realizar estágio de Serviço Social" (art. 14, parágrafo único, o
grifo é nosso).

Torna-se fundamental a observância do Guia de Orientação Técnica 2 - SUAS N° l por


conta de incongruências com as orientações do Código de Ética Profissional e Lei de

Regulamentação da Profissão N° 8.662/93 supracitados. Faz-se importante dialogar com os


acadêmicos, elementos teórico-metodológicos, ético-políticos e técnico-operativos, sendo

este tripé, indispensável para a compreensão da dinâmica do processo de trabalho dos


Assistentes Sociais.
,

2
Conf.Tópico 1.7.2 letras A, B e C
ARTICULAÇÃO ACADEMIA / INSTITUIÇÃO DE ESTÁGIO

Será realizada através de :

 Apresentação e estudo de casos;

 Discussão e problematização em sala de aula, da vivência no campo de estágio;

 Reuniões periódicas entre o supervisor de estágio e o Assistente Social supervisor


de campo.

AVALIAÇÃO

O critério para avaliação será definido pelo supervisor de campo e o estagiário;


Considerar- se – á a freqüência, a assiduidade, a capacidade de reflexão teoria/prática e
postura ético- política.

Os instrumentos de avaliação serão os seguintes:

• Observação participante;
• Caderno de Campo;
• Relatório de Atividades desenvolvidas no
campo (elaborado mensalmente pelo estagiário);
• Relatório de Avaliação do acadêmico
(elaborado semestralmente pelo supervisor de campo).


CARGA HORÁRIA
A carga horária a ser realizada corresponderá ás exigências da instituição de ensino,

as horas excedentes servirá para a complementação da carga horária do período anterior e/ou
posterior.
Conforme orientação do Projeto de Estágio Curricular do Curso de Serviço Social -
UniFOA, são Competência dos alunos dentre outras:
b) "(..) participar de eventos científicos e profissionais da área temática referente ao estágio,
como parte integrante de sua formação universitária." (20'03, p.l0)

Tais participações servem de enriquecimento profissional para o estagiário, vindo a


qualificar seu trabalho. Desta forma, não havendo objeção do supervisar de campo, poderá
a participação de estagiários em capacitações ser contado como carga horária.

ORÇAMENTO
Considerando a contribuição dos estagiários no aumento do volume e qualidade dos
trabalhos,faz-se importante e merecedor a viabilização pelas instituições de estágio
credenciadas, de vales transporte aos estagiários.

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES

A ser desenvolvido conforme a especificidade do campo, exigência acadêmica e


disponibilidade do estagiário.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COLETÂNIA DE LEIS E RESOLUÇõES. Assistente Social: ética e direitos.4ª.ed - CRESS 7a


Reg. - RJ, 2002.
Brasil, MDS. guia de orientação técnica
SUAS
– nºl - Brasília, 2005.
Projeto de Estagio, Curso de Serviço Social - UniFOA, Volta Redonda - RI, 2003.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
Vasconcelos, Ana Maria. Serviço Social e Prática Reflexiva lN: Em Pauta - Revista de Serviço
Social da UERJ. nO 10, Rio de Janeiro, 1997.