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PEPAC

Guião em forma de perguntas para as entidades promotoras

1- Como validar os requisitos do estagiário?

As entidades promotoras com o seu login e password acedem ao sítio do PEPAC e no


menu “Estágios” clicam em “PEPAC- gerir estágios” e acedendo à lista de gestão dos
seus estagiários, no campo “Estado”, seleccionam “Estagiários para validação de
requisitos” e clicam em “Validar” onde terão acesso à ficha do candidato. Nesta
procedem à validação dos requisitos gerais e específicos de acordo com a prova
documental enviada pelo candidato, terminando este procedimento com a
confirmação em “Validar”.

2- O que fazer se o candidato não apresentar quaisquer documentos?

Se o candidato não apresentar quaisquer documentos dentro do prazo legalmente


estabelecido (ou seja, até 18 de Junho), as entidades promotoras devem considerar
esta situação como desistência. A validação de uma desistência implica o acesso ao
sistema nos mesmos moldes referidos anteriormente mas não validando nenhum
requisito do candidato, para que o mesmo seja excluído desta edição e permitir que o
sistema de imediato notifique o candidato seguinte para aceitar o estágio em 24 horas,
possibilitando assim a substituição do excluído.

3- Quando deve ser efectuada a validação de uma desistência?

Esta situação pode ocorrer em dois momentos distintos: ou quando o candidato


comunica formalmente a sua desistência à entidade promotora ou à DGAEP, ou
quando, findo o prazo da validação dos requisitos o candidato nada refere.

4- Pode aceitar-se uma licenciatura feita no estrangeiro?

Sim. Desde que a mesma tenha sido objecto de reconhecimento académico através de
um estabelecimento de ensino superior público português ou pela Direcção-Geral do
Ensino Superior.

5- Quem pode ser contactado em caso de dúvidas relativas a licenciatura estrangeira?

A Direcção-geral do Ensino Superior, consultando


http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Reconhecimento/NARICENIC/

6- Quando se iniciam os estágios profissionais (PEPAC)?

Os estágios têm o seu início no dia 1 de Julho de 2010 à excepção dos que venham a
ocorrer nos estabelecimentos de ensino, que terão o seu início no dia 1 de Setembro.

Mod: DGAEP 06/2007


7- Quando terminam os estágios profissionais (PEPAC)?

Os estágios terminam no dia 30 de Junho de 2011 e os dos estabelecimentos de ensino


a 31 de Agosto.

8- Durante o estágio pode o estagiário desenvolver outra actividade profissional,


mesmo em regime pós-laboral?

Não. O estágio é feito em regime de exclusividade.

9- Qual a remuneração atribuída ao estagiário?

O estagiário recebe uma bolsa no valor de 2 Indexantes de Apoio Sociais (IAS)


correspondente a 838,44€, eventualmente actualizável anualmente, acrescida de
subsídio de refeição equivalente aos outros trabalhadores da Administração Pública.

10- O estagiário recebe mais algum apoio remuneratório?

Não. Apenas os descritos anteriormente.

11- A bolsa concedida ao estagiário está sujeita a descontos legais?

Sim, está sujeita apenas ao desconto para efeitos de IRS.

12- O estagiário está abrangido por algum regime obrigatório de segurança social?

Não, pelo que também não faz descontos para a segurança social.

13- O estagiário está abrangido por algum seguro?

Sim, o estagiário beneficia de um seguro que cobre os riscos de eventualidades que


ocorram durante o estágio, incluindo o in-itinere.

14- Como se processa a celebração deste seguro?

As entidades promotoras receberão um Acordo-Quadro negociado entre a SGMFAP e a


entidade seguradora. São as entidades promotoras que devem celebrar o contrato de
seguro sobre os seus estagiários mediante o preenchimento de uma minuta indicada
neste Acordo-Quadro.

15- Quais as obrigações das entidades promotoras na celebração deste contrato de


seguro?

 Pagar à entidade seguradora o respectivo prémio de seguro, através da rubrica


02.02.12 – Seguros.

 Sempre que um estagiário seja substituído por outro, deve a entidade


promotora com uma antecedência mínima de 48 horas, comunicar essa

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situação à entidade seguradora através de endereço específico e indicado no
Acordo-Quadro;

 Sempre que ocorra uma vicissitude no decurso do estágio (suspensão ou


cessação do contrato de estágio), deve a entidade promotora, no prazo
máximo de 24 horas, comunicar essa situação;

 Quando ocorra uma situação de risco de eventualidades no decurso do


estágio e por causa das actividades deste, deve a entidade promotora
qualificar essa situação como acidente de trabalho e comunicar, no prazo de
24 horas, após tomar conhecimento do mesmo;

 Deve a entidade promotora, até ao dia 15 de cada mês, enviar à entidade


seguradora, um mapa com o valor das bolsas pagas aos estagiários no mês
anterior.

16- Existe algum modelo de contrato a celebrar com o estagiário?

Sim. A DGAEP enquanto entidade gestora e coordenadora do PEPAC disponibiliza na


página do PEPAC, um modelo de contrato de formação em contexto de trabalho que a
entidade promotora deve celebrar com o estagiário no início do estágio, devendo este
ser assinado em duplicado, pelo estagiário e pelo dirigente máximo da entidade
promotora.

17- Qual a duração do contrato de formação em contexto de trabalho?

O contrato tem uma duração de 12 meses, improrrogáveis.

18- Existe alguma possibilidade de mobilidade para o estagiário?

Sim. Durante os primeiros 30 dias de estágio, nas entidades promotoras com serviços
desconcentrados, o estagiário pode beneficiar de mobilidade geográfica dentro da
mesma entidade com a anuência de ambas as partes.
Esta mobilidade é também alargada às entidades promotoras dentro do mesmo
ministério, nos mesmos moldes, segundo despacho do Secretário de Estado da
Administração Pública, disponível no sítio do PEPAC.

19- Como se processa o pagamento das bolsas aos estagiários?

São as entidades promotoras que efectuam o processamento das bolsas aos seus
estagiários sem prejuízo do mesmo poder ser efectuado por outra entidade promotora
do mesmo ministério, desde que seja determinado pelo membro do Governo que
tutela a entidade promotora
Este processamento é feito pela rubrica 04.08.02 - Transferências correntes e pode ser
efectuado pelo orçamento de funcionamento no SRH, através do código 39 Bolsa de
Formação/Estágio.

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20- Como decorre o estágio na entidade promotora?

O estagiário é acompanhado por um orientador que será designado de entre


dirigentes, outras chefias ou de trabalhadores com experiência e aptidão para orientar
estágios.

21- A função de orientador é remunerada?

Não.

22- Um orientador pode acompanhar mais que um estagiário?

Sim, desde que o acompanhamento dos estagiários não seja prejudicado nem
comprometido o seu resultado final.

23- As funções de orientador de estágio contam para efeitos da sua avaliação?

Sim. Estas funções devem ser consideradas para efeitos de contratualização dos
objectivos do orientador no âmbito do SIADAP.

24- Quais as funções do orientador de estágio?

Acolher o estagiário no seu ambiente de trabalho;


Propor ao dirigente máximo da entidade promotora os objectivos, o plano de
estágio e no final, a avaliação do estagiário;
Acompanhar técnica e pedagogicamente o estagiário de acordo com os
objectivos e plano previamente definidos;
Controlar a pontualidade e assiduidade;
Comunicar à entidade responsável pelo processamento da bolsa o registo da
assiduidade.

25- Qual o regime aplicável ao estagiário no âmbito da assiduidade?

O estagiário está sujeito ao regime de faltas dos trabalhadores em RCTFP, com as


necessárias adaptações. Em termos de faltas injustificadas o estagiário tem um limite
de 5 dias consecutivos ou 10 dias interpolados.

26- Como são contabilizadas as faltas do estagiário que se encontre a frequentar um


mestrado ou doutoramento?

Nestes casos, é aplicável o regime de Trabalhador-Estudante.

27- O estagiário pode frequentar acções de Formação Profissional?

O plano de estágio já integra uma sessão de formação inicial a ministrar pelo INA.
A componente formativa está integrada no contexto de trabalho a par da aquisição de
conhecimentos no exercício das funções das entidades promotoras.

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28- Como se processa a avaliação do estágio?

A avaliação do estágio assenta em três componentes distintas:

 O orientador de estágio no final do estágio procede à avaliação do estagiário


num modelo similar mas simplificado do SIADAP 3;

 O estagiário, no final do estágio também procede à respectiva avaliação;

 A entidade promotora no final dos estágios procede à avaliação global do


desenvolvimento do PEPAC;

29- Existem modelos de avaliação?

Sim. As avaliações anteriormente referidas constarão de modelos elaborados pela


DGAEP e disponibilizados para o efeito no sítio do PEPAC.

30- Como se processa a certificação do estagiário?

No final do estágio, e só depois das entidades promotoras e o estagiário terem


efectuado as avaliações supra referidas, o sistema emitirá um certificado
comprovativo da conclusão do estágio com a respectiva avaliação final, que deve ter
como anexo uma descrição sumária das actividades desenvolvidas e dos
conhecimentos adquiridos.

31- Existe um modelo de certificado?

Sim. A DGAEP disponibilizará o modelo de certificado na página do PEPAC.

32- Quais as vicissitudes do estágio?

Durante o desenvolvimento do estágio podem ocorrer duas eventualidades: a


suspensão e a cessação do contrato de formação em contexto de trabalho.

33- Quais as suas consequências?

 Relativamente à suspensão, pode o contrato ser suspenso até 2 meses devido


a facto imputável à entidade promotora, devidamente fundamentado;

 Pode igualmente o contrato ser suspenso por motivo imputável ao estagiário,


devidamente comprovado e até um prazo máximo de 6 meses;

 Qualquer uma destas formas de suspensão não interrompe a contagem dos 12


meses de estágio.

 Relativamente à cessação, o contrato, pode o contrato cessar pelos seguintes


motivos:

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 Mútuo acordo;
 Denúncia do estagiário ou da entidade promotora, cumprindo um
aviso prévio de 30 dias;
 Caducidade;
 Impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva do estagiário
prosseguir o estágio;
 Impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva da entidade
promotora proporcionar o estágio, devidamente fundamentada;
 Efeito das faltas injustificadas (mínimo de 5 dias consecutivos e 10 dias
interpolados);
 Incumprimento reiterado dos deveres pelo estagiário, devidamente
fundamentado.

 Em qualquer uma destas situações de cessação do contrato que ocorra


exclusivamente durante os primeiros 30 dias do estágio, a entidade promotora
tem a possibilidade de substituir o estagiário. Este processo de substituição só
pode ocorrer uma única vez e efectua-se da mesma forma da substituição em
sede de exclusão de candidato no período de validação dos requisitos.

34- Quais as obrigações das entidades promotoras durante o estágio?

As entidades promotoras devem registar no sítio do PEPAC os dados relevantes para o


cabal acompanhamento e avaliação dos estágios, concretamente:

 A data de início dos estágios;


 Os períodos de suspensão e cessação dos estágios, indicando as respectivas
fundamentações;
 Submeter os relatórios de avaliação do orientador de estágio e do estagiário;
 Submeter o relatório de avaliação global do desenvolvimento do PEPAC.

35- Quais os benefícios do estagiário no termo do estágio?

O Decreto-Lei nº 18/2010, de 19 de Março, prevê um conjunto de benefícios para os


estagiários que tenham concluído o estágio com uma avaliação igual ou superior a 14
valores, concretamente:

 Em sede de procedimento concursal aberto pela entidade promotora onde


decorreu o estágio e durante os 2 anos seguintes à sua conclusão, os
estagiários podem optar apenas pela aplicação dos métodos de selecção,
avaliação curricular e entrevista de avaliação, dispensando assim a prova de
conhecimentos;

 Em caso de igualdade de classificação neste procedimento concursal, os


estagiários têm preferência na lista de ordenação final;

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 Caso o estagiário venha a constituir uma relação jurídica de emprego público
em RCTFP por tempo indeterminado, beneficia de uma redução no período
experimental, de 240 para 180 dias;

 1% dos estagiários em cada ministério, com as melhores classificações de


estágio ficam isentos do pagamento de propinas, caso concorram e sejam
seleccionados para o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP),
promovido pelo INA.