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RITI

REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES


INTRACOMUNITÁRIAS
Decreto-Lei N.º 290/92, de 28 de Dezembro

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO

Decreto-Lei n.º 102/2008


20-06-2008

ANEXO vII => TESTES E EXAMES

José Afonso - IT 18727

quarta-feira, 5 de Maio de 2010


RITI

PROCESSO DE PROGRESSÃO PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DAS CATEGORIAS DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO


TRIBUTÁRIA E INSPECTOR TRIBUTÁRIO - ABERTO POR AVISO DIVULGADO EM 21/07/2004 - PROVA VERSÃO A - 16 DE
JULHO DE 2005
A

16-07-2005

2005-07-16-024 TAT

Uma empresa de produtos químicos alemã arrendou um armazém em Lisboa e enviou alguns dos seus produtos a partir de
Alemanha, para aí serem armazenados e para posterior venda. A entrada dos bens em Portugal constitui:
a) Uma simples transferência física de mercadorias não considerada como aquisição intracomunitária de bens;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens;

c) Uma operação assimilada a uma aquisição intracomunitária de bens;

d) Uma importação.

42 2005-07-024-42 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma Faculdade de Lisboa, sujeito passivo isento de IVA (art. 9.°) adquiriu equipamento informático a uma empresa alemã.
O preço do equipamento foi de € 15.000,00, líquido de imposto. A aquisição efectuada pela Faculdade é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens não tributada em Portugal, porque o adquirente é um sujeito passivo isento;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em território nacional, sendo responsável pela operação o fornecedor
alemão, uma vez que o adquirente é um sujeito passivo isento;

c) Uma aquisição intracomunitária de bens tributada em território nacional, sendo a Faculdade responsável pela liquidação
do imposto, uma vez que o seu valor excede € 10 000,00;

d) Uma aquisição intracomunitária de bens não tributada em Portugal porque o adquirente é um sujeito passivo isento, dada a
natureza dos bens adquiridos e respectivo preço.

43 2005-07-024-43 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DA CATEGORIA DE INSPECTOR TRIBUTÁRIO - ABERTO POR DESPACHO DE 2005-
04-05 DO SR. DIRECTOR-GERAL DOS IMPOSTOS - EXARADO NA INFORMAÇÃO N.º 28/2005 DA DSGRH - VERSÃO A - 01/10/05
A

01-10-2005

2005-10-01-025 IT

A empresa DE, estabelecida em Munique (Alemanha), vende artigos de desporto à empresa portuguesa PT, com sede no
Porto. Os bens alienados, no valor de € 40 000,00, são expedidos, em 10 de Setembro de 2005, de Munique para Marselha
(França), para uma sucursal da empresa PT localizada nesta cidade. Dir-se-á que a empresa PT está a efectuar:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens tributada à taxa nacional de 21 %;

b) Uma importação de bens;

c) Uma operação fora do campo de aplicação do IVA;

d) Uma aquisição intracomunitária de bens tributada em França pela empresa PT e, por isso, a operação não é tributada em
Portugal, face à apresentação da prova da sua tributação em França.

21 2005-10-025-21 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

21 2005-10-025-21 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa estabelecida em Bombaim (Índia) vende confecções à empresa portuguesa PT, com sede no Porto. Os bens
alienados, no valor de € 60 000,00, são expedidos em 20 de Agosto de 2005, por via marítima, de Bombaim para Roterdão
(Países Baixos), onde dão entrada em território comunitário a 25 de Agosto, para serem expedidos de imediato, por via
rodoviária, para o Porto, onde chegam a 1 de Setembro. A operação descrita é:
a) Uma importação de bens tributada em Portugal;

b) Uma importação de bens isenta nos Países Baixos, mas tributada em Portugal;

c) Uma operação assimilada a aquisição intracomunitária de bens tributada em Portugal na sequência de uma importação de
bens isenta nos Países Baixos;

d) Uma importação de bens efectuada pela empresa PT nos Países Baixos e, por isso, aí tributada em IV A, devendo a empresa
PT proceder à recuperação do imposto suportado ao abrigo do mecanismo previsto na 8.ª Directiva em matéria de IVA.

22 2005-10-025-22 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

O transporte rodoviário dos bens referidos no ponto anterior, de Roterdão para o Porto, foi efectuado por uma empresa de
transportes internacionais identificada para efeitos de IVA em Bruxelas (Bélgica), que facturou à empresa PT o valor de € 3
000,00. Esta operação terá o seguinte enquadramento para efeitos de IVA:
a) O transportador é responsável pela liquidação de IVA em Portugal, calculado com base na distância percorrida em
território nacional;

b) A liquidação do NA em Portugal, com base na distância percorrida no território nacional, é da responsabilidade da


empresa PT adquirente do serviço;

c) A operação não é localizada em Portugal, visto que o local de partida do transporte não se localiza no território nacional;
em consequência, a operação é tributada com IVA holandês correspondente ao total da distância percorrida;

d) A tributação é efectuada em Portugal, com base no total da distância percorrida, sendo a empresa PT responsável pela
liquidação do IVA correspondente. Estamos em presença de uma situação de reverse-charge, pelo que, tendo a natureza de
IVA suportado, a empresa PT tem também direito à sua dedução, de acordo com as regras gerais do direito à dedução.

23 2005-10-025-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa PT, com sede no Porto, adquiriu mercadorias ao fornecedor FRS, SA, com sede em Madrid, pelo valor de € 50
000,00, que, de acordo com o contratado, foram por este fornecedor directamente enviadas de Espanha para Glasgow (Reino
Unido). As mercadorias foram de seguida facturadas pela empresa PT ao seu cliente em Glasgow, devidamente identificado
para efeitos de IVA no Reino Unido, pelo valor de € 70000,00, com menção expressa de que a tributação da operação era da
responsabilidade do cliente. Para efeitos de IVA, deve considerar-se que:
a) Trata-se de operações não sujeitas a imposto, por se considerarem não localizadas no território nacional, visto que os bens
objecto das transacções efectuadas pela empresa PT nunca passaram por Portugal;

b) A aquisição ao fornecedor espanhol é considerada uma aquisição intracomunitária de bens tributada em Portugal e sem
direito à dedução do IVA liquidado, visto que a empresa PT não consegue, em momento algum, fazer prova de que a
operação vai ser tributada no Estado-Membro do destinatário dos bens (Reino Unido);

c) Para evitar a tributação em Portugal sem que possa proceder à dedução do imposto liquidado na aquisição
intracomunitária efectuada, a empresa PT é obrigada a registar-se em qualquer dos outros Estados-Membros intervenientes
(em Espanha ou no Reino Unido), efectuando a aquisição ( € 50 000,00) e a consequente venda (€ 70000,00) ao abrigo do
número de identificação fiscal atribuído pelo Estado-Membro em que tenha optado por se registar.

d) A empresa PT declara uma aquisição intracomunitária em território nacional ( € ~O 000,00) sem que tenha de proceder ao
cálculo do imposto correspondente; por outro lado, a venda efectuada para o Reino Unido é considerada uma venda não
localizada no território nacional, mas a empresa PT é obrigada a declarar o seu valor ( € 70000,00) no Anexo das
Transmissões Intracomunitárias com atribuição de um código específico.

24 2005-10-025-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


ABERTO PELO AVISO N.º 5285/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 98 - DE 20 DE MAIO
DE 2005 - p. 7845 - A
A

08-10-2005

2005-10-08-027 TAT

Uma empresa portuguesa que se dedica exclusivamente à construção de prédios para venda e que, por isso, se encontra
enquadrada no art. o 9.º do CIVA, que nunca havia efectuado aquisições de bens no mercado externo, adquiriu no passado
mês de Setembro de 2005, a um fornecedor com sede na Espanha cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, materiais de
construção no valor de € 20 000,00:
a) A referida aquisição está sujeita a IVA na Espanha, uma vez que a empresa portuguesa está enquadrada no art.º 9.° do
CIVA;

b) A referida aquisição não está sujeita a IVA no território nacional desde que o fornecedor espanhol liquide o IVA na
Espanha;

c) A referida aquisição está sujeita a IVA no território nacional, tendo a empresa portuguesa de entregar, por via electrónica,
uma declaração periódica de IVA até ao fim do mês de Outubro de 2005 e proceder ao pagamento do IVA correspondente;

d) A referida aquisição está sujeita a IVA no território nacional mas a empresa portuguesa não terá de proceder ao pagamento
de qualquer imposto, uma vez que o IVA devido nas aquisições intracomunitárias de bens pode ser deduzido nos termos
gerais.

41 2005-10-027-41 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa com sede em Braga, enquadrada no Regime Normal do IVA vendeu a um seu cliente espanhol bens no valor de
€ 4 000,00. Na factura que lhe emitiu:
a) Devia ter liquidado o IV A correspondente uma vez que foi o cliente que transportou os bens de Braga para Espanha;

b) Devia ter liquidado o IVA correspondente uma vez que o n.º de identificação fiscal indicado pelo cliente não consta do
cadastro do VIES;

c) Não devia ter liquidado IVA, uma vez que a operação descrita constitui uma transmissão intracomunitária de bens, estando
por isso, isenta de imposto, em quaisquer circunstâncias;

d) Só não teria de liquidar IVA se os bens fossem transportados para Espanha por uma empresa de transportes internacionais.

42 2005-10-027-42 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma ourivesaria portuguesa, enquadrada no Regime Normal do IV A, vendeu a um turista da República Checa, um dos novos
Estados-membros da União Europeia, que se encontrava de visita a Portugal, um artefacto de ouro pelo preço de € 1 000,00.
Na factura correspondente a essa venda:
a) Não devia ter liquidado IVA, pois as vendas a turistas beneficiam da isenção conhecida por "Tax free";

b) Não devia ter liquidado IVA, uma vez que nas transacções intracomunitárias de bens o IVA é devido no pais do adquirente;

c) Devia ter liquidado IVA, uma vez que as vendas de artefactos de ouro a particulares estão sujeitas a IVA no pais do
vendedor;

d) Devia ter liquidado IVA, que posteriormente restituiria ao turista se este viesse a demonstrar que os bens foram por ele
transportados para a República Checa.

43 2005-10-027-43 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal do IV A, adquiriu a uma sociedade com sede na Itália, cujo
n.º de identificação fiscal consta do VIES matérias-primas para o fabrico de calçado. Tais matérias-primas, que foram

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transportadas directamente da Itália, foram recebidas nas instalações da empresa portuguesa em 2005.08.29. mas apenas
foram facturadas pela empresa italiana em 2005.10.03. Face aos dados apontados, a empresa portuguesa terá de aquisição
intracomunitária descrita:
a) Na declaração periódica de Agosto de 2005;

b) Na declaração periódica de Setembro de 2005;

c) Na declaração periódica de Outubro de 2005;

d) Numa qualquer das declarações periódicas indicadas.

44 2005-10-027-44 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

O Sr. Dantas, particular, encomendou, via Internet, a uma sociedade com sede na França, cujo n.º de identificação fiscal
consta do VIES, uma colecção de livros na área do Direito Fiscal Internacional, cujo preço ascende a € 2 000,00, que lhe
foram entregues no passado dia 2005.09.22, pelos serviços postais portugueses, sem o pagamento de quaisquer portes.
Estará a aquisição efectuada pelo Sr. Dantas sujeita a IV A em Portugal?
a) Não, As aquisições efectuadas pelos particulares não estão sujeitas a IV A, nem na origem, nem no destino, quando
efectuadas pela Internet;

b) Não, A aquisição referida está sujeita a IV A no território francês, em quaisquer circunstâncias;

c) Sim, caso as vendas efectuadas nas mesmas condições pela empresa francesa para outros particulares, tivessem excedido
nos anos de 2004 ou de 2005, a importância de € 35000,00;

d) Sim, tendo o Sr. Dantas de pagar o IVA aos serviços postais portugueses.

45 2005-10-027-45 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

IVA - EXERCÍCIOS PRÁTICOS RESOLVIDOS

01-11-2005

2005-11-01-029 ---

Uma empresa Polaca (A), fornecedora de electricidade, faz um fornecimento a uma fábrica portuguesa (B), com sede no
norte do País, de uma quantidade significativa de kW. A fábrica (B) necessita da maior parte da electricidade comprada para
utilizar no seu processo produtivo, mas, porque tem um excedente de electricidade, vende o mesmo a uma outra fábrica (C)
da mesma região. A venda da electricidade por (A) a (B) é considerada:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens em Portugal, sendo responsável pela liquidação e entrega do imposto a fábrica
nortenha (B);

b) Uma transmissão de bens localizada em Portugal, sendo responsável pela liquidação e entrega do imposto a fábrica (B);

c) Uma transmissão de bens localizada em Portugal, sendo responsável pela liquidação e entrega do imposto a fábrica (C);

d) Uma transmissão de bens localizada em Portugal, sendo responsável pela liquidação e entrega do imposto o fornecedor
polaco (A);

23 2005-11-029-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um transportador nacional efectua um transporte intracomunitário de mercadorias entre Lisboa e Roterdão (Holanda) por
conta de uma empresa portuguesa, sujeito passivo de IVA, que agiu como tal. Trata-se de um transporte intracomunitário de
bens:
a) Localizado em Portugal, sendo responsável pelo imposto (liquidação e entrega) o cliente do transporte;

b) Localizado em Portugal, mas isento de IV A, porque se destina a um Estado membro da União Europeia;

c) Não localizado em Portugal, porque se destina a um outro Estado membro da União Europeia;

d)
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d) Localizado em Portugal, sendo responsável pelo imposto a empresa transportadora.

24 2005-11-029-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma transportadora portuguesa (A) faz um transporte entre Lisboa e Leixões de uma mercadoria que será depois
transportada por outro transitário (B) de Leixões para o Reino Unido, por conta de um cliente inglês, sujeito passivo de IVA,
que lhe indica o respectivo número de identificação fiscal. o transporte efectuado por A:
a) É um transporte interno, porque tem lugar apenas dentro do território português, sendo tributado nos termos gerais;

b) É um transporte interno, mas isento de IVA, porque está ligado a um transporte intracomunitário;

c) É assimilado a um transporte intracomunitário, não sendo tributado em Portugal;

d) É assimilado a um transporte intracomunitário, tributado no país de origem (Portugal).

25 2005-11-029-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um determinado agente comercial finlandês, com sede em Helsínquia (Finlândia) é intermediário (em nome e por conta de
outrem) numa aquisição intracomunitária de bens efectuada na Finlândia. O cliente da intermediação é uma fábrica têxtil,
com sede em Gondomar, sujeito passivo de IVA, que indicou ao intermediário finlandês o respectivo número de identificação
fiscal e que expediu a mercadoria de Portugal para a Finlândia. A intermediação é localizada:
a) Em Portugal, porque o vendedor da mercadoria é uma empresa nacional;

b) Em Portugal, porque o adquirente do serviço de intermediação é um sujeito passivo de IVA, referido na alínea a) do n.º 1 do
art. 2.° do CIVA, que forneceu ao intermediário o seu número de identificação fiscal;

c) Fora de Portugal, porque a intermediação é efectuada por um empresário estrangeiro;

d) Fora de Portugal, porque a intermediação está ligada a uma operação principal (a aquisição intracomunitária de bens) que
tem lugar na Finlândia,

27 2005-11-029-27 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa coreana vem a Portugal expor os seus produtos numa feira internacional. Não efectua aqui qualquer venda
mas realiza determinadas aquisições de bens e serviços, como locação de stands, electricidade, gás e água, serviços de
limpeza e vigilância. Esta empresa é um sujeito passivo de um imposto sobre o volume de negócios (similar ao IVA) na
Coreia. O IVA pago pela empresa coreana, relativamente às suas aquisições de bens e serviços em Portugal:
a) É dedutível, porque a empresa coreana é sujeito passivo de um imposto semelhante ao IVA na Coreia;

b) Não pode ser recuperado pela empresa coreana em caso algum;

c) Pode ser recuperado pela empresa coreana na Coreia;

d) Pode ser recuperado pela empresa coreana em Portugal se na Coreia for também dada essa possibilidade, em
circunstâncias semelhantes, a empresas portuguesas.

46 2005-11-029-46 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em caso de realização em território nacional de aquisições intracomunitárias por sujeitos passivos não residentes, sem
estabelecimento estável em Portugal, e sediados noutro Estado membro da União Europeia:
a) As operações efectuadas são consideradas como não sujeitas a IVA em Portugal;

b) Estão obrigados os sujeitos passivos estrangeiros a nomear um representante residente no território nacional, munido de
procuração com poderes bastantes;

c) Podem os sujeitos passivos estrangeiros nomear um representante residente no território nacional, munido de procuração
com poderes bastantes;

d) Não têm em qualquer caso os mesmos que se registar em Portugal, através da apresentação de uma declaração de início de
actividade.

55 2005-11-029-55 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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Uma venda de matérias primas para o fabrico de rações alimentares efectuada por um empresário em nome individual
português do regime normal de IVA a uma empresa sediada no Mónaco, e aí registada para efeitos de imposto sobre o valor
acrescentado, indicando ambos os intervenientes reciprocamente os respectivos números de identificação fiscal e sendo a
mercadoria transportada de Portugal para o Mónaco:
a) É considerada uma exportação, isenta de IVA;

b) É considerada uma transmissão intracomunitária de bens isenta de IVA;

c) É considerada uma transmissão intracomunitária de bens pela qual é devido o IVA à taxa em vigor em Portugal;

d) É considerada uma transmissão interna pela qual é devido IVA à taxa em vigor em Portugal.

57 2005-11-029-57 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma firma alemã, produtora de elevadores, vende um elevador a uma empresa portuguesa, sediada em Espinho. A instalação
do elevador no estabelecimento da empresa portuguesa será feita pela empresa alemã que, para o efeito, faz deslocar um
técnico a Portugal. A factura emitida contém o preço global de € 50 000. Esta operação é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em IVA à taxa vigente em Portugal, sendo responsável pela liquidação
de imposto a empresa portuguesa;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em NA à taxa vigente em Portugal, sendo responsável pela liquidação de
imposto a empresa alemã;

c) Uma transmissão intracomunitária de bens não tributada em Portugal, seguida de uma prestação de serviços tributada em
Portugal, pela qual é responsável a empresa alemã;

d) Uma venda com instalação ou montagem tributada em Portugal pela qual é responsável a empresa portuguesa, caso a
empresa alemã não nomeie em Portugal um representante fiscal.

58 2005-11-029-58 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma célebre casa de cosméticos parisiense pretende apresentar alguns dos seus produtos a potenciais clientes em Portugal.
Para esse efeito arrenda um armazém em Lisboa e envia alguns stocks dos seus produtos a partir de França com vista a
serem ali armazenados para posteriores demonstrações. A entrada dos stocks em Portugal constitui:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens;

b) Uma simples transferência física de mercadorias não considerada como aquisição intracomunitária de bens;

c) Uma operação assimilada a uma aquisição intracomunitária de bens;

d) Uma importação.

59 2005-11-029-59 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa nacional adquiriu matéria-prima destinada ao fabrico de candeeiros de metal a uma empresa dinamarquesa,
sujeito passivo de IV A na Dinamarca. A matéria-prima foi transportada da Dinamarca para Portugal por conta da empresa
vendedora. A empresa portuguesa não indicou à sua fornecedora qualquer identificação fiscal. À luz do RITI a compra
efectuada pela empresa nacional é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens localizada em Portugal;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens localizada na Dinamarca;

c) Uma importação;

d) Nenhuma das anteriores afirmações é correcta.

60 2005-11-029-60 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um sujeito passivo de IVA, enquadrado no regime especial de isenção adquiriu a um produtor irlandês de bebidas alcoólicas,
sujeito passivo de IVA na Irlanda, várias caixas de whisky. As caixas foram enviadas da Irlanda para Portugal. O adquirente
português indicou ao fornecedor o seu número de identificação fiscal em Portugal. Esta aquisição face às disposições do

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RITI

RITI é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens sujeitos a IEC localizada em Portugal, pela qual é responsável o adquirente
português;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens sujeitos a IEC localizada em Portugal, pela qual é responsável o fornecedor
irlandês;

c) Uma aquisição intracomunitária de bens normal localizada em Portugal, pela qual é responsável o adquirente português;

d) Não é uma operação tributável em Portugal.

61 2005-11-029-61 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um instituto público, não sujeito passivo de IVA, adquiriu um computador a uma empresa espanhola, sujeito passivo de IVA
em Espanha. O preço do computador foi de € 7.500. Aquela compra foi a única feita pelo instituto, fora de Portugal, no ano
em curso. A aquisição efectuada pelo instituto é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em território nacional, sendo responsável pela operação o fornecedor
espanhol, uma vez que o adquirente é um organismo público não sujeito passivo de IVA;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em território nacional, sendo responsável pelo imposto o Instituto;

c) Uma aquisição intracomunitária de bens, não tributada em Portugal, porque o adquirente é um organismo público;

d) Uma aquisição intracomunitária de bens, não tributada em Portugal, porque o adquirente é um organismo público, o
objecto da compra é um computador e o valor da compra é de € 7500.

62 2005-11-029-62 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um cidadão português, não sujeito passivo de IVA, adquiriu a um cidadão belga (não sujeito passivo de IVA na Bélgica) um
veículo automóvel ligeiro, de 1800 cc de cilindrada, com 6 200 Km e 4 meses de uso (a contar da data da primeira
utilização). O veículo foi trazido para Portugal pelo comprador, que agora pretende proceder ao respectivo registo e
matrícula. Esta compra, face às normas previstas no RITI é:
a) Uma aquisição intracomunitária de um meio de transporte usado (não novo);

b) Uma aquisição intracomunitária de um meio de transporte novo;

c) Uma operação não sujeita a IVA;

d) Uma importação.

63 2005-11-029-63 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um empresário em nome individual, com sede em Lisboa, que produz refeições précongeladas, envia um forno industrial
danificado para ser reparado numa oficina especializada em França. Ambos os intervenientes nesta operação são sujeitos
passivos de IVA, nos respectivos países, e indicaram, reciprocamente, os seus números de identificação fiscal. O forno, após
a reparação, regressa a Portugal à posse do empresário, Face ao RITI o envio do forno para França é:
a) Uma operação assimilada a uma transmissão intracomunitária de bens, isenta de IVA;

b) Uma transmissão intracomunitária de bens isenta de IVA;

c) Uma operação que não origina qualquer obrigação em sede de IVA;

d) Nenhuma das anteriores afirmações é correcta.

64 2005-11-029-64 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, sujeito passivo de IVA, com sede em Sacavém, dedica-se à produção e comercialização de material
de prótese dentária. No âmbito da sua actividade adquiriu uma certa quantidade de produtos a uma empresa luxemburguesa,
sujeito passivo de IVA no Luxemburgo, para fins de revenda a uma empresa alemã, também sujeito passivo de IVA na
Alemanha. Todavia, a empresa portuguesa solicitou à sua fornecedora luxemburguesa que procedesse directamente à
expedição dos produtos para a cliente alemã. Todos os intervenientes no negócio indicaram aos seus parceiros os respectivos
números de identificação fiscal. A firma portuguesa indicou ainda na factura emitida ao cliente alemão a qualidade deste

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RITI

como devedor do imposto na Alemanha, incluindo essa venda no anexo recapitulativo a entregar juntamente com a
declaração periódica. A compra dos produtos feita pela empresa portuguesa à empresa luxemburguesa é:
a) Uma aquisição intracomunitária de bens não tributada em Portugal.

b) Uma aquisição intracomunitária de bens tributada em Portugal, pela qual é responsável a empresa portuguesa;

c) Uma aquisição intracomunitária de bens tributada na Alemanha, pela qual é responsável a empresa portuguesa;

d) Uma transmissão intracomunitária de bens.

65 2005-11-029-65 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma firma de vendas à distância de roupas, cosméticos e perfumes, sediada na Holanda, faz vendas para diversos
particulares em Portugal, não sujeitos passivos de IVA, no valor anual total de € 40000, IVA excluído: Estas vendas:
a) Não são localizadas em Portugal, porque a firma vendedora não tem aqui a sua sede;

b) São localizadas em Portugal, apesar da firma vendedora não ter aqui a sua sede;

c) Não são localizadas em Portugal, porque os adquirentes não são sujeitos passivos de IVA;

d) São localizadas em Portugal, pela única razão de ser aqui o país de destino dos produtos comercializados.

66 2005-11-029-66 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma firma de calçado portuguesa, com sede perto de Coimbra, vendeu uma centena de pares de botas especiais para a neve
a um cliente sueco, inscrito num regime de isenção na Suécia. O calçado foi expedido para a Suécia e as partes negociais
indicaram reciprocamente os seus números de identificação fiscal. A venda do calçado, face ao RITI:
a) Não é uma transmissão intracomunitária de bens;

b) É uma transmissão intracomunitária de bens, isenta de IVA;

c) É uma transmissão intracomunitária de bens, tributada em Portugal;

d) É uma operação assimilada a uma transmissão intracomunitária de bens.

67 2005-11-029-67 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


ABERTO PELO AVISO N.º 5697/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 109 - DE 7 DE JUNHO
DE 2005 - p. 8559 - A
A

05-11-2005

2005-11-05-030 TAT

A empresa portuguesa A, com sede em Guimarães, enquadrada no Regime Normal do IVA, que se dedica ao fabrico de têxteis
para o lar, vendeu a um cliente francês, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, bens da sua produção no valor de €
30 000,00, mas, por ordem do cliente francês, entregou-os a uma empresa portuguesa B, com sede em Lisboa, que os vai
comercializar no território nacional. A venda efectuada pela empresa A:
a) Está isenta de IVA ao abrigo da alínea a) do n.º 1 do art.º 14.° do RITI;

b) Está sujeita a IVA no território nacional, devendo o IVA ser liquidado pela empresa A ao seu cliente francês;

c) Está sujeita a IVA no território nacional, mas cabendo a liquidação do IVA ao cliente francês, que, para o efeito, poderá
nomear um representante fiscal no território nacional;

d) Está sujeita a IVA no território nacional, cabendo a liquidação do IVA à empresa B.

41 2005-11-030-41 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

Uma empresa têxtil com sede em Guimarães, enquadrada no Regime Normal Mensal, efectuou no passado mês de Outubro de
2005, as seguintes aquisições intracomunitárias de bens: i) Viatura ligeira de passageiros, para a administração da empresa;
ii) Equipamento de cozinha para a cantina (a empresa não renunciou à isenção prevista no n.° 40 do art.º 9.° do CIVA); iii)
Máquinas industriais. Do IVA liquidado relativamente a tais aquisições, qual é aquele que pode ser deduzido?
a) A totalidade;

b) Nenhum;

c) Apenas o relativo às máquinas industriais;

d) Só não poderá deduzir o relativo à aquisição da viatura ligeira de passageiros.

42 2005-11-030-42 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu, pelo preço de € 1 000000,00, a um sujeito
passivo espanhol, cujo n.° de identificação fiscal consta do V/ES, uma máquina industrial que, dadas as suas dimensões, teve
de ser transportada, de Espanha para Portugal, em três viaturas diferentes, mediante contrato em que a empresa espanhola
se comprometeu a proceder à respectiva montagem.
a) A empresa espanhola terá obrigatoriamente de nomear um representante fiscal em Portugal, para proceder à liquidação do
IVA devido no território nacional;

b) Caso a empresa espanhola não nomeie representante fiscal em Portugal, o sujeito passivo do imposto da operação descrita
será a empresa portuguesa adquirente da máquina;

c) A operação descrita está sujeita a IV A no território nacional, nos termos do n.° 19 do art.º 6.º do CIVA;

d) A transacção descrita tem a natureza de uma aquisição intracomunitária de bens, incorrendo a empresa portuguesa na
obrigação de proceder à liquidação do IVA no território nacional.

43 2005-11-030-43 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa portuguesa A, enquadrada no Regime Normal Mensal do IVA, facturou, com data de 31.10.2005, à empresa S,
também portuguesa e enquadrada no mesmo Regime, artigos de vestuário na importância de € 200 000,00, que, por ordem
da empresa S, foram transportados directamente das instalações da empresa A para as instalações da empresa francesa C,
situadas em Paris, cliente da empresa S e cujo n.° de identificação fiscal consta do VIES, para satisfação de uma encomenda
firmada entre S e. C.
a) A factura emitida pela empresa A à empresa S está sujeita a IVA no território nacional e dele não isenta;

b) A factura emitida pela empresa A à empresa S está isenta de IVA, ao abrigo do art.º 6.º do Decreto-Lei n.º 198/90, de 19 de
Junho, verificadas as condições nele referidas;

c) A factura emitida pela empresa A à empresa B está isenta de IVA, ao abrigo da alínea a) do art.º 14.º do RITI;

d) Apenas está sujeita, e não isenta, a venda efectuada pela empresa portuguesa S à empresa francesa C.

44 2005-11-030-44 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal, que se dedica à comercialização de electrodomésticos,
encomendou em 18.07.2005 a um fornecedor alemão, cujo n.° de identificação fiscal consta do VIES, máquinas de lavar no
valor de € 50 000,00. A encomenda foi aceite mediante o pagamento de um adiantamento de 20%, efectuado por
transferência bancária em 20.07.2005. As referidas máquinas de lavar chegaram a Portugal em 03.10.2005, conjuntamente
com a factura, que foi emitida com data de 30.09.2005. Em face destes dados, a empresa portuguesa terá de incluir a favor
do Estado (campo 11 da declaração periódica) o IVA a seguir indicado:
a) Na declaração periódica de Julho de 2005 - € 2 100,00 e na declaração periódica de Setembro de 2005 - € 8 400,00;

b) Na declaração periódica de Julho de 2005 - € 2 100,00 e na declaração periódica de Outubro de 2005 - € 8400,00;

c) Na declaração periódica de Setembro de 2005 - € 10 500,00;

d) Na declaração periódica de Outubro de 2005 - € 10 500,00.

45 2005-11-030-45 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

INSPECTORES TRIBUTÁRIOS DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE
AVALIAÇÃO PERMANENTE - PRIMEIRO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 6768/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 136 - DE 18/07/2005 - VERSÃO A
A

03-12-2005

2005-12-03-032 IT

A sociedade XYZ, Lda., com sede na cidade de Viana do Castelo, adquiriu 2 toneladas de toros de madeira a uma empresa
estabelecida no Zaire. Os toros foram transportados, por via marítima, do Zaire para Espanha, onde deram entrada em
território comunitário, sendo de seguida expedidos para a empresa "BBB", estabelecida em Barcelona, a qual, passados
quatro dias, recebeu a correspondente factura de aquisição da madeira à XYZ, Lda. As operações descritas configuram:
a) Uma importação de bens em Espanha seguida de uma operação interna nesse país e aí tributada;

b) Uma importação de bens em Espanha e uma operação assimilada a aquisição intracomunitária de bens tributada em
Portugal;

c) Uma importação de bens em Portugal seguida de uma transmissão intracomunitária isenta;

d) Uma operação assimilada a aquisição intracomunitária de bens tributada em Portugal seguida de uma transmissão
intracomunitária isenta.

25 2005-12-032-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade Divertimentos, Lda, com sede na cidade do Porto, detém o exclusivo da venda em Portugal dos produtos da
marca MNX, fabricados pela empresa "I-Ah", com sede no Japão, detentora da marca. De acordo com o contrato
estabelecido, semestralmente é apurado o montante dos direitos a pagar pela sociedade portuguesa à empresa "I-Ah". Os
direitos devidos pela sociedade portuguesa referem-se a:
a) A sociedade Divertimentos, Lda, com sede na cidade do Porto, detém o exclusivo da venda em Portugal dos produtos da
marca MNX, fabricados pela empresa "I-Ah", com sede no Japão, detentora da marca. De acordo com o contrato
estabelecido, semestralmente é apurado o montante dos direitos a pagar pela sociedade portuguesa à empresa "I-Ah". Os
direitos devidos pela sociedade portuguesa referem-se a:

b) Uma prestação de serviços sujeita a imposto no Japão por neste país se situar a sede da "I-Ah";

c) Uma transmissão de bens fora do campo de aplicação do imposto em território nacional em virtude de a marca estar
registada no Japão;

d) Uma prestação de serviços sujeita a imposto em território nacional, competindo à Divertimentos, Lda liquidar o imposto
devido e inclui-lo na sua declaração periódica;

26 2005-12-032-26 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Nas deslocações em Portugal, Espanha e Marrocos, numa viagem de negócios, o director comercial da empresa "IE", com
sede na Irlanda, utilizou uma viatura ligeira de passageiros alugada em Portugal à sociedade Viaturas, Lda, por um período
de seis meses. O aluguer foi pago de uma só vez na data do contrato, tendo o locatário, para o efeito, fornecido o seu número
de identificação fiscal. Pela prestação de serviços realizada, a Viaturas, Lda, em cumprimento das suas obrigações:
a) Nas deslocações em Portugal, Espanha e Marrocos, numa viagem de negócios, o director comercial da empresa "IE", com
sede na Irlanda, utilizou uma viatura ligeira de passageiros alugada em Portugal à sociedade Viaturas, Lda, por um
período de seis meses. O aluguer foi pago de uma só vez na data do contrato, tendo o locatário, para o efeito, fornecido o
seu número de identificação fiscal. Pela prestação de serviços realizada, a Viaturas, Lda, em cumprimento das suas
obrigações:

b) Não deve liquidar IVA, porque a empresa irlandesa utilizou o seu número de identificação fiscal para efectuar a aquisição;

c) Não deve liquidar IV A, porque a viatura também foi utilizada fora do território nacional;

d) Deve liquidar IVA no final do período dos seis meses, podendo a empresa irlandesa pedir o reembolso do imposto na

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RITI

Irlanda;

27 2005-12-032-27 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa em nome individual "XY", com domicílio fiscal na cidade de Bragança, enquadrada no regime normal de
periodicidade mensal, adquiriu uma partida de brinquedos ao seu fornecedor espanhol "ES", no valor de € 1 800,00, tendo
para o efeito fornecido o seu número de identificação fiscal. Os brinquedos foram expedidos pelo fornecedor de Espanha
para Portugal. Nos respectivos países, os sujeitos passivos em questão efectuaram:
a) A empresa em nome individual "XY", com domicílio fiscal na cidade de Bragança, enquadrada no regime normal de
periodicidade mensal, adquiriu uma partida de brinquedos ao seu fornecedor espanhol "ES", no valor de € 1 800,00, tendo
para o efeito fornecido o seu número de identificação fiscal. Os brinquedos foram expedidos pelo fornecedor de Espanha
para Portugal. Nos respectivos países, os sujeitos passivos em questão efectuaram:

b) A "XY" efectuou uma importação de bens e a "ES" uma exportação de bens;

c) A "XY" efectuou uma aquisição intracomunitária não sujeita a imposto, porque a "ES" efectuou uma transmissão de bens
sujeita a imposto em Espanha e aí liquidou o imposto devido;

d) A "XY" efectuou uma aquisição intracomunitária de bens sujeita a imposto e a "ES" uma transmissão intracomunitária
isenta de imposto;

35 2005-12-032-35 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

O Sr. Alves, residente na cidade de Faro, registou em território nacional um barco de recreio, com o comprimento de 10m,
adquirido em estado de novo, para uso pessoal, a uma empresa especializada no fabrico daquele tipo de barcos com sede na
Dinamarca. A operação descrita é tributada:
a) O Sr. Alves, residente na cidade de Faro, registou em território nacional um barco de recreio, com o comprimento de 10m,
adquirido em estado de novo, para uso pessoal, a uma empresa especializada no fabrico daquele tipo de barcos com sede na
Dinamarca. A operação descrita é tributada:

b) Na Dinamarca, porque o adquirente é um particular;

c) Em Portugal, por se tratar de uma aquisição intracomunitária de bens nele sujeita a imposto;

d) Em Portugal e na Dinamarca, porque o adquirente não forneceu o seu número de identificação fiscal;

36 2005-12-032-36 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade Bom Gosto, Lda recebeu uma encomenda para o fabrico de copos com um determinado logótipo neles
desenhado. Não tendo capacidade instalada para o desenho pretendido pelo cliente, a "Bom Gosto" enviou os copos para
uma empresa italiana especializada naquele tipo de acabamento, que os reenviou para Portugal após a execução dos
desenhos. A transferência dos copos de Portugal para Itália é considerada:
a) A sociedade Bom Gosto, Lda recebeu uma encomenda para o fabrico de copos com um determinado logótipo neles
desenhado. Não tendo capacidade instalada para o desenho pretendido pelo cliente, a "Bom Gosto" enviou os copos para
uma empresa italiana especializada naquele tipo de acabamento, que os reenviou para Portugal após a execução dos
desenhos. A transferência dos copos de Portugal para Itália é considerada:

b) Uma transmissão intracomunitária isenta em Portugal e uma aquisição intracomunitária tributada em Itália;

c) Uma operação fora do campo de aplicação do imposto em Portugal e em Itália;

d) Uma operação assimilada a transmissão intracomunitária em Portugal e uma operação assimilada a aquisição
intracomunitária em Itália, ambas efectuadas pela "Bom Gosto";

37 2005-12-032-37 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa portuguesa "PT", com sede em Guimarães, enquadrada no regime normal de periodicidade mensal, adquiriu à
empresa "BE", estabelecida na Bélgica, cinco computadores. Para efectuar a aquisição, a empresa "PT" forneceu o seu
número de identificação fiscal, tendo os computadores sido expedidos directamente da Bélgica para França, com destino a
cinco particulares aí residentes. Sabendo-se que a empresa "PT" apenas se encontra registada para efeitos do IV A em

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RITI

Portugal, a compra dos computadores configura em território nacional:


a) A empresa portuguesa "PT", com sede em Guimarães, enquadrada no regime normal de periodicidade mensal, adquiriu à
empresa "BE", estabelecida na Bélgica, cinco computadores. Para efectuar a aquisição, a empresa "PT" forneceu o seu
número de identificação fiscal, tendo os computadores sido expedidos directamente da Bélgica para França, com destino a
cinco particulares aí residentes. Sabendo-se que a empresa "PT" apenas se encontra registada para efeitos do IV A em
Portugal, a compra dos computadores configura em território nacional:

b) Uma aquisição intracomunitária tributada, conferindo direito à dedução do imposto liquidado;

c) Uma aquisição intracomunitária tributada, não conferindo direito à dedução do imposto liquidado;

d) Uma operação fora do campo de aplicação do RITI;

38 2005-12-032-38 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em Janeiro de 2005, a empresa individual "JXA" , com domicílio fiscal na cidade de Setúbal, expediu 50 aparelhos de ar
condicionado para a cidade de Roma, para serem instalados, por sua conta, num hotel sito nessa cidade. Em Março do
mesmo ano a "JXA" emitiu a factura correspondente à venda dos referidos aparelhos à empresa "IT", que forneceu o seu
número de identificação fiscal em Itália para efectuar a aquisição. Em território nacional, a operação realizada pela "JXA" é
considerada:
a) Em Janeiro de 2005, a empresa individual "JXA" , com domicílio fiscal na cidade de Setúbal, expediu 50 aparelhos de ar
condicionado para a cidade de Roma, para serem instalados, por sua conta, num hotel sito nessa cidade. Em Março do
mesmo ano a "JXA" emitiu a factura correspondente à venda dos referidos aparelhos à empresa "IT", que forneceu o seu
número de identificação fiscal em Itália para efectuar a aquisição. Em território nacional, a operação realizada pela "JXA"
é considerada:

b) Uma transmissão intracomunitária de bens isenta;

c) Uma operação fora do campo de aplicação do imposto;

d) Uma operação assimilada a transmissão intracomunitária de bens;

39 2005-12-032-39 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade Topo de Gama, Lda, com sede na cidade de Braga, adquiriu 10 pianos usados a um sujeito passivo alemão. Em
relação a 7 dos 10 pianos, o fornecedor utilizou um regime de tributação equivalente ao previsto no Decreto-Lei n.º 199/96,
de 18 de Outubro (regime especial de tributação dos bens em segunda mão, objectos de arte, de colecção e antiguidades),
utilizando quanto aos restantes 3 pianos o regime normal de tributação. Sabendo-se que os pianos deram entrada em
território nacional, a aquisição efectuada tem o seguinte enquadramento:
a) A sociedade Topo de Gama, Lda, com sede na cidade de Braga, adquiriu 10 pianos usados a um sujeito passivo alemão. Em
relação a 7 dos 10 pianos, o fornecedor utilizou um regime de tributação equivalente ao previsto no Decreto-Lei n.º 199/96,
de 18 de Outubro (regime especial de tributação dos bens em segunda mão, objectos de arte, de colecção e antiguidades),
utilizando quanto aos restantes 3 pianos o regime normal de tributação. Sabendo-se que os pianos deram entrada em
território nacional, a aquisição efectuada tem o seguinte enquadramento:

b) Aquisição intracomunitária sujeita a imposto de 10 pianos;

c) Aquisição intracomunitária sujeita a imposto de 7 pianos;

d) Aquisição intracomunitária sujeita a imposto de 3 pianos;

40 2005-12-032-40 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade Vinhos, SA, com sede na cidade de Évora, exercendo exclusivamente a actividade de viticultura (n.º 36 do artigo
9.º do CIVA), em Março de 2005, e pela primeira vez desde que exerce a actividade, adquiriu a uma empresa estabeleci da na
Alemanha uma viatura pesada de mercadorias, no estado de novo, no valor de € 50000,00. Na mesma data também adquiriu
na Holanda, a um sujeito passivo, diverso equipamento para a sua exploração agrícola, no montante de € 8000,00, líquido
do IVA. Sabendo-se que o sujeito passivo não optou pela aplicação do regime de tributação das aquisições
intracomunitárias, as aquisições realizadas têm as seguintes consequências em território nacional:
a)
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RITI

a) A sociedade Vinhos, SA, com sede na cidade de Évora, exercendo exclusivamente a actividade de viticultura (n.º 36 do artigo
9.º do CIVA), em Março de 2005, e pela primeira vez desde que exerce a actividade, adquiriu a uma empresa estabeleci da
na Alemanha uma viatura pesada de mercadorias, no estado de novo, no valor de € 50000,00. Na mesma data também
adquiriu na Holanda, a um sujeito passivo, diverso equipamento para a sua exploração agrícola, no montante de € 8000,00,
líquido do IVA. Sabendo-se que o sujeito passivo não optou pela aplicação do regime de tributação das aquisições
intracomunitárias, as aquisições realizadas têm as seguintes consequências em território nacional:

b) Liquidação do IVA devido pela aquisição intracomunitária da viatura pesada de mercadorias, sendo este IVA dedutível;

c) Liquidação e pagamento do IVA devido pelas aquisições intracomunitárias correspondentes à aquisição da viatura pesada
de mercadorias e do equipamento, não sendo dedutível o imposto que onerou as respectivas aquisições;

d) Liquidação e pagamento do IVA devido pela aquisição intracomunitária da viatura pesada de mercadorias, não sendo este
IVA dedutível;

41 2005-12-032-41 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade TG, Lda, com sede na cidade de Castelo Branco, enquadrada no regime normal de periodicidade mensal, em
Abril de 2005 encomendou a um seu fornecedor inglês uma prensa hidráulica. Em Maio de 2005, o fornecedor expediu a
prensa para Portugal por via marítima e, em simultâneo, emitiu a respectiva factura, a qual foi recepcionada no mês de
Junho. Por imponderáveis surgidos durante o transporte, a que comprador e vendedor são alheios, só em Agosto de 2005 foi
possível descarregar a prensa do navio. A aquisição intracomunitária sujeita a imposto efectuada pela TG, Lda deve figurar
na declaração periódica referente ao seguinte período de imposto:
a) A sociedade TG, Lda, com sede na cidade de Castelo Branco, enquadrada no regime normal de periodicidade mensal, em
Abril de 2005 encomendou a um seu fornecedor inglês uma prensa hidráulica. Em Maio de 2005, o fornecedor expediu a
prensa para Portugal por via marítima e, em simultâneo, emitiu a respectiva factura, a qual foi recepcionada no mês de
Junho. Por imponderáveis surgidos durante o transporte, a que comprador e vendedor são alheios, só em Agosto de 2005 foi
possível descarregar a prensa do navio. A aquisição intracomunitária sujeita a imposto efectuada pela TG, Lda deve figurar
na declaração periódica referente ao seguinte período de imposto:

b) Agosto de 2005, com imposto liquidado à taxa de 21 %;

c) Agosto de 2005, com imposto liquidado à taxa de 19%;

d) Maio de 2005, com imposto liquidado à taxa de 19%;

42 2005-12-032-42 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa em nome individual"Energia", com sede na cidade do Funchal, em Setembro de 2005, adquiriu 6 painéis solares a
um sujeito passivo grego, tendo o fornecedor expedido os painéis directamente da Grécia para o Funchal. A aquisição
intracomunitária sujeita a imposto em território nacional é tributada pela taxa de:
a) A empresa em nome individual"Energia", com sede na cidade do Funchal, em Setembro de 2005, adquiriu 6 painéis solares
a um sujeito passivo grego, tendo o fornecedor expedido os painéis directamente da Grécia para o Funchal. A aquisição
intracomunitária sujeita a imposto em território nacional é tributada pela taxa de:

b) 8%;

c) 21%;

d) 15%;

43 2005-12-032-43 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

O valor tributável das aquisições intracomunitárias de bens sujeitas a imposto em território nacional deve incluir:
a) O valor tributável das aquisições intracomunitárias de bens sujeitas a imposto em território nacional deve incluir:

b) Os descontos de pronto pagamento mencionados na factura;

c) O imposto automóvel e os impostos especiais sobre o consumo, quando há lugar à sua liquidação;

d)
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RITI

d) O valor do transporte pago a um transportador sujeito passivo estabelecido noutro Estado membro;

44 2005-12-032-44 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em Setembro de 2005, a sociedade Comércio, SA, com sede na cidade de Aveiro, encomendou à empresa francesa "FR"
mercadorias no valor de € 50 000,00. Nos termos da sua política comercial, a empresa francesa exigiu um adiantamento de €
10000,00 no acto da encomenda e emitiu na mesma data o respectivo recibo. Em Novembro do mesmo ano, as mercadorias
expedidas de França foram entregues no armazém do comprador situado em Estarreja, acompanhadas da respectiva factura
emitida no dia 16 desse mês. Indique em que mês ou meses a sociedade Comércio, SA deve liquidar imposto e o respectivo
montante:
a) Em Setembro de 2005, a sociedade Comércio, SA, com sede na cidade de Aveiro, encomendou à empresa francesa "FR"
mercadorias no valor de € 50 000,00. Nos termos da sua política comercial, a empresa francesa exigiu um adiantamento de
€ 10000,00 no acto da encomenda e emitiu na mesma data o respectivo recibo. Em Novembro do mesmo ano, as
mercadorias expedidas de França foram entregues no armazém do comprador situado em Estarreja, acompanhadas da
respectiva factura emitida no dia 16 desse mês. Indique em que mês ou meses a sociedade Comércio, SA deve liquidar
imposto e o respectivo montante:

b) Em Setembro, € 2.100,00;

c) Em Setembro, € 10.500,00;

d) Em Setembro, € 2.100,00 e em Novembro, € 10.500,00;

45 2005-12-032-45 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DOS TAT - 2.ª CHAMADA


2.ª CHAMADA

10-12-2005

2005-12-10-033 TAT

A empresa A, com sede em Leiria, que se dedica à construção de prédios para venda, exclusivamente para habitação, e que,
por isso, se encontra enquadrada no art. 9.° do CIVA, e que nunca havia realizado, até ao corrente ano, qualquer aquisição
de bens ou serviços no estrangeiro, efectuou, entretanto, as seguintes, a fornecedores de outros Estados-Membros, todos eles
possuidores de n.º de identificação fiscal constante do VIES: i) 1ª aquisição (factura emitida em 05.01.2006) - Materiais de
construção, em França, no valor de € 7.000,00; ii) 2.ª aquisição (factura emitida em 26.01.2006) - Máquina, em Itália, no
valor de € 8.000,00; iii) 3.ª aquisição (factura emitida em 08.03.2006) - Materiais de construção, em Espanha, no valor de €
6.000,00. Considerando que não foi efectuada a opção a que se refere o n.º 3 do art. 5.° do RITI, das operações descritas,
indique as que estão sujeitas a IVA no território nacional.
a) Nenhuma;

b) Apenas a indicada em ii);

c) Apenas a indicada em iii);

d) As indicadas em ii) e iii).

18 2005-12-033-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma clínica privada de Cascais, enquadrada no art. 9.° do CIVA, adquiriu em 20.03.2006 a uma sociedade alemã, cujo n.º
de identificação fiscal consta do VIES, um helicóptero novo, destinado ao transporte de doentes. Onde terá de ser pago o IVA
correspondente a essa aquisição?
a) Em Portugal, mediante declaração periódica, a submeter por transmissão electrónica de dados até ao fim do mês de Abril
de 2006;

b) Em Portugal, junto da Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais de Consumo, antes do registo, da concessão
de licença ou da atribuição de matrícula;

c) Em Portugal, na Tesouraria de Finanças da área da sede da clínica, antes do registo, da concessão de licença ou da

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RITI

atribuição de matrícula;

d) Na Alemanha.

19 2005-12-033-19 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade S, com sede em Vila Nova de Famalicão, fabricante de tecidos, facturou a uma empresa C, com sede na
Alemanha, cujo n. º de identificação fiscal consta do VIES, tecido da sua produção no valor de € 40.000,00, mas, por ordem
do cliente alemão, entregou esses tecidos num confeccionador D, estabelecido em Guimarães, enquadrado no Regime Normal
Mensal, que, depois de efectuar a transformação de tais tecidos, que facturou a C por € 20.000,00, veio a remeter os artigos
confeccionados para a Alemanha. Face ao descrito, as operações efectuadas pelas empresas B e D ao seu cliente C
constituem:
a) A venda realizada por B constitui uma transmissão intracomunitária isenta nos termos do art. 14.º do RITI e a
transformação efectuada por uma prestação de serviços não tributada no território nacional;

b) A venda realizada por B constitui uma transmissão intracomunitária isenta nos termos do art. 14.º do RITI e a
transformação efectuada por Duma prestação de serviços sujeita à taxa de 21 %;

c) A venda realizada por B constitui uma transmissão interna sujeita à taxa de 21 % e a transformação efectuada por D uma
prestação de serviços isenta nos termos do art. 14.º do RITI;

d) Quer a venda realizada por B quer a transformação efectuada por D, estão sujeitas a IVA à taxa de 21%.

22 2005-12-033-22 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa com sede em Vila Conde recebeu algodão vindo directamente dos Estados Unidos da América para
o porto de Leixões onde foi desalfandegado e transportado para as suas instalações. A factura correspondente a tal
aquisição foi-lhe, no entanto, emitida por uma sociedade inglesa, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES. Terá a
empresa portuguesa de, relativamente à aludida factura, proceder à liquidação de IVA?
a) Não, uma vez que, na situação descrita, a liquidação do IVA é da competência dos serviços alfandegários portugueses;

b) Sim, uma vez que, nas condições indicadas, apesar de os bens terem sido expedidos de um país terceiro, a competência para
a liquidação é do adquirente;

c) Sim, porquanto a factura tem subjacente uma aquisição intracomunitária de bens;

d) Sim, porquanto a factura tem subjacente uma aquisição de bens que já se encontravam em Portugal.

23 2005-12-033-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa com sede em Chaves, que se dedica à construção de prédios para venda, destinados exclusivamente a
habitação. e que, simultaneamente, realiza empreitadas de obras públicas, e que se encontra enquadrada no Regime Normal
Mensal do IVA, adquiriu no passado mês de Fevereiro de 2006 na Alemanha, a fornecedores possuidores de n.º de
identificação fiscal constante do VIES, uma viatura ligeira de mercadorias para o engenheiro responsável pelo controlo de
qualidade das empreitadas de obras públicas, por € 27.000,00, e uma grua para a construção de prédios para habitação. por
€ 100.000,00, ambas no estado de novas. O imposto automóvel pago à DGAIEC com a legalização da viatura foi de €
3.000,00. Perante estes dados, e considerando que no mês de Fevereiro de 2006 não foram realizadas quaisquer outras
operações. quer no mercado externo, quer no interno, e que não havia créditos a reportar de períodos anteriores, qual o
resultado da declaração periódica de Fevereiro de 2006?
a) Sem débito nem crédito;

b) € 21.000,00;

c) € 14.700,00;

d) € 6.300,00.

24 2005-12-033-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma sociedade com sede na Guarda, enquadrada no Regime Normal Mensal, facturou a uma empresa com sede em Londres,
cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, mercadorias no valor de € 4.000,00, mas, por ordem desse cliente, entregou
tais mercadorias num estabelecimento que ele possui no Funchal, para serem vendidas na Região Autónoma da Madeira. A

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RITI

situação descrita constitui:


a) Uma transmissão intracomunitária de bens isenta de IVA nos termos do art. 14.º do RITI;

b) Uma transmissão interna de bens sujeita à taxa de 21%;

c) Uma transmissão interna de bens sujeita à taxa de 15%;

d) Uma exportação de bens isenta de IVA nos termos do art. 14.º do CIVA.

25 2005-12-033-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


1.º TESTE - AVISO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 134 - DE 14 DE JULHO DE
2005 - p. 10 269 - A
A

10-12-2005

2005-12-10-034 TAT

Uma clínica médica, com sede em Aveiro, que apenas presta serviços de saúde abrangidos pelo art.° 9.0 do CIVA, e que
nunca havia realizado, até ao corrente ano, qualquer aquisição de bens no estrangeiro, efectuou, entretanto, as seguintes
aquisições a fornecedores de outros Estados-Membros, todos eles possuidores de n.º de identificação fiscal constante do
VIES: i) 1.a aquisição (em 11.09.2005) - Material de sutura, no Reino Unido, por € 8000,00; ii) 2.a aquisição (em
12.10.2005) - Material de radiologia, na Bélgica, por € 4 000,00; iii) 3. a aquisição (em 02.11.2005) - Equipamento para
cirurgia, na Alemanha, por € 25 000,00; iv) 4.a aquisição (em 23.11.2005) - Material de penso, na França, por € 5000,00.
Considerando que não foi efectuada a opção a que se refere o n.º 3 do art.° 5.° do RITI, das aquisições intracomunitárias
descritas, quais as que estão sujeitas a IVA no território nacional?
a) Todas;

b) As indicadas em ii), iii) e iv);

c) As indicadas em iii) e iv);

d) Apenas a indicada em iv).

18 2005-12-034-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal, fabricante de embarcações de recreio, pretendendo
expandir os seus negócios, decidiu participar numa feira na Holanda. Face à qualidade e ao preço das embarcações por si
produzidas, conseguiu, de um multimilionário holandês, para seu uso particular, uma encomenda de duas embarcações, uma
com cinco e outra com doze metros, pelos preços de, respectivamente, € 30 000,00 e € 400 000,00. Sendo as primeiras vendas
que realiza para fora de Portugal, dirigiu-se a si, no sentido de obter informação sobre o enquadramento em IVA de tais
transacções. Qual a resposta que lhe deu?
a) A embarcação de cinco metros está sujeita a IVA em Portugal e a de doze metros na Holanda;

b) A embarcação de cinco metros está sujeita a IVA na Holanda e a de doze metros em Portugal;

c) Ambas as embarcações estão sujeitas a IVA na Holanda;

d) Ambas as embarcações estão sujeitas a IVA em Portugal.

19 2005-12-034-19 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa têxtil portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu a uma empresa de rent-a-car espanhola,
cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, uma viatura ligeira de passageiros com mais de 6 meses de utilização e mais
de 6 000 kms percorridos, por € 6 000,00. Face aos dados apresentados:
a) A aquisição efectuada pela empresa portuguesa não está sujeita a IVA em Portugal, mas sim em Espanha;

b) A aquisição efectuada pela empresa portuguesa está isenta de IV A no território nacional, nos termos do art.° 14.° do
Regime Especial dos Bens em segunda mão;

c)
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RITI

c) A aquisição efectuada pela empresa portuguesa está sujeita a IVA em Portugal, cuja liquidação é da competência do
próprio adquirente;

d) A aquisição efectuada pela empresa portuguesa está sujeita a IV A em Portugal, cuja liquidação é da competência da
empresa de rent-a-car espanhola.

20 2005-12-034-20 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Das operações a seguir descritas, qual é a que está sujeita a IVA no território nacional e dele não isenta?
a) Transferência de bens por parte de uma empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal, das suas instalações
de Matosinhos para o estabelecimento de venda ao público que possui em Bruxelas, onde está devidamente registada para
efeitos de IVA e cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES;

b) Oferta a uma empresa portuguesa enquadrada no Regime Normal Mensal, por parte de um fornecedor alemão, cujo n.º de
identificação fiscal consta do VIES, de um bem por ele próprio produzido na Alemanha e cujo valor é de € 500,00;

c) Transferência para Espanha das partes, peças e acessórios necessários à montagem de uma máquina, por parte de uma
empresa portuguesa, enquadrada no Regime Normal Mensal;

d) Transferência, por parte de um sujeito passivo espanhol, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, de uma grua, para
ser temporariamente utilizada na aplicação da cobertura das instalações industriais, sitas em Bragança, de uma empresa
portuguesa, enquadrada no Regime Normal Trimestral.

21 2005-12-034-21 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa metalúrgica, com sede em Braga, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu a uma empresa francesa,
cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, uma máquina pelo preço de € 500 000,00. Em função dos documentos
recebidos, verificou-se, no entanto, que a referida máquina foi fabricada por uma empresa com sede na Amadora (Portugal),
tendo sido transportada directamente daí para Braga. Perante tal situação:
a) A aquisição efectuada pela empresa de Braga não está sujeita a IVA no território nacional;

b) A empresa francesa terá obrigatoriamente de nomear um representante fiscal no território nacional, para proceder à
liquidação do IVA nele devido;

c) Caso a empresa francesa não nomeie representante fiscal no território nacional, o sujeito passivo do imposto da operação
descrita será a empresa de Braga adquirente da máquina;

d) A transacção descrita tem a natureza de uma aquisição intracomunitária de bens, incorrendo a empresa de Braga na
obrigação de proceder à liquidação do IVA correspondente a essa aquisição, IVA esse que terá de incluir no campo 11 da
declaração periódica.

22 2005-12-034-22 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma livraria com sede no Porto, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu a um fornecedor com sede em Londres,
cujo n. o de identificação fiscal consta do VIES, diversos livros da área da Medicina, pelo preço de 10000 libras inglesas,
conforme factura emitida em 07.12.2005. Partindo do pressuposto que a taxa de câmbio da libra inglesa em relação ao euro
se manteve inalterada no período de 01.12.2005 a 07.12.2005 e que foi de: · câmbio de compra - a um euro correspondiam
0,68 libras, - câmbio de venda - a um euro correspondiam 0,69 libras, qual o IVA que a livraria do Porto terá de liquidar em
relação à aquisição descrita?
a) € 724,64;

b) € 735,29;

c) € 3 043,48;

d) € 3 088,23.

23 2005-12-034-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa com sede em Setúbal, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu matérias-primas a um fornecedor com

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RITI

sede em Marrocos, tendo tais matérias-primas sido transportadas, por conta do fornecedor, de Marrocos para Algeciras
(Espanha) e, de imediato, transportadas para Setúbal. Em relação a tal transacção, o que deve fazer a empresa de Setúbal?
a) Deduzir o IVA que lhe foi exigido pelos serviços aduaneiros espanhóis;

b) Proceder à liquidação do IVA correspondente à aquisição intracomunitária de bens efectuada;

c) Solicitar à administração fiscal espanhola o reembolso do IVA suportado com a importação das matérias-primas
provenientes de Marrocos;

d) Não efectuar qualquer procedimento, uma vez que a operação descrita não está sujeita a IVA, nem em Portugal, nem na
Espanha.

24 2005-12-034-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, com sede em Santarém, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu a uma empresa
brasileira, por € 100000,00, diversas peles para o fabrico de calçado. Tais peles, que foram desalfandegadas no porto de
Lisboa, foram de imediato enviadas para Milão (Itália), tendo sido facturadas a uma empresa italiana, cujo n.º de
identificação fiscal consta do VIES, por € 150000,00. Qual o enquadramento em IVA da situação descrita?
a) A aquisição intracomunitária de bens efectuada pela empresa portuguesa está sujeita a IVA e dele não isenta e a
transmissão efectuada para a empresa italiana está sujeita, embora isenta;

b) Tanto a aquisição intracomunitária de bens efectuada pela empresa portuguesa como a transmissão por ela efectuada para
a empresa italiana estão sujeitas a IVA, embora dele isentas;

c) A importação de bens efectuada pela empresa portuguesa está sujeita a IVA e dele não isenta e a transmissão efectuada
para a empresa italiana está sujeita, embora isenta;

d) Tanto a importação de bens efectuada pela empresa portuguesa como a transmissão por ela efectuada para a empresa
italiana estão sujeitas a IVA, embora dele isentas.

25 2005-12-034-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


2.º TESTE - AVISO N.º 8106/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 180 - DE 19 DE
SETEMBRO DE 2005 - p. 13 570 - A
A

18-02-2006

2006-02-18-041 TAT

A empresa A, com sede em Braga, enquadrada no Regime Normal Mensal, que se dedica ao comércio internacional de
artigos têxteis, para satisfazer uma encomenda de artigos de vestuário de um seu cliente francês, cujo n.º de identificação
fiscal consta no VIES, solicitou a sua produção a uma sociedade com sede em Marrocos, remetendo-lhe para o efeito, as
matérias-primas necessárias. Concluída a transformação, a empresa de Braga deu instruções à empresa de Marrocos para
lhe enviar a sua factura correspondente à produção dos artigos de vestuário, mas para expedir esses artigos directamente de
Marrocos para França, para os armazéns do cliente francês. A remessa dos artigos têxteis de Marrocos para França,
facturados pela empresa A, de Braga, por € 30 000,00, ao seu cliente Francês, constitui:
a) Uma transmissão intracomunitária de bens de Portugal para França;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens em Portugal, seguida de uma transmissão intracomunitária de bens de Portugal
para França;

c) Uma importação de bens sujeita a IVA no território português;

d) Uma operação fora do campo de aplicação do IVA no território português.

30 2006-02-041-30 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - ABERTO PELO AVISO N.º 5285/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 98 - DE
20 DE MAIO DE 2005 - p. 7845 - A
2.ª CHAMADA - A

18-02-2006

2006-02-18-042 TAT

O Sr. Fernando, natural de Bragança, actualmente a residir em Paris, onde trabalha por conta de outrem, encomendou a
uma empresa de Paços de Ferreira, enquadrada no Regime Normal Mensal do IVA, pelo preço de € 3 000,00, uma mobília de
quarto para a sua residência de Paris, ficando o transporte a cargo do fabricante português. O transporte da referida
mobília foi iniciado em 30.01.2006, data em que foi emitida a respectiva factura. Sabendo-se que no ano de 2005 a empresa
de Paços de Ferreira vendeu para outros emigrantes a residir em França mobílias no valor de € 200 000,00 e que o limite
vigente na França é de € 100 000,00, a venda agora efectuada:
a) Está sujeita a IVA no território francês, devendo a liquidação do IVA ser efectuada pelo representante fiscal nomeado pela
empresa portuguesa;

b) As vendas efectuadas nas condições indicadas não são sujeitas a IVA, nem no território nacional, nem no território francês;

c) Está sujeita a IVA no território nacional, à taxa de 21%;

d) Está sujeita a IVA no território francês, cabendo a liquidação do IVA ao Sr. Fernando.

41 2006-02-042-41 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa A, com sede em Beja, enquadrada no Regime Normal Mensal, vendeu e facturou a um seu cliente, com sede em
Faro, igualmente enquadrado no Regime Normal Mensal, bens da sua produção, no valor de € 10 000,00, mas, por ordem
desse cliente, entregou-os num estabelecimento que ele possui em Barcelona, para serem aí vendidos. Nestas condições:
a) A factura emitida pela empresa A constitui uma transmissão intracomunitária sujeita a IVA, embora dele isento;

b) A factura emitida pela empresa A está sujeita a IVA no território português e dele não isenta;

c) A empresa A terá de nomear um representante fiscal na Espanha, para aí proceder à liquidação do IVA devido;

d) A operação descrita constitui uma "venda à distância", abrangida pelo artigo 11.º do RITI.

42 2006-02-042-42 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa com sede em Braga, que se dedica à construção de prédios para venda, destinados exclusivamente à habitação,
e que, simultaneamente, realiza empreitadas de obras públicas, e que se encontra enquadrada no Regime Normal Mensal do
IVA, adquiriu no passado mês de Janeiro de 2006 na Alemanha, a fornecedores possuidores de n.º de identificação fiscal
constante do VIES, uma viatura ligeira de passageiros para o engenheiro responsável pelo controlo de qualidade das
empreitadas de obras públicas, por € 27 000,00, e uma grua para a construção de prédios para habitação, por € 100 000,00,
ambas no estado de novas. O imposto automóvel pago à DGAIEC com a legalização da viatura foi de € 3 000,00. Perante
estes dados, qual o IVA que poderá deduzir na declaração periódica de Janeiro de 2006 em relação às aquisições indicadas:
a) Nenhuma;

b) € 6 300,00;

c) € 10 600,00;

d) € 16 800,00.

43 2006-02-042-43 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade B, com sede em Lisboa, vendeu a um cliente com sede nos Estados Unidos da América, produtos acabados no
valor de € 50 000,00, mas, por ordem desse cliente, entregou tais produtos num armazém que ele possui em Paris, para serem
distribuídos por vários países (pertencentes ou não à União Europeia). A operação descrita constitui:
a) Uma exportação de bens;

b)
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RITI

b) Uma transmissão intracomunitária de bens;

c) Uma transmissão interna de bens;

d) Uma transmissão fora do campo de aplicação do IVA.

44 2006-02-042-44 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa C, com sede em Braga, enquadrada no Regime Normal Mensal, que de dedica ao comércio internacional de
artigos têxteis, para satisfazer uma encomenda de artigos de vestuário de um seu cliente francês, cujo n.º de identificação
fiscal consta do VIES, solicitou a sua produção a uma sociedade com sede em Marrocos, remetendo-lhes, para o efeito, as
matérias-primas necessárias. Concluída a transformação, a empresa de Braga deu instruções à empresa de Marrocos para
lhes enviar a sua factura correspondente à produção dos artigos de vestuário, mas para expedir estes artigos directamente de
Marrocos para a França, para os armazéns do cliente francês. A remessa dos artigos têxteis de Marrocos para França,
facturados pela empresa C, de Braga, por € 30 000,00, ao seu cliente francês, constitui:
a) Uma transmissão intracomunitária de bens de Portugal para França;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens em Portugal, seguida de uma transmissão intracomunitária de bens de Portugal
para França;

c) Uma importação de bens sujeita a IVA no território português;

d) Uma operação fora do campo de aplicação do IVA no território português.

45 2006-02-042-45 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TATA DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 1.ª CHAMADA -
B
1.ª CHAMADA

29-06-2006

2006-06-29-049 TAT

A sociedade XYZ, SA, com sede em Lisboa, exercendo a actividade de comércio de artigos de decoração, adquiriu em Itália
mercadorias a um sujeito passivo registado naquele país que destinou à sua actividade em Portugal. No tocante ao IVA:
a) O imposto é devido aquando da chegada dos bens ao território nacional com colocação à disposição do adquirente;

b) O imposto é devido aquando da aquisição dos bens, independentemente do momento da sua chegada e colocação à
disposição do adquirente, em virtude deste ter a sua sede em território nacional;

c) Verifica-se a sujeição aquando da chegada dos bens ao território nacional, estando a operação sempre isenta em virtude
de os bens se destinarem ao exercício da actividade;

d) Verifica-se a não sujeição dos bens em território nacional, em virtude dos mesmos serem provenientes de um outro país
comunitário onde foram tributados.

25 2006-06-049-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


3.º TESTE - AVISO N.º 5986/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 99 - DE 23 DE MAIO DE
2006 - p. 7265 - VERSÃO A - 14OUT06
A

14-10-2006

2006-10-14-051 TAT

Um empresário de pirotecnia de Viana do Castelo, enquadrado no Regime Normal Trimestral, vendeu a uma comissão de

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RITI

festas constituída por um grupo de cidadãos residentes no Luxemburgo fogo-de-artifício no valor de € 3.000,00, cujo
transporte para o Luxemburgo foi efectuado pelo vendedor. Tratando-se da primeira venda efectuada para fora do território
nacional pelo empresário de pirotecnia e não tendo a comissão de festas n.º de identificação fiscal constante do VIES, a
venda efectuada deve ser considerada:
a) Uma transmissão intracomunitária de bens isenta de IVA;

b) Uma operação assimilada a uma transmissão intracomunitária de bens isenta de IVA;

c) Uma exportação de bens isenta de IVA;

d) Uma venda sujeita a IVA no território nacional, uma vez que não excede o limite de € 100.000,00, a partir do qual seria
tributada no Luxemburgo.

34 2006-10-051-34 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma sociedade com sede em Aveiro, enquadrada no Regime Normal Mensal, recebeu em 25.08.2006, provenientes de
França, os bens que havia encomendado a um fornecedor francês, cujo n.° de identificação fiscal consta do VIES. Porém, a
factura correspondente a essa aquisição apenas foi emitida em 04.10.2006. Em que declaração periódica deveria a empresa
portuguesa ter incluído a referida aquisição intracomunitária de bens?
a) Na de Agosto de 2006;

b) Na de Setembro de 2006;

c) Na de Outubro de 2006;

d) Numa qualquer das declarações periódicas indicadas.

35 2006-10-051-35 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

INSPECTORES TRIBUTÁRIOS DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE
AVALIAÇÃO PERMANENTE - TERCEIRO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 5987/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 99 - DE 23/05/2006 - VERSÃO A
A

28-10-2006

2006-10-28-052 IT

Em Novembro de 2005 deram entrada nas instalações da sociedade Cristais, Lda., situadas em Aveiro, diversos artigos de
decoração destinados a comercialização, no valor de € 10 000. Deste valor total € 2 000 respeitam a artigos provenientes do
Mónaco e que aí foram adquiridos à sociedade MM, produtora de peças de porcelana, e os restantes € 8 000 respeitam a
artigos provenientes da Rússia que aí foram adquiridos ao fornecedor RR. Pelas aquisições referidas, compete à sociedade
Cristais, Lda. liquidar imposto no montante de:
a) € 2 100;

b) € 420;

c) € 1 680;

d) Não lhe compete liquidar qualquer imposto.

23 2006-10-052-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em Outubro de 2005, a sociedade Planalto, Lda., com sede em Leiria, vendeu a uma empresa suíça malha no valor de € 20
000. Por conta e ordem da empresa suíça que não se encontra registada em IVA em nenhum Estado membro da União
Europeia, a malha foi remetida directamente da fábrica do vendedor, também situada em Leiria, para a República Checa. A
sociedade Planalto. Lda., pela venda efectuada:
a) Tem de liquidar imposto no montante de € 4200:

b) Não tem de liquidar imposto porque realizou uma transmissão intracomunitária de bens isenta;

c)
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RITI

c) Não tem de liquidar imposto porque realizou uma exportação isenta:

d) Tem de liquidar imposto no montante de € 3800.

28 2006-10-052-28 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

CONCURSO DE ADMISSÃO DE TÉCNICOS ECONOMISTAS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DR 2.ª
SÉRIE N.º 294 DE 20.12.99 - TESTE SOBRE A 1.ª PARTE DA FORMAÇÃO TEÓRICA - 20 DE NOVEMBRO DE 2006

20-11-2006

2006-11-20-053 TE

Um sujeito passivo devidamente registado em Espanha, transferiu para um armazém que possui em Lisboa uma partida de
mercadorias para posterior venda em Portugal. A transferência referida constitui em Portugal:
a) Uma operação assimilada a aquisição intracomunitária de bens;

b) Uma aquisição intracomunitária de bens isenta de IVA;

c) Uma operação fora do campo de aplicação do RITI;

d) Uma transmissão intracomunitária de bens sujeita e tributada em IVA.

27 2006-11-053-27 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um sujeito passivo português, enquanto tal, encomendou, em 10 de Outubro de 2005, 5.000 garrafas de azeite alimentar, a
um sujeito passivo Belga, no valor de 10.000,00 euros, que este ficou de enviar na semana seguinte. No momento da
encomenda o sujeito passivo português sinalizou 10% do valor da encomenda. Pelo pagamento do sinal:
a) Deverá ser liquidado IVA no montante de 120,00 euros;

b) Deverá ser liquidado IVA no montante de 50,00 euros;

c) Não deverá ser liquidado IVA;

d) Deverá ser liquidado IVA no montante de 205,00 euros.

28 2006-11-053-28 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TATA DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 2.ª CHAMADA
2.ª CHAMADA

24-11-2006

2006-11-24-054 TAT

O imposto devido pelas aquisições intracomunitárias de bens deverá ser liquidado:


a) Pelo sujeito passivo, na factura ou documento equivalente, emitidos pelo adquirente;

b) Pelo sujeito passivo, na factura ou documento equivalente, emitidos pelo vendedor ou em documento interno emitido pelo
próprio sujeito passivo;

c) Pelo sujeito passivo, na factura ou documento equivalente, emitidos pelo adquirente ou em documento interno emitido pelo
vendedor;

d) Pelo vendedor, na factura ou documento equivalente, emitidos pelo adquirente.

25 2006-11-054-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 22 de 36


RITI

MUDANÇA DO NÍVEL 2 PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - 1.º TESTE - AVISO N.º 7330/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 125 - DE 30
DE JUNHO DE 2006
B

25-11-2006

2006-11-25-055 TAT

Um colégio particular, que apenas desenvolve actividades abrangidas pelo n.º 10 do art.º 9.º do CIVA, que nunca havia
adquirido bens ou serviços a entidades estrangeiras, efectuou no corrente ano de 2006 as seguintes: i) Em 10.10.2006 pagou
a uma sociedade com sede no Brasil a importância de € 20.000,00, pela cedência de direitos de autor; ii) Em 10.11.2006
adquiriu a uma editora inglesa, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, livros no montante de € 5.000,00. Estará
alguma das situações descritas sujeita a IVA no território nacional?
a) Não;

b) Apenas a primeira está sujeita;

c) Apenas a segunda está sujeita;

d) Ambas as situações estão sujeitas a IVA no território nacional.

15 2006-11-055-15 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A empresa A, com sede em Espanha, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, adquire mobiliário de madeira por
acabar a uma empresa B, com sede em Paços de Ferreira, enquadrada no Regime Normal Mensal. A empresa B, porém,
entrega o mobiliário a uma empresa C, com sede em Felgueiras, igualmente enquadrada no Regime Normal Mensal, que
efectua os acabamentos, que factura à empresa A. Concluídos os trabalhos de acabamento, a empresa A vem carregar o
mobiliário à empresa C, transportando-o para Espanha. Nestas condições:
a) A venda realizada por B constitui uma transmissão intracomunitária de bens, isenta nos termos do art. 14.º do RITI e os
acabamentos efectuados por C uma prestação de serviços, sujeita a IVA à taxa de 21%;

b) A venda realizada por B constitui uma transmissão intracomunitária de bens, isenta nos termos do art. 14.º do RITI e os
acabamentos efectuados por C uma prestação de serviços, não tributada no território nacional;

c) A venda realizada por B constitui uma transmissão interna, sujeita à taxa de 21% e os acabamentos efectuados por C uma
prestação de serviços, isenta nos termos do art. 14.º do RITI;

d) Quer a venda realizada por B, quer os acabamentos efectuados por C, estão sujeitos a IVA à taxa de 21%.

16 2006-11-055-16 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma sociedade com sede em Bragança, enquadrada no Regime Normal Mensal, encomendou em 14.07.2006 a uma sociedade
belga, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, ferramentas ligeiras, no montante de € 20.000,00, tendo pago no acto
da encomenda 25% do preço. As ferramentas ligeiras foram entregues em Bragança em 20.11.2006, data em que foi emitida
pela empresa belga a competente factura. Nestas condições, qual o IVA que a empresa portuguesa terá de incluir na
declaração periódica de Novembro de 2006?
a) Zero, uma vez que a operação descrita não constitui uma aquisição intracomunitária de bens;

b) € 15.000,00 x 21%;

c) € 20.000,00 x 21%;

d) € 20.000,00 : 121 x 21.

17 2006-11-055-17 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

O Sr. Pinto adquiriu a uma sociedade espanhola, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, uma embarcação com 10
metros de comprimento, em estado de nova, pelo preço de € 300.000,00, que registou na Capitania do porto de Faro, para
seu uso particular.
Qual a entidade competente para a liquidação do IVA devido por esta aquisição?
a)
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RITI

a) A sociedade espanhola;

b) O Sr. Pinto;

c) A Tesouraria de Finanças;

d) A Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais de Consumo.

18 2006-11-055-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - 1.º TESTE - AVISO N.º 7294/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 124 - DE 29
DE JUNHO DE 2006 - p. 13 570 - A
A

25-11-2006

2006-11-25-056 TAT

Uma cooperativa de ensino, que ministra cursos integrados no Sistema Nacional de Educação e que, por isso, se encontra
enquadrada no art. 9.° do CIVA, adquiriu, no passado mês de Outubro de 2006, a uma empresa holandesa, cujo n.º de
identificação fiscal consta do VIES, equipamento informático no valor de € 100.000,00. Onde terá de pagar o IVA
correspondente a esta aquisição?
a) Dada a actividade exercida pela cooperativa, a aquisição indicada está isenta de IVA, quer na Holanda, quer em Portugal;

b) Uma vez que se trata da primeira aquisição efectuada na Holanda, essa aquisição é tributada nesse país;

c) A aquisição está sujeita a IVA no território nacional, que deverá ser pago na Tesouraria de Finanças competente até ao fim
do corrente mês de Novembro, com dispensa de apresentação de declaração periódica;

d) A aquisição está sujeita a IVA no território nacional, que deverá ser pago mediante declaração periódica, a submeter por
via electrónica até ao fim do corrente mês de Novembro.

16 2006-11-056-16 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

CONCURSO DE ADMISSÃO DE INSPECTORES TRIBUTÁRIOS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DIÁRIO
DA REPÚBLICA 2.ª SÉRIE N.º 55 DE 18,03,2005 - TESTE SOBRE A 1.ª PARTE TEÓRICA - ABRIL DE 2007
A

28-04-2007

2007-04-28-064 IT

Uma empresa portuguesa, com sede em Peniche, vendeu conservas de peixe a uma empresa com sede na Suíça, não registada
para efeitos de IVA em nenhum Estado Membro. A pedido do seu cliente as conservas de peixe foram remetidas directamente
para a Áustria. A venda efectuada:
a) É uma transmissão de bens, tributada em Portugal;

b) É uma transmissão intracomunitária de bens, isenta de IVA;

c) É uma transmissão intracomunitária de bens, tributada na Áustria;

d) É uma transmissão intracomunitária de bens, tributada em Portugal.

23 2007-04-064-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um hospital sediado em Portugal adquiriu equipamento cirúrgico na Alemanha, para a sua actividade clínica, no valor de
100.000 €, tendo para o efeito sido fornecidos os respectivos números de identificaç ão fiscal. Esta aquisição:
a) É uma transmissão intracomunitária de bens, tributada na Alemanha;

b)
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RITI

b) É uma aquisição intracomunitária de bens, isenta de IVA;

c) É uma aquisição intracomunitária de bens, tributada em Portugal;

d) Não é uma transmissão intracomunitária de bens.

24 2007-04-064-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


3.º TESTE - ABERTO PELO AVISO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 134 - 14
DE JULHO DE 2005 - p. 10 269 - 3.º
2.ª CHAMADA

24-05-2007

2007-05-24-065 TAT

Um Município da Região Autónoma dos Açores, enquadrado no Regime Normal Mensal, que nunca havia efectuado
aquisições de bens no mercado externo, adquiriu no corrente mês de Maio (2007), a uma sociedade com sede em Paris, cujo
n.º de identificação fiscal consta do VIES, alguns dos equipamentos necessários para a construção de uma fonte luminosa,
pelo preço de € 8.000,00. Utilizando esse Município o método da percentagem de deduç ão para cálculo do IVA dedutível e
tendo o pro rata de 2006 sido de 5%, qual o IVA que terá de entregar nos cofres do Estado em relação a esta aquisição?
a) Nenhum, uma vez que o IVA da compra efectuada é devido em França;

b) € 1.140,00;

c) € 1.200,00;

d) € 1.596,00.

34 2007-05-065-34 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma associação de cultura e recreio, organismo sem finalidade lucrativa, que se dedica, em exclusivo, ao ensino da música,
adquiriu no corrente mês de Maio a uma sociedade austríaca, cujo n.º identificação fiscal consta do VIES, instrumentos
musicais no valor de € 15.000,00, tendo a factura sido emitida em 15.05.2007. Tratando-se da 1. ª aquisição que vai efectuar
fora do território nacional, onde é devido o IVA correspondente a tal aquisição?
a) Em Portugal, na totalidade;

b) Na Áustria, na totalidade;

c) Na Áustria o IVA incidente sobre € 10 000,00 e em Portugal o incidente sobre o excesso;

d) A aquisição está isenta de IVA, uma vez que a associação exerce uma actividade abrangida pelo n.º38 do art. 9.° do CIVA.

35 2007-05-065-35 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 2 PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - AVISO N.º 7330/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 125 - DE 30 DE JUNHO
DE 2006
2.ª CHAMADA - A

24-05-2007

2007-05-24-066 ---

Um estabelecimento de ensino superior, que pratica exclusivamente operações abrangidas pelo art. 9.º do CIVA, e que
nunca havia efectuado aquisições de bens ou serviços noutros Estados-Membros, já realizou no corrente ano de
2007 as seguintes, todas elas efectuadas a fornecedores cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES: i) Em 26.02.2007
adquiriu uma colecção de livros sobre fiscalidade internacional a uma editora francesa, pelo preço de € 5000,00; ii)
Em 17.05.2007 pagou a uma empresa inglesa a importância de € 8000,00, pela deslocação de dois técnicos às suas
instalações, para efectuarem a reparação de um equipamento do laboratório de química. Estará alguma destas aquisições

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RITI

sujeita a IVA, e dele não isenta, no território nacional?


a) Nenhuma das aquisições é tributada no território nacional;

b) Apenas é tributada no território nacional a primeira;

c) Apenas é tributada no território nacional a segunda;

d) Ambas as aquisições são tributadas no território nacional.

15 2007-05-066-15 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Um cidadão português, não sujeito passivo de IVA, deslocou-se a França, onde adquiriu uma máquina de filmar e uma
viatura ligeira de passageiros, ambas em estado de novo. Em que país é devido o IVA correspondente a estas aquisições?
a) As aquisições feitas pelos turistas estão isentas de IVA;

b) Ambas as aquisições são tributadas no território português;

c) Ambas as aquisições são tributadas no território francês;

d) A aquisição da viatura é tributada em Portugal e a da máquina de filmar em França.

16 2007-05-066-16 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma sociedade com sede em Barcelos, enquadrada no Regime Normal Mensal, que se dedica à fabricação de têxteis
para o lar, adquiriu no corrente mês de Maio a um revendedor alemão, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, que
aplicou na transmissão o regime dos bens em 2.ª mão, uma viatura ligeira de passageiros, com matrícula de 2004 e 80
000 quilómetros percorridos, pelo preço de € 20 000,00, tendo pago pela sua introdução no território nacional imposto
automóvel no montante de € 2000,00. Qual o valor do IVA que terá de pagar no território nacional em relaç ão a esta
aquisição?
a) Zero;

b) € 2000,00 x 21%;

c) € 20 000,00 x 21%;

d) € 22 000,00 x 21%.

17 2007-05-066-17 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade A, com sede em Braga, enquadrada no Regime Normal Mensal, vendeu à sociedade B, com sede no Porto,
enquadrada no mesmo regime, uma máquina industrial, pelo preço de € 20.000,00, mas, por ordem da sociedade B,
entregou a referida máquina nas instalações, situadas em Madrid, de uma sociedade C, com sede nessa localidade,
cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, a quem a sociedade B veio a facturar a referida máquina por € 25.000,00.
Nestas condições:
a) Tanto a factura emitida por A a B, como a emitida por B a C, estão isentas de IVA, ao abrigo da alínea a) do art.
14.º do RITI;

b) A factura emitida por A a B está sujeita a IVA e dele não isenta, beneficiando a factura emitida por B a C da
isenção prevista na alínea a) do art. 14.º do RITI;

c) A factura emitida por A a B está isenta de IVA ao abrigo do art. 6.º do Decreto-Lei nº 198/90, de 19 de Junho, estando
a factura emitida por B a C isenta ao abrigo da alínea a) do art. 14.º do RITI;

d) A factura emitida por A a B está isenta de IVA, ao abrigo da alínea a) do art. 14.º do RITI, enquanto que a factura emitida
por B a C está fora do campo de aplicação do IVA.

18 2007-05-066-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 3.ª CHAMADA
3.ª CHAMADA

19-07-2007

2007-07-19-074 TATA

O IVA devido pelas aquisições intracomunitárias de bens será liquidado:


a) Pelo importador na factura ou documento equivalente emitidos pelo exportador ou em documento interno emitido
pelo próprio sujeito passivo;

b) Pelo exportador na factura ou documento equivalente emitidos pelo importador ou em documento interno emitido
pelo próprio sujeito passivo;

c) Pelo sujeito passivo na factura ou documento equivalente emitidos pelo vendedor ou em documento interno emitido
pelo próprio sujeito passivo;

d) Pelo vendedor na factura ou documento equivalente emitidos pelo sujeito passivo ou em documento interno emitido
pelo próprio vendedor;

25 2007-07-074-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 3.º TESTE - ABERTO PELO AVSO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 134 - 14/07/2005 - p. 10 269
2.º CHAMADA - PROVA ESPECIAL

18-09-2007

2007-09-18-076 TAT

Uma sociedade com sede em Gondomar, enquadrada no Regime Normal Mensal, que se dedica ao fabrico de artefactos de
ouro, vendeu a um sujeito passivo inglês, cujo nº. de identificação fiscal consta do VIES, bens da sua produção, no valor de €
50 000,00, mas, por ordem desse cliente, procedeu à sua entrega numa filial que ele possui em Paris. Nestas condições, a
venda efectuada pela empresa de Gondomar:
a) Está isenta de IVA ao abrigo da alínea a) do art. 14.° do RITI;

b) Está isenta de IVA ao abrigo da alínea a) do n.° 1 do art. 14.° do CIVA;

c) Está sujeita a IVA no território nacional, sendo a liquidação do IVA devido da competência da empresa de Gondomar;

d) Está sujeita a IVA no território nacional, sendo a liquidação do IVA devido da competência do cliente inglês, que, para o
efeito, terá de nomear um representante fiscal em Portugal.

34 2007-09-076-34 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma sociedade com sede em Lisboa, que se dedica exclusivamente à construção de prédios para venda e que, por isso, se
encontra enquadrada no art. 9.° do CIVA, e que nunca havia efectuado aquisições de bens no mercado externo, adquiriu no
pretérito mês de Agosto do ano em curso, a um sujeito passivo de IVA espanhol, cujo n.° de identificação fiscal consta do
VIES, materiais de construção no valor de € 30.000,00. Nestas condições:
a) A referida aquisição está sujeita a IVA em Espanha, uma vez que a empresa portuguesa está enquadrada no art. 9.° do
CIVA;

b) A referida aquisição está sujeita a IVA no território nacional, tendo a empresa portuguesa de, até ao final do corrente mês
de Setembro, submeter, por via electrónica, uma declaração periódica de IVA referente ao mês de Agosto de 2007, e
proceder ao pagamento do IVA devido;

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RITI

c) A referida aquisição está sujeita a IVA no território nacional, tendo a empresa portuguesa de, até ao dia 15 do mês de
Novembro, submeter, por via electrónica, uma declaração periódica de IVA referente ao 3.° trimestre de 2007, e proceder
ao pagamento do IVA devido;

d) A referida aquisição está sujeita a IVA no território nacional, mas a empresa portuguesa não terá de proceder ao
pagamento de qualquer IVA, uma vez que o imposto devido nas aquisições intracomunitárias de bens pode ser deduzido nos
termos gerais.

35 2007-09-076-35 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 4.º TESTE - AVISO N.º 12 625/2007 (2.ª SÉRIE), PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 -
12/07/2004 - p. 19 943
B

20-10-2007

2007-10-20-079 TAT

A sociedade C, com sede em Vila Real, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu mercadorias a um fornecedor
estabelecido na China. Tais mercadorias, provenientes da China, foram desalfandegadas no porto de Vigo (Espanha) por um
transitário e, de imediato, enviadas para os armazéns de C, em Vila Real. Face ao descrito:
a) A entrada dos bens em território português constitui uma importação, sendo a liquidação do IVA devido da competência da
Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais de Consumo;

b) A operação descrita constitui uma importação de bens no território espanhol, tendo C de pagar aos serviços aduaneiros
espanhóis o IVA que seja devido;

c) A operação descrita terá de considerar-se assimilada a uma aquisição intracomunitária de bens, sujeita a IVA no território
português, cuja liquidação terá de ser efectuada por C;

d) A operação descrita não está sujeita a IVA no território português.

28 2007-10-079-28 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

IT DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO


PERMANENTE - QUARTO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 12 626/2007 PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 - DE
12/07/2007 - VERSÃO A
A

30-10-2007

2007-10-30-081 IT

A sociedade Bela Vista, Lda., enquadrada no regime normal de periodicidade mensal, por conta e ordem de um seu cliente,
com sede na Suíça, enviou para França, a partir das suas instalações em Braga, 1 000 casacos por si confeccionados com o
tecido enviado pelo cliente directamente da Turquia. Pela confecção dos casacos, o sujeito passivo emitiu a correspondente
factura ao seu cliente suíço, que não se encontra registado em IVA em qualquer país pertencente à União Europeia. A
operação realizada pela sociedade Bela Vista, Lda. considera-se:
a) Uma prestação de serviços não sujeita a imposto em território nacional;

b) Uma prestação de serviços sujeita a imposto em território nacional e dele

c) Uma prestação de serviços sujeita a imposto em território nacional e dele não isenta;

d) Uma transmissão de bens sujeita a imposto em território nacional e dele não isenta.

13 2007-10-081-13 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 28 de 36


RITI

A empresa Z, sujeito passivo em território nacional, vendeu calçado à empresa K, também sujeito passivo em território
nacional, no montante de € 5 000. sabe-se que, o calçado foi adquirido a uma empresa brasileira, que o enviou directamente
do Brasil para Inglaterra, e que empresa K o vendeu a um sujeito passivo estabelecido neste último país. As vendas
efectuadas pela empresa Z e pela empresa K encontra-se:
a) Sujeitas a imposto em território nacional e dele não isentas;

b) Sujeitas a imposto em território nacional, beneficiando de isenção a venda efectuada pela empresa K;

c) Não sujeitas a imposto em território nacional;

d) Sujeitas a imposto em território nacional, beneficiando de isenção a venda efectuada pela empresa Z.

18 2007-10-081-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade Central, SA, com sede na Guarda, enquadrada no artigo 9.° do Código IVA e não obrigada ao envio de
declarações periódicas nos termos do referido Código ou do RITI, em Março da 2006 recebeu da empresa FR, com sede em
França, um recibo no valor de € 13.000 respeitante à renda de leasing, vencida nessa data, do equipamento informático
utilizado na sua actividade, cujo contrato de locação financeira, no valor de € 100.000, foi realizado em Setembro de 2005.
Em relação a Março de 2006, a sociedade Central, SA deve:
a) Liquidar imposto no montante € 2 730 e proceder à sua entrega na tesouraria de finanças competente até ao final do mês de
Abril de 2006;

b) Não liquidar Imposto, porque a aquisição intracomunitária do equipamento ocorreu em Setembro de 2005, data em que foi
devido imposto no montante de € 21 000;

c) Liquidar imposto no montante de € 2 730, porque a aquisição intracomunitária do equipamento ocorre na data do
vencimento das respectivas rendas de leasing;

d) Liquidar imposto no montante de € 2 730 e enviar a respectiva declaração periódica, cujo envio passou a ser obrigatório a
partir do mês do vencimento da primeira renda de leasing.

19 2007-10-081-19 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O GRAU 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TAT - PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - CICLO
DE AVALIAÇÃO 2007/2009 - 1.º TESTE - ABERTO PELO AVISO N.º 12 631/2007 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º
133 - DE 12/07/2007
A

24-11-2007

2007-11-24-089 ---

Uma sociedade comercial com sede no Porto, enquadrada no Regime Normal Mensal, celebrou em Julho de 2007, com uma
sociedade com sede na Alemanha, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, um contrato para o fornecimento, por parte
desta, de aparelhos electrodomésticos no valor de € 100.000,00, a entregar em Novembro de 2007. Nos termos do contrato
celebrado, a empresa portuguesa teve de efectuar um adiantamento de € 25.000,00 em Julho de 2007 e outro de € 15.000,00
em Setembro de 2007. Tendo a empresa alemã emitido a factura correspondente à venda descrita no dia 20 do corrente mês,
qual o valor do IVA que a empresa portuguesa terá de incluir a favor do Estado (campo 11 do quadro 06) na declaração
periódica do IVA referente ao mês de Novembro de 2007?
a) € 100000,00 x 21%;

b) € (100 000,00 - 25000,00) x 21%;

c) € (100 000,00 -15000,00) x 21%;

d) € (100 000,00 - 25000,00 -15 000,00) x 21%.

17 2007-11-089-17 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma clínica privada do Porto, enquadrada no artigo 9.° do CIVA, que nunca havia efectuado aquisições de bens ou serviços
fora do território nacional, realizou no corrente mês de Novembro as seguintes:

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 29 de 36


RITI

i) No dia 9, adquiriu a um sujeito passivo de IVA espanhol, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, material cirúrgico
no valor de € 2.000,00;
ii) No dia 20, adquiriu a um sujeito passivo de IVA alemão, cujo n.º de identificação fiscal consta do VIES, um equipamento
para o serviço de radiologia, pelo preço de € 100.000,00. Não tendo a clínica privada do Porto efectuado a opção referida
no artigo 5.º do RITI, terá de proceder à liquidação do IVA devido no território nacional:
a) Apenas em relação à situação descrita em i);

b) Apenas em relação à situação descrita em ii);

c) Em relação a ambas as situações;

d) Em relação a nenhum a das situações.

18 2007-11-089-18 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DA CATEGORIA DE INSPECTOR TRIBUTÁRIO - PROCEDIMENTO DE


AVALIAÇÃO - ABERTO POR DESPACHO DE 2006-11-30 DO SR. DIRECTOR GERAL DOS IMPOSTOS EXARADO NA
PROPOSTA N.º 76/2006 - AP, DE 15/11 DA DSGHR - VERSÃO A - 15/12
VERSÃO A

15-12-2007

2007-12-15-090 IT

Das operações a seguir mencionadas, identifique aquela que é sujeita a IVA à taxa de 15% e não isenta:
a) Uma empresa com sede no Porto, proprietária de uma revista que trata de temas relacionados com viagens e turismo,
publica, em 20 de Junho de 2007, um anúncio de promoção de um hotel situado na Ilha Terceira, com programas que
incluem viagens e estadia, e que lhe foi encomendado por uma empresa com sede em Lisboa;

b) Uma empresa com sede em Ponta Delgada, onde exerce a actividade de produção de lacticínios debita a uma cooperativa
com sede em Aveiro, em 31 de Julho de 2007, um estudo relacionado com a instalação de uma unidade industrial de fabrico
de queijos que esta lhe encomendou;

c) Uma empresa com sede no Funchal, proprietária de uma rede de hotéis, efectua uma aquisição intracomunitária de
mobiliário e artigos de decoração a um fornecedor com sede em Copenhaga (Dinamarca) que, em 15 de Agosto de 2007,
procede à expedição desses bens directamente da Dinamarca para o Funchal;

d) Uma empresa com sede no Funchal vende a uma sociedade com sede, em Miami, bordados tradicionais da Madeira, que são
expedidos para os Estados Unidos da América em 10 de Setembro de 2007.

10 2007-12-090-10 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), organismo sem finalidade lucrativa, com sede em Lisboa, cuja
actividade consiste exclusivamente na prestação de serviços de saúde e de ensino a crianças com deficiência motora,
adquiriu em Julho de 2007 diversos equipamentos informáticos no valor de € 50.000.00. Esta aquisição foi efectuada a uma
empresa sedeada em Leon, com número de identificação fiscal válido para efeitos de IVA em Espanha, que emitiu a factura
respectiva em 20-07-2007. Considerando que se trata da primeira aquisição efectuada pela IPSS fora do território nacional:
a) A operação é tributada na origem, pelo fornecedor, visto que o adquirente em território nacional é uma entidade que não
possui número de identificação fiscal válido para efeitos de IVA, porque efectua exclusivamente operações isentas, sem
direito à dedução, previstas no artigo 9.° do Código do IVA;

b) A IPSS deve entregar uma declaração de alterações e calcular IVA a favor do Estado no total de € (21 % x 50000,00)
podendo considerar a seu favor o mesmo montante de IVA;

c) A IPSS deve entregar uma declaração de alterações e fica obrigada a entregar ao Estado o valor de € (21 % x 50000,00) de
imposto;

d) A IPSS deve entregar uma declaração de alterações e liquidar IVA sobre o valor que excede o limiar de € 10 000,00.

13 2007-12-090-13 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

13 2007-12-090-13 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

A sociedade "ABC. Lda.", com sede em Vila do Conde, vendeu à empresa "Importações e Exportações, S.A.", com sede no
Funchal, produtos acabados no valor de € 62000,00 que se destinam a ser exportados por esta, com destino a um seu cliente
no Brasil. Todavia, os bens respectivos foram entregues directamente pela "ABC, Lda." no porto de Leixões, a partir do qual
foram embarcados com destino ao cliente da "Importações e Exportações, SA", com despacho alfandegário feito em nome
desta última. A venda efectuada pela "ABC. Lda." à "Importações e Exportações, SA":
a) É uma transmissão de bens interna tributada à taxa de 21%;

b) É uma transmissão de bens interna tributada à taxa de 15%;

c) É sempre uma transmissão de bens isenta de IVA, devido ao facto de os bens serem expedidos para fora da Comunidade
pelo vendedor, pelo adquirente ou por um terceiro por conta de qualquer deles;

d) É uma transmissão de bens que a empresa "ABC, Lda." pode tributar, devendo proceder à restituição do IVA da operação
ao seu cliente, se este fizer prova, nos termos da lei, de que os bens foram exportados.

14 2007-12-090-14 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa com sede em Santo Tirso, enquadrada no Regime Normal Mensal, vendeu bens (não incluídos nas Listas I e II
anexas ao Código do IVA) no valor de € 100.000,00 a um cliente com sede em Madrid (Espanha), cujo número de
identificação é considerado válido para efeitos de IVA. Por ordem do cliente, os bens foram expedidos pelo vendedor com
destino ao Uruguai. A expedição foi efectuada em nome e por conta da empresa espanhola e com indicação do valor da
venda desta. Para efeitos de IVA esta operação deve ser considerada:
a) Uma transmissão de bens isenta devido ao facto de os mesmos nas condições indicadas, terem sido expedidos para fora da
Comunidade e com exibição de documento alfandegário;

b) Uma transmissão de bens localizada no território nacional tributada à taxa de 21%;

c) Uma transmissão de bens isenta devido ao facto de o adquirente ser um sujeito passivo com número de identificação válido
para efeitos de IVA atribuído por um Estado-Membro;

d) Uma transmissão de bens não localizada no território nacional.

15 2007-12-090-15 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Uma empresa portuguesa, com sede em Vila Real, enquadrada no Regime Normal do IVA, adquiriu a uma empresa alemã,
com sede em Munique, componentes para a indústria electrónica, pelo valor de € 100.000.00, para de seguida os vender a
um seu cliente, sujeito passivo identificado para efeitos de IVA no Luxemburgo, pelo valor de € 140 000,00. Por ordem da
empresa portuguesa, as mercadorias foram enviadas directamente da Alemanha para o Luxemburgo. Para efeitos de IVA, as
operações efectuadas pela empresa portuguesa têm o seguinte enquadramento:
a) Efectua, por um lado, uma aquisição intracomunitária de bens ( € 100000.00) no território nacional. que n ão lhe compete
tributar e, por outro lado uma transmissão de bens (€ 140 000.00) para outro Estado-Membro n ão sujeita a IVA no
território nacional que, todavia, deverá ser declarada no Anexo Recapitulativo das Transmissões Intracomunitárias;

b) Trata-se, por um lado, de uma aquisição intracomunitária de bens ( € 100 000,00) tributada no território nacional, devendo
observar determinadas condições para poder exercer o direito à dedução do IVA calculado a favor do Estado nesta
operação e, por outro lado de uma transmissão de bens ( € 140000.00) fora do campo de aplicação do imposto, visto que os
bens não foram expedidos a partir do território nacional para o seu cliente no Luxemburgo;

c) A empresa portuguesa deve registar-se para efeitos de IVA em qualquer dos outros Estados-Membros intervenientes na
operação, efectuando ambas as operações ao abrigo do número de identificação fiscal que lhe tenha sido atribuído nesse
Estado-Membro;

d) Não têm qualquer relevância para efeitos de aplicação do IVA no território nacional, visto que os bens referidos nunca
entraram em Portugal.

17 2007-12-090-17 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

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RITI

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TAT - PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 4.º
TESTE - AVISO N.º 12 625/2007 (2.ª SÉRIE), PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 - DE 12/07/2007 - p.19 943
2.ª CHAMADA

19-02-2008

2008-02-19-092 TAT

Uma instituição particular de solidariedade social, organismo sem finalidade lucrativa, que explora um jardim-de-infância
na cidade do Porto, para o qual está devidamente reconhecida pelas autoridades competentes, adquiriu em Dezembro de
2007, a um sujeito passivo de IVA inglês, cujo número de identificação fiscal consta do VIES, e que emitiu a competente
factura em 20.12.2007, data da expedição dos bens de Londres para o Porto, equipamento informático no valor de €
30.000,00. Considerando que se trata da 1.ª aquisição efectuada pela instituição fora do território nacional:
a) A referida instituição devia ter pago, até 31.01.2008, nos locais de cobrança legalmente autorizados, IVA no montante de €
4.200,00 [21% x (30.000,00 - 10.000,00)];

b) A referida instituição devia ter pago, até 31.01.2008, nos locais de cobrança legalmente autorizados, IVA no montante de €
6.300,00 (21% x 30 000,00);

c) A referida instituição devia ter procedido à liquidação de IVA no montante de € 6.300,00 (21% x 30.000,00), imposto esse
que, no entanto, também tinha direito a deduzir, não tendo, por isso, de efectuar qualquer pagamento ao Estado;

d) A aquisição é tributada no Reino Unido, pelo fornecedor inglês, em virtude de o adquirente ser uma das pessoas referidas
na alínea b) do n.º 1 do artigo 2.º do RITI.

27 2008-02-092-27 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em 18.01.2008 deram entrada nas instalações da sociedade F, com sede em Cascais, enquadrada no Regime Normal Mensal,
diversos artigos de relojoaria e ourivesaria destinados a comercialização, no valor global de € 100.000,00. Deste valor, €
10.000,00 respeitam a artigos provenientes do Principado do Mónaco e que aí foram adquiridos à sociedade G, que se
dedica ao comércio dos mesmos, e os restantes € 90.000,00 a artigos provenientes directamente da Suíça e que aí foram
adquiridos a um fabricante H. Por estas aquisições, compete a F liquidar IVA no montante de:
a) 21% x € 100 000,00;

b) 21% x € 90 000,00;

c) 21% x € 10 000,00;

d) Não lhe compete liquidar qualquer imposto.

28 2008-02-092-28 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADOS AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT), APROVADOS NO CONCURSO DE INGRESSO ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO
DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE, N.º 230 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005.
1.ª CHAMADA - VERSÃO A

21-06-2008

2008-06-21-100 TATAE

Nas aquisições intracomunitárias de bens sujeitos a imposto sobre veículos, o valor tributável para efeitos de IVA é
determinado:
a) Com a inclusão do imposto sobre veículos, ainda que não liquidado simultaneamente;

b) Sem a inclusão do imposto sobre veículos;

c) Com a inclusão dos juros devidos pelo pagamento diferido;

d)
quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 32 de 36
RITI

d) Sem a inclusão das despesas acessórias com o transporte, debitadas.

24 2008-06-100-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

Em regra, o IVA devido pelas aquisições intracomunitárias de bens deverá ser liquidado:
a) Pelo vendedor na factura ou documento equivalente que emitir;

b) Pelos serviços centrais da DGCI;

c) Pelo sujeito passivo na factura ou documento equivalente que venha a emitir na posterior transmissão;

d) Pelo sujeito passivo na factura ou documento equivalente emitidos pelo vendedor ou em documento interno emitido pelo
próprio sujeito passivo.

25 2008-06-100-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - AVISO (EXTRACTO N.º 16030/2008, DIÁRIO DA REPÚBLICA, 2.ª SÉRIE, N.º 100, DE 26 DE
MAIO DE 2008 - P. 23 166.
VERSÃO A

25-10-2008

2008-10-25-104 TATA

A empresa Beta, LDA, com sede em Viseu, sujeito passivo de IVA, enquadrado no regime normal do IVA, adquiriu a uma
empresa espanhola, também sujeito passivo e a quem forneceu o seu número de identificação fiscal, diverso tipo de vestuário.
Perante tal situação:
a) A operação é considerada uma transmissão de bens.

b) A operação é considerada uma importação de bens.

c) A transmissão é tributada em Espanha, devendo a empresa espanhola proceder à liquidação do imposto.

d) A aquisição é tributada em Portugal. Devendo a empresa adquirente proceder à liquidação do imposto, beneficiando, no
entanto, do direito à dedução do imposto suportado nessa aquisição.

23 2008-10-104-23 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

José, residente em Viseu, adquiriu, enquanto particular, um veículo automóvel, marca Mercedes, em Espanha, a um
entreposto neste país, em 20 de Julho de 2008, que de imediato trouxe para Viseu. O veículo tinha à data 6500 km
percorridos e a data da utilização, de acordo com o registo de propriedade, era de 10 de Maio do mesmo ano. Ao pretender
legalizá-lo em Portugal:
a) O IVA devido foi liquidado em Espanha.

b) Não haveria qualquer liquidação em Portugal, dado que o veículo tinha percorrido mais de 6.000 km.

c) Não haveria qualquer liquidação em Portugal, dado que o adquirente era um particular.

d) Haveria lugar ao pagamento do IVA em Portugal, junto das entidades competentes para a liquidação do imposto sobre
veículos, dado que o veículo era considerado um meio de transporte novo.

24 2008-10-104-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 33 de 36


RITI

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADOS AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT), APROVADOS NO CONCURSO DE INGRESSO ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO
DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE, N.º 230 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005.
2.ª CHAMADA - VERSÃO A

29-10-2008

2008-10-28-105 TATAE

As transmissões de bens expedidos ou transportados a partir de outro Estado membro, quando os bens sejam instalados ou
montados em território nacional pelo fornecedor, sujeito passivo nesse outro Estado membro:
a) São tributáveis em IVA em Portugal;

b) Não são tributáveis em IVA em Portugal, porque a liquidação compete ao fornecedor sujeito passivo noutro estado membro;

c) São operações sujeitas a IVA mas dele isentas por se tratar de transmissões intracomunitárias de bens;

d) São operações sujeitas a IVA mas dele isentas por se tratar de aquisições intracomunitárias de bens.

25 2008-10-105-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

CONCURSO DE ADMISSÃO DE INSPECTORES TRIBUTÁRIOS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DIÁRIO
DA REPÚBLICA 2ª SÉRIE N.º 55 DE 18.03.2005 - TESTE FINAL.
2.ª CHAMADA

11-12-2008

2008-12-11-108 IT

A sociedade Alfa tem como única actividade a aquisição de veículos automóveis para revenda e encontra-se registada para
efeitos de IVA em Portugal. Sabe-se que esses veículos automóveis: - Têm mais de 6 meses após a data da sua primeira
utilização e mais de 6 000 km percorridos; - São adquiridos à sociedade Beta que se encontra registada para efeitos de IVA
em França e vendidos a particulares na Estónia; - Não entram no espaço português, sendo expedidos directamente pela
sociedade Beta, para os compradores na Estónia, por conta da sociedade Alfa, indo assim do Estado membro de origem para
o Estado membro de destino; - Para a sua aquisição, a sociedade Alfa utiliza o NIF português e não prova que essa
aquisição foi sujeita a IVA noutro Estado membro. Diga em que Estado membro terão as referidas aquisições, realizadas
pela sociedade Alfa, que ser sujeitas a tributação:
a) Em Portugal;

b) Na Estónia;

c) Em França,

d) Em qualquer Estado membro.

16 2008-12-108-16 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DOS TATA, NIVEL 1 DO GRAU 2


2.ª CHAMADA - VERSÃO B

01-01-2009

2009-01-01-110 TATA

A empresa Beta, LDA, com sede em Viseu, contratou com uma empresa Polaca, o fabrico de 2000 pares de calças, tendo
fornecido à mesma os materiais necessários para a execução da obra, bem como o número de identificação fiscal. Logo que
executada, a obra será remetida ao dono da mesma. O envio dos materiais necessários para a execução da obra:
a) Não é considerado uma transmissão de bens, devendo, no entanto, ser justificado contabilisticamente o movimento

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RITI

efectuado.

b) É considerado uma exportação, logo, isenta de imposto.

c) É considerado uma transmissão intracomunitária de bens e, como tal, é devido imposto pelo fabricante na Polónia.

d) Como não é considerado uma transmissão de bens, não tem qualquer obrigação contabilística.

24 2009-01-110-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT).
3.ª CHAMADA

29-04-2009

2009-04-29-112 TATAE

Numa aquisição intracomunitária em que os bens tenham sido colocados à disposição do adquirente em 20 de Abril e a
factura emitida nesta mesma data, o imposto torna-se exigível:
a) No dia 5 do mês de Maio;

b) No dia 15 do mês de Maio;

c) No dia 20 do mês de Abril;

d) No dia 25 do mês de Abril.

24 2009-04-112-24 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

João & Andrade, Lda, sujeito passivo de IVA no regime normal, tomou de empreitada em Barcelona a um sujeito passivo
registado em Espanha, as obras de terraplanagem com vista à construção de um complexo industrial, tendo para o efeito
transferido para aquele local, por um período de 6 meses, dez máquinas no valor global de € 2.000.000. Esta transferência,
para efeitos de IVA:
a) É considerada uma transmissão intracomunitária de bens;

b) Não é considerada transmissão de bens;

c) Está isenta por se tratar de uma exportação de bens;

d) É considerada uma prestação de serviços tributada à taxa de 20%.

25 2009-04-112-25 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE IT

08-05-2009

2009-05-08-114 IT

A sociedade "Importadora, Lda." com sede em Viseu, enquadrada no Regime Normal Mensal, adquiriu equipamento
informático a um fornecedor estabelecido em Taiwan. O equipamento, proveniente de Taiwan, foi transportado de barco até
ao porto de Roterdão na Holanda onde foi desalfandegado por um transitário e, de imediato enviado por camião para os
armazéns da "Importadora, Lda." em Viseu. Face ao descrito:
a) A entrada de bens em território português é considerado uma importação, sendo a liquidação do IVA da competência da
Direcção-geral das Alfandegas e dos Impostos Especiais de Consumo.

b) A operação descrita é uma importação de bens na Holanda, tendo a "Importadora, Lda." de pagar aos serviços aduaneiros
holandeses o IVA que seja devido pela importação.

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 35 de 36


RITI

c) A operação descrita terá de considerar-se assimilada a uma aquisição intracomunitária de bens, sujeita a IVA no território
português, cuja liquidação terá de ser efectuada pela empresa "Importadora, Lda.".

d) A operação descrita não está sujeita a IVA no território português.

28 2009-05-114-28 REGIME DO IVA NAS TRANSACÇÕES INTRACOMUNITÁRIAS

quarta-feira, 5 de Maio de 2010 José Afonso - IT 18727 Página 36 de 36


PROCESSO DE PROGRESSÃO PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DAS CATEGORIAS DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO
TRIBUTÁRIA E INSPECTOR TRIBUTÁRIO - ABERTO POR AVISO DIVULGADO EM 21/07/2004 - PROVA VERSÃO A - 16 DE
JULHO DE 2005
A

16-07-2005

2005-07-16-024 TAT

2005-07-024-42 RITI 42 C Artigos: 4.º, n.º 1 a).

2005-07-024-43 RITI 43 C Artigos: 5.º, n.º 1.

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DA CATEGORIA DE INSPECTOR TRIBUTÁRIO - ABERTO POR DESPACHO DE 2005-
04-05 DO SR. DIRECTOR-GERAL DOS IMPOSTOS - EXARADO NA INFORMAÇÃO N.º 28/2005 DA DSGRH - VERSÃO A - 01/10/05
A

01-10-2005

2005-10-01-025 IT

2005-10-025-21 RITI 21 D Artigos:

2005-10-025-22 RITI 22 C Artigos:

2005-10-025-23 RITI 23 D Artigos:

2005-10-025-24 RITI 24 D Artigos:

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


ABERTO PELO AVISO N.º 5285/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 98 - DE 20 DE MAIO
DE 2005 - p. 7845 - A
A

08-10-2005

2005-10-08-027 TAT

2005-10-027-41 RITI 41 C Artigos:

2005-10-027-42 RITI 42 B Artigos:

2005-10-027-43 RITI 43 C Artigos:

2005-10-027-44 RITI 44 B Artigos:

2005-10-027-45 RITI 45 C Artigos:

IVA - EXERCÍCIOS PRÁTICOS RESOLVIDOS

01-11-2005

2005-11-01-029 ---

2005-11-029-23 RITI 23 B Artigos:

2005-11-029-24 RITI 24 B Artigos:

2005-11-029-25 RITI 25 C Artigos:

2005-11-029-27 RITI 27 B Artigos:

2005-11-029-46 RITI 46 D Artigos:

2005-11-029-55 RITI 55 C Artigos:

2005-11-029-57 RITI 57 B Artigos: 1.º, n.º 4.

2005-11-029-58 RITI 58 D Artigos:

2005-11-029-59 RITI 59 C Artigos:

2005-11-029-60 RITI 60 D Artigos:

2005-11-029-61 RITI 61 A Artigos:

2005-11-029-62 RITI 62 D Artigos:


2005-11-029-63 RITI 63 B Artigos:

2005-11-029-64 RITI 64 D Artigos:


2005-11-029-65 RITI 65 A Artigos:

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 1 de 7


2005-11-029-66 RITI 66 B Artigos:

2005-11-029-67 RITI 67 A Artigos:

MUDANÇA PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


ABERTO PELO AVISO N.º 5697/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 109 - DE 7 DE JUNHO
DE 2005 - p. 8559 - A
A

05-11-2005

2005-11-05-030 TAT

2005-11-030-41 RITI 41 B Artigos:

2005-11-030-42 RITI 42 C Artigos:

2005-11-030-43 RITI 43 B Artigos:

2005-11-030-44 RITI 44 A Artigos:

2005-11-030-45 RITI 45 C Artigos:

INSPECTORES TRIBUTÁRIOS DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE
AVALIAÇÃO PERMANENTE - PRIMEIRO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 6768/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 136 - DE 18/07/2005 - VERSÃO A
A

03-12-2005

2005-12-03-032 IT

2005-12-032-25 RITI 25 A Artigos:

2005-12-032-26 RITI 26 C Artigos:

2005-12-032-27 RITI 27 D Artigos:

2005-12-032-35 RITI 35 C Artigos:

2005-12-032-36 RITI 36 B Artigos:

2005-12-032-37 RITI 37 B Artigos:

2005-12-032-38 RITI 38 B Artigos:

2005-12-032-39 RITI 39 B Artigos:

2005-12-032-40 RITI 40 C Artigos:

2005-12-032-41 RITI 41 C Artigos:

2005-12-032-42 RITI 42 C Artigos:

2005-12-032-43 RITI 43 A Artigos:

2005-12-032-44 RITI 44 B Artigos:

2005-12-032-45 RITI 45 D Artigos:

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DOS TAT - 2.ª CHAMADA


2.ª CHAMADA

10-12-2005

2005-12-10-033 TAT

2005-12-033-18 RITI 18 C Artigos: 9.º, n.º 31 do CIVA. 5.º, n.º 1 do RITI.

2005-12-033-19 RITI 19 B Artigos: 5.º, n.º 1 b) e 6.º.

2005-12-033-22 RITI 22 A Artigos:

2005-12-033-23 RITI 23 A Artigos: 8.º, n.º 1.

2005-12-033-24 RITI 24 C Artigos:

2005-12-033-25 RITI 25 B Artigos:

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


1.º TESTE - AVISO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 134 - DE 14 DE JULHO DE
2005 - p. 10 269 - A
A

10-12-2005

2005-12-10-034 TAT

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 2 de 7


2005-12-034-18 RITI 18 C Artigos:

2005-12-034-19 RITI 19 ** Artigos:

2005-12-034-20 RITI 20 C Artigos:

2005-12-034-21 RITI 21 B Artigos:

2005-12-034-22 RITI 22 C Artigos:

2005-12-034-23 RITI 23 A Artigos:

2005-12-034-24 RITI 24 B Artigos:

2005-12-034-25 RITI 25 D Artigos:

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


2.º TESTE - AVISO N.º 8106/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 180 - DE 19 DE
SETEMBRO DE 2005 - p. 13 570 - A
A

18-02-2006

2006-02-18-041 TAT

2006-02-041-30 RITI 30 D Artigos:

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - ABERTO PELO AVISO N.º 5285/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 98 - DE
20 DE MAIO DE 2005 - p. 7845 - A
2.ª CHAMADA - A

18-02-2006

2006-02-18-042 TAT

2006-02-042-41 RITI 41 A Artigos:

2006-02-042-42 RITI 42 B Artigos:

2006-02-042-43 RITI 43 A Artigos: 19.º.

2006-02-042-44 RITI 44 B Artigos:

2006-02-042-45 RITI 45 D Artigos: 8.º.

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TATA DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 1.ª CHAMADA -
B
1.ª CHAMADA

29-06-2006

2006-06-29-049 TAT

2006-06-049-25 RITI 25 A Artigos: 12.º.

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


3.º TESTE - AVISO N.º 5986/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 99 - DE 23 DE MAIO DE
2006 - p. 7265 - VERSÃO A - 14OUT06
A

14-10-2006

2006-10-14-051 TAT

2006-10-051-34 RITI 34 D Artigos:

2006-10-051-35 RITI 35 B Artigos: 12.º e 13.º.

INSPECTORES TRIBUTÁRIOS DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE
AVALIAÇÃO PERMANENTE - TERCEIRO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 5987/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 99 - DE 23/05/2006 - VERSÃO A
A

28-10-2006

IT

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 3 de 7


2006-10-28-052 IT

2006-10-052-23 RITI 23 B Artigos: 28.º, n.º 1.

2006-10-052-28 RITI 28 A Artigos:

CONCURSO DE ADMISSÃO DE TÉCNICOS ECONOMISTAS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DR 2.ª
SÉRIE N.º 294 DE 20.12.99 - TESTE SOBRE A 1.ª PARTE DA FORMAÇÃO TEÓRICA - 20 DE NOVEMBRO DE 2006

20-11-2006

2006-11-20-053 TE

2006-11-053-27 RITI 27 A Artigos: 4.º.

2006-11-053-28 RITI 28 C Artigos: 13.º.

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TATA DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 2.ª CHAMADA
2.ª CHAMADA

24-11-2006

2006-11-24-054 TAT

2006-11-054-25 RITI 25 A Artigos: 28.º, n.º 1.

MUDANÇA DO NÍVEL 2 PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - 1.º TESTE - AVISO N.º 7330/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 125 - DE 30
DE JUNHO DE 2006
B

25-11-2006

2006-11-25-055 TAT

2006-11-055-15 RITI 15 B Artigos: 6.º, n.º 8 a) do CIVA. Artigo 5.º, n.º 1 do RITI.

2006-11-055-16 RITI 16 B Artigos:

2006-11-055-17 RITI 17 C Artigos: 12.º, n.º 1 e 13.º.

2006-11-055-18 RITI 18 D Artigos:

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - 1.º TESTE - AVISO N.º 7294/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 124 - DE 29
DE JUNHO DE 2006 - p. 13 570 - A
A

25-11-2006

2006-11-25-056 TAT

2006-11-056-16 RITI 16 D Artigos: 5.º, n.º 1; 22.º, n.º 2 e 25.º, n.º 1.

CONCURSO DE ADMISSÃO DE INSPECTORES TRIBUTÁRIOS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DIÁRIO
DA REPÚBLICA 2.ª SÉRIE N.º 55 DE 18,03,2005 - TESTE SOBRE A 1.ª PARTE TEÓRICA - ABRIL DE 2007
A

28-04-2007

2007-04-28-064 IT

2007-04-064-23 RITI 23 A Artigos:

2007-04-064-24 RITI 24 C Artigos: 9.º, n.º 2 do CIVA. 1.º a); 2.º, n.º 1 b); 5.º, n.º 1 e 8.º, n.º 1.

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


3.º TESTE - ABERTO PELO AVISO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 134 - 14
DE JULHO DE 2005 - p. 10 269 - 3.º
2.ª CHAMADA

24-05-2007

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 4 de 7


24-05-2007

2007-05-24-065 TAT

2007-05-065-34 RITI 34 B Artigos: 8.º, n.º 1 e 18.º. Artigo 18.º, n.º 3 do CIVA.

2007-05-065-35 RITI 35 A Artigos: 9.º, n.º 38 c) do CIVA; 2.º, n.º 1 b); 3.º; 5.º e 8.º, n.º 1.

MUDANÇA DO NÍVEL 2 PARA O NÍVEL 3 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA


ADJUNTO - AVISO N.º 7330/2006 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE - N.º 125 - DE 30 DE JUNHO
DE 2006
2.ª CHAMADA - A

24-05-2007

2007-05-24-066 ---

2007-05-066-15 RITI 15 C Artigos: 1.º a); 2.º, n.º 1 b); 5.º, n.º 1 do RITI e 6.º, n.º 6 c).

2007-05-066-16 RITI 16 D Artigos: 2.º, n.º 2 a).

2007-05-066-17 RITI 17 A Artigos: 1.º.

2007-05-066-18 RITI 18 B Artigos: 14.º a).

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT) - 3.ª CHAMADA
3.ª CHAMADA

19-07-2007

2007-07-19-074 TATA

2007-07-074-25 RITI 25 C Artigos: 28.º, n.º 1.

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 3.º TESTE - ABERTO PELO AVSO N.º 6703/2005 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II
SÉRIE - N.º 134 - 14/07/2005 - p. 10 269
2.º CHAMADA - PROVA ESPECIAL

18-09-2007

2007-09-18-076 TAT

2007-09-076-34 RITI 34 A Artigos: 14.º a).

2007-09-076-35 RITI 35 B Artigos: 2.º, n.º 1 b); 5.º, n.º 1 e 30.º, n.º 1.

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 4.º TESTE - AVISO N.º 12 625/2007 (2.ª SÉRIE), PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 -
12/07/2004 - p. 19 943
B

20-10-2007

2007-10-20-079 TAT

2007-10-079-28 RITI 28 Artigos:

IT DO NÍVEL 1 DO GRAU 4 NÃO ABRANGIDOS PELO N.º 5 DA PARTE II DO REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO


PERMANENTE - QUARTO TESTE DE AVALIAÇÃO - AVISO N.º 12 626/2007 PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 - DE
12/07/2007 - VERSÃO A
A

30-10-2007

2007-10-30-081 IT

2007-10-081-13 RITI 13 C Artigos:

2007-10-081-18 RITI 18 C Artigos:

2007-10-081-19 RITI 19 A Artigos:

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 5 de 7


MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O GRAU 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TAT - PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - CICLO
DE AVALIAÇÃO 2007/2009 - 1.º TESTE - ABERTO PELO AVISO N.º 12 631/2007 (2.ª SÉRIE) PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º
133 - DE 12/07/2007
A

24-11-2007

2007-11-24-089 ---

2007-11-089-17 RITI 17 A Artigos: 13.º.

2007-11-089-18 RITI 18 B Artigos: 2.º, n.º 1 b); 5.º, n.º 1 e 11.º, n.º 1.

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4 DA CATEGORIA DE INSPECTOR TRIBUTÁRIO - PROCEDIMENTO DE


AVALIAÇÃO - ABERTO POR DESPACHO DE 2006-11-30 DO SR. DIRECTOR GERAL DOS IMPOSTOS EXARADO NA
PROPOSTA N.º 76/2006 - AP, DE 15/11 DA DSGHR - VERSÃO A - 15/12
VERSÃO A

15-12-2007

2007-12-15-090 IT

2007-12-090-10 RITI 10 C Artigos: 3.º; 8.º, n.º 1.

2007-12-090-13 RITI 13 C Artigos:

2007-12-090-14 RITI 14 D Artigos:

2007-12-090-15 RITI 15 A Artigos: 8.º.

2007-12-090-17 RITI 17 A Artigos: 8.º.

MUDANÇA DO NÍVEL 1 PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE TAT - PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - 4.º
TESTE - AVISO N.º 12 625/2007 (2.ª SÉRIE), PUBLICADO NO DR - II SÉRIE - N.º 133 - DE 12/07/2007 - p.19 943
2.ª CHAMADA

19-02-2008

2008-02-19-092 TAT

2008-02-092-27 RITI 27 B Artigos:

2008-02-092-28 RITI 28 C Artigos: 1.º, n.º 4 e 27.º, n.º 3 do CIVA; n.º 1 a).

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADOS AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT), APROVADOS NO CONCURSO DE INGRESSO ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO
DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE, N.º 230 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005.
1.ª CHAMADA - VERSÃO A

21-06-2008

2008-06-21-100 TATAE

2008-06-100-24 RITI 24 A
2008-06-100-25 RITI 25 D

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 2, DA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA ADJUNTO -


PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO - AVISO (EXTRACTO N.º 16030/2008, DIÁRIO DA REPÚBLICA, 2.ª SÉRIE, N.º 100, DE 26 DE
MAIO DE 2008 - P. 23 166.
VERSÃO A

25-10-2008

2008-10-25-104 TATA

2008-10-104-23 RITI 23 D RITI - art.º 1º

2008-10-104-24 RITI 24 D RITI art.º 6º

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADOS AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 6 de 7


ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT), APROVADOS NO CONCURSO DE INGRESSO ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO
DIÁRIO DA REPÚBLICA - II SÉRIE, N.º 230 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005.

2.ª CHAMADA - VERSÃO A

29-10-2008

2008-10-28-105 TATAE

2008-10-105-25 RITI 25 A

CONCURSO DE ADMISSÃO DE INSPECTORES TRIBUTÁRIOS ESTAGIÁRIOS ABERTO POR AVISO PUBLICADO NO DIÁRIO
DA REPÚBLICA 2ª SÉRIE N.º 55 DE 18.03.2005 - TESTE FINAL.
2.ª CHAMADA

11-12-2008

2008-12-11-108 IT

2008-12-108-16 RITI 16 A

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DOS TATA, NIVEL 1 DO GRAU 2


2.ª CHAMADA - VERSÃO B

01-01-2009

2009-01-01-110 TATA

2009-01-110-24 RITI 24

SEGUNDO TESTE DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, DESTINADO AOS FUNCIONÁRIOS EM ESTÁGIO, PARA INGRESSO
NA CATEGORIA DE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA-ADJUNTO DO GRAU 2, DO GRUPO DE PESSOAL DE
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA (GAT).
3.ª CHAMADA

29-04-2009

2009-04-29-112 TATAE

2009-04-112-24 RITI 24 C
2009-04-112-25 RITI 25 B

MUDANÇA PARA O NÍVEL 2 DO GRAU 4, DA CATEGORIA DE IT

08-05-2009

2009-05-08-114 IT

2009-05-114-28 RITI 28 C

05-Mai-10 José Afonso - ITE 18727 Página 7 de 7