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O orgulho é um sentimento egoísta, uma admiração pelo próprio mérito, excesso

de amor-próprio; arrogância, soberba e imodéstia. O primeiro sentimento ruim a


nascer em Lúcifer.

No Antigo Testamento, encontramos documentada a história de satanás, que


indica que este foi criado por Deus como um anjo governante chamado Lúcifer,
com grandes poderes. O orgulho, porém, o levou a se rebelar contra Deus
(conforme Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:12-15). Arrasado pelo pecado, Lúcifer é
transformado em satanás. O nome significa inimigo ou adversário, e satanás é um
poderoso anjo decaído, intensamente hostil a Deus e antagonista do povo de
Deus.

Em provérbios 6:17 as Escrituras Sagradas revelam que Deus detesta o orgulho.


Isso merece a atenção do homem, pois no mesmo livro, um pouco mais à frente,
no capítulo 20:32, consta que o orgulho é totalmente sem fundamento e, portanto,
estúpido e irracional. Ainda em Provérbios, parece que Deus quis deixar bem clara
para o homem uma série de avisos com respeito a esse sentimento. No capítulo
3:7, é dito que a pessoa orgulhosa é sábia aos seus próprios olhos.

É importante lembrar que Deus destruiu Sodoma e Gomorra devido o orgulho


daquele povo. A prostituições e outros pecados, vieram depois como
conseqüência.

Uma pessoa orgulhosa só consegue se libertar desse sentimento se for capaz de


reconhecê-lo, pois fica naturalmente camuflado. Dificilmente um orgulhoso
reconhecerá que o é. Quando alguém reconhece sua própria responsabilidade
pelo pecado, evita a ilusão de ser algo quando não é (Gálatas 6:1-5).

Pedir a Deus humildade é um começo, mas é certo que o Senhor prova a cada um
segundo o seu coração. Existem pessoas que respiram tanto orgulho que a dor e
a humilhação parecem ser o único meio pelo qual a humildade pode ser
aprendida.

O Senhor sempre estará aberto para receber o clamor de seu povo. “Se o meu
povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se
converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus
pecados e sararei a sua terra.” (2 Crônicas 7:14)

Se você já passou por divisão na igreja, está bastante familiarizado com o terrível turbilhão
de emoções e o inconsolável sofrimento que acompanham essa descida ao inferno. Se você
não tem familiaridade com a experiência, um grande choque o aguarda: grupos de cristãos
outrora bondosos e unidos se separarão em facções para se oporem uns aos outros. De
repente manifestarão calúnia, ira, engano, medo, amargura, ódio, maledicência, falta de
perdão, contenda, rebelião e orgulho.
Qualquer uma dessas atitudes, isolada em um único indivíduo, seria reconhecida e exposta
como pecado. No entanto, quando ocorrem em massa em uma divisão na igreja, são
consideradas de certa forma justas. A ira é redefinida como “lutar por um princípio”. A
calúnia e a maledicência agora se alistam como aliadas “na busca da verdade”.

O epicentro da divisão pode ser localizado em uma única igreja, mas as ondas de choque
são sentidas ao longo de uma grande área do Corpo de Cristo e em toda a comunidade. As
notícias do conflito são comunicadas em sussurros como quando ouvimos falar que um
membro da família tem câncer. E se trata mesmo de um câncer – pois divisão é um sistema
de vida maligno, um falso crescimento autorizado pela ira, pelo orgulho e pela ambição, em
vez da mansidão e paciência de Cristo. É uma guerra na qual o diabo é o único que
realmente vence.

São muitos os motivos para separações na igreja. As divisões podem originar-se de


confusões relacionadas aos líderes da igreja. A quem Deus realmente concedeu autoridade
final em qualquer congregação? Às vezes, a raiz do conflito é simplesmente a ambição mal
direcionada de um ou mais líderes associados. É claro que sempre existe a questão da
batalha espiritual. Com freqüência, assim que a igreja começa a crescer em números de
membros ou a desenvolver-se espiritualmente, surgem conflitos manipulados por
demônios.

Talvez as separações envolvam alguma combinação de todos os citados. Entretanto,


independente da fonte de cada divisão, Jesus avisou que enquanto nossa casa estiver
dividida, ela “não subsistirá” (Mt 12.25).

A Primeira Divisão

Podemos achar que o Senhor não está familiarizado com a dor de uma divisão na igreja. Ele
está. É provável que você se lembre de que, antes da criação do homem, o céu passou por
um momento de grande rebelião, uma “divisão” se preferir.

Naquele tempo, Satanás era conhecido como Lúcifer ou Hillel Ben Shahar em hebraico.
Hillel vem de Hallel, que significa louvar, adorar, servir. Ben Shahar significava filho do
amanhecer. A implicação é que Lúcifer era o líder do louvor no amanhecer da criação.
Dotado dos dons de liderança e criatividade musical, sua posição não lhe era suficiente.
Motivado pela inveja e ambição, Lúcifer fez com que um terço dos anjos se rebelasse
contra a autoridade de Deus.

O terrível crime de Lúcifer não foi apenas ter-se rebelado contra Deus – por mais que tenha
sido maligno. O pior foi ter roubado um terço dos anjos por meio da calúnia contra Deus e
do engano. Considere o poder de sedução e engano deste mestre da divisão: ele conseguiu
convencer um grupo de anjos, que estavam contemplando a glória resplandecente de Deus,
de que eles conseguiriam vencer uma guerra contra seu Criador! Em temor e admiração,
eles haviam visto galáxias surgirem a partir da boca de Deus. Todavia, de alguma forma,
passaram a acreditar que, sob a liderança de Lúcifer, poderiam derrotar o Todo-Poderoso.

Ainda que os anjos rebelados soubessem que Deus era completamente onisciente de cada
pensamento, acreditaram que poderiam pensar antes dele. Usando discrição, calúnia e
sedução, Lúcifer engendrou descontentamento entre os anjos a fim de que todos os prazeres
do céu não conseguissem satisfazê-los. Então, os afastou do esplendor inimaginável da
presença de Deus, convencendo-os de que a impenetrável escuridão externa lhes seria mais
satisfatória. Sim, veja o poder de engano usado por nosso antigo inimigo e imagine se ele
não conseguiria separar bons amigos em uma divisão na igreja aqui na Terra.

Não sabemos quanto tempo durou a rebelião no céu, e também não está escrito qual foi o
engano que Lúcifer propagou. A Bíblia apenas concede fugazes reflexões sobre aquela
horrível e cataclísmica divisão. Será que Deus não foi afetado pelo conflito? Será que o Pai
Celestial estava perfeitamente distante da dor da separação ou sofreu algum desgosto
quando os anjos a quem havia concedido o dom da vida se rebelaram contra ele? Lembre-se
de que Deus viu a grande mentira espalhar-se, infectar cada anjo até que um terço uniu-se à
insurreição. Será que a divisão foi a primeira grande dor no coração de Deus?

Amado, pense com temor e tremor: antes dessa antiga separação, o inferno ainda não
existia pelo que sabemos. O inferno tornou-se realidade como conseqüência da divisão,
criado para aqueles que acreditaram na mentira do diabo (Mt 25.41).

A Guerra Contra o Céu Continua – Dentro da Igreja

Contudo, embora Lúcifer e suas hostes tenham sido banidos para os “abismos de trevas” (2
Pe 2.4), a guerra com o céu não terminou. Começando com Adão e Eva, o diabo continuou
sua guerra contra Deus. Na verdade, o conflito que os cristãos experimentam hoje, de uma
forma real, é a continuação desse grande e primordial conflito. Cada vez que ele divide
mais uma igreja, parte de seu objetivo é atingir novamente o coração de Deus.

Uma verdade que nos ajudará a derrotar o inimigo é saber que, quando a igreja está
sofrendo a dor da divisão, o que parecem ser as questões principais geralmente nem vêm ao
caso. De fato, quando Lúcifer caiu, do ponto de vista celestial, ele não manteve mais o
nome Lúcifer, mas passou a chamar-se “Satanás” ou “diabo”. O significado destes dois
nomes nos dá uma idéia da natureza daquilo contra o que lutamos durante uma separação.

Satanás significa aquele que se opõe ou adversário. Que poder fortalece a atitude de
confronto daqueles que se opõem à autoridade estabelecida na igreja? O poder que reforça a
incapacidade de reconciliar-se é satânico e pode enfiar-se entre aqueles que discordam e os
que estão na liderança. Satanás ferozmente se oporá à idéia de cura e reconciliação.

O nome diabo significa caluniador. Caluniar significa mais do que “falar mal de outra
pessoa”. Literalmente falando, significa aquele que coloca alguma coisa ou a si mesmo
entre dois a fim de dividi-los.

O objetivo de Satanás não é apenas falar mal, mas colocar algo entre as pessoas a fim de
dividi-las. A obra de dividir destrói amizades, casamentos e igrejas. Ele aumentará o que
parece errado em alguém e distorcerá as reações da outra pessoa. Ele frustrará nossas
tentativas de entrar em acordo e dividirá repetidamente os cristãos com novos assuntos.

Uma das marcas de uma igreja sob ataques demoníacos é que as críticas do grupo dividido
nunca se esgotam: ameniza-se uma questão, e surgem mais três. Quando Satanás manipula
o grupo dissidente dentro da igreja, as questões que o inflamam são apenas uma cortina de
fumaça para dividir e ganhar a igreja. Parecem bastante verdadeiras, mas, quando uma
questão se torna mais central para nosso relacionamento do que a humildade, o amor e a fé,
esta questão é de fato uma cunha enviada para dividir.

A Causa Mais Sutil das Divisões

Existem, talvez, muitas fontes de conflitos que levam a divisões e separações, mas
nenhuma delas é mais sutil ou poderosa do que a ambição religiosa – sobretudo, quando um
líder subordinado começa a imaginar que Deus o chamou para ocupar o lugar do pastor
principal ou do líder do departamento.

Por meio do profeta Isaías, o Espírito Santo nos mostra o motivo da rebelião de Lúcifer
contra a autoridade divina: a ambição egoísta. Manifestando-se sucintamente pela voz e
ambição do rei da Babilônia (Is 14.12-14), cinco vezes o foco do orgulho de Lúcifer
expressa a cobiça irrestrita pela preeminência e posição até afirmar claramente sua busca de
suplantar Deus como ser supremo adorado no planeta Terra.

Lúcifer não apenas deseja ser semelhante a Deus, mas também procura “subir ao céu” e
estabelecer seu trono acima das estrelas de Deus, que é o local onde o Altíssimo se assenta!
O Apocalipse de João confirma este objetivo várias vezes ao longo do livro: Satanás busca
ser adorado. Ele busca o lugar de Deus no céu e o lugar de Deus em nós.

Isso é vital para o seguinte discernimento: Satanás é basicamente um espírito religioso. Ele
não quer destruir o mundo, mas dominá-lo. Ele colocou um terço dos anjos contra a
autoridade de Deus no céu e manipula a ambição religiosa dos líderes subordinados a fim
de usurpar a autoridade delegada por Deus à sua Igreja na Terra.

É claro que o envolvimento de Lúcifer na religião humana é comum e multifacetado, mas


nada que ele faz é mais sutil ou diabólico do que enganar os bons cristãos a se voltarem
contra os líderes de sua própria igreja. Sempre que procuramos ocupar o lugar de alguém
que Deus colocou na posição de autoridade, estamos assumindo a imagem de Lúcifer e não
a de Cristo.

Oração

Senhor, perdoa-nos por permitirmos que as divisões e separações se tornem tradições


profundamente arraigadas no cristianismo. Confessamos que somos facilmente
manipulados pelas falsas questões. Senhor, faze-nos instrumentos de cura. Ajuda-nos a
trabalharmos contigo para unir a Igreja e preparar tua Noiva. Ajuda-nos a enxergar a
verdadeira questão: em toda diversidade, permaneceremos unidos? Em nome de Jesus.
Amém.

Extraído e adaptado de “Divisão, a Igreja a Caminho da Destruição”, Francis Frangipane,


Editora Naós, São Paulo, 2003

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