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Colégio Pedro II - Unidade São Cristóvão III

Coordenação de História

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra


Alunos: Erasmo Zoé, Johny Caldas, Marcos Henrique
Turma: I311

2010
1. Introdução

Escolhemos esse tema porque é um assunto interessante que vem sendo tratado durante alguns anos no
Brasil. Abordado também na campanha de Lula em 2003 para a sua eleição como forma de arrecadar votos de
um povo que tem necessidades.
O movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra - MST surgiu a partir da necessidade de promover a
reforma agrária. Esse por sua vez é um sistema que visa distribuir terras de forma justa. A partir desse
pensamento e da oposição real em que o Brasil se encontra, pessoas que não possuem terras para plantio
organizaram um movimento de protesto contra a centralização de terras nas mãos de poucos.
Nasceu da articulação das lutas pela terra, que foram retomadas a partir do final da década de 70,
especialmente na região Centro-Sul do país e, aos poucos, expandiu-se pelo Brasil inteiro. O MST teve sua
gestação no período de 1979 a 1984, e foi criado formalmente no Primeiro Encontro Nacional de
Trabalhadores Sem Terra, que se realizou de 21 a 24 de janeiro de 1984, em Cascavel, no estado do Paraná.
Hoje o MST está organizado em 22 estados, e segue com os mesmos objetivos definidos neste Encontro de 84
e ratificados no I Congresso Nacional realizado em Curitiba, em 1985, também no Paraná: lutar pela terra,
pela Reforma Agrária e pela construção de uma sociedade mais justa, sem explorados nem exploradores.
Nos 16 anos completados na entrada dos anos 2000, o MST contabiliza um número de aproximadamente
250 mil famílias assentadas e de 70 mil famílias acampadas em todo o Brasil. Quantidades pequenas diante da
realidade das mais de 4,5 milhões de famílias sem-terra existentes no país, mas significativas, dado o formato
histórico da questão agrária entre nós, e a dignidade humana construída mediante tais números. O MST já
registra em sua história áreas conquistadas do latifúndio que se tornaram lugares de vida e de trabalho para
muitas famílias, e de produção de alimentos para mais outras tantas; hoje são 81 cooperativas de trabalhadores
e trabalhadoras Sem Terra, 45 unidades agroindustriais e, o principal, a eliminação da fome e a redução
drástica dos índices de mortalidade infantil nos assentamentos espalhados pelo Brasil inteiro.
O MST também registra em sua história, e com especial orgulho, as 100 mil crianças e adolescentes que
estão estudando em escolas conquistadas em suas áreas de assentamento e acampamento, as cirandas infantis,
que aos poucos vão produzindo a cultura da educação infantil no campo; um movimento massivo de
alfabetização de jovens e adultos sem-terra, que envolve em torno de 20 mil educandos, e também a formação
de técnicos e de educadores em cursos de nível médio e superior, assim como diversas outras iniciativas de
formação de sua militância e do conjunto da família Sem Terra.

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Um dos desafios que nos coloca é exatamente o de repensar as práticas educativas e as matrizes
pedagógicas de uma educação que se assuma como parte dos dilemas sociais deste final de século. Penso que
uma das maneiras de fazer esta reflexão é olhar com mais atenção para os novos sujeitos sociais deste
momento histórico, que vêm sendo produzidos pela dinâmica das lutas sociais que não aceitaram a exclusão
como um dado inevitável. Ao buscarem reconquistar o direito ao trabalho e à dignidade, estes sujeitos e suas
lutas nos ensinam algo mais sobre processos de transformação social, e sobre práticas de educação a eles
vinculadas. Os movimentos sociais têm sido espaços de organização destas lutas e de formação destes sujeitos.

2. Objetivos da Pesquisa
2.1. Objetivo Geral:

O movimento é organizado em prol de três objetivos principais, que são as lutas pela terras, lutas por
Reforma Agrária e lutas por uma sociedade mais justa e fraterna. Estes objetivos estão manifestos nos
documentos que orientam a ação política do MST, definidos em nosso Congresso Nacionais e no Programa de
Reforma Agrária.

2.2. Objetivo Específico:

A luta pela terra e por Reforma Agrária no Brasil, ao longo de cinco séculos, tem sido marcada por muita
luta e resistência, que se intensificou nos últimos anos.
Há, de um lado, milhares de famílias Sem Terra que almejam conquistar um pedaço de chão para a sua
sobrevivência. De outro, existe o latifúndio, defendendo sua posse a todo custo e impedindo o cumprimento da
Constituição de 1988. Com isso, o campo brasileiro se tornou palco de conflitos quase que cotidianos.
Mas o que seria um movimento de justiça, parece mais um movimento sem foco definido, que só age à
base da violência. Se alguém discorda, como explicar as invasões feitas pelos membros do MST utilizando
facões e foices (que são ferramentas de trabalho, são usadas como armas para ameaças), e até armas de fogo,
praticamente dispostos à briga? Em um movimento pacífico, não é necessário o uso de armas para convencer
de que é certo, o MST é uma desordem.

3. Questões de Investigação:

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3.1. As principais reivindicações com o governo;
3.2. As características desse movimento;
3.3. O desenvolvimento em que se encontra.

4. Justificativa:

O que podemos compreender pelo termo “sem terra”?


Ser Sem Terra é também mais do que lutar pela terra; Sem Terra é uma identidade historicamente
construída, primeiro como afirmação de uma condição social: sem-terra, e aos poucos não mais como uma
circunstância de vida a ser superada, mas como uma identidade de cultivo: Sem Terra do MST! Isto fica ainda
mais explícito na construção histórica da categoria crianças Sem Terra, ou Sem Terrinha, que não distinguindo
filhos e filhas de famílias acampadas ou assentadas, projeta não uma condição, mas um sujeito social, um
nome próprio a ser herdado e honrado. Esta identidade fica mais forte à medida que se materializa em um
modo de vida, ou seja, que constitui-se como cultura, e que projeta transformações no jeito de ser da sociedade
atual e nos valores (ou anti-valores) que a sustentam.

5. Metodologia de Pesquisa e Fontes

Faremos o projeto com fontes da internet e revistas (virtuais). Nossas fontes são o próprio site de busca
do Google, site do MST, blogs, revista Veja, site da Globo e entre outros.

6. Cronograma de Realização da Pesquisa

Tempo/  Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro/Outubr


Atividade o

Finalização  X
do Projeto

Localização 
das   Fontes 
X
Primárias

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Pesquisa 
em 
Bibliotecas 
e Arquivos

Leitura   da 
Bibliografi
X X

Análise   das 
fontes 
X
primárias

Reunião 
com 
X
Orientador

Redação do 
Trabalho 
X X/X
Final

Formatação 
do   Produto 
X/X
Final

Entrega   do 
Trabalho 
X/X
Final

7. Bibliografia

http://www.scielo.br/scielo.php?%20script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000300016
http://www.mst.org.br/node/8629
http://titaferreira.multiply.com/market/item/1219/Quem_vai_cruzar_a_ponte_com_Brancaleone
http://alissoncastro.sites.uol.com.br/historiadomst.htm
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/acoes-do-mst-pelo-brasil
http://www.mst.org.br/node/7703
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mst-e-o-terrorismo-oficializado/

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