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Colégio Pedro II - Unidade São Cristóvão III

Coordenação de História

MÁSCARA VERDE

Alexsandra Paes,
Andressa Rosas,
Lilah Fontenelle,
Mariana Otero.

MA313

2010
COLÉGIO PEDRO II
UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

A MÁSCARA VERDE

Alexsandra Paes Leme N°1


Andressa Rosas de Menezes N°4
Lilah Ribeiro N°15
Mariana Otero N°17
Turma: MA313

Trabalho apresentado ao
Departamento de História, como
requisito para obtenção de nota
para a conclusão da 2ª Certificação
da disciplina História.

Rio de Janeiro, 2010.


SUMÁRIO:

Introdução

Apresentação da British Petroleum e história de seu logo

BP e meio ambiente

Apresentação da British Petroleum e história de seu logo:

British Petroleum e o Golfo de México:

Conseqüências do vazamento de petróleo no Golfo do México

Conclusões
Introdução:

Desde os primórdios o ser humano já tinha o hábito de alterar o meio em que


vive. Mas foi com a invenção da máquina a vapor que essa prática que intensificou, o
homem transformou toda a natura ao seu redor, explorando os recursos naturais,
poluindo e desmatando incontrolavelmente para construir grandes parques industriais
por razões econômicas e tecnológicas. Durante este longo período da história, não
houve preocupação com as possíveis conseqüências que todas estas ações poderiam
trazer.
A partir da década de 1970 começou a haver um questionamento do modo de
vida contemporâneo; assim nasceram as idéias de sustentabilidade e educação
ambiental. Foi a partir daí que o Brasil começou a adotar essas idéias, quando
participou da Conferência de Estocolmo (1972). Mas foi 20 anos depois que essas idéias
começaram a surtir um efeito maior, quando o Rio de Janeiro foi sede da Conferência
das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, evento que ficou
conhecido como ECO-92, a fim de estabelecer medidas para a preservação da
biodiversidade. O impacto desse encontro refletiu em toda sociedade uma falsa
preocupação acerca desse assunto que ecoou principalmente no inicio do século XXI.
Se aproveitando deste novo paradigma ambiental, em que grande parcela da
população tem se inserido, a maior parte das empresas vêem mostrando um suposto
interesse com a preservação do meio ambiente e usando o mesmo como tática de
marketing, com finalidade de atrair mercado consumidor, indústrias começaram a lançar
idéias de “plante uma árvore e você salvará o planeta” como meio propagandístico.
Assim, nesta pesquisa será abordada a verdadeira consciência ecológica
desde a virada do século, que a maioria das pessoas não possui e desmascarar a
“preocupação verde” das indústrias que tem sido crescente e cada vez mais presente na
atualidade e como isso virou moda no mundo da propaganda.
História da Empresa Ypê

British Petroleum é uma empresa britânica que trabalha na área de produção de


energia, inclusive por meio da exploração de combustíveis fósseis.

Imagem retirada do site da British Petroleum mostrando a evolução do logo da empresa.

Antes de ser oficialmente uma marca a BP era uma gama de produtos.


Em 1917, latas de combustível que haviam sido vendidos sob o rótulo "Palm
Tree Oil” foram comercializados como" BP ".
A gasolina BP rapidamente teria ganhado fama pela imaginação dos
motoristas, tanto na Grã-Bretanha e na Europa continental. As letras
apareceram em propagandas sobre as bombas e nas laterais dos caminhões
de entrega.
Em 1920, um deputado da AR Saunders ganhou um concurso para
projetar a marca BP. Era um quadrado com um “B” e um “P”, com asas em
suas bordas, fixado para o esboço de um escudo.
As cores dentro do escudo poderiam ser vermelho, azul, preto, verde,
amarelo ou branco. Mas na década de 30, foi enviada uma carta pelos
executivos às filiais pedindo-lhes que todos possam utilizar um logo
consistente, e as cores verde e amarelo passaram a ser usadas como norma.
O escudo serviria a empresa por 80 anos, todos apresentaram algumas
mudanças sutis ao longo de sua história.
No final do século XX, a BP uniu-se com a Amoco, seu nome passou a
BP Amoco, e o escudo apareceu lado a lado com uma tocha igual o logo da
antiga Amoco.
Nos anos 2000, a BP passa a ser um grupo de
empresas que incluíam Amoco, Arco e Castrol, passou
usar um novo logo, a sunburst de verde, amarelo e
branco, que simboliza a energia dinâmica em todas as
suas formas. Este é um sol chamado de Hélios como o deus grego do sol. O sol
diferente de qualquer outra forma de energia, e simboliza a vida, a forma
orgânica de um girassol para a maior fonte de energia.
Ao anunciar a mudança, a empresa disse que tinha decidido manter o
nome de BP por causa de seu reconhecimento mundial e Hélios simbolizava
novas aspirações para a empresa como melhores pessoas, melhores produtos,
melhor imagem, além do petróleo (o atual slogan da empresa).

BP e meio ambiente:

A empresa propõe-se em ajudar o mundo a atender a crescente demanda


de calor, luz e mobilidade. E diz esforçar-se para fazer isso através da produção
de energia acessível e segura, não danificando o meio ambiente.
A BP lança-se a implementação de diversificados materiais e soluções
reais para atender as necessidades do mundo de forma segura, limpa e
acessível de energia, tentando minimizar o impacto ambiental, usando técnicas
de avaliação de riscos.

“Estamos incorporando os nossos sistemas de gestão ambiental em nossa


escala de funcionamento de sistemas de gestão de grupo que nos ajuda a
definir prioridades para as operações com base na avaliação dos principais
riscos, inclusive aqueles relacionados ao desempenho ambiental e social.
Acreditamos que esta integração irá promover uma maior eficiência e coerência
em toda a empresa.” British Petroleum.

Foi criado pela mesma um relatório de sustentabilidade no ano de 2009, em que


são abordadas a gestão sistemática e as normas da empresa para diminuir os impactos
ambientais, a responsabilidade social e ambiental com áreas sensíveis, o que é feito para
manter a biodiversidade e para proteger os ecossistemas.

British Petroleum e o Golfo de México:


No dia 20 de abril de 2010 houve um acidente no Golfo do México na
plataforma da empresa, o que provocou um derramamento de petróleo ininterrupto e
que pode durar meses.

“Quando a plataforma Deepwater Horizon pegou fogo, um sistema automático


deveria ter fechado imediatamente uma válvula no fundo do mar. Deveria, mas não
fechou. O equipamento de emergência falhou e, quando a plataforma afundou, dois dias
depois, a tampa do poço ficou aberta. (...) Bastaria girar a válvula e o poço ficaria
fechado para sempre. Mas o equipamento está a mais de 1,5 mil metros de
profundidade.” Vazamento de petróleo desafia a tecnologia no Golfo do México.G1.globo.com. 02/05/2010

Como resultado desse episódio, tem se visto o grande impacto causado nos
ecossistemas presentes nas proximidades da macha de óleo, como o marisma.

Em uma reportagem exibida no programa Fantástico da rede Globo de televisão,


o repórter Rodrigo Álvares sobrevoa a costa do México acompanhado do Biólogo
Robert D. O biólogo afirma que a maior preocupação não é mensurar de imediato o
impacto, mas analisar o que está acontecendo no começo na cadeia alimentar debaixo
dessas águas. A vegetação presente na área depois se torna sedimentos e fonte de
energia para toda a cadeia. Acabando com o sopé da mesma, todo o ecossistema criado
em cima desta está seriamente comprometido.
A empresa assumiu a responsabilidade pelo acidente ocorrido e mantém em seu site
oficial uma página em que são postadas diariamente informações e respostas à
população com dados numéricos, vídeos e fotos de como está sendo a recuperação do
local.

“Na BP, temos tido a responsabilidade pela limpeza do Golfo. Nós também
nos comprometemos em manter as pessoas informadas.
Nós comprometemo-nos em fazer tudo o que pudermos fazer (...), trabalhando
enquanto for preciso (...). ” British Petroleum, site da empresa.

Conseqüências do vazamento de petróleo no Golfo do México:


Muitas foram as conseqüências do vazamento de petróleo dentre elas, a
mortandade dos ecossistemas presentes na região, principalmente marinhos, o que
afetou diretamente na pesca do local e no preço dos produtos vindos do mar e o turismo
da região. Vale ressaltar que a região afetada é uma área belíssima e que explora muito
a atividade do turismo. Ela não só limita-se a América Central, mas também o sul dos
Estados Unidos. Os turistas dessas regiões, amedrontados, prefiram reprogramar suas
férias para outros locais, evitando o contado com a região afetada pelo acidente.
Segundo Dan Rowe, presidente do Convention Visitors Bureau, que coordena a
área de turismo da cidade, no mês de junho - o último com dados disponíveis - a
arrecadação de taxas pagas pelos hóspedes por cada diária nos hotéis de Panama City,
que costumava aumentar ano a ano, foi 3,1% menor do que a do mesmo mês do ano
passado.

"Tivemos de lutar contra a percepção dos turistas de que a praia foi afetada. Isso
foi um problema maior do que o vazamento de petróleo em si". Dan Rowe. G1.com.br
25/08/10.

Tendo em vista a problemática ocasionada por esse vazamento e os milhares de


ecossistemas danificados, e que o turismo na região é dado principalmente pela beleza
natural do local é através da preservação do mesmo, pode-se concluir que a frase de Dan
Rowe foi dita equivocadamente. Pois a raiz do problema não está no fato dos turistas
deixarem de ir às praias, e sim na biodiversidade destruída e completamente
comprometida ainda por muitos anos.
No início de julho, as águas da região foram fechadas para a pesca,
impossibilitando a ida dos barcos para águas profundas e afetando não só o negócio de
aluguel de barcos, mas o próprio suprimento de frutos do mar que, se não ficaram em
falta, tiveram seus preços aumentados nos restaurantes locais.
O vazamento, no entanto, afetou até mesmo a quantidade de embarcações
recreativas disponíveis, já que a petroleira BP alugou barcos de marinas da região para
auxiliar nos trabalhos de limpeza da mancha de óleo. Além disso, o
fechamento das águas federais criou desconfiança a respeito da segurança e qualidade
dos frutos do mar da região, afastando a clientela dos restaurantes locais.
"Muitas pessoas ficaram com medo de comer frutos do mar". Mike Bennett,
proprietário do hotel e restaurante Sea Haven. G1.globo.com. 25/08/10

Exemplificando a queda de consumo de animais marinhos na região, nos meses


do verão no hemisfério norte, o restaurante Captain Anderson's, um dos mais
freqüentados do noroeste da Flórida, costumava servir até dois mil clientes por noite.
Após o derramamento de óleo, o movimento noturno poucas vezes passou de 1,7 mil
pessoas, uma queda de 300 clientes. A menor clientela reflete o menor fluxo de turistas
após o vazamento de petróleo que, desde abril, despejou cerca de cinco milhões de
barris na Costa do Golfo do México. Estudiosos afirmam que esse foi o pior verão dos
últimos vinte anos.

“A companhia petrolífera britânica gastou US$ 1 milhão (784,6 mil euro) por semana
em anúncios de rádio e televisão após a explosão em abril da plataforma Deepwater
Horizon, que causou o vazamento de petróleo no Golfo do México, segundo o jornal
britânico - The Sunday Telegraph-”. G1.globo.com 29/08/10.

Apesar de todos os impactos vistos, o fechamento do poço marinho pela BP está


previsto só para o mês de setembro de 2010.

Imagens publicadas do vazamento pela mídia:


Imagens retiradas do site
noticias.uol.com.br
publicado em 17/06/2010.

Imagem publicada no jornal O Globo, no


dia 30/04/2010. Site: G1.globo.com

Imagens retiradas do site da British Petroleum:

As pessoas curtindo a praia


em Gulf Shores, Alabama
em 07 de agosto de 2010.
Os alertas de natação foram
recentemente levantados e
as pessoas estão retornando
para as águas.

Trabalhadores limpar as praias de Fort


Morgan, Alabama em 10 de agosto de 2010.
Comparando as imagens retiradas dos diferentes sites pode-se notar uma
contradição entre o que a mídia publica e o que a empresa em sua página virtual.Ao
mesmo tempo em que os turistas estão amedrontados e não frequentam as praias do Sul
dos Estados Unidos, a BP coloca imagens em que aparecem praias lotadas ou bem
frequentadas, querendo colocar “panos quentes” no real problema. Como tem feito
investindo em publicidade, gastando mais de 1 milhão de dólares semanais somente
para amenizar sua culpa e tentar mostrar o que tem feito para prmover a melhoria do
local, revertendo o quadro.

História da Empresa Ypê:

A Química Amparo é uma empresa brasileira inaugurada em 6 de novembro de


1950, no interior de São Paulo. Ela começou produzindo o sabão em barra Ypê, e com o
passar dos anos, conquistou o mercado consumidor com variados produtos de limpeza e
higiene do lar.

Imagens retiradas do site da Ypê mostrando a evolução do logo da empresa


Imagens retiradas do site http://www.quimicaamparo.com.br/

Desde 1950 a Ypê vem fazendo com que seus produtos, serviços e processos
atuem dentro dos parâmetros legais e ecologicamente corretos. Em 2007, inaugurou o
projeto Florestas Ypê, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, que atua no
plantio de milhares de árvores, em áreas previamente determinadas e acompanhadas,
principalmente, pela comunidade circundante.
Imagem retirada do site http://www.florestasype.com.br/
Depois do surgimento desse projeto, a empresa se lançou na mídia com uma
série de propagandas com apelo ambiental. Estas, incentivam o consumo de seus
produtos, alegando que ao comprá-los, o consumidor estará ajudando a preservar o
ecossistema aquático, incentivar o plantio de árvores e a preservação do planeta para as
futuras gerações. O grande problema, é que atualmente, a preservação ambiental é uma
grande ferramenta das empresas para aumentar as vendas e combater a concorrência,
para isso, elas utilizam diferentes meios de persuasão, muitas vezes apelativos.

“ O conforto de hoje provoca efeitos na natureza. Pensando nisso, a Ypê vai


plantar milhares de árvores para ajudar a melhorar o mundo, e você não vai gastar nada
a mais com isso. Compre Ypê, a gente planta árvores para você.”
Texto retirado do comercial da Ypê de 2007.

O comercial acima, deixa claro que a empresa Ypê deixou de ser apenas de
caráter ecologicamente correto para um caráter de marketing apelativo, uma vez que o
tema meio ambiente está em alta nos dias atuais, nada mais inteligente do que a empresa
se mostrar por dentro e participativa de um assunto universal.
Mesmo com propagandas, slogans e ações ecologicamente corretas, como por
exemplo, plantar árvores, não deixa a empresa exclusa dos grandes prejuízos que esta
pode causar ao meio ambiente, já que nada é menos ecológico do que fabricar
detergentes e outros produtos de limpeza. Estes causam a poluição e eutrofização dos
corpos d’água, um assunto totalmente inverso ao discurso de preservação ambiental.

Espuma poluente causada por detergentes


Foto retirada do site http://www.brasilescola.com/

“ É bom que as empresas queiram ser sustentáveis e socialmente responsáveis. É


ótimo que comecem a fazer algo nesse sentido. Mas é péssimo quando, ao tentar fazer
isso, elas reforçam os argumentos de quem deseja jogar a responsabilidade social
empresarial na vala comum das espertezas marqueteiras.”
Trecho retirado do discurso de Aron Belinky para a revista Guia Exame, no ano de 2008

A questão colocada no texto é justamente como a responsabilidade das empresas


que se dizem sustentáveis podem ser mostradas, uma vez que esta responsabilidade não
pode ser confundida com modismo de gestão e de marketing. É preciso que, por trás de
um mero comercial apelativo fique bastante transparente a verdadeira preocupação da
empresa com o meio ambiente.
Conclusões:

Depois de todos os fatos apresentados, envolvendo empresas de grande nomes (uma


nacional e a outra internacional) pode-se observar como estas têm se adequado no novo
paradigma ambiental que nasceu na sociedade nos últimos tempos. É interessante como
a maior parte das empresas no âmbito mundial, apropriaram-se deste novo discurso de
meio ambiente para conquista de mercado consumidor.
Esses consumidores modificaram um pouco a sua forma de pensar em relação
as questões ambientais e passaram a exigir das empresas a responsabilidade com estas, e
isso se deu como um reflexo da ECO-92. A parir dos anos 2000, as questões ambientais
se popularizaram, ganharam maior espaço na mídia e maior importância na sociedade.
Começou-se a discutir com mais freqüência, problemas como o aquecimento global, o
buraco na camada de ozônio, o desmatamento e a emissão de gases poluentes, que
colocavam, e continuam colocando em risco o futuro do planeta.
Houve uma mudança de paradigma pela força ética na hora da compra, e um
aumento dos consumidores conscientes, principalmente de classe média, que passaram a
exigir das empresas que não só respeitassem os parâmetros legais de preservação, mas
também, que tivessem algum diferencial na questão ambiental.
As multinacionais passaram a usar novos logos e slogans apelando para as
questões ambientais. Por exemplo, a BP mudou sua propaganda para melhorar sua
imagem perante o público, tentando assumir um papel de empresa envolvida com a
sustentabilidade e com o meio ambiente.
A sociedade deve tomar muito cuidado com essas supostas preocupações
ambientais que as empresas dizem ter e também com as verdadeiras intenções das
mesmas. Vale relembrar que o mundo é regido por um sistema capitalista de produção e
desta forma o lucro é a coisa mais desejada por qualquer indústria, assim não há limites
para alcançar esse objetivo.
Bibliografia:

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1585453-15605,00.html
http://noticias.uol.com.br/album/100521golfopetroleo_album.jhtm?abrefoto=111
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/07/turismo-no-golfo-pode-perder-us-
227-bilhoes-devido-a-vazamento.html
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/08/bp-gastou-us-1-mi-por-semana-em-
publicidade-apos-o-vazamento.html
http://www.bp.com/extendedsectiongenericarticle.do?
categoryId=40&contentId=7061813
http://www.bp.com/sectiongenericarticle.do?
categoryId=9033571&contentId=7061708
http://www.bp.com/sectionbodycopy.do?categoryId=2311&contentId=7060022
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categoryId=2312&contentId=7061112
http://www.bp.com/sectiongenericarticle.do?
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http://www.bp.com/sectiongenericarticle.do?
categoryId=9028307&contentId=7019193
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categoryId=9014508&contentId=7027677
http://www.ype.ind.br/2006/index.asp