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Estabeleça Limites
Com paciência, explique aos pequenos quais são as regras que devem ser seguidas dentro e fora de casa.
Quando a mãe estabelece que não se pode comer doces antes das refeições, deve-se tomar banho na hora
certa e sentar-se à mesa para comer quando ela manda, a criança tende a fazer birra. Nesses momentos, não
adianta impor sua vontade pela força. 'Fale com autoridade e amor. Determinação não briga com afeto', diz Cris
Poli. Na hora de colocar os limites, é importante que você mantenha as regras até o fim. 'Voltar atrás em uma
decisão demonstra falha na autoridade. A criança ficará confusa diante de sua mudança de idéia.'

Preserve
Se você o mandou arrumar os brinquedos mas ele ainda não obedeceu, não
desista e nem faça o dever dele. O ideal é insistir na regra umas três ou quatro
vezes e repeti-la com paciência, dia após dia.

Olhe nos olhos


Com isso, você firma a autoridade e capta. Se você se abaixa e olha nos olhos dela
enquanto fala, ela não se distrai. Caso ela desvie o olhar, segure-a pelo rosto com
carinho. Ao prestar atenção no que você diz, seu filho absorverá melhor a lição e
mudará de atitude mais rápido.

Pode punir sem violência


Se depois de vários dias insistindo ele ainda não cumprir o combinado, pode puni -
lo. Primeiro, avise-o da punição, caso ele continue desobediente para permitir
que a criança pense e mude de atitude. Depois, vem o castigo. Se ele não cumprir
com as obrigações, pode proibir o videogame, a TV ou algo que ele adore. 'Nunca
use violência. Isso deixa marcas negativas na criança. Prefira a disciplina',
aconselha a educadora.

Dê prêmio
Além de estipular regras e castigos, também é importante conceder prêmios
quando seu filho obedecer e acertar. Reconheça o esforço dele e incentive-o a
continuar cumprindo as regras. Faça uma estrela num quadrinho pendurado na
geladeira toda vez que ele tiver uma atitude positiva. No final de sete dias, que é o
tempo ideal para recompensá-lo, ofereça um prêmio pela disciplina. Pode ser um
brinquedo novo, um passeio ou guloseimas. Antes, combine com a própria criança
quais os prêmios adequados.

Coloque ele(a) para pensar no que fez



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Se o seu filho for pequeno (abaixo de 7 anos), crie o cantinho da disciplina . Vale
qualquer local da casa, menos o quarto da criança. Nesse local, seu filho deverá
permanecer e refletir sobre o que fez. Deixe que ele saia apenas quando
reconhecer o erro e pedir desculpas.

c , apresenta no SBT o programa 


, que ensina como educar seus filhos de
modo que eles tenham respeito pelos pais, mas de modo que isto ocorra naturalmente, sem que
os  fiquem com medo do pai ou da mãe.
Neste artigo vou postar 12 dicas que a à  considera que são regras de ouro para lidar
com seus filhos:

1. Não tenha medo de seus Î


2. Não fique com receio de
 os filhos e nem de dizer não para elesÎ
3. As     precisam dos limites impostos pelos pais para serem adultos responsáveisÎ
4. Se os pais amam os filhos eles precisam estabelecer limitesÎ
5. Os limites, o ³não´ e a disciplina são exemplos de amor aos seus filhosÎ
6. Faça programas que envolvem toda a   pelo menos nos finais de semanaÎ
7. Divida seu tempo entre o trabalho e seus filhosÎ
8. Crie uma rotina em casa, com horários para as brincadeiras, os passeios e as tarefas da
escolaÎ
9. Controle o que as crianças vêe m na tv. Saber a classificação de cada programa, assisti -los
econhecer os personagens são deveres dos Î
10. Coloque pequenas porções de comida no pr ato das crianças, lembrando-se sempre que
elas não comem a mesma quantidade que os adultosÎ
11. Seja um bom exemplo para seus filhos: demonstre organização e segurança e nunca faça
uso de palavrões na presença de seus filhos
12. Crie o hábito de envolver seus  nas tarefas domésticas. Isso os ensinará a ter
noções de responsabilidade altém de deixá -los mais calmos e felizes

Claro que falar é mais fácil que agir, mas o importante é você amar seus filhos e querer para eles
o que há de melhor. Tenha paciência e eduque-os de maneira adequada para que
no futuro possam ser adultos felizes e responsáveis.
OBS: 
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Depois do sonho de ser mãe, você está enfrentando o pesadelo de educar os
pequenos? Calma! Para cada uma das difíceis situações vivenciadas pelos pais
(não só os de primeira viagem), Cris Poli (a pedagoga argentina que está pondo
ordem em muitas famílias brasileiras ao encarnar a SuperNanny) dá soluções
geniais e simples de pôr em prática. Prestes a estrear a segunda temporada de seu
programa no SBT, Cris conversou especialmente com o    e montou uma
cartilha para que os pais tenham sucesso - e sossego! - na educação dos
pimpolhos. "Para educar um filho, a receita é muito amor, um pouco de paciência e


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muita consciência de autoridade. A criança precisa de limites e até se sente
confortável com isso", garante a pedagoga.

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Esqueça as cenas de escândalo em lugares públicos, as malcriações com os avós
e o quarto de cabeça para baixo. Seguindo as dicas da SuperNanny, por mais
incrível que pareça, você vai pôr os pestinhas na linha.    
  
Regrinhas simples resolvem a desobediência. Por exemplo, não deixe que a
criança grite ou chore sem motivo. Xingar ou bater também não vale. É só
estabelecer e cumprir as regras, de acordo com aquilo que consideram melhor para
a sua família.    
  


Depois de estabelecidas, é importante que o cumprimento das regras seja feito
dentro e fora de casa. Não é porque estão na casa dos tios ou dos avós, por
exemplo, que os pais podem permitir a desobediência. c     

 

 
Caso a criança não obedeça as regras, os pais devem aplicar o método do cantinho
da disciplina. Ensinada no programa, a técnica consiste em deixar a criança
desobediente, por alguns minutos, pensando na peraltice que fez. Depois de se
conscientizar do erro, ela pede desculpa aos pais e pode sair do castigo. Já quando
ela se comporta bem, os pais devem estimulá-la e lhe proporcionar alguns
momentos bons, o que eu chamo de método da recompensa. |  



  
Seguindo os conselhos da superbabá do SBT, você vai ver as rixinhas entre seus
filhos acabarem. Cris Poli ensina o passo-a-passo do combate ao ciúme. !
 
 
Os pais têm que ter muito cuidado para dar atenção individual a cada filho. O ciúme
surge quando a criança se sente deixada de lado com a chegada de um novo
irmãozinho. Os pais devem reparar na divisão e na qualidade do tempo que
passam com cada filho. Leia uma historinha para o mais novo dormir e participe da
brincadeira preferida do mais velho, por exemplo. " 
   
Se, além do ciúme, as brigas entre os irmãos acabam com a paz do seu lar,
aprenda a inverter o jogo. Com os truques da pedagoga que virou babá de plantão,
você vai esquecer o clima tenso que costumava dominar a sua casa. #


  
 
As brigas acontecem, na maioria dos casos, quando as crianças não têm nada para
fazer. Ou seja, em 95% dos casos que eu tenho visto, os conflitos são causados
quando as crianças estão com tempo ocioso. Sem nada mais interessante para
fazer, eles acabam inventando motivos para as brigas. Então, a dica é ocupar o
tempo deles. $
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Mas, ocupar o tempo, não significa deixar a criança a tarde toda em frente à
televisão. Sou ultracontrária a ligar o aparelho e deixar a criança lá. Os pais ou a
pessoa que passa boa parte do dia com as crianças podem ocupar o tempo deles


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com brincadeiras e atividades direcionadas a cada idade, como desenhos, pinturas,
jogos. Se os pais estiverem livres, é interessante que também brinquem com as
crianças.  




Ao anunciar que o almoço está na mesa, seu filho vira um fugitivo e você precisa
praticar cooper pela casa toda? A SuperNanny resolve seus problemas. #
 
&
Dificuldades na hora de comer são bastante variadas, mas basta analisar o
ambiente que a criança senta na hora de comer para começar a solucionar o
dilema. Geralmente, o que a mãe oferece é um prato de comida em cima da mesa
sem nenhum tipo de atrativo. Se a criança já tem problema para comer, piora ainda
mais porque não existe incentivo. Eu, particularmente, acho mais gostoso uma
mesa sempre bem arrumada, bonitinha. Não estou falando de coisas caras, mas de
usar objetos que já existem em casa, como, por exemplo, uma toalha bonita, ou um
copinho infantil que chame a atenção da criança. Os pais podem comprar aqueles
copos com biquinhos diferentes ou de algum super-herói. Eles adoram!
 "
Quando o problema para comer é mais grave, a alternativa é fazer decorações no
prato. Em uma das casas que fui, ensinei a mãe a fazer uma decoração com a
própria comida. Coloquei as folhas de alface todas picadinhas, representando o
cabelo da menininhaÎ duas rodelas de pepino, fazendo os olhinhosÎ um pedaço de
cenoura cortado em triângulo, como se fosse o narizÎ uma rodela de tomate cortada
ao meio para fazer a boca, e dois tomates cerejas para as bochechinhas. Quando a
criança viu o prato, ela ficou encantada. Não comeu muito, mas já comeu alguma
coisa. O intuito é justamente esse: estimular aos poucos. Com o prato principal,
apertei bem o arroz em uma cumbuquinha e desmontei no prato, formando uma
montanha. Depois, despejei o feijão em volta, como se fosse uma ilha e coloquei
pedacinhos de frango, representando os peixinhos. Com coisas simples e com a
própria comida, os pais podem fazer coisas bem legais para chamar a atenção das
crianças. Só é preciso criatividade. '
   

Se você não vê a hora de seu pimpolho abandonar as fraldas, mas não tem nem
idéia de como ensiná-lo - ou convencê-lo - a usar o banheiro, a pedagoga com
poderes especiais aponta a solução.    

 
  
A criança precisa estar madura para poder identificar a hora em que está com
vontade de fazer xixi ou cocô e pedir para que a levem ao banheiro. Normalmente,
isso acontece entre dois e três anos. Mas é uma coisa que os pais precisam
observar na criança, já que não existe idade certa. Quando ela começa a ter
consciência do próprio corpinho, eles podem tomar a decisão de tirar a fralda. E
nada de fazer rodízio de fralda, permitindo o uso um dia e cortando no outro, isso
confunde a criança. Também é preciso dedicação para levar a criança ao
peniquinho a cada uma ou duas horas, para incentivá-la e ensiná-la a fazer as



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necessidades. Tenho três filhos e o método funcionou com os três. Brinco dizendo
que se funcionou com eles, pode funcionar com toda criança.
! 
  
Hoje em dia, é fácil encontrar artifícios para estimular as crianças a usarem o
penico. Lembro de uma casa na primeira temporada, em que demos um troninho
que tocava música quando a menina o usava. Ela adorou e queria fazer xixi a toda
hora.  (
 
 
Muito chororô acompanhado de uma porção de manhas compõem o ritual do seu
filho na hora de ir para o colégio? Nanny desvenda o problema e aponta a
solução. ) 
*
A escolha da escola é uma coisa muito importante. Nos casos de impossibilidade
econômica, nem sempre essa escolha é feita de maneira consciente. Mas dentro do
possível, eu aconselho que a escolha da escola seja muito bem pensada. Os pais
devem procurar informações sobre a proposta, conhecer um pouco do ambiente em
que o filho vai viver, saber como os profissionais de lá vão tratar a criança. É
preciso ter plena confiança na instituição e ficar tranqüilo. 
 
Outra questão importante é o método utilizado pela escola. Se você é de uma
família liberal, não adianta colocar seu filho em um colégio muito rígido. Fazendo a
escolha certa, a criança vai para a escola com prazer, mesmo os pequenininhos.
Se você notar que seu filho está tendo dificuldade, ou que ele hesita na hora de ir à
escola, vá atrás. Quando está tudo bem, ela gosta de estar com os amiguinhos, de
fazer outras atividades e de aprender coisas novas. #  
 


 
   "Lidar com os erros dos pais
certamente é mais difícil que educar as crianças. Os filhos refletem o mau
comportamento dos adultos (que, certamente, não melhoram com o cantinho da
disciplina, por exemplo)", afirma Cris Poli. Ela diz ainda que, muitas vezes, os pais
não têm idéia de onde estão errando. Em uma de suas visitas, SuperNanny resolve
o problema mostrando algumas gravações do dia-a-dia aos responsáveis. "É
engraçado, os próprios pais se espantam com suas atitudes", comenta. Driblando a
concorrência das 17 mil famílias inscritas para serem ajudadas pela babá, o   
 pediu à Cris Poli que apontasse as principais falhas cometidas pelos adultos,
atualmente. Sem nem piscar, a pedagoga dispara: tudo se resume à culpa por
trabalhar fora. "Ausentes na maior parte do dia, esses pais acabam se culpando por
não fazerem parte da rotina da criança. Isso se reflete em excesso de liberdade
para elas e falta de autoridade da parte deles, que terminam fazendo todas as
vontades dos filhos. Não é raro encontrar crianças que se comportam melhor com a
empregada. A solução é não ter medo de impor limites".

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Divulgação

Cuidar de uma família não é tarefa das mais fáceis. E, desde sempre - salvo raras
exceções - é responsabilidade da mulher.

O problema, hoje, é que essa mulher, que em décadas passadas dispunha de todo
o tempo para cuidar do marido, filhos e casa, é agora esposa, 

 
 . Para dar uma força às mulheres modernas, o   conversou
com Cris Poli, a Super Nanny do SBT, que tem ajudado muitas famílias a superar
dramas e viver em harmonia.

Sobre a educação dos filhos, Cris aponta o erro mais comum entre as mães. "Elas
não têm exercido sua   
para determinar regras, horários, rotina,
procedimentos e limites. Isso deixa os filhos sem orientação e referencial para
serem educados". E, como todas nós sabemos, os referenciais são parte
fundamental na formação de cada ser humano, pois apresentam comportamentos
que serão tomados como exemplo, especialmente pelas crianças.

Para a Super Nanny, a desobediência dos filhos está ligada à falta de definição das
regras e tarefas por parte dos pais. "Quando os pais têm convicção sobre quais são
as regras e a rotina da casa, os filhos as recebem com tranquilidade e a obediência
se torna uma atitude fácil de ser seguida", reforça.

Outra dica é respeitar a idade de cada filho. "As tarefas domésticas podem ser
distribuídas de acordo com as idades e a responsabilidade que cada um pode
assumir. Lembrando que, quanto maior é a autoridade, maior é a responsabilidade.
Isso pode ser determinado pelos pais ou pela concordância entre pais e filhos,
dependendo das idades deles", observa Cris. #  


 
 

 , para que ninguém fique sobrecarregado.

Quando os pais trabalham fora, é comum a contratação de babás. Porém, essas


profissionais não podem assumir o papel dos pais. "A babá deve ser uma ajuda
para a mãe e não uma pedra de tropeço. Ao contratar uma babá deve-se deixar
bem claro qual é o procedimento que os pais esperam dela", orienta Cris. Além


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disso, os pais devem sempre observar as atitudes da profissional para que a rotina
e os valores da casa não sejam alterados no período em que a babá estiver
responsável pelas crianças.

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Embora cada família tenha suas particularidades, é fundamental que a mulher


defina seu tempo com os filhos e o marido. "Quando a ela organiza a casa e o dia e
estabelece uma rotina para seus filhos, sobra tempo para fazer tudo o que a família
necessita, inclusive ter um tempo com o marido, que é tão importante para o casal
e para a paz e harmonia de todos", finaliza a heroína das famílias.

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A idéia de que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento ainda encontra
resistência. O momento de brincar é fundamental no processo de desenvolvimento.
A brincadeira constitui-se um importante espaço onde ocorrem trocas de
informações onde é criado um mundo de ilusões e verdades por meio de símbolos
vivenciando momentos de alegria, satisfações e angústias inomin áveis. Nesse
momento único a criança pode se desvelar e nessa experiência lúdica aprende a
solucionar situações de conflito. O dimensionamento dessas questões cria a
possibilidade de um adulto mais organizado, capaz de saber lidar com o
inesperado, tratando com mais habilidade todo tipo de dificuldades.

Neil Postman em seu livro "O desaparecimento da infância" (1998) sustenta a tese
de que as crianças nos dias atuais estejam perdendo a espontaneidade de brincar
livremente. De fato com a imposição consumista do mundo cibernético, as crianças
encontram dificuldade para brincarem e serem, eles mesmos, os "agentes" e
inventores de suas próprias fantasias. A infância não está desaparecendo. Com
incentivo do meio em que vive, a grande maioria das crianças é capaz de exercitar
sua capacidade de apreender a noção de posse do objeto, a introjeção de valores
fundamentais e sentimentos de frustração, perdas e conseqüente superação.

O atual estilo de vida provoca um término prematuro da infância. Deixa-se de ser


criança mais cedo. O acesso à todo tipo de informação, desnecessária à tenra
idade, a possibilidade eletrônica do brincar e a ameaça urbana impedindo a
"brincadeira de rua" não somente aprisionam a criança em seu território doméstico,
como também subjetivamente criando entraves em seu desenvolvimento.A


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dificuldade dos pais em conciliar horários, tarefas e partir, então, para a brincadeira
com os filhos, cria uma distância onde um não se reconhece no olhar do outro. A
criança acaba desenvolvendo recursos próprios ou sai em busca de um auxílio
externo, fazendo com que o abismo fique ainda maior na relação com os pais.
Tornar o escasso convívio em momento de alegria é extremamente importante no
universo psíquico da criança, mas à essa vivência devem ser agregados os
questionamentos próprios de cada idade.





   
Hoje existe certa desorientação dos pais em relação à autoridade que exercem
sobre seus filhos.

De três gerações para cá, verifica-se uma mudança radical e significativa na


posição dos pais quanto à colocação dos limites e das regras disciplinares em seus
filhos. Se por um lado até as décadas de 40 e 50, a maneira de educar os filhos
seguia uma direção vertical, na qual os pais exerciam sua autoridade de cima para
baixo sem maiores questionamentos. A geração seguinte, a partir do final dos anos
60, incomodada pelo autoritarismo, ao assumir o lugar dos pais agiu no extremo
oposto, optando por mais
 
.

A falta de limites tem conseqüências negativas para a criança e seu


desenvolvimento, afinal a criança que não aceita regras, seja para jogar um jogo,
para andar no ônibus, para se comportar na escola, terá dificuldades para conviver
com os outros.

Os limites ajudam a criança a tolerar frustrações e adiar sua satisfação. Ela tem que
apreender a esperar sua vez, a compreender que existem outros e que precisa
compartilhar. A insuficiência de limites pode conduzir a uma desorientação, a uma
falta de noção dos outros, de respeito e até à criminalidade em alguns casos
extremos.

Colocar limites não significa ser autoritário, mas sim ter autoridade. Através da
colocação de limites os pais ensinam a criança a respeitar-se e a respeitar os
outros. |*
+ + para uma criança, e ensinar-lhe que ela também pode dizer
não quando alguém quiser lhe impor atitudes ou comportamentos. Na medida em
que os pais percebem as necessidades da criança, as identificam e as apontam, ela
poderá também identificar quais suas próprias necessidades.

Por exemplo, se uma mãe percebe que seu filho está morrendo de sono e precisa
dormir, e ela é firme e lhe disse que é hora de dormir, mesmo que ele resista aos
poucos ele poderá identificar seu próprio cansaço e a necessidade do corpo de
descansar. Existem muitos adultos que não ouvem as mensagens do próprio corpo,


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dor, cansaço, fadiga, e passam por cima dos limites do corpo, o que
freqüentemente provoca stress e adoecimento. Por outro lado, é comum ouvir as
jovens hoje em dia dizerem não saber como dizer "não", a um namorado que
deseja ter uma relação sexual.

Colocar limites não significa privar de liberdade. Quanto mais cedo, os pais
colocarem os limites de forma afetiva e com segurança de propósitos menos
problemas terão na puberdade e na 
  , fase na qual as crianças se
revoltam contra as imposições desmedidas e transgridem aquilo que é insuportável.

É importante que os pais dialoguem com os filhos e expliquem quais os propósitos


dos limites. Se mesmo assim as crianças não obedecerem, às vezes é necessário
colocar sanções, com o intuito das crianças se responsabilizarem pelos atos e
pelas suas decisões.

A tarefa de dizer não, por outro lado, inicia-se desde o nascimento. A importância
do "não" e do estabelecimento de limites é fator organizador na formação da
personalidade de todo ser humano. Desde ao redor de um ano de idade
aproximadamente a criança precisa aprender a ouvir a palavra "não" e o os pais de
pronunciá-la.

As crianças passam pela "fase do negativismo", na qual a criança fala quase


compulsivamente a palavra "não", testando sua força diante da autoridade do
adulto, pai ou mãe. Com esse comportamento as crianças estão experimentando
até onde podem chegar e até onde os pais deixam ir.

As crianças precisam de regras claras, objetivas e coerentes colocadas com


segurança e na hora certa. O estabelecimento de limites não é tarefa fácil, mas
muito mais complicado é mantê-los. Ter de enfrentar o choro, resmungos,
esperneio e a sensação provocada pela criança de que somos pais "maus" e
injustos é difícil de tolerar. É fundamental conhecer quais os recursos mentais da
criança em cada faixa etária. Por exemplo, antes dos 4 ou 5 anos é quase
impossível esperar que uma criança compreenda e aceite as regras de um jogo. Ela
vai querer jogar e ganhar toda vez. Obrigá-la a aceitar regras antes do tempo seria
um limite absurdo. Porém, a partir dos 6 anos a criança já terá adquirido a
capacidade para aceitar as regras e a vez dos amiguinhos.

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Quando a criança é pequena, ela não sabe o que lhe faz bem e o que é prejudicial
para sua saúdeÎ são os pais e professores que aos poucos precisam ir ensinando -
lhes estes valores, colocando limites, dizendo "não", para que ela possa apreender
por si só e se tornar autônoma, conhecendo seu próprio corpo.Também, para que
as crianças entendam a importância dos limites é fundamental, que os pais sejam
coerentes, fazendo ou deixando de fazer aquilo que foi proibido para a criança
fazer.

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Você sabia que a IRRITAÇÃO e FRUSTRAÇÃO de um Adulto diante das ações
de Crianças mau comportadas, alimentam esse Mau Comportamento criando
assim um verdadeiro Círculo Vicioso que perpetua esse Mau comportamento?

Vamos supor que uma Criança pratique uma Atitude comum de Mau
Comportamento. Entra então em cena, o Adulto, mostrando toda sua Raiva,
Indignação e Frustração diante daquele fato.

E ele xinga, chama palavrões e outras coisas. Diante disso, a Criança se sente
Superior a Ele, e !

- A mais importante e poderosa pessoa na minha vida, é incapaz de me


corrigir!

" 
- A mais importante pessoa na minha vida, vai ter de suar muito para fazer eu
me comportar direito!

" 
- É muito divertido deixar os adultos loucos da vida!
Isso gera um Conceito Negativo a respeito de si mesmo.

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- Se é tão difícil para os adultos ajudarem na minha correção, devo ser mesmo
um caso perdido!

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Quando a gente era pequeno, nem pensava em interromper a conversa de alguém


com mais idade ou gritar com aquele vizinho de cabelo branco.

Esse tipo de respeito vinha no kit criança, os pais nem precisavam se esforçar para
ensinar esse tipo de coisa. E sabe por quê? Porque eles também respeitavam, ué.
A gente imitava e pronto. Hoje, parece que a liberdade que se ganhou na vida em
família levou embora o respeito junto.

E não é pra ser assim, evidente. Mesmo com a síndrome de juventude eterna que
se abateu no mundo. Mesmo com as pessoas fazendo loucuras pra se manter
eternamente jovens. Tudo bobagem.

Envelhecemos, sim, e ainda bem! Sinal de que estamos vivendo. A história começa
por saber envelhecer e se dar ao respei to também... Quem é mais velho, viveu
mais, tem mais experiência, precisa de respeito, sim, sim, sim. E vendo como a
relação das crianças com os avós pode ser tão próxima e maravilhosa, o lance é
partir daí e mostrar que todos nós temos muito a aprender com os mais velhos.

 
   ,  

 

-
 .Atitudes da criança que assustam e preocupam os
pais. De acordo com estudiosos do comportamento infantil, isto é natural quando a
criança tem idade entre três e sete anos. Claro que há limites e observações, mas
antes de brigar preste atenção, às vezes o filho deseja apenas chamar à atenção
dos pais por não saber como pedir ajuda.

Para entender, é necessário conhecer mais sobre o mundo da imaginação infantil,


as crianças vivem num universo desconhecido e estão sempre em conflito entre a
fantasia e a realidade. De acordo com a psicóloga Ângela Clara Correa, a fantasia
acompanha a criança durante uma parte da infância, que vai de um a sete anos. '
  + #       


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  'afirma.

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A criança pequena não sabe lidar com as frustrações e ausências - sejam elas
emocionais, financeiras ou comportamentais-, fazendo com que sintam a
necessidade de mentir e/ou roubar para compensar a falta gerada por algum motivo
ou circunstância. Ê
Vamos pegar como exemplo uma criança que vai à escola após um fim de semana
e a professora pergunta qual foi a diversão dos últimos dias. Ela, sem malícia ou
premeditação, responde: fui passear numa linda fazenda com os meus pais!
Mas, na verdade, ela não saiu de casa, ficou em frente à tv por todo o tempo.
Houve uma mentira, porém isto nada mais é do que um sinal aos pais que devem
dar mais atenção ao filho. À ida ao parque de diversões pode ser o suficiente para
que a criança não minta. 

Gabriel Maruyama de Oliveira, de cinco anos, assistia ao filme Super -Homem,


quando, num momento de empolgação, subiu no móvel da sala e derrubou a TV de
29. A mãe, Raquel, ao ver o estrago, disse que o pai dele "o mataria"
(conotativamente, é claro), mas Gabriel não processou a informação e perguntou
para a mãe se o pai usaria a "faca" para tal. Ê
Para a especialista, a mãe assustou ao filho na maneira que falou com uma
ameaça iminente, o que pode fazer a criança mentir na próxima vez que cometer
algum erro, por medo dos pais.

Neste caso, o ideal é que os pais punam os filhos exigindo uma atitude de reparo
ao dano feito, como não deixar o filho assistir ao desenho por um dia ou utilizar a
mesada para ajudar (com valores simbólicos) os pais a comprarem uma outra
televisão. Assim, as crianças começam a distinguir e perceber o que não pode ser
feito.

#    ,  

A ausência de algo pode ocasionar não só a mentira, mas também pequenos
furtos. O desejo de ter um brinquedo igual ao do colega permite que a criança haja
de forma inadequada, apropriando-se de um bem material do próximo. Assim,
quando chega em casa com um brinquedo ou material escolar que não é seu, a
criança afirma aos pais a obtenção do "presente" com uma mentira do tipo ' ,
    ,   +  '.

Para a psicoterapeuta Alessandra Fonseca, os roubos podem acontecer por
diversas causas que estão intrínsecas nas crianças, uma delas é a dificuldade de
lidarem com a falta e a impossibilidade de ter algo. Entretanto, a profissional
garante que a atitude da criança pode ser reparada quando os pais mostram desde


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cedo certos valores e princípios. '"  #      ,      
            
    ,   #  ', afirma. Com isso,
a criança saberá administrar e entender melhor quando ouvir um "não" dos pais.

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A solução aparece justamente quando os pais percebem que o filho necessita de
atenção e auxílio no seu desenvolvimento, em vez de punições severas e algumas
palmadas. Os pais precisam entender que são os responsáveis e condutores pelo
amadurecimento do filho.
Imagine para uma criança compreender o que é certo e errado e no que se deve
acreditar ou não só por meio de palmadas e gritos? A psicóloga Ângela Clara
Correa alerta ainda que as palavras dos pais têm muito pode r no momento de
repreender o filho

Por isso, o ideal é que utilize as palavras de formas claras e sem agressividade.
Se o filho mentir, faça com que ele perceba a atitude errada e mostre o quanto é
importante ser sincero. A especialista em comportamento infantil Suzy Camacho
afirma que só exige a preocupação dos pais no combate às mentiras quando elas
tiverem o objetivo claro de fugir da responsabilidade e de não enfrentar certas
situações. ') -    #   +     . 
                      
       ' Já no caso de roubo, os pais podem fazer
com que a criança reconheça o erro diante da pessoa lesada, fazendo a devolver o
objeto e pedir desculpas pelo ato. O constrangimento faz com que a criança não
volte a roubar novamente. Se houver continuidade deste comportamento deve-se
procurar o apoio de um profissional.
| 
  
 /


 
  

‰ Não chame a criança de mentirosa. Isso só reforça uma imagem negativa e a


continuidade do comportamento inadequado.
‰ Explique com calma as conseqüências negativas de uma mentira e roubo com
exemplos práticos. Se prejudica alguém deixe claro porque é errado fazer isso e se
ela gostaria que alguém agisse assim com ela.
‰ Não grite com a criança para obrigá-la a dizer a verdade. Isso só a intimida mais.
‰ Se suspeitar que a criança está mentindo faça perguntas genéricas. Como foi o
passeio? Estava bom na escola? Depois de algum tempo volte a fazer as perguntas
e compare as respostas.
‰ Castigá-la duramente não é a melhor tática. Só fará com que minta mais para
fugir da punição. Sua reação deve ser firme mas controlada, sem agressividade.



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‰ O exemplo dos pais é fundamental. Nada de mentirinhas úteis: "Diga que a


mamãe não está . Fale que estou tomando banho". Não minta e nem peça para seu
filho mentir.
|      

Criança adora dormir na cama da gente. E a gente ama quando eles vêm se enfiar
embaixo do nosso lençol. É uma delícia, claro que é. Agora, mesmo pequenino,
lugar de bebê não é no meio dos pais. Por causa da gente mesmo, que precisa ter
momentos de intimidade, e por causa deles, que precisam ir se percebendo
separados de nós. Se nós estamos com eles 100% do tempo, não têm como isso
acontecer, certo? Tem de desgrudar. Como sempre, quem deixa as coisas se
transformarem em vício somos nós. Ok, no começo é normal deixar a criança ali
bem pertinho, porque ela ainda mama quase que de hora em hora. Mas, conforme
os meses passam, é legal ir mostrando pro bebê que ele tem o próprio espaço.
Quem costuma ter mais dificuldade de desgrudar da cria é a mãe. O pai pode muito
bem dar uma força e passar a pôr o bebê para dormir. E voltar para curtir a mulher,
claro. 



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Argentina radicada no Brasil, c  tem 60 anos e dedicou 40 deles à Educação Infantil.

Atuou como professora de algumas das mais respeitadas escolas de Buenos Aires até se mudar para São
Paulo e aplicar seus conhecimentos em colégios da capital paulista. Formou-se em Educação pelo Instituto
Nacional Superior del Profesorado en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernandez, de Buenos Aires, Argentina.

No Brasil, fez Licenciatura em Letras Inglês-Português na USP.Mensalmente mais de 15 mil famílias


procuram por sua ajuda.Ê

Abaixo,uma entrevista dada ao site do SBTÊ

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A pedagoga Cris Poli, mais conhecida como a SuperNanny, é o sonho dos pais de primeira viagem.
Mensalmente mais de 15 mil famílias procuram por sua ajuda. Confira abaixo uma entrevista com a
educadora.

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O problema mais comum é que atualmente os pais não sabem assumir a autoridade. Isso realmente aperta o
meu coração. As crianças não têm mais limites.

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     8
Significa impor limites, estabelecer horários, fazer com que as crianças saibam quem realmente manda em
casa. Os pais têm a responsabilidade de educar os filhos.

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As pessoas confundem autoritarismo com autoridade. Não é preciso ser um déspota em casa. Pelo contrário.
Autoridade não tem nada a ver com gritos ou uso da violência.

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Nos três primeiros dias em que estou na casa delas apenas observando, ficam apreensivas. Mas isso passa.
Recentemente uma criança me procurou e disse que não tinha mais medo da Supernanny e até me deu um
abraço.Ê

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Os pais precisam entender: há uma grande diferença entre criança ³ativa´ e criança ³mal-educada´. Elas
precisam ter vida, devem brincar, perguntar e até mesmo fazer bagunça. O problema é quando isso passa
dos limites, quando seu filho não respeita aquilo que você entende ser o mais correto para ele.
Por isso, ter uma rotina é importante e, mais do que isso, explicar ao seu filho o que pode e o que não pode
dentro de sua casa. Toda criança entende quando você abaixa ao nível dela e fala olhando em seus
olhinhos.
E aí, fica minha dica: crie horários para as brincadeiras, passeios e tarefas da escola, por exemplo, faça uma
cartolina e explique a seu filho como será a rotina de sua casa. Quando ele quiser algo fora do horário,
mostre a ele o cartaz e lembre o que foi combinado. Você vai ver a diferença em pouquíssimo tempo!Ê

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Com a correria do dia-a-dia, muitos pais se sentem culpados por terem pouco tempo junto a seus filhos.
Então, vale relembrar: como quase tudo na vida, qualidade é sempre mais importante que quantidade.

Cada idade pede um tipo de atenção especial e, para todas elas, há brincadeiras próprias. Aproveite o tempo
que você tem para fazer atividades dirigidas com seus filhos. Se você dispõe de apenas uma hora com eles
por dia, crie o hábito de, nesse momento, desenvolver programas que dêem prazer a todos vocês. É hora de
desligar a TV, deixar o celular e os problemas do trabalho de lado e cair na brincadeira. Antes das crianças
dormirem, conte histórias e leia livros com elas. Nas horas de folga, faça algo diferente, como um piquenique
ou um jogo de futebol, por exemplo.

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Quanto tempo uma criança pode ficar em frente à TV? Eu tenho certeza de que essa é uma dúvida comum
para os pais. É importante que a rotina contemple entre meia e uma hora para a criançada curtir a telinha.
Mas, claro, escolha horários em que há programas voltados a elas, de preferência educativos.

O problema não é ver TV e sim perder o controle do tempo e do conteúdo do que seu filho assiste. Saber a
classificação, assistir junto, conhecer os personagens são também deveres dos pais.

E, o mais importante, não deixe seu filho sem ter o que fazer, porque a TV será a opção mais fácil. Mais uma
vez vale dizer, crie brincadeiras dirigidas para eles. Invente atividades interessantes, mostre opções.

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Essa dica é um reforço do que você assistiu no programa. Lembra dos quadrigêmeos? Pois é, a mamãe
Adriana tinha a mania de vestí-los iguais. Aliás, isso é muito comum quando se trata de gêmeos. Mas, apesar
de ser bonitinho, é muito ruim para as crianças.

Os pais devem saber que cada filho é diferente e que, desde cedo, eles devem incentivá-los a ter

 

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personalidades e gostos próprios. Vestidos iguaizinhos, eles perdem a identidade. Os problemas disso vão
aparecer mais tarde, na adolescência e até na fase adulta.

E essa dica não é só para pais de gêmeos. Algumas mães gostam de ver os filhos com roupas semelhante,
indiferente da idade.

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Como neste quinto programa, o assunto é o filho do meio. Há quem ache que estar entre o primogênito e o
caçula não faz diferença. Faz sim! E os pais devem ter consciência disso.

O filho do meio, muitas vezes, faz de tudo para chamar a atenção, já que se sente ³menos importante´ que os
outros. E é por isso que, às vezes, eles fazem mais birras, brigam com os irmãos e não medem esforços para
chamar a atenção.

Não que esse comportamento seja aceitável, mas os pais devem reservar uma atenção especial para essa
criança. Fazê-la se sentir tão querida quanto a mais velha e a caçula pode reduzir ² e muito! ² esse mau
comportamento.

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Vamos falar de alimentação. Muitos pais vivem reclamando que os filhos não comem, que fica um monte de
comida no prato. Como você viu no programa da família de Cruzeiro, muitas vezes a mãe exagera ao dizer
que os filhos não comem. Além disso, permite que eles comam muitas besteiras ao longo do dia.

O primeiro passo é estabelecer horários das refeições e não deixar comer nada fora da hora. Os pais
também devem saber que as crianças não comem como adultos e que, muitas vezes, o que parece pouco é
o suficiente. Coloque no prato uma porção pequena, divida em porções ainda menores e estabeleça
objetivos. A criança vai se sentir desafiada e, ao comer tudo, recebe os parabéns e se sente feliz. Se quiser,
vai pedir mais.

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Vamos falar sobre dormir. Um dos passos importantes para evitar que a criança queira ficar no quarto dos
pais é criar um espaço agradável e que seja especialmente feito para ele.

No quarto reservado às crianças, coloque uma cortina bacana, enfeite as paredes com os seus desenhos
preferidos e escolha uma colcha de algum personagem com o qual ele se identifique. E, como você viu no
programa da família da Sibeli, nunca deixe o quarto totalmente escuro. Em geral, as crianças ficam com
medo e se sentem inseguras. Então, tenha uma luminária bacana, também de acordo com a idade do seu
filho. No caso do Daniel, usamos luzes em formato de dados.

Vale dizer que não é preciso gastar uma fortuna para isso. Faça alguns enfeites junto com os seus filhos.
Vale aproveitar desenhos que eles fazem na escola, por exemplo.

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Um dos pontos importantes para que os filhos cresçam bem é o relacionamento do casal. Muitos pais
acabam se afastando e divergem a respeito de como criar as crianças. É preciso união. Em caso de opiniões
diferentes, decidam antes e definam o que vão fazer. Não se deve demonstrar essa insegurança à criança,



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muito menos discutir na frente dela.

Outra dica importante: os pais devem contemplar, na rotina da família, um horário só para eles. Pelo menos
uma vez por semana, marido e mulher devem sair para jantar ou para um passeio qualquer, sem os filhos.
Falar sobre outros assuntos, esquecer um pouco os problemas e se curtir são essenciais para o casamento.
E, consequentemente, para a família toda.Ê
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A "troca de papéis" foi um dos bons momentos do nosso último programa. Rowan e Gerusa "viraram" Wilson
e Maria Eduarda e vice-versa. A brincadeira serve como dica para todo mundo. É muito importante que os
pais se coloquem no lugar dos filhos, para saber como eles vêem os pais e como enxergam a relação do
casal.

Normalmente, a surpresa é grande. Deve haver algo que você fala sempre, nem se dá conta e atitudes que
os incomoda e você nem percebe. Propor que os filhos "imitem" os pais também revelará como eles se
colocam em relação à família. Além de tudo, será um momento bastante divertido para eles e para você.

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A dica de hoje parece simples, mas nem sempre é. Os pais precisam se observar melhor. Isso mesmo.
Muitas vezes, vemos defeitos nos nossos filhos e não damos conta que eles apenas refletem algo que
vêem em nós. Veja no caso da família da Patrícia. O apartamento dela vivia bagunçado. Eram documentos
misturados com os desenhos das crianças, brinquedos, chaves, revistas e muitas outras coisas espalhadas
pela casa. Como pedir que as crianças fossem organizadas, se elas não viam isso nem na própria casa?

O mesmo serve para crianças que falam palavrões, que gritam constantemente ou que são agressivas, por
exemplo. Quase sempre os pais têm os mesmos hábitos - e nem sempre percebem isso.

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Não deixe o estresse transformar você em um monstro para seus filhos! Todo mundo sabe, é bem difícil
manter o equilíbrio com a vida cheia de responsabilidades que temos. Contas para pagar, muitos impostos, a
escola das crianças, plano de saúde, trabalho, trânsito... São inúmeras as coisas que nos tiram do sério. Mas
a verdade é que os filhos não têm nada a ver com isso.
No programa desta semana, você acompanhou o quanto à tensão do dia-a-dia transformava a Angélica
numa mãe sem paciência e, muitas vezes, injusta com os meninos. Faça algum esporte, trabalhe a
respiração, organize sua agenda. Ache uma forma de aliviar seu estresse, sem sacrificar seu marido (ou sua
mulher) e as crianças.

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Um dos passos naturais da evolução das crianças é passar a ter consciência do próprio organismo e, a partir
disso, aprender a controlar as necessidades fisiológicas. Os pais precisam ajudá-los nesse momento. Criar
um espaço divertido no banheiro é uma boa idéia. Além disso, não reprima se ela fizer xixi nas calças, por
exemplo. Também não dê risada. Qualquer uma dessas atitudes pode gerar insegurança.

Para evitar que a criança faça xixi na cama, leve-a ao banheiro antes de dormir e, quando for a sua hora de
deitar, leve-a de novo, mesmo que a criança já esteja adormecida. Também não se deve dar muito líquido a



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elas no período que antecede a hora de dormir.

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Saber dividir o tempo entre o trabalho e a família é muito importante. Tanto faz se você trabalha em casa ou
fora, o essencial é perceber que seus filhos devem ser prioridade em sua agenda.

Reserve alguns momentos do dia a eles. Pode ser uma das refeições, na hora de levá-los à escola, pouco
antes deles dormirem. Nos finais de semana, crie programas de entretenimento para toda a família (uma ida
a um parque, um joguinho de futebol, uma peça teatral). É primordial que eles sintam unidade familiar,
saibam que podem contar com os pais. Eles crescem mais seguros e felizes.

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