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COLÉGIO PEDRO II – UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

O SELO VERDE

Por:
Brenda Amaral – 6
Guilherme William Gonçalves– 13
Pedro Ivo Mendonça – 19
Stella Matera – 22

Rio de Janeiro
2010
COLÉGIO PEDRO II – UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

O SELO VERDE

Por:
Brenda Amaral – 6
Guilherme Wiliam Gonçalves– 13
Pedro Ivo Mendonça – 19
Stella Matera – 22

Trabalho anual para


obtenção de grau na
disciplina história.

Rio de Janeiro
2010
COLÉGIO PEDRO II – UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

O SELO VERDE

Brenda Amaral – 6
Guilherme Wiliam Gonçalves– 13
Pedro Ivo Mendonça – 19
Stella Matera – 22

Este trabalho foi julgado adequado para a obtenção de grau na disciplina História.

APROVADO EM............... DE................................. DE...................

Professor Orientador

Rio de Janeiro
2010
RESUMO:

Selo Verde é um rótulo colocado em produtos comerciais, que indica que sua

produção foi feita atendendo a um conjunto de normas pré-estabelecidas pela instituição que

emitiu o selo.

O Selo atesta que determinados produtos são adequados ao uso e apresentam menor impacto

ambiental em relação a outros similares. A diferença de rotulagem ambiental para a

Certificação de Sistema de Gestão Ambiental é que o que está sendo certificado é o produto, e

não o seu processo produtivo.

A aceitação do Selo Verde pelo consumidor é garantida pela confiança depositada em quem

emite do selo. Daí a importância da agência normatizadora internacional.

O Selo verde surgiu a partir da crescente preocupação ambiental dos consumidores,

principalmente do mercado europeu. Foi quando governos e organizações não governamentais

de vários países formularam um conjunto de normas para regular o comércio de produtos

provenientes das florestas tropicais através de acordos internacionais. Ficou definido que as

madeireiras que possuem o selo verde devessem comercializar apenas produtos retirados das

florestas de forma ambientalmente correta e enquadrados em um plano de manejo certificado

por organismos internacionalmente reconhecidos, como o FSC.


Para receber um Selo Verde, um produto precisa ser avaliado. Dependendo da empresa que

distribui o Selo, ele o recebe se estiver de acordo com alguns critérios. Os resultados obtidos

pela empresa Ecolmeia foram os seguintes:

Critérios de avaliação

• Aplicar uma Política Ambiental;

• Desenvolver técnicas, processos e serviços limpos que reduzam os impactos

ambientais, e que as empresas respeitem o meio ambiente;

• Trabalhar a Educação Ambiental dentro da empresa com os funcionários,

fornecedores, clientes e a comunidade;

• Utilizar como diretriz os 3R´s: REDUZIR (consumir menos); REUTILIZAR

(aproveitar os descartes) e RECICLAR (transformar os produtos descartados em

novos produtos que poderão ser comercializados).


Fenômeno brasileiro

No caso específico do Brasil, ocorrem resultados interessantes quando o assunto é reciclagem

.Afinal, existem neste país várias pessoas que dependem e vivem diretamente desta, sem falar

em todo o mercado que foi criado tendo esta atividade como centro motor.

No caso brasileiro, é impensável falar em reciclagem sem citar os catadores de materiais e

suas cooperativas. Não existem números fechados, mas calcula-se que existam de 300 mil a 1

milhão de catadores em atividade no país.

Não é para menos, a população brasileira gera diariamente cerca de 126 mil toneladas de lixo

de consumo (excluindo dejetos industriais e empresariais). Não fossem os catadores, tudo

acabaria em aterros sanitários e lixões.

A profissão, no entanto, é desgastante e insalubre. A maioria dos catadores perambula 30

quilômetros por dia em média, puxando até 400 quilos, em busca de materiais que, muitas

vezes, só são encontrados dentro de sacos de lixo. Todo esse esforço para ganhar o

equivalente a dois salários mínimos por mês.

Apesar disso, as cooperativas são verdadeiros centros de reabilitação social e promoção de

cidadania, por possibilitarem a geração de renda para uma parcela da população socialmente

excluída e sem instrução. Eles cumprem um importante papel de desenvolvimento sustentável

da sociedade brasileira.
Reportagem

Eles têm selo verde

Uma nova leva de eletrodomésticos chegou ao Mercado, trazendo consigo os recursos para

minimizar seus impactos nocivos sobre o meio ambiente. Eles estão de acordo com as novas

regras divulgadas pelo governo neste mês: até o fim do ano (2008), produtos considerados

ineficientes no consumo de energia serão retirados das prateleiras.

A norma vale para refrigeradores, condicionadores de ar, freezers, fogões e fornos a gás. A

iniciativa dos fabricantes de produzir aparelhos ecologicamente corretos também atende à

demanda dos consumidores.

De acordo com uma pesquisa do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, quatro em cada

dez brasileiros estão dispostos a pagar mais por um produto com selo verde. A seguir,

especialistas explicam o impacto de alguns eletrodomésticos na natureza e dão dicas para a

escolha de produtos que poupam o meio ambiente.

Geladeira sempre na temperatura mínima, aparelhos desligados da tomada para não gastar

energia no modo stand by. O fotógrafo Diego Gazola, de 26 anos, faz o que pode para

minimizar o impacto de seus aparelhos domésticos no meio ambiente. Até abrir mão de

alguns deles. "Para que comprar um aparelho de som ou um DVD se é possível assistir a

filmes e ouvir música no computador?"


AR-CONDICIONADO

Por que agride o meio ambiente: os condicionadores de ar são responsáveis por até

25% do consumo total de energia de uma casa. Outro impacto negativo é que, para obter o

resfriamento do ar, os aparelhos utilizam gases que aumentam o efeito estufa.

O que procurar na hora da compra:

• capacidade de refrigeração adequada ao tamanho do ambiente em que o aparelho será

instalado. Ela é medida pela unidade BTU/h, indicada na embalagem. A relação ideal é de

500 a 800 BTU/h por metro quadrado.

• recursos econômicos, como timers, para programar o desligamento automático, e sensores

que ajustam a temperatura do aparelho de acordo com o número de pessoas no ambiente.

Modelo sugerido: Ecobrisa EB20, da Viva. Seu processo de refrigeração usa água no

lugar de gás e o aparelho economiza até 95% da energia consumida por um modelo

tradicional. É recomendado para áreas de 10 a 20 metros quadrados e resfria o ambiente em

até 10 graus. O aparelho tem o selo de recomendação do Greenpeace.

Preço: 1.655 reais

Para usar com mais eficiência: lembre que um aparelho de ar-condicionado a cada 2

graus Celsius a mais no termostato, 300 quilos de CO2 deixam de ser despejados na atmosfera

por ano - quantidade absorvida por 62 árvores no mesmo período. Lembre-se disso ao ajustar
a temperatura do aparelho.

MÁQUINA DE LAVAR ROUPA

Por que agride o meio ambiente: além do gasto de energia, o aparelho consome

grande quantidade de água. As lavadoras disponíveis no mercado gastam, em média, 145

litros a cada ciclo - 30% mais do que a necessidade diária de consumo por pessoa.

O que procurar na hora da compra:

• volume de água por quilo de roupa lavada. Essa informação aparece sob o título "consumo

específico" na etiqueta do Inmetro. As mais econômicas gastam menos de 15 litros por quilo.

Modelo sugerido: Sexto Sentido, da Brastemp. Por meio de sensores que identificam

a quantidade de roupa na máquina, a lavadora calcula o volume de água necessário para cada

ciclo. Tem o selo Procel de eficiência energética.

Preço: 3.500 reais

Para usar com mais eficiência: reaproveite a água do último enxágüe para outras

tarefas domésticas, como limpeza do chão ou do quintal.

Em uma casa em que a máquina funciona três vezes por semana, é uma economia de 20.000

litros de água por ano - o que é equivalente a um caminhão-pipa.


REFRIGERADOR

Por que agride o meio ambiente: a geladeira e o freezer respondem por até 30% do

consumo de energia em uma casa. Além disso, um gás que contribui em grande medida para o

efeito estufa, o hidrofluorcarbono (HFC), é responsável pelo sistema de refrigeração da

maioria dos aparelhos.

O que procurar na hora da compra:

• refrigeradores que usem o gás isobutano. Ele substitui o HFC, com a vantagem de que sua

contribuição para o efeito estufa e, consequentemente, para o aquecimento global é quase nula

- no caso, 400 vezes menor do que a do HFC.

• recursos que ajudem a economizar energia, como sensores que diminuem automaticamente a

potência do aparelho quando a geladeira fica mais vazia.

Modelo sugerido: Bosch Space KDN49P - por enquanto, a fabricante é a única do

mercado que utiliza o gás isobutano para refrigeração. Vendido como o primeiro refrigerador

100% ecológico, conta com o selo Procel.


Preço: 2.700 reais

Para usar com mais eficiência: evite deixar a porta aberta por muito tempo. Cada vez

que se abre a geladeira, o ar quente entra e seu motor precisa trabalhar mais (e consumir mais

energia) para manter a temperatura baixa.

ECO FLAT TV (Philips)

A tela de cristal líquido, de alta definição, foi idealizada para economizar energia:

entre outros recursos, um sensor ajusta automaticamente a luz de fundo do televisor de acordo

com a iluminação ambiente. O gasto de energia cai pela metade em relação a modelos

semelhantes. Embalagens e manuais são feitos de papel reciclado.

CELULAR EVOLVE (Nokia)

Metade do material utilizado na fabricação do telefone é renovável. O carregador de

bateria minimiza em mais de 90% o consumo de energia em relação a padrões já eficientes

estabelecidos pelo governo americano.


CARIMBOS DE EFICIÊNCIA

Dois certificados ajudam o consumidor a escolher aparelhos que gastam menos

energia e, portanto, agridem menos o meio ambiente. Procure por eles na hora da compra.

Etiqueta Nacional de Conservação de Energia: Concedida pelo Inmetro, ela

classifica o consumo de energia dos produtos em uma escala de eficiência que vai de A a G.

No caso de um aparelho de ar-condicionado, por exemplo, um modelo da categoria A pode

economizar até 54% de energia em relação a um da categoria E.

Procel: Dos aparelhos etiquetados como A pelo Inmetro, alguns recebem ainda o selo

Procel, conferido anualmente àqueles mais eficientes no consumo de energia, por categoria.

Revista veja(30/01/2008) Ed.2045


OS OUTROS SELOS VERDES

Leed - Green Building Rating System

É o selo norte-americano para construções sustentáveis. Entre os princípios estão otimização

energética, uso de material reciclado, entre outros


Construções com o selo verde.

Fairtrade

É o selo do comércio justo. O respeito ao meio ambiente faz parte dos valores, mas a principal

intenção desse selo é criar uma relação justa, solidária e sem atravessadores entre os pequenos

produtores. Cria um sistema de commodities para produtos orgânicos ou não, desenvolvidos

por pequenos proprietários.


Um por todos e todos por um.

O comércio justo é um movimento que guarda semelhanças

com diversas outras iniciativas de desenvolvimento

sustentável. Os princípios e exigências de certificação de

comércio justo são, em boa parte, relacionadas com a

agricultura orgânica. Na Alemanha, por exemplo, compra-se

muito café com as duas certificações.

O comércio justo mantém laços com o consumo consciente,

movimento que introduz responsabilidade sócio-ambiental no

ato de consumo. Um produto de comércio justo é certamente

um alvo para consumidores conscientes.

O comércio justo também possui uma harmonia grande com

os Arranjos Produtos Local (APL’s), concentração de

organizações de um mesmo ramo de atividade em um

determinado espaço.

IBD – Instituto Biodinâmica


Certifica alimentos de origem orgânica. Na verdade, são dez selos diferentes que têm

objetivos e finalidades diferentes. Desde o selo Demeter, originário da Alemanha, até o Eco

social, que analisa o comprometimento social na produção.

FSC – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal

Certifica as áreas e produtos de manejo florestal. Existem no Brasil cinco certificadoras

credenciadas pelo FSC. São, pelo menos, 10 critérios básicos para a obtenção, entre eles,

manutenção das florestas e direitos das comunidades tradicionais e/ou rurais.


Os selos de advertência

Além dos selos supostamente “positivos”, isto é aqueles

supostamente aprovados pelas instituições, existe uma série de

determinações para avisar o consumidor do perigo ou suposto dano

que esse produto pode causar. É o caso da obrigatoriedade de

avisar se o produto tem glúten ou é transgênico, por exemplo. Esse

último, aliás, só agora começa a ser adotado, após muita pressão,

pelas empresas.
O selo verde não está não só nos eletrodomésticos, mas também em muitos outros

elementos do nosso dia-a-dia. Um exemplo é o selo verde aprovado em ônibus do Rio de

janeiro.

ÔNIBUS

Projeto que tem como objetivo reduzir a emissão de gases na atmosfera pelos ônibus

da cidade do Rio de Janeiro. A partir de agora, os passageiros poderão saber quais ônibus da

cidade estão engajados no Projeto PROCON Fumaça Preta, por meio de um selo colado no

vidro dianteiro dos veículos. Todos os coletivos dentro dos padrões de emissão de gás

carbônico (94% da frota) serão identificados.

Para os gestores do projeto, o selo é um instrumento de gestão ambiental e de comunicação

extremamente importante. Ele permitirá que a sociedade fiscalize o trabalho que vem sendo

feito e a forma como o serviço vem sendo prestado. A partir do momento que as pessoas

virem o selo vão passar a se preocupar mais com o meio ambiente, sendo por meio de

denúncias ou no seu dia-a-dia. É um instrumento de educação da população. O PROCON


Fumaça Preta é resultado de um convênio assinado em dezembro de 2009 Passado entre a

Secretaria do Ambiente, Feema, Fetranspor e a Petrobras/Conpet.

O controle das emissões de gases de efeito estufa dos ônibus que circulam no estado já vem

sendo feito, com utilização de moderna tecnologia e com equipamentos aprovados pelo

Inmetro. Porém, a partir desta quarta-feira, todos os coletivos que estiverem dentro dos

padrões receberão o selo de aprovação.

Dentre os compromissos do convênio está à redução e neutralização das emissões de

gases de efeito estufa, pela frota de ônibus circulante, em 790 mil toneladas de CO2, a redução

da queima de diesel em 290 milhões de litros, o plantio de 179.200 árvores, dentre outros.

A mesma lógica que se aplica aos ônibus do Rio de Janeiro será assimilhada pelos

carros, vide a reportagem:

Carros vão ganhar selo verde com nível de poluição de cada

modelo

Quem for comprar um carro novo vai ter um motivo a mais para escolher o modelo. Dentro de

três meses, os veículos de todas as marcas vão ter um selo verde, emitido pelo

Ministériodo Meio Ambiente (MMA), para informar o nível de poluição. A iniciativa foi

divulgada no último dia 17, pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no

lançamento do Painel Brasileiro sobre Mudanças Climáticas.


Pesquisa: Os brasileiros são conscientes?

Realizada pelo Instituto Akatu apresentou alguns resultados sobre a percepção dos

brasileiros de seus impactos de consumo. Os resultados demonstraram que:

• Um terço dos brasileiros percebem os impactos coletivos ou de longo

prazo nas decisões de consumo;

• 43% dos brasileiros usam seu poder de compra e de comunicação para

premiar empresas com práticas de responsabilidade social;

• 24% dos consumidores conscientes utilizam o critério ambiental na

escolha das empresas das quais irão comprar.

Alimentos

Alguns exemplos de alimentos em que é comum encontrar o selo verde são o palmito,

o chá-mate e o atum. Com relação ao palmito, foi encontrada uma pesquisa que mostra o

quanto os consumidores preferem produtos com selo verde até uma certa diferença de preço.

Em tal pesquisa, achamos interessante o fato de que após o preço dos produtos

“ecologicamente corretos” superar em até 50% dos produto s normais, a maioria das pessoas

entrevistadas compraria os produtos “normais”, da a diferença de preços, como é o caso do

atum e do palmito.
De acordo com o que falamos anteriormente nos critérios de avaliação para obter o

selo verde, destacamos certos produtos que seriam interessantes que tivessem tal selo. São

exemplos excelentes de como reaproveitar matérias “dados como mortos”.

Hotel sustentável se integra com montanha

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O arquiteto italiano Matteo Thun projetou um hotel sustentavel que literalmente se integra

natureza.
Seguindo o modelo de construção sustentável os apartamentos foram construidos utilizando

materiais sustentáveis e será abastecido com energia renovável.

O projeto e a construção foram certificados e contará com periódicas análises e relatórios de

sustentabilidade.

O arquiteto afirma que proposta do projeto é possibilitar ao hóspede uma profunda

experiência de proximidade com a natureza.

Roupas Sustentáveis que melhoram a saúde

O conceitos da milenar medicina indiana Ayurveda seguido a empresa utilizou o

tecido Ayurvastra que em tradução livre do sânscritos significa “Vestir a vida”. Ele é feito de

algodão orgânico e todos os seus fios são tingidos a mão utilizando matérias-primas naturais

como sementes de romã, açafrão, sândalo e eucalipto.

Este método além de conferir uma tonalidade vibrante e natural visa melhorar a

imunidade, diminuir inflamações e aumentar a sensação de bem estar de quem o esta

vestindo.A marca também se preucupa com o seu impacto social produzindo seus produtos

dentro do modelo do comércio justo. É uma ótima opção pra quem busca saúde e

sustentabilidade.

Chinelos e Luminárias feitas com Hashis reciclados


Bilhões e bilhões de Hashis (os pauzinhos utilizados para o consumo de comida

japonesa e chinesa) são utilizados e descartados no mundo, é estimado que 25 milhões de

árvores de bambu sejam utilizadas para a sua fabricação.

Bryan Parks – americano que viveu durante muitos anos na China – percebeu o

problema e enxergou uma oportunidade: por que não transforma-los em peças de decoração?

Investindo em pesquisa ele desenvolveu um processo de higienização dos hashis e

criou o design dos produtos utilizando o material.

Mesas e artigos de decoração feitos com shapes de skates

reaproveitados
A empresa coleta os shapes, a tábua de madeira do skate que estão quebrados ou

desgastados e os reaproveita para criar móveis, artigos de decoração e uma espécie de “papel

de parede” como na foto acima.A empresa mantém programas de parceria com as lojas

especializadas e com os skatistas divulgando a mensagem da sustentabilidade e fomentando o

recolhimento e o consequente reaproveitamente dos shapes. A empresa também atua com

responsabilidade social doando parte do seu faturamento a entidades que trabalham para o

desenvolvimento de crianças carentes através do skate.


Capa protetora para o Iphone sustentável e customizável

A Grove é uma empresa de design de Oregon que produz capas protetoras para o Iphone

utilizando matérias-primas sustentáveis.

Elas são produzidas com bambu certificado e são completamente customizáveis. É possível

escolher a cor da madeira, dos detalhes e você pode enviar qualquer ilustração para ser

gravada na capa.

Cadernos Sustentáveis e feitos a mão – Entrevista

Corrupiola

A Corrupiola , uma empresa que produz caderninhos de madeira possui uma proposta de

negócio bem interessante. Toda a produção dos caderninhos é feita manualmente e vários

modelos empregam materiais sustentáveis. Um dos modelos é o Dos-à-dos Fibra de


Bananeira, que é feito com com papel artesanal ecologicamente correto, e com a capa feita de

fibra de bananeira.

Banquinho estiloso e ecológico

Os arquitetos Natália Silveira e Alexandre Barros desenvolveram o produto se inspirado nos

banquinhos que custumavam observar na casa de suas avós. O banquinho tem um design

super bonito e possue as seguintes características sustentáveis:

• Madeira certificada FSC

• Design orientado para a montagem e desmontagem, utilizando elementos de junção do

tipo encaixe e minimizando o uso de parafuso

• Produção com o sistema CNC de usinagem, otimizando o corte da madeira com baixo

consumo de energia e pouca geração de resíduos

• Utilização de acabamento atóxico no modelo em OSB.

Motos Vespas são recicladas e viram poltronas


As velhas Vespas movidas a gasolina já são passado. Estamos na era da sustentabilidade e a

empresa já trabalha com modelos da scooter movidas a alimentação Híbrida.

O Estúdio de design espanhol Bel&Bel percebeu a oportunidade e criou poltronas muito

estilosas com os assentos das Vespas, o resultado é surpreendente.

Radios Multi-uso movidos a manivela e energia solar

A Empresa canadense Etón produz o Rádio FR300 que é um equipamento multi-uso muito

interessante, além das funcionalidades básicas de um rádio convencional ele:

• Recarrega celulares

• Possue uma Lanterna

• Possue uma Sirene

• Emite luzes de alerta


E o qu é melhor, ele pode ser recarregado através de uma manivela, basta dar algumas giradas

e a energia cinética recarrega o equipamento.

Sapatos feitos com televisão reciclada.

A marca de sapatos Olsenhaus desenvolveu toda a sua coleção outuno/inverno com a

inovadora microfibra de polyester feita com a tela de televisões quebradas.

Vending Machines Inversas e Ecológicas


Todo mundo conhece as Vending Machines, são aquelas famosas máquinas de refrigerantes

que encontramos em postos, faculdades e em qualquer canto de um ambiente em que há

grande passagem de pessoas.

A novidade é que agora foram lançadas máquinas que funcionam de maneira inversa ao

convencional, você deposita a embalagem do produto como uma latinha de refrigerante, uma

garrafa pet ou um saquinho de salgadinho e a máquina te devolve dinheiro ou um benefício

como desconto em eventos e shows.

A máquina é preparada para comprimir o material e modelos mais novos separam os tipos de

materiais depositados. Outro grande atrativo é a instalação de paineis LCD e a utilização da

máquina como um veículo de mídia sustentável.

Elas já são bastante populares em países onde a consciência ecológica é mais evoluida como

na Noruega e Alemanha. A máquina esta sendo exportando e inserida em diversos lugares do

mundo. Nos Estados Unidos, a Coca Cola e a Donkin Donuts fizeram uma parceria com a

Tomra, a fabricante das máquinas e há protótipos sendo testados.


Não há nenhuma dessas máquinas no Brasil, inclusive o próprio fabricante não possui

nenhum representante no país.

CONCLUSÃO

Ao fazer tal trabalho, percebemos o quanto é importante saber se o que consome

agride a natureza e o meio ambiente mais do que outro produto, por mais que o produto mais

“ecológico” ela seja um pouco mais caro. Nos dias de hoje, devemos perceber que até a

menor das atitudes faz uma grande diferença, já que no estado que nos encontramos não

devemos rejeitar o menor tipo de ajuda, mesmo que pareça que isso não melhoraria em nada,

muito pelo contrário. Por isso é necessário pensar, pesquisar e analisar bem antes de comprar

qualquer coisa por menor que seja, por exemplo, ao comprar um lápis quem pensa que aquela

madeira do ser de desmatamento ilegal? Esse pensamento deve servir pra todos os itens
consumidos por nós, desde o lápis até carros. Sabemos o quanto é difícil implantar esta idéia

na cabeça da população de hoje em dia, mas quando as coisa “apertarem” mais do que já

estão, esperamos que as pessoas tomem consciência de seu atos , por menores que sejam . Se

já tem um selo que facilita nosso trabalho, porque não fazer uso dele? O selo verde só foi

criado pensando em nos auxiliar e ajudar o meio ambiente, pois afinal, se ajuda o meio

ambiente também nos ajuda, já que nos fazemos parte dele e devemos lembrar sempre disso

na hora de tomarmos qualquer atitude que possa prejudicá-lo.

Levando em consideração os aspectos históricos que levaram a sua criação, é provável

que o selo verde tenha surgido como tentativa de transformar a relação do homem com a

natureza. Tal relação ainda passa por momentos em que a situação do homem é relativamente

superior a da natureza , ou seja, têm se degradado mais o Meio Ambiente do que cuidado,

renovado seus sistemas. De forma que conscientize a população acerca da importância da

preservação da natureza, o selo verde é visto como uma forma de agir em prol dela.

Bibliografia:

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_270051.shtml
Acessado em: 05/08/2010

http://www.seloverde.ecolmeia.com/selo-verde.html Acessado em: 10/08/2010

http://verdefato.blogspot.com/2008_09_01_archive.html Acessado em: 20/08/2010

http://ambiente.hsw.uol.com.br/selo-verde-de-verdade1.htm Acessado em: 22/08/2010

http://veja.abril.com.br/300108/p_094.shtml Acessado em: 25/08/2010