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T T 3 0 3 M P

smar
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BRASIL CHINA FRANÇA HOLANDA


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Introdução

INTRODUÇÃO
O TT303 é da primeira geração de equipamentos Profibus PA. Ele é um transmissor para medida
de temperatura que usa principalmente RTDs ou Termopares, mas pode aceitar, também, outros
sensores com saída de resistência ou mV como: pirômetros, células de carga, indicadores de
posição de resistência, etc. A tecnologia digital usada no TT303 permite um único modelo aceitar
vários tipos de sensores, uma interface fácil entre o campo e a sala de controle e outras
características que consideravelmente reduzem os custos de instalação, operação e manutenção.

O TT303 faz parte da linha completa de equipamentos Profibus-PA da Smar.


Algumas vantagens das comunicações digitais bidirecionais são conhecidas dos protocolos atuais
dos transmissores inteligentes: alta precisão, acesso multivariável, diagnóstico, configuração
remota e “multidrop” de vários equipamentos num único par de fios.

O sistema de controle através de amostragens das variáveis, dos algoritmos de execução e


comunicação, assim como, a otimização do uso da rede de trabalho é direcionada à otimização do
tempo. Assim, uma malha de alto desempenho é obtida.

Usando a tecnologia Profibus, com sua capacidade para interconectar com vários equipamentos,
enormes sistemas de controle podem ser construídos. O conceito de bloco de função foi introduzido
com uma interface amigável. O TT303, como o resto da família 303, tem alguns blocos de funções
embutidos, como Entrada Analógica.

O desenvolvimento dos equipamentos da série 303 levou em conta a necessidade de


implementação do Fieldbus tanto em pequenos como em grandes sistemas. Podem ser
configurados localmente usando uma chave magnética, eliminando a necessidade de um
configurador, em muitas aplicações básicas. Eles permitem flexibilidade na implementação das
estratégias de controle.

Agora, graças ao Fieldbus, o transmissor aceita dois canais, isto é, duas medidas. Isto reduz o
custo por canal. Outros blocos de funções também estão disponíveis. Eles permitem flexibilidade
na estratégia de implementação do controle.

Obtenha o melhor resultado do TT303 lendo cuidadosamente estas instruções.

III
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

ATENÇÃO

Este Manual é compatível com as Versões 1.XX, onde 1 indica a Versão do software e 1.XX indica
o release. Portanto, o Manual é compatível com todos os releases da Versão 1.

IV
Indice

ÍNDICE
INSTALAÇÃO ........................................................................................................................ 1.1
GERAL ............................................................................................................................................................................. 1.1
MONTAGEM .................................................................................................................................................................... 1.1
INSTALAÇÃO ELÉTRICA DA REDE ............................................................................................................................... 1.2
TOPOLOGIA E CONFIGURAÇÃO DA REDE.................................................................................................................. 1.4
BARREIRA DE SEGURANÇA INTRÍNSECA................................................................................................................... 1.5
CONFIGURAÇÃO DO JUMPER ...................................................................................................................................... 1.6
FONTE DE ALIMENTAÇÃO............................................................................................................................................. 1.6

OPERAÇÃO ........................................................................................................................... 2.1


DESCRIÇÃO FUNCIONAL - CIRCUITO .......................................................................................................................... 2.1
SENSOR DE TEMPERATURA ........................................................................................................................................ 2.2

CONFIGURAÇÃO .................................................................................................................. 3.1


BLOCO TRANSDUTOR................................................................................................................................................... 3.1
COMO CONFIGURAR O BLOCO TRANSDUTOR .......................................................................................................... 3.1
DIAGRAMA FUNCIONAL DO BLOCO TRANSDUTOR DE TEMPERATURA ................................................................ 3.2
DESCRIÇÃO GERAL DOS PARÂMETROS DO BLOCO TRANSDUTOR DE TEMPERATURA..................................... 3.2
ATRIBUTOS GERAIS DOS PARÂMETROS DO BLOCO TRANSDUTOR DE TEMPERATURA .................................... 3.5
CONFIGURAÇÃO CICLICA DO TT303 ........................................................................................................................... 3.6
CANAL DO TRANSDUTOR ............................................................................................................................................. 3.9
INSTALAÇÃO ELÉTRICA DO SENSOR.......................................................................................................................... 3.9
CONFIGURAÇÃO DO JUMPER .................................................................................................................................... 3.10
COMO CONECTAR DOIS SENSORES ........................................................................................................................ 3.11
COMPENSAÇÃO DA RESISTÊNCIA DA LINHA PARA SENSOR RTD DUPLO OU SENSOR OHM DUPLO : ......... 3.12
COMPENSAÇÃO DA JUNTA FRIA ............................................................................................................................... 3.12
COMO CONFIGURAR O BLOCO DE ENTRADA ANALÓGICO.................................................................................... 3.13
PROGRAMAÇÃO USANDO O AJUSTE LOCAL .......................................................................................................... .3.16
GUIA RÁPIDO – ÁRVORE DE AJUSTE LOCAL ........................................................................................................... 3.17
CONEXÃO DO JUMPER J1........................................................................................................................................... 3.18
CONFIGURAÇÃO DO TRANSDUTOR DO DISPLAY ................................................................................................... 3.20
BLOCO DO TRANSDUTOR DO DISPLAY .................................................................................................................... 3.21

MANUTENÇÃO ...................................................................................................................... 4.1


GERAL ............................................................................................................................................................................. 4.1
PROCEDIMENTO DE DESMONTAGEM......................................................................................................................... 4.2
SENSOR .......................................................................................................................................................................... 4.2
CIRCUITO ELETRÔNICO................................................................................................................................................ 4.2
PROCEDIMENTO DE MONTAGEM ................................................................................................................................ 4.2
INTERCAMBIABILIDADE ................................................................................................................................................ 4.3
RETORNO DE MATERIAL............................................................................................................................................... 4.3

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS .......................................................................................... 5.1

V
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

VI
Fluxograma de Instalação

Fluxograma de Instalação

Início

O transmissor foi
Sim
configurado em bancada
de acordo com
a aplicação?

Não

Configure o sensor e sua conexão


ao processo (Seção 3). Verifique a classificação da área
e suas respectivas práticas.
Configure o tipo de medição:
simples, diferencial, backup ou
duplo (Seção 3 - Configuração)
Instale o transmissor de preferência
em áreas protegidas de intempéries.
Configure a faixa e a unidade
de trabalho, Bloco AI
(Seção 3 - Configuração)
Instale o transmissor
(Mecanicamente e Eletricamente) de
Configure o Damping, Bloco AI acordo com a aplicação, verificando
(Seção 3 - Configuração) a posição mais apropriada do LCD
(Seção 4 - Manutenção)
Configure a indicação no LCD.
(Seção 3 - Configuração)

Simule os valores de mV ou Ohm


da faixa de trabalho nos terminais
de conexão dos sensores.

Sim
A indicação está correta ?

Energize o transmissor
Não apropriadamente.
Consulte o manual
(Seção 4 - Manutenção)

Não
A indicação está correta ?

Sim

Faça o Trim inferior e superior

Sim Não
A indicação foi corrigida?

OK

VII
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

VIII
Seção 1

INSTALAÇÃO
Geral
A precisão global da temperatura e outras depende de muitas variáveis. Embora o
transmissor tenha um desempenho de alto nível, uma instalação adequada é necessária
para aproveitar ao máximo os benefícios oferecidos.

De todos os fatores que podem afetar a precisão dos transmissores, as condições


ambientais são as mais difíceis de controlar. Entretanto, há maneiras de se reduzir os
efeitos da temperatura, umidade e vibração.

Os efeitos devido à variação de temperatura podem ser minimizados montando-se o


transmissor em áreas protegidas de mudanças ambientais.

Em ambientes quentes, o transmissor deve ser instalado de forma a evitar ao máximo a exposição
direta aos raios solares. Deve-se evitar a instalação próxima de linhas ou vasos com alta
temperatura. Para medidas de temperatura, os sensores com pescoço refrescante podem
ser usados ou podem ser separadamente montados da carcaça do transmissor.

Quando necessário use isolação térmica para proteger o transmissor de fontes externas de calor.

A umidade é inimiga dos circuitos eletrônicos. Em áreas com altos índices de umidade
relativa deve-se certificar da correta colocação dos anéis de vedação das tampas da
carcaça. As tampas devem ser completamente fechadas manualmente até que o o-ring
seja comprimido. Evite usar ferramentas nesta operação. Procure não retirar as tampas
da carcaça no campo, pois cada abertura introduz mais umidade nos circuitos.

O circuito eletrônico é revestido por um verniz à prova de umidade, mas exposições


constantes podem comprometer esta proteção. Também é importante manter as tampas
fechadas, pois cada vez que elas são removidas, o meio corrosivo pode atacar as roscas
da carcaça, pois nesta parte não existe a proteção da pintura. Use fita de teflon ou
vedante similar nas conexões elétricas para evitar a penetração de umidade.

Conectando o sensor tão perto do transmissor quanto possível e usando fios apropriados
(Veja Seção 2 - Operação), pode diminuir erro de medida.
Montagem
O transmissor pode ser montado de dois modos básicos:

ƒ Separado do sensor, usando braçadeiras de montagem opcionais.


ƒ Montado na montagem do sensor.

Pode ser montado em várias posições diferentes usando a braçadeira, como mostrado na
Figura 1.3 - Desenho Dimensional e Posições de Montagem. A figura 1.3 mostra uma das
entradas do eletroduto para conexão elétrica do sensor ao transmissor de temperatura.

O display digital pode ser rotacionado. Veja na Seção 4 a Figura 4.3 – Posições possíveis
do display.

1.1
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Instalação elétrica da rede


Acessa-se o bloco terminal removendo a Tampa do lado da Conexão Elétrica. Esta
tampa pode ser travada pelo parafuso de trava da tampa (Veja a Figura 1.1 – Parafuso
de Trava da Tampa) . Para liberar a tampa, gire o parafuso de trava para a esquerda.

PARAFUSO
DE TRAVA
DA TAMPA

Figura 1.1 – Parafuso de Trava da Tampa

O acesso os cabos de sinal dos terminais de ligação pode ser feito por uma das
passagens na carcaça. As roscas dos eletrodutos devem ser vedadas conforme método
de vedação requerido pela área. A passagem não utilizada deve ser vedada com bujão e
vedante apropriado.

O bloco de ligação possui parafusos que podem receber terminais tipo garfo ou olhal,
veja Figura 1.2 – Terminais Terra.

FONTE DE ALIMENTAÇÃO
E COMUNICAÇÃO (TERMINAIS
DA REDE FIELDBUS)

TERMINAIS
TERRA
+
1 2 3 4
COMM
+
TERMINAIS
TERMINAIS DE DO(S) SENSOR(ES)
COMUNICAÇÃO
AUXILIAR

Figura 1.2 – Terminais Terra

Para maior conveniência, existe dois terminais terra: um interno, próximo a borneira e um
externo, localizado próximo à entrada do eletroduto.

ATENÇÃO
Não conecte os fios da rede Fieldbus aos terminais do sensor. (Terminais 1, 2, 3 e 4).

1.2
Instalação

Figura 1.3 - Desenho Dimensional e Posições de Montagem

O TT303 usa o modo de tensão 31,25 Kbit/s para a modulação física. Todos os outros
equipamentos no barramento devem usar o mesmo tipo de modulação e serem
conectados em paralelo ao longo do mesmo par de fios. No mesmo barramento podem
ser usados vários tipos de equipamentos fieldbus.

O TT303 é alimentado via barramento. O limite para cada equipamento está de acordo
com a limitação do coupler (acoplador) DP/PA para um barramento que não requer
segurança intrínseca.

Em áreas perigosas, o número de equipamentos deve ser limitado por restrições de


segurança intrínseca de acordo com a limitação da barreira e acoplador DP / PA.

O TT303 é protegido contra polaridade reversa e pode suportar até ± 35 Vdc sem danos,
mas ele não opera quando está com a polaridade invertida.

O uso de cabos par trançados é recomendado. É também recomendado aterrar a blindagem


somente em um dos terminais . O outro terminal não aterrado deve ser cuidadosamente isolado.
ar a blindagem somente em um dos terminais . O outro terminal não aterrado deve ser
cuidadosamente isolado.

NOTA
Favor referir ao manual Geral de Instalação, Operação e Manutenção para maiores detalhes.

1.3
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

ATENÇÃO
ÁREAS PERIGOSAS
Em áreas perigosas, que exigem equipamentos à prova de explosão, as tampas devem ser apertadas no
mínimo com 7 voltas. Para evitar a entrada de umidade ou de gases corrosivos, as tampas devem ser
hermeticamente fechadas até que se sinta a compressão do 0-oring. A operação deve ser manual, sem o uso
de ferramentas. Trave as tampas através dos parafusos de trava.
O acesso dos cabos de sinal aos terminais de ligação pode ser feito por uma das passagens na carcaça, que
podem ser conectadas a um eletroduto ou prensa cabo.
As roscas dos eletrodutos devem ser vedadas conforme método de vedação requerido pela área. A
passagem não utilizada deve ser vedada com bujão e vedante apropriado.
Se outras certificações forem necessárias, refira-se ao certificado ou à norma específica para as restrições de
instalação (Pendente).

A Figura 1.4 - Diagrama de Instalação do Eletroduto, mostra a correta instalação do eletroduto para
evitar a penetração de água ou outra substância no interior da carcaça que possa causar
problemas de funcionamento.

FIOS

CORRETO INCORRETO

Figura 1.4 - Diagrama de Instalação do Eletroduto.

Topologia e Configuração da Rede


A topologia barramento (Veja a Figura 1.5 – Topologia Barramento) e a topologia árvore
(Veja Figura 1.6 - Topologia Árvore) são suportados. Ambos os tipos têm um cabo tronco
com duas terminações. Os equipamentos são conectados ao tronco por braços. Os
braços podem ser integrados no equipamento obtendo assim braços com comprimento
zero. Num braço pode conectar-se mais de um equipamento, dependendo do
comprimento. Podem ser usados acopladores ativos para estender o comprimento do
braço e do tronco.
Podem ser usados repetidores ativos para estender o comprimento de tronco.

O comprimento total do cabo, inclusive braços, entre quaisquer dois equipamentos no


fieldbus não deve exceder 1900m.A conexão dos acopladores deve ser mantida menor
que 15 por 250m. Nas figuras seguintes a ligação DP/PA depende das necessidades da
aplicação.

1.4
Instalação

BRAÇO

CAIXA DE
JUNÇÃO
BRINDAGEM

+ +
TERMINADOR
- -

BRAÇO BRAÇO
Aterramento
Analógico

Figura 1.5 - Topologia barramento

TERMINATOR
HABILITADO

CAIXA DE
JUNÇÃO

+ +
- -
ACOPLADOR

TERMINADOR

Aterramento
Analógico
Figura 1.6 - Topologia Árvore

Barreira de Segurança intrínseca


Quando o Fieldbus está em uma área que requer segurança intrínseca, uma barreira
deve ser inserida no tronco entre a fonte de alimentação e o acoplador DP/PA, quando
ele é do tipo não-intrínseco

O uso do DF47 é recomendado.

1.5
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Configuração do Jumper
Para trabalhar corretamente, os jumpers J1 e W1 localizados na placa principal do TT303
devem ser configurados corretamente (Veja a Tabela 1.2 - Descrição dos Jumpers).

J1 Este jumper habilita o parâmetro de simulação no bloco AI.


W1 Este jumper habilita a árvore de programação do ajuste local.

Tabela 1.1 - Descrição dos Jumpers

Fonte de Alimentação
O TT303 recebe a alimentação via barramento. A alimentação pode vir de uma unidade
separada ou de outro equipamento como um controlador ou DCS.

A tensão de alimentação deve estar entre 9 a 32 Vdc para aplicações sem segurança
intrínseca.

Um requerimento especial aplica-se a fonte de alimentação usada num barramento com


segurança intrínseca e depende do tipo de barreira usada.

O uso do PS302 é recomendado como fonte de alimentação.

1.6
Seção 2
OPERAÇÃO
O TT303 aceita sinais de geradores de mV, tal como termopares ou sensores resistivos, tais
como RTDs. Para isso é necessário que o sinal esteja dentro da faixa de entrada. Para mV, a
faixa é de -50 a 500 mV e para a resistência, 0 a 2000 Ohms.

Descrição funcional - Circuito


Refira-se ao diagrama de bloco (Fig. 2.1). A função de cada bloco é descrita abaixo.

Figura 2.1 - Diagrama de Bloco do TT303

Multiplexador - MUX
O MUX multiplexa o sinal dos terminais do sensor para a seção condicionadora de forma a otimizar
o circuito eletrônico.

Condicionador do Sinal
Sua função é aplicar o ganho correto aos sinais de entrada para fazê-los adaptarem ao
conversor A/D.

Conversor A/D
O conversor A/D transforma o sinal de entrada analógico em um formato digital para a CPU.

Isolador
Sua função é isolar o sinal de dados e de controle entre a entrada e a CPU.

(A CPU) Unidade de Processo Central, RAM, PROM e EEPROM


A CPU é a parte inteligente do transmissor, sendo responsável pelo gerenciamento e
operação da medida, execução do bloco, autodiagnósticos e comunicação. O programa é
armazenado na PROM. Para armazenagem temporária de dados, a CPU tem uma RAM
interna. Entretanto, a CPU, também, tem uma EEPROM interna não volátil onde os dados que
devem ser mantidos são armazenados. Exemplos de cada dados são: dados de calibração,
configuração e identificação.

2-1
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Controlador de comunicação
Monitora a atividade da linha, modula e demodula o sinal de comunicação e insere e apaga o
delimitador de começo e fim.

Fonte de Alimentação
Pega a alimentação da linha da malha para alimentar o circuito do transmissor.

Isolação da Alimentação
Assim como os sinais para e da seção de entrada, a alimentação da seção de entrada deve
ser isolada. A isolação é conseguida convertendo a fonte de alimentação C.C. em uma fonte
de alta freqüência C. A. e galvanicamente separando-a usando um transformador.

Controlador do Display
Recebe os dados da CPU informando que segmentos do Display de Cristal líquido devem ser
ligados.

Ajuste local
Há dois interruptores que são magneticamente ativados. Eles podem ser ativados pela
ferramenta magnética sem contato mecânico ou elétrico.

Figura 2.2 - Indicador do LCD


Sensor de temperatura
O TT303, como explicado anteriormente, aceita vários tipos de sensores. O TT303 é
especialmente projetado para medir temperatura usando termopares ou termoresistências
(RTDs) .

Alguns conceitos básicos a respeito desses sensores são apresentados abaixo.

Termopares
Os termopares são os sensores mais largamente usados na medida de temperatura nas
indústrias.

Os termopares consistem de dois fios de metais ou ligas diferentes unidas em um extremo,


chamados de junção de medida. A junção de medida deve ser colocada no ponto de medição.
O outro extremo do termopar é aberto e conectado ao transmissor de temperatura. Este ponto
é chamado junção de referência ou junta fria.

2-2
Operação

Para a maioria das aplicações, o efeito Seebeck é suficiente para explicar o funcionamento do
termopar.

Como o Termopar Trabalha


Quando há uma diferença de temperatura ao longo de um fio de metal, surgirá um pequeno
potencial elétrico, peculiar a cada liga. Este fenômeno é chamado efeito Seebeck. Quando
dois metais de materiais diferentes são unidos em uma extremidade, deixando aberto a outra,
uma diferença de temperatura entre as duas extremidades resultará numa tensão desde que
os potenciais gerados em cada um dos materiais sejam desiguais e não se cancelem
reciprocamente. Assim sendo, duas coisas importantes podem ser observadas. Primeiro: a
tensão gerada pelo termopar é proporcional à diferença de temperatura entre a junção de
medição e à junção de junta fria.
Portanto, a temperatura na junção de referência deve ser adicionada à temperatura da junta
fria, para encontrar a temperatura medida. Isto é chamado de compensação de junta fria, e é
realizado automaticamente pelo TT303, que tem um sensor de temperatura no terminal do
sensor para este propósito. Segundo: fios de compensação ou extensão do termopar devem
ser usados até os terminais do transmissor, onde é medida a temperatura da junta de
referência.
NOTA
Use os fios do termopar ou os fios da extensão apropriados em todo o caminho do sensor para transmissor.

A milivoltagem gerada com relação à temperatura medida na junção está relacionada em


tabelas padrões de calibração para cada tipo de termopar, com a temperatura de referência
0°C.
Os termopares padrões que são comercialmente usados, cujas tabelas estão armazenadas na
memória do TT303, são os seguintes:

ƒ NBS (B, E, J, K, N, R, S & T)


ƒ DIN (L & U)
Termo- resistências (RTDs)
Os sensores de temperatura resistivos, mais comumente conhecidos como RTD's são
baseados no princípio que a resistência do metal aumenta com o aumento de sua
temperatura.
Os RTDs padronizados, cujas tabelas estão armazenados na memória do TT303, são os
seguintes:

• JIS [1604-81] (Pt50 e Pt100)


• IEC, DIN, JIS [1604-89] (Pt50, Pt100 e Pt500)
• GE (Cu 10)
• DIN (Ni 120)

Para uma correta medida de temperatura com o RTD, é necessário eliminar o efeito da
resistência dos fios de conexão do sensor com o circuito de medição. Em algumas aplicações
industriais, estes fios podem ter extensões de centenas de metros. Isto é particularmente
importante em locais onde a temperatura ambiente muda bastante.

O TT303 permite uma conexão a 2-fios que pode causar erros nas medidas, dependendo do
comprimento dos fios de conexão e da temperatura na qual eles estão expostos (veja Figura 2.3).
Em uma conexão a 2-fios, a voltagem V2 é proporcional à resistência do RTD mais à
resistência dos fios.

V2 = [RTD + 2 x R] x I

2-3
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

TRANSMISSOR

2,1 R

I V2 RTD

3,4 R

Figura 2.3 - Conexão a Dois Fios

Para evitar o efeito da resistência dos fios de conexão, é recomendado usar uma conexão a 3-
fios (veja Fig. 2.4) ou uma conexão a 4-fios (veja Fig. 2.5).

Em uma conexão tipo 3-fios, a corrente "I" não percorre o terminal 3 (3E fio) que é de alta
impedância. Desta forma, fazendo V2-V1, anula-se o efeito da queda de tensão na resistência
de linha entre os terminais 2 e 3.

V2-V1 = [RTD + R] x I - R x I = RTD x I

TRANSMISSOR

2,1 R

V2
I RTD
3

V1
4 R

Figura 2.4 – Conexão a Três Fios

Em uma conexão a 4-fios, os terminais 2 e 3 tem alta impedância de entrada.


Conseqüentemente, nenhuma corrente flui através destes fios e não há queda de tensão. A
resistência dos outros dois fios não é de interesse, desde que neles não é realizada nenhuma
medida. Conseqüentemente a tensão V2 é diretamente proporcional à resistência do RTD.

V2 = RTD x I

2-4
Operação

TRANSMISSOR
R
1

+
2

I V2 RTD

-
3

4
Figura 2.5 – Conexão a Quatro Fios

Uma conexão diferencial é similar à conexão a 2-fios e fornece o mesmo problema (veja a Fig.
2.6). O terminal 3 tem uma alta impedância, portanto, nenhuma corrente flui através dele e
nenhuma queda de tensão é gerada. A resistência dos outros dois fios será medidas podem
não se cancelar já que a linearização afeta-os diferentemente.

TRANSMISSOR
1,3 R

2 R

I V1 RTD1
I V2 RTD2

4 R

Figura 2.6 - Conexão Diferencial ou Dupla

2-5
TT303 – Manual de Instruções, Operação e Manutenção

2-6
Seção 3
CONFIGURAÇÃO
Esta seção descreve as características dos blocos no TT303. Eles seguem as especificações do
Profibus PA, mas em termos de blocos transdutor, o bloco transdutor de entrada e do display, têm
algumas características especiais além desta. A família 303 da Smar está integrada no Simatic
PDM, da Siemens. É possível integrar qualquer equipamento 303 da Smar em qualquer ferramenta
de configuração para os equipamentos Profibus PA. É necessário fornecer uma Descrição do
Equipamento ou integrá-lo de acordo com a ferramenta de configuração. Neste manual contem
vários exemplos que usam o Simatic PDM.

Para garantir valores válidos na configuração offline, quando a função de download do Simatic
PDM é usada, deve-se inicialmente fazer um Upload.

Bloco Transdutor
O Bloco Transdutor isola os blocos de função do circuito de entrada e saída específica do
transmissor, tal como sensores ou atuadores. O Bloco Transdutor controla o acesso a I/O através
da implementação específica do fabricante. Isto permite ao bloco transdutor executar tão
freqüentemente quanto necessário para obter dados bons do sensor sem carregar os blocos de
função que os usam. Também isola o bloco de função das características específicas do fabricante
deste circuito.

Ao acessar o circuito, o bloco transdutor pode obter dados de I/O ou passar os dados de controle
para ele. A conexão entre o Bloco Transdutor e o bloco de Função é chamado canal. Estes blocos
podem trocar dados de sua interface.

Normalmente, os blocos transdutores executam funções como linearização, caracterização,


compensação de temperatura, controle e troca de dados com o hardware.

Como Configurar o Bloco Transdutor


O bloco transdutor tem um algoritmo, um conjunto de parâmetros "não conectáveis" e um canal
conectado a um bloco de função.

O algoritmo descreve o comportamento do transdutor como uma função de transferência de dados


entre o hardware de I/O e outro bloco de função. Os parâmetros do transdutor não podem ser
“linkados” em entradas e saídas de outros blocos.

Os parâmetros do transdutor podem ser divididos em parâmetro padrões e específicos do


fabricante.

Os parâmetros padrões estarão presentes para a classe dos equipamentos, tais como: pressão,
temperatura, atuador, etc.. Não importando qual é o fabricante. Contrariamente, os parâmetros
específicos só estão definidos para seu fabricante. Como os parâmetros específicos comum aos
fabricantes, nós temos: ajuste da calibração, informação de material e a curva de linearização, etc.

Quando você executa uma rotina padrão como uma calibração, você é conduzido passo a passo
por um método. O método geralmente é definido como um procedimento para ajudar o usuário a
fazer tarefas comuns. A ferramenta de configuração identifica cada método associado aos
parâmetros e habilita a interface para isto.

3-1
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Diagrama funcional do Bloco Transdutor de Temperatura

Figura 3.1–Diagrama Funcional do Bloco de Temperatura

Descrição Geral dos Parâmetros do Bloco transdutor de Temperatura


Temperatura Bloco de transdutor Descrição de Parâmetro Geral

PARÂMETRO DESCRIÇÃO
BIAS que pode ser algebricamente adicionado para o valor do processo do canal 1.
BIAS_1
A unidade de BIAS_1 é o PRIMARY_VALUE_UNIT.
BIAS que pode ser algebricamente adicionado para o valor do processo do canal 2.
BIAS_2
A unidade de BIAS_2 é o PRIMARY_VALUE_UNIT.
Mau funcionamento da Entrada: Diagnose do objeto para erros relacionado a todos os valores
0 = equipamento OK

Bit:
0= Erro de Rj
INPUT_FAULT_GEN 1= Erro de hardware
2–4 = reservado
5–7 = Específico do fabricante
Byte:
0x00: estado ok;
0x80: falha de hardware
Mau funcionamento da Entrada: Diagnose do objeto para erros relacionado a SV_1
0 = entrada OK

Bit:
0= subfaixa
1= sobrefaixa
INPUT_FAULT_1 2= fio partido
3= curto circuito
4–5 = reservado
6–7 = fabricante específico
Byte:
0x00: entrada Ok;
0x80: falha do sensor
Mau funcionamento da entrada: Diagnose do objeto para erros relacionado a SV_2

INPUT_FAULT_2 0 = entrada OK

A definição de Bit e byte vê INPUT_FAULT_1

3-2
Configuração

PARÂMETRO DESCRIÇÃO
Faixa de entrada elétrica e modo. As faixas são específicas do fabricante mas a faixa n é menor que a faixa
n+1 se mais de uma faixa for suportado para um modo de entrada (por exemplo range1=0...400Ω,
range2=0...4kΩ).
INPUT_RANGE é igual para os canais 1 e 2.

Códigos definidos (outros códigos estão reservados):


0 = mV faixa 1 = > mV22
1 = mV faixa 2 = > mV100
2 = mV faixa 3 = > mV500
:
9 = mV faixa 10
128 = Ω faixa 1 = > Ohm 100
129 = Ω faixa 2 = > Ohm 400
130 = Ω faixa 3 = > Ohm 2000
INPUT_RANGE :
137 = Ω faixa 10
192 = mA faixa 1
193 = mA faixa 2
:
201 = mA faixa 10
240 = fabricante específico
:
249 = fabricante específico
250 = não usado
251 = nenhum
252 = desconhecido
253 = especial

Observação:
Ao usar os códigos 240.. 249 (fabricante específico) a intercambialidade não é possível.
Selecione o tipo de sensor (Código) para Termopar, Rtd, Pirômetros ou linear.

101 = RTD PT50 A=0.003850 (IEC 751, DIN43760, JIS C1604-97, BS1904)
102 = RTD PT100 A=0.003850 (IEC 751, DIN43760, JIS C1604-97, BS1904)
104 = RTD PT500 A=0.003850 (IEC 751, DIN43760, JIS C1604-97, BS1904)
107 = RTD PT50 A=0.003916 (JIS C1604-81)
108 = RTD PT100 A=0.003916 (JIS C1604-81)
120 = RTD Ni120 a=0.006720 (curva de Edison #7)
128 = Tipo de TC B, Pt30Rh-Pt6Rh (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602,
NF C42-321)
131 = Tipo de TC E, Ni10Cr-Cu45Ni (IEC584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS 1602,
NF C42-321)
133 = Tipo de TC J, Fe-Cu45Ni (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602,
NF C42-321)
134 = Tipo de TC K, Ni10Cr-Ni5 (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602, NF
C42-321)
135 = Tipo de TC N, Ni14CrSi-NiSi (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602,
NF C42-321)
136 = Tipo de TC R, Pt13Rh-Pt (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602,
NF C42-321)
137 = Tipo de TC S, Pt10Rh-Pt (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602,
LIN_TYPE NF C42-321)
138 = Tipo de TC T, Cu-Cu45Ni (IEC 584, NIST MN 175, DIN43710, BS 4937, ANSI MC96.1, JIS C1602, NF
C42-321)
139 = Tipo de TC L, Fe-CuNi (DIN 43710)
140 = Tipo de TC U, Cu-CuNi (DIN 43710)
145 a 239 reservado

Específico do fabricante
240 CU10 GE, EDISON #15,
241 ohm 100
242 ohm 400
243 ohm 2000
244 mV22
245 mV100
246 mV500
:
Específico do fabricante
250 não usado
251 nenhum
252 desconhecido
253 especial
Limite físico inferior da função do sensor (por exemplo Pt 100 = -200°C) e faixa de entrada. No caso de
medida multicanal (por exemplo medida diferencial) a idéia do LOWER_SENSOR_LIMIT é o limite de um
LOWER_SENSOR_LIMIT
canal não o limite calculado de ambos os canais.
A unidade do LOWER_SENSOR_LIMIT é o PRIMARY_VALUE_UNIT.

3-3
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

PARÂMETRO DESCRIÇÃO
Valor do processo, função do SECONDARY_VALUE_1/2.
PRIMARY_VALUE
A unidade do PRIMARY_VALUE é o PRIMARY_VALUE_UNIT.
Mostre a unidade do código do PRIMARY_VALUE e outros valores. A unidade é selecionada usando o
parâmetro PRIMARY_VALUE_RANGE.
Configura as unidades:
1000: K (Kelvin)
PRIMARY_VALUE_UNIT 1001: °C (grau Celsius)
1002: °F (grau Fahrenheit)
1003: Rk (Rankine)
1281: (ohm)
1243: mV (milivolt)
SECONDARY_VALUE_1 Valor do processo conectado ao canal 1 corrigido pelo BIAS_1. A unidade do SECONDARY_VALUE_1 é o
(SV_1) PRIMARY_VALUE_UNIT.
SECONDARY_VALUE_2 Valor do processo conectado ao canal 2 corrigido por BIAS_2. A unidade do SECONDARY_VALUE_2 é o
(SV_2) PRIMARY_VALUE_UNIT.
Função matemática para calcular PRIMARY_VALUE (PV).
Códigos definidos:

128: PV = SV_1 - SV_2 Diferencial


SENSOR_MEAS_TYPE
fabricante específico:
220: = backup
230: = Temperatura do processo
Limite físico superior da Função do sensor (por exemplo Pt 100 = 850°C) e faixa de entrada. No caso das
medidas do multicanal (por exemplo medida diferencial) a idéia do UPPER_SENSOR_LIMIT é o limite de um
UPPER_SENSOR_LIMIT
canal não ser o limite calculado de ambos os canais.
A unidade do UPPER_SENSOR_LIMIT é o PRIMARY_VALUE_UNIT.
Valor em OHM para compensar resistência da linha quando a termoresistência 1 estiver conectada com 2 ou
COMP_WIRE1
3 fios.
Valor em OHM para compensar resistência da linha quando a termoresistência 2 estiver conectado com 2 ou
COMP_WIRE2
3 fios.
Conexão ao sensor, selecione para a conexão a 2, 3 e 4 fios.
Códigos definidos:
0 = 2 fios
SENSOR_CONNECTION
1 = 3 fios
2 = 4 fios
3 = 2 fios duplos
Os valores limites da faixa inferior e superior, a unidade de engenharia e o número de dígitos à direita do
PRIMARY_VALUE_RANGE
ponto decimal a ser usado para mostrar o valor primário.
Este parâmetro contém o valor superior calibrado. Para a calibração do ponto superior você fornece o valor da
CAL_POINT_HI medida superior (temperatura) para o sensor e transfere este ponto como superior para o transmissor. A
unidade CAL_UNIT.
Este parâmetro contém o valor inferior calibrado. Para calibração do ponto inferior você fornece o valor de
CAL_POINT_LO medida inferior (temperatura) para o sensor e transfere este ponto como inferior para o transmissor.
A unidade CAL_UNIT.
Este parâmetro contém o valor do span mínimo calibrado permitido. Esta informação de span mínimo é
CAL_MIN_SPAN necessário para assegurar que os dois pontos calibrados (superior e inferior) não fiquem muito próximos. A
unidade CAL_UNIT.
A unidade para o processo de calibração:

{1000, Kelvin "},


{1001, Celsius "},
CAL_UNIT
{1002, Fahrenheit "},
{1003, Rankie "}
{1243, mV "}
{1281, ohm "}
Os valores limites da faixa inferior e superior, a unidade de engenharia e o número de dígitos à direita do
SENSOR_RANGE
ponto decimal a ser usado para descrever os limites operacionais para o sensor.
SENSOR_SN O número de série do sensor.
SECONDARY_VALUE O valor secundário relacionado ao sensor.
SECONDARY_UNIT A unidade de engenharia a ser usadas com o valor secundário relacionado ao sensor.
MODULE_SN Indica o número do módulo.
Permite habilitar e desabilitar a junta fria.
SECONDARY_VALUE_ACTION {0, " desabilita "},
{1, " habilita "}
Permite a compensação da resistência da linha para RTD duplo ou sensor Ohm.
TWO_WIRES_COMPENSATION {0, " desabilita "},
{1, " habilita "}
SENSOR_TRANSDUCER_NUMBER Seleciona o transdutor 1 ou 2.
FACTORY_DIGITAL_INPUTS Lê as entradas digitais.
FACTORY_GAIN_REFERENCE Ponto de calibração para os sensores Ohm e mV.
FACTORY_TERMINAL_REFERENCE Ponto de calibração para o borne da Resistência.
Este parâmetro permite gravar e restabelecer os dados de acordo com os procedimentos da fábrica e da
BACKUP_RESTORE calibração do usuário. Tem-se as seguintes opções:
1, " Factory Cal Restore ",

3-4
Configuração

PARÂMETRO DESCRIÇÃO
2, " Last Cal Restore ",
3, " Default Data Restore ",
11, “Factory Cal Backup ",
12, " Last Cal Backup ",
0, nenhum ".
Indica a condição de calibração do processo de acordo com:
{16, " Default value set "},
{22, " Applied process out of range "},
XD_ERROR
{26, " Invalid configuration for request "},
{27, " Excess Correction " },
{28, " Calibration failed "}
EEPROM_FLAG Este parâmetro é usado para indicar o processo de gravação na EEPROM.
MAIN_BOARD_SN Este é o número de série da placa principal.
ORDERING_CODE Indica a informação sobre o sensor e o controle de produção da fábrica.

Tabela 3.1 - Descrição dos Parâmetros

Atributos Gerais dos Parâmetros do Bloco transdutor de Temperatura


Uso do
Opcional
Tipo de Param./ Valor da Pedido de
Tipos de
Índice Nome do parâmetro Grava Tamanho Acesso Obrigatório View
Objeto Dados Tipo de falha Download
(Classe)
Transporte
...Veja os requerimentos Gerais dos Parâmetros padrões
Parâmetro geral para o Bloco transdutor de Temperatura
8 PRIMARY_VALUE Simple DS-33 D 5 r C/a M 1
9 PRIMARY_VALUE_UNIT Simple Unsigned 16 S 2 r,w C/a 2 M
10 SECONDARY_VALUE_1 Simple DS-33 D 5 r C/a M
11 SECONDARY_VALUE_2 Simple DS-33 D 5 r C/a O
12 SENSOR_MEAS_TYPE Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a 3 M
13 INPUT_RANGE Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a 4 M
14 LIN_TYPE Veja os Requerimentos Gerais. 1 M
19 BIAS_1 Simple Float S 4 r,w C/a 0.0 5 M
20 BIAS_2 Simple Float S 4 r,w C/a 0.0 O
21 UPPER_SENSOR_LIMIT Simple Float N 4 r C/a M
22 LOWER_SENSOR_LIMIT Simple Float N 4 r C/a M
24 INPUT_FAULT_GEN Simple Unsigned 8 D 1 r C/a M 1
25 INPUT_FAULT_1 Simple Unsigned 8 D 1 r C/a M 1
26 INPUT_FAULT_2 Simple Unsigned 8 D 1 r C/a O
27- Não usado
35
36 SENSOR_CONNECTION Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a 7 M
37 COMP_WIRE1 Simple Float S 4 r,w C/a 0.0 8 M
38 COMP_WIRE2 Simple Float S 4 r,w C/a 0.0 O
39 – Não usado
61
62 PRIMARY_VALUE_RANGE Record DS-36 S 11 r,w C/a
63 CAL_POINT_HI Simple Float S 4 r,w C/a 850.0
64 CAL_POINT_LO Simple Float S 4 r,w C/a -200.0
65 CAL_MIN_SPAN Simple Float S 4 r C/a 10.0
66 CAL_UNIT Simple Unsigned 16 S 2 r,w C/a 1001
67 SENSOR_RANGE Record DS-36 N 11 r C/a
68 SENSOR_SN Simple Unsigned 32 S 4 r,w C/a
69 SECONDARY_VALUE Simple DS-33 D 5 r C/a

3-5
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Uso do
Opcional
Tipo de Param./ Valor da Pedido de
Tipos de
Índice Nome do parâmetro Grava Tamanho Acesso Obrigatório View
Objeto Dados Tipo de falha Download
(Classe)
Transporte
70 SECONDARY_VALUE_UNIT Simple Unsigned 16 S 2 r,w C/a 1001
71 MODULE_SN Simple Unsigned 32 S 4 r,w C/a
72 SECONDARY_VALUE_ACTION Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
73 TWO_WIRES_COMPENSA-TION Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
74 SENSOR_TRANSDUCER_ Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
NUMBER
75 FACTORY_DIGITAL_INPUTS Simple Float N 4 r,w C/a
76 REFERÊNCIA DE Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
FACTORY_GAIN_
77 REFERÊNCIA DE Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
FACTORY_BORNE
78 BACKUP_RESTORE Simple Unsigned 8 S 1 r,w C/a
79 XD_ERROR Simple Unsigned 8 D 1 r C/a
80 MAIN_BOARD_SN Simple Unsigned 32 S 4 r,w C/a
81 EEPROM_FLAG Simple Unsigned 8 D 1 r C/a
82 ORDERING_CODE Simple Unsigned 8 S 50 r,w C/a

Tabela 3.2 - Parâmetro Geral para o Bloco transdutor de Temperatura

CONFIGURAÇÃO CICLICA DO TT303


Os protocolos PROFIBUS-DP e PROFIBUS-PA possuem mecanismos contra falhas e erros de
comunicação entre o equipamento da rede e o mestre. Por exemplo, durante a inicialização do
equipamento esses mecanismos são utilizados para verificar esses possíveis erros. Após a
energização (power up) do equipamento de campo (escravo) pode-se trocar dados ciclicamente
com o mestre classe 1, se a parametrização para o escravo estiver correta. Estas informações são
obtidas através dos arquivos GSD (arquivos fornecidos pelos fabricantes dos equipamentos que
contém suas descrições). Através dos comandos abaixo, o mestre executa todo o processo de
inicialização com os equipamentos PROFIBUS-PA:
• Get_Cfg: carrega a configuração dos escravos no mestre e verifica a configuração da rede;
• Set_Prm: escreve nos parâmetros dos escravos e executa os serviços de parametrização da
rede;
• Set_Cfg: configura os escravos de acordo com as entradas e saídas;
• Get_Cfg: um outro comando, onde o mestre verifica a configuração dos escravos.
Todos estes serviços são baseados nas informações obtidas dos arquivos gsd dos escravos. O
arquivo GSD do TT303 mostra os detalhes de revisão do hardware e do software, bus timing do
equipamento e informações sobre a troca de dados cíclicos.
O TT303 possui 2 blocos funcionais: 2 AIs (Analog Input). Possui também o módulo vazio (Empty
module) para aplicações onde se quer configurar apenas um bloco AI. O TT303 permite a medição
simples de temperatura (AI+Empty_Module), a medição diferencial (AI+Empty_Module), a medição
dupla (Ai+AI) e a medição simples com um sensor de backup (AI+Empty_Module). Deve-se
respeitar a seguinte ordem cíclica dos blocos: AI1 e AI2. Supondo que se queira trabalhar somente
com o bloco AI, configure-o assim: AI, EMPTY_MODULE.
A maioria dos configuradores PROFIBUS utiliza dois diretórios onde se deve ter os arquivos GSD’s
e BITMAP’s dos diversos fabricantes. Os GSD’s e BITMAPS para os equipamentos da Smar
podem ser adquiridos via internet no site (https://www.smar.com.br), no link download.
O exemplo a seguir mostra os passos necessários para integrar o TT303 em um sistema PA. Estes
passos são válidos para todos os equipamentos da linha 303 da Smar:
• Copie o arquivo gsd do TT303 para o diretório de pesquisa do configurador PROFIBUS,
normalmente chamado de GSD;

3-6
Configuração

• Copie o arquivo bitmap do TT303 para o diretório de pesquisa do configurador PROFIBUS,


normalmente chamado de BMP;
• Após escolher o mestre, defina a taxa de comunicação. Não esqueça que os couplers podem
ter as seguintes taxas de comunicação: 45.45 kbits/s (Siemens), 93.75 kbits/s (P+F) e
12Mbits/s (P+F, SK2). O link device IM157 pode suportar até 12Mbits/s;
• Acrescente o TT303 e especifique o seu endereço no barramento;
• Escolha a configuração cíclica via parametrização com o arquivo gsd, que depende da
aplicação, conforme visto anteriormente. Para cada bloco AI, o TT303 fornece ao mestre o
valor da variável de processo em 5 bytes, sendo os quatro primeiros no formato ponto flutuante
e o quinto byte é o status que traz a informação da qualidade desta medição.

Permite ativar a condição de watchdog, que faz o equipamento ir para uma condição de falha
segura ao detectar uma perda de comunicação entre o equipamento escravo e o mestre.

O software de configuração, por exemplo, o Simatic PDM da Siemens (Gerenciador de


Equipamento do Processo) pode configurar muitos parâmetros da Entrada do bloco transdutor.

O equipamento
foi criado como
TT303.

Aqui, você pode


ver todos os blocos
instanciados.

Como você pode ver o


transdutor e o Display
são tratados como um
tipo especial de blocos
de função, chamado
bloco transdutor.

Figura 3.2 - Função e Blocos Transdutores

Para fazer a configuração do Bloco Transdutor, nós precisamos selecionar o menu " Device "
Use este menu:
- Mudar o endereço do equipamento;
- Fazer o up/download dos parâmetros;
- Configurar os blocos Transdutor, Entrada Analógica e o Display;
- Calibrar o transmissor;
- Fazer a reconfiguração através do software, proteger o equipamento contra escrita e simular o
valor do bloco transdutor e entrada analógica;
- Gravar e restabelecer a calibração de dados.
Para fazer a configuração do Bloco transdutor precisamos selecionar o menu "Device – off-line
Configuration -Transdutor - Trd1 " no menu principal. Se o usuário desejar usar dois blocos
transdutores, basta selecionar o “transdutor 2” usando o menu principal.

3-7
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

O usuário pode
escolher o tipo de
medida: T1-T2,
Temperatura do
Processo ou Backup.

O usuário pode
configurar o número
do sensor do
transdutor.

Selecione o tipo de
sensor de acordo
com a aplicação.

Nesta opção seleciona


– se o tipo de conexão
do sensor. As opções
aqui dependerão do
tipo de sensor
escolhido como
descrito acima.

Após selecionar a opção


desejada, esta tecla
deve ser pressionada.

Figura 3.3 - Configurações Básicas do Transdutor - Simatic PDM - Configuração Offline

O usuário pode configurar o bloco transdutor de acordo com o Tipo de Medida selecionado (quando
você seleciona " Process Temperature " , significa que você terá dois sensores, dois blocos
transdutores e dois blocos de entradas analógicas). Selecione os parâmetros de acordo com sua
aplicação.

É possível configurar a conexão e o tipo de sensor por meio dos parâmetros SENSOR_TYPE
e SENSOR_CONNECTION. A conexão e os tipos de sensores disponíveis são listados nas
Tabela 3.6 - Tabela do Tipo de Sensor e na Tabela 3.7 - Tabela do Tipo de Conexão, como
também o valor correspondente.
Usando a janela “Advanced Settings”, o usuário pode configurar o escalamento e a unidade para o
valor da saída de acordo com o Diagrama do Bloco Transdutor, o BIAS dos canais e a configuração
da junta fria e a compensação a 2-fios de acordo com a sua aplicação.

3-8
Configuração

O usuário pode
configurar a escala
e a unidade para o
valor da saída.

O usuário pode
configurar o BIAS
dos canais.

O usuário pode
configurar a junta fria
e a compensação a
dois fios.

Figura 3.4 - Simatic PDM - Configuração Off-line – Configurações Avançadas do Transdutor

Canal do Transdutor
O canal do transdutor associa o sensor ao transdutor. Pode ser configurado de um canal até dois
canais, no caso de duplo sensor.

Instalação elétrica do sensor


O TT303 aceita até dois sensores e pode operar em um dos três modos:
ƒ Medida com sensor único, canal único,
ƒ Medida com sensor duplo, canal duplo,
ƒ Medida com sensor diferencial, canal único.
ƒ Medida com sensor duplo backup, canal duplo.
NOTA
Evite que a fiação do sensor tenha rotas perto de cabos de alimentação ou equipamento de chaveamento.

Conforme a conexão e o tipo de sensor, os blocos terminais receberão a fiação como mostra a
figura abaixo (Veja Figura 3.5 – Instalação elétrica do Sensor).

3-9
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

1 2 3 4 1 2 3 4

ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA


OU OHM A 2 FIOS OU OHM A 3 FIOS

1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4

+
+

ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA ENTRADA PARA ENTRADA PARA


OU OHM A 4 FIOS TERMOPAR MILIVOLT

1 2 3 4 1 2 3 4
10 MΩ
+
+

ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA ENTRADA P/ TERMOPAR OU


OU OHM DIFERENCIAL OU DUPLO MILIVOLT DIFERENCIAL OU DUPLO

1 2 3 4 1 2 3 4
10 MΩ
+
+

ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA ENTRADA P/ TERMORESISTÊNCIA


OU TERMOPAR DIFERENCIAL OU DUPLO OU TERMOPAR DIFERENCIAL OU DUPLO

Figura 3.5 - Instalação elétrica do Sensor

Configuração do Jumper
Para trabalhar corretamente, os jumpers J1 e J3 localizados na tabela principal do TT303 devem
ser configurados corretamente.
J1 - é responsável para habilitar o modo de simulação do Bloco AI.

W1 - é responsável para habilitar o ajuste local.


NOTA
Não há nenhuma conexão para fiação a 3 ou 4 fio para sensores de mili voltagem.

3-10
Configuração

SENSOR_TYPE

PT 100 IEC

PT 100 JIS
PT 500 IEC
NI 120 IEC

CU 10 CE

PT 50 IEC
PT 50 JIS
Ohm 100

Ohm 400
Ohm 2,000

TC B NBS

TC E NBS
TC J NBS
TC K NBS
TC N NBS

TC R NBS
TC S NBS
TC T NBS
TC L IEC

TC U DIN
mV 22

mV 100
mV 500

Tabela 3.6 - Tabela do Tipo de Sensor

CONEXÃO

DUPLO A DOIS FIOS


DOIS FIOS

TRÊS FIOS

QUATRO FIOS

Tabela 3.7 - Tipo de Tabela de Conexão

Como Conectar Dois Sensores


Os transmissores da Série TT303 são capazes de operar simultaneamente com dois sensores,
usando dois blocos transdutores, se necessário. Os tipos de configuração na operação de dois
sensores são como segue:

Diferencial – Neste caso há somente um transdutor. A saída do transdutor é a diferença entre a


leitura do sensor 1 (entre os terminais 3 e 4) e a leitura do sensor 2 (entre os terminais 2 e 4).

Backup – Neste caso há somente um transdutor.


Se o primeiro sensor (conectado entre os terminais 3 e 4) abre, o segundo sensor (conectado entre
os terminais 2 e 4) fornecerá o sinal ao transdutor.

3-11
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Temperatura do Processo - Neste caso há dois transdutores. Cada sensor fornece um sinal a seu
transdutor respectivo. Neste caso, por favor selecione a conexão do sensor a " 2 fios " duais.

Para poder habilitar a operação com dois sensores nos modos de diferencial e backup, o usuário
deve atuar no parâmetro MEASURED_TYPE. Para operar com sensores duplo, o usuário deve
atuar no parâmetro SENSOR_CONNECTION. Veja a figura 3.3 Simatic PDM - Configuração Off-
line – Configurações Básicas do transdutor.

Compensação da Resistência da Linha para sensor RTD Duplo ou sensor


Ohm Duplo :
O TT303 permite conectar dois sensores mas é possível usar apenas 2 fios e isto pode causar um
erro devido à ausência da compensação da resistência da linha. Para minimizar este erro, há o
parâmetro TWO_WIRES_COMPENSATION que habilita o cálculo da resistência da linha.

Para fazer a compensação é necessário configurar o RTD ou Ohm com 2 fios duplos no parâmetro
PRIMARY_VALUE (índice relativo 14) e, então, fazer um curto circuito entre os terminais 1 e 3.
Após isto faça um curto circuito entre os terminais 3 e 4 (no fim do cabo do sensor). Então, habilite
o parâmetro TWO_WIRES_COMPENSATION (índice relativo 73) . Após isto, verifique o parâmetro
PRIMARY_VALUE.

Repita o mesmo procedimento para o segundo transdutor, mas fazendo um curto circuito
entre os terminais 2 e 4.
Veja a figura 3.4 - Simatic PDM - Configuração Off-line – Configurações Avançadas do Transdutor.

Compensação da junta fria


O TT303 permite a compensação da junta fria quando o usuário seleciona " Enable " de acordo
com a Figura 3.4 Simatic PDM - Configuração Off-line - Configurações Avançadas do Transdutor.

Calibração do TT303 pelo Usuário

A eletrônica do TT303 é muito estável no tempo, portanto não requerer calibrações adicionais após
a calibração de fabrica. Porém, o cliente pode decidir usar a sua referência para calibrar o TT303
(que não é recomendável), isto pode ser feito por meio dos parâmetros CAL_POINT_LO e
CAL_POINT_HI. Quando o trim for executado, sempre use dois pontos como referência; nunca
considere só um ponto como uma referência.

Usando o Simatic PDM, a calibração pode ser feita selecionando o menu " Device - Calibration –
transducer TRD1-Lower/Upper " ou menu " Device - Calibration – transducer TRD2-Lower/Upper ":

3-12
Configuração

O usuário pode selecionar


a calibração superior e
inferior.

O usuário pode ver o limite


inferior do sensor e o ponto
de calibração atual. O
usuário apenas necessita
informar o ponto desejado.

O usuário pode verificar


o resultado da
operação de
O usuário pode ver a
temperatura medida e
seu estado.

Figura 3.8 - Simatic PDM : Procedimento da Calibração Inferior

Se o usuário selecionar a página superior (UPPER):

O usuário pode ver


o limite superior do
sensor e o ponto de
calibração atual. O
usuário precisa
apenas informar o
valor desejado.
O usuário pode
visualizar o
resultado da
calibração.

O usuário pode ver a


temperatura medida e
seu estado.

Figura 3.9 - Simatic PDM : Procedimento da Calibração Superior

NOTA
Toda vez que o sensor é alterado, os valores do TRIM são reajustados. No caso do TC é necessário
desabilitar a compensação de junta fria antes de começar os procedimentos de calibração. O TRIM não está
disponível para o TT303 que usa dois sensores.

Como Configurar o Bloco de Entrada Analógico


O bloco de Entrada Analógico leva os dados de entrada do Bloco Transdutor selecionado por um
número do canal, e torna-o disponível para outros blocos de função na sua saída. O bloco
transdutor fornece a unidade de entrada da Entrada Analógica e, quando a unidade é alterada no
transdutor, a unidade de PV_SCALE também fica alterada. Opcionalmente, um filtro pode ser
aplicado no sinal do valor do processo cuja constante de tempo é PV_FTIME. Considerando uma
alteração do passo à entrada, este é o tempo em segundos para o PV alcançar 63,2% do valor
final. Se o valor da PV_FTIME for zero, o filtro é inválido. Para mais detalhes, veja as
Especificações dos Blocos de Função.

3-13
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Selecione O Bloco de entrada Analógica, respectivo, de acordo com a aplicação:

Para configurar o Bloco de Entrada Analógico no modo Off-line, vá para o menu de entrada
principal e selecione " Device Off-line Configuration- Analog Input Block”. Selecione o bloco
analógica de acordo com a aplicação. Usando esta tela, o usuário pode configurar o modo do bloco
de operação, selecionar o canal, a escala , a unidade para a entrada, o valor da entrada e o
damping. Selecione o respectivo Bloco Analógico de acordo com a aplicação:

O usuário pode
configurar a PV e o
damping.

O usuário
pode
selecionar a
PV, Sec
Value 1 ou
Sec Value 2
para o canal.

Valor da
escala de
entrada. A
unidade vem
do bloco
transdutor.

A escala e a
unidade para
o valor de
saída.

O usuário pode
configurar o
modo de
operação do
bloco.

Figura 3.10 - Simatic PDM – Configurações Básicas para o Bloco de Entrada Analógico

Selecionando a página " Advanced Settings ", pode-se configurar as condições para os alarmes e
os avisos, como também, as condições de segurança em falha. Veja a tela abaixo:

3-14
Configuração

O usuário pode
configurar os
limites do
alarme/aviso
(Alarm/Warning

As condições de
segurança em
falha

Figura 3.11 - Simatic PDM - Configurações Avançadas para o Bloco de Entrada Analógica.

Para a configuração on-line para o Bloco de Entrada Analógica, vá para o menu principal e
selecione " Device –Online Configuration - Analog Input – Block Mode":

O usuário pode
configurar a
operação mode
block.

O usuário
pode
monitorar a
saída e
verificar o
estado do
alarme atual.

Figura 3.12 - Simatic PDM - Configuração On-line para o Bloco de Entrada Analógica.

3-15
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Programação Usando o Ajuste Local


O ajuste local é completamente configurado pelo Simatic PDM ou qualquer outra ferramenta de
configuração compatível com a tecnologia de Descrição do Equipamento. Escolha as
melhores opções para ajustar a sua aplicação. Na fábrica, o transmissor é configurado com as
opções para ajustar o trim inferior e Superior, para monitorar a Entrada, a Saída do transdutor e
configurar o Tag. Normalmente, o transmissor é configurado através da ferramenta de
configuração, mas a funcionalidade do LCD permite uma ação fácil e rápida em certos parâmetros,
visto que não necessita da instalação das conexões da rede elétrica de comunicação. Pelo Ajuste
Local pode-se enfatizar as seguintes opções: Modo do bloco, monitoração da saída, visualização
do Tag e configuração dos Parâmetros de Sintonia.

A interface com o usuário é descrita com mais detalhes no " Manual Geral de Instalação, Operação
e Manutenção ", veja o manual no capítulo relacionado a " Programação Usando Ajuste Local ".
Todos os equipamentos de campo da Série 303 da SMAR apresentam a mesma metodologia para
manusear os recursos do Transdutor do Display. Logo se o usuário aprender uma vez, ele é capaz
de manusear todos os tipos de equipamento de campo da SMAR. Esta configuração de ajuste local
são apenas sugestões. Você pode escolher sua configuração preferida via ferramenta de
configuração simplesmente, configurando o bloco display.

O conversor tem sob a plaqueta de identificação dois furos marcados com as letras S e Z ao seu
lado, que dão acesso a duas chaves (Reed Switch), que podem ser ativadas ao inserir nos furos o
cabo da chave de fenda magnética (Veja a Figura 3.13).

Ferramenta Magnética

Orifício Span Orifício Zero

Fig. 3.13 - Orificios do Ajuste Local

A tabela 3.4 mostra o que as ações sobre os furos Z e S fazem no TT303 quando o ajuste local
está habilitado.

ORIFICIO AÇÃO
Z Inicializa e movimenta entre as funções disponíveis.
S Seleciona a função mostrada no indicador.

Tabela 3.4- Função dos Furos sobre a Carcaça

3-16
Árvore de ajuste local - Guia Rápido
2) Como pesquisar e
selecionar as opções
1) Como acessar a árvore de ajuste local 3) Como configurar um parâmetro do bloco.
do menu.
Siga os passos: 1) Procure a opção CONF e selecione LCD2;
1) Insira o cabo da chave magnética no furo Zero; 2) Procure a opção BLOCK e selecione o bloco que será configurado;
2) Espere 3 segundos; 3) Procure a opção PRMT e ajuste o índice relativo do parâmetro;
4) Procure a opção ITEM e ajuste o sub índice (se aplicável);
3) Insira a chave magnética no furo do Span; 5) Procure a opção UPDT e inisira a chave magnética no furo Zero;
4) Espere três segundos, logo as letras MD 6) Entre novamente no ajuste local e procure a opção LCD2. Após todos
aparecerão. esses passos o parâmetro está disponível para alteração;
7) Repita os passos acima para todos os parâmetros a serem
configurados.

P_VAL SECV1 SEC2 LOWER UPPER ADDR CONF BLOCK PRMT ITEM TGGL UPDT

LCD1 PHY
LCD2 TRD1
Guia Rápido – Árvore de Ajuste Local

LCD3 TRD2
DICA: O display alternando entre duas variáveis.
LCD4 AI1
Chave magnética
LCD5 AI2
Siga os passos:
1) Procure a opção TGGL; LCD6
2) Selecione 2; Orifício do Span Orifício do Zero
3) Configure o LCD2 com o parâmetro desejado.
S

Com 6 TOGGLE
LCD1 LCD2 LCD4 LCD5 LCD6
PVAL1 SEC1 SEC2 LOWER UPPER
8 2 11 64 63

• CONF: esta opção permite selecionar o LCD para configurá-lo. Existem disponivel seis opções: do LCD1 a LCD6;
• BLOCK: nesta opção o usuário deve selecionar o bloco funcional que ele deseja configurar;
• PRMT: é o número correspondente do índice relativo do parâmetro desejado dentro do bloco funcional escolhido;
• ITEM: esta opção deve ser configurada quando um parâmetro selecionado tem sub intens para ser selecionado, por exemplo, o parâmetro OUT_SCALE composto por “EU a 100%”, “EU a 0%”,
“Unit Index" e “Decimal Point”;
• TGGL(Toggle): alterna de um a seis parâmetros configurados. Se TGGL é igual a dois, por exemplo, o display alternará o display entre LCD1 e LCD2;
• UPDT: atualiza o display quando um dos LCDs é configurado. A configuração do display é finalizada acionando o “UPDT” após escolher a configuração para o ajuste local.
Configuração

3-17
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Conexão do Jumper J1
Se o jumper J1 (veja a figura 3.14) estiver conectado nos pinos marcados com a palavra ON, o
modo simulação será habilitado no bloco AO.

Conexão do Jumper W1
Se o jumper W1 (veja a figura 3.14) estiver conectado em ON, habilitado para realizar as
configurações, pode-se ajustar os mais importantes parâmetros dos blocos e a pré-configuração da
comunicação.

OFF ON OFF ON
LOC
WR
ADJ
J1 W1

PLACA PRINCIPAL

Fig. 3.14 - Jumpers J1 e W1

Coloque a chave
Para iniciar o ajuste magnética no
local coloque a chave furo S e espere
magnética no furo Z e durante 5
espere até que as segundos.
letras MD sejam
mostradas.

Figura 3.15 - Passo 1 - TT303

3-18
Configuração

Insira a chave
Remova a magnética no
chave furo S uma vez
magnética do mais e LOC
furo S. ADJ deve ser
mostrado.

Figura 3.16 - Passo 2 - TT303

Coloque a chave Nesta opção, a


magnética no furo Z. primeira variável
Neste caso, como esta (P_VAL) é
é a primeira mostrado, com
configuração, a opção seu respectivo
mostrada no indicador valor (se você
é o TAG com seu quer que ela
correspondente mantenha
mnemônico estática, ponha a
configurado pelo ferramenta no
configurador. Caso furo S e deixa-a
contrário, a opção lá.
mostrada no indicador
será uma das
configuradas.
Mantendo a chave
inserida neste furo, o
menu ajuste local será
rotacionado.
Figura 3.17 - Passo 3 - TT303

Para decrementar o
Para calibrar o valor valor inferior,
inferior (LOWER), coloque a chave
insira a chave magnética no furo Z
magnética no furo S para deslocar a
assim que LOWER for indicação da seta
mostrado no indicador. para baixo,
Uma seta apontando inserindo e
para cima (↑) mantendo a chave
incrementa o valor e no furo S, é
uma seta apontando possível
para baixo (↓) decrementar o valor
decrementa o valor. inferior.
Para incrementar o
valor, mantenha a
chave inserida em S
até ajustar o valor
desejado.

Figura 3.18 - Passo 4 - TT303


3-19
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Para calibrar o valor Para decrementar o


superior (UPPER), valor superior, coloque
insira a chave a chave magnética no
magnética no furo S furo Z para deslocar a
assim que UPPER for indicação da seta para
mostrado no baixo, inserindo e
indicador. Uma seta mantendo a chave no
apontando para cima furo S, é possível
(↑) incrementa o valor decrementar o valor
e uma seta Superior.
apontando para baixo
(↓) decrementa o
valor. Para
incrementar o valor,
mantenha a chave
inserida em S até
ajustar o valor
desejado.

Figura 3.19 - Passo 5 - TT303

Para mudar o valor do Para decrementar o


endereço (ADDR), valor do endereço,
insira a chave coloque a chave
magnética no furo Z magnética no furo Z
assim que ADDR for para deslocar a
mostrado no indicador. indicação da seta para
Uma seta apontando baixo, inserindo e
para cima (↑) mantendo a chave no
incrementa o valor e furo S, é possível
uma seta apontando decrementar o valor
para baixo (↓) decre-
1 1 endereço.
menta o valor. Para ADDR ADDR
incrementar o valor,
mantenha a chave
inserida em S até
ajustar o valor
desejado.

Figura 3.20 - Passo 6 - TT303

Configuração do Transdutor do Display


Usando o Simatic PDM ou qualquer outra ferramenta de configuração é possível configurar o bloco
Transdutor do Display. O nome transdutor é devido ao interfaceamento com o circuito do indicador
( LCD).
O Transdutor do Display é tratado como um bloco normal por qualquer ferramenta de
configuração. Isto significa que este bloco tem alguns parâmetros e, estes, podem ser
configurados de acordo com as necessidades do cliente.
O usuário pode escolher até seis parâmetros a ser mostrado no indicador, eles podem ser
parâmetros com o propósito só para monitorar ou para agir localmente nos equipamentos de
campo usando uma ferramenta imantada. O sétimo parâmetro é usado para acessar o
endereço físico do equipamento. O usuário pode mudar este endereço de acordo com sua
aplicação. Para acessar e configurar o Bloco do Display, vá para o menu principal e selecione
" Device Online Configuration – Display Block" .

3-20
Configuração

Figura 3.21 - Bloco de Exibição e Simatic PDM.

Bloco do Transdutor do Display


O ajuste local é completamente configurado pelo Simatic PDM ou qualquer outra ferramenta de
configuração. Logo, o usuário pode selecionar as melhores opções para configurar sua aplicação.
O transmissor sai da fábrica configurado com as opções para ajustar o trim Inferior e Superior ,
monitorar a entrada , a saída do transdutor e verificar o Tag. Normalmente, o transmissor é
configurado pelo Simatic PDM ou por uma ferramenta de configuração, mas a praticidade do ajuste
local com o auxilio do indicador (LCD) permite uma ação fácil e rápida em certos parâmetros. Entre
as possibilidades de uso do Ajuste Local, destacam-se as seguintes opções: seleção do modo dos
blocos, monitoração da saída, visualização do tag e configuração dos Parâmetros de sintonia.
A interface entre o usuário é descrita detalhadamente no " Manual Geral de Instalação, Operação e
Manutenção. Vá neste manual e olhe o capítulo relacionado a " Programação usando Ajuste Local
". Os recursos do bloco transdutor de todos os equipamentos de campo da Série 303 da SMAR
têm a mesma metodologia de tratamento para o ajuste local. Assim, se você aprender uma vez, ele
é capaz de lidar com todo o tipo de equipamento de campo da SMAR.
Todo o bloco de função e transdutor definidos de acordo com o Profibus PA têm uma descrição de
suas características escrita pela Linguagem de Descrição do Equipamento.

Esta característica permite que ferramentas de configuração de terceiros habilitem através da


tecnologia da DD (Descrição do Equipamento), que podem interpretar estas características e
torná-las acessível para configurar. O Bloco de Função e Transdutor da Série 303 foram
definidos rigorosamente de acordo com as especificações do Profibus PA para ser
interoperável a outras partes das especificações.

Para habilitar o ajuste local usando a ferramenta imantada é necessário antes preparar os
parâmetros relacionado com esta operação via configuração do sistema.

Há seis grupos de parâmetros que podem ser pré configurados pelo usuário para habilitar uma
possível configuração por meio do ajuste local. Como exemplo, vamos supor que você não queira
mostrar alguns parâmetros, neste caso, simplesmente selecione " None " no parâmetro " Select
Block Type ". Fazendo isto, o equipamento não adotará os parâmetros relacionados (indexados)
como um parâmetro válido para seu Bloco.

3-21
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Definição dos Parâmetros e Valores


Select Block Type
Este é o tipo do bloco onde o parâmetro é localizado. O usuário pode escolher: Bloco Transdutor,
Bloco de Entrada Analógica, Bloco Físico ou Nenhum.

Select / Set Parameter Type/Index


Este é o índice relacionado ao parâmetro a ser atuado ou visualizado (0, 1, 2…). Para cada bloco
há alguns índices pré definidos. Refira-se ao Manual dos Blocos de Função para conhecer os
índices desejados e, então, entre com o índice desejado.

Set Mnemonic
Este é o mnemônico para a identificação do parâmetro (aceita no máximo de 16 caracteres no
campo alfanumérico do indicador). Escolha o mnemônico, preferencialmente com um máximo de 5
caracteres porque, deste modo, não será necessário rotacioná-lo no indicador.

Set Decimal Step


É o incremento e o decremento, em unidades decimais, quando o parâmetro for do tipo Float ou
Float status, ou inteiro, quando o parâmetro está em unidades inteiras.

Set Decimal Point Place


Este é o número de dígitos após o ponto decimal (0 a 3 dígitos decimais).

Set Access Permission


O acesso permite o usuário ler, no caso da opção selecionada ser “Monitoring”, e escrever quando
a opção for " Action ", então o indicador mostrará as setas de incremento e decremento.

Set Alpha Numerical


Estes parâmetros incluem duas opções: Value e Mnemonic. Na opção Value é possível mostrar
ambos os dados dentro dos campos alfanumérico e numérico, deste modo, se um dos dados for
maior que 10.000, ele mostrará-o no campo alfanumérico. Isto é útil quando mostramos a
totalização na interface do LCD.

Na opção Mnemonic, o indicador pode mostrar os dados no campo numérico e o mnemônico no


campo alfanumérico.

Para equipamentos onde a versão do software for maior ou igual a 1.10, veja o item
configuração usando ajuste local no manual de Instalação, operação e manutenção desta
versão.

Se você desejar visualizar um certo tag, opte para o índice relativo igual a "tag". Para configurar
outros parâmetros selecione "LCD-II" até a tela "LCD-VI":

Insira o texto Aqui.

Figura 3.22 - Parâmetros para Configuração do Ajuste Local

3-22
Configuração

A tela " Local Address Change " permite habilitar / desabilitar o acesso para alterar o endereço
físico do equipamento.

Quando a
opção
“enable” é
selecionada,
o usuário
pode mudar o
endereço
físico do
equipamento.

Figura 3.23 - Parâmetros para Configuração do Ajuste Local

Quando o usuário entra no ajuste local e rotaciona os parâmetros usando a ferramenta imantada e
ao sair para a operação normal, isto é, a monitoração, se o parâmetro (quando a ferramenta
magnética for removida) tiver " Access Permission" igual a " monitoring ", então este último
parâmetro será mostrado no LCD.

Na interface do LCD sempre é mostrado dois parâmetros ao mesmo tempo, alternando entre
o parâmetro configurado no LCD-II e o último parâmetro monitorado. Se o usuário não quiser
mostrar os dois parâmetros ao mesmo tempo, basta optar por " None " quando configurar o
LCD-II:

Inserir aqui o texto.

Figura 3.24 - Parâmetros para Configuração do Ajuste Local

O usuário pode selecionar o parâmetro " Mode Block " Modo no LCD. Neste caso é necessário
selecionar o índice igual a " Mode Block ":

3-23
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Com esta
opção, o
Mode Block é
mostrado no
indicador
(LCD).

Figura 3.25 - Parâmetros para Configuração do Ajuste Local

3-24
Seção 4
MANUTENÇÃO
Geral
Os transmissores inteligentes de pressão da série TT303 são intensamente testados e
inspecionados antes de serem enviados para o usuário. Apesar disso foram projetados prevendo a
possibilidade de reparos pelo usuário, caso isto se faça necessário.

Em geral, é recomendado que o usuário não faça reparos nas placas de circuito impresso. Em vez
disso, deve-se manter conjuntos sobressalentes ou adquiri-los da SMAR, quando necessário.
Refira ao item “Retorno de Material” no fim desta seção

SINTOMA PROVÁVEL FONTE DO PROBLEMA


Conexões do Transmissor
Verifique a polaridade e a continuidade da fiação.
Verifique por malhas em curto ou aterradas.
Verifique se os conectores da fonte de alimentação estão conectados à placa principal.
Verifique se a blindagem não é usada como um condutor.
A blindagem deve ser aterrada somente em uma extremidade.
Fonte de Alimentação
Verifique a saída da fonte de alimentação. A fonte deve estar entre 9 - 32 VDC nos terminais do TT303. O
SEM COMUNICAÇÃO ruído e o ripple devem estar dentro dos seguintes limites:
a) 16 mV pico a pico de 7.8 a 39 kHz.
b) 2 V pico a pico de 47 a 63 Hz para aplicações sem segurança intrínseca e 0.2 V para aplicações com
segurança intrínseca.
c) 1.6 V pico a pico de 3.9 MHz a 125 MHz.
Configuração da Rede
verifique se os endereços dos equipamentos estão configurados corretamente.
Falha no Circuito Elétrico
Verifique se há defeitos na placa principal substituindo-a por outra sobressalente.
Conexões do transmissor
Verifique por curto circuito intermitente, circuitos abertos e problemas de aterramento.
Verifique se o sinal do sensor está alcance o bloco terminal do TT303 medindo-o com um multímetro no final
do transmissor . Para o teste do mV e do termopar pode ser feito conectado e desconectado ao transmissor.
Oscilação ou Ruído
Ajuste do damping
LEITURA INCORRETA Verifique o aterramento da carcaça do transmissor, muito importante para entradas mV e Termopar.
Verifique por umidade no bloco terminal.
Verifique se a blindagem dos fios entre o transmissor e o painel está aterrada somente em um terminal.
Sensor
Verifique a operação do sensor; ela deve estar dentro de suas características.
Verifique o tipo de sensor; ele deve ser do tipo para o qual o TT303 foi configurado.
Verifique se o processo está dentro da faixa do sensor.
Falha no Circuito eletrônico
Verifique a integridade do circuito substituindo-o por um sobressalente.
LEITURA INCORRETA
Configuração do transmissor
Verifique se o sensor e a configuração dos fios estão corretas.

Tabela 4.1 - Mensagens de Erros e Causa Potencial

4-1
TT303 - Manual de Instrução, Operação e Manutenção

Procedimento de Desmontagem
ATENÇÃO
Desligue o transmissor antes de desconectá-lo.

A figura 4.4 – Vista Explodida apresenta uma vista explodida do transmissor e auxiliará o
entendimento do exposto abaixo. Os números entre parâmetros correspondem às partes
destacadas no referido desenho.

Sensor
Se o sensor está montado no transmissor, primeiro desconecte os fios para prevenir o rompimento
dos mesmos. Para acessar a borneira, primeiro solte o parafuso de trava no lado marcado com
"Field Terminals", e a seguir desenrosque a tampa.

Circuito Eletrônico
Para remover o conjunto de placa de circuito (5 e 7) e o display (4), primeiro solte o parafuso de
trava da tampa (14) no lado não marcado por "Field Terminals" e a seguir desenrosque a tampa (1).

A placa principal (5) e placa de entrada (7) são casadas na fábrica e devem ser trocadas juntas e
não devem ser misturadas com outras.
Solte os dois parafusos (3). Retire cuidadosamente o display e a seguir a placa principal.
Cuidadosamente puxe o display e a placa principal (5). Para remover a placa de entrada (7),
primeiro solte os dois parafusos (6) que a fixam na carcaça (9) e retire a placa com cuidado.

CUIDADO
A placa tem componentes CMOS que podem ser danificados por descargas eletrostáticas. Observe os
procedimentos corretos para manipular os componentes CMOS. Também é recomendado armazenar as
placas de circuito em embalagens à prova de cargas eletrostáticas.

Procedimento de Montagem
Coloque a placa de entrada (7) na carcaça (8).
Fixe a placa de entrada com seus parafusos (6).
Coloque a placa principal (5) dentro da carcaça, assegure que todos os pinos de conexão estão
conectados.
Conecte o display (4) à placa principal, observe a posição de montagem (veja Fig. 5.2). O ponto
marcado com a palavra "SMAR" deve ser posicionado para cima conforme a direção desejada.
Prenda a placa principal e o display com seus para-fusos (3).
Rosqueie a tampa (1) e trave-a use o parafuso de trava (8).

4-2
Manutenção

Figura 4.1 – Quatro Posições Possíveis para o Display

Intercambiabilidade
A placa Principal e de Entrada devem ser mantidas juntas por causa dos dados de
calibração que são armazenados na EEPROM da placa principal. No caso de uma estar
com defeito, devem ser substituídas ambas.

Retorno de Material
Caso seja necessário retornar o transmissor e/ou programador para a SMAR, basta contatar a
assistência técnica - Setor de Revisão, informe o número de série do equipamento com defeito e
enviá-lo(s) para a fábrica em Sertãozinho/SP.

Para maior facilidade na análise e solução do problema, o material enviado deve incluir, em anexo,
documentação descrevendo detalhes sobre a falha observada no campo e as circunstâncias da
mesma. Outros dados, como local de instalação, tipo de medida efetuada e condições do processo,
são importantes para uma avaliação mais rápida.

4-3
TT303 - Manual de Instrução, Operação e Manutenção

Figura 4.2 – Vista Explodida

CÓDIGO DE PEDIDO DESCRIÇÃO

SD1 Chave de Fenda Magnética para ajuste Local


BC1 Interface RS232/Fieldbus
PS302 Fonte de Alimentação
FDI302 Interface do Equipamento de Campo
DF47 Barreira de Segurança Intrínseca
BT302 Terminador
DF48 Interface de Controle de Processo

Table 4.2 - Accessories

4-4
Manutenção

RELAÇÃO DAS PEÇAS SOBRESSALENTES


CATEGORIA
DESCRIÇÃO DAS PEÇAS POSIÇÃO CÓDIGO
(NOTA 1)
CARCAÇA, Alumínio (NOTA 2)
. ½ - 14 NPT 9 400-0228
. M20 x 1.5 9 400-0229
. PG 13.5 DIN 9 400-0300
CARCAÇA, AÇO INOX 316 (NOTA 2)
. ½ - 14 NPT 9 400-0301
. M20 x 1.5 9 400-0302
. PG 13.5 DIN 9 400-0303
TAMPA SEM VISOR (INCLUINDO ANEL DE VEDAÇÃO)
. Alumínio 1 e 15 204-0102
. Aço Inox 316 1 e 15 204-0105
TAMPA COM VISOR (INCLUINDO ANEL DE VEDAÇÃO)
. Alumínio 1 204-0103
. Aço Inox 316 1 204-0106
PARAFUSO DE TRAVA DA TAMPA 8 204-0120
PARAFUSO DA TERRA EXTERNO 13 204-0124
PARAFUSO DA PLAQUETA DE FIXAÇÃO 11 204-0116
INDICATOR DIGITAL 4 214-0108
ISOLADOR DO TERMINAL 12 314-0123
PLACA PRINCIPAL E DE ENTRADA 5e7 400-0304 A
ANEL DE VEDAÇÃO (3)
. Tampa, Buna-N 2 204-0122 B
PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO ISOLADOR DA BORNEIRA
. Carcaça em Alumínio 14 304-0119
. Carcaça em Aço Inox 316 14 204-0119
PARAFUSO DA PLACA PRINCIPAL PARA CARCAÇA EM ALUMÍNIO
. Unidades com Indicador 3 304-0118
. Unidades sem Indicador 3 304-0117
PARAFUSO DA PLACA PRINCIPAL PARA CARCAÇA EM AÇO INOX 316
. Unidades com Indicador 3 204-0118
. Unidades sem Indicador 3 204-0117
PARAFUSO DA PLACA DE ENTRADA
. Carcaça em Alumínio 6 314-0125
. Carcaça em Aço Inox 316 6 214-0125
SUPORTE DE MONTAGEM PARA TUBO DE 2" (NOTA 4)
. Aço Carbono - 214-0801
. Aço Inox 316 - 214-0802
Aço Carbono com grampo-U, parafusos, porcas e arruelas em Aço Inox. - 214-0803
CAPA DE PROTEÇÃO DO AJUSTE LOCAL 10 204-0114

Tabela 4.3 – Lista de Sobressalente

4-5
TT303 - Manual de Instrução, Operação e Manutenção

NOTA

1. Na categoria “A” recomenda-se manter em estoque um conjunto para cada 25 peças instaladas e na categoria “B” um
conjunto para cada 50 peças instaladas.
2. Inclui borneira, parafusos ( trava da tampa, aterramento e isolador da borneira) e plaqueta de identificação sem certificação.
3. Os anéis de vedação e backup são empacotados com 12 unidades.
4. Inclui grampo_U, porcas parafusos e ruelas.

4-6
Seção 5
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Especificações Funcionais
Entradas Veja as tabelas 5.1, 5.2, 5.3 e 5.4.
Saída e
Somente Digital. De acordo com IEC 61158-2: 2000 (H1): 31.25 kbit/s modo tensão, alimentado pelo
Protocolo de
barramento.
Comunicação
Alimentado pelo barramento: 9 - 32 Vdc.
Alimentação
Corrente quiescente: 12 mA.
Indicator LCD de 4 1/2 dígitos numéricos e 5 caracteres alfanuméricos (opcional).
Certificação em
FISCO: de acordo com o relatório PTB-W-53e.
Área Classificada
Diretiva EMC (89/336/EEC) Compatibilidade Eletromagnética
O teste EMC foi efetuado de acordo com o padrão IEC 61326:2002.
Informação de
Diretiva ATEX (94/9/EC) - Atmosfera Explosiva, Àrea Classificada
Diretivas
Este produto foi certificado de acordo com os padrões europeus NEMKO e EXAM (antiga DMT).
Européias
As declarações de conformidade eletromagnética para todas as diretivas européias aplicáveis para este
produto podem ser encontradas no site www.smar.com.br
Ajuste de Zero e Não interativo. Via ajuste local e comunicação digital.
Span
Alarme de Falha Para falhas no circuito do sensor, eventos são gerados e o status é propagado para a saída dos blocos
funcionais de acordo com a estratégia. Os diagnósticos detalhados estão disponíveis nos parâmetros
(Diagnósticos) internos dos blocos funcionais.
Operação: -40 ºC a 85 ºC (-40 ºF a 185 ºF)
Limites de Armazenagem: -40 ºC a 120 ºC (-40 ºF a 248 ºF)
Temperatura Digital: -10 ºC a 60 ºC (-14 ºF a 140 ºF) (Operação)
Display: -40 ºC a 85 ºC (-40 ºF a 185 ºF) (sem danos)

Tempo para Iniciar Opera dentro das especificações em menos de 10 segundos após a energização do transmissor.
Operação
Configuração básica pode ser feita através do uso de ajuste local com chave magnética se o equipamento
for provido de display.
Configuração A configuração completa é possível através do uso de ferramentas de configuração, tais como: Syscon,
TM TM
FieldCare e Pactware . O TT303 também pode ser configurado via Simatic PDM usando EDDL.
Limites de
0 a 100% RH
Umidade
Ajustes de Configurável pelo usuário, de 0 a 32 segundos (via comunicação digital).
Amortecimento

Especificações de Desempenho
Precisão Veja as tabelas 5.1, 5.2, 5.3 e 5.4.
Para uma variação de 10 ºC:
mV (-6 a 22 mV), TC (NBS: B, R, S eT): ± 0,03% da entrada de milivoltagem ou 0,002 mV, o que for maior.

mV (-10 a 100 mV), TC (NBS: E, J, K e N; DIN: L e U): ± 0,03% da entrada de milivoltagem ou 0,01 mV, o
que for maior.

Efeito de mV (-50 a 500 mV): ± 0,03% da entrada de milivoltagem ou 0,05 mV, o que for maior.
Temperatura
Ohm (0 a 100Ω), RTD (GE: Cu10): ± 0,03% da entrada de resistência ou 0,01Ω , o que for maior.
Ohm (0 a 400Ω), RTD (DIN: Ni120; IEC: Pt50 e Pt100; JIS: Pt50 e Pt100): ± 0,03% da entrada de
resistência ou 0,04Ω, o que for maior.

Ohm (0 a 2000Ω), RTD (IEC: Pt500): ± 0,03% da entrada de resistência ou 0,2Ω, o que for maior.
TC: rejeição da compensação de junta fria 60:1 (Referência: 25,0 ± 0,3 °C).
Efeito da fonte ± 0,005% do span calibrado por volt.
de alimentação

5-1
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

Especificações de Desempenho
Efeito de
Interferência Aprovado de acordo com IEC 61000-6-2:1999, IEC 61000-6-4:1997 e IEC 61326:2002.
Eletro-magnética
1/2 - 14 NPT
M20 X 1.5
PG 13.5 DIN
Conexão Elétrica 1/2 - 14 NPT X 3/4 NPT (Aço Inox 316) – com adaptador
1/2 - 14 NPT X 3/4 BSP (Aço Inox 316) – com adaptador Nota: Certificação à prova de explosão não se aplica
1/2 - 14 NPT X 1/2 BSP (Aço Inox 316) – com adaptador aos adaptadores, somente aos transmissores.
Pode ser fixado diretamente ao sensor. Com uma braçadeira opcional pode ser instalado num tubo de 2" ou
Montagem fixado numa parede ou painel.

Especificações físicas
Sem display e braçadeira de montagem: 0,80 kg
Pesos Somar para o display: 0,13 kg
Somar para a braçadeira de montagem: 0,60 kg
Características
das funções de
PHY, TRD, DSP e AI
controle
(Opcional)

2, 3 ou 4 fios
* PRECISÃO
SENSOR TIPO FAIXA °C FAIXA °F SPAN MÍNIMO °C
DIGITAL °C
Cu10 GE -20 a 250 -4 a 482 50 ± 1,0
Ni120 DIN -50 a 270 -58 a 518 5 ± 0,1
Pt50 IEC -200 a 850 -328 a 1562 10 ± 0,25
Pt100 IEC -200 a 850 -328 a 1562 10 ± 0,2
RTD
Pt500 IEC -200 a 450 -328 a 842 10 ± 0,2
Pt1000 IEC -200 a 300 -328 a 572 10 ± 0,2
Pt50 JIS -200 a 600 -328 a 1112 10 ± 0,25
Pt100 JIS -200 a 600 -328 a 1112 10 ± 0,25
B NBS 100 a 1800 212 a 3272 50 ± 0,5**
E NBS -100 a 1000 -148 a 1832 20 ± 0,2
J NBS -150 a 750 -238 a 1382 30 ± 0,3
K NBS -200 a 1350 -328 a 2462 60 ± 0,6
N NBS -100 a 1300 -148 a 2372 50 ± 0,5
TERMOPAR
R NBS 0 a 1750 32 a 3182 40 ± 0,4
S NBS 0 a 1750 32 a 3182 40 ± 0,4
T NBS -200 a 400 -328 a 752 15 ± 0,15
L DIN -200 a 900 -328 a 1652 35 ± 0,35
U DIN -200 a 600 -328 a 1112 50 ± 0,5

Tabela 5.1 - Característica dos sensores de 2, 3 ou 4 fios

* Precisão da leitura no display e acessada por comunicação.


** Não aplicável para os primeiros 20% da faixa (até 440ºC).

5-2
Características Técnicas

DIFERENCIAL
* PRECISÃO
SENSOR TIPO FAIXA °C FAIXA °F SPAN MÍNIMO °C
DIGITAL°C
Cu10 GE -270 a 270 -486 a 486 50 ± 2,0
Ni120 DIN -320 a 320 -576 a 576 5 ± 0,5
Pt50 IEC -1050 a 1050 -1890 a 1890 10 ± 1,0
Pt100 IEC -1050 a 1050 -1890 a 1890 10 ± 1,0
RTD
Pt500 IEC NA NA NA NA
Pt1000 IEC NA NA NA NA
Pt50 JIS -800 a 800 -1440 a 1440 10 ± 1,0
Pt100 JIS -800 a 800 -1440 a 1440 10 ± 1,5
B NBS -1700 a 1700 -3060 a 3060 60 ± 1,0**
E NBS -1100 a 1100 -1980 a 1980 20 ± 1,0
J NBS -900 a 900 -1620 a 1620 30 ± 0,6
K NBS -1550 a 1550 -2790 a 2790 60 ± 1,2
N NBS -1400 a 1400 -2520 a 2520 50 ± 1,0
TERMOPAR
R NBS -1750 a 1750 -3150 a 3150 40 ± 2,0
S NBS -1750 a 1750 -3150 a 3150 40 ± 2,0
T NBS -600 a 600 -1080 a 1080 15 ± 0,8
L DIN -1100 a 1100 -1980 a 1980 35 ± 0,7
U DIN -800 a 800 -1440 a 1440 50 ± 2,5

Table 5.2 – Característica do Sensor Diferencial

* Precisão da leitura no display e acessada por comunicação.


** Não aplicável para os primeiros 20% da faixa (até 440ºC).

FAIXA SPAN * PRECISÃO FAIXA SPAN MÍNIMO * PRECISÃO DIGITAL


SENSOR SENSOR
mV MÍNIMO mV DIGITAL % Ohm Ohm %
-6 a 22 0,40 ± 0,02% ou ± 2 µV 0 ou 100 1 ± 0,02% ou ± 0,01 Ohm
mV -10 a 100 2,00 ± 0,02% ou ± 10 µV Ohm 0 ou 400 4 ± 0,02% ou ± 0,04 Ohm
-50 a 500 10,00 ± 0,02% ou ± 50 µV 0 ou 2000 20 ± 0,02% ou ± 0,20 Ohm
-28 a 28 0,40 ± 0,10% ou ± 10 µV -100 ou 100 1 ± 0,08% ou ± 0,04 Ohm
mV DIF. Ohm DIF.
-110 a 110 2,00 ± 0,10% ou ± 50 µV -400 ou 400 4 ± 0,1% ou ± 0,20 Ohm

Table 5.3 – Característica do Sensor mV Table 5.4 - Característica do Sensor Ohm

* Precisão da leitura no display e acessada por comunicação.


** Não aplicável para os primeiros 20% da faixa (até 440ºC).
NA Não aplicável.

5-3
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

MODELO TRANSMISSOR DE TEMPERATURA

COD. Indicador local

0 Sem Indicador 1 Com Indicador Local


COD. Braçadeira de Montagem
0 Sem Braçadeira 2 Braçadeira de Aço Inox 316
1 Braçadeira de Aço Carbono 7 Braçadeira de Aço Carbono com Acessórios de Aço Inox 316
COD. Conexões Elétricas
0 1/2 - 14 NPT 3 1/2 - 14 NPT X 1/2 BSP (Aço Inox 316) – Com adaptor (2) Z De acordo com as
1 1/2 - 14 NPT X 3/4 NPT (Aço Inox 316) – Com adaptor (2) A M20 x 1.5 observações do usuário
2 1/2 - 14 NPT X 3/4 BSP (Aço Inox 316) – Com adaptor (2) B Pg 13.5 DIN
COD. Material da Carcaça
H0 Alumínio H1 Aço Inox 316
COD. Plaqueta de Identificação
I1 FM: XP, IS, NI, DI, IP I3 CSA: XP, IS, NI, DI, IP I5 CEPEL: Ex-d, Ex-ia, IP I7 EXAM (DMT): Group I, M1 Ex-ia
I2 NEMKO: Ex-d, Ex-ia, IP I4 EXAM (DMT): Ex-ia, IP I6 Sem Certificação IE NEPSI: Ex-ia
COD. Plaqueta do Tag
J0 Com tag, quando especificado (Default) J2 De acordo com as observações do usuário
J1 Branco
COD. Conexão do sensor
L2 2-fios LF Diferencial
L3 3-fios LD Duplo 2-fios
L4 4-fios LB Backup
COD. Pintura
P0 Cinza Munsell N 6,5 Poliéster (Default) P5 Amarelo Poliéster PC Azul segurança
P3 Preto Poliéster P8 Sem pintura Poliéster - Pintura
P4 Branco Epóxi P9 Azul segurança Epoxy – Pintura Eletrostática Eletrostática
COD. Tipo de Sensor
T1 RTD Cu10 - GE TA Tipo de Termopar B - NBS TJ Tipo de Termopar K - DIN
T2 RTD Ni120 - DIN TB Tipo de Termopar E - NBS TL Tipo de Termopar S - DIN
T3 RTD PT50 - IEC TC Tipo de Termopar J - NBS TM Tipo de Termopar T - DIN
TD TN 100 OHM
T4 RTD PT100 - IEC Tipo de Termopar K - NBS
TO OHM Especial
T5 RTD PT500 - IEC TE Tipo de Termopar N - NBS TQ 22 mV
T6 RTD PT50 - JIS TF Tipo de Termopar R - NBS TR 100 mV
T7 RTD PT100 - JIS TG Tipo de Termopar S - NBS TS 500 mV
T8 2K OHM TH Tipo de Termopar T - NBS TT mV Especial
T9 400 OHM TI Tipo de Termopar J - DIN TU RTD PT1000 - IEC

TT303 1 2 0 H1 I1 JO L2 P8 T1

NOTA
(1) Valores Limitado a 4 1/2 digitos; unidades limitadas a 5 caracteres.
(2) Certificação à prova de explosão não se aplica aos adaptadores, somente aos transmissores.

5-4
NON HAZARDOUS OR DIVISION 2 AREA HAZARDOUS AREA
REQUIREMENTS:
1 - INSTALLATION MUST BE IN ACCORDANCE WITH THE NATIONAL ELECTRICAL CODE
SAFE AREA APPARATUS (ANSI / NFPA 70) AND ANSI / ISA-RP12.6
2 - TRANSMITTER SPECIFICATION MUST BE IN ACCORDANCE TO FM APPROVAL LISTING.
UNSPECIFIED, EXCEPT THAT IT MUST NOT
3 - ASSOCIATED APPARATUS GROUND BUS TO BE INSULATED FROM PANELS AND MOUNTING
BE SUPPLIED FROM, NOR CONTAIN UNDER
ENCLOSURES.
NORMAL OR ABNORMAL CONDITIONS, A
4 - WIRES: TWISTED PAIR, 22AWG OR LARGER.
SOURCE OF POTENTIAL IN RELATION TO 5 - SHIELD IS OPTIONAL IF USED, BE SURE TO INSULATE THE END NOT GROUNDED.
EARTH IN EXCESS OF 250VAC OR 250VDC. 6 - CABLE CAPACITANCE AND INDUTANCE PLUS Ci AND Li MUST BE SMALLER THAN Ca AND La
OF THE ASSOCIATED APPARATUS.
7 - ONLY SIMPLE APPARATUS CAN CONNECTED TO THE SENSOR TERMINALS 1,2,3,4.
ASSOCIATED APPARATUS SIMPLE APPARATUS IS A DEVICE THAT WILL NOT FENERATE OR STORE MORE THAN
POWER SUPPLY
1.2V 0.1A, 25mW, OR 20uJ. EXAMPLES ARE SWITCHES, THERMOCOUPLES AND RESISTANCE
TEMPERATURE DETECTORS.

OPTIONAL ENTITY PARAMETERS FOR TEMPERATURE SENSOR TERMINALS:


SHIELDING Vt=8.25V It=85.3mA Ca=5.5uF La=4.8mH

FIELDBUS
SENSOR
BARRIER

+ -
1 2 3 4
Comm.
+ -
GROUND BUS
INTRINSICALLY SAFE APPARATUS COMPONENTS CAN NOT
ENTITY VALUES: Ci = 5nF Li=8uH BE SUBSTITUTED WITHOUT
Vmax <= 24V PREVIOUS MANUFACTURER
ENTITY PARAMETERS FOR ASSOCIATED APPARATUS Imax <= 250mA APPROVAL.
CLASS I,II,III DIV.1,
GROUPS A,B,C,D,E,F & G
Ca >= CABLE CAPACITANCE + 5nF CLASS I,II,III DIV.1, GROUPS A,B,C,D,E,F & G
La >= CABLE INDUCTANCE + 8uH MODEL TT302 AND TT303 - SERIES
TEMPERATURE TRANSMITTERS.
Voc <= 24V Voc <= 16V
OPTION OPTION
Isc <= 250mA Isc <= 250mA
1 2
Po <= 1,2W Po <= 2W
Características Técnicas

5-5
TT303 –Manual de Instruções, Operação e Manutenção

5-6