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Fatores de Risco em Laboratórios

• Físicos

– Ruído, temperaturas extremas, radiações ionizantes e não-ionizantes, vibração, pressões, etc.

• Biológicos

– Agentes patogênicos e infectantes

• Químicos

– Aerodispersóides, gases e vapores

• Mecânicos

– Arranjo inadequado do local, risco de quedas, etc.

– Arranjo inadequado do local, risco de quedas, etc. Danos à integridade física, à saúde ou

Danos à integridade física, à saúde ou à descendência

Riscos Químicos

• As substâncias químicas podem ser agrupadas, segundo suas características de periculosidade, em:

asfixiantes

tóxicos

carcinogênicos

explosivos

corrosivos

mutagênicos

comburentes

irritantes

teratogênicos

inflamáveis

danosos ao

sensibilizantes

meio ambiente

Asfixiantes

Simples: diminuem a concentração de oxigênio do ar.

• São perigosos apenas em concentrações muito elevadas. Exemplos: N 2 , He e outros gases nobres, CO 2 , etc.

Químicos: impedem a chegada de O 2 aos tecidos.

• Modos de Atuação:

• CO fixa-se na hemoglobina no lugar do O 2 ;

• HCN fixa-se na citocromooxidase;

• H 2 S bloqueia a citocromooxidase e afeta o centro regulador do sistema respiratório.

Explosivos

Explosivos • Substâncias que podem explodir sob efeito de calor, choque ou fricção. • Temperaturas de

Substâncias que podem explodir sob efeito de calor, choque ou fricção.

Temperaturas de Detonação são variadas:

nitroglicerina, 117 o C; isocianato de mercúrio, 180 o C; trinitrotolueno (TNT), 470 o C.

Misturas Explosivas de substâncias:

• Ex.: cloratos e certos materiais combustíveis; tetra- hidroresorcinol e metais.

Produtos com risco de explosão usados em laboratório químico:

Perclorato de Prata/Orgânicos Nitratos Orgânicos Peróxido de Benzoíla Peridrol (H 2 O 2 ) Peróxido de Sódio

Comburentes (oxidantes)

• Substâncias que em contato com outras produzem reação fortemente exotérmica. Ex: sulfonítrica, sulfocrômica, nitratos de sódio e potássio, percloratos, permanganato de potássio, peróxidos e hidroperóxidos.

Inflamáveis

• A inflamabilidade depende de uma série de parâmetros:

Ponto de Fulgor (Flash point): temperatura até a qual uma substância desprende suficiente vapor para produzir chamas que não se mantém, quando em contato com o ar e uma fonte de ignição.

Ponto de Autoignição: temperatura acima da qual uma substância desprende vapor suficiente para produzir fogo espontaneamente quando em contato com o ar

• FAIXA DE INFLAMABILIDADE • Os produtos químicos inflamáveis ou combustíveis, só queimam dentro de

FAIXA DE INFLAMABILIDADE

Os produtos químicos inflamáveis ou combustíveis, só queimam dentro de uma determinada faixa de concentração no ar, chamada de FAIXA DE INFLAMABILIDADE, que é compreendida pelos Limites Inferior e Superior de Explosividade.

pelos Limites Inferior e Superior de Explosividade. Inflamáveis • Extremamente inflamáveis • flash point

Inflamáveis

Extremamente inflamáveis

• flash point < 23 o C, PE < 38 o C:

• gases e líquidos combustíveis H 2 , CH 4 , C 2 H 6, C 2 H 4 , CO, HCN, acetaldeído, éter dietílico, dissulfeto de carbono

Facilmente inflamáveis

• ponto de autoignição < temperatura ambiente. Ex: Mg, Al, Zn, Zr em pó e seus derivados orgânicos, fósforo branco

• 23 o C < flash point < 38 o C, PE < 100 o C. Maioria dos solventes orgânicos

• substâncias sólidas que em contato com a umidade do ar ou água desprendam gases facilmente inflamáveis em quantidades perigosas. Ex: hidretos metálicos

Inflamáveis

• 38 o C < flash point < 94 o C: combustíveis/querosenes, etc.

MANUSEIO DE PRODUTOS

LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

NÃO MANUSEAR LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS PRÓXIMO A CHAMAS OU FONTES DE IGNIÇÃO;

USAR A CAPELA PARA ATIVIDADES COM LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS QUE ENVOLVAM AQUECIMENTO;

USAR PROTETOR FACIAL E LUVAS DE COURO QUANDO AGITAR FRASCOS FECHADOS CONTENDO LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS, COMBUSTÍVEIS E/OU VOLÁTEIS.

DERRAME ACIDENTAL / VAZAMENTOS

SOLVENTES/INFLAMÁVEIS:

DERRAME ACIDENTAL / VAZAMENTOS SOLVENTES/INFLAMÁVEIS: - ISOLAR A ÁREA; - ELIMINAR FOCOS DE IGNIÇÃO; - DESOCUPAR

- ISOLAR A ÁREA;

- ELIMINAR FOCOS DE IGNIÇÃO;

- DESOCUPAR O LOCAL, SE O DERRAME FOR DE GRANDES PROPORÇÕES;

- ABSORVER, COM MATERIAL APROPRIADO;

- EMBALAR MATERIAL CONTAMINADO, PARA DESCARTE POSTERIOR;

- LIMPEZA DEVE SER FEITA UTILIZANDO EPIs;

SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS:

- ISOLAR A ÁREA, NEUTRALIZAR, VERIFICANDO O pH.

Tóxicos

 

DL 50 oral ratos, mg/Kg

DL 50 cutânea ratos/coelhos, mg/Kg

CL 50 inalação ratos, mg/m 3

Muito tóxico

< 25

< 50

< 0,5

Tóxicos

25 – 200

50 – 400

0,5

2,0

Nocivos

200 – 2000

400 – 2000

2 - 20

MANUSEIO DE PRODUTOS TÓXICOS

SUBSTÂNCIAS TÓXICAS

NÃO MANUSEAR SUBSTÂNCIAS TÓXICAS SEM SE CERTIFICAR DO GRAU DE TOXIDEZ DE CADA UMA DELAS;

COM SUBSTÂNCIAS TÓXICAS SOMENTE EM

TRABALHAR

CAPELA;

EVITAR

O

CONTATO

DE

SUBSTÂNCIAS TÓXICAS COM A

PELE;

INTERROMPER A ATIVIDADE IMEDIATAMENTE, CASO SINTA QUALQUER SINTOMA DE INTOXICAÇÃO;

AVISAR AO RESPONSÁVEL E DIRIGIR-SE AO SETOR MÉDICO ACOMPANHADO;

Corrosivos

• Substâncias que, quando em contato com tecidos vivos ou outros materiais, podem exercer sobre eles efeitos destrutivos.

– Exemplos: metais alcalinos, ácidos e bases, desidratantes e oxidantes

MANUSEIO DE PRODUTOS CORROSIVOS

A)

AO

DILUIR

SUBSTÂNCIAS

CORROSIVAS

OS

SEGUINTES CUIDADOS DEVEM SER OBSERVADOS:

VERTER

A

SUBSTÂNCIA

A

SER

DILUÍDA

NO

DILUENTE, NUNCA O CONTRÁRIO; A DILUIÇÃO DEVE SER FEITA LENTAMENTE;

USAR

UM

BASTÃO

DE

VIDRO

PARA

A

HOMOGENEIZAÇÃO;

 

B)

EVITAR

O

CONTATO

DE

SUBSTÂNCIAS

CORROSIVAS COM A PELE.

Irritantes

• Substâncias não corrosivas que, por contato com a pele ou mucosas, podem provocar reação inflamatória.

– substâncias corrosivas são irritantes mesmo em baixas concentrações

– quanto mais solúvel em água, mais irritante para o trato respiratório

– solventes orgânicos são irritantes por dissolução da camada lipídica protetora da pele.

Danosos ao meio ambiente

• Substâncias que apesar da baixa toxicidade ao homem podem causar efeitos danosos ao meio ambiente.

• Devem ser considerados principalmente quando presentes nos resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) de laboratório.

Carcinogênicos

Classe I: substâncias cujo efeito carcinogênico para o homem já foi demonstrado através de estudos.

Classe II: substâncias provavelmente carcinogênicas para o homem. Estudos a longo prazo já foram efetuados, mas apenas em animais.

Classe III: substâncias suspeitas de causar câncer no organismo humano, para as quais não se dispõe de dados suficientes para provar sua atividade carcinogênica e os estudos com animais não fornecem provas suficientes para classificá-las na classe II.

Carcinogênicos

• Lista das substâncias e materiais carcinogênicos (classe I) da IARC (International Agency for Research on Cancer)

– http://physchem.ox.ac.uk/MSDS/carcinogens.html

• Lista dos carcinogênicos classes II e III (inclui relatório que apoiou a classificação da substância)

– http://ntp-server.niehs.nih.gov/htdocs/8_RoC/

COMPROVADAMENTE CANCERíGENO PARA HUMANOS ( A1)

Exemplos: Alcatrão de hulhas, 4- aminodifenilo, arsênico, asbestos, benzeno (p), benzidina (p), cloreto de vinila, cromatos de Zn, cromita, crômio VI, éter bisclorometilico, éter metílico de clorometila, 4,4`metilenobis(2-cloroanilina) (p), sulfeto de niquel, urânio nat., voláteis de alcatrão solúveis em benzeno

SUSPEITOS CANCERÍGENOS PARA HUMANOS) – A2

Acrilato de etila, acrilonitrila(p), berilio, 1,3 butadieno, benzo(a)antraceno, benzo(b) fluoranteno, brometo de vinila, cádmio, cromatos de Ca, Pb, Sr, diazometano, formaldeído, óxido de etileno, 1,4- dicloro-2-buteno(p), dinitrotolueno(p), tetracloreto de carbono

Mutagênicos

• Substâncias que podem alterar o material genético de células somáticas ou reprodutivas. Dividem-se em 3 categorias, como os carcinogênicos.

• O número de substâncias reconhecidamente mutagênicas é muito maior do que o de carcinogênicas

• Considera-se que alguns tipos de câncer são resultado da evolução de processos mutagênicos.

Teratogênicos

• Substâncias que podem produzir alterações no feto durante seu desenvolvimento intra-uterino (malformações)

• Estão divididas em duas classes:

– I: substâncias para as quais o efeito teratogênico já foi demonstrado por estudos de causa-efeito

– II: substâncias provavelmente teratogênicas ao homem

Sensibilizantes

Certos produtos podem causar uma reação de sensibilização em animais, ie, uma resposta imunológica. O mecanismo de imunização envolve os seguintes eventos:

exposição inicial de uma substância química (ou animal);

um período de indução no animal;

a produção de uma nova proteína chamada de anticorpo.

Sensibilizantes

-Ácido pícrico -Acrilato de etila -Anidrido ftálico

-2-Cloroacetofenona

-Dietileno triamina -Dihidrocloreto de piperazina -Diisocianato de isoforona -Éter alil glicidílico -Éter n butil glicidílico

Reações químicas perigosas

Substâncias incompatíveis

• Uma grande variedade de substâncias reagem perigosamente quando em contato com outras. Por isso antes de misturar quaisquer substâncias devem- se buscar informações sobre a compatibilidade das mesmas.

Listas:

na internet: http:physchem.ox.ac.uk/MSDS/incompatibles.html na Biblioteca do IQ:

IUPAC - Chemical Safety Matters, 1992, Appendix E.

Reações químicas perigosas

algumas combinações explosivas

• Acetona com clorofórmio na presença de base forte

• Acetileno com Cu, Ag, Hg ou seus sais

• Amônia com Cl 2 , Br 2 ou I 2

• CS 2 com azida de sódio

• Cl 2 com etanol

• Clorofórmio ou CCl 4 com Al ou Mg em pó

• Éter etílico com Cl 2

• etanol com Ca(ClO 3)2 ou AgNO 3

• HNO 3 com AcOH ou anidrido acético

Substâncias Peroxidáveis

• São peroxidáveis de uso comum em laboratórios:

– Éter etílico ou sulfúrico

– Tetra-hidrofurano / THF

– Dioxano

– Cumeno

– Tetrahidronaftaleno

– Estireno

– Aldeídos

Review sobre peroxidáveis: JACKSON, H.L. et al. J.Chem.Ed. 47, A175 (1970)

Presença de Peróxidos

A existência de peróxidos é detetada através de:

Presença de camada viscosa no fundo do fraco.

Presença de sólidos

No caso de suspeita da presença de peróxidos,

Não abrir o frasco

Não agitar o frasco

Comunicar o fato a seu supervisor

Cuidados com Produtos Peroxidáveis

Armazenar em recipientes hermeticamente fechados, em local seco, fresco e escuro

Rotular com datas de:

Fabricação

Recebimento

Abertura do frasco

Prazo de validade

Datas do próximo e do último teste realizado sobre a presença de peróxidos

No tratamento de éter etílico e THF:

1)TRABALHAR PROTEGIDO (EPC/EPI)

2) REMOVER PERÓXIDOS (PERRIN)

agitar com:

sulfaro ferroso/ácido sulfúrico aparas de ferro ou pó de cobre

3) NUNCA DESTILAR ATÉ A SECURA

“Produtos Pirofóricos”

Em condições normais de ambiente (atmosfera, temperatura e umidade), reagem violentamente com o oxigênio do ar ou com a umidade existente, gerando calor, gases inflamáveis e chamas ou fagulhas.

Exemplos:

Butil-lítio, Cloreto de dietil-alumínio, Sesquicloreto de etil-alumínio, Hidreto de diisobutil-alumínio, Trietil-alumínio, Triisobutil-alumínio, Dicloreto de etilalumínio, Trimetil-alumínio Sódio, Lítio, Potássio, Dietil-zinco.

Manuseio de Sólidos Pirofóricos:

· Lítio, sódio e potássio:

-devem ser manipulados sob um líquido inerte, geralmente querosene; -exposições prolongadas ao ar podem levar à ignição espontânea;

· não jogar aparas de metais alcalinos na pia; podem explodir e provocar incêndios;

· conservar os produtos pirofóricos sólidos longe de solventes inflamáveis, a fim de evitar propagação do fogo;

· descartar aparas de lítio ou sódio vertendo-as, aos poucos, em etanol ou propanol (secos); para potássio usar butanol.

Manuseio de Organometálicos:

-(líquidos ou são vendidos em soluções, acondicionadas em garrafas de vidro “sure-seal” ou em recipientes metálicos, munidos de uma válvula): a manipulação destes produtos só deve ser feita sob a orientação de um “especialista”:

-nunca abrir a válvula para a atmosfera; -recipientes só devem ser abertos em atmosfera de gás inerte seco ou em câmara especial; -a transferência destes produtos diretamente sob o solvente da reação, diminui o perigo de incêndio; diluídos, tornam-se menos inflamáveis; -nunca utilize água para apagar incêndio desta natureza; use extintor de pó químico seco ou areia seca. -deve-se buscar orientação específica para descartá-los.

ROTULAGEM - SIMBOLOS DE RISCO

(PICTOGRAMAS)

Ao usar um reagente químico, analisar detalhadamente o rótulo do frasco que o contém. As informações presentes nos rótulos dos recepientes que contém produtos químicos são extremamente valiosas.

FACILMENTE INFLAMÁVEL peróxidos orgânicos; líquidos com pontos de fulgor inferior a

21ºC;

substâncias que são fáceis de inflamar e de continuar queimando por si só; liberam substâncias facilmente inflamáveis por ação da umidade.

substâncias facilmente inflamáveis por ação da umidade. PRECAUÇÃO: -evitar contato como ar -manter afastadas de
substâncias facilmente inflamáveis por ação da umidade. PRECAUÇÃO: -evitar contato como ar -manter afastadas de
substâncias facilmente inflamáveis por ação da umidade. PRECAUÇÃO: -evitar contato como ar -manter afastadas de

PRECAUÇÃO:

-evitar contato como ar -manter afastadas de fontes de ignição.

contato como ar -manter afastadas de fontes de ignição. EXTREMAMENTE INFLAMÁVEL Líquidos com ponto de fulgor
contato como ar -manter afastadas de fontes de ignição. EXTREMAMENTE INFLAMÁVEL Líquidos com ponto de fulgor
contato como ar -manter afastadas de fontes de ignição. EXTREMAMENTE INFLAMÁVEL Líquidos com ponto de fulgor

EXTREMAMENTE INFLAMÁVEL Líquidos com ponto de fulgor inferior a 0ºC e o ponto máximo de ebulição 35ºC; gases, misturas de gases (que estão presentes em forma líquida) que com ar e a pressão normal podem se inflamar facilmente.

com ar e a pressão normal podem se inflamar facilmente. PRECAUÇÕES : manter longe de chamas

PRECAUÇÕES:

manter longe de chamas abertas e fontes de ignição.

TÓXICO

Substancias que por inalação ingestão ou absorção através da pele, provocam danos a saúde na maior parte das vezes, muito graves ou mesmo a morte.

PRECAUÇÃO: evitar qualquer contato com o corpo humano e observar cuidados especiais com produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos.

produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos. NOCIVO Em casos de intoxicação aguda (oral, dermal ou
produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos. NOCIVO Em casos de intoxicação aguda (oral, dermal ou

NOCIVO Em casos de intoxicação aguda (oral, dermal ou por inalação), pode causar danos irreversíveis à saúde.

PRECAUÇÃO: evitar qualquer contato como corpo humano, observar cuidados especiais com produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos.

produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos. CORROSIVO C Apenas pelo contato, estes produtos químicos
produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos. CORROSIVO C Apenas pelo contato, estes produtos químicos
produtos cancerígenos, teratogênicos ou mutagênicos. CORROSIVO C Apenas pelo contato, estes produtos químicos

CORROSIVO

C

Apenas pelo contato, estes produtos químicos destroem o tecido vivo, bem como vestuário.

PRECAUÇÃO: não inalar os vapores e evitar o contato com a pele, os olhos e vestuário.

e evitar o contato com a pele, os olhos e vestuário. OXIDANTE substâncias comburentes que podem
e evitar o contato com a pele, os olhos e vestuário. OXIDANTE substâncias comburentes que podem

OXIDANTE substâncias comburentes que podem inflamar substâncias combustíveis ou acelerar a propagação de incêndio.

PRECAUÇÃO: evitar qualquer contato com substâncias combustíveis. Perigo de inflamação. O incêndio pode ser favorecido e dificultado a sua extinção.

com substâncias combustíveis. Perigo de inflamação. O incêndio pode ser favorecido e dificultado a sua extinção.
com substâncias combustíveis. Perigo de inflamação. O incêndio pode ser favorecido e dificultado a sua extinção.
com substâncias combustíveis. Perigo de inflamação. O incêndio pode ser favorecido e dificultado a sua extinção.

EXPLOSIVO

Este símbolo indica substâncias que podem explodir sob determinadas condições.

PRECAUÇÃO: evitar atrito, choque, fricção, formação de faísca e ação do calor.

choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas
choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas
choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas
choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas
choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas
choque, fricção, formação de faísca e ação do calor. 1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas

1. Indicação de Perigo: consultar os pictogramas e relacionar com as indicações de perigo;

os pictogramas e relacionar com as indicações de perigo; 2. Riscos Específicos e Conselhos de Prudência:

2. Riscos Específicos e Conselhos de Prudência:

identificar, no rótulo, os símbolos R (riscos específicos)

e

S (conselhos de prudência);

R11 Altamente inflamáveis. R23 Tóxico por inalação. R24 Tóxico em contato com a pele. R25 Tóxico se ingerido.

S2 Manter fora do alcançe de crianças. S7 Manter o recipiente rigorosamente fechado. S16 Manter à distância de fontes de ignição. S24 Evitar contato com a pele.

Manuseio

Frases de Risco e Segurança

8

http://www.qca.ibilce.unesp.br/prevencao/risco.htm

8

http://www.icb.ufmg.br/~probioseg/codicosderisco.doc

8

http://www.chem.kuleuven.ac.be/safety/liab13.htm

CTRQ&S - IQUSP

INERTIZAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS

REGRA GERAL:

ANTES DE USAR UM PRODUTO QUÍMICO, SAIBA COMO “DESTRUIR” OS SEUS RESTOS COM SEGURANÇA

Ácidos Inorgânicos: diluír com água e neutralizar com solução de hidróxido de sódio. Descartar em pia.

Bases Inorgânicas: diluir em água e neutralizar com ácido sulfúrico ou clorídrico diluídos. Descartar em pia.

Sais:

1) sais de tálio, altamente tóxicos (e suas soluções aquosas):

precipitar óxido de tálio (III) com hidróxido sódio, com posterior neutralização. Reter resíduos para incineração ou depósito em aterro. 2) sais de selênio: transformar em Se elementar com ácido nítrico concentrado em capela. Filtrar o selênio elementar após adição de hidrogenossulfito sódico. Pode ser reciclado. 3)outros metais pesados: coleta seletiva

Soluções aquosas de ácidos orgânicos: neutralizar com bicarbonato ou hidróxido de sódio. Os ácidos carboxílicos aromáticos precipitam-se com ácido clorídrico diluído e podem ser filtrados. Reciclar ou incinerar o sólido.

Bases orgânicas/aminas na forma dissociada - para evitar maiores odores, neutralizar com ácido clorídrico ou ácido sulfúrico diluidos. Descartar em pia.

Nitrilas e mercaptanas (tióis) oxidar, por agitação, durante várias horas (preferivelmente durante a noite), com solução de hipoclorito de sódio. Incinerar a mistura.

Aldeídos hidrossolúveis: transformar, com uma solução concentrada de hidrogenossulfito sódico, em seus derivados de bissulfito solúveis. Descartar em pia. Os não hidrossol. devem ser incinerados.

Soluções de Compostos Organometálicos: gotejar, cuidadosamente e sob agitação, em AcOEt ou butanol, na capela. Agitar durante a noite e adicionar em um grande excesso de água. Descartar em pia.

Soluções residuais de Peróxidos (orgânicos): destruir com redutores fracos. Descartar em pia. Peróxidos puros: dissolver antes de proceder como acima.

Halogenetos de ácidos carboxílicos: transformar em ésteres metílicos, com excesso de metanol. Neutralizar com hidróxido ou bi- ou carbonato. Incinerar a mistura.

Cianetos: oxidar com solução de hipoclorito de sódio por, pelo menos, uma noite. Destruir o excesso de oxidante com tiossulfato de sódio. Descartar em pia. Cianetos orgânicos: incinerar

Peróxidos Inorgânicos/oxidantes (cloro, bromo e iodo) diluídos:

reduzir a seus ânions com solução de tiossulfato de sódio. Descartar em pia.

Ácido fluorídrico e as soluções de fluoretos inorgânicos: tratar com carbonato de cálcio. Filtar o precipitado e reciclar.

Derivados Fosforados: tratar com solução de hipoclorito de sódio a 5% (contendo 5 ml de uma solução de hidróxido de sódio a 50%) gota a gota, cuidadosamente em banho de gelo. Filtrar o precipitado e incinerar.

Metais alcalinos/hidretos metálicos/(amidetos de metais alcalinos): introduzir estes compostos, com a máxima precaução, em butanol (tert-butanol) seco, em capela, com anteparo protetor e óculos de proteção. Em caso de aquecimento da solução alcoólica, interromper o processo de destruição. Neutralizar, filtrar e incinerar o líquido.

Trialquil-alumínio são extremamente sensíveis à hidrólise. Para o manejo seguro destes compostos se recomenda-se utilizar seringas e cânulas. Destruir restos por lenta adição, sob condições anidras, em butanol seco diluído em éter/THF secos. Neutralizar e filtrar sólidos. Incinerar o líquido.

Riscos Mecânicos

RISCOS DE ACIDENTES

TRABALHO COM GASES

GRUPO I - NÃO INFLAMÁVEL, NÃO CORROSIVO, BAIXA TOXIDEZ.

GRUPO II - INFLAMÁVEL, NÃO CORROSIVO, BAIXA TOXIDEZ.

GRUPO III - INFLAMÁVEL, TÓXICO E/OU CORROSIVO.

GRUPO IV - TÓXICO E/OU CORROSIVO, NÃO INFLAMÁVEL.

GRUPO V - EXPONTANEAMENTE INFLAMÁVEL – PIROFÓRICO.

GRUPO VI – VENENOSO.

INFLAMÁVEL – PIROFÓRICO. GRUPO VI – VENENOSO. LOCALIZAÇÃO DE CILINDROS MANTÊ-LOS DO LADO DE FORA DO

LOCALIZAÇÃO DE CILINDROS

MANTÊ-LOS DO LADO DE FORA DO PRÉDIO, EM LOCAL COBERTO E PRESOS POR CORRENTES.

EM ÚLTIMO CASO - DENTRO DE PRÉDIO, mas

1- LONGE DE FAÍSCAS (GEL., FREEZER, ESTUFAS, ETC;)

2- FORA DOS CORREDORES DE CIRCULAÇÃO;

3- LONGE DAS PORTAS DE SAÍDA;

4- FIXOS POR CORRENTES.

Detalhes da cabeça do cilindro

4- FIXOS POR CORRENTES. Detalhes da cabeça do cilindro 1- ABERTURA E FECHAMENTO; 2- RETENTOR DE

1- ABERTURA E FECHAMENTO;

2- RETENTOR DE VAZAMENTO;

3- SAÍDA DE GÁS;

4- SISTEMA DE SEGURANÇA;

5- ROSQUEAMENTO PARA TAMPA DE PROTEÇÃO;

6- TAMPA DE PROTEÇÃO.

TRANSPORTE DE CILINDROS DE GASES

1- USAR CARRINHOS ESPECIAIS;

2- NÃO ROLAR CILINDROS NA POSIÇÃO HORIZONTAL;

3- MOVIMENTAR UM ÚNICO CILINDRO POR VEZ;

4- MANTER O CILINDRO FIXADO AO CARRINHO;

5- NÃO TENTAR SEGURAR UM CILINDRO QUE ESTIVER CAINDO;

6- NUNCA LEVANTAR UM CILINDRO PELA VÁLVULA OU PELO CAPACETE;

7-NÃO DESPRESSURIZAR PARA ATMOSFERA;

8-NUNCA MARTELAR OU SUBMETER UM CILINDRO A PANCADAS;

Sistemas

sob

pressão

positiva:

cromatografia

em coluna

“flash”

2

3 4 1
3
4
1

Sistemas

sob

pressão

positiva:

o

funil

de

extração

1

4 1 Sistemas sob pressão positiva: o funil de extração 1 2 1 Destilação à pressão

2

2

1

Destilação à pressão ambiente 3
Destilação à pressão ambiente
3
4
4

2

1

1

Trabalho sob Vácuo:

dessecadores

1
1

2

Cuidados com dessecadores:

1) desfazer o vácuo, lentamente, antes de abrir. 2) remover a tampa por deslizamento horizontal, usando luvas de couro. 3) manter a tampa lubrificada para evitar deslizamento espontâneo da mesma. 4) ponderar sobre a relação carga/dessecante. 5) fazer vácuo lentamente. 6) inspecionar periodicamente em busca de danos.

Trabalho sob vácuo:

Sistemas de destilação sob vácuo

2

1 3 1
1
3
1
sob vácuo: Sistemas de destilação sob vácuo 2 1 3 1 1 4 Destilações sob vácuo

1

4

Destilações sob vácuo

- Envolver peças longas de vidro com fita gomada ou similar.

- Não fazer vácuo rapidamente.

- Usar EPI/EPC (tampa da capela/máscara)

- Não desfazer abruptamente o vácuo no sistema de destilação ainda muito quente.

- Usar traps em sistemas a vácuo e verificá-los periodicamente para evitar entupimentos.

- Dirigir as saídas das bombas de vácuo para a exaustão das capelas.

Gelo Seco ou Nitrogênio Líquido

Cuidados:

- Utilizar sempre luvas térmicas para evitar queimaduras

-O gelo seco deve ser adicionado lentamente no solvente, de forma a evitar possíveis projeções e respingos da substância

-Ao usar banho refrigerante sobre chapas/agitadores, usar um isolante térmico entre eles para evitar condensação de umidade no aparelho

- Não derramar nitrogênio líquido sobre mangueiras de borracha, pois estas poderão quebrar.

-Manter “Dewars” de nitrogênio líquido fora de vias de circulação e saídas