Вы находитесь на странице: 1из 272

Metrologia

Programa de Capacitação/Atualização de Docentes do SENAI – Metal-Mecânica

Alcantaro Corrêa

Presidente do Sistema FIESC

Sérgio Roberto Arruda

Diretor Regional do SENAI/SC

Antônio José Carradore

Diretor de Educação e Tecnologia do SENAI/SC

Marco Antônio Dociatti

Diretor de Desenvolvimento Organizacional do SENAI/SC

João Roberto Lorenzett

Diretor do SENAI/SC – Florianópolis

Newton Gilberto Saloman

Diretor do SENAI/SC – Jaraguá do Sul

Hildegarde Schlupp

Diretora do SENAI/SC – Joinville

Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional

Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Departamento Regional de Santa Catarina

Departamento Regional da Bahia

Metrologia

Programa de Capacitação/Atualização de Docentes do SENAI – Metal-Mecânica

Florianópolis/SC

2008

Alcides Gavenda Emerson Lapolli Ivandro Bonetti Jackson Alexandre Wittaczic Júlio Fábio Scherer Marlon Vito Fontanive Reginaldo Motta

© 2008. SENAI – Departamento Regional de Santa Catarina

É proibida a reprodução total ou parcial deste material por qualquer meio ou sistema sem prévio consentimento do autor.

Equipe Técnica

Coordenação do Curso

Luciano Mattiazzi Baumgartner-SENAI-DR

Coordenação Pedagógica

Selma Kovalski-SENAI-DR

Coordenação Geral – EaD

Beth Schirmer-SENAI-Florianópolis

Coordenação Técnica

Rozangela Aparecida Valle-SENAI/Florianópolis Morgana Machado Tezza-SENAI/Jaraguá do Sul Lucinéia Dacoregio- SENAI/Joinville

FabriCO

Design instrucional, ilustração, revisão, projeto gráfico e diagramação

Ficha catalografica elaborada pela biblioteca do SENAI/SC Florianópolis – Luciana Effting CRB 14/937

G282m

Gavenda, Alcides Metrologia / Alcides Gavenda 268 p. : il. ; 28 cm.

Inclui bibliografia.

[ et. al.]. – Florianópolis : SENAI/SC, 2008.

1. Metrologia. 2. Medição. 3. Pesos e medidas. I. SENAI. Departamento Regional de Santa Catarina. II. Título.

CDU 006.91

SENAI/SC – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional de Santa Catarina Rodovia Ademar Gonzaga, 2765. Itacorubi – CEP 88034-001 – Florianópolis-SC Fone: (48) 3231-4100– Fax: (48) 3231-4169 www.sc.senai.br

SENAI Online 0800 48 12 12

SENAI/BA – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional da Bahia Rua Edístio Pondé, 342. Stiep – CEP 41770-395 – Salvador-BA Fone: (71) 3343-1351 – Fax: (71) 3343-1346 www.senai.fieb.org.br

Central de Relacionamento: (71) 3534-8090

Caro (a) aluno (a):

Seja bem-vindo (a) ao curso de Metrologia do programa de capacita- ção em Metal-Mecânica! A Metrologia é a ciência da medição e o me- trologista, o profissional habilitado a exercer a profissão. Metrologia é uma profissão reconhecida internacionalmente e, segundo a Classi- ficação Brasileira de Ocupações – CBO (MTE, 2008), o especialista em metrologia tem a função de realizar calibrações, ensaios e medições, assegurar rastreabilidade à medição, produzir padrão e materiais de referência, realizar pesquisa e desenvolvimento em metrologia; pro- jetar, gerenciar e avaliar laboratórios de metrologia; elaborar docu- mentos técnicos e disseminar conhecimentos metrológicos.

Para ingressar nessa ocupação, é preciso que o profissional tenha cur- sado uma graduação completa em física, engenharia, engenharia têx- til, administração, dentre muitas outras para depois se dedicar a um curso de especialização em Metrologia, que tem duração entre duzen- tas e quatrocentas horas de estudo. Para exercer plenamente esta ativi- dade, é preciso que o profissional tenha de um a dois anos de serviços prestados, e para tornar-se um pesquisador em pleno desempenho, são necessários quatro ou cinco anos de experiência efetiva na área.

Para ser um profissional efetivamente atuante em metrologia, algu- mas competências devem ser desenvolvidas: raciocínio lógico, traba- lho em equipe, habilidade manual, concentração, organização, cria- tividade, capacidade investigativa e, principalmente, conhecimento técnico e normativo.

Para auxiliá-lo neste desenvolvimento, o SENAI/SC e o SENAI/BA ela- boraram o módulo de capacitação em metrologia. No decorrer do es- tudo você encontrará desafios diretamente ligados à prática metro- lógica. Superando-os e seguindo as orientações dos tutores, você irá aventurar-se pela área da metrologia de forma divertida e dinâmica.

Bons estudos e sucesso!

Apresentação

Apresentação
você irá aventurar-se pela área da metrologia de forma divertida e dinâmica. Bons estudos e sucesso!

6

|

Ementa

Aprender as noções básicas de medição, definir as melhores opções de ferramentas para projeto a ser verificado, reconhecer as possibilidades de classificações dos projetos e compreender a necessidade de um acom- panhamento estatístico das verificações.

Objetivos

Objetivo geral:

Analisar as diversas possibilidades de medição e indicação de ferramentas.

Objetivos específicos:

conhecer informações básicas sobre metrologia;

indicar as formas de medição para cada caso;

elaborar classificação de projetos a partir de processos metrológicos;

auxiliar em tomada de decisões para melhoria da qualidade da produção.

Orientações para o estudo

Este material foi estruturado para lhe facilitar a construção de novos co- nhecimentos. Ao desenvolvê-lo, foram levados em consideração seu per- fil e suas necessidades de formação.

Com este objetivo, os conteúdos abordados neste curso têm uma divisão por unidades e aulas. No início de cada unidade, serão apresentados os objetivos da aprendizagem e o desafio que você vai resolver no final da

7

Apresentação |

unidade (exceto na última, que trata de tópicos especiais a fim de enri- quecer o conteúdo), para que você possa visualizar os benefícios que ela trará à sua prática diária e direcioná-los nos seus estudos.

Ao fim de cada unidade (exceto a última), você encontrará uma orienta- ção de como enviar a resposta do desafio para o seu tutor. Nos intervalos entre uma aula e outra, foi disponibilizado um jogo por meio do qual você poderá avaliar seu nível de conhecimento e perceber dúvidas com relação ao conteúdo trabalhado. Não deixe acumular dúvidas! Procure o tutor e discuta com os colegas – resolva todas as questões antes de passar à próxima aula.

Durante a leitura da apostila, você encontrará alguns símbolos para chamar sua atenção sobre o conteúdo destacado. Acompanhe seus significados.

Traz textos que mencionam conteúdo em discussão.

Traz pontos importantes do conteúdo didático.

Traz dicas sobre o assunto.

Traz dicas importantes para a superação dos desafios.

Traz sugestões e questionamentos que precisam ficar em aberto no decorrer das aulas.

Observe atentamente essas indicações, pois elas reforçam seu aprendizado.

8

|

É importante que, antes de iniciar os estudos, você organize uma agenda pessoal. Isso ajuda a proporcionar uma boa produtividade aos seus estu- dos. Portanto, veja o cronograma dos conteúdos e programe seus estudos.

   

Carga

 

Unidade

Título

Horária

Data

 

Ambientação

1h

 

1

Fundamentação

11h

 

2

Instrumentação para metrologia dimensional

12h

 

3

Medições especiais

12h

 

4

Tópicos especiais

11h

 
 

Encerramento

1h

 
11h     Encerramento 1h   Anote sempre seus compromissos com os estudos e suas

Anote sempre seus compromissos com os estudos e suas dúvidas para discutir em aula com seus colegas e com seu tutor!

Para superar os desafios propostos durante o curso, imagine-se trabalhando em uma indústria de autopeças

Para superar os desafios propostos durante o curso, imagine-se trabalhando em uma indústria de autopeças em que os dirigen- tes estão colocando em produção quatro novos projetos. Você recebeu a incumbência de inspecionar a qualidade das peças pro- duzidas e classificá-las.

No decorrer do curso, você vai auxiliar essa empresa a coletar e analisar dados gerados pela medição, orientando-os para tomada de decisão a respeito da qualidade do processo produtivo.

Procure os desafios no início de cada unidade e bom trabalho.

9

|

Sumário

Unidade 1 – Fundamentação

11

Aula 1 – Introdução à metrologia, unidades e sistemas

13

Aula 2 – Tolerância dimensional

25

Unidade 2 – Instrumentação para Metrologia Dimensional

33

Aula 1 – Instrumentos de medição linear e angular – Parte 1

35

Aula 2 – Instrumentos de medição linear e angular – Parte 2

51

Aula 3 – Projetores de perfis

61

Aula 4 – Medição de rugosidade

69

Aula 5 – Máquina de Medição por Coordenadas – MMC

89

Aula 6 – Métodos para medição de Geometrias

111

Unidade 3 – Medições Especiais

127

Aula 1 – Medição de roscas 1

129

Aula 2 – Medição de roscas 2

137

Aula 3 – Medição de dentes de engrenagens

153

Aula 4 – Medição de dureza 1

175

Aula 5 – Medição de dureza 2

181

Unidade 4 – Tópicos Especiais

191

Aula 1 – Tolerâncias geométricas

193

Aula 2 – Calibração de instrumentos de medição convencionais

217

Aula 3 – Controle estatístico de processos – parte 1

229

Aula 4 – Controle estatístico de processos – parte 2

239

Aula 5 – Controle estatístico de processos – parte 3

251

Encerramento

263

Apresentação

Bem-vindo à unidade Fundamentação!

Nesta unidade, você terá contato com os fundamentos da metrologia, que lhe servirão de base para os demais estudos deste módulo do cur- so Metal-Mecânica.

Estudará também aspectos históricos da metrologia, unidades de me- dida – bem como suas possibilidades de conversão –, os sistemas mais conhecidos internacionalmente, além de tolerâncias dimensionais.

Bons estudos e sucesso na superação do desafio proposto!

Desafi o 1 Iniciando a prática da verificação metrológica, você precisará buscar na biblioteca do

Desafio 1

Iniciando a prática da verificação metrológica, você precisará buscar na biblioteca do ambiente virtual de aprendizagem o desenho técnico do projeto no qual está envolvido. Baseado nele, você deverá elaborar um relatório a partir da execução das seguintes tarefas:

interpretar as especificações numeradas (1, 2 e 3) deter- minando os afastamentos em milímetros;

determinar a qualidade de trabalho correspondente à especificação do desenho, levando em consideração o dado número 4.

No final desta unidade, você receberá informações específicas de como enviar para o seu tutor a resolução do desafio.

Fundamentação

Unidade 1

informações específi cas de como enviar para o seu tutor a resolução do desafio. Fundamentação Unidade

13

Unidade 1 – Fundamentação |

Aula 1

Introdução à metrologia, unidades e sistemas

Apresentação

à metrologia, unidades e sistemas Apresentação Esta é a aula inicial do módulo de Metrologia. Portanto,

Esta é a aula inicial do módulo de Metrologia. Portanto, caro aluno, aqui você aprenderá um pouco mais do que se trata a metrologia.

Sem perder tempo, esta aula já abordará aspectos mais técnicos. Nela, você terá a oportunidade de aprender sobre unidades e sistemas.

Bons estudos!

Objetivos

Nesta aula, você será capacitado a:

ter noções acerca do conceito de metrologia;

dominar a prática de conversão de unidades;

conhecer os sistemas mais utilizados.

de unidades; conhecer os sistemas mais utilizados. Você sabe qual é o objetivo de se estudar

Você sabe qual é o objetivo de se estudar metrologia? É conhecer as características do processo de medição, os sistemas métrico e inglês, e saber como converter as unidades.

A metrologia se aplica a todas as grandezas determinadas e, em parti- cular, às dimensões lineares e angulares das peças mecânicas. Nenhum processo de usinagem permite que se obtenha rigorosamente uma di- mensão prefixada. Por essa razão, antes que sejam escolhidos os meios de fabricação e controle convenientes, é necessário conhecer a grandeza do erro tolerável.

14

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

14 Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas | Quer saber qual é a

Quer saber qual é a finalidade do controle? Então não deixe de prestar muita atenção aos parágrafos seguintes!

O controle não tem por fim somente reter ou rejeitar os produtos fabrica-

dos fora das normas. Ele se destina, antes, a orientar a fabricação, evitan- do erros. Portanto, é um fator importante na redução das despesas gerais

e no acréscimo da produtividade.

Um controle eficaz deve ser total, isto é, deve ser exercido em todos os es- tágios de transformação da matéria, integrando-se às operações depois de cada fase de usinagem.

Todas as operações de controle dimensional são realizadas por meio de aparelhos e instrumentos. Por isso mesmo devem ser controladas não somente as peças fabricadas, mas também os aparelhos e instrumentos verificadores.

Essa regra também se aplica às ferramentas, aos acessórios e às máqui- nas utilizadas na fabricação.

Método, instrumento e operador

Um dos mais significativos índices de progresso, em todos os ramos da atividade humana, é a perfeição dos processos metrológicos que neles são empregados. A metrologia é de fundamental importância, especial- mente no tocante ao domínio da técnica.

O sucessivo aumento de produção e a melhoria de qualidade requerem

um ininterrupto desenvolvimento e aperfeiçoamento na técnica de me- dição: quanto maiores são as exigências, com referência à qualidade e ao rendimento, maiores são as necessidades de instrumentos, ferramentas de medição e elementos capazes.

Na tomada de quaisquer medidas, devem ser considerados três elemen- tos fundamentais: o método, o instrumento e o operador.

15

Unidade 1 – Fundamentação |

Método

O método pode ser classificado (ou subdividido) da maneira a seguir.

Medição direta

Consiste em avaliar a grandeza por medir, por comparação direta com instrumentos, aparelhos e máquinas de medir. Esse método é empregado quando o número de peças a ser produzido for relativamente pequeno.

Medição indireta por comparação

Medir por comparação é determinar a grandeza de uma peça com rela- ção a outra de padrão ou dimensão aproximada. Daí a expressão “medi- ção indireta”.

Os aparelhos utilizados são calibradores e comparadores-amplificado- res, os quais, para facilitarem a leitura, amplificam as diferenças consta- tadas por meio de processos mecânicos ou físicos (amplificações mecâ- nicas, óticas, pneumáticas, etc.).

Instrumentos de medição

A exatidão relativa das medidas depende, evidentemente, da qualidade

dos instrumentos de medição empregados. Assim, se um comprimento

é tomado com paquímetro descalibrado, o resultado é duvidoso, sujeito

a contestações. Portanto, para a tomada de uma medida, é indispensável

que o instrumento esteja aferido e que a sua aproximação permita ava- liar a grandeza em questão com a precisão exigida.

ava- liar a grandeza em questão com a precisão exigida. Você conhecerá a importância da calibração

Você conhecerá a importância da calibração dos instrumentos na aula 2 da unidade 4!

Operador

O operador é, dos três, o elemento mais importante. Ele é a parte inteli-

gente na apreciação das medidas. A precisão conseguida depende em grande parte de sua habilidade.

16

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

O operador deve conhecer perfeitamente os instrumentos que utiliza, ter iniciativa para adaptar às circunstâncias o método mais aconselhá- vel e possuir conhecimentos suficientes para interpretar os resultados encontrados.

Laboratório de metrologia

Nos casos de medição de peças muito precisas, torna-se necessária uma climatização do local, que deve satisfazer às seguintes exigências:

1 temperatura constante;

2 grau higrométrico correto;

3 ausência de vibrações e oscilações;

4 espaço suficiente;

5 boa iluminação e limpeza.

4 espaço suficiente; 5 boa iluminação e limpeza. Conheça agora a descrição de cada uma dessas

Conheça agora a descrição de cada uma dessas exigências!

1 Atualmente está fixada em 20ºC a temperatura de aferição dos instrumentos destinados a verificar as dimensões ou formas.

2 Por conseqüência, essa deve ser a temperatura mantida no labora- tório, sendo tolerável a variação de 1ºC para mais ou para menos. Por isso é necessária a instalação de reguladores automáticos de temperatura. A umidade relativa do ar não deve ultrapassar 55%. Aconselha-se instalar um higrostato (aparelho regulador de umi- dade). Na falta deste, usa-se o cloreto de cálcio industrial, cuja pro- priedade química retira cerca de 15% da umidade relativa do ar.

3 Para proteger máquinas e aparelhos contra a vibração do prédio, forra-se a mesa com tapete de borracha de espessura entre 15 e 20 mm. Sobre esse tapete, coloca-se uma chapa de aço de 6 mm.

17

Unidade 1 – Fundamentação |

4 No laboratório, o espaço deve ser suficiente para acomodar todos os instrumentos em armários, além de proporcionar bem-estar a todos que nele trabalham.

5 A iluminação deve ser uniforme, constante e disposta de maneira que evite ofuscamento. Nenhum dispositivo de precisão deve estar exposto ao pó, para que não haja desgastes e para que as partes óticas não fiquem prejudicadas por constantes limpezas. O local de trabalho deverá ser o mais limpo e organizado possível, evitando- se que as peças fiquem umas sobre as outras.

E então, gostou dessa parte introdutória do nosso módulo de metrologia? Espero que sim, assim como espero que aproveite ao máximo a seqüência dos conteúdos, que agora adquirem características mais técnicas.

História do metro

Basicamente, para os seus estudos, a história do metro pode ser dividida em três fases, cada uma resultando numa definição. Verifique a seguir.

1 a definição: origem (1793)

O metro é baseado nas medidas obtidas pelos astrônomos franceses Delambre e Machain, que utilizaram a Toesa como unidade, mediram a distância entre Dunkerque (França) e Montjuich (Espanha) e materiali- zaram o metro-padrão em uma barra de platina seção retangular de 4,05 x 25 mm como a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre.

milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre. 2 a definição: metro internacional (1889) Naquela

2 a definição: metro internacional (1889)

Naquela época, o metro foi definido como a distância entre os dois extre- mos de uma barra de platina depositada nos arquivos da França e apoia- da nos pontos de mínima flexão na temperatura de zero grau Celsius.

18

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

Com o avanço da ciência, o padrão foi aperfeiçoado e o metro foi constru- ído em seção transversal em X, a fim de apresentar maior estabilidade. Foram adicionados 10% de irídio, para tornar o material mais durável, e foram definidos dois traços em seu plano neutro, de maneira que a me- dida fosse mais perfeita.

Assim, o metro pode ser considerado como a distância entre os eixos de dois traços principais marcados na superfície neutra do padrão interna- cional depositado no Bureau Internacional des Poids ét Mésures (BIPM)

à temperatura de zero grau Celsius, sob uma pressão atmosférica de 760 mmHg e apoiado sobre seus pontos de mínima flexão.

Atualmente a temperatura de calibração é de 20 0 C. 0 C.

3 a definição: vinculação à velocidade da luz (1983)

Esta definição é recomendada pelo INMETRO no Brasil, segundo a 17 a Conferência Geral dos Pesos e Medidas de 1983.

Logo, o metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1 divido por 299.792.458 de segundo.

Em 1826, foram feitas 32 barras-padrão na França. Em 1889, determi- nou-se que a barra nº 6 seria o metro dos arquivos e a de nº 26 seria destinada ao Brasil. Atualmente, ela se encontra no Instituto de Pesqui- sas Tecnológicas (IPT), em São José dos Campos-SP.intervalo de tempo de 1 divido por 299.792.458 de segundo. Sistema métrico decimal O metro-padrão que

Sistema métrico decimal

O metro-padrão que existe no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, no es-

tado de São Paulo, possui uma secção transversal reta em forma de H e

está devidamente aferido.

19

Unidade 1 – Fundamentação |

19 Unidade 1 – Fundamentação | plano neutro Figura 1.1.1 Fonte: do autor (2008) O Instituto

plano neutro

Figura 1.1.1 Fonte: do autor (2008)

O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) possui também dois exempla- res de metros-padrões de alta qualidade. Um dos exemplares é de liga, com 36% de níquel (Invar) e dilatação por volta de 0,1 . 10 -5 . O outro, tam- bém de liga, contém 58% de níquel e possui uma dilatação de 1,15 . 10-5.

Tabela 1.1.1 – Múltiplos e submúltiplos do metro

 

MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO

Terâmetro

Tm

10

12

1 000 000 000 000 m

Gigâmetro

Gm

10

9

1 000 000 000 m

Megâmetro

Mm

10

6

1 000 000 m

Quilômetro

Km

10

3

1 000 m

Hectômetro

hm

10

2

100 m

Decâmetro

dam

10

1

10 m

Metro (unidade)

m

1m

 

Decímetro

dm

10

-1

0,1 m

Centímetro

cm

10

-2

0,01 m

Milímetro

mm

10

-3

0,001 m

Micrômetro

um

10

-6

0,000 001 m

Nanômetro

nm

10

-9

0, 000 000 001 m

Picômetro

pm

10

-12

0, 000 000 000 001 m

Femtômetro

fm

10

-15

0, 000 000 000 000 001 m

Attômetro

am

10

-18

0, 000 000 000 000 000 001 m

Fonte: do autor (2008)

20

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

Dentro do universo da mecânica, a unidade básica é o milímetro (mm) e seus submúltiplos.

Tabela 1.1.2

Nome da unidade

Valor da unidade

Milímetro

1 mm

Décimo

0,1 mm

Centésimo

0,01 mm

Milésimo

0,001 mm

Fonte: do autor (2008)

Essas unidades de medidas são extremamente importantes para você resolver o desafio proposto para a

Essas unidades de medidas são extremamente importantes para você resolver o desafio proposto para a unidade 1.

SISTEMA INGLÊS

Os países de língua inglesa utilizam um sistema de medidas baseado na jarda imperial (yard) e seus derivados não decimais – em particular, a polegada inglesa (inch).

Em razão da influência inglesa na fabricação mecânica, emprega-se fre- qüentemente, para as medidas industriais, à temperatura de 20ºC, a po- legada, que equivale a 25,4 mm.

Leitura de medida em polegada

A

polegada se divide em frações ordinárias de denominadores iguais a:

2,

4, 8, 16, 32, 64, 128, etc.

Apresentam-se, portanto, as seguintes divisões da polegada:

21

Unidade 1 – Fundamentação |

1"

2

meia polegada

1

"

4

um quarto de polegada

1 8 "

um oitavo de polegada

1

"

16

um dezesseis avos de polegada

1

"

32

um trinta e dois avos de polegada

1

"

64

um sessenta e quatro avos de polegada

1

"

128

um cento e vinte e oito avos de polegada

Os numeradores das frações devem ser números ímpares.

1”

3 "

5 "

15 "

2

4

8

16

Unidades dimensionais

As unidades de medida dimensionais representam valores de referência que permitem:

expressar as dimensões de objetos (realização de leituras de dese- nho mecânico);

confeccionar e, em seguida, controlar as dimensões desses objetos (utilização de aparelhos e instrumentos de medidas).

Conversão de unidades

O sistema inglês é ainda muito utilizado na Inglaterra e nos Estados Unidos, assim como no Brasil, por causa do grande número de empresas procedentes desses países. Porém, aos poucos esse sistema vem sendo substituído pelo sistema métrico.

22

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

22 Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas | Mas ainda permanece a necessidade

Mas ainda permanece a necessidade de se converter o sistema inglês e vice-versa. Saiba como isso é feito!

Sempre que uma medida estiver em uma unidade diferente da dos equi- pamentos utilizados, deve-se convertê-la (ou seja, mudar a unidade de medida).

Para converter polegada fracionária em milímetro, deve-se multiplicar o valor em polegada fracionária por 25,4.

Exemplos:

a

b

2” = 2 x 25,4 = 50,8 mm

3

3

x

25 4

,

=

8

8

== 76 , 2 9 525 mm

8

,

A conversão de milímetro em polegada fracionária é feita dividindo-se o

valor em milímetro por 25,4 e multiplicando-o por 128. O resultado deve ser escrito como numerador de uma fração cujo denominador é 128. Caso

o numerador não dê um número inteiro, deve-se arredondá-lo para o nú- mero inteiro mais próximo.

Exemplos:

a 12,7 mm

12,7mm=

25 4

12

,

7

⎟ ⎟

,

x 128

0 5

,

x

128

64

"

=

=

128

128

128

simplificando:

64 "

=

128

32

"

64

=

16

"

32

8

==

"

16

"" =

2

1

4

2

b 19,8 mm

19,8mm=

8

25 4

19 ,

,

x

128

99

,

77 "

=

128

128

arredondando

simplificando:

100 "

50

""

25

=

=

128

64

32

100 "

128

23

Unidade 1 – Fundamentação |

Regra prática – para converter milímetro em polegada ordinária, basta multiplicar o valor em milímetro por 5,04, mantendo-se 128 como deno- minador. Arredondar, se necessário.

Exemplo:

a

12 7

,,x

5 04

64 008

,

=

128

128

arredondando

64 "

128

simplificando

1”

2

, = 128 128 arredondando 64 " 128 simplificando 1” 2 O valor 5,04 foi encontrado

O valor 5,04 foi encontrado pela relação 128/25,4 = 5,03937, que arre- dondada é igual a 5,04.

Para converter polegada fracionária em polegada milesimal, divide-se o numerador da fração pelo seu denominador.

Exemplos:

"

a = .625”

=

5

5

8

8

"

b = .3125”

5

=

5

16

16

Para converter polegada milesimal em milímetro, basta multiplicar o va- lor por 25,4.

Exemplo:

Converter .375” x 25,4 = 9,525 mm

Para se converter milímetro em polegada milesimal, basta dividir o valor em milímetro por 25,4.

Exemplos:

a

5,08 mm

5 08

,

25 4

,

= .

200

"

b

18 mm

18

25 4

,

= .

7086

"

arredondando

.709

24

Aula 1 - Introdução à metrologia, unidades e sistemas |

Nesta aula, você conheceu a história do metro, alguns dos sistemas mais utilizados no mundo e aprendeu a converter unidades, algo fundamental aos trabalhos cotidianos.

Espero que tenha gostado do que estudou. Vamos nos encontrar na próxima aula!

Referências

MITUTOYO. Geopak 3: software de medição tridimensional. Manual de operação. Disponível em www.mitutoyo.com.br/produtos/instrumen- tos/index.html, acessado em 01/2008.

RENISHAW. Apalpador TP200. Manual de utilização. Disponível em

http://www.renishaw.com.br/userfiles/pdf/Brazilian/H-1000-5014.pdf,

acessado em 01/2008.

acessado em 01/2008. RENISHAW PLC. Portable laser measurement and calibration .

RENISHAW PLC. Portable laser measurement and calibration. Glouces- tershire GL12 8Jr. United Kingdon. Disponível em http://www.renishaw. com/media/pdf/en/cf879f8eee254efa8ce4f2b17ce8d9d2.pdf , acessado em 01/2008.

VÁZQUEZ, José Ramón Zeleny; GONZÁLEZ, Carlos. Metrologia dimensio- nal. México: Mcgraw-hill interamericana, 1999, 183p.

25

Unidade 1 – Fundamentação |

Aula 2

Tolerância dimensional

Apresentação

Esta aula concluirá o estudo da primeira unidade do nosso módulo de Metrologia. Será o momento de conhecer tolerâncias dimensionais.

Bons estudos!

Objetivos

Nesta aula, você será capacitado a:

dominar conteúdos referentes a tolerância dimensional.

Existem sistemas de tolerância e ajustes normalizados para os elemen- tos geométricos rotineiramente utilizados, como: elementos unidimen- sionais (eixo/furo, cones, parafuso/rosca, engrenagens, etc.).

(eixo/furo, cones, parafuso/rosca, engrenagens, etc.). A seguir, serão apresentados alguns conceitos sobre as

A seguir, serão apresentados alguns conceitos sobre as tolerâncias di- mensionais do sistema eixo/furo.

Dimensão nominal (D ou d): dimensão teórica indicada no dese- nho ou projeto.

Dimensão efetiva (De ou de): dimensão real da peça, obtida por meio de instrumentos de medição.

Linha zero (Lz): nos desenhos de peças em que se faz necessária a indicação dos limites permissíveis para a dimensão efetiva, indica- se linha zero, que é uma linha tracejada, colocada exatamente na posição correspondente à dimensão nominal.

26

Aula 2 – Tolerância dimensional |

Dimensão máxima (Dmax ou dmax): dimensão máxima permiti- da para a dimensão efetiva sem que a peça seja rejeitada.

Dimensão mínima (Dmin ou dmin): dimensão mínima permitida para a dimensão efetiva sem que a peça seja rejeitada.

Afastamento superior (AS ou aS): diferença entre a dimensão má- xima e a dimensão nominal.

As = DMAX – D (para furos) e as = dMAX – d (para eixos)

Afastamento inferior (Ai ou ai): diferença entre a dimensão míni- ma e a dimensão nominal.

Ai = DMIN – D (para furos) e ai = dMIN – d (para eixos)

Tolerância dimensional (t): variação permissível da dimensão, po- dendo ser dada pela diferença entre as
Tolerância dimensional (t): variação permissível da dimensão, po-
dendo ser dada pela diferença entre as dimensões máxima e míni-
ma ou pela diferença entre os afastamentos superior e inferior.
t = dMAX – dMIN ou t = DMAX – DMIN
t = as – ai ou t = As – Ai
Linha zero
dimensão
nominal
Eixo
Furo
t
a
i
a
8
t
A
s
A
8

Figura 1.2.1 Fonte: do autor (2008)

Os afastamentos superiores e inferiores podem ser positivos ou negati- vos. Quando a dimensão máxima ou mínima está acima da linha zero,

o afastamento correspondente é positivo; caso a dimensão máxima ou mínima esteja abaixo da linha zero, o afastamento é negativo.

O sistema de tolerâncias e ajustes para eixo/furo, por exemplo, prevê 18

níveis de qualidade.

27

Unidade 1 – Fundamentação |

Escolhido o nível de qualidade a ser adotado na fabricação de um ele- mento da peça, a tolerância dimensional pode ser obtida pelo quadro da Tabela 1.2.1 em função do grupo de dimensão em que se enquadra.

Tabela 1.2.1 – Qualidade de fabricação IT e grupo de dimensões

Grupos de

 

dimensões

 

Qualidade IT (μm)

 

mm

01

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

1

0,3

0,5

0,8

1,2

2,0

3

4

6

10

14

25

40

60

         

> 1

3

0,3

0,5

0,8

1,2

2,0

3

4

6

10

14

25

40

60

100

140

250

400

600

> 3

6

0,4

0,6

1,0

1,5

2,5

4

5

8

12

18

30

48

75

120

180

300

480

750

> 6

10

0,4

0,6

1,0

1,5

2,5

4

6

9

15

22

36

58

90

150

220

360

580

900

> 10 18

0,5

0,8

1,2

2,0

3,0

5

8

11

18

27

43

70

110

180

270

430

700

1100

> 18 30

0,6

1,0

1,5

2,5

4

6

9

13

21

33

52

84

130

210

330

520

840

1300

> 30 50

0,6

1,0

1,5

2,5

4

7

11

16

25

39

62

100

160

250

390

620

1000

1600

> 50 80

0,8

1,2

2,0

3

5

8

13

19

30

46

74

120

190

300

460

740

1200

1900

> 80 120

1,0

1,5

2,5

4

6

10

15

22

35

54

87

140

220

350

540

870

1400

2200

> 120 180

1,2

2,0

3,5

5

8

12

18

25

40

63

100

160

250

400

630

1000

1600

2500

> 180 250

2

3,0

4,5

7

10

14

20

29

46

72

115

185

290

460

720

1150

1850

2700

> 250 315

2,5

4

6

8

12

16

23

32

52

81

130

210

320

520

810

1300

2100

3200

> 315 400

3

5

7

9

13

18

25

36

57

89

140

230

360

570

890

1400

2300

3600

> 400 500

4

6

8

10

15

20

27

40

63

97

155

250

400

630

970

1550

2500

4000

Fonte: do autor (2008)

630 970 1550 2500 4000 Fonte: do autor (2008) Quer entender melhor os conteúdos da metrologia?

Quer entender melhor os conteúdos da metrologia? Então, preste atenção às dicas apresentadas no seu material, como a que vem a seguir!

dicas apresentadas no seu material, como a que vem a seguir! Um eixo de 48 mm

Um eixo de 48 mm de diâmetro, qualidade 7, terá uma tolerância de fabricação de 25 μm ou 0,025 mm.

A posição do campo de tolerância em relação à dimensão nominal (para mais, para menos, distribuído em relação ao mesmo campo ou outro) é um problema de ajuste, isto é, diz respeito ao tipo de encaixe que deve ser assegurado.

28

Aula 2 – Tolerância dimensional |

O posicionamento do campo de tolerância para os diferentes ajustes pode ser obtido a partir da Tabela 1.2.2.

Tabela 1.2.2 – Valores de afastamento de referência para eixos (μm)

Grupos de

 

Posição

 

dimensões

                       

j5

   

k4

mm

a

b

c

cd

d

e

ef

f

fg

g

h

js

j6

j7

j8

a

k7

0 a 1

   

-60

-34

-20

-14

-10

-6

-4

-2

0

 

-2

-4

-5

0

> 1

3

-270

-140

-60

-34

-20

-14

-10

-6

-4

-2

0

 

-2

-4

 

1

> 3

6

-270

-140

-70

-46

-30

-20

-14

-10

-6

-4

0

 

-2

-4

 

1

> 6

10

-280

-150

-80

-56

-40

-25

-18

-13

0

-5

0

 

-2

-5

 

1

> 10 14

-290

-150

-95

 

-50

-32

 

-16

 

-6

0

 

-3

-6

 

1

> 14 18

-290

-150

-95

 

-50

-32

 

-16

 

-6

0

 

-3

-6

 

1

> 18 24

-300

-160

-110

 

-65

-40

 

-20

 

-7

0

 

-4

-8

 

2

> 24 30

-300

-160

-110

 

-65

-40

 

-20

 

-7

0

 

-4

-8

 

2

> 30 40

-310

-170

-120

 

-65

-50

 

-25

 

-9

0

 

-5

-10

 

2

> 40 50

-320

-180

-130

 

-80

-50

 

-25

 

-9

0

 

-5

-10

 

2

> 50 65

-340

-190

-140

 

-100

-60

 

-30

 

-10

0

 

-7

-12

 

2

> 65 80

-360

-200

-150

 

-100

-60

 

-30

 

-10

0

 

-7

-12

 

2

> 80 100

-380

-220

-170

 

-120

-72

 

-35

 

-12

0

 

-9

-15

 

3

> 100 120

-410

-240

-180

 

-120

-72

 

-36

 

-12

0

 

-9

-15

 

3

> 120 140

-460

-260

-200

 

-145

-85

 

-43

 

-14

0

 

-11

-18

 

3

> 140 160

-520

-280

-210

 

-145

-85

 

-43

 

-14

0

 

-11

-18

 

3

> 160 180

-580

-310

-230

 

-145

-85

 

-43

 

-14

0

 

-11

-18

 

3

> 180 200

-660

-340

-240

 

-170

-100

 

-50

 

-15

0

 

-13

-21

 

4

> 200 225

-740

-380

-260

 

-170

-100

 

-50

 

-15

0

 

-13

-21

 

4

> 225 250

-820

-420

-280

 

-170

-100

 

-50

 

-15

0

 

-13

-21

 

4

> 250 280

-920

-480

-300

 

-190

-110

 

-56

 

-17

0

 

-16

-26

 

4

> 280 315

-1050

-540

-330

 

-190

-110

 

-56

 

-17

0

 

-16

-26

 

4

> 315 355

-1200

-600

-360

 

-210

-125

 

-62

 

-18

0

 

-16

-28

 

4

> 355 400

-1350

-680

-400

 

-210

-125

 

-62

 

-18

0

 

-18

-28

 

4

> 400 450

-1500

-760

-440

 

-230

-135

 

-66

 

-20

0

 

-20

-32

 

5

> 450 500

-1650

-840

-480

 

-230

-135

 

-66

 

-20

0

 

-20

-32

 

5

29

Unidade 1 – Fundamentação |

Grupos de

 

Posição

 

dimensões

k

< 3

zb

 

mm

k > 7

m

n

p

r

s

t

u

v

x

y

z

za

zc

0 a 1

 

0

2

4

6

10

14

 

18

     

20

 

26

32

40

60

> 1

3

 

0

2

4

6

10

14

 

18

     

20

 

26

32

40

60

> 3

6

 

0

4

8

12

15

19

 

23

     

28

 

35

42

50

80

> 6

10

 

0

6

10

15

19

23

 

28

     

34

 

42

52

67

97

> 10 14

 

0

7

12

18

23

28

 

33

     

40

 

50

64

90

100

> 14 18

 

0

7

12

18

23

28

 

33

 

39

 

45

 

60

77

108

150

> 18 24

 

0

8

15

22

28

35

 

41

 

47

 

54

63

73

98

136

188

> 24 30

 

8

15

22

28

35

41

48

 

55

 

64

75

88

118

160

218

> 30 40

 

0

9

17

26

34

43

48

60

 

68

 

80

94

112

148

200

274

> 40 50

 

0

9

17

26

34

43

54

70

 

81

 

97

114

135

180

242

325

> 50 65

 

0

11

20

32

41

53

65

87

 

102

 

122

144

172

226

300

405

> 65 80

 

0

11

20

32

43

59

75

102

 

120

 

145

174

210

274

360

480

> 80 100

 

0

13

23

37

51

71

91

134

 

146

 

178

214

258

335

445

585

> 100 120

 

0

13

23

37

54

79

104

144

 

172

 

210

254

310

400

525

690

> 120 140

 

0

15

27

43

63

82

122

170

 

202

 

248

300

365

470

620

800

> 140 160

 

0

15

27

43

66

100

134

180

 

228

 

280

340

415

535

700

900

> 160 180

 

0

15

27

43

66

108

145

210

 

252

 

310

380

465

600

780

1000

> 180 200

 

0

17

31

50

77

122

165

235

 

264

 

350

425

520

670

890

1150

> 200 225

 

0

17

31

50

80

130

180

258

 

310

 

385

470

575

740

960

1250

> 225 250

 

0

17

31

50