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Eletrônica

Professor : Joel Nogueira Gonçalves

Módulo 2
ELETRÔNICA Solda
• Ferro de Solda e base para Ferro de Solda.
ELETRÔNICA Solda
• Detalhe do Ferro de Soldar

O ferro de solda ou soldador é formado por um tubo de ferro


galvanizado contendo uma resistência de níquel-cromo e uma
ponta metálica em seu interior. Ao passar corrente elétrica pela
resistência, esta aquece a ponta até chegar numa temperatura
apropriada para derreter a solda
ELETRÔNICA Solda
• Dispositivos grandes
– Alta potência – 100W, 200W,....
– Alcança rápido a temperatura de operação
– Aquece os terminais rapidamente
• Dispositivos pequenos
– Baixa potência inferior a 80W
– Transistores e CIs 20W ou 30 W
- Mesmo assim existe risco de queima do componente.
ELETRÔNICA Solda
Estação de Soldagem - Controle de temperatura.
- Controle de potência.

Estação de Soldagem

Ponteiras para Ferro Solda


ELETRÔNICA Solda
SOLDA – É composta de ligas dos metais:
Estanho(Sn), Chumbo (Pb), Prata (Ag),
Antimonio (Sb) e Bismuto (Bi) .
- As ligas são designadas pelas proporções de Sn e Pb, por exemplo 70/30
significa 70% de Sn e 30% de Pb. São usadas ligas 70/30, 60/40, 50/50, 40/60, etc.
Apresentam baixo ponto de fusão e podem ser empregadas com ferros de soldar ou
maçaricos de GLP.
- Podem ser usadas para soldagem de Cobre (Cu)e suas ligas, como latão e
bronze, mas não servem para soldar outros metais, como Alumínio (Al) e Ferro
(Fe). As Soldas de Estanho são largamente utilizadas para soldagem
principalmente na eletro-eletrônica e na hidráulica.
- Na eletro-eletrônica, são mais usadas as soldas em forma de fios com a liga 60/40
ou a 63/37, que é a mistura eutética “Grego: facilmente fundida”, com ponto de
fusão de 183°C. As aplicações são a soldagem de componentes em placas de
circuito impresso, soldagem de terminais e conectores em cabos elétricos, etc.
ELETRÔNICA Solda
• Técnicas de Soldagem (Componente / Placa)
a) Técnica correta de soldagem: a ponta do soldador é inserida
no orifício de tal forma que a ponta toca tanto o terminal do
componente a soldar como o orifício na superfície da placa.
Assim, ambos estarão à mesma temperatura.
b) O estanho deve ser aplicado diretamente ao orifício, e não à
ponta do soldador. Desta forma, o estanho é fundido no
orifício, e a junção (terminal do componente e orifício da placa)
é aquecida à temperatura necessária para soldar o componente
na placa. Não mantenha a ponta do soldador no terminal do
componente e/ou no orifício mais do que o mínimo necessário
(cerca de 10s).
ELETRÔNICA Solda
ELETRÔNICA Solda
Dicas para uma boa soldagem:
1- Mantenha a ponta do soldador longe de tudo, exceto do ponto a ser
soldado. O soldador é quente e pode queimar facilmente o que ficar em
contato com ele, provocando queimaduras e até causando incêndio.
2- Certifique-se de ter à mão uma esponja úmida para efetuar a limpeza da
ponta do soldador. Soldar é basicamente um processo químico e até
uma pequena quantidade de contaminante pode impedir uma boa
soldagem.
3- Sempre se certifique que a ponta está estanhada quando o soldador está
ligado. A estanhagem protege a ponta e melhora a transferência de
calor. Para estanhar o soldador, limpe a ponta e seque-a com uma
esponja úmida. Então imediatamente funda um pouco de estanho
fresco na sua ponta. A ponta deverá estar brilhante e revestida com o
estanho. Se o soldador estiver sem uso por um longo período, limpe o
e então re-estanhe a ponta antes de continuar.
ELETRÔNICA Solda
Dicas para uma boa soldagem:
4- Cuidado para não remover o revestimento protetor da ponta do soldador.
5- Uma solda fria é uma solda onde uma bolha de ar ou outra impureza tenha
entrado na junta durante o resfriamento. Junções frias podem ser identificadas
por sua aparência opaca e matizada. O estanho não fluiu corretamente, não
envolvendo os terminais do componente. Junções frias são frágeis e
estabelecem conexões elétricas ruins. Para consertar tal solda, aplique a ponta
do soldador na solda até que o estanho re-funda e flua no terminal do
componente. Se uma solda fria reaparece, remova o estanho com um sugador
de solda, e resolde a junção.
6- Não mantenha o soldador na junta por um longo período de tempo (mais do
que 10 segundos), visto que muito componentes eletrônicos, ou a própria
placa de circuito impresso, podem ser danificadas por calor prolongado ou
excessivo. Muito calor pode destruir as trilhas do circuito impresso. Alguns
componentes que podem se danificar devido ao calor em excesso são: diodos,
Circuitos Integrados (CIs) e transistores.
ELETRÔNICA Solda
1 - Encoste a ponta do ferro na solda que
vai ser retirada. O recomendável aqui é
Colocar um pouco mais de solda no
terminal do componente. Isto
facilita a dessoldagem;
2 - Derreta bem a solda no
Terminal do componente;
3 - Empurre o embolo (pistão) do sugador e coloque-o bem em cima da solda na
posição vertical, sem retirar o ferro;
4 - Aperte o botão, o pistão volta para a posição inicial e o bico aspira a solda
para dentro do sugador;
5 - Retire o ferro e sugador ao mesmo tempo. Agora o componente está com o
terminal solto. Se ficar ainda um pouco de solda segurando o terminal, coloque
mais e repita a operação.
ELETRÔNICA Solda
Estação de Solda Anti Estática
INSTRUTHERM ES-915-220
ELETRÔNICA Solda
Estação de Solda Anti Estática
INSTRUTHERM ES-915-220
ESTAÇÃO: - Construída com isolamento anti-estático
- Consumo de energia: 60W
- Tensão: Alimentação 220 Volts / Saída: 24V AC
- Escala de temperatura: 200ºC ~ 480ºC
- Modo de definição de temperatura: Geral e instantânea
- Dimensões: 120 x 93 x 170 mm
- Peso: 1300g
FERRO DE SOLDA - Consumo de energia: 24V AC / 50W
- Resistência da ponta: 2
- Potencial terra: 2mV
- Elemento aquecedor: Cerâmico
- Comprimento do cabo: 120cm
- Comprimento do ferro: 190mm
- Peso: 45g
COMPONENTES : Estação, Ferro de solda, Suporte para ferro de solda, Esponja de
limpeza e Mmanual de Instruções
ELETRÔNICA Capacitores

Capacitor – Condensador. Dispositivo que consegue


armazenar uma carga elétrica num espaço bastante
reduzido. Normalmente, são placas ou folhas condutoras
separadas por camadas finas de um dielétrico (ar, papel
parafinado ou mica), sendo as placas em lados opostos
das camadas dielétricas carregadas de eletricidade de
sinais contrários, por uma fonte de voltagem. A energia
do sistema carregado é armazenada no dielétrico
polarizado, com a capacitância proporcional à área e à
constante dielétrica da camada dielétrica, e inversamente
proporcional à sua espessura.
ELETRÔNICA Capacitores
Princípio:

Dois condutores + diferença de carga elétrica campo elétrico


ELETRÔNICA Capacitores
Se forem duas placas paralelas que quando carregadas com uma
carga Q, que se apresentem com uma diferença de potencial Vab

– A capacitância será definida por:


ELETRÔNICA Capacitores
• O dielétrico
Capacitor com dielétrico de ar ou vácuo
Baixas capacitâncias (ar baixa rigidez
dielétrica ~ 800 V/mm)
Outros dielétricos:
– Polímeros
– Óxidos
– Cerâmicas
ELETRÔNICA Capacitores
• O que ocorre quando um material destes é colocado entre as placas.
Ao aplicarmos tensão elétrica, ocorre a polarização do dielétrico,
ou seja, alinhamento dos dipolos elétricos dentro do material,
fenômeno que requer energia,
ao interrompermos a aplicação
da tensão, os dipolos retornam
a sua posição inicial, liberando
assim esta energia, ou seja
descarregando o capacitor.
ELETRÔNICA Capacitores
• Ao surgir a polarização, surge um campo
elétrico oposto ao campo elétrico aplicado,
assim o campo elétrico efetivo dentro do
Capacitor é reduzido, podendo ser escrito
como:

– Onde s é a densidade de carga (Q/A)


– Assim quanto maior a polarização do dielétrico menor o campo
dentro do capacitor , e portanto maior a constante dielétrica
e relativa.
ELETRÔNICA Capacitores
•O Capacitor Real

• Símbolo

• Código de tolerância
±5% (J), ±10% (K), ±20% (M)
ELETRÔNICA Capacitores

•Associação de Capacitores
I ) Série - Como não ocorre criação nem destruição de carga ao
ligar capacitores em série então:
ELETRÔNICA Capacitores

•Associação de Capacitores
II ) Paralelo – Como a tensão dos capacitores é a mesma, então:
ELETRÔNICA Capacitores

•Aplicações
Em Tensão (Corrente) Contínua:
- Saída de Retificadores de Ondas.
- Filtros de Linha.
- Acumuladores de Energia para aplicações em
dispositivos que exigem descargas rápidas(Flash).
Em Tensão (Corrente) Alternada:
- Defasar Tensão de Corrente.(Partida de motores monofásicos).
- Regulação Angulo entre Tensão e Corrente.
(Ajuste de Fator de Potência)
ELETRÔNICA Indutores
O Indutor
• Corrente elétrica passando em um condutor campo magnético
Neste caso o densidade de fluxo magnético gerado é

– Onde:
i é a corrente que circula pelo fio
r é a distância do fio onde o campo é medido
µ 0 é a permeabilidade magnética do meio
(ar / vácuo)
ELETRÔNICA Indutores
• No caso de um solenóide a seqüência de espiras
concentra as linhas de campo aumentando o
campo magnético no interior do mesmo
– Neste caso campo magnético é dado por:

• Se for inserido um núcleo de material


ferromagnético no interior do solenóide o campo
magnético será aumentado em função das
propriedades do material empregado
– Então o campo magnético poderá ser escrito como:

– Onde k é a permeabilidade magnética relativa do material empregado


ELETRÔNICA Indutores
•Definição de Indutância - Indutância pode ser definida como o comportamento de
uma bobina resistindo á variação da corrente que circula nela.
• Baseado na lei de Faraday, a indutância pode ser escrita em termos da tensão
gerada em oposição à variação da corrente.

Se temos um aumento
corrente... ..

..... Então uma


tensão oposta é
criada pelo
campo magnético
da bobina
ELETRÔNICA Indutores
• Em resumo, a bobina (ou indutor) é um componente elétrico construído por um
fio enrolado em várias voltas. Seu valor é a indutância, e a unidade de medida é
o henry H. Esta unidade é muito elevada para medir as bobinas utilizadas em
eletrônica , então utilizamos o mili-Henry (mH) e o micro-Henry (mH).

Simbolos

Tipos comuns de Indutores


ELETRÔNICA Indutores
• Aplicações : A bobina é atravessada facilmente pela corrente
contínua. Corrente alternada de baixa freqüência também tem
facilidade para atravessar uma bobina, mas quanto maior é a
freqüência, maior é a dificuldade. Esta característica é inversa à
do capacitor. Por isso, associações de capacitores e bobinas são
usados para formar filtros de vários tipos, como por exemplo, os
sintonizadores. Quando giramos o botão sintonizador de estações
de um rádio (DIAL), estamos na verdade atuando sobre um
capacitor variável, associado a uma bobina, selecionado a
freqüência desejada.
ELETRÔNICA Indutores
•Aplicações : Transformador - Quando duas bobinas são enroladas
sobre o mesmo núcleo, temos um componente derivado, chamado
transformador. Cada uma das bobinas é chamada de enrolamento.
Quando aplicamos uma tensão no primeiro enrolamento (chamado
de primário), podemos retirar uma outra tensão, sendo gerada pelo
segundo enrolamento (secundário). Isto pode ser usado para
aumentar ou reduzir a tensão.
Em uma fonte de alimentação convencional
(não chaveada), o primeiro circuito é um
transformador, que recebe a tensão da rede
elétrica (110 ou 220 volts) e produz no
secundário uma outra tensão alternada.
ELETRÔNICA Indutores
• Aplicações : Transformador -Os transformadores têm muitas
outras aplicações. São usados por exemplo como “isoladores” da
linha telefônica em modems. Eles protegem (até certo ponto) o
modem de eventuais sobre tensões na linha telefônica. Pelo fato
de terem uma indutância, eles também atuam como filtros de
ruídos.
ELETRÔNICA Diodos

•O diodo é um componente classificado como


semicondutor. Ele é feito dos mesmos materiais que
formam os Transistores e CI´s. Este material é baseado no
silício. Ao silício são adicionadas substâncias chamadas
genericamente de dopagem ou impurezas. Temos assim
trechos tipo N e tipo P. A diferença entre os dois tipos está
na forma como os elétrons são conduzidos. Sem entrar em
detalhes sobre microeletrônica, o importante aqui é saber
que quando temos uma junção PN, a corrente elétrica
trafega com facilidade do trecho P para o trecho N, mas
não consegue trafegar no sentido inverso.
ELETRÔNICA Diodos

•O diodo possui seus dois terminais ligados às partes de


uma junção PN. A parte ligada ao P é chamada de anodo, e
a parte ligada ao N é chamada de catodo. A corrente
elétrica trafega livremente no sentido do anodo para o
catodo, mas não pode trafegar no sentido inverso..
ELETRÔNICA Diodos
• Intrínseco

Eletrons compartinlhados
ligação colvaente

• Dopagem tipo-n
Adição da impureza
contribui com um
elétron livre

Adição de Atomos
de Antimônio
como impureza.

• Dopagem tipo-p
Adição da impureza cria
um “buraco” ou falha
Na camada de valência.

Adição de Átomos
de Boro como
impureza.
ELETRÔNICA Diodos

•Por causa desta característica, os diodos são usados, entre


outras aplicações, como retificadores. Eles atuam no
processo de transformação de corrente alternada em
corrente contínua.
ELETRÔNICA Diodos

•Por causa desta característica, os diodos são usados, como


sua principal aplicações, nos retificadores. Eles atuam no
processo de transformação de corrente alternada em
corrente contínua.

A) Tensão alternada em tensão pulsante ( + ou - )


Retificação em Meia Onda
ELETRÔNICA Diodos
B) Tensão alternada em tensão pulsante (+ onda completa)
• Retificação em Onda Completa
ELETRÔNICA Diodos
LED (Light Emitting Diode)
O LED é um tipo especial de diodo
que tem a capacidade de emitir luz
quando é atravessado por uma
corrente elétrica. Como todo diodo,
o LED (Light Emitting Diode)
permite a passagem de corrente
(quando acende) no sentido direto,
do anodo para o catodo. No sentido
inverso, a corrente não o atravessa,
e a luz não é emitida.
ELETRÔNICA Diodos
• Gerando uma queda de tensão num circuito
• Imagine que você possui uma lâmpada (LED) que se acende
com uma tensão de 3 Volts e deseja ligar essa lâmpada mas,
você possui uma bateria de 12 Volts para alimentar o
circuito. Sendo assim, você não pode ligar essa lâmpada com
a tensão de 12 Volts, pois queimará a lâmpada. Então a saída
é desenvolver um circuito para fazer com que somente os 3
Volts necessários fique sobre a lâmpada. Para isso, utilizamos
um resistor para fazer a função de queda de tensão. Isso é
feito colocando-se um resistor em série com a lâmpada de
forma a existir, sobre o resistor, uma queda de tensão de 9
Volts, ficando 3 volts restantes sobre a lâmpada.
ELETRÔNICA Diodos
Exercício Prático:
Construir um circuito para acender um (ou mais) LED´s,
alimentado(s) por uma bateria (ou fonte CC ) de 12 volts,
Utilizando apenas LED´s, Resistor(es) e a fonte.
ELETRÔNICA Diodos
Gerando uma queda de tensão num circuito

(http://www.casemodbr.com/resistor.htm)