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Perda de Carga por Escoamento em Acessórios Hidráulicos

Aline Demarch1; Bruna Matiola1; Bruna Rech Dagostim1;Deise Parolo Tramontin1;


Morgana Bon1

Universidade do Extremo Sul Catarinense1


Av. Universitária, 1105 - Bairro Universitário
C.P. 3167 | CEP: 88806-000
Criciúma / Santa Catarina

Resumo: A perda de carga é o objetivo de estudo deste experimento, que visa medir
a diferença de pressão em acessórios hidráulicos, onde um dos sensores que são
conectados ao manômetro está ligado de um acessório hidráulico, e o outro é
conectado logo depois, justamente para medir a diferença de pressão entre os dois
pontos e tornar possível a leitura da perda de carga provocada pelo mesmo, o
experimento foi executado aumentando as vazões e depois diminuindo-as, para
analisar as perdas de acordo com o aumento do fluxo de água e para efeitos de
comparação, para que isto ocorresse de maneira correta foi necessário que o sistema
todo estivesse selado e sem bolhas de ar, para não comprometer os resultados. As
leituras foram feitas diretamente nos manômetros, para diversos acessórios e para
tubo reto. Como a calibração do sistema não foi ideal, foi considerada a diferença
inicial das leituras para efeitos de cálculos. Como resultado verificou-se que na maioria
dos casos se obteve resultados diferentes dos teóricos.

Palavra-Chave: Perda de carga, queda de pressão, acessórios hidráulicos.

1. Introdução elementos produz uma dissipação de


energia que é avaliada pela perda de
Sempre que a velocidade de um carga.
fluido varia, tanto em direção como em
valor absoluto, devido à presença de Este trabalho tem por objetivo medir a
acidentes, mudanças na direção do fluxo perda de carga em acessórios
ou diâmetro dos tubos, produz-se um hidráulicos, a fim de obter o
atrito, devido a configuração geométrica, comprimento equivalente a um tubo
adicional ao atrito com a superfície devido reto, para cada acessório, comparando
ao fluxo através do tubo reto. (Apostila os resultados experimentais obtidos
Soluções Práticas para Ensino e com aqueles apresentados na
Pesquisa, aula prática IPAT). literatura. Além disso, o módulo
didático ainda tem como opção
A perda de carga ou queda de pressão complementar a determinação do fator
estudada neste trabalho, será a perda de atrito de escoamento num tubo reto
de carga localizada, isto é, é todo o do mesmo material do circuito.
atrito causado devido a presença de
acessórios hidráulicos. Estes são todos
aqueles elementos que existem numa 2. Perda de Carga
tubulação através dos quais o fluido
escoa, tais como curvas, bocais, Quando um líquido escoa de um ponto
registros e válvulas. Cada um destes para outro no interior de um tubo,
ocorrerá sempre uma perda de energia,

1
denominada perda de pressão V = velocidade média do escoamento
(Sistemas de ventilação ou exaustão) do fluido
ou perda de carga (Sistemas de g = aceleração da gravidade
bombeamento de líquidos). Esta perda
de energia é devida principalmente ao λ = fator de resistência ao escoamento
atrito do fluído com uma camada ou fator de atrito.
estacionária aderida à parede interna
do tubo (BRAGA, 2009). O fator de atrito λ, é chamado de fator
de atrito de Fanning, mas é comum
No cotidiano a perda de carga é muito encontrar na literatura a definição do
utilizada, principalmente em instalações fator de atrito de Darcy, λD. No entanto,
hidráulicas. Por exemplo, quanto maior as duas definições são correlacionadas
as perdas de cargas em uma por λD=4λ. (Leal, 2005).
instalação de bombeamento, maior
será o consumo de energia da bomba. É conveniente lembrar que um
Para estimar o consumo real de escoamento pode ser classificado duas
energia é necessário que o cálculo das formas, turbulento ou laminar. No
perdas seja o mais preciso possível. escoamento laminar há um
escoamento disciplinado das partículas
fluidas, seguindo trajetórias regulares,
2.1. Tipos de perda de carga sendo que as trajetórias de duas
partículas vizinhas não se cruzam. Já
Podemos classificar as perdas de duas no escoamento turbulento a velocidade
formas: perdas de carga distribuídas ou num dado ponto varia constantemente
primárias e perdas de carga localizadas em grandeza e direção, com trajetórias
ou secundárias. A perda de carga total irregulares, e podendo uma mesma
é considerada como a soma das duas. partícula ora localizar-se próxima do
eixo do tubo, ora próxima da parede do
A perda de carga distribuída se deve tubo. Em geral, o regime de
aos efeitos do atrito no escoamento escoamento na condução de fluídos no
completamente desenvolvido em tubos interior de tubulações é turbulento,
de seção constante. Já a perda de exceto em situações especiais, tais
carga localizada se deve ao fato dos como escoamento a baixíssimas
vários acessórios que uma tubulação vazões e velocidades.
deve conter como: válvulas, registros,
luvas, curvas, etc (BRAGA, 2009). Para regime laminar, isto é, Re<2000, o
coeficiente de atrito (λ) independe da
rugosidade, sendo:

2.1.1. Perda de carga distribuída


.
Para o cálculo desta perda pode-se
utilizar inúmeras expressões que foram Porém para regime turbulento onde
determinadas experimentalmente, Re>2000 tem-se a necessidade de
porém aqui será citado a Fórmula calcular a rugosidade específica
Universal ou de Darcy-Weisbach: utilizando o Diagrama de Moody com
(Carvalho, 2007): ε/D e Re, como mostra a figura 01.

Onde:
L = comprimento do tubo
D = diâmetro do tubo

2
tabelado segundo o tipo de acessório,
o material utilizado e o diâmetro da
tubulação, como mostra a tabela 01. Se
substituirmos um certo acessório por
uma tubulação retilínea com o
comprimento igual ao comprimento
equivalente (com igual material e
diâmetro) ambos originariam a mesma
perda de carga.
Acessório ComprimentoEquivalente(m)
Válvula Gaveta (1") 0,108
Redução (32>25mm) 0,12
(Figura 01 – Gráfico do Fator de Atrito) Redução (25>20mm) 0,094
Fonte:http://www.ufrrj.br/posgrad/cpeq/pagina Curva 90°(20mm) 0,228
s/docs_teses_dissert/dissertacoes_docs_200 Cotovelo 90°(20mm) 0,513
Ampliação (20>25mm) 0,577
5/adelson.pdf
Cotovelo 90°(25mm) 0,094
Curva 90°(25mm) 0,289
Ampliação (25>32mm) 0,12
Cotovelo 90°(32mm) 0,831
Tê(20mm) Conf 90° 0,856
2.1.2. Perda de carga localizada Redução (32>20mm) 0,258
Ampliação (20>32mm) 0,12
Como dito anteriormente, o
escoamento num sistema de tubos
pode necessitar passar por uma
diversidade de acessórios, curvas ou
mudanças súbitas de área. Perdas de
carga adicionais são encontradas,
Tabela 01 – Comprimento Equivalente
sobretudo, como resultado da
Teórico
separação do escoamento. A energia é
eventualmente dissipada pela mistura
violenta nas zonas separadas. Essas Uma outra forma de representar a
perdas serão menores e denominadas perda de carga nos acessórios (hac) é
perdas localizadas se o sistema definindo a mesma na forma
consistir em longos trechos de seção (CARVALHO, 2007):
constante.

Este tipo de perda de carga ocorre


sempre que o escoamento do fluido
sofre algum tipo de perturbação,
causada, por exemplo, por Onde K é o coeficiente de perda de
modificações na seção do conduto ou carga e V a velocidade média. O
em sua direção. Tais perturbações coeficiente de perda de carga será
causam o aparecimento ou o aumento maior quanto mais abruto seja o
de turbulências, responsáveis pela elemento originando zonas de
dissipação adicional de energia. recirculação de fluxo e altos níveis de
turbulência, aumentando desta forma a
Cada um dos acessórios produz uma energia dissipada. Este também é
dissipação de energia que é avaliada tabelado. Igualando as equações de
pela perda de carga (hac) definida perda de carga por acessórios se
como: obtém:

O comprimento equivalente em metros


de canalização retilínea (Leq) é

3
3. Materiais e Métodos Os acidentes utilizados durante o
processo aos quais os manômetros
O experimento de perda de carga foi estão ligados estão descritos abaixo:
realizado em circuito fechado,
conforme a figura abaixo: Acessório
Válvula Gaveta (1")
Redução (32>25mm)
Redução (25>20mm)
Curva 90°(20mm)
Cotovelo 90°(20mm)
Ampliação (20>25mm)
Cotovelo 90°(25mm)
Curva 90°(25mm)
Ampliação (25>32mm)
Cotovelo 90°(32mm)
Tê(20mm) Conf 90°
Redução (32>20mm)
Ampliação (20>32mm)

Tabela 1 – Acessórios hidráulicos


Figura 02 – Circuito fechado para
experimento de perda de carga. Para o experimento, o procedimento
adotado foi o seguinte:
O sistema é composto por:
Inicialmente foi retirado todo o ar do
• Reservatório de água; sistema e selou-se o mesmo,
consequentemente a calibração dos
• Bomba Centrífuga de ½ CV; monômetros foi efetuada e o
experimento foi dividido em três parte:
• Válvula de regulagem de vazão;
3.1 Válvula gaveta totalmente aberta:
• Rotâmetro;
Com a bomba ligada, abriu-se
• Válvula de bloqueio para lentamente a válvula e regulou-se a
selagem do circuito; vazão para a mínima possível;

• Válvula do tipo gaveta; Registrou-se a queda de pressão em


todos os manômetros;
• Manômetros de tubo em U com
precisão de 0,5mm; As vazões utilizadas no experimento
foram 5,15,25 l/min;
• Válvulas de bloqueio de final de
circuito; Aumentou-se a vazão até a máxima
permitida, sempre com cuidado para
Circuitos de tubulação, formados por não estourar os manômetros.
tubo de PVC marrom com os seguintes
diâmetros: 3.2 Válvula gaveta fechada pela
metade:
• Diâmetro nominal 20mm e
Diâmetro interno de 17mm; Abriu-se lentamente a válvula
reguladora de vazão até obter a
• Diâmetro nominal 25mm e variação máxima de pressão para a
diâmetro interno de 21,5mm válvula gaveta;

• Diâmetro nominal 32mm e A variação de pressão foi medida para


diâmetro interno de 27,5mm; todos os acessórios;

4
Abriu-se totalmente a válvula gaveta e Outro fator a se avaliar são possíveis
baixou-se a vazão até zerar imperfeições e ou incrustações no
acompanhando a variação e pressão. interior da tubulação em estudo, o que
poderia gerar uma perda de carga
3.3 Avaliação da perda de carga em ainda maior, e conseqüentemente um
tubo reto: fator de Fannig maior que o a teoria
demonstra.
Fechou-se a válvula de bloqueio 1
(VB1) e abriu-se a 2 (VB2), de modo É observado ainda que para vazões
que o circuito com acidente ficasse baixas a variação é ainda maior, e
inativo; diminui drasticamente conforme se
aumenta a vazão na tubulação.
Mediu-se a queda de vazão pelo
manômetro somente para tubo reto. A Em anexo seguem dados
finalidade é determinar o fator de atrito experimentais obtidos e utilizados para
real em um tubo reto com diâmetro traçar o gráfico a seguir.
nominal de 25mm.
4.2. Comprimento equivalente

A seguir segue tabela dos


4. Resultados e Discussões comprimentos equivalentes calculados
para cada acessório hidráulico.É
Através dos dados de perda de carga importante salientar que o acessório 9º
para cada acessório hidráulico, foi - Ampliação 25mm>32mm apresentava
possível calcular a perda de carga de vazamento em seu manômetro de
para cada um deles, e através das medição de perda de carga e portanto
características de um tubo liso e da deve apresentar pouca exatidão e
respectiva perda de carga, calculou-se grande variação.
o coeficiente de atrito de Faning para a
tubulação, conforme segue discussões. O que se observa nos gráficos é que o
comprimento equivalente da tubulação
para cada acessório é sempre maior a
4.1.Coeficiente de atrito de Fanning vazões baixas e sempre menor a
vazões, e consequentemente
Com os dados de perda de carga velocidades, mais altas.
obtidos em um tubo reto de 1,20m,
Tabela 2 – Comprimentos equivalentes
calculou-se o coeficiente de atrito de
Fanning da tubulação de PVC em Acessório LEq. Médio(m)
estudo, e através do diagrama de 1º - Valvulagaveta(1") 0,20

Moody e do número de Reynolds é 2º - Redução 32mm>25mm 1,46


3º- Redução 25mm>20mm 1,18
possível verificar graficamente a 4º - Curva90º 20mm 0,23
relação entre o fator teórico para um 5º - Cotovelo 20mm 0,82
tubo liso, e da tubulação em estudo 6º - Ampliação 20mm>25mm 0,78
conforme gráfico que segue adiante. 7º - Cotovelo 25mm 0,69
8º - Curva90º 25mm 0,24
9º - Ampliação 25mm>32mm 1,24
È observado uma grande discrepância (v
10aza
º- Cndo)
otovelo 32mm 1,05
entre o fator de Fanning teórico para 11º - Tê cotovelo 20mm 0,43
tubulação lise o real da tubulação. È 12º - Redução 32mm>20mm 5,20
importante observar que a tubulação de 13º - Ampliação 20mm>32mm 3,80

PVC em estudo não é completamente Total 17,32

lisa, portanto tende a apresentar um


coeficiente maior que o teórico.

5
Fatorde Fanning-Cálculado xTeórico
0,060

0,050

0,040

0,030

0,020
g
nrd
e
iF fa
to

0,010

0,000
0,000 5000,000 10000,000 15000,000 20000,000 25000,000 30000,000

Raynolds

Tubo reto Tubo reto teórico Tubo reto


(25mm) - Teste1 (25mm) - Teste2

Gráfico 01 – Fator de atrito do Fanning Real x Teórico

Comprimento Equivalente - teste 1


2,500

2,000

1,500

1,000

0,500
n
tEm
C
p
rie
o q
u
a
v
l()

0,000
5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25

Vazão (L/min)

1º -Valvula gaveta(1") 2º -Redução 32mm>25mm 3º-Redução 25mm>20mm

4º -Curva 90º 20mm 5º -Cotovelo 20mm 6º -Ampliação 20mm>25mm

7º -Cotovelo 25mm

Gráfico 2 – Comprimentos equivalentes

Em anexo seguem gráficos do teste 2. ainda que o Tê operando a 90º


proporciona maior perda de carga
No gráfico a cima e no gráfico a seguir quando comparado ao cotovelo de 90º.
se percebe que quanto maior for a Portanto deve-se preferir o cotovelo a
redução provocada no acessório maior um Tê quando se necessita de curvas
será a perda de carga provocada e na tubulação.
portanto maior o comprimento
equivalente da tubulação. É verificado

6
Comprimento Equivalente - teste 1
7,000

6,000

5,000

4,000

3,000

2,000

1,000
q
un
tE
a
v
l() m
C
p
rie
o

0,000
5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25
Vazão (L/min)

8º - Curva 90º 25mm 9º -Ampliação 25mm>32mm(vazando)

10º -Cotovelo 32mm 11º - Tê cotovelo 20mm

12º -Redução 32mm>20mm 13º - Ampliação 20mm>32mm

Valvula gaveta(1") meio aberta

Gráfico 3 – Comprimentos equivalentes

Em anexo segue tabela comparativa do menor vazão medida e para a maior


comprimento equivalente calculado vazão medida.
para o sistema em estudo e o teórico
calculado através dos valores de K Pode-se verificar que a discrepância,
teóricos encontrados e bibliografias e assim como acontecia para o calculo
especificados por fabricantes. A seguir do fator de Fanning, é maior para
segue gráfico comparativo para a vazões menores.

Leq. Cálculado x Leq. Teórico - Vazão Alta


6,00

5,00

4,00

3,00

2,00
qn
tE
.() m
C
p
o
rie

1,00

0,00
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º

Acessório

L Eq. Cálculado L Eq. Teórico

Gráfico 4 – Comparativo

7
Leq. Cálculado x Leq. Teórico - Vazão Baixa
8,00
7,00
6,00
5,00
4,00
3,00
m
2,00
qn
tE
.() C
p
o
rie

1,00
0,00
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º

Acessório

L Eq. Cálculado L Eq. Teórico

Gráfico 5 – Comparativo

Foi possível verificar que para vazões


menores os comprimentos equivalentes
Para a válvula gaveta “meio aberta” para cada acessório é maior. Quando
não há valores de K disponíveis, no se aumenta a vazão os comprimentos
entanto, é possível perceber que a equivalentes diminuem e tendem a se
perda de carga e comprimento estabilizar.
equivalente é obviamente maior
quando a mesma encontra-se
parcialmente fechada, visto que a
resistência ao escoamento do fluido é Foi verificado ainda que os
maior. comprimentos equivalentes para as
reduções são proporcionais a redução,
Para um sistema com os acessórios ou seja, para reduções maiores maior
hidráulicos apresentados tem-se um será a perda de carga e portanto o
comprimento equivalente de 17,32m comprimento equivalente.
para a válvula gaveta totalmente
aberta.
Para desvios de direção na tubulação
observa-se que Tê operando a 90º
5. Conclusão proporciona maior perda de carga
Após análise dos dados percebeu-se quando comparado ao cotovelo de 90º.
que é necessário que os manômetros Portanto deve-se preferir o cotovelo a
estejam calibrados para não ocorrer um Tê quando se necessita de curvas
desvios nas medidas na tubulação.
O escoamento nos tubos sofre forte Por fim conclui-se que a perda de
influência das paredes, dissipando carga esta muito relacionada as
energia devido ao atrito, porém,
características da tubulação e aos
considerando a tubulação lisa,
concluiu-se que a maior perda de carga acessórios hidráulicos utilizados no
ocorre nos acessórios. circuito, e que em muitas vezes não é
possível aplicar os dados
Para conclusões mais completas, é teóricos/bibliográficos, devido a
necessário saber os fatores de
variáveis implícitas no sistema, como
incrustração dos condutos.

8
as características do fluido, como
incrustações etc.

6. Referências Bibliográficas

UNESC, Universidade do Extremo Sul


Catarinense. Operações Unitárias.
Apostila de aulas práticas de Laboratórios
de Operações Unitárias IPAT.

PERRY, R.H. & CHILTON, C.H. -


Manual de Engenharia Química.

McCABE, W.L. & SMITH, J. C. -


Operaciones Básicas de Ingenieria
Química.

BRAGA, Camila. Perda de Carga.


Apostila da Universidade do estado do
Amapá. Disponível em: <
www.ebah.com.br/.../perda-carga-
fenomenos-transporte>. Acesso em: 07
de maio de 2010.

PUCRS, Escoamento Viscoso


interno: tensões e perda de carga
em tubos. Apostila de aula de
Mecânica dos Fluidos.

9
7. Anexos

7.1. Memória de imagens

Figura 03 – Experimento completo

Figura 04 – Manômetros

Figura 06 – Reservatório de água e bomba

Figura 05 – Tubulações e acessórios

Figura 08 – Válvula reguladora de vazão

10
Figura 09 – Rotâmetro

7.2. Memória de cálculos

Cálculo da área

Onde: A = área (m²)

r = raio (m)

Cálculo da Área (m²)


Acessó Diâmetro Raio Área
rio Interno (m) (m) (m²)
0,0107
1° 0,0215 5 3,63E-04
0,0137
2° 0,0275 5 5,94E-04
0,0107
3° 0,0215 5 3,63E-04
4° 0,017 0,0085 2,27E-04
5° 0,017 0,0085 2,27E-04
0,0107
6° 0,0215 5 3,63E-04
0,0107
7° 0,0215 5 3,63E-04
0,0107
8° 0,0215 5 3,63E-04
0,0137
9° 0,0275 5 5,94E-04
0,0137
10° 0,0275 5 5,94E-04
11° 0,017 0,0085 2,27E-04

11
0,0137
12° 0,0275 5 5,94E-04
0,0137
13° 0,0275 5 5,94E-04
0,0107
14° 0,0215 5 3,63E-04
Tabela 02 – Diâmetro e Área de escoamento

Cálculo fator de atrito

Onde: Vel = Velocidade (m/s)


= Vazão (m³/s)

A = área (m²)

Tabela 03 – Primeiro Teste

Tabela 04 – Segundo teste

Onde: Qp = Queda de pressão (mm de H2O)

Δh= variação da altura no manômetro (mm)

Erro= erro inicial da coluna (mm)

ρ= densidade (kg/m³)

12
Tabela 05 – Primeiro teste

Tabela 06 – Segundo teste

Onde: f= fator de atrito

L tubo liso= comprimento do tubo liso (m)

g= aceleração da gravidade (m/s²)

0,025= diâmetro

Cálculo Fator de Atrito


Tubo reto Tubo
Vazão Vazão Velocidad
(25mm) - reto
[L/min] [m³/s] e [m/s]
Teste1 teórico
5 8,3E-05 0,23 0,049 0,010
15 2,5E-04 0,69 0,020 0,007
25 4,2E-04 1,15 0,018 0,006
Tabela 07 – Primeiro teste

Cálculo Fc - Fator de Atrito


Tubo
Tubo
Vazão Vazão Velocidade reto
reto
[L/min] [m³/s] [m/s] (25mm) -
teórico
Teste2
5 8,3E-05 0,23 0,040 0,010

13
15 2,5E-04 0,69 0,020 0,007
25 4,2E-04 1,15 0,018 0,006
Tabela 08 – Segundo teste

Calculo do Nº Reynolds

Onde: Re=Número de Reynolds

μ= Viscosidade da água (Pa.s)

Reynolds
Vazão Vazão Velocidad
Reynolds
[L/min] [m³/s] e [m/s]

5 8,3E-05 0,23 4935,037


14805,11
15 2,5E-04 0,69
1
24675,18
25 4,2E-04 1,15
5
Tabela 09 – Reynolds

Calculo do comprimento equivalente

Onde: Leq= Comprimento equivalente

Tabela 10 – primeiro teste

14
Tabela 11 – segundo teste

Comprimento Equivalente - Teste 2


2,500

2,000

1,500

1,000

0,500

0,000
O
l(H
2
) q
u
a
vn
tE m
C
p
rie
o

5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25

Vazão (L/min)

1º -Valvulagaveta(1") 2º - Redução 32mm>25mm 3º- Redução 25mm>20mm

4º -Curva 90º 20mm 5º - Cotovelo 20mm 6º - Ampliação 20mm>25mm

7º -Cotovelo 25mm

Gráfico 6 – Comprimento equivalente

Comprimento Equivalente - teste 2


7,000

6,000

5,000

4,000

3,000

2,000

1,000

0,000
O
l(H
2
) q
u
a
vn
tE m
C
p
rie
o

5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25

Vazão (L/min)

8º - Curva90º 25mm 9º - Ampliação 25mm>32mm (vazando)

10º - Cotovelo 32mm 11º - Tê cotovelo 20mm

12º - Redução 32mm>20mm 13º - Ampliação 20mm>32mm

Valvula gaveta (1") meio aberta

15
Gráfico 7 – Comprimento equivalente

16
Vazãobaixa- 5L/min VazãoAlta- 25L/min
Acessório K
LEq. Teórico LEq. Cálculado LEq. Teórico LEq. Cálculado
1º - Valvulagaveta(1") 0,15 0,331 0,20 0,52 0,17
2º - Redução 32mm>25mm 0,13 0,367 1,92 0,57 1,26
3º- Redução 25mm>20mm 0,13 0,287 1,40 0,45 1,09
4º - Curva90º 20mm 0,4 0,697 0,37 1,09 0,15
5º - Cotovelo 20mm 0,9 1,569 1,16 2,45 0,66
6º - Ampliação 20mm>25mm 0,8 1,764 0,96 2,75 0,70
7º - Cotovelo 25mm 0,13 0,287 0,94 0,45 0,60
8º - Curva90º 25mm 0,4 0,882 0,34 1,38 0,18
9º - Ampliação 25mm>32mm 0,13 0,367 2,38 0,57 1,15
(va
10ºza
-Cndo)
otovelo 32mm 0,9 2,538 1,38 3,96 0,92
11º - Tê cotovelo 20mm 1,5 2,615 0,48 4,08 0,40
12º - Redução 32mm>20mm 0,28 0,790 6,44 1,23 4,80
13º - Ampliação 20mm>32mm 0,13 0,367 7,01 0,57 2,08
Valvulagaveta(1") meio aberta - 1,30 - 0,56

Tabela 12 – L equivalente calculado x teórico

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