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Conhecendo os aminoácidos e suas funções.

Metionina: A Metionina é um aminoácido que contém enxofre (a cisteína é outro aminoácido que
também apresenta enxofre). A Metionina, em alguns casos ajuda no tratamento da esquizofrenia,
baixando o teor sanguíneo da histinina, que pode induzir o cérebro a transmitir mensagens erradas.
Junto com a Colina e o Ácido Fólico, a Metionina oferece proteção contra a incidência de certos
tumores. A insuficiência de Metionina pode inutilizar a capacidade orgânica de processar a urina, o
que causa edema (inchaço devido a retenção de líquidos nos tecidos) e susceptibilidade às
infecções. A deficiência de Metionina em animais de laboratórios foi relacionada a depósito de
colesterol, aterosclerose e queda de cabelo.

Arginina: Este aminoácido é necessário para garantir o funcionamento da glândula pituitária. Junto
com a Ornitina, a Fenilalanina e outras substâncias neuroquímicas, a Arginina é necessária para a
síntese e a liberação do Hormônio do crescimento da glândula pituitária. A necessidade de Arginina é
especialmente acentuada nos homens, pois os fluídos seminais chegam a conter 80% desse
consistente protéico e a deficiência pode causar a esterilidade. Auxilia na imunização e cura feridas,
também ajuda na metabolização das gorduras armazenadas no organismo e melhora o tônus do
tecido muscular.

Ornitina*: A Ornitina e a Arginina são dois aminoácidos envolvidos na liberação do Hormônio de


Crescimento- processo que ocorre durante o sono. Ao mesmo tempo fornece energia, ajudam a
emagrecer (porque enquanto alguns hormônios estimulam a armazenar gordura, o hormônio de
crescimento age como mobilizador dessa gordura). A Ornitina estimula ainda, a secreção da
insulina, auxiliando-a no papel de hormônio anabólico, ou seja, formador de músculos. Daí o
aumento do consumo entre os halterofilistas e culturistas.
(*) A ornitina não é um dos 20 aminoácidos formadores de proteínas.

Leucina, Valina e Isoleucina: Estes três aminoácidos, conhecidos como BCAA, são três dos oito
aminoácidos essências para o organismo humano. Além das suas condições de aminoácidos
essências (o que já denota grande importância) os BCAAs são os aminoácidos mais importantes para
a composição da proteína muscular. Não só pelo papel fundamental, de serem eles, peças chaves
para a montagem das complicadas estruturas das miofibrilas (proteínas musculares). Pode- se
questionar a importância maior da suplementação de outros aminoácidos, mas seguramente a
necessidade de suplementação dos BCAAs para a finalidade de hipertrofia muscular, isto é questão
fechada, que ninguém com conhecimento de causa pode por em dúvida. Outro papel fundamental
do BCAA, como suplementação seria no combate ao catabolismo (esse é o principal fator para a
perda da massa muscular). Dentro desse prisma, no processo de queima de proteína muscular nos
treinos, os aminoácidos mais utilizados são os BCAAs e se houver uma boa demanda na corrente
sanguínea (naturalmente, proveniente de suplementação durante os treinos estes serão utilizados
poupando assim a proteína muscular já existente e diminuindo o catabolismo).

Ácido Aspártico: o Ácido está envolvido no processo de conversão do carboidrato em energia


muscular. Sua deficiência provoca um bloqueio na produção da hemoglobina e dos anticorpos dos
sistema imunológico orgânico. O Ácido Aspártico ajuda a expulsar a amônia, nociva ao organismo
quando entra no sistema circulatório e age como substância altamente tóxica, protegendo assim o
sistema nervoso central. Pesquisas recentes indicam que este ácido talvez se constitua importante
fator para o aumento da resistência à fadiga. Atletas que receberam mais Ácido Aspártico
demonstraram um crescimento de vigor e de resistência em geral.

Serina: Importante para a produção da energia celular e da formação de acetilcolina, a Serina é um


moderador químico predominante no cérebro, que auxilia na memorização e nas funções do sistema
nervoso. Prolina: A Prolina desempenha papel predominante na formação do tecido conjuntivo e é
também substância importante no suprimento da energia muscular.

Alanina: A Alanina auxilia a estabilização do açúcar sanguíneo quando o indivíduo está sob estresse
ou com hipoglicemia. Nessas condições o organismo “queima” o tecido muscular para obter os
aminoácidos, como a Alanina, para com eles elevar o nível de açúcar no sangue.

Lisina: A Lisina é um aminoácido essencial, vital para a formação de proteínas muito importantes,
conseqüentemente baixos níveis de Lisina, podem causar uma diminuição na velocidade de
produção de síntese protéica, afetando o desenvolvimento dos músculos e do tecido conjuntivo e
infecção por herpes simples, ou mesma evita-la. Auxilia também, a capacidade de concentração e
ocorre para a diminuição de alguns problemas de fertilidade. Colabora para que os ácidos graxos
sejam adequadamente utilizados na produção de energia.

Ácido Glutâmico e Glutamina: O Ácido Glutâmico serve principalmente de combustível para o


cérebro. Tem a capacidade de absorver o excesso de amônia, que pode inibir um melhor
desempenho cerebral, converte-la em Glutamina. Como Glutamina, produz acentuada elevação do
teor de Ácido Glutâmico, a falta da primeira na dieta pode causar a carência do segundo no cérebro.
Acredita- se que a Glutamina possa “aumentar a capacidade intelectual”, inclusive o Q.I. (Quociente
de Inteligência) crianças mentalmente deficientes. A Glutamina ajuda ainda, no combate ao
alcoolismo e a impotência, na abreviação do tempo de cicatrização das úlceras, no alívio da fadiga,
na atenuação da depressão, na redução dos riscos a infecções. Ultimamente vem sendo usada com
sucesso no tratamento da esquizofrenia e da sensibilidade.

Glicina: Ainda que, por vezes considerada como o mais simples dos aminoácidos, a Glicina oferece
os benefícios consideráveis ao organismo humano. Mostrou-se útil no tratamento do mau
funcionamento da glândula pituitária e, como fornece creatina adicional indispensável para a
formação dos músculos, é eficaz também no tratamento da distrofia muscular progressiva. Muitos
médicos nutricionistas usam a Glicina no tratamento da Hipoglicemia- visto a Glicina estimular a
liberação do Glucagon que, por sua vez, mobiliza o Glicogênio então liberado no sangue como
Glicose. A Glicina ainda é eficaz no tratamento da hiperacidez gástrica, fazendo parte da composição
de muitos medicamentos cotra esse mau. Tem sido usada nos tratamentos de certos tipos de
acidemia (baixo pH sanguíneo), especialmente a que é causada por desequilíbrio da própria Leucina
- o que provoca odor desagradável do corpo e do hálito.

Teronina: A Teronina é um dos aminoácidos desintoxicadores, ajudando a prevenir o acúmulo de


gordura no fígado. È também um importante componente do colágeno.

Cistina e Cisteína: Cistina é a denominação dada à formação estável do aminoácido sulfurado


Cisteína, importante nutriente antienvelhecimento. O organismo o promove simultaneamente uma
forma na outra, conforme suas necessidades, e ambas as formas podem ser consideradas no
processo metabólico como um único aminoácido. Quando metabolizada, a Cistina fornece o ácido
sulfúrico, que reage com outras substâncias para ajudar a desintoxicar o sistema orgânico. A Cistina
contribui com o processo de cicatrização, diminuindo a dor causada pela inflamação e fortalece a
formação de tecido conjuntivo. Os aminoácidos que contém Enxofre, especialmente a Cistina e
Metionina são bons protetores contra a toxidade do Cobre (o acúmulo excessivo de cobre nos seres
humanos constitui um indício do Mal de Wilson). A Cistina/Cisteína ainda pode proteger o organismo
de outros metais nocivos, principalmente dos radicais livres (sub-produto de treinamento e também
causado pelo fumo e alcoolismo).

Fenilalanina: A Fenilalanina é um aminoácido essencialmente neurotransmissor, ou seja, uma


substância química que transmite sinais entre as células nervosas do cérebro. No organismo ela se
transforma em Noroepinefrina e Doponina, transmissores de excitação que promovem a acuidade e
a vitalidade das funções cerebrais: estimulam a memória, o sentido de alerta e o aprendizado. A
Fenilalanina é o principal elemento na formação do colágeno, importante fibroproteina encontrada
no corpo humano. A Fenilalanina ajuda ainda a reduzir a fome, a aumentar o interesse sexual e
aliviar a depressão.

Tirosina: A Tirosina é um neurotransmissor importante, devido papel que desempenha na


estimulação e na modificação da atividade cerebral. Para que a Fenilalanina, por exemplo, seja
eficaz como euforizante e inibidor de apetite, ela precisa antes ser convertida em Tirosina. Quando
não ocorre essa conversão (seja por insuficiência enzimática, seja por muita Fenilalanina em outra
parte do organismo) a quantidade de Noroepinefrina produzida pelo cérebro será insuficiente e
ocorrerá a depressão. Estudos clínicos comprovarem que pacientes que tomaram Tirosina puderem
diminuir as doses de anfetaminas ao mínimo em questão de semanas. A Tirosina tem também
ajudado os viciados em cocaína a livrarem- se do hábito e posterior depressão, fadiga e extrema
irritabilidade.

Histinina: A Histinina é um aminoácido essencial para bebês e crianças. Juntamente com hormônio
do crescimento é vital para o crescimento do tecido conjuntivo e importante para a produção de
células vermelhas e brancas no sangue. Muito usado no tratamento de anemia.

Triptofano: O Triptofano é um aminoácido essencial usado pelo cérebro. Junto com a Vitamina B6,
a Niacina e o Magnésio, produzem a Serotonina, um neurotransmissor. O Triptofano ajuda a induzir
ao sono natural e a reduzir a ansiedade e tensão, reduz a sensibilidade à dor, age como
antidepressivo, alivia perturbações dos processos químicos do organismo relacionados ao álcool.