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Preparado por: Filipe Samuel Silva

MecânicaEngªDep.

Mecânica dos Materiais

i l i p e S a m u e l S i l v a

Capítulo 4

Flexão Pura

i l i p e S a m u e l S i l v a

Preparado por: Filipe Samuel Silva

MecânicaEngªDep.

Mecânica dos Materiais - Beer-Johnston-DeWolf (adaptado)

Flexão Pura - Sumário
Flexão
Pura
-
Sumário

Cap. 4

Flexão Pura Flexão Pura em Membros Simétricos Deformações devidas à Flexão Propriedades duma secção recta Flexão em Membros com Diversos Vigas de Betão Reforçado Concentração de Tensões Carregamento Assimétrico Exercícios Resolvidos Exercícios Propostos

Mecânica dos Materiais - Beer-Johnston-DeWolf (adaptado)

Flexão Pura
Flexão
Pura

Cap. 4

MecânicaEngªDep. Preparado por: Filipe Samuel Silva
MecânicaEngªDep.
Preparado por: Filipe Samuel Silva
400 N 400 N 0,3 m 0,7 m 0,3 m 400 N 400 N M
400 N
400 N
0,3 m
0,7 m
0,3 m
400 N
400 N
M = 120 Nm
M = 120 Nm

Flexão Pura: Membros prismáticos sujeitos a iguais e opostos momentos flectores actuando no mesmo plano longitudinal

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Outros Tipos de Carregamento
Outros Tipos de Carregamento

Outros

Outros Tipos de Carregamento
Outros Tipos de Carregamento

Tipos de

Carregamento

Outros Tipos de Carregamento
Outros Tipos de Carregamento
Outros Tipos de Carregamento
Outros Tipos de Carregamento

Cap. 4

0,125m 0,125m P=200N P=200N P=200N M=25Nm P=200N MecânicaEngªDep. Preparado por: Filipe Samuel Silva
0,125m
0,125m
P=200N
P=200N
P=200N
M=25Nm
P=200N
MecânicaEngªDep.
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Carregamento Excêntrico:

Carregamento axial que não passa pelo centro geométrico da secção e que produz forças equivalentes a uma força axial e a um momento

Carregamento Transverso: Cargas transversa, concentradas ou distribuídas que produzem esforços internos equivalentes a uma força de corte e a um momento

Princípio da Sobreposição: A tensão normal devida à flexão pura pode ser combinada com a tensão normal devida ao esforço axial e tensão de corte devida ao esforço de corte, para se achar o estado total de tensão.

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Flexão Pura – Simetria de Esforço
Flexão Pura – Simetria de Esforço

Flexão

Flexão Pura – Simetria de Esforço
Flexão Pura – Simetria de Esforço

Pura

Simetria

de

Esforço

Flexão Pura – Simetria de Esforço
Flexão Pura – Simetria de Esforço
Flexão Pura – Simetria de Esforço
Flexão Pura – Simetria de Esforço

• As forças internas em qualquer secção recta são equivalentes a um momento. Os dois momentos opostos são o momento flector.

• Da estática, o binário M resulta de duas forças iguais e opostas.

• O somatório das forças em qualquer direcção é zero.

• O momento é o mesmo em relação a qualquer eixo perpendicular ao seu plano.

Cap. 4

a qualquer eixo perpendicular ao seu plano. Cap. 4 • Estes pressupostos podem ser aplicados ao
a qualquer eixo perpendicular ao seu plano. Cap. 4 • Estes pressupostos podem ser aplicados ao
a qualquer eixo perpendicular ao seu plano. Cap. 4 • Estes pressupostos podem ser aplicados ao

• Estes pressupostos podem ser aplicados ao somatório das forças e dos momentos internos em um qualquer elemento da secção.

F

M

x

y

=

= ∫

=

σ

x

z

σ

dA = 0

x

σ

dA = 0

dA

x

=

M y

z

M

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Flexão Pura - Deformações
Flexão
Pura
-
Deformações

Cap. 4

a) Secção vertical longitudinal (plano de simetria) b) Secção horizontal longitudinal MecânicaEngªDep.
a)
Secção vertical longitudinal
(plano de simetria)
b) Secção horizontal longitudinal
MecânicaEngªDep.
Preparado por: Filipe Samuel Silva

Flexão Pura numa barra simétrica com plano de simetria:

• A barra mantêm-se simétrica

• Flecte uniformemente formando um arco circular

• A secção recta mantêm-se plana e e a sua direcção passa pelo centro do arco

• O comprimento da superfície superior diminui e o da superfície inferior aumenta

• Deve existir uma superfície neutra paralela às superfícies superior e inferior e em relação às quais a distância não varia

• As tensões e deformações são negativas (compressão) acima da superfície neutra, e positivas (tracção) abaixo da superfície neutra

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Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão

Deformação

Devida

à

Flexão

Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão
Deformação Devida à Flexão

Cap. 4

Considere uma barra de comprimento L.

Depois de flectir o comprimento da superfície neutra mantêm o comprimento. Noutras superfícies,

neutra mantêm o comprimento. Noutras superfícies, L ′ = ( ρ − y ) θ δ

L

′ =

(

ρ

y

)

θ

δ

=

LL

′ =

(

ρ

y

)

θ

 

δ

 

θ

y

y

ε

x

=

L

=−

ρθ

=−

ρ

 

c

c

ε

m

=

 

or

ρ

=

 

ρ

ε

m

ε

= −

y

ε

 

x

m

 

c

 

ρθ

θ

=− y

(a deformaçao varia linearmente)

Eixo Neutro MecânicaEngªDep.
Eixo Neutro
MecânicaEngªDep.

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MecânicaEngªDep.

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Tensão Devida à Flexão
Tensão Devida à Flexão

Tensão

Tensão Devida à Flexão
Tensão Devida à Flexão

Devida

à

Flexão

Tensão Devida à Flexão
Tensão Devida à Flexão
Tensão Devida à Flexão
Tensão Devida à Flexão

Cap. 4

Superfície Neutra
Superfície Neutra

• Para um material elástico,

y

= E

σε

xx

= −

=−

y

σ

c

c

m

E

ε

m

(a tensao varia linearmente)

• Em equilíbrio estático,

F

x

=

0 = −

0

dA

y

 

=

σ

x

=

 

c

σ

m

c

y dA

σ

m

dA

O momento estático da secção transversal em relação ao eixo neutro deve ser zero. Logo, o eixo neutro deve passar no centro geométrico da secção.

• No equilíbrio estático,

 y  M = ∫ − y σ dA =− ∫ y − σ
y
M
=
y
σ
dA
=−
y
σ
x
m
 
c
 
σ
σ
I
m
2
m
M
=
y
dA
=
c
c
Mc
M
σ
=
=
m
I
W
y
Substituindo
σ
= −
σ
x
m
c
My
σ
= −
x
I

dA

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Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga

Propriedades

da

Secção

Recta

da

Viga

Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga
Propriedades da Secção Recta da Viga

Cap. 4

A=24cm 2 h=8cm h=6cm b=4cm b=3cm Preparado por: Filipe Samuel Silva
A=24cm 2
h=8cm
h=6cm
b=4cm
b=3cm
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L.N. Perfil I Perfil H MecânicaEngªDep.
L.N.
Perfil I
Perfil H
MecânicaEngªDep.

• A máxima tensão normal devida à flexão é,

Mc M σ = = m I I = W momento de inercia no plano
Mc
M
σ
=
=
m
I
I =
W
momento de inercia no plano
I
W =
= modulo de resistencia

c

Uma secção recta com maior módulo de resistência terá uma tensão máxima mais baixa

• Considere uma secção recta rectangular,

3 I 1 bh 12 W == = 1 bh 3 1 = Ah 6
3
I
1
bh
12
W ==
=
1
bh
3 1
=
Ah
6
c
h
2 6

Entre as duas barras com secções rectas com a mesma área, a barra com maior altura será mais resistente à flexão.

• As vigas estruturais são projectadas para terem um elevado módulo de resistência.

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Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia

Propriedades

de

Perfis

Norma

Europeia

Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia
Propriedades de Perfis – Norma Europeia

Cap. 4

MecânicaEngªDep. Preparado por: Filipe Samuel Silva
MecânicaEngªDep.
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Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta

Deformações na

Secção

Recta

Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta
Deformações na Secção Recta

Cap. 4

• A deformação devida ao momento flector é quantificada pela curvatura da superfície neutra 1
• A deformação devida ao momento flector é
quantificada pela curvatura da superfície neutra
1
ε
σ
1
Mc
m
m
=
=
=
ρ
c
Ec
Ec
I
Superfície
M
=
Neutra
EI
• Embora as secções rectas se mantenham planas as
deformações nos eixos yy e zz não são nulas.
ν
y
ν
y
ε
= −
νε
=
ε
= −
νε
=
y
x
z
x
Eixo Neutro da
secção recta
ρ
ρ
• A expansão acima da superfície neutra e a
contracção abaixo da mesma superfície causa
uma curvatura chamada de anticlástica.
1
ν
=
=
curvatura anticlastica
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ρ

ρ

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Problema 4.2
Problema
4.2

Cap. 4

- Beer-Johnston-DeWolf (adaptado) Problema 4.2 Cap. 4 Uma peça de ferro fundido é solicitada pelo momento
- Beer-Johnston-DeWolf (adaptado) Problema 4.2 Cap. 4 Uma peça de ferro fundido é solicitada pelo momento

Uma peça de ferro fundido é solicitada pelo momento flector de 3 kN-m. Sabendo que E = 165 GPa e desprezando o efeito das concordâncias, determine (a) as tensões máximas de tracção e de compressão na peça, (b) o seu raio de curvatura.

SOLUÇÃO:

• Baseado na geometria da secção recta calcula-se o centro geométrico e o momento de inércia.

∑ yA ∑( 2 ) Y = I = I + Ad x ′ ∑
∑ yA
∑(
2
)
Y =
I
=
I
+
Ad
x
∑ A

• Aplica-se a expressão da tensão devida a momentos para achar as tensões máximas de tracção e de compressão.

σ

Mc

=

m I

• Calcula-se o raio de curvatura

1

M

=

ρ

EI

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Problema 4.2
Problema
4.2

Cap. 4

Preparado por: Filipe Samuel Silva
Preparado por: Filipe Samuel Silva

SOLUÇÃO:

Baseado na geometria da secção recta calcula- se o centro geométrico e o momento de
Baseado na geometria da secção recta calcula-
se o centro geométrico e o momento de
inércia.
2
3
Area, mm
y , mm
yA , mm
3
1 20
× 90
=
1800
50
90
×
10
3
2 40
× 30
=
1200
20
24
×
10
3
∑ A = 3000
∑ yA =
114
×
10
∑ yA 114 × 10 3 = Y = = 38 mm ∑ A 3000
∑ yA
114
×
10 3 =
Y =
=
38 mm
∑ A
3000
(
2
)
(
1
3
2
)
I
= ∑
I
+
Ad
= ∑
bh
+
Ad
x ′
12
(
1
3
2
)
(
1
=
90
×
20
+
1800
×
12
+
30
12
12
MecânicaEngªDep.

×

40

3

+

1200

×

18

2

)

I =

868

×

3

10 mm

=

868

×

10

-9

m

4

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Problema 4.2
Problema
4.2

Cap. 4

Centro de Curvatura Preparado por: Filipe Samuel Silva
Centro de Curvatura
Preparado por: Filipe Samuel Silva

• Aplica-se a expressão da tensão devida a momentos para achar as tensões máximas de tracção e de compressão.

Mc σ = m I M c 3 kN ⋅ m × 0.022 m σ
Mc
σ
=
m
I
M c
3 kN ⋅ m
×
0.022 m
σ
=
A =
A
− 9
4
I 868
× 10
mm
M c
3 kN ⋅ m
×
0.038m
σ
=
B = −
B
− 9
4
I 868
× 10
mm
• Calcula-se o raio de curvatura
1
M
=
ρ
EI
3
kN m
=
)(
-9
4
)
(
165 GPa 868
× 10
m

σ = +76.0 MPa

A

 

σ = −131.3 MPa

B

1

=

20.95

×

10

3

-1

   

m

ρ

ρ

= 47.7 m

 

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Flexão em Membros com Diversos Materiais
Flexão em Membros com Diversos Materiais

Flexão

Flexão em Membros com Diversos Materiais
Flexão em Membros com Diversos Materiais

em

Membros

com

Diversos

Materiais

Flexão em Membros com Diversos Materiais
Flexão em Membros com Diversos Materiais
Flexão em Membros com Diversos Materiais

Cap. 4

L.N.
L.N.

L.N.

σ

σ

= −

My

x I

1

=

σ

x

σ

2

= n

σ

x

• Considere uma viga de material compósito formada por dois materiais com E 1 e E 2 .

• A deformação normal varia linearmente.

ε x = −

y

ρ

• As tensões são dadas por

σ

1

=

E

1

ε

x

= −

E y

1

E

2

y

E

2

ε

x

σ

2

=

= −

ρ

ρ

E o eixo neutro deixa de passar pelo centro geométrico da secção.

• As forças elementares na secção são

dF

1

=

σ

1

dA

= −

E y

1

E

2

y

dA

dF

2

2

dA

=

σ

= −

ρ

ρ

dA

• Obtem-se uma relação, n,

dF

2

= −

(

nE

1

)

y

E y

1

dA

= −

ρ

ρ

(

n dA

)

n =

E 2

E

1

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Exemplo 4.3
Exemplo
4.3

Cap. 4

20mm 10mm 10mm 75mm Aço Latão Latão Preparado por: Filipe Samuel Silva
20mm
10mm
10mm
75mm
Aço
Latão
Latão
Preparado por: Filipe Samuel Silva

SOLUÇÃO:

• Transforme a barra numa secção recta equivalente inteiramente de latão.

• Determine as propriedades da nova secção recta equivalente de latão.

• Calcule a máxima tensão nesta secção transformada. Esta é a tensão correcta nas partes de latão da peça.

A barra é composta por uma união de partes de aço (E s = 200GPa) e latão (E b = 100 GPa). Determine a tensão máxima no aço e no latão sabendo que a barra está sujeita a flexão pura por um momento

M=5KNm.

• Determine a máxima tensão na porção de aço multiplicando a tensão calculada para o latão pelo racio dos módulos de elasticidade.

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Exemplo 4.3
Exemplo
4.3

Cap. 4

20mm 10mm 10mm 75mm Aço Latão Latão Preparado por: Filipe Samuel Silva
20mm
10mm
10mm
75mm
Aço
Latão
Latão
Preparado por: Filipe Samuel Silva

SOLUÇÃO:

• Transforme a barra numa secção recta equivalente inteiramente de latão

E

s

200

GPa

E

b

100

GPa

n ==

= 2.0

b

T

=

(20

mm

)*(2.0)

=

40,0

mm

• Determine as propriedades da nova secção recta equivalente de latão.

I 1 3 b h = 2.109*10 = = 1 ( 60 mm )( 75mm
I
1
3
b h
= 2.109*10
=
=
1
(
60
mm
)(
75mm
) 3
40mm
T
10mm
10mm
12
12
6
4
mm
C=37,5mm
• Calcule as tensões máximas
Mc
(
5 kNm
)(
37.5 mm
)
75mm
σ
==
= 88.9 MPa
L.N.
m
6
4
I
2.109*10
mm
Latão
(
σ
)
=
σ
(
σ
)
b
m
max
b
(
σ
)
=
n
σ
=× 2.0
88.9
=
177.8
MPa
(
σ
)
60mm
s
m
max
s
MecânicaEngªDep.

max

max

= 88.9 MPa

= 177.8 MPa

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Betão Pré-Esforçado
Betão
Pré-Esforçado

Cap. 4

(adaptado) Betão Pré-Esforçado Cap. 4 • As vigas de betão sujeitas a momentos são reforçadas

• As vigas de betão sujeitas a momentos são reforçadas com barras de ferro.

• As barras de ferro suportam o esforço de tracção, abaixo da superfície neutra. Na zona superior à superfície neutra, o cimento suporta os esforços de compressão.

L.N. • Na secção transformada a área da secção recta do aço, A s ,
L.N.
• Na secção transformada a área da secção recta do
aço, A s , é substituída por uma área equivalente
nA s where n = E s /E c .
• Para determinar a localização do eixo neutro,
x
(
bx
)
− n A
(
d
x
)
= 0
s
2
2
1 2 b x
+ n A x
n A d
= 0
s
s

L.N.

• A tensão normal no aço e no cimento é dada por:

σ

σ

My

= −

x I

c

=

σ

x

σ

s

= n

σ

x

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Problema 4.4
Problema
4.4

Cap. 4

SOLUÇÃO:

• Transforme a secção numa secção inteiramente de cimento.

• Determine as novas propriedades geométricas desta nova secção.

• Calcule as tensões máximas no aço e no cimento.

100mm 125mm 125mm 125mm 125mm
100mm
125mm
125mm
125mm
125mm

125mm

Uma lage de chão é reforçada com varões de aço de 16 mm de diâmetro localizados 25 mm acima da face inferior da lage e com um espaçamento de 125 mm entre eixos. O módulo de elasticidade do betão é de 20 Gpa e o do aço de 200 Gpa. Sabendo que a lage está submetida, em cada metro de largura, a um momento de 12 KNm, determine: a) a tensão máxima no betão e b) a tensão no aço.

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Problema 4.4
Problema
4.4

Cap. 4

1m L.N. 0,1m 0,1-x nA a =16,08*10 -3 m 2 Preparado por: Filipe Samuel Silva
1m
L.N.
0,1m
0,1-x
nA a =16,08*10 -3 m 2
Preparado por: Filipe Samuel Silva

SOLUÇÃO:

• Transforme a secção numa secção inteiramente de cimento.

E 200 GPa a n == = 10 E 20 GPa b 2 10*8 
E
200 GPa
a
n ==
= 10
E
20 GPa
b
2
10*8
nA
=
π
(
0,016
m
)
s
4

=

1,608*10

3

2

m

• Determine as novas propriedades geométricas desta nova secção.

 x − 3 (1 m ) x (16.08*10 ) 0,10 ( m −= x
 x
3
(1
m ) x
(16.08*10
) 0,10
(
m
−= x
)
0
x
=
0.04287
mm
 
2
   −
σ
b =6,53MPa
3
2
I
=
1
( )(
1
0.04287
)
+
(
3
)(
64
16.08*10
0.10
−= 0.04287
)
78.75*10
cm
3
• Calcule as tensões máximas no aço e no
σ
a =87,1MPa
cimento.
Mc
(12
kNm)
×
(0.04287
m
)
σ
1
=
=
b
σ
-6
4
=
6.53
MPa
I
78.75*10
m
b
Mc
(12
kNm)
×
(0.05713
mm
)
σ
2
=
n
= 10
a
σ
=
87.1
MPa
-6
4
I
78.75*10
m
a
MecânicaEngªDep.

MecânicaEngªDep.

Mecânica dos Materiais - Beer-Johnston-DeWolf (adaptado)

Concentração de Tensões
Concentração de Tensões
Concentração de Tensões
Concentração de Tensões
Concentração de Tensões

Concentração

de

Tensões

Concentração de Tensões
Concentração de Tensões
Concentração de Tensões
Concentração de Tensões

Cap. 4

Preparado por: Filipe Samuel Silva
Preparado por: Filipe Samuel Silva

As concentrações de tensão podem ocorrer:

• Na vizinhança dos pontos de aplicação das cargas

• Na vizinhança das descontinuidades geométricas

σ

m

=

K

Mc

I

Mecânica dos Materiais - Beer-Johnston-DeWolf (adaptado)

Cargas Excêntricas num Plano de Simetria
Cargas Excêntricas num Plano de Simetria

Cargas

Cargas Excêntricas num Plano de Simetria
Cargas Excêntricas num Plano de Simetria

Excêntricas

num

Plano

de

Simetria

Cargas Excêntricas num Plano de Simetria
Cargas Excêntricas num Plano de Simetria
Cargas Excêntricas num Plano de Simetria

Cap. 4

• Carregamento descentrado Preparado por: Filipe Samuel Silva
• Carregamento
descentrado
Preparado por: Filipe Samuel Silva

• As tensões devidas a uma carga descentrada são determinadas pela sobreposição das tensões uniformes devidas a uma carga centrada e a uma distribuição linear de tensões devida ao momento flector.

()

σσ=

xx

centrada

P

My

+

()

σ

x

flexao

= − F = P A I M = Pd MecânicaEngªDep.
=
F
= P
A
I
M
= Pd
MecânicaEngªDep.

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Exemplo 4.07
Exemplo
4.07
800N 12mm 15mm 800N
800N
12mm
15mm
800N

Cap. 4

SOLUÇÃO:

• Determinar as cargas equivalentes, centrada e momento flector

• Sobropor a tensão uniforme (carga centrada) com a tensão linear (momento flector).

• Determinar a máxima tensão de tracção e de compressão.

• Encontrar o eixo neutro através da determinação do ponto onde a tensão normal é nula.

Um elo aberto de uma cadeia é obtido flectindo uma barra de aço, de baixo teor em carbono, com 12 mm de diâmetro. Sabendo que a corrente deve suportar uma carga de 800 N, determine a) a tensão máxima de tracção e de compressão na parte rectilinea do elo, b) a distância entre os eixos central e neutro de uma dada secção transversal.

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Exemplo 4.07
Exemplo
4.07

Cap. 4

7,1MPa
7,1MPa

• Tensão normal devida à carga centrada

Ac =

π

2

=

π

(

=

113.1*10

0.006

6

m

2

m

) 2

σ

0

=

P

800

N

=

A

113.1*10

6

2

m

=

7.07

MPa

• Tensão normal devida ao momento flector

σ

1

Ic

=

4

π

4

m

=

=

1.018

Mc

I

=

= 70.7

=

×

(

1

4

π

(

0.006

m

)

4

10

9

m

4

12

Nm

)(

0.006

m

)

1.018

MPa

×

10

9

4

m

d=15mm

800N

• Carga centrada equivalente e momento flector

70,7MPa -70,7MPa
70,7MPa
-70,7MPa

P

=

800

N

 

M

=

Pd

=

(

800

N

)(

0.015

m

)

=

12

Nm

 

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Exemplo 4.07
Exemplo
4.07

Cap. 4

77,8MPa 70,7MPa 7,1MPa -70,7MPa
77,8MPa
70,7MPa
7,1MPa
-70,7MPa

-63,6MPa

• Tensões máximas de tracção e de compressão

+

σσσ

t

=

0

m

=

7.1

+

70.7

σσσ

c

=

0

m

=

7.1

70.7

σ

t

=

77.8

MPa

 

σ

c

= − 63.6

MPa

• Localização do eixo neutro

P My 0 0 = − A I P I y = ( 7.07 MPa
P
My
0
0 =
A
I
P
I
y
=
(
7.07 MPa
0 =
A M
y
0 = 0.600
m

)

1.018

×

10

9

m

4

12 Nm

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Problema 4.8
Problema
4.8

Cap. 4

- Beer-Johnston-DeWolf (adaptado) Problema 4.8 Cap. 4 Secção a-a Dados: A = 3 × 10 −
Secção a-a
Secção a-a

Dados:

A =

3

×

10

3

Y = 0.038 m

868

10

I =

×

m

9

2

m

4

Determine a máxima força P que pode ser aplicada à peça de ferro fundido representada, sabendo que a tensão admissível de tracção é de 30 Mpa e a tensão admissível de compressão é de 120 Mpa.

SOLUÇÃO:

• Determinar as cargas equivalentes, centrada e momento flector

• Sobropor a tensão uniforme (carga centrada) com a tensão linear (momento flector).

• Determinar as cargas críticas para as tensões admissiveis de tracção e de compressão.

• A carga admissível é a menor das cargas críticas.

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Problema 4.8
Problema
4.8

Cap. 4

Secção a-a
Secção a-a

• Determinar as cargas equivalentes, centrada e momento flector

d

P

M

=−=

=

0.038

== Pd

0.010

carga centrada

0.028

P

0.028

m

=

momento flector

• Subrepor as tensões (carga centrada e momento)

σ

σ

=

A

B

= −

P

Mc

A = −

P

A

I

3

× 10

3

P

Mc

A = −

P

A

I

3

× 10

3

+

+

(

0.028

P

)(

0.022

)

 

868

×

10

9

(

0.028

P

)(

0.022

)

 

868

×

10

9

P )( 0. 022 )   868 × 10 − 9 = + 377 P =

= + 377 P

= − 1559 P

• Determinar cargas críticas p/ tensões admissiveis.

σ

σ

A

B

=

=

+

377

P

=

30 MPa

P

=

79.6 kN

1559

P

= −

120 MPa

P

=

79.6 kN

• Máxima carga admissível

P = 77.0 kN

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Flexão Assimétrica ou Desviada
Flexão Assimétrica ou Desviada

Flexão

Flexão Assimétrica ou Desviada
Flexão Assimétrica ou Desviada

Assimétrica

ou

Desviada

Flexão Assimétrica ou Desviada
Flexão Assimétrica ou Desviada
Flexão Assimétrica ou Desviada
Flexão Assimétrica ou Desviada

Cap. 4

L.N.
L.N.

L.N.

L.N.
L.N.

• A análise da flexão pura tem sido limitada a peças com pelo menos um plano de simetria, com binários actuando nesse plano.

• As peças permaneciam simétricas relativamente a esses planos.

L.N.

L.N.

L.N.
L.N.

• O eixo neutro da secção recta coincidia com o eixo do momento

• Vamos agora considerar situações em que o momento flector não actua num plano de simetria da peça.

• Não é possível admitir que a peça se deforma no plano em que actua o binário.

• Na generalidade dos casos, o eixo neutro da secção não coincidirá com o eixo de actuação do momento.

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Flexão Assimétrica
Flexão
Assimétrica

Cap. 4

Beer-Johnston-DeWolf (adaptado) Flexão Assimétrica Cap. 4 Determinação das condições em que o eixo neutro de uma

Determinação das condições em que o eixo neutro de uma secção de forma arbitrária coincide com o eixo de actuação do momento.

y  • 0 == F ∫ σ dA ∫ σ xx =−  
y
• 0 == F
σ
dA
σ
xx
=−  
dA
m
c
 
ou
0 =
∫ y
dA
o eixo neutro passa no centro
geométrico
y
• M
=
M
=−
y
σ
dA
z
m
 
c
 
σ
I
m
ou
M =
I
== I
momento
de
inercia
z

c

define a distribuição de tensões

• A força e o momento resultantes da distribuição de tensões numa porção elementar da secção devem satisfazer as condições

F

x

== M

0

M = M = momento aplicado

yz

0 ==

M

σ

z

yx

dA

= z   

y

c

σ

m

 

dA

ou

0 =

yz

dA

== I

yz

produto

de

inercia

o vector do binário deve ter a direcção de um eixo geométrico principal

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Flexão Assimétrica
Flexão
Assimétrica

Cap. 4

Beer-Johnston-DeWolf (adaptado) Flexão Assimétrica Cap. 4 Subreposição é aplicada para determinar tensões, na

Subreposição é aplicada para determinar tensões, na maior parte dos casos, resultantes de flexão assimétrica.

• Decompor o vector momento nas componentes M z e M y .

M

z

=

M cosθ

M

y

= M sinθ

M z e M y . M z = M cos θ M y = M

• Sobrepor as tensões de cada plano

σ

x

= −

M y

z

M

y

y

+

I

z

I

y

• No eixo neutro,

σ

x

tan

=

φ

0

=

L.N. M y M y y ( M cos θ ) y ( M sin
L.N.
M y
M
y y
( M
cos
θ
)
y
(
M
sin
θ
)
y
z
= −
+
= −
+
I
z
I y
I z
I y
y
I z
=
tan
θ
z I
y

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Exemplo 4.08
Exemplo
4.08

Cap. 4

SOLUÇÃO:

• Decompor o vector momento nas componentes M z e M y (eixos principais), e calcular as tensões

200Nm 90mm 40mm
200Nm
90mm
40mm

Um binário de 200 Nm é aplicado a uma viga de madeira com secção transversal rectangular de 40*90 mm, num plano que forma um ângulo de 30º com a direcção vertical. Determine a) a tensão máxima na viga e b) o ângulo que a superfície neutra forma com o plano horizontal

M

z

M cosθ

M

y

= M sinθ

=

• Sobrepor as tensões de cada plano

σ

x

= −

M y

z

M

y

y

+

I

z

I

y

• Determinar o ângulo da eixo neutro.

tanφ

=

y

I

z

=

z

I

y

tanθ

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Exemplo 4.08
Exemplo
4.08

Cap. 4

200Nm 45mm 20mm Preparado por: Filipe Samuel Silva
200Nm
45mm
20mm
Preparado por: Filipe Samuel Silva

• Decompor o vector momento nas componentes M z e M y (eixos principais), e calcular as tensões

M

M

I

z

I

y

z

y

=

=

(

(

200

200

Nm

Nm

)

)

cos30

sin 30

=

=

173,2

Nm

100

Nm

=

=

1

12

1

12

(

(

0.040

0.090

)(

)(

mm

mm

0.090

0.040

)

)

3

3

=

=

6

2.43*10

0.480*10

6

4

m

m

4

A maxima tensao de tracçao devida a

σ

== M y

z

1 I

z

(

173,2

Nm

)(

0.045

m

)

2, 43*10

6

4

m

M

z ocorre ao longo de

= 3.2 1

MPa

AB

A maxima tensao de tracçao devida a

M

y ocorre ao longo de

σ

2

M z

y

==

(

100

Nm

)(

0.020

m

)

I 0.480*10

y

6

4

m

= 4.17

MPa

AD

• A máxima tensão de tracção ocorre em A

σ

max

=+σσ

1

2

= 3.21+ 4.17

σ max

= 7.38

MPa

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Exemplo 4.08 Cap. 4 • Determinação do ângulo do eixo neutro. − 6 4 I
Exemplo
4.08
Cap. 4
Determinação do ângulo do eixo neutro.
− 6
4
I
2.43*10
m
z
tan
φ
=
tan
θ
=
tan 30
− 6
4
I
0.480*10
m
y
= 2.92
S.N.
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Eixo neutro

7,38MPa

-7,38MPa

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Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico

Caso Geral

de

Carregamento

Axial

Excêntrico

Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico
Caso Geral de Carregamento Axial Excêntrico

Cap. 4

de Carregamento Axial Excêntrico Cap. 4 • Considere o membro linear sujeito a cargas
de Carregamento Axial Excêntrico Cap. 4 • Considere o membro linear sujeito a cargas

• Considere o membro linear sujeito a cargas excêntricas, iguais e opostas.

• A carga excêntrica é equivalente a um sistema com uma carga concêntrica e dois momentos.

P =

carga centrada

M

y

=

Pa M

z

=

Pb

• Pelo principio da sobreposição, a distribuição das tensões é

σ

x

=

P

M y

z

M

y

z

+

A

I

z

I

y

• Se o eixo neutro estiver contido na secção, pode ser encontrado por:

M

z

M

y

P

I

z

I

y

A

y

z

=

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

(adaptado) Exercícios Resolvidos Cap. 4 Dois momentos iguais e opostos de magnitude M=15 kNm são

Dois momentos iguais e opostos de magnitude M=15 kNm são aplicados à viga AB mostrada, com secção em C. Sabendo que o binário provoca uma flexão da viga no plano horizontal, determine as tensões: a) no ponto C

b) no ponto D

c) no ponto E

da viga no plano horizontal, determine as tensões: a ) n o p o n t
da viga no plano horizontal, determine as tensões: a ) n o p o n t

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

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MecânicaEngªDep.
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Preparado por: Filipe Samuel Silva

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

(adaptado) Exercícios Resolvidos Cap. 4 Um binário de magnitude M é aplicado a uma barra de

Um binário de magnitude M é aplicado a uma barra de secção recta quadrada, de lado a. Para cada uma das orientações mostradas, determine a máxima tensão instalada na barra, e a curvatura da barra.

máxima tensão instalada na barra, e a curvatura da barra. Solução Para um triângulo, o momento
Solução Para um triângulo, o momento de inércia em relação à base é dado por:
Solução
Para um triângulo, o momento de
inércia em relação à base é dado por:
na barra, e a curvatura da barra. Solução Para um triângulo, o momento de inércia em

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

Determine a tensão no ponto A e B,

a) para as cargas mostradas,

b) para cargas de 60 kN aplicadas somente nos pontos 1 e 2.

as cargas mostradas, b) para cargas de 60 kN aplicadas somente nos pontos 1 e 2.
as cargas mostradas, b) para cargas de 60 kN aplicadas somente nos pontos 1 e 2.
a) Carga centrada b) Carga descentrada
a) Carga centrada
b) Carga descentrada

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

A porção vertical do grampo da figura consiste num tubo rectangular com uma

espessura de 12 mm. Sabendo que o grampo deve ser apertado até que as forças

nos mordentes

atinjam

6

KN,

determine

as

tensões:

100mm 250mm Secção a-a 100mm
100mm
250mm
Secção a-a
100mm

75mm

a) no ponto A

b) no ponto B

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Exercícios Resolvidos
Exercícios
Resolvidos

Cap. 4

Uma força vertical P de magnitude 20 KN é aplicada no ponto C, localizado num eixo de simetria da secção recta da pequena coluna da figura. Sabendo que y=125 mm, determine:

a) a tensão no ponto A

b) a tensão no ponto B

c) a localização do eixo neutro

75mm 75mm 50mm 50mm 25mm
75mm
75mm
50mm
50mm
25mm

50mm

100mm

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Exercícios Propostos
Exercícios
Propostos

Cap. 4

Uma place de 1 cm de espessura, de aço (E = 200 GPa) tem as descontinuidades geométricas mostradas. As dimensões são D = 3 cm, d = 1.5 cm, e r = 3 mm. Qual a máxima tensão instalada quando é aplicado um momento flector de 200 Nm?

instalada quando é aplicado um momento flector de 200 Nm? Um veio circular oco de 4cm

Um veio circular oco de 4cm de diâmetro exterior, 3cm de diâmetro interior, suporta uma carga de 200 N. Sabendo que x=1m calcule a máxima tensão devida à flexão.

Um momento flector de 200 Nm é aplicado no plano A-A, cuja secção está na figura. Qual a máxima tensão instalada nesta viga?

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MecânicaEngªDep.
é aplicado no plano A-A, cuja secção está na figura. Qual a máxima tensão instalada nesta

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Exercícios Propostos
Exercícios
Propostos

Cap. 4

A viga em I (IPE 300) apresentada na figura é carregada conforme a figura. Quando, x = 0.75 m, F 1

= 200 N, e F 2 = 500 N, qual a máxima tensão instalada na viga?

F 2 = 500 N, qual a máxima tensão instalada na viga? O grampo em C

O grampo em C é maciço e de secção circular de 2 cm de diâmetro. Qual a máxima tensão na secção A-A quando ele é ajustado até uma força F = 500 N?

A viga em C (C250*45) tem o carregamento indicado. Quando z = 1 m qual a máxima força que a viga pode suportar para que a tensão não ultrapasse 200 MPa?

indicado. Quando z = 1 m qual a máxima força que a viga pode suportar para
indicado. Quando z = 1 m qual a máxima força que a viga pode suportar para
indicado. Quando z = 1 m qual a máxima força que a viga pode suportar para

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Exercícios Propostos
Exercícios
Propostos

Cap. 4

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n i c a d o s M a t e r i a i s
Exercícios Propostos
Exercícios
Propostos

Cap. 4

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