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A história de nossa família, de nossa gente, de nossa casa está conosco. Respira perto de nós. A sua presença todos adivinham. Ora bela, ora triste, é uma grande história (Júlio Dantas, 1909).

Senhores Presidente e Membros da Mesa, senhora e senhores vereadores, amigos da Casa, companheiros da imprensa, cidadãos...

Pesquiso e escrevo sobre a história local há mais de 25 anos e estou aqui, hoje, espontaneamente, como espírito guardião da época para assegurar que um capítulo imponente da história divinopolitana não passe despercebido e para fazer dois grandes pedidos, depois de rememorar os eventos que culminaram nesta data.

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O dia de hoje deveria ter um significado muito especial para os divinopolitanos como o tem para a memória de Divinópolis.

A Lei Estadual 556, de 30 de agosto de 1911, sancionada pelo presidente estadual Júlio Bueno Brandão, é uma simples lei ordinária de reorganização do território estadual, que criou dezenas de novos municípios e estabeleceu as novas divisas intermunicipais. Mas, para Divinópolis, ela significou mais que a emancipação do Espírito Santo de Itapecerica (sob a denominação

1 Memória apresentada na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Divinópolis, em 30 de agosto de 2011, 14h30, em ato público espontâneo de comemoração do primeiro centenário do município de Divinópolis. Baseada em obras, crônicas e textos de X Gontijo, irmãos Francisco e Antônio Azevedo, Lázaro Barreto, Joaquim Martins Lara (in A Prova 7), Batistina de Sousa Corgozinho, Milton Pena e Eliseu Ferreira, e oralidade de Carlos Altivo, José Carlos Pereira e Simão Salomé de Oliveira, além de documentos legislativos e leis da época.

de Vila Henrique Galvão) seguinte.

e

a

instalação do município,

no

ano

30 de agosto de 1911 foi o dia em que se ganhou a batalha pela criação do município, que durou nove meses de intensas gestões e discussões, envolvendo autoridades políticas estaduais e lideranças locais e regionais (favoráveis e contras). Chegara ao fim mais de 144 anos de tumultuosas disputas externas, que deixaram o distrito do Espírito Santo prejudicado em suas pretensões de progresso por abusos de poder político e religioso, em um cenário de conflitos e violências, herdados dos tempos coloniais.

Uma breve mirada na linha do tempo - que seja a partir de 1882, quando o distrito perdeu seu nome original (Itapecerica) - revelará a dimensão da conquista de 1911, que não foi um fato isolado, mas o resultado de três mobilizações políticas sucessivas, fomentadas por lideranças locais, principalmente por Francisco Machado Gontijo, João Epifânio Pereira e Pedro X Gontijo, cada um a seu tempo.

A primeira mobilização ocorreu após a instituição da Comarca do Itapecerica (1874), que levou à mudança do nome de São Bento do Tamanduá para o de Itapecerica (nome da passagem, do rio, da paragem e do arraial), em 1882 (Lei 2.995, de 4 de outubro de 1882, art. único, § 2 o ), de maneira dissimulada.

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A supressão do nome original, sem nenhuma divulgação local, foi recebida com desagrado pelos moradores mais influentes, especialmente quando souberam que a Lei Provincial 3.648, de 1 o de setembro de 1888, autorizara a construção da segunda seção da Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) entre Oliveira e Barra do Paraopeba, no alto São Francisco, com um ramal para Itapecerica,

que não era o distrito do Espírito Santo (como acreditavam), mas sim a cidade de Itapecerica.

Aproveitando a campanha eleitoral do candidato Lamounier Godofredo a deputado estadual (por Itapecerica), em 1889, o então major Francisco Machado Gontijo, o cel. João Epifânio Pereira, o farmacêutico Augusto Teixeira da Fonseca e o médico José Xavier Coelho decidiram apoiá-lo, para que lutasse pela passagem do ramal ferroviário pelo Espírito Santo. Eleito deputado, Godofredo cumpriu a promessa. Com o apoio do influente comerciante

português Antônio Francisco Rocha, de São João d’El Rei (junto ao

presidente estadual Cândido Floriano de Godói) e do engenheiro- chefe da EFOM Henrique Galvão (que deu parecer favorável à mudança), foi redesenhado o traçado.

A conclusão do trecho Oliveira-Espírito Santo foi festejada em 30 de abril de 1890, na inauguração da Estação de Henrique Galvão, e, com ela, uma grande expectativa de desenvolvimento econômico, social e cultural para a região. Esse prolongamento da estrada de São João del-Rey a Paraopeba (entre 1889 e 1894) integrou Carmo da Mata, Gonçalves Ferreira, Sucupira (Itapecerica), Desterro (Marilândia), Henrique Galvão (Divinópolis), Pará (São Gonçalo do Pará), Parimirim (Alberto Isaacson), Cercado (Nova Serrana), Cardosos (Conceição do Pará), Pitangui, Abadia (Martinho Campos), São Francisco (Abaeté), Pompéu e Paraopeba. Por

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essas localidades corria o “trem do sertão”, que transportava

mercadorias, pessoas e novas possibilidades políticas, econômicas, sociais e culturais.

A segunda mobilização, também surgiu de um momento de insatisfação social no distrito do Espírito Santo, ocasionado pela falência da EFOM (em 1899), que ficou parada por três anos. Em 1903, o Espírito Santo estava semi-deserto, sem autoridade policial, sem vigário e com os poucos ferroviários sem pagamento e sem comida. O vereador distrital Aristóteles Epifânio Pereira, por mais de um ano, ofereceu em sua casa comida aos mais carentes. O arraial estava relegado, novamente, à sua própria sorte, sem a devida atenção das autoridades de Itapecerica, com os intermináveis confrontos entre ferroviários e moradores e a pobreza e a miséria

aumentando

Foram quase dois anos de penúria que assim

... permaneceu até a chegada do solitário padre Manoel Maria da Silva.

Em 1908, o Cap. José Clementino Pereira e o estudante de farmácia Pedro Xavier Gontijo, em suas andanças pelos Campos de Ermida, encontram-se na localidade de Perobas, onde operários e engenheiros ferroviários trabalhavam na abertura de uma passagem, em terreno íngreme. A notícia era de que o governo federal de Afonso Pena havia autorizado a construção de uma linha férrea de integração estadual entre a nova capital de Minas e o Triângulo Mineiro. A nova ferrovia passaria por Parimirim (Alberto Isaacson) e cruzaria a ferrovia do sertão na estação do Chôro, em direção de Perobas e Serra Negra.

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A boa nova deixou os viandantes em grande expectativa, porque se a ferrovia da integração viesse pela Estação Henrique Galvão, invariavelmente ela passaria por Santo Antônio dos Campos em direção de Perobas, beneficiando vários povoados de Campos. A euforia de Pedro e José Clementino só fez sentido para o chefe da

Estação, Manoel Gomes Carregal, e para o erudito Pe. Manoel Maria.

As lideranças locais, desanimadas com o descaminho da EFOM, que deixou tanta gente na miséria e trouxe tantos distúrbios de rua, estavam desinteressadas. A possibilidade de que o novo ramal viesse cruzar a ferrovia do sertão na estação Henrique Galvão era o assunto indesviável do estudante Pedro X Gontijo, que contrastava, com o pessimismo reinante na vila. Com sua expectativa contagiante induziu o padre Manoel a promover uma reunião política suprapartidária entre as principais lideranças locais, o que acabou acontecendo na casa do cel. Francisco Machado Gontijo.

O balanço das forças políticas do arraial, naquela reunião de maio de 1909, era tão positivo, que, ali mesmo, foi elaborado um abaixo- assinado, requerendo que o entroncamento da linha de Belo Horizonte/Triângulo Mineiro cruzasse com a linha de São João del- Rey/Paraopeba, no Espírito Santo, enumerando as vantagens. A principal era a cachoeira da Itapecerica, que permitia construir uma usina hidrelétrica, sem muitos gastos, além de terrenos apropriados para se instalar um longo pátio de manobras e grandes oficinas.

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Entre os signatários, estavam o coronel João Epifânio Pereira correligionário e antigo amigo do advogado Afonso Pena (ex- governador de Minas, eleito Presidente da República, 1906) o coronel Francisco Machado Gontijo (amigo de Afonso Pena Jr.), que era proprietário dos terrenos necessários e estava disposto a facilitar o empreendimento; Aristóteles Epifânio Pereira (vereador em Itapecerica e próximo do deputado Lamounier Godofredo), Manoel Gomes Carregal (chefe da Estação de Henrique Galvão), o

professor Chico Dias, o Juiz de Paz Antonio Olympio de Moraes e o capitão José Clementino Pereira (liderança do distrito de Santo Antônio dos Campos, de reconhecido prestígio junto ao vice- presidente da República, Nilo Peçanha).

Os resultados vieram rápidos. Em pouco mais de dez dias, o abaixo-assinado percorreu distâncias inimagináveis para a época:

foi entregue pelo vereador Aristóteles ao deputado Lamounier (em Gonçalves Ferreira), que o entregou pessoalmente ao diretor da EFOM, eng. Chagas Dória (em São João del-Rey), que a encaminhou ao ministro da Viação e Obras Publicas, Pedro Calmon (no Rio de Janeiro), para chegar ao presidente Afonso Pena, que deu despacho favorável. Com aval do Presidente, visitou o arraial uma equipe do engenheiro Chagas Dória, que estudou e documentou a localidade, produzindo um relatório ao governo federal, incluindo fotografias e filme do arraial.

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Dez dias depois, chegava um telegrama para o chefe da Estação, informando-o do novo traçado, determinado pelo Decreto 7.423, de 27 de maio de 1909, do Presidente Afonso Pena, que veio a falecer em 16 de junho daquele mesmo ano.

Em seu lugar, assumiu o vice-presidente Nilo Peçanha, dando prosseguimento ao projeto ferroviário de Afonso Pena e fazendo publicar, em 16 de junho de 1910, aniversário de sua morte, o Decreto 8.069, que aprovava a planta da nova estrada de ferro e declarava de utilidade pública os terrenos e benfeitorias ocupadas no trajeto.

A inauguração do trecho Belo Horizonte/ Espírito Santo,

em

dezembro de 1910, com um grande banquete noturno (oferecido

pela empreiteira Schnor ) e muitas autoridades nacionais e estaduais presentes, foi a segunda grande conquista desta feita, vitória de uma poderosa mobilização para soerguer o arraial do abandono em que estava e transformá-lo no principal centro ferroviário do oeste mineiro. A aglutinação oportuna de forças políticas locais opostas, pela segunda vez, mudara os rumos da vila e mostrara a força do seu capital político.

Naquela noite inaugural, o orador oficial pelo Espírito Santo foi o maior entusiasta do novo ramal ferroviário: o farmacêutico Pedro X Gontijo. Depois de ouvir ministros e secretários do Estado falar da importância das obras, tomado de emoção, Pedro X agradece aos presentes e conclama as lideranças locais à emancipação, propondo-se a trabalhar pela criação do município. Recebe prolongados aplausos e elogios dos presentes, mas também a crítica amarga do deputado Lamounier Godofredo, que lhe acusava (pelos cantos) de irresponsável e precipitado. A maior das batalhas havia começado.

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Na vila, poucos davam importância ao X. Uns achavam a proposta muito utópica, difícil de concretizar; outros, mais ligados à cidade de Itapecerica, defendiam a permanência do distrito naquele município; como o Pe. Manoel Maria, que influenciava negativamente os moradores, dizendo que a idéia era um devaneio bom, mas inviável.

Para reverter o desinteresse da comunidade, Pedro X tratou de organizar um estratagema. Fez gestões para que o pe. Manoel fosse substituído (como o foi) pelo pe. Matias Lobato, seu amigo, que, então, sensibilizou as forças políticas locais e os moradores mais influentes. O Cel. Francisco Machado Gontijo e seu gerente

comercial Antônio Olympio de Moraes (Juiz de Paz), aderiram prontamente ao movimento. Estava formada a Comissão de Emancipação. O Cel. João Epifânio Pereira se absteve de apoiar por causa do deputado Lamounier Godofredo, que era seu amigo e opositor. Isso seria uma traição inaceitável pelos valores da época.

Em abril de 1911, os moradores já admitiam a emancipação, mas não concordavam em contribuir para a construção de prédios para Câmara, Cadeia e Grupo Escolar. Em maio, o projeto de Divisão Administrativa chegou ao Congresso Mineiro e o deputado Lamounier Godofredo (de Itapecerica) com o senador Viana (de Abaeté) faziam oposição ferrenha à emenda proposta pelo senador estadual Leopoldo Correa (também de Itapecerica), de emancipar o distrito.

Junho de 1911 Vigilante e incansável, Pedro X responde

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corajosamente aos ataques com a desestabilização das forças contrárias, procurando adesão parlamentar de peso para a causa. Desde o mês anterior, já contava com a intelligentsia e as boas relações de seu leal amigo de Lavras, o dentista e advogado Francisco Ribeiro de Carvalho (Chico Ribeiro), que aqui viera morar

(a seu pedido) para “esquentar” e viabilizar juridicamente o

movimento.

A atuação de Chico Ribeiro deu confiabilidade à Comissão, convencendo doze das principais lideranças locais a assinar um requerimento pela criação do município, que foi acompanhado de uma fantástica justificação redigida por X Gontijo para reforçar a exposição de motivos do senador Leopoldo Corrêa, defensor da causa.

Com esses documentos, Pedro X e Chico Ribeiro conseguiram o apoio do senador Camilo de Brito (de Belo Horizonte), e de três outros deputados que conheceram em Ouro Preto: Alcides Gonçalves, Ferreira de Carvalho e Nelson de Senna.

Julho de 1911 As pesadas mobilizações políticas de Pedro X e Chico Ribeiro não conseguiram vencer o impasse parlamentar. Terminada a tramitação no Congresso Mineiro, o projeto de lei foi devolvido ao presidente estadual, sem incluir a criação do município. A decisão final estava agora nas mãos do executivo estadual, com o parecer de que o arraial não dispunha das mínimas condições físicas para se emancipar.

Em diligência para evitar a derrocada da Comissão, Pedro X e Chico Ribeiro, então, sem consulta prévia, agendam uma audiência emergencial com o presidente estadual Júlio Bueno Brandão, em nome do cel. Francisco Machado Gontijo (seu líder aqui na região), obrigando este a colocar todo seu poder político no processo, numa ousada e arriscada intervenção final, que deu certo.

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Na audiência com Bueno Brandão, o cel. Francisco defendeu os objetivos da Comissão, justificando a inclusão do Espírito Santo no rol das localidades a serem emancipadas. Seu argumento final foi simples e imperativo: se não fosse possível criar o município, dessa vez, que pelo menos mandasse reconstruir a ponte de madeira sobre o rio, que era uma “aroeirama só” e nem gente a pé passava lá. Com isso, ilustrava o abandono em que se encontrava a localidade, apesar de sua importância como centro ferroviário do oeste de Minas. Resposta do presidente ao Coronel: Tranquilize-se.

Vou mandar consertar! comigo!

Olhando para Comissão: Podem contar

Em 30 de agosto de 1911, saiu publicada, no jornal Minas Gerais, a Lei Estadual 556, criando o município com o nome de Henrique Galvão, desmembrando-o de Itapecerica. A notícia, trazida pelo Chico Ribeiro, chegou no mesmo dia, no trem das cinco, deixando o arraial em esfuziante clima de festa. A terceira batalha fora vencida.

À noite, na casa do cel. Francisco Machado, os membros da Comissão se confraternizaram e planejaram ações para atender as exigências legais de instalação do município, no ano seguinte, que incluíam as primeiras eleições em março, reuniões preparatórias em maio, instalação da Câmara em 1 o de junho e a mudança do nome para Divinópolis, em setembro.

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Senhoras e senhores, esta é a síntese da memória que se guarda e se registra, sem ornamentos, das três últimas batalhas vencidas pelos espírito-santenses da Itapecerica, em suas trajetórias pelo desenvolvimento e emancipação da vila.

Desses momentos emergem valores que enriquecem e fortalecem a dignidade da cidadania divinopolitana, os princípios morais e éticos dos homens públicos e elementos fundamentais da cultura:

[

...

]

o

inteira,

amor nietzscheano

pela

vida,

o

hábito da

da

luta

consigo

mesmo,

luta

constante,

luta

sem

tréguas e sem quartel, lutas que constituem uma razão de

ser da vida que é sempre bela (X Gontijo, 1962).

Concluindo, senhoras e senhores; não há dúvida de que os coronéis João Epifânio e Francisco Machado foram decisivos nas alterações dos traçados das duas estradas de ferro, que tantos

significados e benefícios trouxeram a Divinópolis e a seu povo, ao amanhecer da modernidade brasileira. Também não há dúvida de que Padre Matias e o comerciante Antônio Olympio foram decisivos no processo de criação e estréia de Divinópolis como município.

Entretanto, em se falando do centenário municipal, precisamos reposicionar o foco das atenções em Pedro X Gontijo, e fazer justiça ao idealizador e principal protagonista da emancipação da vila do Espírito Santo, da formação da cidade sobre o terreno doado por Manoel Fernandes Teixeira, em 1770, nos primórdios do arraial, e da consolidação do município.

Também é preciso fazer justiça ao cidadão do universo, Francisco Ribeiro de Carvalho (de Lavras), sem o qual o trabalho da Comissão Municipal não teria prosperado. Ele foi a alma, o calor, o entusiasmo e a viabilidade do movimento de emancipação e

organização municipal, segundo o próprio Pedro X testemunhas.

e outras

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Por fim, deixarei aqui dois grandes pedidos:

- primeiro, que não se esqueçam, então, de Lavras, como cidade- amiga, no ano do centenário, para que Francisco Ribeiro de Carvalho possa ser dignamente lembrado, agradecido e homenageado (como nunca o fora); é o mínimo; e para que sua presença impecável neste caminho de pedras escorregadias também fique registrada na memória do seu povo;

- segundo, que esta Casa, em parceria público-privada, promova a ereção de um monumento de granito negro para Pedro X Gontijo

(com uma estátua ou busto de bronze), em local público privilegiado, para lembrar aos divinopolitanos e visitantes os grandes feitos deste homem, que sacrificou sua vida familiar e a própria imagem social pelo idealismo heróico e sem limites de lutar pelo bem de Divinópolis e dos divinopolitanos herói não reconhecido, nem devidamente agradecido e nem homenageado por suas idéias e pela nobreza dos seus ideais, que ultrapassam os seus detratores e excedem a sua própria existência.

Sua família, seus amigos e seus admiradores merecem essa honra póstuma. Não haveria Divinópolis sem X Gontijo e Chico Ribeiro. Nenhuma festa de centenário teria brilho sem eles.

(com uma estátua ou busto de bronze), em local público privilegiado, para lembrar aos divinopolitanos e

Flávio Flora flavioflora@yahoo.com.br (37) 3222-1034 Divinópolis, 30/08/2011 100 anos depois.

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