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LOGÍSTICA x CADEIA DE SUPRIMENTOS A logística compreende a orientação e a estrutura de planejamento que
LOGÍSTICA x CADEIA DE SUPRIMENTOS
A logística compreende a orientação e a estrutura de
planejamento que têm por objetivo a elaboração de um
plano integrado para o fluxo de produtos e informações ao
longo de uma série de estágios de um negócio.
Esses estágios de um negócio constituem a cadeia de
suprimentos.
Podemos conceituar a cadeia de suprimentos como uma
rede de entidades ou organizações que atuam em
conjunto, de forma cooperativa, com vistas a administrar o
fluxo de materiais e informações, desde os fornecedores
até os clientes finais.
A evolução do paradigma da gestão logística, nos dias atuais, corresponde a uma ampliação do escopo
A evolução do paradigma da gestão logística, nos dias
atuais, corresponde a uma ampliação do escopo de
atuação, que não mais estaria situado no âmbito de uma
empresa apenas, mas sim no contexto de outras
organizações existentes no CANAL LOGÍSTICO.
CANAL LOGÍSTICO - Trata-se do meio pelo qual o fluxo
de materiais, pessoas e informações transita, desde a
origem até o destino, de tal maneira que seja atendida à
necessidade de um usuário final.
CADEIA DE SUPRIMENTOS - engloba todos os estágios
envolvidos, direta ou indiretamente, no atendimento de
um pedido.
MACRO FLUXO DA LOGÍSTICA
MACRO FLUXO DA LOGÍSTICA
CADEIA DE SUPRIMENTOS Para Christopher (2007, p. 5), a melhor definição para uma cadeia de suprimentos
CADEIA DE SUPRIMENTOS
Para Christopher (2007, p. 5), a melhor definição para
uma cadeia de suprimentos é:
Uma rede de organizações conectadas e
interdependentes, trabalhando conjuntamente, em
regime de cooperação mútua, para controlar, gerenciar
e aperfeiçoar o fluxo de matérias-primas e informações
dos fornecedores para os clientes finais.
CADEIA DE SUPRIMENTOS De acordo com Ballou (2006, p. 29), o gerenciamento da cadeia de suprimentos
CADEIA DE SUPRIMENTOS
De acordo com Ballou (2006, p. 29), o gerenciamento da
cadeia de suprimentos pode ser conceituado da seguinte
forma:
Gerenciamento da cadeia de suprimentos (GCS, ou SCM,
do inglês supply chain management) é um termo surgido
mais recentemente que capta a essência da logística
integrada e inclusive a ultrapassa. O gerenciamento da
cadeia de suprimentos destaca as interações logísticas
que ocorrem entre as funções de marketing, logística e
produção no âmbito de uma empresa, e dessas mesmas
interações entre as empresas legalmente separadas no
âmbito do canal do fluxo de produtos.
CANAIS FÍSICOS IMEDIATOS DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO. A importância do canal logístico é ressaltada na medida
CANAIS FÍSICOS IMEDIATOS DE
SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO.
A importância do canal logístico é ressaltada na medida
em que uma empresa não consegue controlar
totalmente o fluxo de produtos, desde a fonte de
matérias-primas até o cliente final. A capacidade de
gerenciamento de uma organização começa a se
reduzir à medida que o fluxo se afasta a MONTANTE e
a JUSANTE - canais físicos imediatos de suprimento e
distribuição.
CANAIS FÍSICOS IMEDIATOS DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO. O canal físico de suprimento se refere a distânciaeo
CANAIS FÍSICOS IMEDIATOS DE
SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO.
O canal físico de suprimento se refere a distânciaeo
tempo compreendidos entre a saída de um suprimento
qualquer do estabelecimento do fornecedor até sua
chegada nas instalações da fábrica que vai processá-lo.
Por sua vez, o canal físico de distribuição diz respeito a
essa lacuna entre os pontos de processamento de
matérias-primas na empresa até os seus clientes finais
das mercadorias produzidas.
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS O gerenciamento da cadeia de suprimentos está apoiado na própria estrutura
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
O gerenciamento da cadeia de suprimentos está apoiado
na própria estrutura do canal. Assim, é a partir dessa
estrutura do canal que o gestor de uma cadeia de
suprimentos procura criar vínculos e coordenação entre os
processos de todas as organizações que integram o canal.
EXEMPLO: A gestão da cadeia de suprimentos pode servir para
reduzir ou eliminar os chamados ESTOQUES DE SEGURANÇA, por
meio do compartilhamento de informações sobre a demanda
atual e sobre os níveis de estoque. Todo tipo de estoque
corresponde a uma imobilização de capital, e isso reduz a
lucratividade de uma empresa.
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS A gestão da cadeia de suprimentos, atualmente, constitui um dos mais
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
A gestão da cadeia de suprimentos, atualmente,
constitui um dos mais importantes fatores de estratégia
competitiva, pois sua correta operacionalização
promove uma redução de custos para todas as partes
envolvidas e, consequentemente, aumenta a
lucratividade das empresas integrantes da cadeia.
O principal objetivo do gerenciamento de uma cadeia
de suprimentos consiste na administração das relações
entre os seus membros integrantes, de forma que seja
obtido um aumento da lucratividade para todos os seus
membros.
EVOLUÇÃO
EVOLUÇÃO
FASE 0 Representava uma aglomeração de atividades que eram importantes para viabilizar as compensações de custos
FASE 0
Representava uma aglomeração de atividades que eram
importantes para viabilizar as compensações de custos
relativos à gerência logística As atividades de transporte
.
eram administradas juntamente com as atividades de
estocagem e de processamento de pedidos, com vistas à
redução de custos. Da mesma forma, as compras, o
transporte de entrada e o armazenamento de matéria-
prima eram coordenados pela mesma área gerencial. Nessa
fase, embora já fosse plenamente admitida a necessidade
de uma estrutura organizacional que contemplasse a
coordenação das atividades logísticas, ainda era
insuficiente o desenho organizacional empregado.
FASE I Nessa fase surgiram as estruturas formais, com a delegação de poder para um executivo,
FASE I
Nessa fase surgiram as estruturas formais, com a
delegação de poder para um executivo, responsável por
todas as atividades logísticas relevantes, que consistiam
basicamente no suprimento físico e na distribuição física,
embora essas etapas fossem gerenciadas em separado. Tal
procedimento ampliou o controle sobre a coordenação das
atividades logísticas. Por volta de 1985, apenas 38% das
empresas estavam nesse estágio de evolução, enquanto
42% ainda se encontravam no estágio anterior e 20% já
haviam passado para o terceiro estágio.
FASE II Na fase II, a estrutura da organização logística referia-se à integração plena das atividades
FASE II
Na fase II, a estrutura da organização logística referia-se
à integração plena das atividades logísticas, abrangendo
tanto o abastecimento quanto a distribuição. Esse novo
escopo, estruturado para promover a coordenação das
etapas da cadeia de suprimentos dentro da organização,
adquiriu a preferência tanto dos especialistas quanto das
empresas.
FASE III No início da primeira década do século XXI, vivencia-se a fase III, que é
FASE III
No início da primeira década do século XXI, vivencia-se a
fase III, que é caracterizada pela gestão da cadeia de
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completa das atividades logísticas da fase II, com as
atividades
logísticas
internas
aos
processos
de
transformação de matérias-primas
em
produtos
(produção).
Dessa forma, as empresas que se encontram na fase III
compreendem a logística como sendo um complexo que
abrange desde as atividades de busca das matérias-
primas nas suas fontes, passando pela produção e indo
até o consumidor final.
FASE IV A fase IV consiste no gerenciamento da cadeia de suprimentos entre as empresas que
FASE IV
A fase IV consiste no gerenciamento da cadeia de
suprimentos entre as empresas que a compõem. A
visibilidade ao longo do canal e a Tecnologia da
Informação e Comunicação são fatores essenciais para o
sucesso desse desenho multiorganizacional.
Para o desafio que se apresenta ao gestor logístico, é
necessária uma busca constante de aperfeiçoamento e
melhoria das atividades logísticas e de gestão de cadeia
de suprimentos.
ESFORÇO PARA A MELHORIA DA CADEIA DE SUPRIMENTOS O es orço na me or a da
ESFORÇO PARA A MELHORIA DA
CADEIA DE SUPRIMENTOS
O es orço na me or a da cade a de supr mentos é
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explicado por Slack (2007, p. 440). Segundo Slack, os
esforços para coordenar a atividade da cadeia de
suprimentos podem ser descritos em três categorias:
• informações compartilhadas;
• alinhamento de canal;
• eficiência operacional.
INFORMAÇÕES COMPARTILHADAS As informações compartilhadas compreendem a transmissão de informações através da cadeia de modo que
INFORMAÇÕES COMPARTILHADAS
As informações compartilhadas compreendem a
transmissão de informações através da cadeia de modo
que todas as operações possam monitorar a demanda
verdadeira, tornando-a livre de distorções que afetem
os outputs (saídas).
ALINHAMENTO DE CANAL O alinhamento de canal significa as ações de ajuste da programação, as movimentações
ALINHAMENTO DE CANAL
O alinhamento de canal significa as ações de ajuste da
programação, as movimentações de materiais, os níveis de
estoque, o preço e outras estratégias de vendas, de modo
a alinhar todas as operações da cadeia.
ALINHAMENTO DE CANAL (exemplo) No exemplo dado por Slack, uma importante fonte de desalinhamento entre práticas
ALINHAMENTO DE CANAL
(exemplo)
No exemplo dado por Slack, uma importante fonte de
desalinhamento entre práticas de operações ocorre entre
empresas distintas, acerca do pedido, quando há um
desencontro entre as características de volume/variedade
do fornecedor e as características do consumidor, que afeta
a questão da carga dos caminhões. Um supermercado
individual ou um armazém pode não precisar de uma carga
completa de caminhão em todos os períodos de vendas.
Mesmo assim, seus fornecedores desejam entregar seus
produtos somente em cargas completas de caminhão.
Alguns acordos entre consumidor e fornecedor atualmente
tentam assegurar que todo o caminhão contenha um mix
de produtos do fornecedor em vez de um caminhão lotado
com um mesmo produto.
EFICIÊNCIA OPERACIONAL A eficiência operacional diz respeito aos esforços que cada operação na cadeia pode fazer
EFICIÊNCIA OPERACIONAL
A eficiência operacional diz respeito aos esforços que
cada operação na cadeia pode fazer para reduzir sua
própria complexidade, reduzindo os custos de fazer
negócios com outras operações na cadeia e aumentando
o tempo de atravessamento. O efeito cumulativo dessas
atividades individuais consiste em simplificar a travessia
de toda a cadeia.