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SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Alvenaria Estrutural I. Introdução – Conceitos

Alvenaria Estrutural

I. Introdução – Conceitos Básicos

Tensões de Compressão

A

alvenaria

predominantes.

é

um

sistema

estrutural

Situação Atual no Brasil

adequado

quando

esforços

de

compressão

são

Alvenaria não-armada (diferente dos EUA, onde predomina alvenaria armada);

Edificações industriais, residenciais e comerciais (predominam as residenciais)

Blocos: concreto, cerâmico ou sílico-calcário (mais caro)

o

Blocos de Concreto:

 

Até 15 pavimentos

Blocos Cerâmicos

Paredes de 15cm de espessura

Resistência dos blocos estimada: 1 MPa/pavimento

 

o

 

Até 8 pavimentos

Paredes de 15cm de espessura

Resistência dos blocos estimada: 1,5 MPa/pavimento

 

Aspectos técnicos e econômicos

Principais parâmetros para adoção do sistema:

Altura da edificação é limitada pela resistência do bloco. Um edifício de até 12 pavimentos é

econômico, o de 15 já chega a empatar com o sistema convencional de concreto armado. Grauteamento exige mão de obra complicada, dá trabalho e é caro. Conforme cresce a altura, crescem as tensões de tração, exigindo-se grauteamento para a armação.

Arranjo arquitetônico: densidade de paredes, vãos interligados, tipos de laje adotados. Ex.:

apartamentos de vãos livres muito grandes geram tensões de compressão elevadas.

Tipos de Uso: residencial, comercial (este geralmente exige paredes mais espessas, liberdade

de mudanças internas (drywalls)) Vantagens X Desvantagens

de mudanças internas (drywalls)) Vantagens X Desvantagens Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 1
de mudanças internas (drywalls)) Vantagens X Desvantagens Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 1

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Componentes da Alvenaria Estrutural Unidades (blocos,

Componentes da Alvenaria Estrutural

Unidades (blocos, tijolos)

Função: vedação e/ou estrutural Tipos: concreto, cerâmico e sílico-calcáreo (concreto é o mais usado) Estrutura: Maciços (tijolos, brick) ou vazados (blocos, block) sendo que estes têm no mínimo 25% de vazios ou mais. A maioria dos blocos são vazados com porcentagem de vazios de

50%.

Argamassa:

Função: solidarizar os blocos (função das juntas verticais – head joint. É uma característica menos importante para resistir à compressão); transmitir e uniformizar tensões (função das juntas horizontais – bed joint). É mais correto dizer Juntas de Argamassa. Composição: cimento + cal + areia + água.

A cal é incorporador de ar que pode ser substituído por aditivos plastificantes. Importante quanto à plasticidade.

aditivos plastificantes. Importante quanto à plasticidade. concentração de tensões Propriedades: (1) resistência à

concentração de tensões

Propriedades:

(1) resistência à compressão (2) aderência (3) trabalhabilidade e plasticidade (papel

da cal)

(2) e (3) têm o papel de uniformizar as tensões.

(papel da cal) (2) e (3) têm o papel de uniformizar as tensões. Alvenaria Estrutural –
(papel da cal) (2) e (3) têm o papel de uniformizar as tensões. Alvenaria Estrutural –

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Graute: É o concreto com agregados de pequenas

Graute:

É o concreto com agregados de pequenas dimensões e relativamente fluido. Eventualmente necessário para o preenchimento dos vazios dos blocos.

Propriedade: sua resistência deve ser maior ou igual a duas vezes a do bloco (isso deve-se à porcentagem de vazios do bloco. A resistência é dada em função da área bruta)

Função: aumentar a resistência à compressão da alvenaria; solidarizar as armaduras.

Armadura:

São barras de aço colocadas em furos e canaletas grauteados ou na argamassa. As armaduras são para tração e ductilidade.

Têm uma pequena contribuição na compressão

Deve estar envolvida por graute ou argamassa

Tensão admissível baixa ( 165MPa ) 40% de fyd.

ϕmáx = 3,8mm (mas geralmente usa-se até 4,2mm)

II. Definições da NBR 10.837 e NBR 8.798

NBR 10.837: Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (ABNT)

NBR 8.798: Execução e controle de obras de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto (ABNT)

Existem definições conflitantes entre as duas normas.

Os componentes são: blocos, argamassa, graute, armadura.

Bloco:

Bloco canaleta: seção U. Utilizado em elementos como cintas; vergas e contravergas. Acrescenta armadura construtiva ou de flexão.

e contravergas. Acrescenta armadura construtiva ou de flexão. Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 3
e contravergas. Acrescenta armadura construtiva ou de flexão. Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 3

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Bloco compensador o Bloco Jota 20 20 +

Bloco compensador

o Bloco Jota

20 20 + laje
20
20 + laje

Jotão: perna menor = padrão; perna maior: padrão + laje. Jotinha: perna menor = padrão + laje; perna maior:

padrão. É mais prático. O bloco se torna compensador. Pode-se usar fôrmas.

Obs.: quando se usa bloco compensador, utilizar o bloco jota se faz razoável. Se não, não

utilize.

graute
graute

forma

Cuidados devem ser tomados para evitar vazamento no contato fôrma-bloco.

Blocos Especiais: necessários para cantos e bordas quando a largura do bloco é diferente do módulo. São geralmente de 35cm (devido à soma do módulo de 15 e de 20)

Elementos:

É a reunião de um ou mais componentes. Na verdade precisa de, no mínimo dois em uma estrutura suficientemente elaborada. Exemplo: pilar, verga (viga), paredes.

Estruturas em Alvenaria não-armada: as armaduras não têm finalidade estrutural direta. É a mais comum no Brasil.

Estruturas em Alvenaria Parcialmente Armadas: alguns elementos têm armaduras com função estrutural direta (são calculadas).

Estruturas Armadas: (obrigatórias nos EUA)

(são calculadas). Estruturas Armadas: (obrigatórias nos EUA) Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 4
(são calculadas). Estruturas Armadas: (obrigatórias nos EUA) Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página 4

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Parede: L > 5e, (onde L = comprimento,

Parede: L > 5e, (onde L = comprimento, e = espessura) apoiada em toda sua base

o

Parede não estrutural: suporta apenas seu peso próprio. Tem função apenas de vedação.

o

Parede estrutural: suporta peso próprio + cargas

o

Parede de contraventamento: parede estrutural admitida como suporte para forças horizontais.

Pilar: tem caráter linear (duas dimensões são pequenas em relação a uma terceira)

Verga: “viga” sobre as aberturas. Tem função de distribuir tensões para os cantos e precisa resistir à flexão.

Contra-verga: “viga” sob as aberturas. Tem a finalidade de absorver tensões de tração concentradas nos cantos e função apenas construtiva. Dimensiona-se apenas as vergas.

Coxim: distribui as cargas concentradas. Não é contínuo.

Cinta: distribui as cargas, é contínua por toda extensão da parede.

o

Cinta de respaldo: fica sob a laje. Tem a função de uniformizar as tensões, travar e amarrar

o

Cinta à ½ altura: tem função de travar e amarrar. São geralmente usadas em paredes externas de preferência na altura das contravergas.

Enrijecedores: perpendiculares ao plano da parede dependendo de algumas características aumenta-se a espessura aparente das paredes.

Le tpa tef
Le
tpa
tef

t pa = espessura da parede t ef = espessura efetiva L e = distância entre os enrijecedores

= espessura efetiva L e = distância entre os enrijecedores Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página
= espessura efetiva L e = distância entre os enrijecedores Alvenaria Estrutural – Conceitos Básicos Página

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Parâmetros para o dimensionamento I. Definição de

Parâmetros para o dimensionamento

I. Definição de segurança

Segurança é a capacidade de suportar as ações previstas de forma a garantir a funcionalidade.

II. Procedimentos de verificação:

Tensões Admissíveis: simplicidade

Estados Limites: mais recente, moderno e complexo.

Tensões admissíveis:

S

R

γ

i

Onde:

S

= máxima tensão atuante

R

= tensão de ruptura ou escoamento do material (aço???)

γ i = coeficiente de segurança interno

Na NBR 10.837 γ i = 5 (alvenaria)

Críticas mais freqüentes:

- Falta de coeficiente externo

- Apenas serviço X ruptura

- Adequado para comportamento linear (não interfere muito)

Estados limites:

E.L.U.: Estado Limite Último (esgotamento da capacidade resistente)

E.L.S.: Estado Limite de Serviço (exigências funcionais ou de durabilidade)

R

R

d

d

S

d

S

d

=

0

R d = R k /γ m

R k = resistência característica (obtida – depende do material estatisticamente)

R d = resistência de cálculo (reduzida)

γ m = coeficiente de ponderação (concreto = 1,4; aço = 1,15)

γ m = coeficiente de ponderação (concreto = 1,4; aço = 1,15) Parâmetros para o dimensionamento
γ m = coeficiente de ponderação (concreto = 1,4; aço = 1,15) Parâmetros para o dimensionamento

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural S d = S( γ f * F

S d = S(γ f * F k ) solicitação de cálculo. Depende da estrutura.

γ f = coeficiente de segurança ligado à força (ação). Concreto = 1,4 (mas é diferente de γ m . eles não se relacionam)

R k , F k : valores característicos de resistência e ação.

Coeficiente de segurança parcial segundo a BS 5628

Categoria do controle na construção

especial

normal

Valores de γ m

categoria do controle na produção dos blocos

especial

2,5

3,1

normal

2,8

3,5

Parâmetos elásticos para alvenaria (incluído por minha conta!)

Módulo de deformação da alvenaria

 

módulo de

 

valor máximo

Bloco

deformação

Ealv (MPa)

(MPa)

 

longitudinal

800.f p

16.000

concreto

transversal

400.f p

6.000

 

longitudinal

600.f p

12.000

cerâmico

transversal

300.f p

4.500

Grandes diferenças entre tensões admissíveis e estados limites:

R d e S d : são multiplicados por coeficientes de segurança.

Valores característicos escolhidos para que 95% das resistências sejam maiores que R k e 95% das ações sejam menores que F k .

que R k e 95% das ações sejam menores que F k . R k =

R k = 95% dos valores são maiores do que ele

F k = 95% dos valores são menores do que ele

NBR 10.837; ACI 530 usam conceitos de tensões admissíveis

BS 5628 usa conceitos de estados limites

de tensões admissíveis BS 5628 usa conceitos de estados limites Parâmetros para o dimensionamento Página 7
de tensões admissíveis BS 5628 usa conceitos de estados limites Parâmetros para o dimensionamento Página 7

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural III. Resistência à compressão da Alvenaria É o

III. Resistência à compressão da Alvenaria

É o parâmetro mais importante!!!

Influência dos Componentes na Compressão:

Unidade (bloco ou tijolo) é o componente que mais influencia a resistência:

o

Quanto maior a resistência da unidade, maior a resistência da alvenaria.

o

A resistência da alvenaria é sempre menor do que a resistência da unidade.

o

Resistência básica da alvenaria é igual à resistência da parede.

o

Parâmetro mais importante: eficiência parede/bloco (η)

Eficiência da relação da resistência do bloco em relação parede/bloco:

η

η =

f par

f par

f

b

concreto

>η

cerâmico

Argamassa:

η = eficiência

f par = resistência da parede (alvenaria) f b = resistência do bloco

o

Função Principal: solidarizar os blocos, transmitir e uniformizar as tensões.

o

Características importantes: resistência à compressão (R c ); aderência; trabalhabilidade; plasticidade.

o

Detalhes importantes:

Espessura: 1cm (NBR 10837)

Resistência à compressão entre 70 a 100% de f b (bloco área bruta) e 35 a 50% da resistência do material do bloco.

Se aumentar a resistência da argamassa perde-se plasticidade, trabalhabilidade e até mesmo aderência, por isso 35% a 50% da resistência do material do bloco. Quando as resistências são semelhantes, ganha-se em funcionalidade. Argamassas muito resistentes, que vão expandir, romperão os blocos, por isso são inadequadas.

Devido ao efeito de confinamento a resistência da argamassa aumenta.

Devido ao efeito de confinamento a resistência da argamassa aumenta. Parâmetros para o dimensionamento Página 8
Devido ao efeito de confinamento a resistência da argamassa aumenta. Parâmetros para o dimensionamento Página 8

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Graute:     o Definição: concreto com

Graute:

 
 

o

Definição: concreto com agregado de pequena dimensão e relativamente fluido

utilizado para preencher vazios de blocos e blocos canaleta com a função de aumentar a resistência à compressão e solidarizar armaduras.

o

Blocos de concreto:

 

Regra simples: fazer o mesmo material do bloco

Resistência no mínimo igual à do material do bloco

NBR 10.837: f g 2.f b , ou seja, a resistência mínimo é igual ao material do bloco.

 

f b = resistência do bloco na área bruta

f g = resistência do bloco na área líquida

o

Blocos cerâmicos:

 

Comportamento mais complexo: materiais distintos

Ensaios preliminares (10MPa) indicam mesma regra para a resistência.

Armaduras

 

o

Definição: barras de aço colocadas em furos de blocos ou blocos canaleta grauteados ou diretamente nas juntas de argamassas.

o

Detalhes importantes:

Reduzida contribuição na compressão

Utilização pouco adequada para aumentar a resistência

Bastante adequada para aumentar:

- Ductilidade (armadura construtiva – calculável);

- Limite de esbeltez (normalizado);

- Módulo de deformação (difícil calcular, geralmente baseado no “sentimento”)

deformação (difícil calcular, geralmente baseado no “sentimento”) Parâmetros para o dimensionamento Página 9
deformação (difícil calcular, geralmente baseado no “sentimento”) Parâmetros para o dimensionamento Página 9

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural IV. Avaliação da Resistência à Compressão das

IV. Avaliação da Resistência à Compressão das Paredes

Estimativa através de prismas (o menor elemento da alvenaria estrutural) Procedimento prático, econômico e seguro. Devem ser mantidos os materiais e mão-de-obra que serão utilizados na obra Adotado pela NBR 10.837 e permitido pelo ACI-530

Carga
Carga

bloco

argamassa

bloco

Obs.: armar prismas não, grautear sim.

A partir da resistência do prisma, estima-se a resistência da parede.

Observações importantes:

o

Relação entre as resistências da parede e do prisma é quase constante para todos os casos e igual a 0,7; ou seja:

f par

f

p

= 0,7

o

Ensaios em prismas: NBR 8215 – Prismas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – preparo e ensaio à compressão.

As tensões admissíveis para a alvenaria não-armada e alvenaria armada devem ser baseadas na resistência dos prismas (f p ) aos 28 dias ou na idade na qual a estrutura está submetida ao carregamento total nas plantas submetidas à aprovação ou usadas na obra, deve constar claramente a resistencia (f???) na idade na qual a estrutura foi projetada” (NBR 8215)

o O projetista especifica o f p (resistência do prisma) e o fornecedor deve fabricar os blocos.

f p (resistência do prisma) e o fornecedor deve fabricar os blocos. Parâmetros para o dimensionamento
f p (resistência do prisma) e o fornecedor deve fabricar os blocos. Parâmetros para o dimensionamento

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TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural V. Eficiência prisma/bloco η = f p /f

V. Eficiência prisma/bloco

η = f p /f b

η : eficiência ; f p = resistência do prisma; f b = resistência do bloco (área bruta)

Serve para estimar a resistência do bloco a qual vai gerar a do prisma. Com a resistência do prisma estima-se a da parede.

Valores usuais de eficiência prisma/bloco

Bloco

valor mínimo

valor máximo

concreto

0,50

0,90

cerâmico

0,30

0,70

η é sempre menor do que 1,0.

VI. Estimativa através dos componentes

Principal procedimento adotado pelas BS 5628;

Também utilizado pelo ACI 530.1 – Specifications for Masonry Structures;

Difícil ser usado no Brasil devido à falta de padrões;

Quanto maior a resistência do bloco, a resistência da alvenaria estrutural varia de acordo com a resistência da argamassa.

Tabela 1 – Resistência da alvenaria – Blocos vazados com altura/largura entre 2,0 e 4,0 (BS 5628?)**

Tipo de argamassa

 

Resistência à compressão dos blocos (N/mm²)

 

2,8

3,5

5,0

7,0

10

15

20

35

(i)

2,8

3,5

5,0

5,7

6,1

6,8

7,5

11,4

(ii)

2,8

3,5

5,0

5,5

5,7

6,1

6,5

9,4

(iii)

2,8

3,5

5,0

5,4

5,5

5,7

5,9

8,5

(iv)

2,8

3,5

4,4

4,8

4,9

5,1

5,3

7,3

Tabela 2 – Resistência da alvenaria baseada na resistencia das unidades e da argamassa (ACI-530.1)**

Resistência à compressão na área líquida das unidades de concreto (psi)*

Resistência à compressão da alvenaria na área líquida (psi)*

argamassa do tipo M ou S

argamassa tipo N

1250

1300

1000

1900

2150

1500

2800

3050

2000

3750

4050

2500

4800

5250

3000

* 145,45psi = 1 MPa ; ** tabelas retiradas do livro “Projeto de Edifícios de Alv. estrutural” – pág 80.

do livro “Projeto de Edifícios de Alv. estrutural” – pág 80. Parâmetros para o dimensionamento Página
do livro “Projeto de Edifícios de Alv. estrutural” – pág 80. Parâmetros para o dimensionamento Página

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Características Geométricas para Elementos de

Características Geométricas para Elementos de Alvenaria

I. Definição de parede e pilar

e c
e
c

parede: c > 5e

c = comprimento, e = espessura

II. Espessura efetiva (t ef )

e c
e
c

Pilar: c 5e

Definição: é igual à espessura real da parede, sem a consideração dos revestimentos. t ef = t par

real, não pode ser a nominal.

t ef

14 cm

15 cm

20cm

= ⎪ ⎪


(NBR 10.837)

(ACI 530 para 1 pavimento)

(ACI 530 para mais de1 pavimento)

(No ACI o dimensionamento é empírico)

Utilizar limites com bom senso!

Aumento da espessura efetiva pela presença de enrijecedores:

t

ef

= δ t

par

Tabela 3 – coeficiente δ*

L

e /t e

t e /t pa = 1

t e /t pa = 2

t e /t pa = 3

 

6

1,0

1,4

2,0

 

8

1,0

1,3

1,7

 

10

1,0

1,2

1,4

 

15

1,0

1,1

1,2

20

1,0

1,0

1,0

*Obs.: é possível a interpolação de valores

1,0 1,0 *Obs.: é possível a interpolação de valores Características Geométricas para Elementos de Alvenaria
1,0 1,0 *Obs.: é possível a interpolação de valores Características Geométricas para Elementos de Alvenaria

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Le te tpa Parâmetros para cálculo da espessura
Le te tpa
Le
te
tpa

Parâmetros para cálculo da espessura efetiva de paredes

III. Altura efetiva (h ef )

NBR 10.837; ACI 530; DIN 1053: laje laje hef = h
NBR 10.837; ACI 530; DIN 1053:
laje
laje
hef = h

h ef = h: travamento na base e no topo

hef = 2h
hef = 2h

h ef = 2h: parede livre no topo

O ACI 530 acrescenta que, nos casos em que se puder calcular os pontos de inflexão da elástica da posição deformada, a altura efetiva deve ser a distância entre esses pontos.

BS 5628

h ef = 0,75h : travamento “reforçado” na base e no topo

(exemplo: laje de concreto moldado no local)

h ef = h : travamento “simples” na base e no topo

(exemplo: estruturas de madeira, não usual no Brasil)

topo (exemplo: estruturas de madeira, não usual no Brasil) Características Geométricas para Elementos de Alvenaria
topo (exemplo: estruturas de madeira, não usual no Brasil) Características Geométricas para Elementos de Alvenaria

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural IV. Esbeltez ( λ ) λ = h

IV. Esbeltez (λ )

λ =

h

ef

t

ef

h ef = altura efetiva

t ef = espessura efetiva

Valores máximos para esbeltez segundo a NBR 10.837:

tipo de alvenaria

elemento

esbeltez

 

paredes

20

não-armada

pilares

20

pilares isolados

15

armada

paredes e pilares

30

não estrutural

paredes

36

BS 5628 λ máx = 27 (exceto t < 90mm e mais de 2 andares, onde λ máx = 20)

< 90mm e mais de 2 andares, onde λ m á x = 20) Características Geométricas
< 90mm e mais de 2 andares, onde λ m á x = 20) Características Geométricas

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Parâmetros de resistência para a alvenaria I. NBR

Parâmetros de resistência para a alvenaria

I. NBR 10.837:

Tensões admissíveis

Tensões referidas à área bruta Tensões Admissíveis para alvenaria não-armada segundo a NBR 10.837

 

Tipos de Solicitação

Tensão Admissível (MPa)

 
 

12,0 f a 17,0

5,0 f a 12,0

     

0,20f p R

ou

0,20f p R

ou

compressão simples

parede

0,288f par R

0,286f par R

Tensões Nominais

pilar

0,18f p R

0,30f p R

compressão na flexão

0,30f p

0,30f p

 

normal à fiada

0,15 (bloco vazado)

0,10 (bloco vazado)

tração na flexão

0,25 (bloco maciço)

0,15 (bloco maciço)

 

paralela à fiada

0,30 (bloco vazado)

0,20 (bloco vazado)

0,55 (bloco maciço)

0,40 (bloco maciço)

 

Cisalhamento

0,25

0,15

Tensoes admissíveis para alvenaria armada segundo a NBR 10.837

 

tensão admissível

valor máximo

 

tipos de solicitação

 

(MPa)

(MPa)

 

nominais

 

compressão

 

parede

0,225f p R

0,33f p 6,2

tensões

 

simples

 

pilar

 

(0,20f p +0,30ρf a,c )R

 

compressão na flexão

 

0,33f p

6,20

   

tração na flexão

   

-

-

 

peças fletidas

sem armadura

 

vigas

 

0,09

f p
f
p

0,35

 

Se

M

1

0,07

f p
f
p

0,25

pilares

paredes

V

×

d

 

cisalhamento

 

Se

M

< 1

0,17

f p
f
p

0,35

   

V

×

d

peças fletidas sem armadura para todas as tensões de cisalhamento

 

Vigas

 

0,25

f p
f
p

1,00

   

se

M

1

0,12

f p
f
p

0,50

pilares

parede

V

×

d

 

M

< 1

0,17

f p
f
p

0,80

 

V

×

d

tensões

 

contato

 

em toda a espessura da parede

 

0,250f p

de

 

em 1/3 da espessura (mínimo)

 

0,375f p

 

entre os limites acima

 

interpolar os valores anteriores

 

Aderência

   

1,0

os valores anteriores   Aderência     1,0 Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página 15
os valores anteriores   Aderência     1,0 Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página 15

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Nas tabelas anteriores, considera-se: f a ,f p

Nas tabelas anteriores, considera-se:

f a ,f p e f par : resistência da argamassa, prisma e parede, respectivamente

M e V: momento fletor e força cortante em paredes de contraventamento

d: distância entre a face comprimida e a armadura (altura útil da seção)

R

= 1

− ⎜

h

40t

3

: fator de redução da resistência associado à esbeltez (h ef /t ef )

Parâmetros de Resistência para as Armaduras

Solicitacao

Armadura

Tensao Admissivel (MPa)

 

barras com mossas, f yd 412MPa e ϕ ≤ 32mm

165

Tracao

barras colocadas na argamassa de assentamento

0,50f yd 206

outras armaduras

137

Compressao

armaduras de pilares

0,40f yd 165

armaduras em paredes

62

Pela observação dos valores apresentados na tabela acima é possível perceber por que a contribuição do aço na compressão é tão pequena. Ocorre que os valores das tensoes admissíveis são realmente muito baixos, pelo menos quando comparadaos aos que são utilizados no concreto armado, por exemplo.

II. ACI 530

Tensões admissíveis Tensões referidas à área líquida 3 3 ⎛ h ⎞ ⎛ λ ⎞
Tensões admissíveis
Tensões referidas à área líquida
3
3
h
λ
R
= 1
− ⎜
=
1
− ⎜
, onde λ = h
40t
40

t .

Para λ = 20 R = 0,875

A diferença conceitual mais significativa entre a NBR e o ACI é o fato do ACI 530 considerar as tensoes, tanto as atuantes quanto as resistentes em relação à área líquida, enquanto a NBR 10.837 as considera em relação à área bruta.

Uma comparação mais interessante é obtida com a consideração da BS-5628. A norma inglesa, por ser baseada no método dos estados limites, tem diferenças conceituais muito mais acentuadas.

lim ites, tem diferenças conceituais muito mais acentuadas. Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página 16
lim ites, tem diferenças conceituais muito mais acentuadas. Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página 16

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural O QUE É ISSO??? ESTAVA NO CADERNO DO
TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural O QUE É ISSO??? ESTAVA NO CADERNO DO

O QUE É ISSO??? ESTAVA NO CADERNO DO JOSE!

0,033

σ

f

p

a

0,20 f

p

0,875

0,19kN / cm²

=

1,9MPa

III. BS 5628

Como a BS 5628 baseia-se no método dos estados limites, seus valores de resistência de

cálculo são derivados de valores característicos. Estas resistências podem ser obtidas na propia

norma através de valores tabelados ou através de graficoss para a resistência a compressao da

alvenaria não-armada.

Resistência da alvenaria – Blocos vazados com altura/largura entre 2,0 e 4,0 (BS 5628?)**

Tipo de argamassa

 

Resistência à compressão dos blocos (N/mm²)

 

2,8

3,5

5,0

7,0

10

15

20

35

(i)

2,8

3,5

5,0

5,7

6,1

6,8

7,5

11,4

(ii)

2,8

3,5

5,0

5,5

5,7

6,1

6,5

9,4

(iii)

2,8

3,5

5,0

5,4

5,5

5,7

5,9

8,5

(iv)

2,8

3,5

4,4

4,8

4,9

5,1

5,3

7,3

Os valores característicos devem ser multiplicados e divididos por coeficientes adequados

para se obter os valores de calculo, ou valores de projeto.

Valores de cálculo para resistência à compressão de paredes:

f

d

=

β

f

k

Onde:

f d : resistência à compressão de cálculo

γ

m β: fator de redução devido à esbeltez e à excentricidade

γ m : coeficiente se segurança parcial do material

γ m : coeficiente se segurança parcial do material Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página
γ m : coeficiente se segurança parcial do material Parâmetros de Resistência para a Alvenaria Página

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Coeficiente β - BS 5628 esbeltez excentricidade das

Coeficiente β - BS 5628

esbeltez

excentricidade das cargas no topo da parede (e x )

λ=h ef /t ef

0,05t

0,10t

0,20t

0,30t

0

1,00

0,88

0,66

0,44

6

1,00

0,88

0,66

0,44

8

1,00

0,88

0,66

0,44

10

0,97

0,88

0,66

0,44

12

0,93

0,87

0,66

0,44

14

0,89

0,83

0,66

0,44

16

0,83

0,77

0,64

0,44

18

0,77

0,70

0,57

0,44

20

0,70

0,64

0,51

0,37

22

0,62

0,56

0,43

0,30

24

0,53

0,47

0,34

-

26

0,45

0,38

- -

 

27

0,40

0,33

- -

 

Valores de C1, C2 e C3 para calculo das excentricidades

C1 C2 t/3 t (C 2 − C )t /3 3 = e x C
C1
C2
t/3
t
(C 2
− C
)t /3
3
=
e x
C
+
C
+
C
1
2
3
C1 C2 C3 t/6 t/6 t C 2 (t / 6) = e x C
C1
C2
C3
t/6
t/6
t
C
2 (t / 6)
=
e x
C
+ C
1
2
2 3 C1 C2 C3 t/6 t/6 t C 2 (t / 6) = e x
2 3 C1 C2 C3 t/6 t/6 t C 2 (t / 6) = e x

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Dimensionamento à Compressão Simples N Geral: É o

Dimensionamento à Compressão Simples

N
N

Geral: É o mais importante para a alvenaria. Ocorre em paredes e pilares.

I. Dimensionamento segundo a NBR – 10.837

Roteiro:

Verificação da espessura efetiva (t ef 14cm)

Verificação da esbeltez (λ = h ef /t ef )

a. Parede não armada: λ ≤ 20

b. Pilar: λ ≤ 20

c. Pilar isolado: λ ≤ 15

d. Parede armada: λ ≤ 30

Pilar -- Planta -- Pilar Isolado
Pilar
-- Planta --
Pilar Isolado

-- Planta --

armada: λ ≤ 30 Pilar -- Planta -- Pilar Isolado -- Planta -- Dimensionamento à Compre
armada: λ ≤ 30 Pilar -- Planta -- Pilar Isolado -- Planta -- Dimensionamento à Compre

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Cálculo da Tensão Atuante (f = N/A b

Cálculo da Tensão Atuante (f = N/A b )

f=

N N Ab
N
N
Ab

A b = área bruta

Cálculo da Tensão Admissível [Tabela 2 (pág. 14) e Tabela 3 (pág. 15)]

a. Alvenaria não armada

Parede

f

f

'

'

=

=

0,20

0,286

123

irrelevante

f

p

R

f

par

R

Pilar

f

' = 0,18

f

p

R

f p = resistência do prisma

f par = resistência da parede (comparar com o caderno do José

b. Alvenaria armada

f

' = 0,225

f

p

R

ta diferente)

0,2% da área bruta (2/3 na vertical, 1/3 na horizontal)

Não compensa armar se for só para aumentar a resistência à compressão, a não ser se for para aumentar o módulo de elasticidade ou esbeltez.

Verificar ou determinar f p .

Unidades:

1 kN/cm² = 10MPa 1MPa = 0,1 kN/cm²

kN/m² = 0,001 MPa MPa = 1000 kN/m²

N/mm² = MPa

1MPa = 0,1 kN/cm² kN/m² = 0,001 MPa MPa = 1000 kN/m² N/mm² = MPa Dimensionamento
1MPa = 0,1 kN/cm² kN/m² = 0,001 MPa MPa = 1000 kN/m² N/mm² = MPa Dimensionamento

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Exemplo 1 Caso 1: Calcular f p para

Exemplo 1

Caso 1: Calcular f p para a parede não armada indicada abaixo:

120kN/m 160 260
120kN/m
160
260

t ef = 14cm (ok) λ = 260/14 = 18,57 < 20 (ok!)

R =

f =

1

h

ef

3

=

1

− ⎜

λ

3

40

t

ef

 

40

120

=

857

kN

= 0,086

kN

     

0,14

 

m

²

cm

²

= 0,900

f ' = 0,20 f

p

R = 0,18 f

p

f

f

p

f

'

f

= 0,476

f

kN

p

p

0,18

cm ²

= 4,76 MPa

0,18

f

f

Admitindo

η =

Argamassa:

f

p

f

p

f

b

0,80

= 0,80

f

b

=

=

5,95

MPa

6

MPa

L

h

t = 14cm

q = 120 kN/m

= 1,60m

= 2,60m

Utilizando 70 a 100% de f b , tem-se: 4,20MPa f arg 6MPa

70 a 100% de f b , tem-se: 4,20MPa ≤ f a r g ≤ 6MPa
70 a 100% de f b , tem-se: 4,20MPa ≤ f a r g ≤ 6MPa

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Exemplo 2 Calcular o f p para a

Exemplo 2

Calcular o f p para a parede do exemplo anterior, mas considerando alvenaria armada:

λ = 260/14 = 18,57 30 (ok!) R = 0,900 f = 0,0857 kN/cm² f’= 0,203f p

f

f

p

f

'

= 4,24

f

p

=

0,424

MPa

kN

/

Com

η = 0,8

f

b

= 5,30

cm

²

MPa

Considerando todos os furos grauteados:

f b = 2,65MPa (resistência do bloco necessária)

η

=

f

p

f

b

= 0,80 ⋅ Δ

A

{

graute

; então, f b = 4,5MPa (no mínimo)

f a = 4,0MPa

Onde ΔA é o acréscimo de área devido à armadura e graute. No caso de grauteacao de todos os furos, ΔA = 2. F b = 2,65MPa ??? por que este 2,65???

os furos, Δ A = 2. F b = 2,65MPa ??? por que este 2,65??? Dimensionamento
os furos, Δ A = 2. F b = 2,65MPa ??? por que este 2,65??? Dimensionamento

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Exemplo 3 Calcular f p para a parede:

Exemplo 3

Calcular f p para a parede:

120kN/m 60 260
120kN/m
60
260

f = 120/0,14 =857 kN/m² = 0,0857 kN/cm² f’=0,18.f p .R = 0,162.f p ,

f f’

f p = 0,531kN/cm² = 5,31MPa

η =

f

p

f

b

=

0,8

f

b

=

6,64MPa

f

b

f

a

=

8,0MPa

=

6,0MPa

L

= 0,60m; h = 2,60m; t = 14cm

q

= 120 kN/m

relação L/t = 0,60/0,14 = 4,285 ( pilar)

t ef = 14cm

λ = 260/14 = 18,57 < 15 (NÃO OK!)

R = 0,900

e f = 14cm λ = 260/14 = 18,57 < 15 ( NÃO OK!) R =
e f = 14cm λ = 260/14 = 18,57 < 15 ( NÃO OK!) R =

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Exemplo 4 Calcular a máxima carga P para

Exemplo 4

Calcular a máxima carga P para o pilar armado com 4ϕ16mm e f p = 9MPa:

P 39 29 500
P
39
29
500

Cálculo da tensão atuante (f)

L = 0,39m; h = 5,0m; t = 14cm t ef = 14cm λ= 500/39 = 12,82 (15 OK!)

R

R

=

=

1

1

⎜ ⎝

12,82

3

− ⎜

h

ef

λ

1 − ⎜

− ⎜

40t

ef

3

=

40

40

= 0,967

3

P P Cálculo da tensão admissível (f’) f = = 2 39 1521 ⎛ ⎞
P
P
Cálculo da tensão admissível (f’)
f =
=
2
39
1521
f '
=
0,20 f
+
0,30
ρ
f
R
p
s,c
14243 1 42 43
alvenaria
aço
f
yk
f
=
0,4
f
onde
f
=
s,c
yd
yd
γ
y
f
=
174MPa
165MPa (ver NBR 10.837 item 5.3.4.
s,c
1a. fiada
f
=
165MPa
=
16,5kN / cm²
s,c
f
'
=
(0,20
×
0,90
+
0,30
×
0,00528
×
16,5)
0,967
f
'
=
0,199kN / cm²

2a. fiada

Comparando as tensões, tem-se;

f

= f '

P

=

1521

0,199

P

=

303,2kN

as tensões, tem-se; f = f ' ∴ P = 1521 0,199 → P = 303,2kN
as tensões, tem-se; f = f ' ∴ P = 1521 0,199 → P = 303,2kN

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Taxa Geométrica de Armadura ( ρ ) ρ

Taxa Geométrica de Armadura (ρ)

ρ =

2,01 =

4

×

39

×

39

0,528%

Admite-se, pela NBR (10.837?): 0,3% ≤ ρ ≤ 1,0% e , no mínimo, 4ϕ12,5mm. Assim, como no dimensionamento atual ρ ≈ 0,53%, está OK!

Exemplo 5

Considerando o exemplo anterior, porém o pilar é armado com 8ϕ16mm:

ρ =

8

×

2,01 =

×

39

39

1,056%

Como 0,3% ρ 1%, adota-se ρ = 1%.

Tensão admissível (f’)

f '

=

(0,20

×

0,90

+

0,30

×

0,01 × 16,5)

0,967

f '

=

0,222kN / cm²

 

Comparando as tensões, obtém-se:

 
 

f

= f '

 

P

= 337,66kN

 

Assim, conclui-se que, dobrando a quantidade de armadura, obtém-se um aumento de 11% na carga admissível do pilar.

P

337,66

2 =

1

P 1 302,68

=

0,11

11%

do pilar. P 337,66 2 = − 1 P 1 302,68 = 0,11 ∴ 11% Dimensionamento
do pilar. P 337,66 2 = − 1 P 1 302,68 = 0,11 ∴ 11% Dimensionamento

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural II. Dimensionamento segundo a BS 5628 Roteiro: 1)

II. Dimensionamento segundo a BS 5628

Roteiro:

1)

Verificar a esbeltez máxima:

λ =

h

ef

t

ef

Casos normais, λ < 27.

Se t ef 90mm e mais de 2 pavimentos: λ < 20.

Altura efetiva (h ef ):

h ef = h (contraventamento simples)

h ef = 0,75h (contraventamento reforçado)

2)

Determinar a máxima tensão de cálculo:

a. Alvenaria não armada:

f

d

= β

f

k

γ

m

Onde:

f d = resistência característica da alvenaira

β é o fator de redução devido à esbeltez e à excentricidade

f k = resistência característica da alvenaria; γ m = coeficiente de segurança parcial para o material.

f

par

=

Obs.:

0,71 f (resist. média da parede)

p

f

p

=

1,20

0,70

f

k

=

1,71 f

k

f k =

f par

1,20

(recomendaçao BS, média

Logo, f k (BS) = 0,58f p (NBR)

característica)

média → Logo, f k (BS) = 0,58f p (NBR) característica) Dimensionamento à Compre ssão Simples
média → Logo, f k (BS) = 0,58f p (NBR) característica) Dimensionamento à Compre ssão Simples

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural 3) Cálculo da tensão atuante   f =

3)

Cálculo da tensão atuante

 

f = γ

 

N

f

A

b

Onde:

 

N = força normal atuante γ f = coeficiente de segurança das ações de acordo com o carregamento A b = área bruta

 
 

Valores de coeficientes parciais de segurança para ações (γ f )

 

combinação

   

carregamentos

 
 

permanente

variável

vento

terra/água

 

permanente e variável

 

0,90 ou 1,40

1,60

-

1,40

 

permanente e vento

 

0,90 ou 1,40

-

1,40

1,40

permanente,variável e vento

1,20

1,20

1,20

1,20

 

dano acidental

 

0,95 ou 1,05

0,35

-

0,35

4)

Verificar o carregamento f p = 1,71.f k

Obs: A excentricidade é importante em edificações de 1 ou 2 pavimentos. Para edifícios latos não será considerável, pois a carga centralizada será tão maior que a carga excêntrica que não fará diferença. A excentricidade não é importante para edificações maiores que quatro pavimentos.

não é importante para edificações maiores que quatro pavimentos. Dimensionamento à Compre ssão Simples Página 27
não é importante para edificações maiores que quatro pavimentos. Dimensionamento à Compre ssão Simples Página 27

SET 5907 – TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estrutural

TEEE: Dimensionamento de Elementos de Alvenaria Estr utural Exemplo 1 Calcular a resistência de pris ma

Exemplo 1

Calcular a resistência de prisma para a parede nas condições mostradas na figura abaixo:

120kN/m 160 1) esbeltez 260
120kN/m
160
1)
esbeltez
260

λ máx = h ef / t ef

h ef = 0,75 * 260 = 195cm

tef = 14cm

λ = 195 / 14 = 13,93 < 27 OK!

L = 1,60m; h = 2,60m; t =

14cm

q = 120 kN/m

relação L/t = 0,60/0,14 = 4,285 ( pilar)

t ef = 14cm

λ = 260/14 = 18,57 < 15 (NÃO OK!)

R = 0,900

2)

Máxima tensão de calculo

f d = β . (f k /γ m )

da tabela, para λ = 14, ex = 0,05t β = 0,89

da tabela p/ controles normais de fabricação de blocos e construção: γ m = 3,5

0,89 f

k

f

d

=

3,50

=

1,2

0,7

f

k

=

0,254 f

k

=

1,71f

k

obs.: f

p

ou

f

k

=

0,583f

p