Вы находитесь на странице: 1из 10

Aplicações

para TV Digital Interativa

Femanda

PaulineDi Rodrigues Silval, Alice Helena Santos de Sonsa l,Guido Lemos de Sousa Filhol

lDepartamento de Informática - Universidade Federal da Paraíba (UFPB) João Pessoa - PB - Brasil

{fernanda,alice,guido}@lavid.ufpb.br

Abstract.

The present

trend

ín

the

entertaínment

fieM

ís

heíng

dírected

towards the conversion

of analogical

technology

devices into those of a digital

nature. As an example of this conversion, one can look to the advent of digital television, which brings with it significant advantages for the future of

television such as lhe promise of high definition images and sound together

with user interactivity. lnteractive

Digital

Television

allows

the

user

to

interact with the application,

enabling him to directly take part in lhe program

he is receiving.

This article

describes

the activities

that were

realized

in

lhe

HiTV project,

emphasizing

the application

for

lnteractive

Digital TV ca//ed

'Tv Escola lnterativa".

 

Resumo. A

tendência atual do campo de entretenimento

tem sido converter

os

dispositivos da tecnologia analógica para a digital. Como exemplo dessa

conversão, tem-se o surgimento da TV Digital, que traz consigo vantagens

significativas para ofuturo

da televisão, como, por exemplo,

imagem

e som

de

alta definição

e interatividade.

A TV Digital lnterativa

permite

que o usuário

interaja

com a aplicação,

interferindo

diretamente

na programação

que está

recebendo. Este artigo descreve as atividades realizadas no projeto HiTV,

dando maior enfoque a uma aplicação para TV Digital lnterativa chamada

"Tv Escola lnterativa

tI.

1.0. Tv Digital

Interativa

 
 

A

Televi5ão

Digital

ln1erativa

corresponde

a

um

conjun10

de

serviços

e

aplicações

interativas

disponibilizados

através

de

um

televisor

e

de

uma

caixa

decodificadora,

chamada

"Set-top Box".

 

é

a fusão

da TV tradicional

com tecnologias

de computação,

de

TV Interativa forma a permitir

que

o

telespectador

interfira

no

que

está

vendo.

Na

televisão

tradicional,

os únicos tipos de interação possíveis

são: ligar e desligar a televisão, mudar

de canal e aumentar

ou diminuir

o volume.

Com a TV Interativa

(ITV), o telespectador

pode

interagir

com

a aplicação,

interferindo

diretamente

na

programação

que

está

recebendo,

como, por exemplo, escolhendo

a câmera (ângulo)

em um jogo

de futebol,

participando

de

votações

e jogos

de

auditório,

escolhendo

suas

preferências

em

apJicativos

interativos

como previsão

de tempo,

bolsas

de valores,

notícias de última

hora e assim por diante.

1.1.

Padrões

de TV Digital

 

Atua1mente,

há três fXldrõe5 de Te1evisão Digita1 disponíveis:

o europeu, Digital

Video

Broadcasting

(DVB);

o americano,

Advanced

Television

System

Committee

(ATSC)~ e o japonês,

Integruted

Servlces Digital Broodcast

(ISDB).

 
 

O padrão

europeu,. DVB,

possui

um

subprojeto

chamado

Multimedia

Home

Plataform (MHP) iniciado em 1997. Neste projeto, utilizamos um set-top box baseado

no padrão MHP para rodarmos no~sas aplicaçõe~.

 

1.2.

Interface

com o Usuário

em TV Digital

Para que o telesped2.~

faça

uso de, todas as vantagens

que aplicações

de, TV

lhe proporcionam,

deve ser fornecida

uma visão

clara das funcionaJidades

oferecidas.

Assim,

é

necessário

que

a

aplicação

possua

uma

interface

amigável

com

o

telespectador,

a fim de que a comunicação

usuário-sistema

seja bem sucedida.

 
 

As interfaces com usuários em aplicações para TV Digital são desenvolvidas

utilizando oframework

GUI (Graphical User lnteiface) da linguagem de programação

lava.

Porém,

a

TV

Digital

tem

características

especiais

que

este framework

não

disponibiliza.

Audio

O padrão

DVB-MHP

Video Interoperability,

possui em sua arquitetura nível 2, User Inteiface),

o HAVi Levei que é umframework

2

UI

(Home

que utiliza

como núcleo

o pacote java.awt

do JDK

e possui

funcionalidades

extras

que tornam

possível

o desenvolvimento

de interfaces

com o usuário

completas

para as aplicações

voltadas

à

TV

Digital.

Como

exemplo

de funcionalidade

extra,

a arquitetura

HAVi

permite

que os usuários

controlem

a aplicação

por meios

familiares,

como através

de

botões de um controle

remoto,

e fornece

meios

para

o tratamento

desses

eventos

provenientes do controle remoto do usuário.

 
 

A API

do HAVi

L2

UI

foi projetada

para permitir

que aplicações

representem

uma interface de TV amigável com o usuário. As APls

estão

contidas

nos pacotes

org.havi.ui e org.havi.ui.event.Decidiu-se manter, no HAVi, as classes principais, como

java.awt.Component ejava.awt.Container

para criar os componentes,

java.awt.Color

e

java.awt.Font

para

desenhar

e

pintar

os

componentes

e java.awt.FlowLayout

e

java.awt.BorderLayout

que fornecem

camadas

flexíveis

para

componentes

em vários

dispositivos de saída.

 
 

Foi utilizada

a arquitetura

HAVi Levei 2 User Inteiface

para o desenvolvimento

 

da interface com o usuário da aplicação

da TV Escola.

 

1.3.

A Aplicação

de TV Digital

 

Uma

aplicação

para

TV

Digital

é

construida

utilizando

aplicações

Java

chamadas

X1ets. Os Xlets possuem

um controlador,

Xlet Manager,

que é responsável

por todo o ciclo de v.ida dos Xlets: inicialização,

execução,

pausa e destruição.

 

Todos

os Xlets

devem

fornecer

um construtor

(público

e sem argumentos)

e

implementar

a interface

Xlet no pacote

Xlet ljavax.xlet.Xlet):

public

c/ass SimpleXlet

extends Componenl

implemenls X/el {

}

.

CadaXlet deve implementar

os seguintes

métodos:

o initXlet:

inicializa o Xlet e muda o estado deste para Pausado.

Esse

método é chamado apenas uma vez; o startXlet: o estado do Xlet é modificado lfilCla;

para Ativo e sua execução

o pauseXlet:

o estado

do ciclo de vida do Xlet é modificado

para

Pausado.

o destroyXlet:

muda o estado do ciclo de vida para Destruído.

A figura a seguir mostra o diagrama um Xlet

de estados representando

o ciclo

de vida

de

new

2.0. Nossas Atividades Desenvolvida~'",

o

Loaded

i.nitXlet

Paused

de stroy Xlet

I

r

 

startXle~

 

I

 

Ame

 

destroyXlet

 

Figura

1: Ciclo de vida

de um Xlet

no Projeto

HiTV

pauseXlet

Aplicação do canal Tv Escola , com a implementação dos módulos descritos no item 3.2.

-

-

Criação da interface com o U5uárioda aplicação Tv Escola (descrita no item

3.3)

o

Em Desenvolvimento:

 

AjU5tes na aplicação do Tv Escola para que ela possa ser portada para o Set-top Box MHP.

-

-

Implementação

de um teclado

virtual a ser utilizado

na aplicação

Tv Escola

e

em outras futuras aplicações.

 

-

Preparação

do módulo

"Desenvolvimento

de Programas

Interativos

para

Tv

Digital"

para o material de treinamento

sobre Tv Digital.

 

-

Início

da criação

de

uma

nova

interface

com

o usuário

para

a aplicação

 

"Torcida

Virtual"

 

o

Futuro Desenvolvimento:

-Inregração da aplicação do Tv Escola com o D-vod (Dynavidoo - Vidro On Demand), no referente à busca, agendamento e exibição dos vídeos.

- Integração Virtual".

da

interface criada com a aplicação já

existente da "Torcida

3.0. Tv Escola Interativa

TV

Escola

é

um

canal

de

tdevisão

que

pretende

melhorar

o

processo

educacional brasileiro exibindo vídeos educativos que podem ser utilizados pelos professores como material complementar nas aulas.

 

O canal da educação,

como é conhecida

a TV Escola,

está

no ar desde

março

de

1996.

O programa

começou

com

a preparação

de urna

infra-estrutura

física:

a

TV

Escola

distribuiu

relevisor,

videocassete

e

antena

parabólica

para

57.395

escolas

públicas.

 

Têm

ocorrido,

nos

últimos

tempos,

consideráveis

avanços

no

campo

das

telecomunicações. As emissoras e operadoras de televisão estão substituindo o sistema analógico pela moderna tecnologia digital que permite a transmissão de imagem e áudio

de alta qualidade, e livre de ruídos, sombras e chuviscos.

Atenta

aos

avanços

da tecnologia

e

à

demanda

das

escolas,

a Secretaria

de

Educação a Distância iniciou, em 2002, o processo de substituição

das cerca

de

60 mil

antenas parabólicas

analógicas,

por antenas

para recepção

de sinal digital

levando às escolas públicas um sinal televisivo

mais moderno

e eficiente.

que já estão As antenas

digitais permitirão

às escolas

acesso

a essa moderna

tecnologia,

abrindo espaço para

uma evolução do programa TV Escola.

 

3.1. A evolução do sistema de transmissão de vídeos

da TV Escola

O sistema

atual de transmissão

da TV Escola

fun"iolla

da seguinte

forma:

são

transmitidas,

diariamente,

14 horas

de vídeos.

O professor

da escola

avalia,

então,

a

programação

horário de exibição

diária e verifiaI

o horário

desse vídeo coincidir

de exibição

do vÍdeo

que de aula, o professor

lhe interessa.

Se

com seu horário

passa o

o

video durante

a

aula

em tempo

rea1, caso contrário,

ele deve gravar

o vídeo

em fitas

VHS para posterior

exibição em sala de aula.

É nesse

contexto

que está situado

o desenvolvimento

de uma

nova

aplicação

 

educativa

da TV Escola. A proposta

dessa nova aplicação

é facilitar

o acesso aos vídeos

da TV Escola para o professor, sem que este precise fiaIr gravando em VHS os vídeos

que lhe interessam.

Ou seja,

o horário dos vidros

irão se adequar ao horário

de aula

do

professor, ao invés de o professor ter que se adequar aos horários de exibição

dos vídeos

(como é feito atualmente).

 

A nova aplicação

é baseada

em televisão

digital interativa

e tem

o objetivo

de

tornar o acesso aos vídeos do acervo da TV Escola mais fácil e interativo, utilizando

funcionalidades como agendamento e consultas de vídeos pelo

professor,

tudo

isto via

 

televisão, permitindo, assim, que o sistema atual funcione de modo mais proveitoso, eficiente e moderno, enriquecendo o processo ensino-aprendizagem.

3.2. Arquitetura e Desenvolvimento da Aplicação

 

Para o desem'o1"imento

da ap1icação da TV Escola,

foram

necessário

estudos

sobre os assuntos

que

a aplicação

envolvia,

como

TV

Digital

e

seus

padrões,

o

subprojeto

MHP do padrão D\TB, a aTqmtetura HAVi e seus componentes

de interface

com o usuário,

entre outros.

Além disso, foi necessário

entender

o funcionamento

do

emuIador XleTView, o qual é responsável pela simulação dos Xlets.

 
 

Para

o desenvolvimento

de uma

aplicação

sólida

e confiável,

foi utilizada

a

linguagem

de modelagem

UML (Unified Modeling

Language)

e, com ela, foram criados

diagramas que permitiram

uma melhor visão da aplicação a ser desenvolvida.

 
 

A figura abaixo mostra o diagrama

de casos

de uso criado

nesta etapa

inicial

de

modelagem

da aplicação.

 
 

Televisão

Figura

2: Diagrama

de Casos

de Uso

que mostra

o usuário

e as tarefas

principais

que podem

ser

Esta

aplicação

realizadas

por

ele na aplicação

do canal

Tv Escola.

foi

dividida

em mOdulos

de acordo

as

funcionalidades

oferecidas.

A arquitetura

do sistema,

cujos principais

mooulos

com são o de agendamento

e

busca de vídeos, é mostrada

na figura

3.

BA'lEDE

VIDros

(XML)

MEUS

VíDEOS

Figura 3: Arquitetura da Aplicação.

3.2.1

Módulo

de Agendamento

 

O

módulo

de

agendamento

irá

permitir

que

o

professor

agende

wn

vídeo

completo,

seqüências

ou cenas para uma data compatível

com sua agenda

pedagógica.

Ao agendar um vídeo o professor deverá informar

seu nome,

data

e

hora

da futura

exibição. Caberá ao sistema a tarefa de informar se o vídeo poderá ser agendado

para

o

dia e hora especificados,

levando em consideração

o tempo necessário

para download.

 

Cada

professor,

ao

informar

seu

nome

na

realização

do

agendamento,

terá

associada

urna pasta que conterá

todos

os vídeos

por

ele

agendados.

Ao tornar-se

disponível

no Set-top

Box,

o vídeo

agendado

poderá

ser,

então,

exibido.

Todas

as

informações

dos vídeos agendados,

bem como a data da exibição

e o nome do professor

responsável pelo agendamento serão armazenados no Set-top Box, em wn arquivo

binário que será criado no momento do agendamento.

 
 

Todo

de manipulação

de arquivos

deste

módulo

foi implementado

utilizando

o processo o pacote java.io

do Java Standard Edition (J2SE).

3.2.2

Módulo

de Busca

O módu.lo de busca é res}mllsáve\ }mr realizar

ao acervo

de vídeos

do

TV Escola

e mostrar

alguma

descrição

ao usuário

consultas sobre o vídeo procurado.

O sistema

de busca, por sua vez, se subdivide

em: Busca por Código ou Palavras-chaves

e Busca

por Áreas Ternáticas.

As áreas ternáticas

são as mesmas

disponibilizadas

no Guia

de

Programação do lV Escola. A busca é rea1izada sobre a base de dados de videos.

 

3.2.3

Base de Dados de Vídeos

 

A base

de dados

de vídeos

da TV Escola

conta com mais

de 2000 títulos.

Neste

protótipo,

todas

as

informações

dos

vídeos

como:

título,

duração,

áreas conexas,

descrição,

direção, etc., que foram extraidas

do site da TV Escola, são guardadas

em um

arquivo

texto,

utilizando

a

linguagem

de

marcação

 

XML

(eXtensible

Markup

Language).

 
 

ReaJiZJImos um

estudo

para sabermos

quaJ plrser

XML

uriJjzariamos

para

acessar

esta

base

de

dados,

buscando

um par ser

de

processamento

rápido

e

que

ocupasse

}mUCOespaço em memória, tendo em vista sua utilização

em qualquer

Set-top

Box aonde a aplicação venha a ser processada.

 
 

Dentre

os diversos

parsers

para

pequenos

dispositivos

pesquisados,

decidimos

pelo

uso

do

kXML,

cujas

características

se

enquadram

com

as

especificações

 

procuradas.

 

3.2.4

Em exibição

Uma ou.tra funcionalidade

adicionada

ao sistema

é a }mssibilidade

de

o usuário

ver wna pequena

descrição

do programa

que está sendo exibido no momento.

Caso haja

interesse, este video em exibição poderá ser facilmente

agendado.

3.3. Interface da Aplicação

A interface é fundamental para que uma ap1icação seja bem aceita, pois ela é

quem fornece ao usuário uma visão de todas as funcionalidades

disponíveis.

 

Para

a

visualização

da

interface

com

o

usuário,

utilizou-se

o

emulador

XleTView, o qual "mostra" a imagem da televisão no computador. Foi escolhido este

emulador,

pois ele possui

código

aberto (Open Source),

licenciado

pela GNU

Public

License, recursos multimídias

implementados

para

utilização

dos

componentes

HA Vi, permite visualização de

vídeos em formato

 

AVI

e é compatível

com

o padrão

MHP. Através do XleTView,

o TVEscolaXlet

foi executado e pode-se, assim, emular a

aplicação da televisão (a imagem) no computador.

 

Os componentes

gráficos

utilizados

para construção

da

interface

são

provenientes

da arquitetura

HAVi User Inteiface

e do pacote java.awt.

 

Na figura

4, temos a tela

inicial

da aplicação. Nessa tela, o professor apenas tem

a opção de entrar na seção interativa remoto que corresponde ao botão "i".

do sistema, clicando

no botão

azul

do controle

 

-=-:.rDl"

..

_f<IU'","~~~"""'k.<~

Menu

Application$

Figura 4: Tela inicial da Aplicação.

 

Após entrar na versão

interativa,

será mostrado

o menu principal

(figura

5), onde

o professor

poderá escolher

entre as seguintes

opções:

realizar uma busca no acervo

de

vídeos

do

Tv

Escola

(Buscar

Vídeo),

ver

a

lista

dos

vídeos

anteriormente

agendados

(Meus

Vídeos),

ou

ver

uma

pequena

descrição

do

vídeo

que

está

sendo

exibido

no

momento

(Em

Exibição).

O professor

deverá

escolher

o botão

do controle

remoto

cuja

cor corresponde

à

cor

botão desejado

no menu

principal.

A partir

desse

momento,

a cor

azul

estará

associada

ao

botão

que

permite

o professor

deixar

a versão

interativa

do

protótipo.

 

(rD, ~Jij, ..

Menu

Applicatiofl$

"-<

(

B~SC::.:: :!=.J ..

I.

_lei xl

--

........

-

li a

..

..

aall

aDa lUla IIlIIa

181I

L,

_

boi!

"~~

·

 

Figura

5: Tela contendo

o menu

principal.

Supondo

que o professor

queira realizar

uma busca entre os vídeos

do acervo

do

TV Escola,

duas opções

serão

disponibilizadas:

Busca

por Código/Palavras-chaves

e

Busca por Áreas Temáticas,

como mostrado

na figura

6. O professor

deverá utilizar os

remoto para fazer sua escolha

botões de números

R ;8~!III.~'-:;;'(':!it'I;,., ..

'1'

e

'2'

do controle

entre os modos

de busca.

 
 

Menu

Appllca!lons

 

w ....__

~

li

IilIlSiI

a

aaa a.as

aaa aDa

IUI

 

Figura

6: Tela

com as opções

de busca.

A Figura

7 mostra

a

tela

que contém

parte

do menu

de Áreas

Temáticas.

Da

mesma forma

o usuário

deverá

escolher

o botão

do controle

remoto

correspondente

à

área temática

desejada.

 

~!"lH".

-

.-

-lPJ.~

r.lenu

~plications

AfIe

~

I

__

11

Lo.d-8

.. ..

lIellI

11

DSII

alill

liDa

lisa

..

--

Figura 7: Tela de Busca por Áreas Temáticas

Ao ser selecionado

o botão verde no menu principal,

serão exibidas

as pastas

dos

professores, que foram criadas no momento do agendamento

de

um vídeo

(figura

8).

Cada pasta é identificada pelo nome do professor e por um número, que corresponde à

tecla do controle remoto.

~~I'Ds.,~,.

,_

Nenu

Applicartons

L -A-8 ..

liII

..

lIiIelliJ

11

asa

aaa alia IISII
aaa alia
IISII

-

j

Figura

8: Tela

com as pastas

dos professores

4.0. Considerações Finais

A melhor

definição

e clareza

de imagem

e

fazem da TV Digital lnterativa

uma aposta no futuro.

os

5erviços

que poderão

emergir,

A aplicação

do canal TV Escola desenvolvida

no projeto HiTv é um exemplo

de

inovação dos serviços fornecidos ao usuário. Esta aplicação traz inúmeras vantagens em

relação ao modelo atual, pois traz maior facilidade no acesso aos vídeos do acervo da

TV Escola através da interatividade

que fornece.

 
 

Além

da

Tv Escola,

outras

aplicações

deverão

ser

durante

o

projeto HiTv, a fim de tornar o projeto uma referência

nacional

desenvolvidas e até mundial

no que

diz

respeito ao desenvolvimento

de aplicações

para TV Digital Interativa.

 
 

As

novas

tecno1ogias

impulsionam

a

criação

de

conteúdos

cada

vez

mais

variados e ricos em informação.

Assim,

nota-se

que

a

TV

Digital

Interativa

tem ainda

um longo caminho a percorrer.

 

5.0. Referências

 

NEVES, Carmen Moreira

de Castro. Relatório

da TV Escola

1996-2002.

Departamento

de

Política

de

Educação

a

Distancia,

SEED,

outubro

de

2002.

Disponível

em:

http://www.mec.gov.br/seed/tvescolalRelatoriosAtividades/Relatório

da

TV

Escola

1996 2002.zip Acesso em: 07jun. 2004.

MONTEIRO, Marcelo Souto Maior. TV interativa e seus caminhos. 2002. Dissertação

(Mestrado em Computação na área de Engenharia de Computação) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Computação, Campinas.

DVB. Disponível em: http://www.dvb.org/ . Acesso em: 07 jun. 2004.

ATSC. Disponível em: http://www.atsc.org . Acesso em: 07 jun. 2004.

ISDB. Disponível em: http://www.isdb.org

. Acesso em:

07 jun. 2004.

MHP. Disponível em: http://www.mhp.org

. Acesso em:

07 jun. 2004.

HAVi. Disponível em: http://www.havi.org . Acesso em: 07 jun. 2004.

J2SE. Disponível em: http://iava.sun.comIi2se/index.isp . Acesso

em: 07 jun. 2004.

UML. Disponível em: http://www.uml.org. Acesso em: 07 jun. 2004.

JavaTV. Disponível em: http://iava.sun.com/products/iavatv . Acesso em: 07 jun 2004.

Guia Programação da Tv Escola. Disponível em:

http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/Guia/capasguias.shtm . Acesso em: 07 jun.

2004.

Tv

Escola.

2004.

Disponível

em:

http://www.mec.gov.br/seed/tvescola

Acesso

em:07

jun

XML. Disponível em: http://www.w3c.org/xml Acesso em: 07 jun. 2004.

kXML. Disponível em: http://kxml.enhvdra.org/ Acesso em: 07 jun. 2004.

XletView. Disponível em: http://xletview.sourceforge.net/ . Acesso em: 07 jun. 2004.

Manual

De Produção

De

Aplicações

Para

Televisão

Digital

Interactiva

-

TV

Cabo

Interactiva,

Novembro

2001.