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Projecto de Educação Sexual Educação Para a Saúde 2010/2011
Projecto de Educação Sexual Educação Para a Saúde 2010/2011

Projecto de Educação Sexual

Educação Para a Saúde

2010/2011

ÍNDICE 1. Justificação do projecto 3 2. Conceito de Sexualidade 4 3. Educação Sexual em

ÍNDICE

1. Justificação do projecto

3

2. Conceito de Sexualidade

4

3. Educação Sexual em Contexto Escolar

6

4. Relação Escola – Família

8

5. Desenvolvimento do Projecto

9

5.1. Conteúdos e Objectivos

10

5.2. Metodologias / Estratégias

13

5.3. Planificação

18

5.4. Calendarização

18

5.5. Avaliação

18

6. Bibliografia recomendada

20

7. Anexos

27

PES e Educação Sexual 2010/2011

PES e Educação Sexual 2010/2011

1. Justificação do Projecto O conceito actual de saúde preconiza a integração de intervenções preventivas

1. Justificação do Projecto

O conceito actual de saúde preconiza a integração de intervenções preventivas globais, através da promoção de competências pessoais e sociais para a saúde. O Despacho nº 25 995/2005 e o edital da DGIDC de 2 de Fevereiro de 2006, enquadram o desenvolvimento de um processo de implementação de programas e projectos sobre “Educação para a Saúde” nas escolas, nos quais se inclui uma componente de Educação Sexual. O Despacho nº 15 987/2006 de 27 de Setembro, assim como os relatórios produzidos pelo Grupo de Trabalho para a Educação Sexual, vêm reforçar que a Educação Sexual faz parte da componente da Educação para a Saúde. O Relatório Final do GTES veio enquadrar a educação sexual como uma das quatro componentes prioritárias do Projecto de Educação para a Saúde (PES), que integra para além da área da “Sexualidade e Infecções Sexualmente Transmissíveis”, as questões da “Alimentação e Actividade Física”, dos “Consumos de Substâncias Psico-activas” e da “Violência em Meio Escolar”. (GTES, Relatório Final, 2007:

28-29).

Sendo assim a Educação Sexual deve ser considerada obrigatória em todos os estabelecimentos de ensino e integrar o Projecto Educativo de Escola, sempre tendo em conta a especificidade da comunidade escolar (GTES, Relatório Final, 2007: 4). É essencial que as escolas ajudem os seus alunos a desenvolverem um conjunto da competências que lhes permitam encontrar uma conduta sexual que contribua para a sua realização pessoal, ao longo da vida.

A Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto, que” Estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual em meio escolar”, veio tornar obrigatória a abordagem da Educação Sexual em contexto de sala de aula, pela necessidade de uma abordagem do tema de uma forma explícita, intencional e pedagogicamente estruturada. A portarianº196-A/2010 procede à regulamentação da Lei nº 60/2009 nas matérias e nos termos nela previstos.

à regulamentação da Lei nº 60/2009 nas matérias e nos termos nela previstos. PES e Educação
Sendo assim, é nosso propósito trabalhar para que a Educação Sexual seja implementada de forma

Sendo assim, é nosso propósito trabalhar para que a Educação Sexual seja implementada de forma gradual e equilibrada no nosso Agrupamento, no respeito pelas orientações legais e tendo em conta as questões e os anseios dos alunos e as preocupações dos pais e encarregados de educação. Cabe-nos, ainda, clarificar que a Educação Sexual que preconizamos parte da perspectiva de desenvolvimento da pessoa, na sua globalidade, no sentido em que a sexualidade é considerada uma força estruturante no processo de evolução individual.

2. Conceito de Sexualidade

“( ) A sexualidade, quando inserida nas circunstâncias de vida de uma pessoa, participa do seu processo de desenvolvimento e, é um instrumento que propicia experiências indispensáveis ao crescimento pessoal, à autonomia e ao desenvolvimento da individualidade. Percebemos que há um vínculo estabelecido entre a sexualidade e a cidadania, acreditando que, pela vivência saudável da sexualidade, cada um aprende a relacionar-se melhor consigo mesmo e com o outro, percorrendo um caminho mais seguro na construção da sua identidade e, em consequência da sua cidadania” (Moraes, 2006: 20).

Muitos dos receios em torno da Educação Sexual, devem-se à ideia redutora do conceito de Sexualidade. Pois, a Sexualidade para a maior parte das pessoas, resume-se ao sexo e ao sistema reprodutor. É verdade que a reprodução é uma componente indispensável nos programas de Educação Sexual, mas a Sexualidade é muito mais abrangente. Estamos, hoje, mais conscientes de que a sexualidade não se esgota no acto sexual uma vez que ela é prazer e descoberta, é palavra e gesto, é

no acto sexual uma vez que ela é prazer e descoberta, é palavra e gesto, é
amizade e afecto, satisfação e sofrimento, enfim, é expressão da nossa existência. A sexualidade expressa-se

amizade e afecto, satisfação e sofrimento, enfim, é expressão da nossa existência. A sexualidade expressa-se não só no que sabemos, mas sobretudo nos nossos sentimentos, atitudes e comportamentos. A sexualidade aparece mais como uma experiência pessoal, fundamental na construção do sujeito, ela é, segundo a Organização Mundial de Saúde:

uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e

intimidade; ela integra-se no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental” (Pereira, 2006: 15).

“(

)

Em suma, a Sexualidade engloba:

Identidade de género (masculino/feminino);

Os afectos e a auto-estima, isto é, os nossos sentimentos em relação a nós próprios e em relação aos outros, em relação a todas as mudanças do nosso corpo, etc.

Todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da nossa vida;

Conhecimento da anatomia - fisiologia do sexo feminino e masculino;

Higiene na puberdade;

A gravidez, o parto, a maternidade e a paternidade;

Os métodos contraceptivos;

As doenças sexualmente transmissíveis.

Então, a sexualidade precisa de ser entendida numa abordagem mais ampla, como atributo de todo o ser humano e que, por esta razão é parte integrante das relações que este estabelece consigo mesmo e com os outros.

integrante das relações que este estabelece consigo mesmo e com os outros. PES e Educação Sexual
3. A Educação Sexual em Contexto Escolar “( … ) poderíamos apontar como grande objectivo

3. A Educação Sexual em Contexto Escolar

“( ) poderíamos apontar como grande objectivo da Educação Sexual escolar o de contribuir (ainda que parcialmente) para uma vivência mais informada, mais gratificante e mais autónoma, logo, mais responsável da sexualidade” (Frade et al, 2001: 19).

A abordagem de temas sexuais na escola pode contribuir para o desenvolvimento de determinadas competências sociais pois a frequência de programas de educação sexual aumenta os comportamentos preventivos, nomeadamente o uso de contraceptivos nos jovens envolvidos em relações sexuais. Outras competências que podem ser exercitadas são, também, os mecanismos da tomada de decisão, a utilização dos recursos disponíveis e as capacidades de comunicar. A Educação Sexual na escola é um dos factores que contribui para o conhecimento e valorização dos direitos sexuais e reprodutivos: que dizem respeito à tomada de decisões sobre a fertilidade, saúde reprodutiva e maternidade/paternidade responsáveis. O trabalho de Educação Sexual também contribui para a prevenção de problemas graves, como o abuso sexual e a gravidez indesejada. Relativamente à gravidez indesejada, o debate sobre a contracepção, o conhecimento sobre os métodos anticoncepcionais e a reflexão sobre a própria sexualidade ampliam a percepção sobre os cuidados necessários quando se quer evitá-la. A sexualidade em contexto escolar contribui, ainda, para a prevenção do abuso sexual de crianças e jovens, pois ao favorecer a apropriação do corpo e o desenvolvimento da auto-estima, promove a consciência de que o corpo só ao mesmo pertence, e deve unicamente ser tocado por outro com o seu consentimento ou por razões de saúde e higiene. Mas, é sobretudo no domínio dos conhecimentos que a escola poderá ter um papel importante, quando comparada aos outros agentes de socialização que referimos.

importante, quando comparada aos outros agentes de socialização que referimos. PES e Educação Sexual 2010/2011 6/30
Ao contrário do que acontece habitualmente com os media, a escola tende a promover uma

Ao contrário do que acontece habitualmente com os media, a escola tende a promover uma aprendizagem de forma articulada e com um sentido lógico. Por outro lado, a escola, por ser um espaço de ensino formal e de saberes interdisciplinares, é capaz de transmitir conhecimentos técnicos e científicos que, muitas vezes, as famílias não podem promover devido sua natureza informal e pela deficiente preparação e dificuldades de comunicação de muitos progenitores. Em síntese, a Educação Sexual é um processo pelo qual se obtém informação, se formam atitudes e crenças acerca da sexualidade e do comportamento sexual.

Tem como objectivos:

Desenvolver de competências nos jovens que permitam escolhas informadas e seguras no campo da sexualidade;

Melhorar os relacionamentos afectivos – sexuais;

Reduzir possíveis consequências negativas dos comportamentos sexuais, tais como a gravidez não planeada e as infecções sexualmente transmissíveis (IST);

Desenvolver a capacidade de protecção face a todas as formas de exploração e de abuso sexuais (GTES, Relatório Preliminar, 2005).

Os valores básicos e princípios éticos que norteiam a educação sexual são os seguintes:

O reconhecimento de que a sexualidade, como fonte de prazer e de comunicação, é uma componente positiva e de realização do desenvolvimento pessoal e nas relações interpessoais;

Valorização das diferentes expressões da sexualidade, nas várias fases de desenvolvimento, ao longo da vida;

da sexualidade, nas várias fases de desenvolvimento, ao longo da vida; PES e Educação Sexual 2010/2011
• Respeito pela pessoa do outro, quaisquer que sejam as suas características físicas e a

Respeito pela pessoa do outro, quaisquer que sejam as suas características físicas e a sua orientação sexual;

Promoção da igualdade de direitos e de oportunidades entre os sexos;

Respeito pelo direito à diferença;

Reconhecimento da importância da comunicação e do envolvimento afectivo e amoroso na vivência da sexualidade;

Reconhecimento do direito a uma maternidade/ paternidade livres e responsáveis;

Reconhecimento que a autonomia, a liberdade de escolha e uma informação adequada são aspectos essenciais para a estruturação de atitudes responsáveis no relacionamento sexual;

Recusa de formas de expressão da sexualidade que envolvam manifestações de violência e promovam relações de dominação e de exploração

4. Relação Escola – Família

O trabalho de Educação Sexual compreende a acção da escola como complemento à educação dada pela família. Sendo assim, cabe à escola informar os familiares dos alunos sobre os objectivos e conteúdos da Educação Sexual, incluída na proposta curricular, e explicitar os princípios norteadores do trabalho (artigo 11º da Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto; GTES, Relatório Final,

2007)

A implementação, com êxito, da Educação Sexual na escola, depende, em grande parte, do apoio dos pais/ Encarregados de Educação. Não compete à escola, em nenhuma situação, julgar como certa ou errada a educação que cada família oferece. O papel da escola é abrir espaço para que a pluralidade de concepções, valores e crenças sobre sexualidade, se possam expressar.

de concepções, valores e crenças sobre sexualidade, se possam expressar. PES e Educação Sexual 2010/2011 8/30
5. Desenvolvimento do Projecto A planificação do Projecto de Educação Sexual da Turma, deve integrar

5. Desenvolvimento do Projecto

A planificação do Projecto de Educação Sexual da Turma, deve integrar o

Projecto Curricular de Turma e, como tal, deve ser planeado, em Conselho de Turma e discutido com os alunos. Apesar da responsabilidade do desenvolvimento do Projecto ser do Director de Turma, enquanto professor de Formação Cívica, área curricular não disciplinar (Artigo 3.º da Lei n.º60 de 6 de Agosto de 2009), sugerimos que haja uma interdisciplinaridade, porque nos parece importante, principalmente nesta fase de “arranque”, que se aplique o conceito de transversalidade que o tema apresenta (ponto 1 do Artigo 7.º da Lei n.º 60 de 6 de Agosto de 2009). Nomeadamente, nos temas que se relacionam com questões de fisiologia e morfologia humana, para minimizar os conflitos de conceitos, pela especificidade que os conteúdos apresentam, aconselhamos que, nesta fase,

os mesmos sejam dados pelos professores de Ciências da Natureza e/ou Naturais do conselho de turma ou outro profissional convidado que tenha habilitações próprias para tal.

É importante que prevaleçam as situações de abordagem dos conteúdos

em contexto de sala de aula. Os conteúdos a serem abordados por cada turma devem ser previamente seleccionados, respeitando as orientações do Ministério da Educação, para cada ciclo e o ano de escolaridade em que se encontram relativamente ao inicio do projecto. Ao longo dos três ciclos do ensino básico os conteúdos devem ser seleccionados numa perspectiva de ciclo( dividindo os conteúdos pelo número de anos de cada ciclo).

de ciclo( dividindo os conteúdos pelo número de anos de cada ciclo). PES e Educação Sexual
A Equipa do PES elaborou os objectivos para cada conteúdo mínimo a abordar em cada

A Equipa do PES elaborou os objectivos para cada conteúdo mínimo a abordar em cada um dos ciclos (ver ponto 5.1), no sentido de facilitar a interpretação dos mesmos. Serão fornecidos pela Equipa alguns materiais pedagógicos para apoio às aulas, contudo cada professor pode e deve dentro da sua planificação procurar reunir outro tipo de informação/material. A equipa do PES estará sempre disponível para, dentro das suas competências e disponibilidade, colaborar com todos os intervenientes no desenvolvimento deste projecto de Educação Sexual.

5.1 Conteúdos e Objectivos

A abordagem da Educação Sexual tem como finalidades gerais:

- Compreender o conceito de sexualidade humana em todas as suas dimensões; - Desmistificar as falsas crenças relativas a aspectos da sexualidade; - Desenvolver capacidades sociais que promovam os vínculos afectivos e o relacionamento interpessoal; - Ser capaz de expressar sentimentos e opiniões e de comunicar acerca do tema da sexualidade.

expressar sentimentos e opiniões e de comunicar acerca do tema da sexualidade. PES e Educação Sexual
1º CICLO (1º ao 4ºano) Conteúdos Mínimos (De acordo com o documento da Direcção-Geral de

1º CICLO (1º ao 4ºano)

Conteúdos Mínimos

(De acordo com o documento da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, “Propostas de Conteúdos Mínimos” de 15 de Setembro 2009)

Objectivos

Noção do corpo

Conhecer o seu corpo.

 

Ser capaz de verbalizar os nomes das diferentes partes do corpo.

Conhecer o corpo como fonte de comunicação, relação e prazer.

Promover uma atitude de aceitação da sua identidade sexual.

O corpo em harmonia com a natureza.

Conhecer os cuidados a ter com o corpo.

Consciencializar da importância de hábitos de higiene e satisfação das necessidades básicas de alimentação, sono e afecto no bem-estar corporal.

Noção de família.

Conhecer

o

significado

afectivo

e

 

social

da

família,

das

diferentes

relações

de

parentesco

e

da

existência

de

vários

modelos

familiares.

 
 

Reconhecer

que

no

quotidiano

 

familiar

existem

tarefas

e

responsabilidades

diferentes

e

partilhadas.

 

Diferenças entre rapazes e raparigas.

Reconhecer as diferenças anatómicas entre rapaz e rapariga.

Aceitar as diferenças físicas entre indivíduos.

Adquirir conhecimentos básicos sobre a concepção, gestação, o parto e os cuidados a ter com o recém-nascido.

Protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não ás aproximações abusivas

Adequar as várias formas de contacto físico nos diferentes contextos de sociabilidade.

Consciencialização das pessoas em quem pode confiar em caso de emergência .

2.º CICLO (5º e 6º ano) Conteúdos Mínimos (De acordo com o documento da Direcção-Geral

2.º CICLO (5º e 6º ano)

Conteúdos Mínimos

(De acordo com o documento da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, “Propostas de Conteúdos Mínimos” de 15 de Setembro 2009)

Objectivos

Puberdade: aspectos biológicos e emocionais.

Identificar as mudanças anatómicas e emocionais que ocorrem nos rapazes e nas raparigas na puberdade;

Reconhecer a importância de cuidar do corpo e da higiene corporal.

O corpo em transformação.

Conhecer a diversidade dos comportamentos sexuais ao longo da vida e as diferenças individuais;

Conhecer o corpo sexuado e os seus órgãos internos e externos.

Caracteres sexuais secundários.

Conhecer as transformações físicas e fisiológicas que ocorrem na puberdade.

Normalidade, importância e frequência das suas variantes bio-psicológica.

Compreender

os

conceitos

de

identidade

sexual,

identidade

de

 

género,

orientação

sexual

e

comportamento sexual.

 

Diversidade, tolerância.

Saber

respeitar

o

outro

 

independentemente

das

suas

características físicas ou orientação sexual.

Sexualidade e género.

Ser

capaz

de

reflectir criticamente

 

sobre os papéis de género e os estereótipos atribuídos socialmente a

homens e mulheres.

 

Reprodução humana e crescimento, contracepção e planeamento familiar.*

Conhecer

os

mecanismos da

reprodução humana: a fecundação, a gestação e o nascimento;

 

Conhecer

os

diferentes métodos

contraceptivos, as vantagens e inconvenientes de cada um.

3.º CICLO (7.º, 8.º e 9.º ano) Conteúdos Mínimos Objectivos (De acordo com o documento

3.º CICLO (7.º, 8.º e 9.º ano)

Conteúdos Mínimos

Objectivos

(De acordo com o documento da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, “Propostas de Conteúdos Mínimos” de 15 de Setembro 2009)

Compreensão da sexualidade como uma das componentes mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projecto de vida que integre valores (ex: afectos, ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética.

Compreender o quadro ético de referência nos relacionamentos afectivo/sexuais: respeito, a atenção e o sentido do outro, a responsabilidade nos comportamentos, a condenação de todas as formas de violência sexual que ponham em causa a liberdade pessoal;

Incentivar a reflexão crítica, por parte dos jovens, acerca dos seus

da

comportamentos

sexualidade;

na

área

Compreender a importância dos sentimentos na nossa sexualidade.

Compreensão da fisiologia geral da reprodução humana.*

Aprofundar conhecimentos sobre os mecanismos da reprodução humana:

fecundação, gestação e nascimento;

Saber

identificar

os

órgãos

dos

aparelhos

reprodutor

masculino

e

feminino.

Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório.*

Aprofundar os conhecimentos sobre o ciclo menstrual.

Compreensão da prevalência, uso e acessibilidade dos métodos contraceptivos e conhecer, sumariamente, os mecanismos de acção e tolerância (efeitos secundários). *

Conhecer os diferentes métodos contraceptivos, as vantagens e inconvenientes de cada um, a sua eficácia e tolerância;

Compreender a contracepção como responsabilidade masculina e feminina.

Compreensão da epidemiologia e prevalência das principais IST em Portugal e no mundo (incluindo infecção por VIH/vírus da imunodeficiência

Conhecer as IST mais frequentes e os modos de transmissão de cada uma delas;

Conhecer os serviços adequados e os

de transmissão de cada uma delas; • Conhecer os serviços adequados e os PES e Educação
humana - VPH2/vírus do papiloma humano - e suas consequências) bem como os métodos de

humana - VPH2/vírus do papiloma humano - e suas consequências) bem como os métodos de prevenção.

recursos existentes para a resolução de situações relacionadas com a saúde sexual e reprodutiva;

Ser capaz de adoptar comportamentos informados em matérias como a contracepção e a prevenção das ITS.

Saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco, dizendo não a pressões emocionais e sexuais.

Conhecer as diversas formas de violência e de abuso sexual;

Reconhecer situações de abuso sexual, as estratégias dos agressores

e identificar soluções e procurar ajuda;

Ser capaz de adoptar comportamentos de prevenção face a riscos para a saúde, nomeadamente na esfera sexual e reprodutiva.

Conhecimento das taxas e tendências de maternidade na adolescência e compreensão do respectivo significado.

Identificar as implicações da gravidez na adolescência: aspectos sociais e Individuais.

Conhecimento das taxas e tendências das interrupções voluntárias de gravidez, suas sequelas e respectivo significado.

Reconhecer as repercussões individuais e sociais da interrupção voluntária da gravidez;

Conhecer o enquadramento legal da Interrupção voluntária da gravidez.

Compreensão da noção de parentalidade no quadro de uma saúde sexual e reprodutiva saudável e responsável.

Compreender o que é uma maternidade/paternidade responsável;

Consciencializar-se que a maternidade

e paternidade devem resultar de uma opção voluntária e consciente.

* Temas a serem abordados por Professores de Ciências da Natureza e/ou Naturais ou outros técnico s especialistas na matéria.

da Natureza e/ou Naturais ou outros técnico s especialistas na matéria. PES e Educação Sexual 2010/2011
5.2 Metodologia/ Estratégias Um qualquer programa de Educação sexual deve estar centrado nas necessidades da

5.2 Metodologia/ Estratégias

Um qualquer programa de Educação sexual deve estar centrado nas necessidades da população, isto é, ter em atenção as características e vivências da faixa etária da população a que se destinam. Centrado em metas como são a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de atitudes e competências pessoais e sociais, é muito importante que se escolham e usem as estratégias e metodologias mais ajustadas e adequadas. Na verdade, o modo como a Educação Sexual é posta em prática pode estabelecer toda a diferença. Os autores são unânimes em afirmar que são as metodologias participativas que possibilitam o desenvolvimento de saberes e competências tão complexas, uma vez que são essas que promovem o aluno como principal agente da sua própria aprendizagem. As metodologias participativas expressam-se na utilização de um conjunto muito vasto de técnicas. Não sendo o nosso objectivo descrevê-las exaustivamente, parece-nos, sim, importante abordar algumas das mais frequentemente utilizadas:

a) Trabalho de pesquisa

O trabalho de pesquisa ajuda o aluno a clarificar ideias, levando-o a

interrogar-se sobre os diferentes aspectos do tema em estudo.

A pesquisa de informação pode ser feita com base em inúmeras e

diversificadas fontes: livros, revistas, jornais, Internet, etc., podendo recorrer-se

também a entrevistas, trabalho de campo, arquivos e visitas de estudo. Deve ter-se em conta dois aspectos principais:

1- Fazer um plano de trabalho e definir que informações são necessárias;

2- Reorganizar as informações e apresentação finais, sob a forma de um

texto escrito ou uma apresentação oral.

finais, sob a forma de um texto escrito ou uma apresentação oral. PES e Educação Sexual
b) Brainstorming ou «Tempestade de ideias» Consiste em listar, sem a preocupação de discutir num

b) Brainstorming ou «Tempestade de ideias»

Consiste em listar, sem a preocupação de discutir num primeiro momento, todas as sugestões que o grupo ou a turma fazem sobre determinada questão ou problema. A lista deve ser constituída por palavras ou frases simples. Após as sugestões dos alunos deve-se aprofundar a discussão e esclarecer as dúvidas e as ideias erradas.

c) Resolução de problemas

Mediante a utilização de histórias, casos reais ou dilemas morais, incentiva-se a discussão para a resolução de problemas comuns com os quais os alunos podem vir a ser confrontados. Os jornais, as revistas ou as histórias populares podem ser utilizados de formas diferentes:

pode ser utilizada uma história sem final e, nesse caso, pedir-se-á aos grupos ou à turma que criem um ou vários finais possíveis;

pode ser utilizada uma história pedindo aos participantes para atribuírem diferentes valores às várias personagens;

pode-se pedir ao(s) grupo(s) que identifique(m) uma ou várias soluções para cada caso.

d) Jogos de clarificação de valores

Consiste em promover o debate entre posições diferentes (podendo ou não chegar-se a consenso), através da utilização de pequenas frases que sejam opinativas e polémicas. Pode-se pedir a um dos participantes para assumir a defesa da opinião expressa na frase, a um segundo para a atacar (ainda que essas não sejam as suas posições na realidade) e a um terceiro ainda que observe o debate, para depois o descrever ao grande grupo.

um terceiro ainda que observe o debate, para depois o descrever ao grande grupo. PES e
Podem utilizar-se escalas do tipo «concordo totalmente», «concordo em parte» «é-me indiferente» «discordo em

Podem utilizar-se escalas do tipo «concordo totalmente», «concordo em parte» «é-me indiferente» «discordo em parte» e «discordo totalmente», fazendo mover as pessoas na sala para cada uma das posições (que são afixadas nas paredes), ou utilizando as opiniões individuais para o debate em pequenos grupos e, numa fase posterior, em grande grupo.

e) Utilização de questionários Em geral, os questionários são utilizados para recolher conhecimentos e

opiniões existentes. No entanto, também podem ser utilizados para transmitir (e não apenas para avaliar) conhecimentos.

.

f) Role play ou dramatização Consiste na simulação de pequenos casos ou histórias em que intervêm o número de personagens desejadas. Funciona bem quando são os próprios alunos, em grupo, a elaborarem o texto dramático. As dramatizações não devem ser longas (cerca de 10 minutos) e devem ser complementadas com

debate em pequeno ou em grande grupo. É uma forma particularmente dinâmica de analisar uma situação ou provocar um debate.

O role play pode ser eficazmente aproveitado no treino de determinadas

competências, tais como saber escutar o outro, desenvolver o relacionamento

interpessoal ou saber expressar sentimentos.

g) Visita externa

Pode aproveitar-se de forma bastante mais eficaz a visita de alguém especialista num determinado assunto se houver uma apresentação anterior à visita e uma preparação das perguntas e questões que a turma desejaria

colocar.

A visita pode, também, ser complementada com um trabalho em grupo,

em que são pedidas opiniões, sínteses ou dúvidas que tenham ficado após a

visita.

são pedidas opiniões, sínteses ou dúvidas que tenham ficado após a visita. PES e Educação Sexual
h) Produção de cartazes É uma forma de organizar a informação recolhida (textos, fotografia, gráficos,

h) Produção de cartazes É uma forma de organizar a informação recolhida (textos, fotografia, gráficos, esquemas, etc.). Pode ser apresentada ao grande grupo, ou pode ser uma forma de fomentar a discussão à volta de um tema. Nesse caso pede-se com antecedência aos participantes que tragam revistas, jornais, textos retirados da internet ou de livros, relacionados com um dado tema que se vai debater.

i) Caixa de perguntas Consiste na recolha prévia e anónima de perguntas sobre temas de interesse da turma ou de levantamento de necessidades. Pede-se a cada sujeito que formule duas ou três perguntas por escrito, numa folha de papel que posteriormente é dobrada em quatro e colocada numa caixa (tipo urna de voto). É muito importante que o professor responda a todas as perguntas de forma clara e com correcção científica.

j) Fichas de trabalho Facilitam o desenvolvimento dos trabalhos, e devem ser construídas de

acordo com os objectivos a alcançar:

recolha de informação;

exploração de informação;

síntese de informação;

avaliação. Têm ainda a vantagem de serem um óptimo recurso, quando o tempo para a actividade é curto.

l) Exploração de vídeos e outros meios audiovisuais

a actividade é curto. l) Exploração de vídeos e outros meios audiovisuais PES e Educação Sexual
Estes materiais podem ser um auxiliar muito importante para o desenvolvimento das actividades. Aconselha-se que

Estes materiais podem ser um auxiliar muito importante para o desenvolvimento das actividades. Aconselha-se que sejam diferenciados os momentos «antes da projecção» e «após projecção»:

Antes da projecção - Deve haver recolha de perguntas e assuntos que a turma ou grupo deseja ver tratados de forma a ajustar às necessidades

do grupo.

Após a projecção - É importante identificar as partes do vídeo que apresentem mais interesse, os conhecimentos que ficaram e as dúvidas que surgiram.

A construção de guiões de exploração permite uma síntese dos

conhecimentos adquiridos e a reflexão crítica sobre o material visionado.

5.3. Planificação

O quadro que apresentamos na página seguinte, pode servir de referência para elaboração do Projecto de Educação Sexual da Turma. Os itens constantes no referido quadro são os necessários para permitir à equipa do PES fornecer a informação solicitada superiormente. No entanto, cada Director de Turma pode sempre elaborar a sua planificação acrescentando outro tipo de informação que lhe pareça pertinente.

5.4. Calendarização

A planificação depois de devidamente elaborada tem de ser entregue à Coordenadora do Projecto de Educação para a Saúde e Educação Sexual do Agrupamento, até Dezembro 2010. Contudo, convém alertar para a importância de se dividir equilibradamente o número de horas previstas para a abordagem da Educação Sexual, em cada ano de escolaridade, pelos três períodos lectivos (artigo 5.º da Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto e art.5º da Portaria nº196-

A/2010).

5.º da Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto e art.5º da Portaria nº196- A/2010). PES
5.5. Avaliação Com o objectivo de se obter uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido, no

5.5. Avaliação

Com o objectivo de se obter uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido, no final do ano lectivo a equipa do PES disponibilizará um questionário online de Avaliação do Projecto, a ser preenchido pelo Director de Turma, ouvidos todos os intervenientes no processo, baseado nos seguintes parâmetros:

- Número de horas estabelecidas para cada ciclo;

- Conteúdos previstos para cada ano de escolaridade;

- Impacto das actividades na aprendizagem dos alunos;

- “Feedback” da Comunidade Educativa.

na aprendizagem dos alunos; - “Feedback” da Comunidade Educativa. PES e Educação Sexual 2010/2011 20/30
PROJECTO EDUCAÇÃO SEXUAL DE TURMA Planificação curricular Ano Lectivo 20010 /2011 Ano: Turma: Responsável pela

PROJECTO EDUCAÇÃO SEXUAL DE TURMA

Planificação curricular

Ano Lectivo 20010 /2011

Ano:

Turma:

Responsável pela promoção do projecto da turma: Director de Turma Disciplina responsável: Formação Cívica

Interdisciplinaridade

e/ou

Parceria

Temas /Conteúdos

Objectivos

Estratégias

N.º Horas

Calendarização

(…)

Temas /Conteúdos Objectivos Estratégias N.º Horas Calendarização (…) PES e Educação Sexual 2010/2011 21/30
6. Bibliografia Recomendada Livros: A LCOBIA , H., Mendes, A.R., et al. (2004). Educar para

6. Bibliografia Recomendada

Livros:

ALCOBIA, H., Mendes, A.R., et al. (2004). Educar para a sexualidade. Porto Editora.

ANDRADE, Maria Isabel (1992), Entre a Sida e a vida, Porto Editora.*

BERDÚN, L. (2000). Na tua casa ou na minha – Tudo o que os jovens querem saber para uma sexualidade sem dúvidas. Porto: Areal Editores.

BRULLER, Z. & BRULLER, H. (2004). Guia da vida sexual da malta nova. Porto: Edições ASA.

BULL, David (2003), Tudo o que uma rapariga deve saber, Temas e Debates - Actividades Editoriais.*

CARPINTEIRO, E. (2004). Prevenção de riscos associados ao comportamento sexual. DST e SIDA. Lisboa: APF.

CASANOVA, Sebastião (2002), 101 Maneiras de ter uma boa vida sexual, Garrido Editores.*

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* Livros disponiveis na Biblioteca Escolar da Escola Sede do Agrupamento.

* * Livros disponiveis na Biblioteca Escolar da Escola Sede do Agrupamento. PES e Educação Sexual
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Legislação:

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA (1986), Lei de Bases do Sistema Educativo, Lei nº 46/86, de 14 de Outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 115/97, de 19 de Setembro e Lei nº 49/2005, de 31 de Agosto, republicada no DR:I Série A nº 166, 05- 08-31, p. 5122-5138.

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SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO (2006) Despacho nº 15 987/2006 de 27 de Setembro, Define

SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO (2006) Despacho nº 15 987/2006 de 27 de Setembro, Define as linhas de orientação e temáticas prioritárias no âmbito da Educação para a Saúde, a integrar obrigatoriamente no Projecto Educativo de cada Agrupamento / Escola, [http://sitio.dgidc.min- edu.pt/recursos/Lists/Repositrio%20Recursos2/Attachments/603/Despsee_set.pdf ] disponível em 15/01/2010.

Vídeos:

Jogos de crescer. 1991. APF.

Especialmente Tu. 2000. Flaminia.

Mudanças. 1989. Flaminia.

Cabeça cheia de perguntas. 2000. Flaminia.

Então é assim?!

Ed. Lit. Centro Nacional de Cinematografia da Dinamarca.

1991. APF.*

Documentário da National Geographic. Início da vida humana.*

Cds:

Saúde na Escola. Desenvolvimento de competências preventivas (crianças dos

11 aos 13 anos). Edição da Coordenação Nacional para a infecção VIH/sida.*

Guião PRESSE (Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar).

ARS Norte – Departamento de Saúde Pública.*

Função Reprodutiva e Sua Regulação para o bem estar da mulher. Fundação

Schering Lusitana.*

Esta Cena dava um filme. Textos e Contextos para uma Reflexão de Género.

Ministério da Educação.*

Relatório do Grupo de Trabalho de Educação Sexual (GTES) (2007). Ministério

da Educação.*

No espelho As mudanças no corpo. Adolescência e Tu. Projecto Educativo

para 8.º ano (2005-2006).*

no corpo. Adolescência e Tu. Projecto Educativo para 8.º ano (2005-2006). * PES e Educação Sexual
• International Technical Guidance on Sexuality Education. Volume I e II. UNESCO. * *

International

Technical

Guidance

on

Sexuality

Education.

Volume

I

e

II.

UNESCO.*

* Material disponível na Biblioteca Escolar da Escola Sede do Agrupamento.

Contacto de interesse:

Sexualidade em Linha 808 222 003 - Saúde e Sexualidade Juvenil no Portal do

Governo

Ligações de interesse:

ABRAÇO

http://www.abraco.org.pt/noticias/

ASSOCIAÇÃO PARA O PLANEAMENTO DA FAMÍLIA http://www.apf.pt/apf.htm

CENTROS DE ATENDIMENTO APF http://www.apf.pt/centros.htm

COORDENAÇÃO NACIONAL PARA A INFECÇÃO VIH / SIDA http://www.sida.pt/

LINHAS TELEFÓNICAS DE AJUDA APF http://www.apf.pt/linhas.htm

REDE EX-AEQUO http://www.ex-aequo.web.pt/

SAÚDE E SEXUALIDADE JUVENIL http://juventude.gov.pt/Portal/OutrosTemas/SaudeSexualidadeJuvenil/

PONTO DE APOIO Á VIDA http://www.pav.org.pt/OutrosProjectos.aspx

PONTO DE APOIO Á VIDA http://www.pav.org.pt/OutrosProjectos.aspx PES e Educação Sexual 2010/2011 27/30
Outras ligações : DANIEL SAMPAIO http://danielsampaio.no.sapo.pt/index.html ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DE

Outras ligações:

DANIEL SAMPAIO http://danielsampaio.no.sapo.pt/index.html

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DE LISBOA E VALE DO TEJO http://www.arslvt.min-saude.pt/

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA TUBERCULOSE E DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

http://www.antdr.org/html/00_main.htm

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ASMÁTICOS http://www.amcv.org.pt/homemain.html

DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE http://www.dgs.pt/

FUNDAÇÃO PORTUGUESA DE CARDIOLOGIA http://cardiologia.browser.pt/PrimeiraPagina.aspx

INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE http://juventude.gov.pt/portal/ipj

LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO http://www.ligacontracancro.

PORTUGUESA CONTRA O CANCRO http://www.ligacontracancro. A Equipa do PES e Educação Sexual 2009 / 2010 PES

A Equipa do PES e Educação Sexual 2009 / 2010

7. ANEXOS Projecto de Educação Sexual Ano Lectivo 2010 / 2011 Grelha do Material Multimédia

7. ANEXOS

Projecto de Educação Sexual

Ano Lectivo 2010 / 2011

Grelha do Material Multimédia Disponível na Biblioteca da Escola Sede

Tipo de Material

 

Descrição

Quantidade

CD/ROM

“A Adolescência e Tu” “Agora é a Tua Vez”

2

Programa Didáctico

2º ciclo.

“Agora é a Tua Vez” 3º Ciclo

CD/ROM

“Vida no Ventre” Documentário da National Geographic.

2

CD/ROM

“Então é assim” Filme animado. Educação Sexual para crianças.

2

CD/ROM

“Guião PRESSE” Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Formação para professores do 5º ano de escolaridade (ppt, vídeos, documentos ).

1

CD/ROM

“Saúde na Escola” Histórias/Jogos. Para crianças dos 11 aos 13 anos. Manual para professores. Desenvolvimento de competências preventivas.

2

CD/ROM

“Função reprodutiva e sua regulação para o bem estar da mulher” Função reprodutiva e sua regulação. Contracepção e adolescência.

2

CD/ROM

“Esta Cena dava um Filme” Material pedagógico de prevenção da gravidez indesejada e da maternidade precoce na adolescência. Jogo destinado a jovens com idades superiores a 15 anos

1

na adolescência. Jogo destinado a jovens com idades superiores a 15 anos 1 PES e Educação
  “no espelho As mudanças do corpo”   CD/ROM Actividade didáctica a realizar juntamente com
 

“no espelho

As mudanças do corpo”

 

CD/ROM

Actividade didáctica a realizar juntamente com os alunos durante a aula. Objectiva uma visão global das mudanças que ocorrem durante a adolescência, consciencializar os jovens dessas mudanças e incentivá-los a contar as suas próprias experiências.

2

CD/ROM

“Relatórios” Grupo de Trabalho de Educação Sexual (GTES). International Technical Guidance on Sexuality Education. Volume I e II. UNESCO.

2

DVD

Cenas e Contracenas” As aventuras e desventuras de um grupo de jovens que se perdem num mundo de questões por resolver, onde os sentimentos e incertezas são uma constante visa alertar e despertar para questões como os métodos contraceptivos, as infecções sexualmente transmissíveis, as inseguranças e as duvidas que surgem nesta idade.

1

Tipo de Material

Descrição

Quantidade

DVD

“ A Adolescência e Tu” - Testemunhos de Adolescentes Programa educativo para 9º anos Ano Lectivo 2009- 2010 Programa Educativo EVAX e TAMPAX

1

 

“ A Adolescência e Tu” – Recursos para Professores:

 

DVD

Manual do professor e Questionário inicial Programa educativo para 9º Anos Ano Lectivo 2009- 2010 Programa Educativo EVAX e TAMPAX

1

Kit

Material de apoio ás aulas de educação sexual de acordo com a descrição apresentada na brochura do Kit , para o 2º ciclo. APF ( Associação Para o Planeamento da família)

1

Kit

Material de apoio ás aulas de educação sexual de acordo com a descrição apresentada na brochura do Kit, para o 3º ciclo. APF (Associação Para o Planeamento da família)

1

Livro + CD

Programa Educativo Diário 14/18 - Guia do Professor - Johnson & Johnson

1+1

Educativo Diário 14/18 - Guia do Professor - Johnson & Johnson 1+1 PES e Educação Sexual
Escola E.B. de Penafiel nº 2 PES – Projecto de Educação para a Saúde 2010/2011

Escola E.B. de Penafiel nº 2

PES – Projecto de Educação para a Saúde 2010/2011 Requisição de material ‐ Educação sexual

2010/2011 Requisição de material ‐ Educação sexual Data de Data de Rubrica Profes sor Funcionário
Data de Data de Rubrica Profes sor Funcionário Designação requisição entrega Professor Funcionário
Data de
Data de
Rubrica
Profes sor
Funcionário
Designação
requisição
entrega
Professor
Funcionário