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POP 045 - SAÚDE, SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE: PLANO DE

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

AUTORES:
1) Eliana Napoleão Cozendey da Silva
Especialista em Gestão de Serviços de Saúde – UFF
Especialista em Odontologia do Trabalho – CFO
Mestre em Sistemas de Gestão – UFF
Elinapoleao12@yahoo.com.br

RESUMO

A educação ambiental vem orientar e nortear as condutas e os processos. Os impactos


ambientais têm sido fator condicionante de conscientização política e social. Na medida em
que a sociedade toma consciência de que a poluição do ar, água e solo, bem como, que o
destino inadequado dos resíduos são determinantes de danos, às vezes, irreparáveis, cresce a
preocupação com a saúde ambiental intimamente relacionada com a saúde pública e
ocupacional. Neste contexto, os Resíduos de Serviços de Saúde – RSS chamam a atenção das
autoridades públicas, que publicam Resoluções estabelecendo padrões e diretrizes para o
correto gerenciamento no manejo e disposição final desses resíduos, entendendo a
necessidade de proteção à saúde pública e meio ambiente através da conduta responsável,
consoante com uma política nacional que concorre com o atual estágio do conhecimento
técnico-científico estabelecido. Este trabalho tem por objetivo facilitar o entendimento,
esclarecer as condutas, remetendo às legislações que devem ser adotadas frente ao manejo e
disposição final dos RSS, buscando a redução do volume gerado, prevenindo e reduzindo
riscos à saúde e meio ambiente.

Palavras-chave: Educação ambiental, Gestão de resíduos de saúde, Odontologia

1. INTRODUÇÃO

Os impactos ambientais têm sido fator condicionante de conscientização


política e social. Na medida em que a sociedade toma consciência de que a poluição do ar,
água e solo, bem como, que o destino inadequado dos resíduos são determinantes de danos,
às vezes, irreparáveis, cresce a preocupação com a saúde ambiental intimamente relacionada
com a saúde pública e ocupacional.
Atendendo ao pré-suposto da conscientização, a educação ambiental vem orientar e
nortear os processos ambientais, determinando em sua seqüência científica, ações para
alteração de conduta, passando a ser sistematizada, implantada do microambiente para o
macroambiente considerando as condições e estágio de cada país, respeitando as
singularidades culturais e políticas, não baseando-se em pautas rígidas e de aplicação
universal.
Neste contexto, a questão dos resíduos sólidos têm sido uma das principais
preocupações vivida pelo ser humano. Os Resíduos de Serviços de Saúde – RSS chamam a
atenção das autoridades públicas relacionadas ao meio ambiente e vigilância sanitária, que
publicam Resoluções, estabelecendo padrões e diretrizes para o correto gerenciamento no
manejo e disposição final desses resíduos, entendendo a necessidade de proteção à saúde
pública e meio ambiente através da conduta responsável, consoante com uma política
nacional que concorre com o atual estágio do conhecimento técnico-científico estabelecido.

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O correto gerenciamento dos RSS, ultrapassa os limites dos estabelecimentos
geradores, pois ao mesmo tempo em que reduz os riscos de contaminação do meio ambiente,
força laboral e sociedade, indiretamente, facilita o controle de outras atividades e processos
de trabalho.
Este trabalho tem como público alvo primário os cirurgiões dentistas e
secundariamente a sociedade como um todo.
Não se propõe a uma “receita de bolo”, mas sim, remeter a internalização de
conceitos, diretrizes e práticas no que se refere à educação ambiental e cumprimento de
exigências legais, através do correto gerenciamento dos resíduos e demais condutas frente aos
possíveis acidentes de trabalho e capacitação dos colaboradores.

1.1 Objetivo

Este artigo tem como objetivo facilitar o entendimento, esclarecer as condutas,


remetendo às legislações que devem ser adotadas frente ao manejo e disposição final dos
RSS, buscando a redução do volume gerado, prevenindo e reduzindo riscos à saúde e meio
ambiente.

1.2 Resíduo de Serviço de Saúde – RSS

O resíduo de serviço de saúde pode ser entendido como produto residual, não
utilizável, resultante de procedimentos ou atividades exercidas por prestadores de serviços de
saúde.
Até a década de 80 o termo “lixo hospitalar” tornou-se comumente utilizado, mesmo
quando os resíduos não eram gerados em unidades hospitalares, denominação esta,
substituída por Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde que englobam os resíduos produzidos
por outras unidades prestadoras de serviço de saúde, facilitando aos pequenos geradores a
adequação a uma nova postura frente à questão da geração e manejo dos resíduos em geral, e
dos resíduos de serviços de saúde em particular, implementada a partir de bases científicas,
normativas e legais.
As instituições de saúde têm por objetivo promover, proteger e recuperar a saúde da
sociedade, porém, paradoxalmente, podem ter sua imagem associada à disseminação de
doenças e impactos ambientais pela forma com que segregam (separam) e fazem a destinação
final de seus resíduos (biológicos, químicos, radioativos e perfurocortantes).
Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE (2000), só no Brasil
essas instituições são responsáveis pela produção diária de 4 mil toneladas, sendo que destas
apenas 20% tem potencial para causar doença. Mas, por falta de segregação a totalidade
acaba sendo contaminada, devendo seguir para os aterros sanitários (o que nem sempre
acontece, pois de acordo com o mesmo órgão citado anteriormente, apenas 14% deste
montante recebem tratamento adequado), representando um custo financeiro e ambiental
desnecessário.
Através de Leis, Decretos e Portarias as autoridades públicas relacionadas ao meio
ambiente e vigilância sanitária, estabelecem padrões e diretrizes para o correto gerenciamento
no manejo e disposição final desses resíduos.
O ano de1993 tem como marco inicial à publicação das Normas da ABNT e da
Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA nº 05 de 5 de Agosto de
1993, que estabelecem os procedimentos adequados para Movimentação e Disposição dos
Resíduos de Serviços de Saúde. Define resíduo com base na NBR 10.004, como sendo
resíduos sólidos dos estabelecimentos prestadores de serviço de saúde em estado sólido,
semi-sólidos, resultantes destas atividades. São também considerados sólidos os líquidos

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produzidos nestes estabelecimentos, cujas particularidades tornem inviáveis o seu lançamento
em rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica e
economicamente inviáveis, em face à melhor tecnologia disponível.
O mesmo órgão, através da Resolução CONAMA nº 283 de 12 de Julho de 2001, vem
complementar a de nº 05/93 e Dispõe sobre o Tratamento e Destinação Final dos Resíduos
dos Serviços de Saúde. Define resíduos dos serviços de saúde, como aqueles provenientes de
qualquer organização que execute procedimentos de natureza médica – assistencial humana
ou animal, os provenientes dos centros de pesquisa, farmacologia e saúde, medicamentos e
imunoterápicos vencidos ou deteriorados, bem como, os provenientes de serviços de
medicina legal, necrotérios, funerárias, e ainda, aqueles provenientes de barreiras sanitárias.
Todos esses procedimentos decorrem de dois princípios básicos em direito ambiental.
O princípio da precaução e do poluidor pagador (CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, art. 225
apud Brasil, 2001). O primeiro decorre da cautela necessária ao dispor esse tipo de resíduo e
o segundo porque o gerador, pela constituição, deve suportar o ônus dele decorrente, pois já
que se aufere dos lucros da atividade, não pode querer dividir os custos correspondentes a ela.
Posteriormente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, através de sua
Resolução RDC n. º 33, de 25 de fevereiro de 2003 - Dispõe sobre o Regulamento Técnico
para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, publicada no D.O.U. em 05 de
Março de 2003, determinando que todo gerador de RSS elabore o Plano de Gerenciamento
dos Resíduos de Serviço de Saúde – PGRSS e que a não observância do disposto na
Resolução configurará infração sanitária e sujeitará o infrator às penalidades previstas na Lei
nº 6.437/97, sem prejuízo das responsabilidades civil e penal cabíveis.
Compete às Secretarias de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, em
conjunto com os Órgãos de Meio Ambiente e de Limpeza Urbana, divulgar, orientar e
fiscalizar o cumprimento desta Resolução.
Para efeito do Regulamento Técnico, a ANVISA define como geradores de RSS todos
os serviços que prestem atendimento à saúde humana ou animal, incluindo os prestadores de
serviço que promovam os programas de assistência domiciliar, serviços de apoio à
preservação da vida, industrias e serviços de pesquisa na área de saúde, hospitais e clínicas,
serviços ambulatoriais de atendimento médico e odontológico, serviços de acupuntura,
tatuagem, serviços veterinários, de atendimento radiológico, radioterapia e medicina nuclear,
serviços de tratamento quimioterápico, serviços de hemoterapia e unidades de produção de
hemoderivados, laboratórios de análises clínicas e de anatomia patológica, necrotérios e
serviços onde se realizem atividades de embalsamento e serviços de medicina legal, drogarias
e farmácias, inclusive as de manipulação.

2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SAÚDE

Pela limitação do número de páginas, por ser este, o ano de revisão da legislação do
CONAMA e sendo a classificação da RDC nº 33/03 mais recente, estaremos dando ênfase à
descrição resumida da classificação da ANVISA. Para uma informação mais detalhada
sugerimos a leitura, na íntegra, de ambas as Resoluções.
A Resolução do CONAMA nº 283/01 classifica os RSS em A, B, C e D, conforme a
seguir:
Grupo A - resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente
devido à presença de agentes biológicos:
Grupo B - resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente
devido as suas características física, químicas e físico-químicas:
Grupo C - resíduos radioativos segundo a Resolução CNEN 6.05

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Grupo D - resíduos comuns: são todos os demais que não se enquadram nos
grupos descritos anteriormente.
A Resolução RDC nº 33/03 da ANVISA classifica os RSS em cinco grupos: A, B, C,
D, E. objetiva destacar a composição desses resíduos segundo as suas características
biológicas, físicas, químicas, estado da matéria e origem, para o seu manejo seguro. Dessa
forma, segundo este regulamento, os resíduos de serviços de saúde são classificados como:
GRUPO A (potencialmente infectantes) - resíduos com a possível presença de agentes
biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem
apresentar risco de infecção. Divide-se em cinco sub grupos, a saber:
A1 –- culturas e estoques de agentes infecciosos de laboratórios industriais e de
pesquisa; resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; descarte
de vacinas de microorganismos vivos ou atenuados; meios de cultura e instrumentais
utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de
engenharia genética.
A2- bolsas contendo sangue ou hemocomponentes com volume residual superior a 50
ml; kits de aférese.
A3-peças anatômicas (tecidos, membros e órgãos) do ser humano, que não tenham
mais valor científico ou legal, e/ou quando não houver requisição prévia pelo paciente ou
seus familiares; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou
estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não
tenham mais valor científico ou legal, e/ou quando não houver requisição prévia pela família;
A4 carcaças, peças anatômicas e vísceras de animais provenientes de
estabelecimentos de tratamento de saúde animal, de universidades, de centros de
experimentação, de unidades de controle de zoonoses e de outros similares, assim como
camas desses animais e suas forrações.
A5 todos os resíduos provenientes de paciente que contenham ou sejam suspeitos de
conter agentes Classe de Risco IV, que apresentem relevância epidemiológica e risco de
disseminação. (Apêndice I)
A6 kits de linhas arteriais endovenosas e dialisadores, quando descartados. Filtros de
ar e gases oriundos de áreas críticas, conforme, ANVISA. RDC 50/2002.
A7 órgãos, tecidos e fluidos orgânicos com suspeita de contaminação com proteína
priônica e resíduos sólidos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais com
suspeita de contaminação com proteína priônica (materiais e instrumentais descartáveis,
indumentária que tiveram contato com os agentes acima identificados). O cadáver, com
suspeita de contaminação com proteína priônica, não é considerado resíduo.
GRUPO B (químicos) - resíduos contendo substâncias químicas que apresentam risco
à saúde pública ou ao meio ambiente, independente de suas características de
inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Enquadram-se neste grupo:
B1 os resíduos dos medicamentos ou dos insumos farmacêuticos quando vencidos,
contaminados, apreendidos para descarte, parcialmente utilizados e demais medicamentos
impróprios para consumo, que oferecem risco. Incluem-se neste grupo:
Produtos Hormonais de uso sistêmico;
Produtos Hormonais de uso tópico, quando descartados por serviços de saúde,
farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos;
Produtos Antibacterianos de uso sistêmico;
Produtos Antibacterianos de uso tópico, quando descartados por serviços de saúde,
farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos;
Medicamentos Citostáticos; antineoplásicos, digitálicos, anti-retrovirais,
imunossupressores, imunomoduladores;

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B2 Os resíduos dos medicamentos ou dos insumos farmacêuticos quando vencidos,
contaminados, apreendidos para descarte, parcialmente utilizados e demais medicamentos
impróprios para consumo, que, em função de seu princípio ativo e forma farmacêutica, não
oferecem risco. Incluem-se neste grupo todos os medicamentos não classificados no Grupo
B1 e os antibacterianos e hormônios para uso tópico, quando descartados individualmente
pelo usuário domiciliar;
B3 _ Os resíduos e insumos farmacêuticos dos Medicamentos controlados pela
Portaria MS 344/98 e suas atualizações;
B4 – Saneantes, desinfetantes e desinfestantes;
B5 - Substâncias para revelação de filmes usados em Raios-X;
B6 - Resíduos contendo metais pesados
B7 – Reagentes para laboratório, isolados ou em conjunto.
B8 – Outros resíduos contaminados com substâncias químicas perigosas
GRUPO C (rejeitos radioativos) – são considerados rejeitos radioativos quaisquer
materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades
superiores aos limites de isenção especificados na norma CNEN-NE-6.02 – “Licenciamento
de Instalações Radiativas”, e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. Para
fins deste Regulamento, entende-se como “Atividades Humanas” os procedimentos
executados pelos profissionais dos serviços referidos no Capítulo I.
Enquadram-se neste grupo, todos os resíduos contaminados com radionuclídeos.
As fontes seladas não podem ser descartadas, devendo a sua destinação final seguir
orientações específicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN.
GRUPO D (resíduos comuns) – são todos os resíduos gerados nos serviços abrangidos
por esta resolução que, por suas características, não necessitam de processos diferenciados
relacionados ao acondicionamento, identificação e tratamento devendo ser considerados
resíduos sólidos urbanos - RSU.
Enquadram-se neste grupo:
espécimes de laboratório de análises clínicas e patologia clínica, quando não
enquadrados na classificação A5 e A7;
gesso, luvas, esparadrapo, algodão, gazes, compressas, equipo de soro e outros
similares, que tenham tido contato ou não com sangue, tecidos ou fluidos orgânicos, com
exceção dos enquadrados na classificação A5 e A7;
bolsas transfundidas vazias ou contendo menos de 50 ml de produto residual (sangue
ou hemocomponentes);
sobras de alimentos não enquadrados na classificação A5 e A7;
papéis de uso sanitário e fraldas, não enquadradas na classificação A5 e A7;
resíduos provenientes das áreas administrativas dos EAS;
resíduos de varrição, flores, podas e jardins;
materiais passíveis de reciclagem;
embalagens em geral;
cadáveres de animais, assim como camas desses animais e suas forrações.
Obs: Os cadáveres de animais errantes ou domésticos, não são considerados RSS. A
destinação final destes deve ser feita de acordo com as normas municipais ou do Distrito
Federal.
GRUPO E – (perfurocortantes) – são os objetos e instrumentos contendo cantos,
bordas, pontos ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar ou perfurar.
Enquadram-se neste grupo:
lâminas de barbear, bisturis, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, lâminas e outros
assemelhados provenientes de serviços de saúde.

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bolsas de coleta incompleta, descartadas no local da coleta, quando acompanhadas de
agulha, independente do volume coletado.
Tendo em vista, o público alvo primário deste trabalho não gerar, pela regulamentação
ANVISA, resíduos potencialmente infectantes e radioativos, não trataremos aqui sobre o
acondicionamento e segregação exigida para o grupo A e C.
Grupo B1 e B2 – os resíduos sólidos devem ser acondicionados em recipientes de
material rígido adequados para cada tipo de substância química respeitada suas características
físico-química e seu estado físico. Já os resíduos líquidos devem ser acondicionados em
frascos de até dois litros ou em bombonas de material compatível com o líquido armazenado,
sempre que possível de plásticos, resistentes, rígidas e estanques, com tampa rosqueada e
vedante. As embalagens secundárias não contaminadas deverão ser descaracterizadas e
acondicionadas como resíduo comum, podendo ser encaminhada para processo de
reciclagem. Os resíduos classificados como B1 devem ser encaminhados ao Aterro Sanitário
Industrial para Resíduos Perigosos – Classe I ou serem submetidos a tratamento de acordo
com as orientações do órgão local de meio ambiente, em instalações licenciadas para este
fim.
Devem ser identificados através do símbolo de risco associado de acordo com a NBR
7500 da ABNT e com discriminação de substância química.
Grupo B3 – Os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela
Portaria MS 344/98 e suas atualizações devem atender a legislação sanitária em vigor.
Grupos B4, B6 e B7 – os resíduos devem ser acondicionados observados as
exigências de compatibilidade química dos resíduos entre si. Conforme a norma da ABNT-
NBR 14725/2001, os fabricantes, importadores e distribuidores devem providenciar a
inclusão da Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos – FISPQ. Estes
resíduos devem ser encaminhados ao Aterro Industrial – Classe I ou serem submetidos
tratamento de acordo com as orientações do órgão local de meio ambiente.
Grupo B5 – os reveladores usados devem ser neutralizados (pH 7-9) e então
descartados com grande quantidade de água no sistema de esgoto sanitário com sistema de
tratamento. Os reveladores utilizados, as soluções concentradas e os fixadores usados devem
ser acondicionados em frascos de até 2 litros compatível com o líquido armazenado,
resistente, rígidos, com tampa rosqueada e vedante, observadas as exigências de
compatibilidade química dos resíduos entre si (Apêndice III da Resolução), assim como de
cada resíduo com os materiais das embalagens, enfraquecendo ou deteriorando a mesma, ou a
possibilidade de que o material da embalagem seja permeável aos componentes do resíduo.
Os fixadores utilizados também podem ser submetidos a um processo de recuperação da
prata.
Grupo D – Os resíduos devem ser acondicionados de acordo com as orientações dos
serviços locais de limpeza urbana, utilizando-se recipientes na cor azul para papéis, vermelho
para plástico, verde para os vidros e amarelo pra os metais.
Grupo E – Os materiais perfurocortantes devem ser segregados no local da geração,
imediatamente após o uso, em recipientes rígidos, resistentes à punctura, ruptura e
vazamentos baseados nas normas da ABNT NBR 13853/97 – Coletores para RSS perfurantes
e cortantes NBR 9259/97 – Agulhas hipodérmicas, estéreis e de uso único, sendo proibido o
esvaziamento desses recipientes para o reaproveitamento. As agulhas descartáveis devem ser
desprezadas juntamente com as seringas, sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua
retirada manualmente.
Os objetivos da resolução ANVISA visam reduzir o volume de resíduos perigosos e a
incidência de acidentes ocupacionais, estabelecer diretrizes para uma política nacional do
RSS consoantes das tendências internacionais e o atual estágio de conhecimento técnico

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científico estabelecido. Considera, ainda os princípios da biossegurança através de gestão de
medidas técnicas e normativas para prevenir acidente ao ser humano e ao meio ambiente.

3. CLASSIFICAÇÃO CONAMA VERSUS ANVISA

A publicação da ANVISA diverge das normas anteriores gerando algumas discussões


no meio acadêmico. As dúvidas e polêmica surgem na forma da classificação, principalmente
dos resíduos infectantes e comuns. Cria a classificação E para perfurocortantes. Com esta
nova Resolução os hospitais, clínicas, as escolas de Faculdade e de capacitação, bem como,
instituições representativas de classe passam a ser co-responsáveis pela destinação final dos
resíduos.
Hoje, na esfera civil, não há mais dano ambiental tolerável. A empresa ou instituição é
responsável pelos atos de seus empregados, contratados, terceirizados e prestadores de
serviço.
A RDC nº 33 da ANVISA aprova o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço
de Saúde que pode ser definido como um documento que aponta e descreve as ações relativas
ao manejo dos RSS, desde o momento em que são gerados até seu destino final, observadas
suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contempla também a forma de
segregação, acondicionamento, identificação, coleta, armazenamento, transporte e
tratamento, bem como a proteção dos trabalhadores e preservação da saúde pública e meio
ambiente.
A Resolução nº 175, de 13 de julho vem prorrogar o prazo, que venceria em 15 de
julho, para 15 de dezembro de 2004, para que os hospitais, clínicas, consultórios
odontológicos e demais instituições de saúde atendam às determinações legais de manejo,
tratamento, acondicionamento e transporte de RSS. O prazo original era 5 de março. Esse
adiamento acompanha a resolução n° 283/01 do CONAMA que está para ser revisada e
publicada. O Art. 20 da referida Resolução estabelece que a mesma deverá ser revisada no
prazo de dois anos a partir da sua publicação.

4. RESPONSABILIDADE DOS DIRIGENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

Ao elaborar o PGRSS deve-se observar que quando adotada a reciclagem para os


grupos B e/ou D o protocolo de práticas e ações deve ser consoante com as normas
ambientais, sanitárias e demais critérios municipais estabelecidos. Caso possua instalação
radioativa, tem-se que atender às disposições contidas na norma CNEN-NE 6.05, de
dezembro de 1985, de acordo com a especificidade do serviço. As rotinas e processos
definidos pelos padrões de biossegurança, serviço de higienização e limpeza do
estabelecimento devem estar descritas de forma clara. As ações a serem adotadas em
situações de emergência e acidentes, bem como, as medidas voltadas para a prevenção de
saúde ocupacional (utilização adequada de equipamentos de proteção individual – EPI ou
coletiva) devem constar no PGRSS.
É de responsabilidade dos dirigentes (responsável legal) dos serviços de saúde a
elaboração do PGRSS de acordo com as normas ambientais, sanitárias e do sistema de coleta
urbana local. No caso deste ser elaborado por responsável técnico, este responderá como co-
responsável ou responsabilidade solidária (onde ambos não se excluem de responsabilidade
caso, por exemplo, a empresa de coleta não der a correta destinação aos RSS). O responsável
pela elaboração do PGRSS deve fazer constar, nos termos de licitação e de contratação, as
exigências de comprovação de capacitação para operação, representadas pela licença
ambiental ou de operação fornecida pelo órgão público responsável pela limpeza e coleta

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urbana (empresas prestadoras de serviços terceirizados de coleta, transporte ou destinação
final dos resíduos).

5. PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ODONTOLÓGICOS

Os estabelecimentos de saúde passaram por uma enorme evolução devido ao


desenvolvimento da ciência médica, onde a todo o momento são incorporadas novas
tecnologias aos métodos para diagnóstico e tratamento, agregando novos materiais,
substâncias químicas e equipamentos. Esses processos refletem-se na composição do produto
residual gerado, que se torna mais complexo e em alguns casos mais perigosos, oferecendo
riscos ao homem e meio ambiente.
Não obstante lembrar que, os profissionais de saúde, em função dos riscos associados
às suas atividades, devem receber imunização de acordo com a incidência de doenças e riscos
individuais de exposição, levando-se em conta, também, a especialidade em que atua.
Para elaborar o PGRSS, faz-se necessário, fazer o diagnóstico da situação atual ou
levantamento de informações internas, ou seja, no âmbito do estabelecimento de saúde,
identificando os resíduos gerados pelos processos e procedimentos executados por todas as
especialidades, bem como de que forma está acontecendo a segregação, acondicionamento,
identificação, todos os pontos de guarda interna, armazenamento externo, coleta e disposição
final de todos os resíduos gerados. Não esquecendo que a responsabilidade do gerador
acompanha o resíduo onde quer que ele vá.
O levantamento de informações deve estar pautado pelo pleno conhecimento da
classificação de resíduos e outros requisitos legais aplicáveis de acordo com a legislação
vigente.
A capacitação do responsável legal e colaboradores deve englobar todas as etapas do
manejo interno dos RSS, são eles:
Segregação – consiste na separação do resíduo no momento e local de sua geração de
acordo com suas características, estado físico e classificação.
Acondicionamento – consiste no ato de embalar corretamente os resíduos segregados
de acordo com suas características devendo estar em conformidade com a ABNT 9191/00 –
Sacos plásticos para acondicionamento de lixo. Requisitos e métodos de ensaio.
Identificação - permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e
recipientes. Deve ser feita com base na ABNT 7500/00 – símbolos de risco e manuseio para o
transporte e armazenamento de material.
Transporte interno - translado do ponto de geração até o local de armazenamento
temporário.
Tratamento – aplicação de método, técnica ou processo que modifique as
características ou composição dos RSS.
Armazenamento interno temporário – guarda temporária dos recipientes contendo os
RSS já acondicionados em local próximo ao ponto gerador.
Armazenamento externo – guarda dos recipientes em ambientes exclusivos até a
realização da coleta.
Coleta e transporte externo – Remoção dos RSS do abrigo externo até a unidade de
tratamento ou destinação final.
Destinação final – disposição dos resíduos no solo, previamente preparado para
recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e licenciamento em
órgão ambiental competente.
A implantação do PGRSS é uma ação preventiva, e como tal, sua implantação
minimiza os riscos de poluição e contaminação biológica, física e química do solo, da água

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(superficial e subterrânea) e do ar, ou seja, minimiza os danos à saúde pública e ao meio
ambiente. Citamos abaixo alguns mecanismos de minimização de riscos:
- por meio da segregação, evitamos a contaminação dos resíduos comuns;
- uso de equipamento de proteção individual e coletiva adequados a cada atividade;
- identificação através de símbolos, cores e expressões dos recipientes e locais que
contêm resíduos perigosos;
- proteção dos locais de armazenamento dos RSS, instalando telas ou grades, evitando
a entrada de vetores;
- definição de ações a serem tomadas em situações de emergência, para evitar o
agravamento dos riscos;
- utilização dos conceitos da saúde ambiental como forma de conscientização para os
riscos envolvidos nas atividades do estabelecimento.
Os processos de redução, reaproveitamento e reciclagem economizam recursos
naturais, reduzindo o incremento da poluição do solo, água e ar. A redução do volume gerado
através da reutilização e reciclagem que adiam ao máximo a disposição final dos resíduos,
comumente chamadas de filosofia dos 3 Rs:
Reduzir - reduzindo o que consumimos, evitamos a utilização de produtos
desnecessários.
Reutilizar – Observando se o produto possui outras utilidades, otimizamos o máximo
o seu uso antes do descarte final.
Reciclar – é a transformação de um produto após o fim de sua vida útil.
O conhecimento sobre os principais conceitos da educação ambiental permitirá que
atuemos plenamente a cidadania ambiental.
- utilizando produtos mais duráveis, não descartáveis;
- evitando desperdício de qualquer tipo;
- utilizando os dois lados do papel;
- imprimindo utilizando o modo econômico;
- utilizando produtos com a menor volume de embalagem;
- utilizando produtos que ofereçam a possibilidade de abastecimento.
Para facilitar a visualização pelo profissional cirurgião dentista, faremos, no Quadro I,
um exemplo de síntese dos resíduos odontológicos classificados de acordo com a legislação
ANVISA.

2 Resíduo 3 Grupo 4 Atividades / 4.1 Acondicionamento 4.2 Identificação


Procedimentos
Saneantes Limpeza, assepsia e Os resíduos deste Grupo devem ser tratados e
Desinfetantes e B4 desinfecção de destinados de acordo com a orientação do
Desinfestantes instrumentais, materiais e fabricante.
superfícies.
Devem ser acondicionados em frascos
compatíveis, observadas as exigências de
Revelador e B5 Revelação de radiografia compatibilidade química, identificados
fixador conforme a NBR 7.500 e encaminhadas para
incineração ou neutralização e recuperação da
prata (preferencialmente).
Idem acima e encaminhadas para Aterro
Industrial Classe I ou recuperação do mercúrio e
Liga de B6 Restaurações outros metais pesados.
Amalgama

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Invólucro do filme B6 Revelação de radiografias Idem ao item anterior e recuperação de chumbo.
de raio x

Película B6 Exame radiográfico Idem ao item anterior e recuperação da prata.


radiográfica

Gaze e Algodão D Procedimentos Os não recicláveis devem ser acondicionados


em saco preto ou de acordo com orientação do
Luvas, máscaras, D Equipamentos de serviço de limpeza urbana.
aventais e goros proteção individual Para os destinados à reciclagem:
descartáveis. Segregação e acondicionamento usando códigos
Sugador D Procedimentos de cores e suas correspondentes nomeações
descartável baseadas na Resolução CONAMA 275/01 e
Embalagens em D De anestésicos..., quando símbolo de material reciclável.
geral não contaminados.
Agulha de Sutura E Suturas
O acondicionamento e a identificação devem ser
Agulha de E Anestesia feitos utilizando embalagem apropriada com
anestesia identificação e simbologia (descarpack)

Lâmina de Bisturi E Cirurgias


FIGURA I – Exemplo de sínteses de resíduos odontológicos.

Vale ressaltar que, dentre os resíduos gerados pela atividade odontológica, o mercúrio
contido na liga de amálgama é altamente tóxico e agressivo para o ser humano e o meio
ambiente.
Estudos realizados sobre a liga de amálgama salientam a importância e necessidade
dos resíduos desta serem acondicionados em recipientes observados suas características de
reação e compatibilidade. O processo de contaminação do meio ambiente ocorre pelo
descarte indevido nos lixos, terra, água e ar. O mercúrio se configura como metal
extremamente volátil liberando vapor metálico inodoro e incolor à temperatura acima de
12°C. Contamina os seres vivos através da ingestão (peixe e água contaminados), contato
cutâneo e vias respiratórias pela inalação do vapor de mercúrio (onde, 80% é absorvido pelos
alvéolos. Mendes, 2003).
Para maiores informações o Programa de Pós Graduação em Geoquímica Ambiental
da UFF, possuí vários estudos e produção científica sobre intoxicação por mercúrio, no
homem e meio ambiente.
Intoxicação por Mercúrio
Manifestações bucais: gengivite, estomatite ulcerativa crônica, periodontopatias,
reabsorção óssea alveolar, perda dos dentes, estomatite, sialorréia, acinzentamento da coroa
clínica dos dentes, gosto metálico, mau-hálito(MAZZILLI, 2003 e MENDES, 2003).
Sistêmicas: anorexia, transtornos de personalidade e de comportamento, episódios
depressivos, ataxia cerebelosa e outras formas específicas de tremor, neurastenia (incluindo
”Síndrome de fadiga”), encefalopatias, arritmias cardíacas, nefropatias... MENDES (2003).
Segundo informações da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto FORP-USP,
durante o preparo do amálgama para realizar uma restauração há uma sobra de cerca de 30% ,
ou seja, 0,6 g do que é amalgamado. Supondo que um dentista clínico realize trinta
restaurações de amálgama/mês ele produzirá 18 g deste resíduo e 216 g/ano. Significando
108 gramas de mercúrio descartado no meio ambiente.
Seguindo este raciocínio para cada cidade com 1.000 dentistas clinicando, os cálculos
de contaminação do meio ambiente são alarmantes, totalizando o valor de 108.000 g de

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mercúrio, ou seja, 108 kg/ano, em uma projeção para 10 anos a contaminação será na ordem
de 1.080 Kg de mercúrio jogados no meio ambiente. A situação é bastante grave quando
lembramos que a odontologia utiliza a liga de amálgama há um século.
Além da toxidade do mercúrio a liga de amálgama possui outros metais pesados, tais
como: limalha que contém prata (Ag); estanho (Sn); cobre (Cu) e a fórmula é dependente dos
fabricantes. Algumas limas apresentam, também, índio (In); zinco (Zn); platina (Pt) e paládio
(Pd). As proporções variam de acordo com o fabricante.

6. CONCLUSÃO

Os resíduos gerados pela atividade humana nos processos do sistema de saúde,


quando não tomadas as devidas providências e cuidados, são motivos de preocupação por
apresentarem risco à saúde pública e meio ambiente.
A conservação da natureza é parte da obrigação moral para com os demais seres vivos
e as futuras gerações. Políticas de desenvolvimento, implantação de condutas e técnicas
devem dar mais opções para que as pessoas disponham de um meio de vida sustentável,
sobretudo na presença de graves problemas sociais, onde famílias dispõem de poucos
recursos para lidar com necessidades básicas de moradia, saneamento e abastecimento de
água.
Sobre o ponto de vista legal, exige-se do responsável pelo estabelecimento de saúde
um plano de gerenciamento que contemple ações corretas de manejo, responsabilidade nas
ações para a segurança e saúde dos colaboradores, minimização de resíduos através de
programas que tenham como base a educação ambiental.
Os estudos e discussão em relação aos cuidados e responsabilidades com os resíduos
do serviço de saúde, em muito tem auxiliado no fomento da busca de conhecimento sobre o
correto manejo do RSS, ampliando no profissional de odontologia a percepção da
importância das medidas de segurança e proteção ao meio ambiente e à saúde pública.
Este artigo conclui que o momento exige a internalização de uma filosofia baseada
nos princípios da sustentabilidade e solidariedade entre os povos e comunidades, no controle
de desperdício e prática do consumo consciente, suportada por exigências legais.
O momento é muito mais de perguntas que respostas, mas o profissional de saúde
deve buscar capacitação, munindo-se de conhecimento e metodologia que o auxilie no
gerenciamento dos seus resíduos, tornando-o apto a realizar mudanças de hábitos pessoais e
no seu ciclo produtivo de forma segura, responsável e com consciência cidadã.

7. REFERÊNCIA

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Agenda 21. Disponível em:


http://www.agenda21.org.br
Acesso em 10 de abril de 2004.

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Janeiro, 1993.

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Janeiro, 1993.

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especificação, Rio de Janeiro, 1997.

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de 1993. Define os procedimentos mínimos para o gerenciamento de resíduos provenientes
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ferroviários. Brasília, 1993.

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destinação final dos resíduos de serviços de saúde. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil, Brasília, 01 de outubro de 2001.

COSTA, Marco Biossegurança: ambientes hospitalares e odontológicos. São Paulo:


Livraria Santos, 2000.

MAZZILLI, Luiz E. N. Odontologia do trabalho. São Paulo: Ed Santos, 2003

MENDES, René. Patologia do trabalho. 2. ed. atual. e ampl.São Paulo: Atheneu,


2003.

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