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Metabolismo Oxidativo

Produção de ATP através do uso de


O2 por carboidratos, lipídeos e
aminoácidos.
Glicólise Anaeróbica
Glicose
ATP ⇒ ↑↓ ⇒ ADP
Glicose-6-Fosfato
↑↓
Fructose-6-Fosfato
ATP ⇒ ↑↓ ⇒ ADP
Fructose-1,6-Fosfato
↑↓
Dihidroxiacetona Fosfato
↑↓
2(Gliceraldeido 3-Fosfato)
↑↓ 4H
2(1,3 Acido Difosfoglicerico)
2ADP ⇒ ↑↓ ⇒ 2ATP
2(3 Acido Fosfoglicerico)
↑↓
2(2 Acido Fosfoglicerico)
↑↓
2(Acido Fosfoenolpiruvico)
2ADP ⇒ ↑↓ ⇒ 2ATP
2(Acido Piruvico)

Glicose + 2ADP + 2PO4--- = 2 Acido Pirúvico - 2ATP + 4H


Metabolismo dos Lipídeos
Os lipídeos são compostos químicos encontrados nos
alimentos e no organismo e dividem-se em:
• 1 Triglicerídeos
• 2 Fosfolipídeos
• 3 Colesterol
Quimicamente, a porção básica, tanto dos triglicerídeos como
dos fosfolipídeos, são os ácidos graxos, que podem ser
usados como fonte de energia para o organismo. Todas as
gorduras das dietas são absorvidas e transferidas para a
linfa. No tubo digestivo a maioria dos triglicerídeos é
reduzida a glicerol, monoglicerídeos e ácidos graxos.
Depois, ao passarem pelas células epiteliais do intestino,
são ressintetizados em novas moléculas de triglicerídeos e
denomina-se quilomicrom.
• A maior parte do colesterol e fosfolipídeos
absorvidos no tubo gastrointestinal também
entra como quilomicrom. Assim os
quilomicrons são compostos principalmente
de triglicerídeos, mas também contém cerca
de 9% de fosfolipídeos, 3% de colesterol e
1% de apoproteína B. Os quilomicrons são
transportados até o canal torácico e passam
para o sangue venoso, na junção das veias
jugular e subclávia.
A gordura dos quilomicrons é removida
principalmente pela hidrólise dos triglicerídeos
dos quilomicrons pela lipase lipoproteica. Tanto o
fígado como o tecido adiposo contêm grandes
quantidades da enzima lipase lipoproteica. A
lipase também causa a hidrólise dos fosfolipídeos,
os quais fornecem ácidos graxos que são
armazenados nas células. Assim quase toda a
massa de quilomicrons (gordura circulante) é
removida do sangue circulante, e a gordura antes
absorvida do aparelho gastrointestinal é
rapidamente armazenada, onde ficará até ser
utilizada mais tarde para outros propósitos.
Transporte dos ácidos graxos em
combinação com a albumina
• Para que a gordura armazenada nas células adiposas seja
utilizada como fonte energética em outro local do
organismo, deve primeiro ser transportada para outros
tecidos. Este transporte é realizado quase que totalmente na
forma de ácido graxo livre, que é obtido mais uma vez
pela hidrólise dos triglicerídeos a ácidos graxos e glicerol.
Ao deixar as células adiposas, os ácidos graxos se tornam
fortemente ionizados no plasma e imediatamente se
combinam com a Albumina (proteína plasmática). o ácido
graxo, assim ligado à proteína é denominado ácido graxo
livre. Assim ele se distingue dos outros ácidos graxos
existentes sob forma de ésteres (glicerol, colesterol).
Lipoproteínas
• No estado pré-absortivo mais de 95% de todos os
lipídeos no plasma estão sob forma de
lipoproteínas, as quais são pequenas partículas
contendo misturas de triglicerídeos, fosfolipídeos,
colesterol e proteína. A proteína da mistura
constitui em média um quarto a um terço dos
componentes totais. A concentração média total de
lipoproteínas no plasma é de 700mg/100ml, com a
concentração de cada um dos constituintes sendo a
seguinte:
LIPOPROTEÍNAS Mg/100 ml de plasma
Colesterol 180
Fosfolipídeos 160
Triglicerídeos 160
Proteínas 200
Lipoprotéica
Fígado
• As principais funções do fígado no
metabolismo dos lipídeos são:
• 1. Degradar os ácidos graxos em pequenos
compostos para serem usados como fonte
de energia;
• 2. Sintetizar triglicerídeos a partir de
carboidratos e proteínas;
• 3. Sintetizar outros lipídeos a partir dos
ácidos graxos, especialmente o colesterol e
o fosfolipídeo.
Fosfolipídeos
• Os fosfolipídeos são formados essencialmente em
todas as células do organismo. Os fosfolipídeos
contêm sempre uma ou mais moléculas de ácidos
graxos e um radical de ácido fosfórico e, em geral,
também uma base nitrogenada.
• Os fosfolipídeos têm várias funções específicas,
entre elas:
• 1. Os fosfolipídeos são importantes constituintes
das lipoproteínas, sendo portanto, essenciais para a
formação de algumas delas;
• 2. A Tromboplastina, necessária para desencadear
o processo de coagulação, é composta
principalmente de uma cefalina (fosfolipídeo);
• 3. Participa com a esfingomielina no processo de
isolamento das bainhas de mielina circunjacentes
às fibras nervosas;
• 4. Os fosfolipídeos são doadores de radicais
fosfato;
• 5. Participam na formação de elementos
estruturais (principalmente a membrana) nas
células de todo o organismo.
Colesterol
• O colesterol está presente na dieta de todos
os indivíduos e pode ser lentamente
absorvido do aparelho gastrointestinal para
a linfa intestinal. É altamente solúvel em
gordura, mas pouco solúvel em água. Além
do colesterol diariamente absorvido dos
intestinos, denominado colesterol exógeno,
uma quantidade é sintetizada nas células do
organismo e se denomina colesterol
endógeno.
• Sem dúvida a maior parte do colesterol
(cerca de 80%) é usada para a produção do
ácido cólico no fígado. O ácido cólico é
conjugado com outras substâncias para
formar sais biliares, que promovem a
digestão e absorção de gorduras.
• As Lipoproteínas de alta densidade (HDL)
contêm a menor quantidade de colesterol. As
Lipoproteínas de baixa densidade (LDL)
contêm os maiores componentes de gordura e os
menores de proteínas. As HDL podem proteger
contra a doença cardíaca de duas formas: (1)
carreando o colesterol para longe da parede
arterial, a fim se ser transformado em bile no
fígado e excretado subseqüentemente pelo
intestino, e (2) competindo com o fragmento LDL
para ingressar nas células da parede arterial.
• A ativação dos ácidos graxos para que possam ser
utilizados como fonte energética depende de um
componente, a enzima Acetil CoA sintetase. Esta enzima
na presença da coenzima A e de uma molécula de ATP
converte o ácido graxo em um ácido graxo ativo. Este
ácido graxo ativo (de cadeia longa) penetra na membrana
mitocondrial após sua combinação com a carnitina, que
encontra-se amplamente distribuída no corpo,
principalmente no músculo. A carnitina é sintetizada a
partir de lisina e de metionina no rim e no fígado. Os
ácidos graxos (acetil CoA) não penetrarão na mitocôndria
e só se tornarão oxidáveis após a conversão na forma de
acetil-carnitinas. Um provável mecanismo de ação da
carnitina é mostrado na figura abaixo. A carnitina
palmitoil-transferase I e II são as enzimas responsáveis
pela transcrição através da membrana. O processo
completo de transporte pela carnitina é chamado de
lançadeira da carnitina.
Lançadeira de Carnitina
Metabolismo das Proteínas
• Cerca de três quartos dos sólidos corporais
são proteínas. Estas incluem as proteínas
estruturais, as enzimas, os genes, as
proteínas que efetuam a contração
muscular (proteínas contráteis) e vários
outros tipos de proteínas que executam
funções específicas, tanto dentro como fora
das células em todo o organismo.
Propriedades básicas das
proteínas
• Aminoácidos
• Os principais constituintes das proteínas são os
aminoácidos, 20 dos quais estão presentes nas
proteínas em quantidades significativas. Cada
aminoácido tem um grupo ácido (-COOH) em um
radical nitrogenado ligado à molécula próximo ao
radical ácido, em geral representado pelo grupo
amino (-NH2). A ligação entre duas destas
moléculas é o que denominamos ligação
peptídica.
Características Físicas das
Proteínas
• Proteínas Globulares
• Com exceção das proteínas fibrosas, a maioria das
proteínas corporais assume uma forma globular ou
elíptica e são chamadas proteínas globulares.
Essas proteínas executam literalmente, milhares de
funções diferentes no organismo. Alguns
exemplos importantes de proteínas globulares são
a albumina, as globulinas, e o fibrinogênio, que
constituem as proteínas plasmáticas. Também a
hemoglobina, os citocromos e a maioria das
enzimas celulares são proteínas globulares.
• Proteínas Fibrosas
• Muitas das proteínas altamente complexas são
fibrilares e denominam-se proteínas fibrosas. Os
tipos mais importantes de proteínas fibrosas são:
• 1. Colágenos, que constituem as proteínas
estruturais básicas do tecido conjuntivo, dos
tendões, da cartilagem e do osso;
• 2. Elastinas, que correspondem às fibras elásticas
dos tendões, artérias e tecido conjuntivo;
• 3. Queratinas, que consistem nas proteínas
estruturais dos cabelos e unhas, e;
• 4. Actina e Miosina, as proteínas contrácteis do
músculo.
• Proteínas Conjugadas
• São proteínas que estão combinadas com
substâncias não proteicas. Servem como
lubrificantes naturais nas articulações e são
responsáveis pela consistência gelatinosa do
humor vítreo dos olhos.
• Além destes importantes tipos de proteínas, há as
lipoproteínas, que contêm material lipídico,
cromoproteínas (como a hemoglobina e os
citocromos), que contêm agentes corantes,
fosfoproteínas, que contêm fósforo, e
metaloproteínas, que contêm magnésio, cobre,
ferro, zinco ou outros íons metálicos e constituem
muitas enzimas.
• PROTEÍNAS PLASMÁTICAS
• Os três tipos principais de proteínas presentes no
plasma são a albumina, a globulina e o
fibrinogênio. A principal função da albumina é
estabelecer a pressão coloidosmótica, que impede
a perda de plasma nos capilares. As globulinas
executam inúmeras funções enzimáticas no
próprio plasma e, mais importante que isso, são
responsáveis pela imunidade natural e adquirida
que o indivíduo possui contra organismos
invasores. O fibrinogênio se polimeriza em longos
filamentos de fibrina durante a coagulação
sanguínea, formando assim, os coágulos
sanguíneos.
Aminoácidos Essenciais e Não-
essenciais
• Dos aminoácidos normalmente presentes nas
proteínas animais, 10 podem ser sintetizados nas
células, enquanto os outros 10, ou não podem ser
sintetizados, ou são sintetizados em quantidades
tão pequenas que não suprem as necessidades
orgânicas. Os aminoácidos do primeiro grupo são
denominados não essenciais, enquanto os do
segundo grupo são designados essenciais. Os
aminoácidos essenciais devem obviamente estar
presentes na dieta para que a adequada formação
de proteínas se processe no organismo.
Aminoácidos Essenciais e Não-Essenciais

• Não Essenciais • Essenciais


– Glutamato – Leucina
– Aspartato – Isoleucina
– Glicina – Valina
– Cisteína – Lisina
– Glutamina – Metionina
– Asparagina – Fenilalanina
– Serina – Treonina
– Prolina – Triptofano
– Alanina – Histidina
– Tirosina – Arginina
Utilização das proteínas como
fonte de energia
• Desaminação significa a remoção dos grupos amino dos
aminoácidos. A amônia liberada durante a desaminação é
quase totalmente removida do sangue mediante a
conversão em uréia; duas moléculas de amônia e uma
molécula de CO2 se combinando. Essencialmente, toda a
uréia formada no corpo humano é formada no fígado. Na
ausência do fígado ou na doença hepática grave, a amônia
se acumula no sangue. Esta é, por sua vez, extremamente
tóxica, em particular para o cérebro, quase determinando
um estado designado coma hepático. A uréia se difunde
das células hepáticas para os líquidos corporais e é
excretada pelos rins.
DEGRADAÇÃO OXIDATIVA
DE AMINOÁCIDOS
• Conceito: conjunto complexo de vias catabólicas
de degradação de aminoácidos para produção de
energia
• Não há uma via catabólica comum a todos os 20
aa.; grupos de aminoácidos possuem vias de
degradação distintas.
• Fonte energética em 3 situações metabólicas:
– 1. No “turnover” protéico
– 2. No jejum prolongado
– 3. No diabetes mellitus
Conversão de AA.
• Os aa. convertidos a piruvato são: Alanina,
triptofano, cisteína, serina, glicina, treonina.

• Os aa. Convertidos a acetil CoA são os


seguintes: leucina, lisina e triptofano.

• OBS.: Os BCAA são importantes aa


estruturais e oxidativos.
Regulação hormonal do
metabolismo protéico
• INSULINA 
• A ausência de Insulina reduz a síntese proteica a
quase zero. A insulina acelera o transporte de
aminoácidos para as células, o que poderia ser um
estímulo para a síntese proteica. Além disso, a
insulina aumenta a disponibilidade de glicose para
a célula, de modo que o uso de aminoácidos para a
produção de energia diminui na mesma proporção.
Isso faz com que maiores quantidades de
aminoácidos estejam disponíveis aos tecidos para
a síntese proteica.
• GLICOCORTICÓIDES


• Os glicocorticóides secretados pelo córtex


supra-renal diminuem a quantidade de
proteínas na maioria dos tecidos, enquanto
aumentam a concentração de aminoácidos
no plasma.
TESTOSTERONA 
• O hormônio sexual masculino causa aumento da
deposição de proteínas em todos os tecidos do
organismo, incluindo especialmente um aumento
de proteínas contrácteis do músculo. O estrógeno,
o principal hormônio sexual feminino, também
causa alguma deposição de proteína, mas seu
efeito é relativamente insignificante em
comparação com a testosterona.
TIREOXINA 
• A tireoxina aumenta a velocidade do metabolismo
de todas as células e, assim, afeta indiretamente o
metabolismo protéico.