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Ácidos e Bases Duros e Moles (Princípio HSAB)

Leitura: Fleming, Chapter 3, p33-46 Pearson, JACS 1963, 85, 3533.

Ácidos duros preferem interagir com bases duras Ácidos moles preferem interagir com bases moles

Moleza: Polarizabilidade; nucleófilos moles com nuvens eletrônicas, que podem ser polarizadas facilmente (deformadas).

Dureza: Espécies carregadas com raios iônicos pequenos, alta densidade de carga.

Teoria de Orbitais de Fronteira e a equação de Klopman-Salem nos ajudam a entender o porquê do princípio de dureza e moleza:

Ácidos Duros usualmente tem carga positiva, íons pequenos (alta densidade de carga), LUMO de alta energia.

Ácidos Moles usualmente não te cargas, grandes (baixa densidade de carga), tem LUMO de baixa energia (usualmente com altos valores de coeficientes).

Bases Duras usualmente tem carga negativa, íons pequenos (alta densidade de carga), HOMO de baixa energia.

Bases Moles não possuem carga, são grandese volumosas (baixa densidade de carga), HOMO de alta energia (usualmente com altos valores de coeficientes.

Energias de Orbitais Moleculares:

E

Espécies Moles

Energias de Orbitais Moleculares: E Espécies Moles Espécies Duras E pequena diferença HOMO/LUMO grande diferença
Energias de Orbitais Moleculares: E Espécies Moles Espécies Duras E pequena diferença HOMO/LUMO grande diferença

Espécies Duras

E pequena diferença HOMO/LUMO
E
pequena diferença
HOMO/LUMO

grande diferença HOMO/LUMO

Interação de orbitais

Duro-Duro

E

Mole-Mole

Ácido Base
Ácido
Base
Interação de orbitais Duro-Duro E Mole-Mole Ácido Base Base E Ácido Ganho de energia na i
Interação de orbitais Duro-Duro E Mole-Mole Ácido Base Base E Ácido Ganho de energia na i

Base

E

Ácido
Ácido

Ganho de energia na interação HOMO/LUMO

Mínimo ganho de energia através de interações de orbitais

Equação de Klopman-Salem para a interação de nucleófilos N (Base de Lewis) com um Eletrófilo E (Ácido de Lewis).

E

2(c N c E β) 2 Q = N Q E εR NE E HOMO
2(c N c E β) 2
Q
=
N Q E
εR NE
E HOMO (N) - E LUMO (E)
Termo de Coulomb
Termo de Orbitais de Fonteira

Q:Densidade de carga ε: Constante dielétrica R:Distância (N-E) c: Coeficiente no OM β: Integral de Ressonância E: Energia do OM

Interações Mole-Mole : Termo de Coulomb pequeno (baixa densidade de carga). Interação dominante é entre os orbitais de fronteira por causa do pequeno valor de E(HOMO N /LUMO E ).

formação de ligações covalentes

Interações Duro-Duro: Termo de orbitais de fronteira é pequeno devido a grande E(HOMO N /LUMO E ). Interação dominante é descrita pelo termo de Coulomb (Q é grande para espécies duras), i.e. interação eletrostática.

formação de ligações iônicas

Interações Duro-Mole : Nenhum dos dois termos de energia

fornece ganho significativo através das interações.

Princípio HSAB - Quimiosseletividade
Princípio HSAB - Quimiosseletividade

(a) Alquilação de enolatos

O mole duro MeI O Me mole C C OTMS duro TMSCl
O
mole
duro
MeI
O
Me
mole
C
C
OTMS
duro
TMSCl

C-Alquilação

O-Alquilação

Princípio HSAB - Quimiosseletividade

(b) Adição 1,2- vs. 1,4 a sistemas α,β-insaturados

+ 0.29

- 0.48

O O H H OH duro Me duro MeLi O Adição-1,2 mole Me O Me
O
O
H
H
OH
duro
Me
duro
MeLi
O
Adição-1,2
mole
Me
O
Me 2 CuLi

Densidade de carga

+ 0.01

+ 0.62 coeficientes no LUMO

mole

Adição conjugada

Princípio HSAB - Quimiosseletividade mole HC(COOR) 2 H Br duro
Princípio HSAB - Quimiosseletividade
mole
HC(COOR) 2
H
Br
duro

OC 2 H 5

(c) S N 2 vs E2

CO 2 R

CO 2 R

S N 2

E2

Princípio HSAB - Quimiosseletividade
Princípio HSAB - Quimiosseletividade

(d) Nucleófilos Ambidentados

mole mole H C S C N 3 MeI Ag O S C N duro
mole
mole
H
C
S
C
N
3
MeI
Ag
O
S
C
N
duro
Na
duro
S
C
N
RCOX
mole
NO 2
H 3 C
MeI
Ag
O
O
N
duro
Na
ONO
duro
mole
t-BuCl

S-Alquilação

R N-Acilação

N-Alquilação

O-Alquilação

Reações Pericíclicas – 1

Introdução a Reações Pericíclicas Reações Eletrocíclicas Reações Sigmatrópicas Reações de Cicloadição

Carey & Sundberg: Part A; Chapter 11 Concerted Pericyclic Reactions

Woodward-Hoffmann Theory - Chapter 4 Thermal Pericyclic Reactions.

R. B. Woodward and R. Hoffmann, The Conservation of Orbital Symmetry, Verlag Chemie, Weinheim, 1970.

Frontier Molecular Orbital Theory: I. Fleming, Frontier Orbitals and Organic Chemical Reactions, John-Wiley and Sons, New York, 1976.

Dewar-Zimmerman Theory: T. H. Lowry and K. S. Richardson, Mechanism and Theory in Organic Chemistry, 3rd Ed., Harper & Row, New York, 1987.

R. E. Lehr and A. P. Marchand, Orbital Symmetry: A Problem Solving Approach, Academic Press, New York, 1972.

Reações Pericíclicas Introdução/Definições

Uma reação pericíclica é caracterizada por uma mudança nas ligações que ocorrem em virtude de um processo de reorganização de elétrons contínua e concertada.

O termo "concertada" significa que um único estado de transição e não intermediários estão envolvidos no processo. Para manter um fluxo contínuo de elétrons, reações pericíclicas ocorrem através de estados de transição cíclicos.

Mais precisamente: Um estado de transição cíclico deve corresponder a um arranjo em que os orbitais participantes dos componentes tem que manter uma interação ligante durante o decorrer da reação.

Reações Pericíclicas - Introdução/Definições calor calor comum 4 elétrons pouco comum
Reações Pericíclicas - Introdução/Definições
calor
calor
comum
4 elétrons
pouco comum

6 elétrons

A A A A A A A A calor calor A A A calor hν
A
A
A
A
A
A
A
A
calor
calor
A
A
A
calor
A
A
A

As Teorias:

Três teorias são comumente utilizadas para explicar e prever o curso de reações pericíclicas.

1) Fukui: Interações de Orbitais Moleculares de Fronteira

Mais fácil de usar do que os argumentos originais de simetria de orbitais

Interações HOMO/LUMO

2) Dewar-Zimmerman: Estados de Transição Aromáticos

A mais fácil para aplicar a todos os tipos de reações, mas não é tão fácil entender porquê é válida.

Estados de Transição Aromáticos ou Antiaromáticos

3) Woodward-Hoffmann: Conservação de Simetria de Orbitais

Primeira teoria a prever e explicar o curso de muitas reações

Diagramas de correlação

Três Métodos:

"Há várias métodos de aplicar os princípios de simetria de orbitais para reações de cicloadição, três dos quais são utilizados com maior frequência que outros.

Destes três, nós discutiremos dois: O método de orbitais de fronteira e o método de Möbius-Hückel.

O terceiro, chamado de método de correlação de diagrama, é menos conveniente.

Os 5 Principais Tipos de Reações Pericíclicas

(1) REAÇÕES ELETROCÍCLICAS DE ABERTURA E FECHAMENTO DE ANÉIS:

Um fechamento eletrocíclico de anel é a criação de uma nova ligação sigma através dos orbitais p terminais de um sistema pi conjugado.

Há uma reorganização do correspondente sistema pi conjugado.

Classificada de acordo com o número de elétrons envolvidos. Exemplos:

Reação eletrocíclica de 4 e -

Reação eletrocíclica de 6 e -

eletrocíclica de 4 e - Reação eletrocíclica de 6 e - Ciclobuteno ∆ ou h ν

Ciclobuteno

ou hν

- Reação eletrocíclica de 6 e - Ciclobuteno ∆ ou h ν ∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν

ou hν

∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν
∆ ou h ν

Butadieno

1,3,5-Hexatrieno

1,3-Ciclohexadieno

(2) REAÇÕES DE CICLOADIÇÃO/RETROADIÇÃO:

Uma reação de cicloadição é a união de dois sistemas pi menores e independentes. Ligações sigma são formadas a partir do sistema pi. Uma reação de cicloadição pode ocorrer intramolecular, mas deve ser sempre entre dois sistemas pi independentes. Reações de cicloadição são descritas como adições [m + n] quando um sistema de m átomos conjugados se combina com um sistema de n átmos conjugados. Uma retroadição é simplesmente a reação reversa da cicloadição.

Exemplos: O [2+2] O + hν [4+2] + ∆
Exemplos:
O [2+2]
O
+
[4+2]
+

Cicloadição 2+2. Reação de Paterno-Büchi.

Cicloadição 4+2. Reação de Diels-Alder.

(3) REAÇÕES QUELETRÓPICAS:

Reações Queletrópicas são um grupo especial de reações de cicloadição/retroadição. Duas ligações são formadas ou clivadas em um único átomo. A nomenclatura para reações queletrópicas é a mesma usada para reações de cicloadição.

Exemplos:

O [4+1] O . + . S S O O . [4+1] + . C
O
[4+1]
O
.
+
.
S
S
O
O
.
[4+1]
+
.
C
O
O
R
.
+
.
CR 2
[2+1]
R

(4) REARRANJOS SIGMATRÓPICOS:

Um rearranjo sigmatrópico é a migração de uma ligação sigma de uma posição em um sistema conjugado para outra posição neste sistema, acompanhada de uma reorganização das ligações pi.

O

número total de ligações pi e sigma permanece constante.

O

rearranjo é um deslocamento [m,n] quando a ligação sigma

se move através de m átomos em um sistema e n átomos no segundo sistema.

Exemplos:

2

2 2 3 1 1 R rearranjo-[1,5] rearranjo-[1,3] 3 3 1 1 2 R 4
2
2
3
1
1
R
rearranjo-[1,5]
rearranjo-[1,3]
3
3
1
1
2
R
4
5
H
R
R
1
R
2
2
1
1
3
3
X
rearranjo-[3,3]
X
X=CR 2 , Rearranjo de Cope
X=O, Rearranjo de Claisen
3'
3'
R
1'
R
1'
2'
2'

R 2

(5) REAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DE GRUPOS:

Em uma reação de transferência de grupos, um ou mais grupos são transferidos para o segundo parceiro de reação.

Exemplos:

Transferência de Hidrogênio:

Reação Ene:

H

R H + H R H N + N H R'
R
H
+
H
R
H
N
+
N
H
R'

+

R

N

2

+

+

H

H

H

H

H

R

R'

REAÇÕES ELETROCÍCLICAS DE ABERTURA E FECHAMENTO DE ANÉIS Fechamento do anel pode ocorrer de duas maneiras. Os lóbulos dos orbitais que interagem A disposição dos substituíntes no final do sistema pi

Ciclização Conrotatória: Os términos giram na mesma direção.

Conrotatória: Os términos giram na mesma direção . A B A B B A A B

A B

A

B

B

A

A

B

B

B

A

A

Ciclização Disrotatória: Os términos giram em direções opostas.

   

A

B

 

A

B

A

B

A

B

 

B

A

B A

Ciclização Conrotatória: Os términos giram na mesma direção.

A B

A

B

A

B

A

B

B

A

B

A

Ciclização Disrotatória: Os términos giram em direções opostas.

 

A

B

 

A

B

A

B

A

B

 

B

A

Observações Empíricas:

B A

Butadienos: ciclização conrotatória em condições térmicas. Hexatrienos: ciclização disrotatória em condições térmicas. Ciclobutenos: abertura conrotatótio em condições térmicas. Ciclohexadienos: abertura disrotatória em condições térmicas.

Reações de Cicloadição

A reação de Diels-Alder

Referências:

Carey & Sundberg: Part A; Chapter 11 Concerted Pericyclic Reactions

Carey & Sundberg: Part B; Chapter 6 Cycloadditions, Unimolecular Rearrangements Thermal Eliminations

Fleming: Chapter 4 Thermal Pericyclic Reactions

Reações de Cicloadição de Diels-Alder

"Diels-Alder Reactions". Evans, D. A.; Johnson J. S. In Comprehensive Asymmetric Catalysis, Jacobsen, E. N.; Pfaltz, A.; and Yamamoto, H. Editors; Springer Verlag: Heidelberg, 1999; Vol III, 1178-1235

"Chiral Bis(oxazoline) Copper (II) Complexes: Versatile Catalysts for Enantioselective Cycloaddition, Adol, Michael and Carbonyl Ene Reactions". Johnson, J. S.; Evans, D. A. Acc. Chem. Res. 2000, 33, 325-335.

"New Strategies for Organic Catalysis: The first Highly Selective Organocatalytic Diels-alder Reaction", MacMillan, JACS, 2000, 122, 4243.

"New Strategies for Organic Catalysis: The first Enantioselective Organocatalytic 1,3-Dipolar Cycloaddition", MacMillan, JACS, 2000, 122, 4243.

"Chiral Lewis Acid Catalysts in Diels-Alder Cycloadditions: Mechanistic Aspects and Synthethic Applications of Recent Systems". Dias, L. C. J. Braz. Chem. Soc. 1997, 8(4), 289-332.

Silyloxydienes in Organic Synthesis, Danishefsky, Acct. Chem. Res., 1981, 14, 400-406

DA Reactions Part I: New Preparative Aspects Sauer, Angew. Chem. Int. Ed., 1966, 5, 211-230 DA Reactions Part II: The Reaction Mechanism Sauer, Angew. Chem. Int. Ed., 1967, 6, 16-33 Mechanistic Aspects of Diels-Alder Reactions: A Critical Survey Sauer, Angew. Chem. Int. Ed., 1980, 19, 779-807

Retro-DA Strategy in Natural Products Synthesis Ichihara, Synthesis, 1987, 207-222

Artigos e monografias importantes

Comprehensive Organic Synthesis, Vol. 5, Trost, Ed. 1991

4.1 Intermolecular Diels-Alder Reactions, W. Oppolzer

4.2 Heterodienophile Additions to Dienes, S. M. Weinreb

4.3 Heterodiene Additions, D. L. Boger

4.4 Intramolecular Diels-Alder Reactions, W. R. Roush

4.5 Retrogade Diels-Alder Reactions, R. W. Sweger, A. W. Czarnik

Intramolecular Diels-Alder Reactions, Org Rxns, Vol. 32, 1984

Asymmetric Cycloaddition Reactions (Inter- & Intramolecular DA rxns) Asymmetric Synthesis, Vol. 3 Morrison, J. D., Academic Press, 1984 Hetero Diels-Alder Methodology in Organic Synthesis Boger, D.L. and Weinreb, S.N., Academic Press, 1987

Natural Products Synthesis Through Pericyclic Reactions Desimoni, Tacconi, Barco, Polini, ACS Monograph 180, 1983, Chapter 5, Asymmetric Diels-Alder Reactions with Chiral Enoates as Dienophiles Modern Synthetic Methods 1986, Scheffold, Ed. Springer-Verlag, Intramolecular Diels-Alder and Alder Ene Rxns, D. F. Taber, Springer-Verlag, 1984

Synthetic Aspects of D-A Cycloadditions with Heterodienophiles Weinreb, Tetrahedron, 1982, 38, 3087-3128

The Intramolecular DA Rxn: recent advances and synthetic applications Fallis, Can. J. Chem., 1984, 62, 183-234 Intramolecular [4 +2] & [3 + 2] Cycloadditions in Organic Synthesis Oppolzer, Angew. Chem. Int. Ed., 1977, 16, 10-23 Preparation & DA Reactions of Heterosubstituted 1, 3-Dienes Petrzilka, Synthesis, 1981, 753-786

DA Reactions of Azadienes Boger, Tetrahedron, 1983, 39, 2869-2939

Reações de Cicloadição

Estereoquímica:

Em uma cicloadição, o sistema pi pode ser atacado de duas maneiras distintas. Se o sistema pi é atacado na mesma face, a reação é dita ser suprafacial. Se o sistema pi é atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente.

atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente. Ataque Antarafacial Ataque Suprafacial

Ataque

Antarafacial

atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente. Ataque Antarafacial Ataque Suprafacial
atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente. Ataque Antarafacial Ataque Suprafacial
atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente. Ataque Antarafacial Ataque Suprafacial
atacado em faces opostas, a reação é dita ser antarafacial neste componente. Ataque Antarafacial Ataque Suprafacial

Ataque

Suprafacial

Reações de Cicloadição: Reação de Diels-Alder

A Regra Alder Endo

H + desfavorecido H favorecido H H "Produto Endo" "Produto Exo" Observação: O aduto de
H
+
desfavorecido
H
favorecido
H
H
"Produto Endo"
"Produto Exo"
Observação: O aduto de Diels-Alder endo é formado mais rapidamente, embora o produto
exo seja mais estável. Há uma estabilização especial do estado de transição que conduz
ao produto endo, que não há no estado de transição que conduz ao produto exo.
Exo TS ‡
Endo TS ‡
2
H
H
H H
Energia

Reação de Diels-Alder

Exo TS ‡ Estados de Transição Endo e Exo Endo TS ‡ 2 H H
Exo TS ‡
Estados de Transição
Endo e Exo
Endo TS ‡
2
H
H
H H
Energia
Reação de Diels-Alder Exo TS ‡ Estados de Transição Endo e Exo Endo TS ‡ 2

Considerações de Simetria de Orbitais para reações de Diels Alder

Se a simetria (lóbulos) dos orbitais moleculares combinam, a reação é dita "permitida por simetria".

Interação entre HOMO do dieno e LUMO do dienófilo. HOMO-π 2 C C C C
Interação entre HOMO do dieno e LUMO do dienófilo.
HOMO-π 2
C
C
C
C
C
C
C
C
C LUMO-π
C
3
C C
C C
C
C

diretamente a formação de novas ligações químicas.

Interação primária de orbitais conduz

LUMO-π 3

C diretamente a formação de novas ligações químicas. Interação primária de orbitais conduz LUMO- π 3

HOMO-π

2

C C
C
C
C C C Explicação de Orbitais de Fronteira para Regra Endo estabilização do estado de transição.

C

Explicação de Orbitais de Fronteira para Regra Endo

estabilização do estado de transição. Esta interação pode

Interação secudária de orbitais contribui para a

ocorrer no estado de transição endo, mas não no exo:

ocorrer no estado de transição endo , mas não no exo : LUMO- π 3 ∆

LUMO-π 3

C
C

C C

C
C
∆ C C C C C C C C
∆ C C C C C C C C

C C

C

C

∆ C C C C C C C C
C
C

C

C
C
π 3 ∆ C C C C C C C C C HOMO- π 2 Outra
π 3 ∆ C C C C C C C C C HOMO- π 2 Outra
π 3 ∆ C C C C C C C C C HOMO- π 2 Outra

HOMO-π 2

Outra Possibilidade de Dimerização para o Butadieno

Existe a possibilidade desta dimerização concertada ocorrer?

com o mesmo sinal de função de onda. Os requisitos de simetria não são obedecidos. Isto não quer dizer que uma reação não possa ocorrer, mas apenas que ela não será concertada (proibida por simetria).

Note que os lóbulos terminais não sobrepõe

C HOMO-π 2
C
HOMO-π 2
C C C
C
C
C

LUMO-π 3

Lowry & Richardson, Chapter 10 Theory of Pericyclic Rxns pp 839-900

Modelagem do Estado de Transição

+
+

+

+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+
+

Modelagem do Estado de Transição + ‡ Os comprimentos das ligações C–C sendo formadas são cerca
Modelagem do Estado de Transição + ‡ Os comprimentos das ligações C–C sendo formadas são cerca

Os comprimentos das ligações C–C sendo formadas são cerca de 1.5 vezes o valor normal. Este resultado vem de cálculos ab initio de Jorgensen e Houk

Jorgensen, JACS 1993, 115, 2936-2942 Houk, Jorgensen, JACS 1989, 111, 9172

Transition Structures of Hydrocarbon Pericyclic Reactions Houk Angew. chem. Int. Ed. 1992, 31, 682-708

Formação de ligações não é sincronizada com dienófilos substituídos (Jorgensen)

Int. Ed. 1992 , 31 , 682-708 Formação de ligações não é sincronizada com dienófilos substituídos
Reatividade de dienos medida com relação a anidrido maleico Me Me log k = 4.96

Reatividade de dienos medida com relação a anidrido maleico

Me Me
Me
Me

log k = 4.96

log k = 2.36

log k = 2.19

log k = 2.12

log k = 1.83

Sauer, Angew. Chem. Int. Ed., 1980, 19, 779-807

Reação de Diels-Alder: Análise de Orbitais Moleculares

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + +
Etileno e Butadieno
Vs
Butadieno
e
+
+

Acroleína

O

res Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO

H

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2

E

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2

LUMO 2

HOMO 2

Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO
LUMO 1 HOMO 1
LUMO 1
HOMO 1
e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO

LUMO 3

+ + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3

HOMO 3

O

O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O

H

E (LUMO 3 -HOMO 1 ) < E (LUMO 2 -HOMO 1 )

Aceleração da velocidadeLUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O H ∆ E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O H ∆ E

Catálise por ácidos de Lewis:

Yates & Eaton, JACS 1960, 82, 4436

H O O O + H + H
H
O
O
O
+
H
+ H

E

o n , JACS 1960 , 82 , 4436 H O O O + H +
LUMO 1 LUMO 2 HOMO 1 HOMO 2
LUMO 1
LUMO 2
HOMO 1
HOMO 2
LUMO 3
LUMO 3

HOMO 3

H

Ácidos de Lewis aumentam a velocidade de reação cerca de 10 +6 vezes, aumentam a regioquímica da reação e a diastereosseletividade endo

Complexos de ácidos de Lewis com carbonilas

Tipos de complexos ácido de Lewis-C=O (M = ácido de Lewis)

X M + X O C R complexo η 1 complexo η 2 O C
X
M
+
X
O
C
R complexo η 1
complexo η 2
O C
M
R
Conformações de complexos η 1 ácido de Lewis-C=O
X
+
X
M +
O
C
O
C
M
R
R
Preferências Geométricas para complexos de BF 3
BF 3
F 3 B
BF 3
O
+
O
+
+ O
H
R
H
R
H
R
energia rel.: 0
(kcal/mol)
energia rel.: +5.3
energia rel.: +1.8
Variações no ângulo da ligação C–O–M no plano sigma não causam
muita desestabilização. Distorções do metal para fora do plano da
ligação sigma resultam em grande desestabilização.
+
X
+
X
O
C
O
C
M
R
M
R

distorção de baixa energia

distorção de alta energia

Cargas de Muliken calculadas no carbono carbonílico (PM3)

Li BrMg O O + O + H H H H H H +0.29 +0.41
Li
BrMg
O
O +
O +
H
H
H
H
H
H
+0.29
+0.41
+0.43
H
F 3 B
R
R
+
+
O
O
N
+
H
H
H
H
H
H
+0.46
+0.47
+0.51

Complexos de ácidos de Lewis-C=O bem definidos são necessários:

Geometria de complexos η 1

M M O + O + O LA versus X R X R X R
M
M
O
+
O +
O
LA
versus
X
R
X
R
X
R
Aldeídos: Ácido de Lewis orientado anti a R
M
M
+
LA
O
+ O
favorecido
Geometria indicada favorecida
no estado fundamental
H
R
H
R
Ésteres: Ácido de Lewis orientado anti a RO
O
O
M
LA
+ O
R
O
R
O
R
R
O
R
R
favorecido
favorecido
∆G° ~ –4 to 5 kcal/mol
∆G ‡ 10-13 kcal/mol

Interações do par de e- → σ* C–O estabilizam a conformação (Z). Estabilização aumenta no substrato Ácido de Lewis-complexo com substrato.

Amidas: Ácido de Lewis orientado anti a R 2 N

M A(1,3) + O M LA + O R favorecido desfavorecido N R R N
M
A(1,3)
+
O
M
LA
+ O
R
favorecido
desfavorecido
N
R
R
N
R
R
R
Tensão alílica desfavorece complexação syn a R 2 N
Ésteres e Amidas que quelam:
Ácido de Lewis pode ser coordenado bidentado
M
M
+
+
L
O
L
O
R
R
favorecido
base de Lewis
X
R
X
R

Orientação dos reagentes

R R R CO 2 Me CO 2 Me CO 2 Me favorecido desfavorecido R
R
R
R
CO 2 Me
CO 2 Me
CO 2 Me
favorecido
desfavorecido
R
= NEt 2
20
°C
100 : 0
R
= Me
20
°C
18 : 1
R
= Me
200
°C
7
:
1
R
= i-Pr
200
°C
5
:
1
R
= t-Bu
200
°C
4
:
1
R
= CO 2 H
150
°C
9
:
1
Catálise por ácidos de Lewis aumenta a orientação
CO 2 Me
R
CO 2 Me
CO 2 Me
R
R

R

= OEt

160

°C

100 : 0

R

= Ph

150

°C

4.5

:

1

R

= Me

200

°C

2 :

1

R

= i-Pr

200

°C

3 :

1

R

= t-Bu

200

°C

3.5

:

1

favorecido

For R = Me:

desfavorecido

tolueno, 120 °C

80 : 20

C

6 H 6 , SnCl 4 , 25 °C

96 : 04

Catálise por ácidos de Lewis aumenta diastereosseletividade endo

H CO 2 Me CO 2 Me H
H
CO 2 Me
CO 2 Me
H

CO 2 Me

favorecido

desfavorecido

CH

2 Cl 2 , 0 °C

80 : 20

C 6 H 6 , SnCl 4 , 25 °C

95 : 05

DA Reactions Part II: The Reaction Mechanism, Sauer, Angew. Chem. Int. Ed., 1967, 6, 16-33

Análise de Orbitais de Fronteira

Orientação depende da melhor interação entre Coeficientes maiores

Doador Doador GRE melhor que GRE HOMO LUMO HOMO LUMO Veja Fleming, p. 121 Doador
Doador
Doador
GRE
melhor que
GRE
HOMO
LUMO
HOMO
LUMO
Veja Fleming, p. 121
Doador
Doador
Doador
GRE
GRE
+
GRE

favorecido

GRE = Grupo Retirador de Elétrons

desfavorecido

RO

Problema interessante

COX

RO

COX

favorecido

RO

COX

desfavorecido

Empregando um susbstituínte que pode depois ser removido, é possível ter acesso ao diastereoisômero desfavorecido

RO

O 2 N

CO 2 Me

RO

NO

2

CO 2 Me

Danishefsky, JACS 1978, 100, 2918: O grupo NO 2 é forte diretor

pode ser removido por eliminação

RO

ou por redução Ono, Tet. 1985, 4013

RO

NO

CO

NO

CO

2

2 Me

2

2 Me

base

–NO 2

R

3 SnH

RO

RO

CO

CO

2 Me

2

Me

Regiocontrole com dienófilos de Quinonas

O O Me O Me Me Me Me MeO MeO MeO H H O O
O
O
Me
O
Me
Me
Me
Me
MeO
MeO
MeO
H
H
O
O
O Me
Orientação controlada pela
estrutura do ácido de Lewis
Condições
Proporção
térmica (100 °)
50 : 50
Reusch JOC 1980, 45, 5013
BF 3 •OEt 2 (-20 °)
80 : 20
F
3 B
SnCl 4 (-20 °)
<5 : 95
O
Me
O
Me
Me
Me
Me
δ+
O
seletividade 80 : 20
MeO
O
H
O
O
δ+
Me
O
Me
Me
O
seletividade >95 :5
O
MeO
Sn
Me
H

Cl

4

O

Me

Resultados similares: Stoodley Chem. Comm. 1982, 929

Reações de Diels-Alder ciclopentadienos

Reações de Diels-Alder ciclopentadienos CH 2 OMe Cl MeOCH 2 H H CH 2 OMe Cu(BF

CH 2 OMe Cl

MeOCH 2 H H CH 2 OMe Cu(BF 4 ) 2 0 °C Cl Cl
MeOCH 2
H
H
CH 2 OMe
Cu(BF 4 ) 2
0 °C
Cl
Cl
CN
CN
CN

Corey, JACS 1969, 91, 5675

Proporção: 90 : 10

Reações de Diels-Alder com Dienos Quirais

Comprehensive Organic Synthesis, Vol. 5, Trost, Ed. 1991

4.1 Intermolecular Diels-Alder Reactions, W. Oppolzer, See page 347

O O H X 25-50 °C N–Ph Ph–N H O H O
O
O
H
X
25-50 °C
N–Ph
Ph–N
H
O
H
O

X

O H Ph–N H H O
O
H
Ph–N
H
H
O

X

Overman, JACS 1988, 110, 4625

X =

Proporção

H H O X Overman, JACS 1988 , 110 , 4625 X = Proporção –OH 36
H H O X Overman, JACS 1988 , 110 , 4625 X = Proporção –OH 36

–OH

36

: 64

–Me

83

: 17

–OMe

>97 : 3

Reações de Diels-Alder com Dienos Quirais

Comprehensive Organic Synthesis, Vol. 5, Trost, Ed. 1991

4.1 Intermolecular Diels-Alder Reactions, W. Oppolzer, See page 347

Me OR Me OR Me OR O O O H H 25-50 °C N–Ph N–Ph
Me
OR
Me
OR
Me
OR
O
O
O
H
H
25-50 °C
N–Ph
N–Ph
N–Ph
O
H
O
H O
Me
Me
Me
Franck, Tet. Lett. 1985, 26, 3187
Franck, JACS 1988,110, 3257
R = Me: Proporção; 83 : 17
R = Me 3 Si: Proporção; 88 : 12
Me
Me
RO
Comentários sobre ET
H
H
OR
Evita substituíntes alílicos eclipsados
melhor que
Me
melhor doador (Me) anti a ligação
sendo formada
Me
O
O
PhN
PhN
evita interação gauche de OR
O
O

Reação de Diels-Alder: Análise de Orbitais Moleculares

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + +
Etileno e Butadieno
Vs
Butadieno
e
+
+

Acroleína

O

res Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO

H

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2

E

Etileno e Butadieno Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2

LUMO 2

HOMO 2

Vs Butadieno e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO
LUMO 1 HOMO 1
LUMO 1
HOMO 1
e + + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO

LUMO 3

+ + Acroleína O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3

HOMO 3

O

O H E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O

H

E (LUMO 3 -HOMO 1 ) < E (LUMO 2 -HOMO 1 )

Aceleração da velocidadeLUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O H ∆ E LUMO 2 HOMO 2 LUMO 1 HOMO 1 LUMO 3 HOMO 3 O H ∆ E

"Reações de Diels-Alder com demanda reversa de elétrons

RO

CO 2 R CO 2 R RO + + LUMO LUMO LUMO LUMO E HOMO
CO 2 R
CO 2 R
RO
+
+
LUMO
LUMO
LUMO
LUMO
E
HOMO
HOMO
HOMO
HOMO

Reações de hetero Diels-Alder: Demanda reversa de elétrons

RO

O X RO O X OR + + LUMO LUMO
O
X
RO
O
X
OR
+
+
LUMO
LUMO

E

Diels-Alder: Demanda reversa de elétrons RO O X RO O X OR + + LUMO LUMO
Diels-Alder: Demanda reversa de elétrons RO O X RO O X OR + + LUMO LUMO

HOMO

Diels-Alder: Demanda reversa de elétrons RO O X RO O X OR + + LUMO LUMO
LUMO LUMO HOMO HOMO HOMO
LUMO
LUMO
HOMO
HOMO
HOMO

OR

XOC

Catálise por ácidos de Lewis:

LA O O OR RO O X O OR XOC X + + LUMO LUMO
LA
O
O
OR
RO
O
X
O
OR
XOC
X
+
+
LUMO
LUMO
LUMO
LUMO
E
HOMO
HOMO
HOMO
HOMO
O OR
O
OR

Reações de Hetero-Diels-Alder – Catálise Quiral

‡ O O O + ‡ O O O + SiR 3 O O O
O
O
O
+
O
O
O
+
SiR 3
O O
O
10 mol% cat. quiral
Ph
O
N
O
EtO 2 C
N
O OSiR 3
O
Me
Me
Ph
CO 2 Et
SiR 3
O
O
CO 2 Et
O
O
Ph
O
N
O
(CF 3 ) 2 CHOH
Ph
N O
O
Me
Me
CO
2 Et

Evans, Scheidt, Johnston, Willis J. Am. Chem. Soc. 2001, 123, 4480.

Reações de Hetero-Diels-Alder – Catálise Quiral

O O + O O +
O
O
+
O
O
+

Hetero-Diels-Alder – Catálise Quiral O O + O O + ‡ ‡ O O Me Me

– Catálise Quiral O O + O O + ‡ ‡ O O Me Me 2
O O
O
O
Me Me 2 mol% cat. quiral + OEt EtO O OEt EtO 2 C O
Me
Me
2 mol% cat. quiral
+
OEt
EtO
O
OEt
EtO 2 C
O
2 C
97%ee
Me
Me
H
2 mol% cat. quiral
+
O
EtO 2 C
O
O
EtO 2 C
O
H
97%ee

Evans, Johnson, Olhava J. Am. Chem. Soc. 2000, 122, 1635.