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Justiça britânica liberta estuprador sonâmbulo.

Segunda, 19 de dezembro de 2005, 19h27

Um tribunal de York, na Inglaterra, considerou nesta segunda-feira


que um homem de 22 anos, acusado de estupro, não era culpado por
ter agido sob os efeitos do sonambulismo. Um especialista em
problemas do sono atestou que o réu James Bilton é sonâmbulo,
motivo pelo qual podia fazer coisas quando estava dormindo e não
lembrar delas depois de acordar. Depois de sair com uma amiga em
março passado, o acusado convidou a garota para ir para sua casa,
oferecendo-lhe o quarto, enquanto ele dormiu na sala. A vítima,
também de 22 anos, acordou quando James Bilton a estuprava.
Bilton, que é sonâmbulo desde os 13 anos, garantiu ao tribunal que
não se lembra de nada do que aconteceu naquela noite.

Professora é acusada de violentar aluno 28 vezes


Quarta, 5 de abril de 2006, 09h53

Uma professora do Estado americano de Delaware, nos Estados Unidos, foi acusada
nesta terça-feira de ter violentado 28 vezes um menino de 13 anos de idade. Ela
confirmou ter se envolvido em um "relacionamento sexual" que durou uma semana,
disse a polícia. Rachel Holt, 34 anos, também teria permitido que outro menor
assistisse às relações, além de ter dado cerveja a eles.Rachel L. Holt, 34 anos, é
professora de Ciências na Escola Elementar de Claymont. Segundo o chefe de polícia
de New Castle County, Scott McLaren, ela também é acusada de ter permitido que outro
menor, 12 anos, assistisse a ela e o outro menino fazendo sexo, além de ter dado cerveja
a eles. Segundo a rede de televisão CNN, Rachel foi presa, e a fiança estabelecida em
US$ 500 mil. Ela também foi demitida pela escola. Robert Ziegler, porta-voz do Distrito
Escolar de Brandywine School District, confirmou que dois meninos estão envolvidos
no caso. "Um estudante foi abusado fisicamente, e o outro apenas observou", disse.
Segundo a polícia, Rachel e o menino de 13 anos fizeram sexo 28 vezes entre 24 e 31 de
março. Pelas leis do Estado de Delaware, o menino é muito novo para poder praticar
uma relação consentida de sexo. A polícia começou a investigação depois que o pai da
vítima denunciou que seu filho estava tendo uma "relação inapropriada" com sua
professora. O pai também informou que seu filho mentiu para ele sobre passar a noite
na casa de parentes, enquanto na verdade ele estava na casa da professora, disse a
polícia em um comunicado à imprensa. Diligências apuraram que Rachel sabia que o
pai da vítima iria desaprovar o fato de o menino passar a noite em sua casa. A polícia
descobriu que ela telefonou para a namorada do pai do menino fingindo ser a mãe do
menor para obter permissão para ele ficar com ela em sua casa, na cidade de
Wilmington.
Quarta, 21 de dezembro de 2005, 14h59
Japonês morre espancado depois de apalpar
mulher

Um japonês na faixa dos 40 anos, acusado de apalpar uma mulher


em um trem, morreu depois de ser espancado por passageiros em
uma estação de trem da cidade de Osaka. O incidente ocorreu ontem
por volta das 7h30 (hora local) na estação Tennoji. Uma estudante de
20 anos afirmou que o homem a apalpou dentro do coletivo e depois
tentou fugir. Durante a fuga, quatro passageiros, incluindo dois
policiais a caminho do trabalho, o perseguiram por 50 metros. Ele
então teria sido agredido, morrendo mais tarde no hospital, segundo
o jornal Mainichi Daily News.

Brasil

Domingo, 25 de dezembro de 2005, 12h42


Ex-Militar é preso por atentado ao pudor no MS

A. V. F., 55 anos, militar aposentado da Marinha, foi preso na tarde


deste sábado, 24, acusado de abusar sexualmente de uma menina de
12 anos. O caso ocorreu no bairro Alta Floresta, no município de
Ladário, no Mato Grosso do Sul. De acordo com o delegado
plantonista do 1º DP e titular da Delegacia ladarense, M. S., a menina
contou primeiro que chovia, quando ela, a irmã de dois anos e uma
outra colega de quatro anos, foram chamadas pelo acusado para se
abrigarem da chuva na casa dele. Foi quando A. a teria agarrado e
mantido sexo anal com ela. Mas depois, o exame de corpo de delito
não comprovou a violência sexual e a garota acabou relatando que A.
tinha apenas "brincado" com ela, sem penetração. O delegado M. S.,
autuou o militar aposentado por atentado violento ao pudor. Policiais
militares que atenderam a ocorrência, relataram que o encontraram
nu, na cama, com a menina. A. permanece preso no 1º DP. Já as três
meninas, envolvidas no caso, foram entregues ao Conselho Tutelar.

Homem se veste de mulher para tentar fazer sexo


com amigo
Terça, 25 de julho de 2006, 16h50 Atualizada às 17h20
Um jovem foi detido em Murcia, Espanha, depois de entrar vestido de
mulher na casa de outro homem com o qual pretendia manter
relações sexuais, informaram nesta terça-feira fontes policiais. Os
dois se conheciam há meses e mantinham um relacionamento de
amizade, mas o detido queria "reconduzir esta relação de amizade
para o lado sentimental", algo ao que a vítima se negou, segundo as
fontes. O assediado havia, inclusive, proibido a entrada em casa do
agressor, de 27 anos que, diante desta situação, vestido de mulher e
usando peruca, escalou a parede até entrar na casa de seu
"pretendido" pela varanda. Uma vez dentro da casa, tentou abusar
sexualmente dele, embora a vítima tenha conseguido imobilizá-lo e
detê-lo até a chegada da polícia, que prendeu o invasor como autor
pelos crimes de invasão de domicílio e abuso sexual.

Justiça: Ex-detento exige visita íntima a companheiro travesti


06/12/2004

A visita íntima a presidiários se tornou tema de uma disputa inédita na justiça


do Estado de Sergipe. Isso porque o ex-detento Jeferson. V. dos S., 23 anos,
está brigando pelo direito de visitar intimamente o seu companheiro R. R. S. S.,
28 anos, mais conhecido como Roberta Shirley Chayenne, uma travesti a quem
ele chama de “amor da sua vida”. A disputa começou há quase dois meses
quando Jeferson deixou o Complexo Penitenciário Carvalho Neto, em São
Cristóvão (a 25Km de Aracajú), e se viu impedido de visitar Shirley, presa no
mesmo lugar. A partir daí, Jeferson buscou apoio de várias organizações que
lutam pelos direitos humanos e dos homossexuais e conseguiu, com a ajuda da
defensora pública do Estado, M. C. , dar entrada na justiça de um pedido de
visita comum e íntima. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta
segunda-feira, dia 6 de dezembro, Jeferson disse estar muito determinado a
conseguir valer seus direitos. “Logo que coloquei os pés na rua me senti leve e
triste ao mesmo tempo. Na hora de me despedir de Shirley, choramos muito.
Contristado, prometi que faria de tudo para ficar com ela. Enfrentaria tudo, se
precisasse, até, a morte. E sou um homem de palavra”, afirmou.
Com tanta manifestação, o ex-detento já conseguiu a sua primeira vitória: a
carteirinha de visitante comum. E para comemorar, ele providenciou um par de
alianças de ouro para substituir as de prata que o casal já usava. A notícia foi
muito comemorada também por Shirley. “Ele me surpreende a cada dia. Acho
incrível essa luta por nossa união. Ele é forte. Sou apaixonada”, diz ela.
Oficialmente, a Lei de Execuções Penais (LEP) e o Conselho Nacional de
Política Criminal e Penitenciária reconhecem a visita íntima como um direito
constitucionalmente garantido aos presos. Porém, de acordo com alguns
diretores penitenciários, juízes e outros especialistas, este é um caso inédito
em todo o país, já que não existe qualquer conhecimento de homossexuais
registrados como visitantes íntimos de seus companheiros. Mas a permissão da
visita, segundo Cavalcanti, é mais uma questão de boa vontade e de
mentalidade, já que existem todos os instrumentos legais que garantam este
direito. “Restringir a visita íntima entre casais gays é uma postura puramente
preconceituosa e discriminatória”, disse ela.
Por outro lado, a questão vem causando muita polêmica no Departamento do
Sistema Penitenciário (Desipe). Inicialmente, o Desipe alegou que proibiu a
visita íntima devido a um regulamento que proíbe o ex-detento de voltar ao
presídio onde cumpria pena no período de 90 dias. Porém, segundo E. J. de M.
S., coordenador de políticas penitenciárias da OAB (Ordem dos Advogados do
Brasil), membros do Desipe disseram que negaram o pedido de visita alegando
que isto estimularia os comportamentos homossexuais, a promiscuidade e
intensificaria a epidemia da aids nos presídios. Tais declarações deixaram o
coordenador indignado. “É um absurdo. Fere a LEP e a Constituição”. Intrigas à
parte, o secretário de Justiça de Sergipe já anunciou ter em mãos um parecer
favorável a Jeferson. Resta agora esperar a decisão oficial da justiça, o que
pode ocorrer ainda esta semana.

Exército condena à prisão soldados flagrados fazendo


sexo em quartel
LÉO GERCHMANN, da Agência Folha, em Porto Alegre - 23/03/2006 - 20h49

Dois soldados do Exército foram condenados à prisão nesta quinta-


feira pela Justiça Militar, em Santa Maria (RS), por terem praticado
sexo na padaria do Parque Regional de Manutenção da 3ª Região
Militar, mais conhecido como Parque de Motos. O episódio ocorreu no
dia 27 de abril do ano passado. Os dois faziam um bolo quando
ocorreu o ato sexual, dentro da padaria. R. A., 25, pegou dez meses
e 20 dias de detenção. L. P., 20, foi condenado a seis meses de
detenção. A Justiça alegou que os dois praticavam ato de "pederastia
ou libidinagem" (segundo o Código Penal Militar), o que resultou
nessas penas. Antes do julgamento, chegou-se a cogitar a
possibilidade de os dois serem expulsos do Exército, o que não se
confirmou. O advogado de A. adiantou que recorrerá da decisão. O de
P. não se manifestou a respeito. Os dois soldados não mantinham um
relacionamento estável. Foi a única vez em que eles praticaram sexo
entre si, segundo relataram. A pena poderia variar entre prisão de
seis meses a um ano --o que se prevê para o caso da prática de sexo
dentro de unidade militar. Haveria, ainda, a possibilidade de a
condenação ser agravada, pois os dois estavam em serviço no
momento do ato sexual. Os dois soldados admitiram terem praticado
o ato. A. disse ter sido forçado a isso. P. alegou que foi seduzido pelo
colega. Eles foram julgados por um conselho militar, formado pela
juíza auditora S. P. F. e por quatro oficiais do Exército.

Alemã chama polícia porque marido não quer fazer sexo


Quinta, 3 de agosto de 2006, 11h30 Atualizada às 12h38
A polícia da cidade alemã de Aachen recebeu uma ligação incomum
na quarta-feira, uma mulher reclamando que seu marido não estava
cumprindo com seus deveres conjugais. Depois de o casal dormir em
camas separadas por vários meses sem nenhum contato íntimo, a
mulher de 44 anos acordou o marido, de 45, no meio da noite, e
exigiu que ele satisfizesse suas necessidades sexuais, explicou na
quinta-feira o porta-voz da polícia Paul Kemen. Quando os pedidos
dela foram negados, estourou uma briga entre eles e ela ligou para a
polícia pedindo uma intervenção. "Os policiais não se sentiram
capazes de resolver a disputa", disse Kemen. "E como nenhum crime
ou infração pôde ser identificada, tudo que eles puderam fazer foi
abrir uma ocorrência em caso de uma intervenção ser necessária
mais para a frente".

Sertanejo M. é acusado de estuprar menor


Sábado, 20 de maio de 2006, 12h30 Atualizada às 17h54
O cantor M., da dupla sertaneja com B., foi acusado
de estuprar uma jovem de 17 anos. A Polícia Civil da
cidade de Goiás oficializou o inquérito nesta sexta-
feira. Segundo a Polícia Civil, a denúncia foi feita na
madrugada de quinta-feira, durante o plantão do 2º
Distrito Policial de Aparecida de Goiânia. O cantor se
declarou "surpreso" com a acusação. A menina se
dirigiu à delegacia alegando ter sido estuprada em
uma festa realizada em um motel próximo à cidade.
Segundo o delegado N. F., chefe do Departamento de
Comunicação da Polícia Civil de Goiás, a amiga da
garota nega essa versão dos fatos. "Uma fala uma
coisa, e a outra desmente. O laudo do exame será
determinante para a investigação", declarou em
entrevista ao jornal cearense O Povo. M. admitiu, em
nota divulgada por sua assessoria de imprensa, ter
participado da festa. No entanto, ele nega ter alguma
relação com o suposto caso. "Ele está completamente
surpreso com a denúncia a qual foi submetido e se
coloca à disposição da justiça", diz o comunicado. A
nota informa ainda que o cantor não conhecia
nenhuma das mulheres e que não sabia se havia
menores entre elas. Além disso, ele declarou "não
ferir a moralidade pública por estar em um
estabelecimento privado e com direitos de cidadão
comum." Procurado pelo Terra, o cantor não foi
localizado para comentar o assunto.
Jovem usa câmera no tênis para filmar calcinhas
Sexta, 19 de janeiro de 2007, 11h45 Atualizado às Atualizada às 13h24

A polícia australiana prendeu um homem que usava uma


câmera escondida em seu sapato para filmar a roupa de baixo
de mulheres com saia em estações de trem de Melbourne. Ele
usou o mecanismo por quatro anos, escondido em um par de
tênis pretos. A primeira câmera ficava atrás da lingüeta do
tênis e uma segunda, disfarçada de MP3 player, filmava o
rosto das mulheres filmadas. O homem, que teria cerca de 20
anos, foi preso depois que uma mulher desconfiou de seu
comportamento em uma estação e localizou as lentes
escondidas das câmeras. Em busca na casa do acusado, a
polícia encontrou fotografias e videos que mostram que ele
tem feito as filmagens nos últimos quarto anos.
Reuters

Inglesa inventa estupro para vingar-se de ex


Terça, 6 de fevereiro de 2007, 09h54 Atualizada às 11h04

Uma inglesa de 43 anos foi condenada à prisão por ter acusado


falsamente seu ex-namorado de estupro em vingança pelo fim do
relacionamento. Sarah Mealing, 43 anos, acusou seu