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Escola Secund ária de Alberto Sam paio

Escola Secund ária de Alberto Sam paio

Escola Secund ária de Alberto Sam paio
Escola Secund ária de Alberto Sam paio
Escola Secund ária de Alberto Sam paio
 

EFA Secundário Dupla Certific ação

     

Forma ção

   

Curso:

Nível

3

-

Instalação

e

Man

utenção

de

Grupo:

Área:

UFCD

0769

Sistemas Informáticos

 

Tecno lógica

Processadores

Hardware

- A família de processadore s da Intel

- Clock interno

- Clock externo

- Instalar e configurar um p rocessador

- A arquitectura dos proces sadores (RISC/CISC)

Memórias

- Memórias RAM e ROM

- Memória CACHE

- Memória Cache L1 ( Level 1 - Nível 1)

- Memória Cache L2 ( Level 2 - Nível 2)

- Número de contactos

- As velocidades

- Instalação de memórias n um computador

Discos Rígidos e CD-ROMs

- As normas EIDE / ATAPI

- Instalar e/ou substituir um disco rígido

- Instalar e/ou substituir um CD-ROM

e SCSI

CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escol a Secundária de Alberto Sampaio Rua Álvaro Carneiro 4710-216 Braga | Telefon e: 253 204 220 - Fax: 253 204 228 E-mail: novasoportunidad es@esas.pt

Carneiro 4710-216 Braga | Telefon e: 253 204 220 - Fax: 253 204 228 E-mail: novasoportunidad

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Processadores

A CPU Unidade Central de Processamento, também chamada de PROCESSADOR ou MICROPROCESSADOR, é o “cérebro do computador. É no microprocessador que são feitos os cálculos lógicos e aritméticos e o controlo de toda a máquina.

Trata-se de um circuito integrado que contém milhares de componentes electrónicos, organizados de modo a poderem efectuar as operações típicas de processamento de informação. A estrutura de uma CPU é bastante complexa e variável consoante a marca ou versão, no entanto, podem destacar-se as seguintes secções/unidades e componentes fundamentais:

Secção de aquisição e descodificação de instruções: onde são recebidas as instruções provenientes de outros componentes (memórias ou dispositivos de entrada), para, de seguida, serem descodificadas de modo a que a CPU possa determinar quais as operações a realizar;

Unidade de Controlo: que controla e determina as operações a efectuar a cada instante, enviando sinais apropriados para outros componentes. Esta unidade controla, directa ou indirectamente toda a máquina;

Unidade Lógico-Aritmética (ULA): é nesta unidade que são efectuados os cálculos: operações aritméticas (somas, subtracções, etc.) e lógicas (operações de comparação, por exemplo “maior que”, “menor que”, etc.)

Registos (memória): são os componentes capazes de armazenar temporariamente dados e resultados;

Estrutura fundamental do Processador Processador Memória principal Aquisição Descodificação Registos Controlo
Estrutura fundamental do Processador
Processador
Memória principal
Aquisição
Descodificação
Registos
Controlo
ALU
Periféricos

Velocidade do Processador

Todo o sistema informático é controlado por um dispositivo electrónico chamado relógio (CLOCK).

O CLOCK é um cristal que oscila com extrema precisão e que gera uma sequência de impulsos que

comanda a actividade do processador. Este dispositivo electrónico encontra-se localizado na placa-mãe.

O CLOCK determina o número de ciclos que o CPU executa num segundo, uma vez que este trabalha a

milhões de ciclos por segundo, a sua VELOCIDADE (ou FREQUÊNCIA) é medida em MegaHertz MHz (milhões de ciclos por segundo).

em MegaHertz – MHz (milhões de ciclos por segundo). Podemos comparar a FREQUÊNCIA à marcação do

Podemos comparar a FREQUÊNCIA à marcação do ritmo de trabalho (batidas por segundo).

à marcação do ritmo de trabalho (batidas por segundo). Quanto MAIOR a FREQUÊNCIA do processador mais

Quanto MAIOR a FREQUÊNCIA do processador mais RÁPIDO ele executa as instruções.

A velocidade dos processadores actuais anda na ordem dos GigaHertz (1000 milhões de ciclos por

segundo). Por exemplo, se o processador possui um clock (relógio ou frequência) de 900 MHz significa que os dados são processados dentro do chip em ciclos de 900 milhões de vezes por segundo.

CLOCK interno e CLOCK externo

Clock interno: indica a frequência na qual o processador trabalha. Por exemplo, num Pentium 4 de 2,8 GHz, o "2,8 GHz" indica o clock interno.

Clock externo: também conhecido como FSB (Front Side Bus), o clock externo, por sua vez, indica frequência de trabalho do barramento (barramento externo) de comunicação com a placa-mãe (chipset, memória, etc.).

Assim, sobre a velocidade de um computador, temos de considerar o relógio do barramento de dados (bus) – CLOCK externo, e o relógio do CPU (Clock interno).

O relógio do barramento relaciona-se com a velocidade na qual os dados viagem pela motherboard e o

relógio interno de um chip (processador) relaciona-se com a velocidade com a qual os dados são

processados

Resumidamente, a velocidade de um computador depende da:

A arquitectura do processador;

Velocidade do processador (relógio interno);

Velocidade do relógio do barramento de dados (bus).

Num processador Pentium 4 pode ler-se:

EXEMPLO: Pentium 4 Intel Pentium TM 4 1400 / 256 / 400 / 1 7
EXEMPLO: Pentium 4
Intel Pentium TM 4
1400 / 256 / 400 / 1 7
Velocidade
1,4 GHz
Voltagem da
Quantidade CACHE L2
256 KB
FSB
CPU
400 MHz
1,7 volts

O processador é caracterizado da seguinte forma, exemplos:

Fabricante

Modelo

Velocidade

INTEL

Pentium 4

2,8 GHz

INTEL

Celeron

700

MHz

AMD

Athlon

1 GHz

AMD

Duron

700

MHz

Principais fabricantes de processadores:

Intel

AMD

VIA (Cyrix)

A família de processadores da Intel

Resumo da Evolução dos processadores Intel:

8088 / 8086

Resumo da Evolução dos processadores Intel: 8088 / 8086 80286 80386 80486 Pentium Pentium Pro Pentium

80286

da Evolução dos processadores Intel: 8088 / 8086 80286 80386 80486 Pentium Pentium Pro Pentium II

80386

Evolução dos processadores Intel: 8088 / 8086 80286 80386 80486 Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium

80486

dos processadores Intel: 8088 / 8086 80286 80386 80486 Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium III

Pentium

processadores Intel: 8088 / 8086 80286 80386 80486 Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium III Pentium

Pentium Pro

Pentium II Pentium III
Pentium II
Pentium III

Pentium IV

80486 Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium III Pentium IV ?? CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola

??

A seguir temos o quadro que ilustra a evolução dos processadores do fabricante Intel.

Processador

Ano

Frequência

Número de

(em Megahertz - MHz– milhões de ciclos por segundo) (em Gigahertz – GHz- milhares de milhões de ciclos por segundo)

transístores

8086

1978

4/6/8 Mhz

 

2900

8088

1979

4/6/8/10/12 Mhz

 

2900

80286

1982

4/6/8/10/12/16/20 Mhz

 

134

000

80386

DX

1985

16/20/25/33 Mhz

 

275

000

80386

SX

1988

16/20/25/33 Mhz

 

275

000

80486

DX

1990

20/25/33/50 Mhz

1 200 000

80486

SX

1991

20/25/33/50 Mhz

1 185 000

80486

DX2

1992

50/66 Mhz

1 200 000

80486

DX4

1992

75/100 Mhz

1 600 000

Pentium

1992

60/66 Mhz

3

100 000

Pentium PRO

1995

166/180/200 Mhz

5

500 000

Pentium MMX

1997

166/200/266 Mhz

4

500 000

Pentium II

1997

233/266/300/350/400/450 Mhz

7

500 000

Pentium III

1999

450/500/533/550/600/650/667/700/750/800/850/860Mhz

9

500 000

1 Ghz

 

Pentium IV

2001

1,3/1,4/1,5/…/2,7…Ghz

42 000 000

Esta evolução deve-se à possibilidade de miniaturização por parte das indústrias de componentes electrónicos. Foi justamente a miniaturização dos transístores que permitiu criar o circuito integrado, em seguida o microchip e processadores com cada vez mais transístores podendo operar com frequências cada vez mais elevadas. O aumento do número de transístores e da frequência de processamento, trouxe um aumento do consumo de energia, e consequentemente da temperatura no interior do processador.

consequentemente da temperatura no interior do processador. Processador Pentium 4 CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola

Processador Pentium 4

Fisicamente, o processador é encaixado em locais próprios na motherboard – slots ou sockets, dependendo do tipo de processador.

– slots ou sockets , dependendo do tipo de processador. Exemplos:   Processadores Encaixes a) Intel

Exemplos:

ou sockets , dependendo do tipo de processador. Exemplos:   Processadores Encaixes a) Intel Pentium II
 

Processadores

Encaixes

a)

Intel Pentium II

b) Slot1

c)

Intel Pentium III

d) Socket 370

Socket para processador

É o local na motherboard onde é encaixado o processador

Existem vários tipos de socket

Um socket serve apenas para alguns processadores específicos

Hoje em dia é o tipo de socket mais utilizado (Socket T ou LGA 775)

dia é o tipo de socket mais utilizado (Socket T ou LGA 775) ZIF Socket T

ZIF

Socket T ou LGA 775

Zero Insertion Force (o que significa que não é necessário forçar o encaixe).

É um padrão de encaixe utilizado pela maioria dos processadores com encaixe em formato de soquete. Para instalar ou desinstalar o processador, basta levantar uma alavanca ao lado do encaixe, encaixar o processador e baixa-la novamente. Não é preciso fazer força para realizar o encaixe, daí o nome.

Instalação da CPU LGA 775 com Clipe de MSI e Cooler

Notas iniciais:

O lado com pinos da CPU LGA 775

MSI e Cooler Notas iniciais: O lado com pinos da CPU LGA 775 O triângulo é

O triângulo é o indicador do Pino 1.

A superfície da CPU LGA 775. Aplicar um pouco de

massa térmica para melhorar a dissipação de calor.

de massa térmica para melhorar a dissipação de calor. O triângulo é o indicador do Pino

O triângulo é o indicador do Pino 1.

O exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU.

exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU. A CPU tem uma Remova o
exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU. A CPU tem uma Remova o
exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU. A CPU tem uma Remova o
exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU. A CPU tem uma Remova o
exclusivo Clipe de MSI para uma melhor instalação da CPU. A CPU tem uma Remova o

A

CPU

tem

uma

Remova o Clipe que

Use as duas mãos

Alinhe

os

dois

tampa na

parte

vem com a CPU e

para

remover

a

indicadores de pino

inferior para proteger

vire-o na mesma

tampa protectora (se

(os

triângulos

na

os

contactos. Vire-o

direcção que a CPU

existir). Assegure-se

CPU e

o

Clipe da

para

alinhar

o

(O indicador do Pino 1

de

não

tocar

os

CPU), e use o Clipe

indicador do pino 1

deve estar na esquina

pinos.

 

da

CPU

para

(triângulo)

na

inferior esquerda).

assegurar

a

CPU,

esquina

inferior

pressionando

os

esquerda.

A

clipes de ambos os

disposição da CPU

 

lados

ao

centro,

depende

da

sua

como

mostra

a

embalagem

imagem.

da sua como mostra a embalagem imagem. tampa CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de

tampa

sua como mostra a embalagem imagem. tampa CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
sua como mostra a embalagem imagem. tampa CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
sua como mostra a embalagem imagem. tampa CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
O CPU tem uma cobertura de plástico para proteger os contactos (pinos). Antes de instalar

O CPU tem uma cobertura de plástico para proteger os contactos (pinos). Antes de instalar a

sempre

CPU,

mantenha a CPU

coberto

para

proteger os pinos.

a sempre CPU, mantenha a CPU coberto para proteger os pinos. Remova a cobertura pelo lado
a sempre CPU, mantenha a CPU coberto para proteger os pinos. Remova a cobertura pelo lado

Remova a cobertura pelo lado da alavanca (como indica a seta). Os pinos do soquete agora estão visíveis.

indica a seta). Os pinos do soquete agora estão visíveis. Levante a alavanca para abrir a
indica a seta). Os pinos do soquete agora estão visíveis. Levante a alavanca para abrir a

Levante a alavanca para abrir a tampa.

estão visíveis. Levante a alavanca para abrir a tampa. Alinhe correctamente o triângulo do Clipe da
estão visíveis. Levante a alavanca para abrir a tampa. Alinhe correctamente o triângulo do Clipe da

Alinhe correctamente o triângulo do Clipe da CPU com a esquina dentada da CPU, e o quadrado do Clipe com o gancho do soquete.

da CPU, e o quadrado do Clipe com o gancho do soquete. Use seu polegar e
da CPU, e o quadrado do Clipe com o gancho do soquete. Use seu polegar e

Use seu polegar e dedos do meio para pressionar os clipes e libertar a CPU, em seguida pressione para baixo a CPU com seu dedo indicador para instalar o módulo completo no soquete da CPU.

para instalar o módulo completo no soquete da CPU. O instalado correctamente em seu devido soquete.
para instalar o módulo completo no soquete da CPU. O instalado correctamente em seu devido soquete.

O

instalado correctamente em seu devido soquete.

está

CPU

instalado correctamente em seu devido soquete. está CPU já Verifique visualmente se a CPU correctamente posicionado
instalado correctamente em seu devido soquete. está CPU já Verifique visualmente se a CPU correctamente posicionado

Verifique

visualmente se a

CPU

correctamente posicionado no

soquete,

seguida remova o Clipe da CPU com dois dedos, e cubra o mesmo com a tampa.

em

está

da CPU com dois dedos, e cubra o mesmo com a tampa. em está Pressione a
da CPU com dois dedos, e cubra o mesmo com a tampa. em está Pressione a

Pressione a alavanca para baixo suavemente, e volte a assegurá-la no gancho.

para baixo suavemente, e volte a assegurá-la no gancho. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de
Nota: Alinhe os orifícios da placa-mãe com o ventilador. Pressione quatro clipes Pressione os quatro
Nota: Alinhe os orifícios da placa-mãe com o ventilador. Pressione quatro clipes Pressione os quatro
Nota: Alinhe os orifícios da placa-mãe com o ventilador. Pressione quatro clipes Pressione os quatro

Nota:

Alinhe os orifícios da placa-mãe com o ventilador. Pressione

quatro

clipes

Pressione os quatro ganchos para baixo para assegurar o

Vire a placa-mãe para confirmar que os ganchos estejam

Para desinstalar a CPU, alinhe os quatro pontos (veja Ponto 8

o ventilador para

ventilador.

Em

correctamente

para detalhes) outra

baixo até que seus

seguida, vire o interruptor da trava

inseridos.

vez e pressione o clipe para levantar a

encaixem

nos

(veja a sinal na

CPU.

orifícios.

imagem) para travar os ganchos.

 
orifícios. imagem) para travar os ganchos.   CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
orifícios. imagem) para travar os ganchos.   CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
orifícios. imagem) para travar os ganchos.   CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto
orifícios. imagem) para travar os ganchos.   CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto

Como já foi referido, actualmente os processadores aquecem bastante, por isso necessitam de um dispositivo capaz de dissipar o calor produzido por eles. Esse dispositivo é chamado cooler, e é formado por três partes:

Um composto térmico, usado para facilitar a transferência de calor entre o processador e o dissipador de calor;

Um dissipador de calor, que é o corpo metálico do cooler, que pode ser de alumínio ou cobre;

Uma ventoinha, para transferir o calor presente no dissipador de calor para o ar.

o calor presente no dissipador de calor para o ar. Cooler A arquitectura dos processadores (RISC/CISC)

Cooler

A arquitectura dos processadores (RISC/CISC)

Existem 2 tipos de processadores em função da sua arquitectura de funcionamento. São os processadores CISC e RISC:

Processador CISC (Complex Instruction Set Computer): possui um conjunto complexo de instruções que o tornam capaz de executar várias centenas de operações, tal complexidade, no entanto, limita o seu desempenho. Exemplos: 80386 e 80486

Processador RISC (Reduced Instruction Set Computer): possui um conjunto limitado de instruções e executa apenas operações simples, sendo, portanto, muito mais rápido e potente. Exemplos: IBM 6000 e DEC Alpha

Os processadores modernos combinam estas duas arquitecturas.

Memória primária (ou principal ou central)

os dados com que o

processador vai trabalhar, bem

dispositivos dá-se o nome de me mórias.

temporariamente (caso

da RAM e CACHE) ou não ( caso da ROM) pequenas quantidades de info rmação. Devido à sua

importância fundamental, este primária.

principal, central ou

Comunicam directamente com

como, os resultados intermédios e finais do p rocessamento. A esses

O computador possui dispositi vos que permitem armazenar as instruções e

o processador, estão “perto” dele e armazenam

tipo de memória foi designado de memória

dele e armazenam tipo de memória foi designado de memória Memória secundária ( auxiliar ou massa)

Memória secundária ( auxiliar ou massa)

Consiste nos dispositivos de a rmazenamento secundário. Estas memórias c aracterizam-se por uma

grande capacidade de armazen amento cujo objectivo é guardar a informação duradouro. Exemplos, discos du ros e bandas magnéticas.

com um carácter mais

discos du ros e bandas magnéticas. com um carácter mais CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária
discos du ros e bandas magnéticas. com um carácter mais CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária

Memória RAM

A sigla RAM deriva da expressão Random Access Memory, que significa memória de acesso aleatório. Os dados armazenados nesta memória podem ser lidos, escritos e apagados pelo processador. Quando ligamos o computador é inserida na RAM a informação de que o processador necessita para o seu funcionamento. É nesta memória que estão armazenadas as instruções e os dados que o processador vai trabalhar e tem a característica de ser volátil, isto é, tem a necessidade de estar constantemente alimentada de corrente eléctrica, assim quando o computador desliga, todo o conteúdo desta memória se perde. Quanto mais memória RAM um computador tiver, mais informações ela pode guardar, o que traduz numa optimização do seu funcionamento.

o que traduz numa optimização do seu funcionamento. FALHA DE LUZ… APÓS A FALHA DE LUZ…
FALHA DE LUZ… APÓS A FALHA DE LUZ…
FALHA DE LUZ…
APÓS A FALHA DE
LUZ…

RESUMO:

Memória de acesso aleatório/livre ou directo;

É uma memória volátil, significa que o seu conteúdo é apagado quando se desliga o computador;

Nela podem ser feitas operações de escrita e leitura de dados;

É onde os dados e as instruções que constituem um programa ficam armazenados.

Podemos classificar as memórias RAM, quanto à sua forma física, nos seguintes tipos:

SIMM (Single In-Line Memory Module) de 30 contactos Neste caso, os módulos de memória são pequenas placas de circuito impresso com chips, estes módulos são encaixados em sockets disponíveis na placa mãe.

são encaixados em sockets disponíveis na placa mãe. Módulo de memória RAM SIMM de 30 contactos

Módulo de memória RAM SIMM de 30 contactos

SIMM (Single In-Line Memory Module) de 72 contactos Caracterizam-se por apresentarem semelhanças físicas com as memórias SIMM de 30 contactos, mas possuem 72 contactos electrónicos. Este tipo de memória foi usado nos computadores com microprocessadores 486 e nos primeiros Pentium.

com microprocessadores 486 e nos primeiros Pentium. Módulo de memória RAM SIMM de 72 contactos DIMM

Módulo de memória RAM SIMM de 72 contactos

DIMM (Double In-Line Memory Module) de168 contactos Enquanto que nos módulos SIMM de 30 e 72 contactos, estes são apenas de um lado, nos módulos DIMM de 168 contactos são utilizados os dois lados do módulo, o que justifica o seu nome, Double In-Line Memory Module. Estes módulos são encaixados na motherboard nos locais com a referência DIMM1, DIMM2 ou DIMM3. Fisicamente, há duas divisões no encaixe da placa. Existem módulos com 32 MByte, 64 MByte, 128 Mbyte e 512 MBytes.

módulos com 32 MByte, 64 MByte, 128 Mbyte e 512 MBytes. Módulo de memória RAM DIMM

Módulo de memória RAM DIMM de168 contactos

SODIMM (Small Out-Line DIMM) de 72, 144 e 200 contactos Estes módulos são utilizados em portáteis. Módulos de 72 e 144 contactos podem ter 2MB até 256Mb de capacidade de armazenamento. Módulos de 200 contactos podem ter 512 MB ou 1 GB de capacidade de armazenamento.

podem ter 512 MB ou 1 GB de capacidade de armazenamento. Módulo de Memória RAM SODIMM

Módulo de Memória RAM SODIMM de144 contactos

DIMM (Double In-Line Memory Module) de184 contactos Contém mais 16 contactos que os módulos de 168 contactos. Fisicamente, há apenas um divisão no encaixe da placa. A capacidade de armazenamento pode chegar aos 4 GBytes.

A capacidade de armazenamento pode chegar aos 4 GBytes. Módulo de memória DIMM de184 contactos DIMM

Módulo de memória DIMM de184 contactos

DIMM (Double In-Line Memory Module) de 240 contactos Módulos de 240 contactos podem ter 512 MB, 1 GB, 2 GB de capacidade de armazenamento.

podem ter 512 MB, 1 GB, 2 GB de capacidade de armazenamento. Módulo de memória DIMM

Módulo de memória DIMM de 240 contactos

Existem vários tipos de RAM, em função da sua tecnologia:

DRAM (Dynamic RAM) - associada a módulos SIMM;

FPM RAM (Fast Page Mode RAM) – associada a módulos SIMM;

EDO RAM (Extended Data Out RAM) – associada a módulos SIMM;

BEDO RAM (Burst Extended Data RAM) - associada a módulos SIMM;

SDRAM (Sychronous Dynamic RAM) – associada a módulos SIMM ou DIMM ;

VRAM (Vídeo RAM);

DDR (Double Data Rate) - associada a módulos DIMM ou SODIMM ;

DDR 2 (Double Data Rate 2)

DDR 3…

DRAM (RAM dinâmica)

É a memória mais comum. Esse tipo de RAM é a menos cara, apesar de ser a mais lenta. As DRAM têm tempos de acesso (leitura ou escrita) da ordem dos 80 a 150 ηs (nanossegundos - é um bilionésimo de segundo) pelo computador. A lentidão associada a esta memória é devida ao processo refrescamento de memória, que mantém os dados armazenados durante o funcionamento e que se repete em curtos intervalos de tempo.

FPM RAM

É um dos mais antigos tipos de DRAM. Foi a primeira melhoria significativa na arquitectura das memórias. Foram utilizadas em computadores 386, 486 e nos primeiros computadores Pentium, em forma de SIMM de 30 ou 72 contactos e as mais comuns são as de 70 ηs.

30 ou 72 contactos e as mais comuns são as de 70 η s . CENTRO

EDO RAM

É um tipo de DRAM que surgiu depois da tecnologia FPM RAM, com a vantagem de ter um tempo de

acesso mais rápido que na tecnologia FPM - cerca de 60 ηs com os processadores nos primeiros Pentium. As memórias EDO não são, neste momento, utilizadas. Podem ser encontradas em computadores antigos, em módulos de 72 contactos e, em alguns casos raros, em módulos SIMM. Apenas as placas para processadores Pentium e algumas placas mãe para 486 com slots PCI aceitavam trabalhar com memórias EDO.

486 com slots PCI aceitavam trabalhar com memórias EDO. BEDO RAM Constituíram uma evolução das memórias

BEDO RAM

Constituíram uma evolução das memórias EDO RAM, conseguindo-se obter tempos de acesso da ordem dos 50 ηs.

A não compatibilidade com as EDO RAM foi a causa principal para que estas memórias não tivessem

sido muito utilizadas.

SDRAM

Tanto as memórias FPM como as memórias EDO são assíncronas, isto é, trabalham com o seu próprio ritmo, independentemente dos ciclos de relógio da placa mãe

As memórias SDRAM, por sua vez, são capazes de trabalhar sincronizadas com os ciclos de relógio da placa-mãe, sem tempos de espera. Como é necessário que a memória SDRAM seja tão rápida como a placa-mãe, encontramos no mercado versões com tempos de acesso entre 15 ηs e 6 ηs.

O facto de funcionarem sincronizadas com os ciclos da motherboard torna-as muito mais rápidas que as

suas antecessoras.

torna-as muito mais rápidas que as suas antecessoras. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de Alberto

VRAM

Trata-se de uma memória de vídeo, que está fisicamente localizada nas placas de vídeo, e que é independente da RAM do sistema.

DDR

Tipo memória actualmente bastante utilizada. A sigla DDR vem de Double Data Rate e indica, justamente, a capacidade das memórias DDR transmitirem dados duas vezes por ciclo: uma transferência no início do ciclo de clock e uma segundo transferência no final. Um módulo DDR de 266 MHz, por exemplo, não trabalha a 266 MHz, mas sim a apenas 133 MHz; no entanto, como são feitas duas transferências por ciclo de clock, o desempenho é equivalente ao que seria alcançado por um módulo de 266 MHz.

ao que seria alcançado por um módulo de 266 MHz. DDR 2 Como o próprio nome

DDR 2

Como o próprio nome indica, a memória DDR2 é uma evolução da tão utilizada memória DDR. Entre suas principais características estão o menor consumo de energia eléctrica, menor custo de produção e velocidades mais rápidas.

Os módulos de memória DDR2 não são compatíveis com placas-mãe que trabalham com memória DDR. Embora os módulos de memória de ambos os tipos (DDR e DDR2) pareçam iguais numa primeira vista (pois possuem o mesmo tamanho), na verdade, não são iguais. O tipo DDR tem 184 contactos, ao passo que, o tipo DDR2 tem 240 contactos. Além disso, a local da divisão entre os contactos no módulo DDR2 é diferente dos módulos de memória DDR, como mostra a imagem a seguir.

As velocidades das memórias Algumas velocidades para as memórias mais comuns: Memória Frequência Velocidade

As velocidades das memórias

Algumas velocidades para as memórias mais comuns:

Memória

Frequência

Velocidade

SDRAM PC100

100

MHz

800 MB/s

SDRAM PC133

133

MHz

1064

MB/s

DDR-200 ou PC-1600

200

MHz

1600

MB/s

DDR-266 ou PC-2100

266

MHz

2100

MB/s

DDR-333 ou PC-2700

333

MHz

2700

MB/s

DDR-400 ou PC-3200

400

MHz

3200

MB/s

DDR2-400 ou PC2-3200

400

MHz

3200

MB/s

DDR2-533 ou PC2-4300

553

MHz

4300

MB/s

DDR2-677 ou PC2-5300

677

MHz

5300

MB/s

DDR2-800 ou PC2-6400

800

MHz

6400

MB/s

Velocidade das memórias

Leitura de "PC2-3200" em relação à memória de 400 MHz DDR2:

O número 3200 indica a quantidade de MB por segundo que a memória é capaz de trabalhar. Isso quer dizer que, no caso da memória de 400 MHz, sua velocidade é de 3.200 MB ou 3.2 GB por segundo.

Memória ROM

Memória ROM Enquanto que a memória RAM é de leitura e escrita, a memória ROM é

Enquanto que a memória RAM é de leitura e escrita, a memória ROM é apenas de leitura. A sigla ROM significa Read Only Memory, isto é, memória apenas de leitura (só é lida pela CPU). É uma memória não volátil, significa que conserva os dados mesmo quando a corrente eléctrica deixa de alimentar o sistema. As memória ROM tem como função o armazenamento de instruções básicas sobre o hardware do computador, tais como as rotinas de arranque, rotinas de teste de dispositivos de hardware e todas as instruções necessárias para que o processador reconheça e interaja correctamente com os dispositivos de entrada/saída.

A memória ROM armazenam os 3 tipos de programas:

BIOS (Basic Input Output Sistem)

POST (Power On Self Test)

SETUP (configuração do sistema)

BIOS (Basic Input Output Sistem) – conjunto de instruções de software que permite ao processador trabalhar com periféricos básicos, como por exemplo a unidade de disquetes.

POST (Power On Self Test) – autoteste de inicialização, realizado sempre que o computador é inicializado. Este autoteste executa as seguintes rotinas:

Identifica a configuração instalada

Inicializa todos os circuitos periféricos ligados à placa mãe

Inicializa o vídeo

Testa o teclado

Carrega o sistema operativo para a memória

Entrega o controlo do microprocessador ao sistema operativo

SETUP (configuração do sistema) – programa de configuração do hardware do computador. Essa

configuração pode ser feita manualmente pelo utilizador através da escolha de várias opções num

interface próprio.

da escolha de várias opções num interface próprio. Existem, fundamentalmente, três tipos de memórias ROM

Existem, fundamentalmente, três tipos de memórias ROM segundo a forma de gravação, que são as:

PROM - (Programmable Read Only Memory)

EPROM - (Erasable and Programmable ROM)

EEPROM (Electrically EPROM

As EEPROM (Electrically EPROM) podem ser programadas electronicamente sem as retirar do seu local

na placa-mãe.

PROM (Programmable ROM)

Nas memórias PROM a informação pode ser gravada uma só vez através de um equipamento especial.

A programação é feita fundindo fusíveis internos à memória.

Programável após o fabrico

Uma vez programada não pode ser modificada

EPROM (Erasable PROM)

Nas EPROM pode-se gravar e apagar um número de vezes. A programação é feita pela indução de

cargas eléctricas aos circuitos internos. A eliminação do programa faz-se expondo a memória a raios

ultravioleta (UV).

• Conteúdo apagado e regravado – raios ultravioletas

EEPROM (Electrically EPROM)

As podem ser programadas electronicamente sem as retirar do seu local na placa-mãe.

Apagável electricamente

Memória CACHE

O processador é muito mais rápido do que a memória RAM. Isso faz com que fique subutilizado quando

precisa enviar muitos dados consecutivamente. Ou seja, durante grande parte do tempo não processa

nada, espera que a memória fique pronta para enviar novamente os dados. Para fazer com que o processador não fique subutilizado quando envia muitos dados para RAM, foi colocada uma memória mais rápida, chamada memória cache, do tipo SRAM (static RAM). Os dados são então lidos da memória RAM e copiados para a memória cache. Estando esses dados na cache, o processador acede mais rapidamente a eles quando necessitar. Com a utilização desta memória o computador fica mais rápido, pois não há tempos de espera ao receber ou enviar dados do processador para a RAM.

A memória cache é encontrada em dois tipos (níveis):

Memória cache L1 (Level 1 - Nível 1) – presente dentro do microprocessador ou cache interna. Memória cache L2 (Level 2 - Nível 2) – presente na placa-mãe ou dentro do processador, no caso de

processadores recentes. Quando é externa, a sua capacidade depende do chipset presente na placa- mãe.

Instalação de memórias num computador

Exemplo de instalação de módulos DIMM DDR ou DDR2

Exemplo de instalação de módulos DIMM DDR ou DDR2 Forma de instalar um módulo DIMM Para

Forma de instalar um módulo DIMM

Para colocar a memória na motherboard, as patilhas brancas situadas nos 2 lados, têm de estar abertas para que a memória encaixe, depois de correctamente encaixada as patilhas fecham-se automaticamente.

Forma de extrair um módulo DIMM

Para retirar o módulo de memória, basta abrir as patilhas e a memória solta-se.

Memórias secundárias ou de massa

Destinam-se a guardar os programas e a informação que os utilizadores necessitam de preservar para além dos momentos em que decorrem as operações de processamento.

Como a memória RAM é volátil torna-se evidente a necessidade de outro tipo de memórias que permitem guardar a informação para além do momento em que se está a utilizar um programa.

As memórias secundárias resolvem o problema da volatilidade dos dados que se encontram na RAM

Permitem armazenar grandes quantidades de informação (massa) e existem precisamente para que a informação com que se trabalha num computador possa ser guardada com um carácter mais duradouro.

Exemplos:

Discos Rígidos

Disquetes

Bandas Magnéticas

Discos ópticos

(CD, DVD)

Disquetes Bandas Magnéticas Discos ópticos (CD, DVD) Drive de Disquetes Drive de CD/DVD CENTRO NOVAS

Drive de Disquetes

Magnéticas Discos ópticos (CD, DVD) Drive de Disquetes Drive de CD/DVD CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola
Magnéticas Discos ópticos (CD, DVD) Drive de Disquetes Drive de CD/DVD CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola

Drive de CD/DVD

Discos ópticos (CD, DVD) Drive de Disquetes Drive de CD/DVD CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária

Discos ópticos

Pen Drive

Discos ópticos Pen Drive Blu-Ray HD-DVD Discos Rígidos O disco rígido (disco duro ou “ha rd

Blu-Ray

Discos ópticos Pen Drive Blu-Ray HD-DVD Discos Rígidos O disco rígido (disco duro ou “ha rd

HD-DVD

Discos ópticos Pen Drive Blu-Ray HD-DVD Discos Rígidos O disco rígido (disco duro ou “ha rd

Discos Rígidos

O disco rígido (disco duro ou “ha rd disk”) é um dispositivo magnético utilizado pa ra o armazenamento de dados de um computador. Características mais gerais de u m disco rígido:

Normalmente encontra-s e dentro do computador, fixo à caixa.

É um dispositivo de leitu ra e escrita

O modo de acesso aos

dados é directo

As velocidades de acess o aos dados são muito rápidas

Capacidades de armaze namento da ordem dos GB.

rápidas Capacidades de armaze namento da ordem dos GB. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de

Um disco rígido consiste num conjunto de pratos metálicos sobrepostos. Cada prato tem duas faces revestidas de uma substância magnética que permite a gravação de informação. Cada prato tem um braço, com duas cabeças de leitura e escrita, uma para cada face do prato, o que quer dizer que um disco com três pratos tem seis faces e um total de seis cabeças.

Todas as cabeças de leitura/escrita estão ligadas a um único braço mecânico, pelo que não se podem movimentar sozinhas.

Cada face do prato de um disco fica dividida em pistas concêntricas e estas em sectores.

fica dividida em pistas concêntricas e estas em sectores. Toda a informação contida num DISCO RÍGIDO

Toda a informação contida num DISCO RÍGIDO encontra-se gravada em PISTAS (Tracks), que são círculos concêntricos localizados em cada face de um prato.

Cada PISTA é dividida em unidades ainda menores designadas por SECTORES (zonas onde se gravam os dados).

PISTA

por SECTORES (zonas onde se gravam os dados). PISTA SECTOR Cada SECTOR pode armazenar 512 bytes

SECTOR

Cada SECTOR pode armazenar 512 bytes de informação.

É este formato em PISTAS e SE CTORES que permite ao DRIVE DO DISCO RÍG IDO identificar os locais

físicos onde ler ou escrever os d ados nas superfícies dos pratos.

onde ler ou escrever os d ados nas superfícies dos pratos. O número de PISTAS e

O

número de PISTAS e de SEC TORES varia de DISCO RÍGIDO para DISCO RÍ GIDO.

e de SEC TORES varia de DISCO RÍGIDO para DISCO RÍ GIDO. O em ambientes limpos,

O

em ambientes limpos, pois uma pequena partícula de poeira poderia destruir a su perfície do disco.

disco rígido não deve ser de smontado, pois corre-se o risco de inutilizá-lo. O s discos são montados

Conectores /Interfaces

Para que um disco rígido troque informação com um computador é necessário:

que se encontre ligado à MOTHERBOARD (disco – cabo – motherboard)

que o computador conheça a “linguagem” do disco rígido de modo a poder se comunicar com este último.

Essas questões são resolvidas pela INTERFACE que se utiliza. Actualmente os discos rígidos funcionam com base num dos seguintes tipos de interfaces:

IDE (ATA)

/

EIDE

Integrated Drive Electronics (Advanced Technology Atachment) ou

Enhanced IDE

 

SCSI – Small Computers System Interface

SATA – (Serial ATA)

 

Os discos rígidos possuem dois conectores:

Um de alimentação

Outro para troca de dados com o computador.

O conector para troca de dados é mais conhecido como “INTERFACE”. A interface mais comum é ATA (Advanced Technology Atachment), enquanto que a interface SATA (Serial ATA) foi criada para substituir a ATA e é o mais popular no mercado. Após o lançamento do SATA, a interface ATA passou a ser chamada de PATA (Parallel ATA). Uma outra interface famosa é a SCSI (Small Computer Systems Interface), mas é mais voltada para o mercado de servidores de rede e computadores portáteis.

o mercado de servidores de rede e computadores portáteis. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária de
O jumper mestre/escravo (master/slave) em discos rígidos ATA pode ser configurado de três maneiras: Mestre

O jumper mestre/escravo (master/slave) em discos rígidos ATA pode ser configurado de três maneiras:

Mestre: Significa que este é o único disco rígido que estará ligado ao cabo ou será o primeiro disco rígido quando dois discos forem ligados ao cabo.

Escravo: Significa que este é o segundo disco rígido que estará ligado ao cabo.

CS (Cable Select): Significa que, com a utilização de um cabo “especial”, chamado CS, a configuração de quem será o mestre e o escravo será determinada pela posição do disco rígido no cabo e não pela configuração do jumper.

disco rígido no cabo e não pela configuração do jumper. O padrão Serial ATA introduziu um

O padrão Serial ATA introduziu um novo conector de alimentação, que é muito diferente do conector padrão utilizado por discos rígidos. Como o padrão Serial ATA e para garantir compatibilidade, encontrar-se-á discos rígidos Serial ATA com ambos os conectores de alimentação. Apenas se precisa de usar um deles, e não os dois ao mesmo tempo.

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Disco Duro IDE/ATA Disco Duro SCSI Disco Duro S-ATA Disco Duro S-ATA Motor dos pratos

Disco Duro IDE/ATA

Disco Duro IDE/ATA Disco Duro SCSI Disco Duro S-ATA Disco Duro S-ATA Motor dos pratos Actualmente,

Disco Duro SCSI

Disco Duro IDE/ATA Disco Duro SCSI Disco Duro S-ATA Disco Duro S-ATA Motor dos pratos Actualmente,

Disco Duro S-ATA

Disco Duro IDE/ATA Disco Duro SCSI Disco Duro S-ATA Disco Duro S-ATA Motor dos pratos Actualmente,

Disco Duro S-ATA

Motor dos pratos Actualmente, o motor dos pratos gira a 5.400 rpm (rotações por minuto), 7.200 rpm ou até mesmo 10.000 rpm e 15.000 rpm, dependendo do modelo do disco rígido. Quanto maior for a velocidade de rotação do motor, maior será a velocidade com que os dados podem ser lidos dos pratos.

Cabos

8
8

1

Cabo IDE/ATA de 80 vias / 40 contactos

5

Cabo Serial-ATA

2

Cabo IDE/ATA de 40 vias / 40 contactos

6

Cabo em Y de 4 contactos para alimentação

3

Cabo SCSI com terminador

7

Cabo IDE/ATA redondo de 80 vias / 40 contactos

4

Cabo de drive de disquete 34 vias

8

Conectores de alimentação Serial-ATA

DISCOS ÓPTICOS

CD COMPACT DISK, DISCO COMPACTO

DVD DIGITAL VERSATILE DISK, DISCO DIGITAL VERSÁTIL

Os CDs e DVDs são suportes de armazenamento amovíveis (facilmente transportáveis)

Suportes ópticos – leitura e gravação através da tecnologia laser (feixes luminosos)

A informação gravada nos discos ópticos tem uma durabilidade e fiabilidade superior à dos suportes magnéticos

Unidades de CD-ROM (leitor/gravador)

A

unidade de CD-ROM (Compact Disc - Read-Only Memory) utiliza tecnologia óptica (laser) para leitura

e

gravação (caso seja gravador).

Os CDs utilizados nestas unidades podem ser de três tipos:

CD-ROM – disco compacto que apenas permite a leitura dos dados contidos; CD-R (Compact Disk - Recordable) – quando comprado vem vazio e pronto para que nele guardemos ficheiros, mas apenas uma vez. Não pode ser regravado. Existem de 650 MB ou 74 minutos e de 700 MB ou 80 minutos; CD-RW (Compact Disk - Rewritable) – são discos que permitem a leitura e a gravação como discos compactos. Existem, também, CD-RW de 650 MB e de 700 MB.

O dispositivo que permite a leitura de CD-ROM designa-se por drive de CD-ROM e o dispositivo que

possibilita a gravação em CD-R ou CD-RW designa-se por drive de CD-R/CD-RW.

CD´s – Estrutura

designa-se por drive de CD-R/CD-RW . CD´s – Estrutura Disposição das pistas num CD é feita

Disposição das pistas num CD é feita em espiral e não em circunferências concêntricas, como nos discos magnéticos.

Estas unidades podem ser internas ou externas. Caso sejam internas podem ser ligadas ao conector IDE da motherboard ou a um conector SCSI. Se forem externas, podem ser ligadas à porta paralela, a porta USB ou a uma porta SCSI externa.

Nota:

I CD-ROM de 700 MB equivale aproximadamente a 500 disquetes (1 disquete = 1,44 MB)

Unidades DVD

O DVD, sigla de Digital Versatile Disk, um disco do tamanho de um CD de música, tem capacidade de

armazenamento de dados várias vezes superior a um compact disk tradicional. Isto significa 4,7 GB. Mas esta “montanha” de informação pode chegar a, aproximadamente, 17 GB (embora existam normas em estudos relativamente a DVD com maior capacidade), caso se usem as duas faces do DVD e o dual /layer (dupla camada) ou faixa dupla. Uma das maiores utilidades dos DVD e o armazenamento de filmes. É possível colocar num DVD até 4 horas de filmes, com elevada qualidade de som e imagem. Existem vários tipos de DVD:

DVD-ROM – disco gravado de origem que apenas podem ser lidos; DVD±R – disco que pode ser gravado apenas uma vez; DVD-RAM – discos que possibilitam a escrita e a leitura dos dados, concorrente ao DVD+RW; DVD±RW – disco que permite a regravação de dados. Existem, actualmente, dois tipos de DVD: os single-sided (gravação de apenas uma face) e os dual-

sided (gravação possível nas duas faces). Os single-sided DVD permitem gravação de 4,7 GB e 8,5 GB, enquanto que os dual-sided DVD permitem gravação de 9,4 GB ate aos 17 GB.

A Panasonic fabrica actualmente DVD-RAM que permitem a gravação ate 9,4 GBytes.

Uma drive de DVD interna ou uma drive DVD-RAM interna têm exactamente o mesmo aspecto exterior que uma drive de CD-ROM interna. Têm o mesmo tamanho e são colocadas exactamente no mesmo sítio de uma drive de CD-ROM. Para distinguir uma da outra existe o logótipo DVD na parte frontal. Existem, também, drives externas que se ligam ao computador através da porta paralela, porta USB ou porta FireWire.

I DVD de 4,7 GB equivale aproximadamente a 3400 disquetes (1 disquete = 1,44 MB)

Montagem do CD/DVD

Caixas espaçosas possuem vários locais para a instalação de drives. Caixas muito compactas possuem apenas um local para instalar o disco rígido, um para a drive de disquetes e um para a drive de CD- ROM. Tem de se escolher os locais correctos, levando em conta a melhor disposição de cabos e a melhor dissipação de calor. Por exemplo, ao utilizar uma caixa espaçosa, deve-se deixar um espaço livre entre o disco rígido e a drive de disquetes, assim facilitará a geração do calor gerado pelo disco rígido. Se a caixa for muito compacta, provavelmente nem haverá escolha. O aquecimento poderá ser maior que o ideal. Nas torres, a drive de disquetes e de CD-ROM são introduzidos pela parte frontal, e a seguir aparafusados pelos seus furos laterais. A drive de CD-ROM utiliza três cabos: cabo de alimentação, cabo flat e cabo de áudio.

cabos: cabo de alimentação, cabo flat e cabo de áudio. CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES – Escola Secundária