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Procedimento de Soldadura

Aços de Ductilidade Especial

Procedimento de Soldadura Aços de Ductilidade Especial Procedimento n.º 001

Procedimento

de

Soldadura

Aços

Estudos

e

Investigação

de

soldadura

de

Ductilidade

Especial

Os varões da Siderurgia Nacional (SN) (varões de aço soldáveis com ductilidade melhorada) dos tipos A400 NR SD e A500 NR SD são fabricados de acordo com as exigências de soldabilidade restritas.

de acordo com as exigências de soldabilidade restritas. Foi realizada uma investigação para estabelecer as

Foi realizada uma investigação para estabelecer as condições e os procedimentos dentro dos quais se deve realizar a soldadura, para que os utilizadores possam soldar os aços, se necessário, e superem os testes de aptidão da soldadura estabelecidos nas mais exigentes regulamentações.

estabelecidos nas mais exigentes regulamentações. Marcas de Identificação de BARRAS DA SN segundo E 455-2002

Marcas de Identificação de BARRAS DA SN segundo E 455-2002 e E 460-2002 (LNEC).

Os resultados desta investigação estão condensados em vários quadros por tipo de soldadura:

SOLDADURA SEMIAUTOMÁTICA COM ARAME SÓLIDO (GMAW)

SOLDADURA A ARCO MANUAL COM ELÉCTRODO REVESTIDO (SMAW)

SOLDADURA SEMIAUTOMÁTICA COM FIO TUBULAR

SOLDADURA POR PONTOS

2/14

Soldadura

semiautomática

com

arame

sólido(

G M A W )

Esta soldadura por fusão é produzida por um arco eléctrico criado entre as peças e um eléctrodo metálico contínuo; ao mesmo tempo, sendo o eléctrodo o material de soldadura.

ao mesmo tempo, sendo o eléctrodo o material de soldadura. Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm.

Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de dobragem.

Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de dobragem. UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1

UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1 G)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

32

14

1,2

AWS A5.28-79

ER 100S-1

120-170

22-24

2,4-4,2

12-14

c.c. +

16

9

1,2

AWS A5.28-79

ER 100S-1

100-130

21-23

2,4-2,9

12-14

c.c. +

8

6

1,2

AWS A5.28-79

ER 100S-1

100-120

20-21

2,4-2,5

12-14

c.c. +

ER 100S-1 100-120 20-21 2,4-2,5 12-14 c.c. + Soldadura com reforço lateral. D i â m
ER 100S-1 100-120 20-21 2,4-2,5 12-14 c.c. + Soldadura com reforço lateral. D i â m

Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 32 mm. Ensaio de tracção.

UNIÃO DE TOPO COM REFORÇO LATERAL (Horizontal 1 G)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N° Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

32

2

x

2

1,2

AWS A5.28-79

ER 80S-1

130-170

23-24

3,1-4,2

12-14

c.c. +

16

2

x

2

1,2

AWS A5.28-79

ER 80S-1

100-130

21-23

2,4-3,1

12-14

c.c. +

8

l

x

l

1,2

AWS A5.28-79

ER 80S-1

100

21

2,4

12-14

c.c. +

3/14

Soldadura cruzada. Diâmetro 8/16 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO
Soldadura cruzada. Diâmetro 8/16 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO

Soldadura cruzada. Diâmetro 8/16 mm. Ensaio de tracção.

SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

8/32

1

x 1

1,2

AWS A5.18-79

ER70S-6

130

23

3,1

12-14

c.c. +

8/16

1 x 1 1 x 1

1,2

AWS A5.18-79

ER 70S-6

130

23

3,1

12-14

c.c. +

8/8

1,2

AWS A5.18-79

ER70S-6

130

23

3,1

12-14

c.c. +

Gás de protecção: mistura de Argon e CO 2 (80% Ar + 20% CO 2 )

mistura de Argon e CO 2 (80% Ar + 20% CO 2 ) Soldadura cruzada. Diâmetros

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm. Macrografia.

4/14

Soldadura

a

arco

manual

com

eléctrodo

revestido(SMAW)

Esta soldadura por fusão é produzida mediante o arco eléctrico criado entre as peças e um fio eléctrico coberto de flux, denominado eléctrodo. A protecção do metal fundido é obtida pela decomposição e fusão do fluxo. O metal de aportação é obtido através da fusão da parte metálica do eléctrodo.

obtido através da fusão da parte metálica do eléctrodo. Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio

Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de tracção.

Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de tracção. UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1

UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1 G)

ELÉCTRODO

 

Intensidade

Corrente

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

Corrente

32

30

2,5-3,25

AWS A5.5

E11018-M

65-120

22-24

c.c. +

16

10

2,5-3,25

AWSA5.5

E11018-M

65-110

22-24

c.c. +

8

5

2,5

AWSA5.5

E11018-M

60-70

20-22

c.c. +

5 2,5 AWSA5.5 E11018-M 60-70 20-22 c.c. + Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 16 mm. Ensaio
5 2,5 AWSA5.5 E11018-M 60-70 20-22 c.c. + Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 16 mm. Ensaio

Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 16 mm. Ensaio de tracção.

UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1 G)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

Corrente

32

2 x 2

3,25

AWS A5.5

E9018-D1

110-120

24

c.c. +

16

l x l

3,25

AWS A5.5

E9018-D1

110

24

c.c. +

8

l x l

2,5

AWS A5.5

E9018-D1

65

22

c.c. +

5/14

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/16 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/16 mm.

Ensaio de tracção.

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/16 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO

SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

Corrente

8/32

1 x 1 1 x 1 1 x 1

2,5

AWSA5.5

E7018

75

22

c.c. +

8/16

2,5

AWSA5.5

E7018

75

22

c.c. +

8/8

2,5

AWSA5.5

E7018

75

22

c.c. +

+ 8/8 2,5 AWSA5.5 E7018 75 22 c.c. + Soldadura de reforço lateral. Diâmetro 32 mm.

Soldadura de reforço lateral. Diâmetro 32 mm. Macrografia.

6/14

S o

l

d a

d

u r

a

S e

m i

a

u

t

o m á

t

i

c

a

c

o m

f

i

o

t

u b

u

l

a

r

(

G M A

W )

Esta soldadura de fusão é produzida mediante um arco eléctrico criado entre as peças e um fio metálico e oco contínuo, enchido com flux. A protecção é obtida pela fusão do fio e pela aplicação de uma corrente de gás sobre o metal fundido. O metal de aportação vem da fusão da parede metálica do fio.

de aportação vem da fusão da parede metálica do fio. Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm.

Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de dobragem.

fio. Soldadura de topo. Diâmetro 32 mm. Ensaio de dobragem. UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal

UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1 G)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

32

14

1,2

AWS A5.29-79

ER111TG-K 3

120-170

22-24

2,4-4,2

12 – 14 12 – 14 12 – 14

c.c. –

16

9

1,2

AWSA5.29-79

ER111TG-K 3

100-130

21-23

2,4-2,9

c.c. –

8

6

1,2

AWS A5.29-79

ER111TG-K 3

100-120

21-22

2,4-2,5

c.c. –

ER111TG-K 3 100-120 21-22 2,4-2,5 c.c. – Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 32 mm. Ensaio de

Soldadura com reforço lateral. Diâmetro 32 mm. Ensaio de tracção.

com reforço lateral. Diâmetro 32 mm. Ensaio de tracção. UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1

UNIÃO DE TOPO COM CHANFRO (Horizontal 1 G)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

32

2x2

1,2

AWSA5.29-79

ERSITG-A 1

130-170

23-24

3,1–4,2

12–14

c.c.-

16

2x2

1,2

AWSA5.29-79

ER81TG-A 1

100-130

21-23

2,4–3,1

12–14

c.c.-

8

lxl

1,2

AWS A5.29-79

ERSITG-A 1

100

21

2,4

12–14

c.c.-

7/14

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm. Ensaio de tracção.

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm. Ensaio de tracção. SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)   ELÉCTRODO

SOLDADURA CRUZADA (Horizontal 2 F)

 

ELÉCTRODO

Intensidade

Corrente

Velocidade

Fluxo

Soldadura

D

N.º Passes

φ

Especificação

Classificação

(A)

(V)

arame m/min

gás 1/min

Corrente

8/32

l

x l

1,2

AWS A5.20-79

ER71T-5

130

23

3,1

12-14

c. c. - c. c. - c. c. -

8/16

l

x

l

1,2

AWS A5.20-79

ER71T-5

130

23

3,1

12-14

8/8

l

x

l

1,2

AWS A5.20-79

ER71T-5

130

23

3,1

12-14

Gás de protecção: mistura de Argon com CO 2 (80% Ar + 20% CO 2 )

mistura de Argon com CO 2 (80% Ar + 20% CO 2 ) Soldadura cruzada. Diâmetros

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm. Macrografia.

8/14

Soldadura

por

pontos

Esta soldadura por fusão é produzida pelo calor libertado ao fazer circular uma grande intensidade de corrente eléctrica e de baixa voltagem através de uma pequena área de contacto próximo das peças a serem unidas, o que se consegue mediante a pressão exercida pelos eléctrodos.

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/16 mm. Ensaio de tracção. ELÉCTRODO ELÉCTRODO Soldadura cruzada. Diâmetros
Soldadura cruzada. Diâmetros
8/16 mm. Ensaio de tracção.
ELÉCTRODO
ELÉCTRODO
Soldadura cruzada. Diâmetros
BARRAS
ZONA DE SOLDADURA
8/32 mm. Ensaio de
dobragem.
Soldadura cruzada. Diâmetros 8/32 mm.
Ensaio de dobragem.
BARRAS
ZONA DE SOLDADURA
ELÉCTRODO
ELÉCTRODO

Soldadura cruzada. Diâmetros 8/16 mm. Ensaio de tracção.

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SOLDADURA CRUZADA

UNIDADES

TEMPO EM PERÍODOS

 

A:

Amperes

V: Voltes

d a N: deca N

Diâmetros

 

mm. (d/D)

1ºA

A

S

P

IM

F

C

Int/Sol

Int/c.c

Ten/sec.

Esf.

8/8

4

12

8

-

-

9

15

15.500

20.000

6,96

1.100

8/10

4

12

8

-

-

9

15

16.000

20.000

6,96

1.100

8/12

4

12

8

-

-

9

15

16.500

20.000

6,96

1.100

8/16

4

12

8

-

-

9

15

20.000

25.000

8,66

1.100

8/20

4

12

8

-

-

9

15

20.500

25.000

8,66

1.100

8/25

4

12

8

-

-

9

15

22.600

27.000

9,85

1.100

8/32

4

12

8

-

-

9

15

23.000

27.000

9,85

1.100

10/10

4

12

10

-

-

9

15

20.300

25.000

8,66

1.100

10/12

4

12

10

-

-

9

15

20.500

25.000

8,66

1.100

10/16

4

12

10

-

-

9

15

20.000

24.100

8,66

1.100

10/20

4

12

10

-

-

9

11

22.800

27.000

9,85

1.100

10/25

4

12

10

-

-

9

11

22.700

27.000

9,85

1.100

10/32

4

12

10

-

-

9

11

22.500

27.000

9,85

1.100

12/25

4

12

4

2

4

9

11

22.500

27.000

9,85

1.200

16/25

4

12

5

2

6

9

11

23.800

28.200

9,85

1.200

EXPLICAÇÃO DOS SÍMBOLOS, UNIDADES E ABREVIAÇÕES

N: 1/50 sec. (Frequência da corrente alterna) 1ºA: Primeira aproximação A: Aproximação S: Tempo de soldadura P: Pausa IM: Impulsos (corrente sem fusão) F: Tempo de forja do material quente C: Cadência (Tempo morto da máquina) Int/soldadura: Intensidade da soldadura Int/cc: Intensidade do curto-circuito Ten/secr.: Tensão da secundária Esf.: Força entre as maxilas d a N: Decanewtons (1d a N = l kgf)

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S o l d a d u r a

d o s

N R

S D

Recomendações Gerais

Devem ser adoptados os procedimentos de soldadura que permitam aos varões soldados superarem os ensaios de aptidão à soldadura estabelecidos no REBAP. Esta publicação é meramente um guia de orientação.

Metal de base

O metal de base deve ter as seguintes condições:

- Estar isento de óxido, humidade, tinta ou qualquer outro tipo de sujidade.

- Temperatura superior aos 15 º C. Caso contrário, será necessário aquecer previamente.

Metal de adição

Deve-se seleccionar conforme as características mecânicas e químicas do material de base e com os tipos de junta a efectuar.

- Junta de topo com chanfradura A resistência mecânica do material de adição deve ser igual ou superior ao varão em barra por soldar e a junta soldada deve superar os ensaios de dobragem e dobragem-desdobragem segundo as exigências do REBAP.

- Junta de topo com reforços laterais

As características mecânicas do material podem ser ligeiramente inferiores às da junta anterior.

- Junta em cruz As exigências de qualidade são menores do que nas juntas anteriores.

O estado de conservação do material de adição deve, em todos os casos, ser óptimo, considerando os seguintes detalhes em

cada um deles:

- Fios tubular e maciço Isento de óxido, humidade, tinta e qualquer outro tipo de sujidade. Temperatura não inferior aos 15 º C.

- Eléctrodos Para armazenagem, secagem e manutenção devem respeitar exactamente as instruções do fabricante.

11/14 Procedimento n.º 001
11/14
Procedimento n.º 001

Arco eléctrico

O

arco deve ser normal para as varetas e muito curto para os eléctrodos. Não se pode alimentar o arco fora da zona a soldar.

Tipo de junta

Recomenda-se o tipo de junta denominado “de topo com reforços laterais” para todos os diâmetros, pois a sua execução é mais fácil do que as soldaduras de topo com chanfradura e apresenta importantes vantagens técnicas relativamente à soldadura sobreposta. Nas juntas de topo com chanfradura, a junta com chanfradura em “X” é a mais aconselhável para todos os diâmetros. A chanfradura em “V” só tem aplicação no caso de varões fixos nos quais não se pode utilizar nem a chanfradura em “X” nem os reforços laterais.

Preparação do material

Nas juntas de topo com chanfradura, a preparação dos bordos é muito importante. Estes devem respeitar o seguinte:

- Ter um ângulo correcto.

- Ser lisos, não ter sulcos nem cavidades.

- Estar sem óxidos nem escórias produzidos pelo corte.

- Não apresentar superfícies alteradas devido a um mau processo de corte. Em caso de dúvida, deve-se esmerilar, sem fazer pressão, até eliminar a capa deteriorada.

Para as juntas de topo com reforços laterais, não é necessária nenhuma preparação especial visto que os extremos dos varões não influem na resistência da junta.

Operação de soldadura

Para garantir o êxito, é necessário cumprir as seguintes recomendações:

a) Junta de topo com chanfradura

- Posicionar a junta sem fixar com pontos de soldadura.

- Depositar o cordão de penetração com intensidade muito ajustada, sem oscilação lateral.

- Reforçar o cordão de penetração utilizando uma intensidade superior e sem mover a junta.

- Sanear o cordão de penetração pelo anverso da junta com o disco de esmeril, evitando submetê-la a tensões que a poderiam fissurar.

- Depositar alternativamente os sucessivos cordões que devem ser estreitos e bem distribuídos.

- Controlar a temperatura constantemente e à distância de 25mm do centro da junta, assegurando que não supere os 150 º C. Para esta finalidade deve utilizar termómetros de contacto ou um lápis “termocor”.

- Esmerilar os cordões quando subsistirem dúvidas sobre a existência de poros, escórias, mordeduras ou colagens.

- Rebaixar a espessura sobrante até o valor máximo de 3 mm para deixar um ligeiro engrossamento do cordão sobre o varão.

b) Junta de topo com reforços laterais

- Posicionar os dois varões centrais muito bem alinhados.

- Fixar os reforços com dois pontos de soldadura cada um.

- Soldar o cordão de raiz em cada um dos sulcos. Se os varões centrais se tornarem vermelhos, esperar até que escureçam novamente.

- Soldar a segunda demão, se for utilizada, com um ligeiro movimento lateral.

c) Junta em cruz - Soldar com arco curto e intensidade bem regulada.

Em todo o caso, devem ter-se em conta as seguintes considerações:

caso, devem ter-se em conta as seguintes considerações: a) A resistência à tracção da junta aumenta

a)

A resistência à tracção da junta aumenta com:

-

Diâmetros finos de varetas e eléctrodos

-

Número mais alto de demãos

-

Intensidade mais baixa (dentro do aceitável)

-

Controlo de temperatura entre demãos

b)

O último cordão de cada camada deve depositar-se no centro para que arrefeça mais devagar.

Tratamento térmico

Nenhum tratamento térmico após a soldagem.

Soldadores e operadores de máquina

Para garantir um bom resultado, recomenda-se que os soldadores e operadores de máquina estejam qualificados, isto é, que tenham superado previamente as provas exigidas pela classificação de soldadores.

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Defeitos

mais

frequentes

na

soldadura

Porosidade. Pequenas cavidades esféricas produzidas por borbulhas de gás presas no metal fundido. Causas:

- Falta de limpeza na base do metal: óxidos, tintas, gordura, etc.

- Eléctrodo húmido ou enferrujado.

- Protecção gasosa deficiente (soldagem automática).

- Arco longo.

Inclusões sólidas (escórias). Partículas sólidas de materiais alheios ao metal que se apresentam no cordão de soldadura. Causas:

- Pouca intensidade.

- Arco longo.

- Pouca inclinação do eléctrodo.

- Falta de limpeza das escórias em demãos anteriores.

- Chanfraduras demasiado fechadas.

- Gargantas profundas entre demãos.

Falta de fusão. Falha na junta íntima do metal depositado com o metal base, ou entre duas camadas contíguas de metal depositado. Causas:

- Pouca intensidade.

- Velocidade de avanço demasiado alta.

- Ângulos fechados.

- Eléctrodo demasiado inclinado.

- Ponta do eléctrodo mal dirigida.

Falta de penetração. Fusão parcial dos bordos da junta por soldar, provocando uma descontinuidade na junta. Causas:

- Pouca separação dos bordos.

- Baixa intensidade.

- Velocidade do avanço demasiado rápida.

- Falta de alinhamento da junta.

- Diâmetro excessivo do eléctrodo.

demasiado rápida. - Falta de alinhamento da junta. - Diâmetro excessivo do eléctrodo. 13/14 Procedimento n.º
demasiado rápida. - Falta de alinhamento da junta. - Diâmetro excessivo do eléctrodo. 13/14 Procedimento n.º
demasiado rápida. - Falta de alinhamento da junta. - Diâmetro excessivo do eléctrodo. 13/14 Procedimento n.º
demasiado rápida. - Falta de alinhamento da junta. - Diâmetro excessivo do eléctrodo. 13/14 Procedimento n.º

13/14

Mordeduras. Formação de um entalhe nos bordos do cordão. Causas:

- Intensidade alta.

- Arco longo.

- Oscilação do eléctrodo demasiadamente acentuada.

- Ponta do eléctrodo mal dirigida.

Excesso de penetração. Excesso de metal na raiz de uma soldagem feita por um lado só. Causas:

- Separação excessiva dos bordos

- Talões muito estreitos.

- Muita intensidade.

- Velocidade de avanço baixa.

Defeito de alinhamento. Diferença entre as duas peças por soldar, ou ângulo diferente ao previsto. Causas:

- Falta de precisão nos procedimentos de montagem.

- Distorção devida a outras soldagens.

de montagem. - Distorção devida a outras soldagens. MORDEDURAS PORO SIDADE FALTA DE FUSÃO FALTA DE
de montagem. - Distorção devida a outras soldagens. MORDEDURAS PORO SIDADE FALTA DE FUSÃO FALTA DE
de montagem. - Distorção devida a outras soldagens. MORDEDURAS PORO SIDADE FALTA DE FUSÃO FALTA DE

MORDEDURAS

POROSIDADE

FALTA DE FUSÃO

a outras soldagens. MORDEDURAS PORO SIDADE FALTA DE FUSÃO FALTA DE PENETRAÇÃO E S C Ó

FALTA DE PENETRAÇÃO

ESCÓRIAS

União de topo com soldadura defeituosa. Macrografia.

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