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LORENZI

Espécie: Albizia polycephala

<a href=http://www.achetudoeregiao.com.br/arvores/Albizia_polycephala.htm LORENZI Espécie: Albizia polycephala Nome popular : angico-branco e cambui-angico. Nome científico: "Albizia polycephala" Características Gerais Altura de 8-14 m, com tronco de 40-60 cm, tendo com ocorrência os Estados de SP, PR, MS, SC, na floresta latifoliada semidecídua das bacias do paraná e alto Uruguai. Fenologia Floresce nos meses de Nov-Dez a maturação dos frutos inicia-se no mês de Mai-Jun. Obtenção de sementes: Colher os frutos quando iniciarem a abertura espontânea e liberação das sementes, secar ao sol, sendo que 1 quilograma contém 25.600 unidades. Nome científico: "Anadenanthera colubrina" Fonte: www.polmil.sp.gov.br Características 8-14 metros de altura, folhas compostas. Floração novembro-dezembro, frutos maio-junho . Hábito Arbóreo ou arbustivo. Habitat Floresta latifoliada semidecídua das bacais do Paraná e Alto Uruguai . Abundante em carandazal em campos arbustivos, solos argilosos férteis Distribuição Geográfica SP, PR, MS, SC . américa do Sul tropical, Chaco. Extração, Tratamento e Viabilidade das Sementes Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes; sua viabilidade em armazenamento é superior a 6 meses . Dias para Germinação em Campo 10-30 dias . Substrato Organo-arenoso . Condições de Cultivo Colocar as sementes para germinar logo que colhidas e sem nenhum tratamento, em canteiros semi-sombareados; cobrí-las com uma fina camada de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. Transplantar as mudas para canteiros individuais quando atingirem 4-5 cm . Desenvolvimento das mudas é rápido, podendo ser plantadas no local definitivo em menos de 5-6 meses; o desenvolvimento das plantas no campo também é moderado . " id="pdf-obj-0-8" src="pdf-obj-0-8.jpg">

Nome popular : angico-branco e cambui-angico. Nome científico: "Albizia polycephala"

Características Gerais Altura de 8-14 m, com tronco de 40-60 cm, tendo com ocorrência os Estados de SP, PR, MS, SC, na floresta latifoliada semidecídua das bacias do paraná e alto Uruguai.

Fenologia Floresce nos meses de Nov-Dez a maturação dos frutos inicia-se no mês de Mai-Jun.

Obtenção de sementes: Colher os frutos quando iniciarem a abertura espontânea e liberação das sementes, secar ao sol, sendo que 1 quilograma contém 25.600 unidades.

Nome científico: "Anadenanthera colubrina" Fonte: www.polmil.sp.gov.br Características 8-14 metros de altura, folhas compostas. Floração novembro-dezembro, frutos
Nome científico: "Anadenanthera colubrina"
Fonte: www.polmil.sp.gov.br
Características
8-14 metros de altura, folhas compostas. Floração novembro-dezembro,
frutos maio-junho .
Hábito
Arbóreo ou arbustivo.
Habitat
Floresta latifoliada semidecídua das bacais do Paraná e Alto Uruguai .
Abundante em carandazal em campos arbustivos, solos argilosos
férteis

Distribuição Geográfica SP, PR, MS, SC . américa do Sul tropical, Chaco. Extração, Tratamento e Viabilidade das Sementes Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes; sua viabilidade em armazenamento é superior a 6 meses . Dias para Germinação em Campo 10-30 dias . Substrato Organo-arenoso .

Condições de Cultivo

Colocar as sementes para germinar logo que colhidas e sem nenhum

tratamento, em canteiros semi-sombareados; cobrí-las com uma fina camada de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. Transplantar as mudas para canteiros individuais quando atingirem 4-5 cm .

Desenvolvimento das mudas é rápido, podendo ser plantadas no local definitivo em menos de 5-6 meses; o desenvolvimento das plantas no campo também é moderado .

Apresentação:

[1] Árvores [2] Jard. Sol pleno

Folhas:compostas

Flores :Brancas

Tipos de solo:Organo-argiloso

Fenologia – flor:

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

 

[ X ]

[ X ]

Fenologia – fruto:

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

 

[ X ]

[ X ]

Grupo Ecológico: Pioneira

Cultivo

Colocar as sementes para germinar logo que colhidas e sem nenhum tratamento, em canteiros semi-sombreados; cobrí-las com uma fina camada de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia.

Transplantar as mudas para canteiros individuais quando atingirem 4-5 cm (Lorenzi,

2000).

O desenvolvimento das mudas é rápido, podendo ser plantadas no local definitivo em menos de 5-6 meses; o desenvolvimento das plantas no campo também é moderado (Lorenzi, 2000).

Germinação: 10-30 dias

Colheita:

Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes; sua viabilidade em armazenamento é superior a 6 meses (Lorenzi, 2000).

Utilização

A madeira é indicada para construção de estruturas externas, peças torneadas, móveis; construção civil, como vigas, caibros, ripas, marcos de portas e janelas, tacos e tábuas para assoalhos.

As folhas são utilizadas no combate a lagartas e formigas.

Habitat:

Floresta latifoliada semidecídua das bacais do Paraná e Alto Uruguai (Lorenzi, 2000). Abundante em carandazal em campos arbustivos, solos argilosos férteis (Pott & Pott,

1994).

Dist. Geográfica: SP, PR, MS, SC (Lorenzi, 2000). américa do Sul tropical, Chaco (Pott & Pott, 1994).

Bibliografia

[02] [online] MOBOT - Missouri Botanical Garden - w3TROPICOS, consultado em: 19/12/2006

I EVENTO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA Embrapa Florestas

Colombo – 03 a 05 de dezembro de 2002

014

QUEBRA DE DORMÊNCIA DE SEMENTES DE Albizia polycephala

(Benth.) Killip 1

Fernanda P. Sequeira 2 Ariadne J. C. Silva 2 Antonio Aparecido Carpanezzi 3 João Antonio Pereira Fowler 4 O angico-branco, Albizia polycephala (Benth.) Killip, Mimosaceae, é uma espécie arbórea rara, muito pouco conhecida tecnicamente, de grande

porte (mais de 30m de altura). No Brasil, ela ocorre na Floresta Estacional Decidual (bacia do Alto Uruguai), Floresta Estacional Semidecidual e na borda oeste da Floresta Ombrófila Mista, nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O objetivo principal deste trabalho, iniciado em setembro de 2002, foi definir técnicas para superar a dormência tegumentar das sementes. No experimento foram utilizadas, em mistura, sementes de seis matrizes coletadas no centro-oeste da Região Sul, nos anos de 1999 e 2000, e mantidas desde então em câmara-fria. As sementes do lote tiveram de ser selecionadas previamente, pois muitas delas estavam danificadas por brocas. As sementes foram submetidas a 16 tratamentos, incluindo três tipos de escarificação: manual (sementes atritadas entre duas lixas de parede), química (com ácido sulfúrico comercial concentrado, ASC) e térmica (com água quente e ou gelada). O experimento foi instalado em gerbox com substrato papel mata- borrão, em câmara de germinação com temperatura constante de 25°C; as parcelas foram avaliadas aos 7, 14 e 20 dias. O número de sementes por quilo do lote utilizado foi 19.763, com teor de umidade de 10,6%. As sementes das testemunhas sem nenhum tratamento e com imersão por 18 horas em água à temperatura ambiente apresentaram germinação próxima a 25%. Os melhores resultados de germinação, cerca de 45%, foram obtidos com ASC, entre 1 minuto e 5 minutos. A escarificação mecânica manual (lixa de parede por 1 minuto) também atingiu bom resultado, 40,6% de germinação, e mostrou ser um método prático para o uso imediato, devido a sua simplicidade. Os tratamentos com água quente, ou com alternância de água quente e água gelada, mostraram-se deletérios ou ineficazes para a quebra da dormência das sementes. As causas da germinação baixa, mesmo nos melhores tratamentos, necessitam ser investigadas futuramente.

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Trabalho desenvolvido na Embrapa Florestas

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Aluna do Curso de Ciências Biológicas da Faculdades Integradas "Espírita"

Pesquisador da Embrapa Florestas carpa@cnpf.embrapa.br

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Técnico de Nível Superior da Embrapa Florestas