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Disciplina: Química Professor: Rubens Barreto III Unidade

Disciplina: Química Professor: Rubens Barreto

III Unidade

Ligações Químicas
Ligações Químicas

Ligações Químicas

Ligações Químicas
Tipos de Ligações
Tipos de Ligações

Ligações iônicas

Tipos de Ligações Ligações iônicas Ligações covalentes Ligações metálicas

Ligações covalentes

Tipos de Ligações Ligações iônicas Ligações covalentes Ligações metálicas

Ligações metálicas

Tipos de Ligações Ligações iônicas Ligações covalentes Ligações metálicas
Os gases nobres e a regra do octeto
Os gases nobres e a regra do octeto

Todas as substâncias químicas são formadas por átomos dos elementos químicos.

químicas são formadas por átomos dos elementos químicos. A maioria das substâncias conhecidas é formada por

A maioria das substâncias conhecidas é formada por átomos combinados, unidos.

milhões de substâncias conhecidas,

sabe-se de apenas seis nas quais existem

átomos não-combinados.

dos

apenas seis nas quais existem átomos não-combinados. dos Os gases nobres Hélio (He), neônio (Ne), argônio
Os gases nobres
Os gases nobres

Hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn).

(Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Já que os gases nobres não tendem a

Já que os gases nobres não tendem a se combinar, tudo indica que possuir uma eletrosfera semelhante

à de um gás nobre permite o átomo estabilizar-se.

A regra do octeto
A regra do octeto

Para entender como funcionam as ligações entre

os átomos, é importante analisar a eletrosfera dos gases nobres.

Distribuição eletrônica dos gases nobres

Gás nobre

K

L

M

N

O

P

Hélio

2

         

Neônio

2

8

       

Argônio

2

8

8

     

Criptônio

2

8

18

8

   

Xenônio

2

8

18

18

8

 

Radônio

2

8

18

32

18

8

William Kossel e Gilbert Newton Lewis (1916) Propuseram uma regra para interpretar a ligação entre átomos, que ficou conhecida como regra do octeto de elétrons .

Um átomo estará estável quando sua última camada possuir 8 elétrons (ou 2, caso se
Um átomo estará estável quando sua última
camada possuir 8 elétrons (ou 2, caso se trate da
camada K).

átmos não-estáveis se unem uns aos outros

de

os

a

estabilidade.

fim

de

adquirir

essa

configuração

Ligação iônica, eletrovalente ou heteropolar

Vamos considerar a reação entre o sódio e o cloro, produzindo-se cloreto de sódio:

Nesse

Na + Cl → NaCl

exemplo,

o

átomo

de

sódio

cede

definitivamente 1 elétron ao átomo de cloro.

Desse modo, forma-se um íon positivo (cátion Na + ) e um íon negativo (ânion Cl - ), ambos com o octeto completo, ou seja, com a

configuração de gás nobre.

Considerando que essa explicação envolve

apenas os elétrons da última camada, é

comum simplificar a representação anterior

da seguinte maneira:

os elétrons da última camada, é comum simplificar a representação anterior da seguinte maneira: Notação de

Notação de Lewis

Representações espaciais do cloreto de sódio

Representações espaciais do cloreto de sódio
Representações espaciais do cloreto de sódio
Representações espaciais do cloreto de sódio

Agora é a sua vez:

1. Faça

a representação da ligação do

magnésio com o cloro, formando o cloreto de magnésio.

2. Faça a representação da ligação do alumínio

com o fluor, formando o fluoreto de alumínio.

Ligação iônica é a força que mantêm os íons unidos, depois que um átomo cede
Ligação iônica é a força que mantêm
os íons unidos, depois que um átomo
cede definitivamente um, dois ou mais
elétrons para outro átomo.

A ligação iônica é geralmente, bastante

forte e mantêm

“presos”

compostos iônicos são sólidos e, em geral,

tem ponto elevados.

fusão

os

íons firmemente

os

retículo.

Por

isso,

no

de

de

ebulição

e

A

ligação

iônica

ocorre,

em

geral

entre

átomos

de

metais

com

átomos

de

não-

metais, pois:

os átomos dos metais possuem 1, 2 ou 3

elétrons na última camada e têm forte

tendência a perdê-los,

os átomos dos não-metais possuem 5, 6,

ou 7 elétrons na última camada e têm acentuada tendência a receber mais 3, 2 ou

1 elétron e, assim completar seu octetos

eletrônicos.

A ligação iônica e a Tabela Periódica

O tamanho do íon

Quando um átomo perde elétrons, o núcleo

passa a atrair mais intensamente os elétrons restantes; desse modo, o diâmetro ou raio

do cátion é sempre menor que o diâmetro

ou raio do átomo original.

Cátion Átomo Cátion Átomo Cátion Átomo
Cátion Átomo
Cátion Átomo
Cátion Átomo

Ao contrário, quando um átomo recebe elétrons, a carga total da eletrosfera

(negativa), torna-se maior do que a carga do

núcleo (positiva); desse modo, a atração do núcleo sobre o conjunto dos elétrons é menor

e, consequentemente, o raio do ânion é

sempre maior que raio do átomo original.

Átomo ânion Átomo ânion
Átomo
ânion
Átomo
ânion

Ligação covalente Consideremos, como primeiro exemplo, a união

entre dois átomos do elemento hidrogênio (H)

para formar a molécula da substância simples hidrogênio (H 2 ):

H + H → H 2

Eletronicamente:

Eletronicamente:

A molécula de H 2 é estável porque há um equilíbrio entre as forças de atração elétrica e

as forças de repulsão elétrica:

H 2 é estável porque há um equilíbrio entre as forças de atração elétrica e as

Na ligação covalente, entre átomos iguais, podemos falar também em raio covalente (r), como a metade do comprimento da ligação (d), isto é, metade da distância que separa os dois núcleos.

covalente (r), como a metade do comprimento da ligação (d), isto é, metade da distância que

Por fim, observe que cada átomo de

hidrogênio dispõe de dois elétrons, fazendo

com que o hidrogênio adquira a configuração do gás nobre hélio.

Exemplos de ligações covalentes:

Cl 2 ; F 2 ; I 2

O 2

N 2

Ligação covalente ou covalência é a união entre átomos estabelecida pelo compartilhamento de pares de
Ligação covalente ou covalência é a união
entre átomos estabelecida pelo
compartilhamento de pares de elétrons.

Podemos dizer que a ligação é covalente

quando os átomos apresentam a tendência de ganhar elétrons.

Mais exemplos de ligações covalentes;

HCl

H 2 O

CO 2

NH 3

Ela ocorre quando dois átomos têm 4, 5, 6 ou 7 elétrons na última camada eletrônica (e mais o hidrogênio).

Em outras palavras a ligação covalente

ocorre entre dois átomos de não metais, ou semi-metais ou, ainda, entre esses

elementos e o hidrogênio.

Hidrogênio

Hidrogênio Semimetais Não metais

Semimetais

Hidrogênio Semimetais Não metais

Não metais

Hidrogênio Semimetais Não metais

Caso particular de ligação covalente

Essa ligação é semelhante à covalente comum, e ocorre entre um átomo que já

atingiu a estabilidade eletrônica e outro ou

outros que necessitem de dois elétrons para completar sua camada de valência.

O exemplo clássico dessa ligação é o dióxido de enxofre (SO 2 ).

Nesse caso, o enxofre estabelece uma dupla ligação com um dos oxigênios, atingindo a

estabilidade eletrônica (oito elétrons na

camada de valência). A seguir, o enxofre compartilha um par de seus elétrons com o

outro oxigênio, através de uma ligação

covalente dativa ou coordenada.

Sua vez

Outra situação semelhante acontece com o anidrido sulfúrico (SO 3 ). Faça a representação dessa ligação.

Ressonância
Ressonância

Algumas vezes não é possível representar uma partícula

com uma única estrutura de Lewis.

Ressonância Algumas vezes não é possível representar uma partícula com uma única estrutura de Lewis.

“Quando duas ou mais estruturas de Lewis podem ser escritas para uma mesma molécula, as propriedades da molécula são intermediárias (distância de ligação, força, etc.) às esperadas

para esta estrutura.”

força, etc.) às esperadas para esta estrutura.” Hibrido de ressonância U m e x e m

Hibrido de ressonância

esperadas para esta estrutura.” Hibrido de ressonância U m e x e m p l o

Um exemplo comum de uma espécie híbrida

Eletronegatividade
Eletronegatividade

A atração exercida por um átomo sobre o par de elétrons na sua camada de valência depende da carga nuclear efetiva e

da distância entre os núcleos e a camada de valência.

“A eletronegatividade é a tendência relativa mostrada por um átomo ligado em atrair o par
“A eletronegatividade é a tendência relativa mostrada por um
átomo ligado em atrair o par de elétrons.”
Eletronegatividade e tipo de ligação
Eletronegatividade e tipo de ligação
Eletronegatividade e tipo de ligação Potencial Eletrostático Cl 2 HCl NaCl 1/2
Potencial Eletrostático
Potencial Eletrostático

Cl 2

Eletronegatividade e tipo de ligação Potencial Eletrostático Cl 2 HCl NaCl 1/2

HCl

Eletronegatividade e tipo de ligação Potencial Eletrostático Cl 2 HCl NaCl 1/2

NaCl

Tabela de eletronegatividade dos elementos

Tabela de eletronegatividade dos elementos É possível determinar numericamente o tipo de ligação?

É possível determinar numericamente o tipo de ligação?

Fórmulas de compostos covalentes

Compostos moleculares e compostos iônicos

Exceções à regra do octeto

A ligação metálica
A ligação metálica

Propriedades dos metais

Brilho metálico

Maleabilidade

Alta condutibilidade elétrica e térmica

4.1 O modelo do mar de elétrons
4.1 O modelo do mar de elétrons

Os átomos metálicos estão arranjados em retículo compacto. Cada átomo perde um ou mais elétrons. Os íons

metálicos resultantes são chamados “troncos” dos átomos;

Os elétrons se movem livremente dentro dos limites do cristal metálico;

Os elétrons estão retidos dentro do cristal pela atração coulômbica dos troncos de átomos. Os troncos de átomos são

mantidos juntos por atração eletrostática mútua dos elétrons.

Elétrons deslocalizados (mar de elétrons)

Elétrons deslocalizados (mar de elétrons)