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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

SUSPENSÃO, EXTINÇÃO E EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

11 - Q96758 ( CESPE - 2011 - IFB - Professor - Direito / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e

Extinção; )

Quanto à extinção e à exclusão do crédito tributário, julgue os itens

a

seguir.

O

pagamento parcial de um crédito tributário presume a quitação das prestações em que se decomponha.

( ) Certo

( ) Errado

12 - Q100952 ( EJEF - 2006 - TJ-MG - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; )

Considerando-se as disposições do CTN a respeito das causas de EXTINÇÃO do crédito tributário, é CORRETO afirmar que:

a) a decadência, sendo causa de extinção do crédito tributário, tem como marco inicial, nos tributos objeto de lançamento direto,

o primeiro dia do exercício seguinte ao da ocorrência do fato gerador;

b) a moratória, embora possa extinguir o crédito tributário, não gera direito adquirido, quando concedida em caráter individual,

desde que se apure que o beneficiado não satisfazia os requisitos para sua concessão;

c) a remissão, concedida por despacho fundamentado da autoridade administrativa, nos termos da lei, pode extinguir

parcialmente o crédito tributário, atendendo a considerações de eqüidade;

d) a transação não é admitida como forma de extinção do crédito tributário, a não ser sob a modalidade de parcelamento,

concedido na forma e condição estabelecidas em lei específica.

13 - Q98826 ( FCC - 2011 - NOSSA CAIXA DESENVOLVIMENTO - Advogado / Direito Tributário / Crédito Tributário -

Exclusão, Suspenção e Extinção; )

O

crédito tributário extingue-se com a

a)

isenção em caráter geral, decorrente de lei.

b)

moratória celebrada em processo judicial, bastando a homologação pelo juiz para ter efeito.

c)

consignação em pagamento extrajudicial, nos termos da lei processual civil.

d)

dação em pagamento em bens imóveis, na forma e condições estabelecidas em lei.

e)

remissão em caráter geral, decorrente de lei ou ato administrativo.

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- Q99310 ( UFMT - 2007 - Prefeitura de Cuiabá - MT - Procurador Municipal / Direito Tributário / Crédito Tributário -

Exclusão, Suspenção e Extinção; ) O Código Tributário Nacional trata da exclusão do crédito tributário. Sobre essa temática, assinale V para as afirmativas

falsas.

verdadeiras

e

F

para

as

( ) A isenção tributária que conste de contrato entre particular e ente federativo é válida, desde que prevista em lei.

(

)

A

isenção

tributária

é

extensiva

às

taxas,

desde

que

proveniente

de

ato

administrativo

e

motivado.

( ) A isenção tributária, mesmo quando concedida por prazo certo e condições expressas, pode ser modificada por lei e, assim, revogada.

( ) A isenção tributária exclui o crédito tributário, mas não dispensa o contribuinte do cumprimento das obrigações acessórias

dependentes

principal.

da

obrigação

( ) A anistia é uma modalidade de isenção, mas vedada a sua concessão nas infrações punidas com penalidades pecuniárias

natureza.

quando

conjugadas

com

penalidades

de

outra

Marque a seqüência correta.

a) V, V, V, F, F

b) V, F, F, V, F

c) F, F, F, V, F

d) F, V, F, V, V

e) V, F, V, F, F

2

2

15 - Q96261 ( TRF - 4ª REGIÃO - 2010 - TRF - 4ª REGIÃO - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão,

Suspenção e Extinção; )

Dadas

as

assertivas

abaixo,

 

assinale

a

alternativa

correta.

Quanto

ao

prazo

de

prescrição

e

decadência

em

matéria

tributária,

os

Tribunais

Superiores

têm

decidido

que:

I. Alterações de prazos de decadência e prescrição como as feitas pelo art. 5º do Decreto-Lei 1.569/77 e pelos arts. 45 e 46 da Lei

8.212/91

II. Alterações de prazos de decadência e prescrição como as feitas pelo art. 5º do Decreto-Lei 1.569/77 e pelos arts. 45 e 46 da

Lei 8.212/91 são ilegais devido ao conflito com dispositivos de Lei Complementar (Código Tributário Nacional), que é

posteriores.

III. Alterações de prazos de decadência e prescrição como as feitas pelo art. 5º do Decreto-Lei 1.569/77 e pelos arts. 45 e 46 da

Lei

matérias.

IV. O prazo de prescrição para cobrança de tributos sujeitos a lançamento por homologação é de 5 anos a partir da data em que o

feito.

V. O prazo de prescrição para cobrança de tributos sujeitos a lançamento por homologação é de 10 anos (5 + 5) somente até a

publicação da Lei Complementar 118/2005, a partir da qual passa a ser de apenas 5 anos.

pagamento

diplomas

são

válidas

devido

à

especialidade

superior

foi

por

desses

no

tocante

aos

tributos

diplomas

para

ter

específicos

de

que

tratam.

hierarquicamente

8.212/91

àqueles

Lei

são

inconstitucionais

exigir-se

ou

Complementar

deveria

reger

tais

antecipado

sido

a)

Estão corretas apenas as assertivas I e II.

b)

Estão corretas apenas as assertivas II e IV.

c)

Estão corretas apenas as assertivas III e IV.

d)

Estão corretas apenas as assertivas III e V.

e)

Estão corretas apenas as assertivas II, III e IV.

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- Q92814 ( CESPE - 2010 - DETRAN-ES - Advogado / Direito Tributário / Impostos de Competência dos Municípios;

Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; ) Julgue os itens seguintes, relativos à legislação tributária.

Lei municipal que disponha sobre o parcelamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) deve ser interpretada literalmente.

( ) Certo

( ) Errado

17 - Q92823 ( CESPE - 2010 - DETRAN-ES - Advogado / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e

Extinção; )

Julgue

o

próximo

item,

relativo

à

exclusão

de

crédito

tributário.

Considere que certo município tenha concedido isenção do pagamento de IPTU a pessoas jurídicas que se instalassem nos

limites de seu território, gerando emprego e aumentando o produto interno bruto da região. Nessa situação, a exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito tenha sido

excluído.

( ) Certo

( ) Errado

18 - Q88349 ( VUNESP - 2011 - TJ-SP - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; )

O juiz Nerivaldo Branquinho, ao examinar mandado de segurança impetrado por Exportadora e Importadora Ltda. contra o Sr. Delegado Regional Tributário de Xiririca da Serra, que objetiva a isenção de ICMS sobre filé de merluza importado da

Argentina, sob o fundamento de o Brasil ser signatário de tratado internacional, julga corretamente quando

a) decide que a mercadoria importada do país signatário do BATE é isenta de ICMS quando contemplado com esse favor o

similar nacional.

b) decide que a merluza importada do país signatário do BRD paga ICM.

c) decide que à mercadoria importada do país signatário do GATT, ou membro do ALALC, estende-se a isenção do Imposto de

Circulação de Mercadorias concedida a similar nacional.

d)

denega a segurança porque a merluza é um produto importado.

e)

denega a segurança porque o direito do impetrante não é albergado pelo GATT.

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- Q86087 ( FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e

Extinção; ) Um determinado contribuinte apresentou à Fazenda a Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) e deixou de recolher no prazo legal o imposto nela informado, relativo a fatos geradores do mês de fevereiro do ano de 2005. O vencimento do tributo devido era no último dia útil do mês de março de 2005. No mês de junho de 2010, a Fazenda ajuizou ação de execução fiscal, tendo o contribuinte apresentado embargos à execução alegando a prescrição do crédito tributário. Tendo em conta essas circunstâncias e a atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que

3

3

a) não se trata de prescrição, mas de decadência, cujo prazo para o lançamento ainda não se escoou, pois, cuidando-se na

hipótese de lançamento de ofício ou direto, o prazo decadencial de 5 (cinco) anos contase a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado.

b) não ocorreu nem prescrição nem decadência, pois, tratando-se, o ICMS, de tributo sujeito a lançamento por homologação,

adota-se a chamada tese dos 5 (cinco) mais 5 (cinco), de modo que o prazo para cobrança é de 10 (dez) anos, o qual ainda não

decorreu.

c) ocorreu a prescrição, pois, tratando-se de tributo sujeito a lançamento por homologação, a entrega da GIA constitui o crédito

tributário, independentemente de qualquer outra providência do Fisco relativa a lançamento, sendo que, no caso, já se escoou o prazo prescricional de 5 (cinco) anos contados do vencimento do débito tributário.

d) não ocorreu a prescrição, pois, tratando-se de lançamento direto ou de ofício, o prazo prescricional contase a partir do

primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado.

e) embora o prazo não seja de prescrição, mas de decadência, o fato é que esta última já se configurou, pois, tratando-se o ICMS

de tributo sujeito a lançamento por homologação, o prazo decadencial de 5 (cinco) anos conta-se a partir da data do vencimento do tributo ou da data da entrega da GIA, o que ocorrer por último.

20 - Q84587 ( TJ-PR - 2010 - TJ-PR - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; )

Considerando

as

assertivas

abaixo,

assinale

a

alternativa

CORRETA:

I. Quanto à prescrição e à decadência do crédito tributário, podem-se identificar diversos prazos de um lustro previstos no

Código

Nacional.

Tributário

II. O prazo de 10 (dez) anos para a cobrança das contribuições previdenciárias foi julgado inconstitucional pelo Supremo

Tribunal

vinculante.

Federal,

resultando

em

súmula

III. O prazo decadencial previsto para a autoridade fiscal constituir o crédito tributário para os impostos lançáveis por declaração

começa no 1º (primeiro) dia útil do exercício seguinte à ocorrência do fato gerador do tributo.

IV. O prazo prescricional para a Fazenda Pública buscar a tutela jurisdicional, exigindo o crédito tributário não satisfeito, inicia- se com a constituição definitiva do crédito e se interrompe com o despacho do juiz em execução fiscal.

V. Na repetição do indébito tributário, os juros só se contam a partir do trânsito em julgado da decisão e a correção monetária, a

efetuado.

partir

do

pagamento

VI. A prescrição intercorrente tem como termo inicial de contagem de seu quinquidio 1 (um) ano após o arquivamento do processo fiscal por não terem sido encontrados bens passíveis de penhora, ou mesmo o devedor, e poderá ser decretada de ofício pelo magistrado, depois de ouvida a Fazenda Pública.

a) Somente as assertivas I, III e IV estão erradas.

b) Somente as assertivas I, II e V estão corretas.

c) Somente as assertivas III e IV estão corretas.

d) Somente as assertivas IV e VI estão erradas.

GABARITOS:

11 - E

12 - C

13 - D

14 - B

15 - C

16 - C

17 - C

18 - C

19 - C

20 - B

GARANTIAS E PRIVILÉGIOS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

1 - Q99273 ( CESPE - 2008 - TJ-SE - Juiz / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; ) A partir de 2003, a atividade de administração tributária recebeu especial atenção constitucional, sendo-lhe atribuídos, na Lei Maior, direitos e prerrogativas. Assinale a opção que não traduz uma dessas disposições constitucionais.

a) A atividade de administração tributária deve ser exercida por servidores de carreiras específicas.

b) Os servidores que exercem atividades da administração tributária têm autonomia e independência.

c) É previsto que a administração tributária tenha recursos prioritários para a realização de suas atividades.

4

4

e) As administrações tributárias dos três níveis de governo terão poder de compartilhamento de cadastros e de informações

fiscais, na forma da lei ou de convênio.

2 - Q99280 ( CESPE - 2008 - TJ-SE - Juiz / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; )

Prevê a legislação tributária que é vedada a divulgação, por parte da fazenda pública ou de seus servidores, de informação obtida

em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades. Tal regra se impõe contra diversas práticas, entre elas, a divulgação de informações relativas a

a) representações fiscais para fins penais.

b) inscrições na dívida ativa da fazenda pública.

c) parcelamento.

d) moratória.

e) defesa de interesses de terceiros.

3 - Q102109 ( EJEF - 2005 - TJ-MG - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; Administração e Fiscalização Tributária; ) Marque a alternativa CORRETA.

a) São formas de extinção do crédito tributário: pagamento, compensação, decadência, transação, anistia e remissão, entre

outras.

b) A certidão positiva de existência de determinado crédito não vencido tem os mesmos efeitos da certidão negativa, em curso de

cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.

c) Todos os bens do suj eito passivo respondem pelo pagamento do crédito tributário, com exceção dos bens gravados com

garantia real ou com cláusula de impenhorabilidade.

d) Os prazos fixados na legislação tributária não são contínuos, interrompendo-se pelos domingos e feriados, incluindo-se na sua

contagem o dia do início e excluindo-se o do vencimento.

4 - Q100953 ( EJEF - 2006 - TJ-MG - Juiz / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; Processo

Judicial Tributário; ) Crédito tributário, regularmente lançado contra determinado contribuinte, foi inscrito em dívida ativa em 27 de junho de 2006. Em 05 de julho de 2006, ajuizou-se a execução fiscal contra o contribuinte, com citação regular dele em 14 de julho de 2006.

Considerando-se as disposições do CTN, bem como os dados fornecidos, é CORRETO afirmar que:

a) a partir de 05 de julho de 2006, presume-se fraudulenta a alienação de bens, ou seu começo, pelo contribuinte mencionado, na

hipótese de não terem sido reservados por ele bens ou rendas suficientes para o pagamento da dívida inscrita;

b) há previsão para determinação, pelo juiz, da indisponibilidade de bens e direitos do contribuinte mencionado, caso ele, após a

citação realizada em 14 de julho de 2006, não pague nem nomeie bens à penhora e não se encontrem bens penhoráveis;

c) a contagem do prazo prescricional para a cobrança do referido crédito tributário foi interrompida em 27 de junho de 2006,

com a inscrição em dívida ativa, embora seja possível a posterior configuração de prescrição intercorrente;

d) a propositura de ação anulatória do crédito tributário somente é admissível a partir de 27 de junho de 2006, exigindo-se o

depósito do montante integral apenas se o mencionado contribuinte desejar evitar a penhora de bens.

5 - Q98824 ( FCC - 2011 - NOSSA CAIXA DESENVOLVIMENTO - Advogado / Direito Tributário / Crédito Tributário; Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; )

Sobre a preferência do crédito tributário, é correto afirma que

a) a indisponibilidade de bens e direitos do devedor tribu- tário pode ser determinada em sede de procedimento administrativo

pela autoridade administrativa competente, desde que assegurada a ampla defesa.

b) a declaração de alienação de bem em fraude à execução fiscal depende de procedimento judicial específico, denominado ação

revocatória.

c) a impenhorabilidade legal do bem de família é afas- tada em caso de garantia de dívida tributária, qualquer que seja sua

origem.

d) na falência, o crédito tributário deve ser pago logo após o pagamento dos créditos trabalhistas e de acidente do trabalho,

antecedendo os demais, portanto.

e) é admitido o concurso de preferência entre pessoas jurídicas de direito público, na seguinte ordem: União; Estados, Distrito

Federal e Territórios, conjuntamente e pro rata; Municípios, conjuntamente e pro rata.

5

5

Considere que a AB Utilidades Domésticas S/A tenha formulado ao juízo competente pedido de recuperação judicial, nos termos da legislação de regência. Nessa hipótese, a concessão do pedido depende da apresentação da prova de quitação de todos os tributos da referida pessoa jurídica.

(

) Certo

( ) Errado

7

- Q82984 ( CESPE - 2010 - TCE-BA - Procurador / Direito Tributário / Crédito Tributário; Garantias e Privilégios do

Crédito Tributário.; ) Julgue os itens a seguir, relativos ao direito tributário brasileiro. As garantias do crédito devido pelo ente público prescindem de atos assecuratórios da eficácia do provimento jurisdicional futuro, sendo admissível a obtenção de certidão positiva com efeitos de negativa.

( ) Certo

( ) Errado

8 - Q59996 ( FCC - 2009 - TJ-GO - Juiz / Direito Tributário / Impostos de Competência dos Municípios; Vigência e Aplicação da Legislação Tributária; Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; Execução Fiscal; ) Tício adquiriu em 2002 um bem imóvel destinado à sua residência e de sua família, através de mútuo imobiliário junto à instituição bancária oficial. Como garantia de pagamento do mútuo, o imóvel foi gravado com uma hipoteca em favor da

instituição bancária. Todavia, desde 2005, quando ficou desempregado, Tício não paga o IPTU e as prestações sobre o referido imóvel. O Município onde está localizado o imóvel ingressou com execução fiscal para cobrar o débito de IPTU e requer a penhora sobre o imóvel. Diante disto, é correto afirmar que o imóvel

a) não pode ser penhorado sem que antes se faça a habilitação da credora hipotecária nos autos da execução fiscal, a fim de que

se estabeleça um concurso de credores entre o Município e a instituição ban cária mutuante.

b) não pode ser penhorado por ser bem de família.

c) não pode ser penhorado em execução fiscal porque está gravado com uma hipoteca para garantir dívida anterior ao débito de

IPTU.

d) pode ser penhorado em execução fiscal, porque os créditos tributários têm preferência sobre os créditos com garantia real, não

valendo também como bem de família quando para garantir dívidas tributárias do próprio imóvel.

e) pode ser penhorado em execução fiscal, mas não pode ir à hasta pública sem que a credora hipotecária habilite seu crédito,

para que possa ter resguardado seu direito a concurso de credores que se abrirá após a arrematação.

9 - Q51415 ( FGV - 2008 - TJ-PA - Juiz / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; )

Com relação à Administração Tributária e às Garantias e Privilégios do crédito tributário, assinale a afirmativa incorreta.

a) A certidão em que constar a existência de crédito não vencido, no curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a

penhora, ou cuja exigibilidade tenha sido suspensa, será considerada "positiva, com efeito, de negativa".

b) A dívida regularmente inscrita goza de presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída. Assim, com

base na alteração introduzida no CTN pela Lei Complementar 118/05, presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito

como dívida ativa.

c) A penhora on-line, no Direito Tributário, encontra amparo no CTN e permite a decretação judicial da indisponibilidade dos

bens e direitos do devedor, com a comunicação da decisão, preferencialmente por meio eletrônico, aos órgãos e entidades que

promovem os registros de transferência de bens, a fim de que, no âmbito de suas atribuições, façam cumprir a ordem judicial.

d) Segundo o CTN, os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência são

considerados extraconcursais.

e) A enumeração das garantias do crédito tributário pelo CTN é taxativa, pois não permite que outras garantias sejam previstas

em lei.

10 - Q38465 ( CESPE - 2007 - AGU - Procurador Federal / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.;

)

Julgue os próximos itens, relativos a garantias e privilégios do

crédito tributário e à dívida ativa da fazenda pública. No processo falimentar, o crédito tributário não tem preferência sobre os créditos com garantia real, no limite do valor do bem gravado.

( ) Certo

( ) Errado

GABARITOS:

1 - B

2 - E

3 - B

4 - B

5 - E

6 - C

7 - C

8 - D

9 - E

10 - C

6

6

11

- Q38464 ( CESPE - 2007 - AGU - Procurador Federal / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.;

)

Julgue os próximos itens, relativos a garantias e privilégios do crédito tributário e à dívida ativa da fazenda pública. Constituem dívida ativa da fazenda pública os créditos de natureza tributária, como os provenientes de impostos, e os créditos de natureza não-tributária, como os decorrentes das multas por infração a dispositivo da CLT.

( ) Certo

( ) Errado

12 - Q31302 ( FGV - 2008 - TJ-MS - Juiz / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; )

Em relação às preferências do crédito tributário previstas no CTN, assinale a afirmativa incorreta.

a) São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência.

b) Na falência, o crédito tributário prefere a qualquer outro, seja qual for a natureza ou o tempo da constituição deste,

ressalvados os créditos decorrentes de acidente de trabalho ou da legislação do trabalho, independentemente do seu valor.

c) A cobrança judicial do crédito tributário não está sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência, recuperação

judicial, inventário ou arrolamento.

d) São pagos preferencialmente a quaisquer créditos habilitados em inventário ou arrolamento, ou a outros encargos do monte,

os créditos tributários vencidos ou vincendos a cargo do de cujus ou de seu espólio, exigíveis no decurso do processo de inventário ou arrolamento.

e) São pagos preferencialmente a quaisquer outros os créditos tributários vencidos ou vincendos, a cargo de pessoas jurídicas de

direito privado em liquidação judicial ou voluntária, exigíveis no decurso da liquidação.

13 - Q8503 ( CESPE - 2007 - TSE - Analista Judiciário - Área Judiciária / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do

Crédito Tributário.; ) A legislação tributária recepcionada pela Constituição Federal como complementar oferece à administração tributária amplas

garantias ao crédito tributário. Assim é que vários dos componentes do patrimônio de um devedor respondem pelo pagamento do crédito tributário. Entretanto, os componentes patrimoniais que proporcionam essa amplitude de garantias não incluem

a) os bens em geral gravados com privilégios especiais ou que a lei declare absolutamente impenhoráveis, seja qual for a data da

constituição do ônus ou da cláusula.

b)

os bens em geral gravados por ônus real, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula.

c)

os bens gravados por cláusula de inalienabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula.

d)

a totalidade das rendas, excetuadas unicamente aquelas que a lei declare absolutamente impenhoráveis.

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- Q3880 ( FCC - 2007 - TRF-3R - Analista Judiciário - Área Judiciária / Direito Tributário / Garantias e Privilégios do

Crédito Tributário.; ) Quanto a garantias e privilégios do crédito tributário, considere:

I. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa.

II. A cobrança judicial do crédito tributário sujeita-se a concurso de credores ou habilitação em falência, recuperação judicial,

concordata, inventário ou partilha.

III. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo da falência.

IV. A extinção das obrigações do falido e a concessão da recuperação judicial independem da apresentação da prova de quitação

de todos os tributos.

V. A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza deste nem a da obrigação tributária a que

corresponda.

Está correto o que se afirma APENAS em

a) III e IV.

b) II, IV e V.

c) II e V.

d) I, III e V.

7

7

15 - Q2845 ( ESAF - 2005 - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal - Área Tecnologia da Informação - Prova 2 / Direito Tributário / Crédito Tributário; Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; )

Consoante o caput do art. 186 do Código Tributário Nacional, o crédito tributário prefere a qualquer outro, seja qual for a natureza ou o tempo da sua constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho ou do acidente de trabalho. Entretanto, por força de alteração legislativa havida recentemente no referido artigo, e de súmula editada pelo Superior Tribunal de Justiça, pode-se afirmar que, na falência, o crédito tributário:

a) Prefere aos créditos com garantia real, no limite do bem gravado.

b) Para que possam preferir ao crédito tributário, os créditos decorrentes da legislação do trabalho serão limitados à quantia

equivalente a 100 (cem) salários-mínimos.

c) A cobrança judicial do crédito tributário é sujeita a habilitação em processo de falência.

d) Não prefere à restituição de adiantamento de contrato de câmbio, que deve ser atendida antes de qualquer crédito.

e) A multa tributária não prefere aos créditos subordinados.

GABARITOS:

11 - C

12 - B

13 - A

14 - D

15 - D

ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

1 - Q102109 ( EJEF - 2005 - TJ-MG - Juiz / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; Garantias e Privilégios do Crédito Tributário.; Administração e Fiscalização Tributária; ) Marque a alternativa CORRETA.

a) São formas de extinção do crédito tributário: pagamento, compensação, decadência, transação, anistia e remissão, entre

outras.

b) A certidão positiva de existência de determinado crédito não vencido tem os mesmos efeitos da certidão negativa, em curso de

cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.

c) Todos os bens do suj eito passivo respondem pelo pagamento do crédito tributário, com exceção dos bens gravados com

garantia real ou com cláusula de impenhorabilidade.

d) Os prazos fixados na legislação tributária não são contínuos, interrompendo-se pelos domingos e feriados, incluindo-se na sua

contagem o dia do início e excluindo-se o do vencimento.

2 - Q77947 ( FCC - 2010 - TCE-AP - Procurador / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; )

Existindo simultaneamente dois ou mais débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com a mesma pessoa jurídica de direito público, relativos ao mesmo ou a diferentes tributos, a autoridade administrativa competente para receber o pagamento determinará a respectiva imputação, obedecidas as regras estipuladas no Código Tributário Nacional, que determina, na seguinte

ordem, em primeiro lugar,

a) impostos, taxas e contribuições de melhoria; débitos por obrigação própria e depois decorrente de responsabilidade tributária;

por fim, na ordem decrescente dos prazos de prescrição.

b) as contribuições de melhoria, taxas e impostos; os débitos por obrigação própria e depois os decorrentes de responsabilidade

tributária; por fim, na ordem decrescente dos prazos decadenciais.

c) os débitos na ordem crescente dos prazos de prescrição; os débitos por responsabilidade tributária e depois os decorrentes de

obrigação própria; por fim, primeiramente os impostos, as taxas e depois as contribuições de melhoria.

d) os débitos por obrigação própria e depois os decorrentes de responsabilidade tributária; a seguir, as contribuições de melhoria,

taxas e depois impostos; por fim, na ordem crescente dos prazos de prescrição.

e) na ordem crescente dos prazos de prescrição e decadência; os débitos por obrigação própria e depois por responsabilidade

tributária; por fim, primeiramente impostos, taxas e depois contribuições de melhoria.

3 - Q64129 ( FUNIVERSA - 2009 - PC-DF - Delegado de Polícia - Objetiva / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; ) Acerca da administração tributária, assinale a alternativa correta.

a) É nulo o lançamento realizado por auditor tributário que não seja regularmente inscrito no Conselho Regional de

Contabilidade, quando as técnicas contábeis forem indispensáveis para efetivar a verificação da situação fiscal.

b) Estão sujeitos à fiscalização tributária quaisquer livros comerciais, limitado o exame aos pontos objeto da fiscalização.

c) É ilegítima a retenção temporária de mercadoria pela fiscalização tributária até a comprovação da posse legítima do

transportador.

8

8

d) A fiscalização tributária está legitimada a efetuar lançamento com base unicamente em extrato bancário encontrado no

estabelecimento comercial.

e) Apesar de regularmente instaurado procedimento administrativo fiscal, as informações bancárias da empresa objeto de

fiscalização só podem ser obtidas mediante ordem judicial.

4 - Q64128 ( FUNIVERSA - 2009 - PC-DF - Delegado de Polícia - Objetiva / Direito Tributário / Vigência e Aplicação da Legislação Tributária; Administração e Fiscalização Tributária; )

Cada uma das alternativas abaixo apresenta uma situação hipotética seguida de uma afirmação. Assinale aquela em que a afirmação está correta.

a) A farmácia Vida estava autorizada a, mediante apresentação de receita médica, vender medicamento que causa dependência

física e psíquica, cujo comércio desautorizado constitui crime de tráfico de substância entorpecente. Visando aumentar o lucro,

passou a vendê-lo aleatoriamente e subtrair a renda auferida dos registros contábeis e fiscais. Nessa situação hipotética, é lícito ao fisco efetuar o lançamento tributário pelo lucro obtido com a circulação de mercadoria, apesar de as referidas vendas constituírem crime de tráfico de entorpecente.

b) A farmácia Vida adquiriu da indústria Melhor medicamentos para revenda, que emitiu as notas fiscais de alienação constando

os valores da transação e a retenção dos impostos e, na via destinada à contabilidade, lançou valor referente a 10% do negócio

efetivado, sobre o que calculou o tributo. Nessa situação hipotética, a adquirente Vida pode ser sujeito passivo da obrigação tributária, considerando-se que deveria saber, pelo preço, tratar-se de sonegação fiscal.

c) Os sócios da farmácia Vida, flagrados em sonegação fiscal, dissolveram irregularmente a sociedade, celebrando distrato

apurando e dividindo os haveres, excluindo um dos sócios-gerentes de qualquer responsabilidade pelo pagamento dos tributos devidos, uma vez que convencionaram que sua parte seria destinada ao pagamento das dívidas tributárias, que não foram pagas pelos demais sócios. Nessa situação hipotética, estará excluído da solidariedade tributária pelas dívidas pendentes o sócio que

nada recebeu.

d) A fiscalização tributária verificou que a farmácia Vida apurava o ICMS devido e comunicava mensalmente o valor ao fisco,

entretanto, não os recolhia aos cofres públicos. Nessa situação hipotética, o fisco deverá efetuar o lançamento fiscal para constituir o débito tributário.

e) Quando da verificação da dissolução da farmácia Vida, o fisco procurou os sócios e notificou-os para apresentação dos livros

fiscais referentes à apuração do ISSQN, uma vez que a farmácia estava inscrita como contribuinte desse imposto e tinha sido reconhecida, por ato declaratório, a isenção quanto ao pagamento do ISSQN. Nessa situação hipotética, não tem a sociedade comercial de cumprir com as obrigações acessórias.

5 - Q64122 ( FUNIVERSA - 2009 - PC-DF - Delegado de Polícia - Objetiva / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; ) Acerca do sigilo fiscal, assinale a alternativa correta.

a) A legislação tributária autoriza que qualquer servidor do fisco, mesmo que sem procedimento específico de apuração de

ilícito, obtenha dados de terceiros protegidos por sigilo.

b) O advogado que tenha conhecimento de informações ilícitas acerca de dados de seus clientes protegidos por sigilo fiscal tem

o dever de informá-las às autoridades públicas.

c) O fisco federal não pode passar informações ao fisco estadual sem autorização judicial.

d) Somente por convênio é que a autoridade policial pode obter dados do fisco para apuração de ilícito penal tributário.

e) O Banco Central, na função de fiscalização que possui, deve informar ao Ministério Público e à Receita Federal acerca de

dados de operações financeiras em que haja indícios de ilícito penal.

6 - Q61793 ( CESPE - 2008 - MPE-RO - Promotor de Justiça / Direito Tributário / Lançamento; Administração e Fiscalização

Tributária; ) O fisco de um estado da Federação verificou que um estabelecimento comercial não emitia notas fiscais, não escriturava os livros obrigatórios e não recolhia o tributo de ICMS devido nas operações comerciais. Diante disso, lavrou auto de infração contra a empresa e notificou seu representante para que efetuasse o pagamento do débito.

Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção correta.

a) O procedimento adotado pelo fisco é denominado lançamento por homologação.

b) O fisco local utilizou de sua prerrogativa e realizou o lançamento misto.

c) O lançamento foi efetuado irregularmente, uma vez que o fisco deveria ter notificado o contribuinte antes de ter realizado o

procedimento administrativo.

d) Ao lavrar o auto de infração tributária contra a empresa sonegadora, o fisco fez o lançamento de ofício, uma vez que se

comprovou que o sujeito passivo agiu com fraude.

e) O procedimento do fisco é denominado extemporâneo, dado que foi realizado sem auxílio do contribuinte.

9

9

7 - Q60378 ( VUNESP - 2008 - TJ-SP - Juiz / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; ) A respeito da fiscalização tributária, é correto afirmar que

a) o Código Tributário Nacional não disciplina regras de fiscalização aos não contribuintes e aos contribuintes que gozem de

imunidade tributária ou isenção de caráter pessoal.

b) a Fazenda Pública pode divulgar as informações econômicas e financeiras do sujeito passivo, para investigação administrativa, desde que apurada em procedimento administrativo instaurado.

c) a diligência será formalizada em termo escrito no qual constará o início da ação fiscal e o prazo em que terminará, sendo que

transcorrerá por prazo indeterminado, na falta desta menção.

d) o contribuinte é beneficiado pelas regras do Código Civil que protegem a informação de seus livros contábeis.

8 - Q60134 ( CESPE - 2009 - MPE-RN - Promotor de Justiça / Direito Tributário / Responsabilidade Tributária; Administração e Fiscalização Tributária; ) Empregado de uma empresa mercantil emitiu nota fiscal de uma operação comercial, destacando o valor do tributo devido em patamar inferior ao que seria correto, em virtude da aplicação equivocada de percentual inferior ao estabelecido pelo fisco. Em função disso, foi lavrado auto de infração contra a empresa e se impôs o pagamento do valor do tributo somado à multa e penalidades cabíveis para o caso. Tal fato foi notificado ao sóciogerente responsável pela administração da empresa, que se dirigiu para o fisco, declarou e pagou apenas o tributo devido, sem incluir os valores da multa e das penalidades que foram aplicadas.

Com base nessa situação, assinale a opção correta.

a) A autuação não poderia ter ocorrido em virtude da existência de equívoco praticado pelo empregado da empresa e, não, pelo

sócio-gerente.

b) A autuação poderia ter ocorrido, mas perdeu a validade e a eficácia quando o responsável pela empresa fez a denúncia de

forma espontânea.

c) Não há que se falar em denúncia espontânea, uma vez que já iniciado o procedimento administrativo.

d) A autuação fiscal está correta, pois a responsabilidade tributária por infrações ocorre, desde que comprovado o dolo na prática

do ato.

e) A responsabilidade por infrações administrativas é sempre pessoal e do agente que a praticou, independentemente da situação.

9 - Q60132 ( CESPE - 2009 - MPE-RN - Promotor de Justiça / Direito Tributário / Crédito Tributário - Exclusão, Suspenção e Extinção; Administração e Fiscalização Tributária; ) Considerando que o Poder Legislativo de um estado da Federação discuta projeto de lei que conceda perdão às infrações

tributárias cometidas por contribuinte que tenham praticado fraude perante a fiscalização tributária, assinale a opção correta.

a) A concessão desse benefício seria legal, uma vez que se trata de anistia, a qual se aplica apenas aos casos de perdão às

infrações tributárias.

b) Seria ilegal a concessão desse benefício, uma vez que se trata de remissão.

c) Seria ilegal a concessão desse benefício, uma vez que a concessão de anistia não pode abranger atos praticados com fraude.

d) O Poder Legislativo estadual tem competência privativa para legislar a respeito de anistia, mesmo alterando o CTN.

e) O benefício que se pretende conceder causa extinção do crédito tributário.

10 - Q49014 ( FCC - 2009 - SEFAZ-SP - Agente Fiscal de Rendas - Gestão Tributária - Prova 3 / Direito Tributário /

Administração e Fiscalização Tributária; ) Na realização de atividade fiscalizatória, os agentes fiscais podem entrar nos estabelecimentos dos contribuintes. Sobre o procedimento de fiscalização é correto afirmar que

a) não se aplicam os princípios constitucionais da inviolabilidade do domicílio, do direito à intimidade e do sigilo da

correspondência, tendo em vista o poder de polícia conferido à administração tributária.

b) existem restrições, pois o contribuinte não está obrigado a exibir livros contábeis ou fiscais obrigatórios, visto que a

Constituição Federal lhe garante o direito à intimidade.

c) realiza-se informalmente e não precisa ser documentado.

d) deverá ser documentado por meio de termos específicos lavrados, sempre que possível, em um dos livros fiscais exibidos ou,

quando lavrados em separado, o sujeito passivo deverá ficar com cópia autenticada.

e) é possível ao sujeito passivo até sua conclusão, se valer da denúncia espontânea em relação às infrações praticadas,

beneficiando-se do pagamento sem imposição de multas.

GABARITOS:

10

10

1 - B

2 - D

3 - B

4 - A

5 - E

6 - D

7 - B

8 - C

9 - C

10 - D

11 - Q46595 ( FGV - 2010 - SEAD-AP - Fiscal da Receita Estadual - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

Analise

as

afirmativas

a

seguir:

I. A consulta fiscal tem como fundamento de validade o direito de petição insculpido no artigo 5º, inciso XXXIV, da

Constituição Federal, razão pela qual é correta a afirmação de que qualquer pessoa, física ou jurídica, goza de legitimidade para

sua formulação perante os órgãos da administração fazendária, independente de sua sujeição aos termos de uma dada norma

tributária.

II. Em atendimento ao princípio do formalismo moderado a petição de consulta poderá ser apresentada por escrito ou oralmente,

para posterior redução a termo, no domicílio tributário do consulente, ao órgão da entidade incumbida de administrar o tributo

versa.

sobre

que

III. Do momento do protocolo da consulta até sua decisão final o fisco possui a faculdade de instaurar procedimento de

fiscalização e promover o lançamento de ofício necessário a prevenir a decadência relativa à espécie tributária consultada.

Assinale:

a)

se somente a afirmativa I estiver correta.

b)

se somente as afirmativas I e III estão corretas.

c)

se nenhuma afirmativa estiver correta.

d)

se somente a afirmativa III estiver correta.

e)

se somente a afirmativa II estiver correta.

12

- Q46485 ( FCC - 2006 - PGE-RR - Procurador de Estado / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; )

Considere

as

seguintes

afirmações

sobre

a

Administração

Tributária:

I. O intercâmbio de informação sigilosa, no âmbito da Administração Pública, será realizado mediante processo regular

instaurado,

e

a

entrega

será

feita

pessoalmente

à

autoridade

solicitante,

mediante

recibo.

II.

É

vedada

a

divulgação

de

informações

relativas

a

representações

fiscais

para

fins

penais.

III.

É vedada a divulgação por parte da Fazenda Pública de informação obtida em razão do ofício sobre a situação financeira ou

econômica

 

do

sujeito

passivo.

IV.

É

vedada

a

divulgação

de

informação

relativas

a

inscrições

na

dívida

ativa.

V.

É

permitida

a

divulgação

de

informações

relativas

a

parcelamento

ou

moratória.

SOMENTE estão corretas as afirmações

a)

I, II e V.

b)

I, II e IV.

c)

I, III e V.

d)

II, III, e IV.

e)

III, IV e V.

13

- Q40808 ( ESAF - 2003 - PGFN - Procurador / Direito Tributário / Administração e Fiscalização Tributária; )

A Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001, que "Dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras e dá

outras providências", estabelece expressamente:

a) É vedado às instituições financeiras, exceto se houver prévia autorização do Poder Judiciário, fornecer à Secretaria da Receita

Federal as informações necessárias à identificação dos contribuintes e os valores globais das respectivas operações, no que se

refere à Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF), por constituírem informes e operações protegidos por sigilo bancário.

b) Independem de prévia autorização do Poder Judiciário a prestação de informações e o fornecimento de documentos sigilosos

pelas instituições financeiras, quando solicitados por comissão de inquérito administrativo destinada a apurar responsabilidade de servidor público por infração praticada no exercício de suas atribuições, ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido.

11

11

c) As autoridades e os agentes fiscais tributários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios somente poderão

examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, inclusive os referentes a contas de depósitos e aplicações financeiras, quando houver processo administrativo instaurado ou procedimento fiscal em curso e tais exames sejam considerados indispensáveis pela autoridade administrativa competente.

d) As autoridades e os agentes fiscais tributários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não têm permissão

legal para, sem prévia autorização do Poder Judiciário, examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, que

se refiram a contas de depósitos e aplicações financeiras, ainda que haja processo administrativo instaurado e tais exames sejam considerados indispensáveis pela autoridade administrativa competente.

e) O Banco Central do Brasil não tem permissão legal para fornecer informação protegida por sigilo bancário ao Conselho de

Controle de Atividades Financeiras (COAF), órgão do Ministério da Fazenda, exceto na hipótese de prévia autorização do Poder

Judiciário.

14 - Q40128 ( FCC - 2010 - SEFIN-RO - Auditor Fiscal de Tributos Estaduais / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

O embaraço à fiscalização configura-se

a) pela negativa de acesso à bagagem do sujeito passivo, na qual se encontrem bens de sua posse ou propriedade.

b) pelo descumprimento de ordem legal de servidor público.

c) pelo não fornecimento de informações sobre bens, movimentação financeira, negócios ou atividades de terceiros, quando

intimado.

d) pela negativa de acesso ao estabelecimento, onde se desenvolvam atividades do sujeito passivo, ou se encontrem bens de sua

posse ou propriedade.

e) pela negativa mesmo justificada de exibição de livros e documentos em que se assenta a escrituração das atividades do sujeito

passivo, quando intimado.

15 - Q39250 ( CESPE - 2004 - Polícia Federal - Delegado de Polícia - Nacional / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

A fiscalização tributária apreendeu em estabelecimento

farmacêutico controle paralelo de vendas de três anos anteriores à fiscalização, sem emissão de notas fiscais, de cápsulas para emagrecimento compostas de substância capaz de causar dependência psíquica e acionou imediatamente a polícia, que efetuou a prisão em flagrante do sócio-gerente por tráfego de entorpecente, já que tal substância estava estocada em prateleira, vindo a ser proferida sentença condenatória com trânsito em julgado.

Com base na situação hipotética acima, julgue os itens a seguir.

Na hipótese considerada, se o produto comercializado for sujeito a substituição tributária, não gerará, para a farmácia, obrigação de recolher ICMS.

( ) Certo

( ) Errado

16 - Q39248 ( CESPE - 2004 - Polícia Federal - Delegado de Polícia - Nacional / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; ) Se o estabelecimento em consideração for uma farmácia de manipulação e tiver fabricado as cápsulas apreendidas, o município poderá cobrar o ICMS devido sobre as vendas realizadas.

( ) Certo

( ) Errado

17 - Q39246 ( CESPE - 2004 - Polícia Federal - Delegado de Polícia - Nacional / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

A lei não descreve atos ilícitos como hipótese de incidência do tributo, entretanto, a autoridade fazendária poderá exigir o tributo

decorrente da venda dos psicotrópicos.

( ) Certo

( ) Errado

18 - Q38326 ( ESAF - 2010 - SUSEP - Analista Técnico - Prova 2 - Administração e Finanças / Direito Tributário /

12

12

A atividade fiscalizatória, essencial à manutenção do equilíbrio financeiro governamental, considerando o grau de relevância das receitas oriundas dos tributos no orçamento, possui determinadas prerrogativas de acordo com o Código Tributário Nacional- CTN. Sobre o tema, assinale a opção incorreta.

a) A atividade de fiscalização decorre de lei e não pode ser inibida; já o resultado da fiscalização está sujeito ao mais amplo

controle judicial.

b) O CTN prevê obrigação inequívoca de qualquer pessoa jurídica de dar à fiscalização tributária amplo acesso aos seus registros

contábeis, bem como às mercadorias e aos documentos respectivos.

c) Havendo negativa ou mera obstaculização, por parte da pessoa sujeita à fiscalização, à exibição de livros e documentos

contábeis, pode o Fisco buscar, judicialmente, acesso a eles, desde que haja a fundada suspeita de irregularidade.

d) Para os efeitos da legislação tributária, não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de

examinar arquivos ou documentos de comerciantes, ou da obrigação destes de exibi-los.

e) Se o agente da Administração Pública Tributária exigir a apresentação dos livros e o contribuinte negá-los, poderá haver o

lançamento do crédito tributário por arbitramento.

19 - Q36874 ( FCC - 2010 - TRF - 4ª REGIÃO - Analista Judiciário - Área Judiciária / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

Em relação à administração tributária, é INCORRETO afirmar:

a) A dívida inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída, presunção esta absoluta, não

podendo ser ilidida por prova ainda que inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.

b) Não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias, livros,

arquivos, documentos, papéis e efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes industriais ou produtores, ou da obrigação destes de exibilos.

c) A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda Pública, responsabiliza pessoalmente o

funcionário que a expedir, pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos.

d) Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza, regularmente inscrita na repartição administrativa

competente, depois de esgotado o prazo fixado para pagamento pela lei ou por decisão final proferida em processo regular.

e) É vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida em razão do ofício sobre a

situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades.

20 - Q33749 ( FGV - 2010 - SEAD-AP - Auditor da Receita do Estado - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; )

Assinale a afirmativa incorreta.

a) é vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida em razão de ofício sobre a

situação econômica ou financeira do sujeito passivo.

b) é vedada a divulgação de informações relativas a representações fiscais para fins penais.

c) não é vedada a divulgação de informações relativas a inscrições na Dívida Ativa.

d) não é vedada a divulgação de informações relativas a parcelamento ou moratória.

e) admite-se o intercâmbio de informação sigilosa no âmbito da Administração Pública, desde que realizado mediante processo

regularmente instaurado, garantindo-se o sigilo da informação.

GABARITOS:

11 - C

12 - C

13 - C

14 - C

15 - C

16 - E

17 - C

18 - C

19 - A

20 - B

21 - Q33748 ( FGV - 2010 - SEAD-AP - Auditor da Receita do Estado - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; ) Assinale a afirmativa incorreta.

a) a autoridade fiscal não poderá exercer atos de fiscalização em relação aos tabeliães, escrivães e demais serventuários, que

dispõe de foro próprio para atos fiscalizatórios.

b) o sujeito tem o dever de colaborar com a administração na sua tarefa de fiscalização.

c) a autoridade administrativa tem o dever de investigar.

d) acordos, contratos e convenções firmados entre particulares não poderão ser opostos ao Fisco para eximir-se do cumprimento

da obrigação tributária.

e) os bancos, casas bancárias, caixas econômicas e demais instituições financeiras poderão ser obrigadas, mediante intimação

escrita, a prestar a autoridade administrativa as informações de que disponham em relação a bens, negócios ou atividades de terceiros, ressalvados, contudo, os fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a preservar o segredo em razão de cargo, ofício, função, atividade ou profissão, consoante o disposto no próprio Código Tributário Nacional.

13

13

22 - Q30912 ( FGV - 2009 - TJ-PA - Juiz / Direito Tributário / Infrações e Sanções Tributárias; Administração e Fiscalização

Tributária; ) Agentes do Fisco Estadual apreenderam notas e livros fiscais, durante determinada atividade fiscalizadora na empresa Beta, sem

estarem

munidos

de

mandado

judicial

para

tal

fim.

Esse procedimento é considerado:

a)

ilegal, pois qualquer apreensão de bem de empresa só pode ser feita através de mandado judicial.

b)

abusivo, por representar excesso do exercício do poder de fiscalização.

c)

inconstitucional, pois desta forma estariam quebrando o sigilo de dados da empresa.

d)

legal, sendo os documentos de exibição obrigatória pelo contribuinte.

e)

legal, se houver circunstância que o faça necessário, mas deve ser seguido do pedido ao Juiz que o convalide.

23

- Q24675 ( FGV - 2008 - SEFAZ-RJ - Fiscal de Rendas - Prova 2 / Direito Tributário / Certidão Negativa de Débito;

Administração e Fiscalização Tributária; ) Com relação à expedição da Certidão Negativa de Débito (CND ou CPEN), em caso de débito de imposto, cujo valor o contribuinte já informara à Fazenda mediante documento próprio (GIA-ICMS), é correto afirmar que:

a)

não pode ser expedida em hipótese alguma.

b)

só pode ser expedida após a efetivação do lançamento a cargo da autoridade administrativa.

c)

não pode ser expedida, salvo se o contribuinte pagou o débito declarado.

d)

só pode ser expedida se ocorrer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

e)

não pode ser expedida, pois não ocorreu inscrição do débito na Dívida Ativa.

24

- Q24674 ( FGV - 2008 - SEFAZ-RJ - Fiscal de Rendas - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e Fiscalização

Tributária; )

A respeito da quebra do sigilo bancário do contribuinte pela fiscalização tributária, é correto afirmar que:

a)

depende sempre de autorização judicial.

b)

não se pode dar de modo algum.

c)

viola a Constituição.

d)

pode ocorrer, no caso de processo administrativo em trâmite.

e)

para sua concreção, basta que a autoridade fiscal expeça intimação escrita.

25

- Q24530 ( FGV - 2009 - SEFAZ-RJ - Fiscal de Rendas - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e Fiscalização

Tributária; )

Em

relação

à

fiscalização

tributária,

analise

as

afirmativas

a

seguir:

I. Determina o código tributário nacional que a autoridade administrativa que presidir quaisquer diligências de fiscalização

deverá, preferencialmente, lavrar termo autônomo de início do respectivo procedimento, cuja cópia será entregue ao sujeito fiscalizado; caso haja recusa de recebimento do aludido termo pelo contribuinte, o início da ação fiscal há de ser certificado em

um

forma da legislação.

dos

livros

fiscais

a

serem

exibidos

na

II. Somente antes do início de qualquer procedimento de fiscalização é possível ao contribuinte se socorrer do benefício da

denúncia espontânea, afastando-se a responsabilidade por infrações à legislação tributária, desde que haja o pagamento integral

mora.

do

tributo

devido

acrescido

dos

juros

de

III. O artigo 195 do CTN reza que "para os efeitos da legislação tributária, não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes industriais ou produtores, ou da obrigação destes de exibi-los". Com base nesse dispositivo, o Supremo Tribunal Federal editou súmula de modo a consolidar o entendimento de que se sujeitam à fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais, ilimitadamente, independentemente dos pontos objeto da investigação.

Assinale:

a) se somente a afirmativa I estiver correta.

b) se somente a afirmativa II estiver correta.

c) se somente a afirmativa III estiver correta.

d) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.

e) se todas as afirmativas estiverem corretas.

14

14

26 - Q22590 ( ESAF - 2009 - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal - Prova 2 / Direito Tributário / Administração

e Fiscalização Tributária; ) Sobre a Administração Tributária e o poder de fiscalizar, assinale a opção correta.

a) Iniciado o procedimento fiscalizatório pela autoridade administrativa, com a lavratura de Termo de Início de Fiscalização,

tem-se a antecipação do prazo decadencial que, normalmente, ocorreria com o lançamento.

b) Diante de requisição da autoridade administrativa de apresentação de informações sigilosas, não pode o agente público

responsável pelo deferimento negar-se a entregá-la.

c) Em que pese o dever de sigilo da autoridade fiscal, o Código Tributário Nacional autoriza a divulgação de informações

relativas a representações fiscais para fins penais, inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública e parcelamento ou moratória.

d) A Constituição Federal estabeleceu que as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos

Municípios atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, independentemente da existência de lei ou convênio.

e) Verificada a existência de crime contra a ordem tributária, praticado por particular, deve a autoridade administrativa

representar ao Ministério Público, mesmo antes de proferida decisão final, na esfera administrativa, sobre a exigência do crédito

tributário.

27 - Q22421 ( ESAF - 2009 - Receita Federal - Analista Tributário da Receita Federal - Prova 2 / Direito Tributário /

Administração e Fiscalização Tributária; ) Sobre o sigilo fi scal, previsto no art. 198 do Código Tributário Nacional, analise os itens a seguir, classifi cando-os como verdadeiros ou falsos. Escolha, em consequência, a opção que seja adequada às suas respostas:

I. é vedada a divulgação para qualquer fi m, como regra, por parte da Fazenda Pública e de seus funcionários, de qualquer informação obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financeira dos sujeitos passivos ou de terceiros;

II. não é vedado o fornecimento de informações para autoridade judiciária, mediante requisição, no interesse da justiça;

III. é dominante o entendimento de que pode o Juiz, nos autos de uma execução fi scal, atender a pedido do exequente de oficiar

à Secretaria da Receita Federal do Brasil solicitando cópia da declaração de bens e renda do executado, de modo a permitir a

identificação

penhoráveis;

de

bens

IV. de outra forma, não se admite o disposto no item III no caso de uma execução de sentença.

a)

Todos os itens estão corretos.

b)

Estão corretos apenas os itens I e II.

c)

Estão corretos apenas os itens II e III.

d)

Estão corretos apenas os itens II, III e IV.

e)

Estão corretos apenas os itens I, II e III.

28

- Q15930 ( ESAF - 2009 - SEFAZ-SP - Analista de Finanças e Controle - Prova 2 / Direito Tributário / Administração e

Fiscalização Tributária; ) Aldemário Araujo Castro ensina que "O crédito tributário não pago, na forma prevista na legislação própria, e não sujeito a

qualquer das causas de suspensão da exigibilidade, é encaminhado para a inscrição na chamada Dívida Ativa pela repartição administrativa competente". A inscrição em Dívida Ativa:

a) presume fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas por sujeito passivo com débito tributário regularmente

inscrito.

b) somente incide sobre créditos tributários defi nitivamente constituídos.

c) sujeita-se a sigilo fi scal.

d) tem natureza constitutiva do crédito e declaratória da obrigação.

e) possui dupla fi nalidade: constituir um título executivo extrajudicial e conferir presunção de liquidez e certeza ao crédito

tributário.

29 - Q15469 ( ESAF - 2009 - MF - Assistente Técnico-Administrativo / Direito Tributário / Dívida Ativa; Administração e

Fiscalização Tributária; )

De acordo com o Código Tributário Nacional, o termo de inscrição em dívida ativa, autenticado pela autoridade competente, indicará, obrigatoriamente:

a) o nome do devedor, dos co-responsáveis e, sob pena de nulidade, o domicílio ou residência de um e de outros.

b) a data em que foi inscrita.

15

15

c) a origem e a natureza do crédito, não se exigindo a exata disposição da lei em que seja fundado.

d) a quantia devida, incluindo-se os juros de mora, dis- pensando-se a apresentação dos meios utilizados para os cálculos dos

valores.

e) o número e a origem do processo administrativo de que se originou o crédito, com transcrição dos termos mais importantes

para exata identificação do devedor.

30 - Q2919 ( ESAF - 2005 - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal - Área Tributária e Aduaneira - Prova 3 / Direito Tributário / Processo Administrativo Tributário - PAT; Administração e Fiscalização Tributária; )

Leia

cada

um

dos

assertos

abaixo

e

assinale

(V)

ou

(F),

conforme

seja

verdadeiro

ou

falso.

Depois,

marque

a

opção

que

contenha

a

exata

seqüência.

) A Secretaria da Receita Federal do Brasil resguardará, na forma da legislação aplicável à matéria, o sigilo das informações prestadas, relativamente à Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Crédito e Direitos de -

CPMF.

(

Natureza

Financeira

( ) À Secretaria da Receita Federal do Brasil é facultada a utilização das informações obtidas, relativamente à Contribuição

Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Crédito e Direitos de Natureza Financeira - CPMF, para instaurar procedimento administrativo tendente a verifi car a existência de crédito tributário relativo a impostos e contribuições e para lançamento, no âmbito do procedimento fi scal, do crédito tributário porventura existente.

( ) À vista do dever de resguardar o sigilo das informações prestadas relativamente à CPMF, as autoridades fazendárias não

poderão utilizá-las para instaurar procedimento administrativo tendente à constituição de crédito tributário relativo a outras

contribuições ou impostos, nem exigir dos contribuintes informações respeitantes à movimentação financeira bancária.

a) V V V

b) V V F

c) F F V

d) F F F

e) V F V

GABARITOS:

21 - A

22 - D

23 - C

24 - D

25 - B

26 - C

27 - E

28 - A

29 - B

30 - B