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A A L L Ó Ó G G I I C C A A

AA LLÓÓGGIICCAA

“É lógico que eu vou!”, “É lóg ico que ela disse isso!”. Quando dizemos fr ases como essas, a

expressão “é lógico que” indica, para alguma coisa evidente. A expressão

compartilhado pelos interlocutores do di scurso.

nós e para a pessoa com quem estamos fala ndo, que se trata de

raciocínio implícito,

aparece como se fosse a conclusão de um

1. ou uma inferência: visto que conheço x, d isso posso concluir

x é assim, então é

3. ou a exigência de que não haja contra dição entre o que

4. ou a exigência de que, para entend er a conclusão y,

precisamos saber o suficiente sobre x para c onhecer por que se

lógico estamos participando de uma tradição d e pensamento que se

a indagar se o logos obedecia ou não a reg ras, possuía ou não

decomposto na sua estrutura por

Aristóteles (séc. IV a.C.) na obra Analíti cos. Como o próprio nome diz, trata- se de uma análise do pensamento nas s uas partes integrantes. Essa e outras obras sobre o assunto foram deno minadas mais tarde, em conjunto, Órganon, que significa "instrumento" (d e fato, instrumento para se proceder corretamente no pensar). O próprio Arist óteles não usou a palavra lógica, que só apareceu mais tarde. Embora alguns filósofos anteriores a Aristóteles, tais

como os pré-socráticos Parmênides, os

sofistas, Sócrates e Platão, tenham

estabelecido algumas leis do pensamen to, nenhum o fez com tal amplitude e

rigor.

O novo

modo

de

pensar

é

tenham estabelecido algumas leis do pensamen to, nenhum o fez com tal amplitude e rigor. O

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Por essa razão a lógica aristotélica permaneceu através dos séculos a té os nossos dias.

Por essa razão a lógica aristotélica permaneceu através dos séculos a té os nossos dias. Segundo Aristóteles, a lógica se subdivide em:

a formal (ou menor), que estabelece a form a correta das operações do

pensam ento. Se as regras forem aplicadas adequ adamente, o raciocínio é consider ado válido ou correto.

- lógic

a material (ou maior), parte da lógica que trata da aplicação das operações

do pens amento segundo a matéria ou natureza dos obj etos a conhecer. Enquanto a lógica fo rmal se preocupa com a estrutura do pensamen to, a lógica material investiga

- lógic

da lógica aristotélica está no estabelecimen to dos primeiros princípios,

Ilustração 2: parte da obra Or ganon de Aristóteles com os escritos da lógica.
Ilustração 2: parte da obra Or ganon de Aristóteles com
os escritos da
lógica.

Esses prin cípios, que se relacionam

dependem da concepção

metafísica aristotéli ca (ver o Capítulo 10 - teoria

do conhecimento n a Antiguidade). São eles o

princípio de identi dade, o princípio de não-

contradição e o prin cipio do terceiro excluído.

É assim q ue Aristóteles formula na

Metafísica o princi pio de não-contradição: "É

o mesmo (o mesmo

determinante) conv enha e não convenha ao

mesmo ente ao me smo tempo e sob o mesmo

aspecto. Isto signi fica que duas proposições

contraditórias não p odem ser verdadeiras e que

não é possível afirm ar e negar simultaneamente

combinações possíveis das premissas e da co nclusão que redundavam em

•1. prin cípio da identidade: um ser é sempre idêntico a si me smo: A
•1. prin cípio da identidade: um ser é sempre idêntico a si me smo: A é A;
1
•2. prin cípio da não-contradição: é impossível que um ser se ja e não seja
idêntic o a si mesmo ao mesmo tempo e na mesma relação.
É impossível que A
2
seja A e
não-A;
•3. prin cípio do terceiro excluído: dadas duas proposições co m o mesmo sujeito
e o me smo predicado, uma afirmativa e outra negativa, uma
delas é
necess ariamente verdadeira e a outra necessariamente falsa . A é x ou não-x,
3
não ha vendo terceira possibilidade.

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EXERCICIOS – BLOCO 1

EXERCICIOS – BLOCO 1

1- O silogismo aristotélico é

a) formado por duas proposições.

b) apresentado sob a forma de hipóteses.

c) constituído por três raciocínios distintos.

d) é verdadeiro, independentemente da verdade de sua premissa, desde que seja correto.

e) Formado por três proposições.

c) lógica

e) ética

a) I apenas

b) II apenas

c) III apenas

5- Na busca por uma definição acerca do raciocínio lógico ideal Aristóteles (pai da lógica) pensa que o exercício de pensar corretamente é um desafio constante ao pensamento humano. Por isso formula os 3 princípios fundamentais de um silogismo. São eles:

a) Da proporcionalidade, da dupla negação, da conjunção

b) Da identidade, da não contradição, da falsibilidade

c) Da não contradição, do terceiro excluído, da identidade

d) Do terceiro excluído, da proporcionalidade, da falsibilidade

e) Da conjunção, da dupla negação, da falsibilidade

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6- As pesquisas biomédicas estabeleceram a estreita relação entre o consumo de cigarros e as

6- As pesquisas biomédicas estabeleceram a estreita relação entre o consumo de cigarros e as chances de desenvolver câncer de pulmão. As estatísticas mostram que 70% dos fumantes desenvolvem essa doença. Com base nessas informações, pode-se dizer que

a) com certeza, quem não fuma não desenvolverá a doença.

b) se pode fumar e não adoecer de câncer de pulmão. É muito provável que isso aconteça.

c) se pode fumar e não adoecer de câncer de pulmão. Entretanto, o mais provável é que o fumante acabe desenvolvendo a doença.

d) o fumante está condenado: com certeza, morrerá de câncer de pulmão.

e) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.

GABARITO

1.

E

2.

C

3.

A

4.

A

5.

C

6.

C

7.

A

8.

T

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1- A LÓGICA

1- A LÓGICA

a lógica é a disciplina que trata das formas do

pensamento, da linguagem descritiva do pensamento, das leis da argumentação e raciocínio correto, dos métodos e dos princípios que regem o pensamento humano. Portanto, não se trata somente de uma arte, mas também de uma ciência. Tem como objeto de estudo a formação do argumento.

] [

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COMO CAI NA PROVA

COMO CAI NA PROVA

1- Leia:

(

) Mãe, este bolo feito pelas suas mãos está uma delícia mesmo.

(

) Sempre que tomo muito sorvete fico com dor de barriga. Hoje tomei muito. Portanto, fica de barriga.

( ) Foi a pior prova que eu já fiz em toda a minha vida de estudante. Isso prova que não preparado para o vestibular. Podemos dizer que os fragmentos acima são:

a) Inferência – Argumento – Inferência

b) Argumento – Inferência – Argumento

c) Inferência – Argumento – Inferência

d) Inferência – Argumento – Argumento

e) Argumento – Argumento – Inferência

2- Uma proposição pode ser descrita como um discurso declarativo que expressa verbalmente

mental em que se afirma ou nega a inerência ou a relação entre dois ou mais termos; um

suscetível de verdade ou de falsidade.

Conforme essa descrição, assinale o que for uma proposição.

01)

O homem é um animal político mas podemos admitir o contrario.

02)

Vá embora! Agora mesmo!

04)

caneta, lápis, caderno

08)

Por que somente o homem está sujeito a se tornar imbecil?

16)

As transformações naturais sempre levam a um aumento na entropia do Universo.

Está correto o seguinte somatório:

a) 22

b) 24

c) 17

d) 27

e) 26

3- Identifique as premissas e a conclusão:

a) Os maiores custos de execução do projeto deverão ocorrer na construção de açud

armazenamento da água, já que todo o transporte será feito por gravidade, aproveitan

plano do sertão.

b) Industrialização e trabalho escravo nem sempre foram compatíveis, visto que a produção

no sul dos EUA, com mão-de-obra escrava, fornecia matéria-prima para a industria britâni

c) Os candidatos poderão usar o espaço mais movimentado da cidade para pedir voto eleitores. A panfletagem no Centro, que está proibida para as lojas, foi liberada aos po significa que os famosos santinhos estarão todos os dias presentes no Calçadão, na Praç Marinho e nas ruas centrais.

4- Leia:

(

) Há crianças vendidas por pais extremamente pobres a quem tem dinheiro e falta de escr as comprar; pessoas cujo rendimento não permite fazer mais do que uma refeição por que não têm a menor possibilidade de adquirir pelo menos a escolaridade básica; cid estão presos por terem defendido as suas ideias.

(

) Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em princípio justificados. Mas n utilitarismo prefere uma distribuição mais igual. Assim, se uma família ganha 5 mil euros outra 500, o bem-estar da família rica não diminuirá se 500 euros do seu rendim transferidos para a família pobre, mas o bem-estar desta última aumentará substancialme acarreta que, a partir de certa altura, a utilidade marginal do dinheiro diminui à medid aumenta.

(

) Foi a pior prova que eu já fiz em toda a minha vida de estudante. Isso prova que não preparado para o vestibular.

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Podemos dizer que os fragmentos acima são: a) Inferência – Argumento – Inferência b) Argumento

Podemos dizer que os fragmentos acima são:

a) Inferência – Argumento – Inferência

b) Argumento – Inferência – Argumento

c) Inferência – Argumento – Inferência

d) Argumento – Argumento – Inferência

e) Inferência – Argumento – Argumento

5- No seguinte argumento: “Na prova de física o problema se refere a um caso específico, tendo sido

fornecidos

consequentemente a fim de resolver o problema.” podemos dizer que:

os

dados

em

questão

lembramos

então

da

lei,

aplicando-a aos dados fornecidos

GABARITO

1.

D

2.

C

3.

T

4.

E

5.

E

6.

A

Página8

2.1- Proposição / Premissa

2.1- Proposição / Premissa

É o que exprime por meio da linguagem os juízos formulados pelo pensamento. A proposição é atribuição de um predicado a um sujeito. É preciso possuir VALOR de VERDADE. (verdade / falso)

Ex. Todo homem é mortal. – Todo S é P

A proposição é constituída por categorias que definem o significado da proposição:

Presta Atenção

- o TERMO (para exprimir a idéia)

- a PROPOSIÇÃO (para exprimir o juízo)

- o ARGUMENTO ou SILOGISMO (para exprimir o raciocínio)

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2.1.1- Tipos de Proposições As proposições são expressões utilizadas por nós diariamente. Exemplos: - A

2.1.1- Tipos de Proposições

As proposições são expressões utilizadas por nós diariamente. Exemplos:

são expressões utilizadas por nós diariamente. Exemplos: - A menina é inteligente. - Ontem, pela manhã,

- A menina é inteligente. - Ontem, pela manhã, choveu muito forte. - Quem não fez a tarefa de casa?

: São expressões ou

a) Proposição Exclamativas

as: São expressões

que tem por finalidade interrogar, que stionar ou perguntar

sobre algo ou alguém, visando obter mai s informações.

: São manifestações

lingüísticas que expressam um ordem. E x.: É proibido fumar.

declara a atribuição de alguma coisa a um sujeit o por meio da cópula

e um predicado, que

do sujeito. e um predicado, que Proposição / Premiss a VERDADE IRA FALSA 1- Ao definirmos

VERDADEIRA

I-

um sujeito por meio

II-

desejo expressando assim o valor de ver dade da proposição

III-

Proposições Imperativas: As p roposições imperativas são as expressões que

declaram algo acerca

de algo ou de alguém; tais p roposições possuem sentido completo e são verdadeiras ou falsas. Está(ao) correta(s)

passíveis de serem

a) apenas I.

a) apenas I.

b) apenas II.

c) apenas III.

d) apenas I e II

e) apenas I e III

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0

2.1.2 – Categorias As categorias ou termos indicam o que uma coisa é ou faz,

2.1.2 – Categorias

As categorias ou termos indicam o que uma coisa é ou faz, ou como está. São aquilo que nossa percepção e nosso pensamento captam imediata e diretamente numa coisa, não precisando de qualquer demonstração, pois nos dão a apreensão direta de uma entidade simples. Possuem duas propriedades lógicas: a extensão e a compreensão.

propriedades lógicas: a extensão e a compreensão . Extensão é o conjunto de objetos designados por

o

de

ANOTAÇÕES:ANOTAÇÕES:ANOTAÇÕES:ANOTAÇÕES:

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1

COMO CAI NA PROVA

COMO CAI NA PROVA

1- A ordem dos termos segundo a compreensão é inversa à ordem dos termos segundo a extensão. Por exemplo, a extensão de —animal" é maior que a extensão de —ave", mas a compreensão de —animal" é menor que a compreensão de —ave".

Pode-se afirmar que:

I- Brasileiro – Gaúcho – Santamariense corresponde a uma ordem crescente na extensão e decrescente

a)

moradia 3- Cri e conjuntos de termos que compreendem a ordem crescente da extensão do s

b)

moradia 3- Cri e conjuntos de termos que compreendem a ordem crescente da extensão do s

c)

moradia 3- Cri e conjuntos de termos que compreendem a ordem crescente da extensão do s

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2

4- Crie conjuntos de termos que compreendem a ordem crescente na compreens ão dos termos:

4- Crie conjuntos de termos que compreendem a ordem crescente na compreens ão dos termos:

a)

/

/

b)

/

/

c)

/

/

d)

/

/

em um livro didático de filosofia, permite julgar como verdadeiras ou falsas

objetos designados por um

Conheço alguém cujo Co mo partir um queijo avô é mais jovem que o (redondo
Conheço alguém cujo
Co mo partir um queijo
avô é mais jovem que o
(redondo ou
próprio pai. Como isso
q uadrado) em oito
é possível?
p edaços iguais com
apenas três cortes
retos?
A mãe de Taka da tem
cinco filhos: T anaco,
Taneco, Tânico, Tanoco.
Qual é o nome d o quinto
filho?
O número de ovos numa
cesta duplica de minuto em
minuto. Em duas horas a
cesta esta cheia. A que horas
ela estava pela metade?

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3

2.1.2 – Premissas Simples ou Compostas a) SIMPLES : é aquela que apresenta uma ação

2.1.2 – Premissas Simples ou Compostas

a) SIMPLES: é aquela que apresenta uma ação (oração).

Ex.: Betover é um lindo professor. O Ivo é um bom pai. No Senado tudo esta bem.

e

p

q

V

V

V

V

F

F

F

V

F

F

F

F

COMO CAI NA PROVA

Se a oração “Os

As duas características da agricultura sustentável apresentadas mantêm, entre si, uma relação de:

a) subordinação

b) conjunção

c) indução

d) exclusão

e) disjunção

GABARITO

1. A

2. B

Página1

4

Página1 5

Página1

5

- DISJUNÇÃO: a disjunção ocorre quando as sentenças estão separadas pelo conectivo “ou”. Nesse caso

- DISJUNÇÃO: a disjunção ocorre quando as sentenças estão separadas pelo conectivo “ou”. Nesse

caso os enunciados são chamados disjuntivos. O símbolo que representa a palavra ou é “v” ou em certos casos pode ser “w”. Isso por que a palavra “ou” é ambígua, pelo fato de indicar às vezes uma inclusão e outras exclusão.

Ex.:

Pedro costuma ir à praia de ônibus ou de carro. INCLUSIVA (v)

Na oferta especial você pode escolher carne ou massa. EXCLUSIVA (w)

p

q

V

V

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

p

q

p w q

V

V

F

V

F

V

F

V

V

F

F

F

causa e efeito.

p

q

V

V

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

Se Deus existe, então a vida faz sentido. Se Deus existe, a vida faz sentido.

A vida faz sentido se Deus existir.

A vida faz sentido caso Deus exista.

Deus não existe, a menos que a vida faça sentido.

Deus não existe, a não ser que a vida faça sentido.

A vida faz sentido, a menos que Deus não exista.

A vida faz sentido, a não ser que Deus não exista.

Uma condição necessária para Deus existir é a vida fazer sentido.

A existência de Deus é uma condição suficiente para que a vida faça sentido.

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OBS.: Ao analisar um enunciado condicional devemos redobrar nos sa atenção com a clássica distinção

OBS.: Ao analisar um

enunciado condicional devemos redobrar nos sa atenção com a clássica

distinção entre condição suficien te e condição necessária.

Os enunciados condicio nais são importantes também para refletirmos so bre as condições suficientes e necessárias que ligam as sent enças. Vejamos o exemplo:

a) “Se João é paulista, então João é brasileiro” é o mesmo condição su ficiente para João ser brasileiro.

que dizer que ser paulista é

b) “Se Maria é

divorciada, então Maria já foi casada” é o m esmo que estabelecer uma

estabelece uma relação de

permanecesse no se u cargo

.

p

q

V

V

V

V

F

F

F

V

F

F

F

V

DES AFIO FILOSÓFICO

p ↔ q V V V V F F F V F F F V DES

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7

TOMAR CUIDADO A pontuação também é necess ária na língua da lógica simbólica, pois os

TOMAR CUIDADO

A pontuação também é necess ária na língua da lógica simbólica, pois os en unciados compostos

podem combinar-se para formar outros

pode significar a conjunção de p com a disjunção de q com r, ou pode significar a disju nção cujo o primeiro disjuntivo é a conjunção de p e q, cuja segunda disjuntiva é r. Distinguimos esses doi s sentidos diferentes

com a seguinte pontuação:

enunciados ainda mais complicados. A expressã o p . q v r é ambígua;

p . (q v r)

p . (q v r)
p . (q v r)
(p . q ) v r
(p . q ) v r
(~p) v q ~ p v q ~ (p v q)
(~p) v q
~ p v q
~ (p v q)
Mas, pela admitimos nossa convenção, que o significado da primeira est á correto, pois o
Mas, pela
admitimos
nossa convenção,
que o significado da
primeira est á correto, pois o til pode
aplicar-se a o primeiro componente,
p, e não à e xpressão mais extensa
p v q.

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Se conhecemos os valo res de verdade de qualquer enunciado simples, podemos calcular facilmente o

Se conhecemos os valo res de verdade de qualquer enunciado simples, podemos calcular facilmente o valor de verdade de qualquer composto funcional-de-verdade formado por aq ueles. Ao trabalhar com tais enunciados compostos, começa mos sempre pelos seus componentes interiores e caminhamos daí para fora. Supomos que A e B são enuncia dos verdadeiros e X e Y são enunciados falsos qual seria o valor de verdade do seguinte enunciado:

~ [~(A . X) . (Y v ~B )]
~ [~(A . X) . (Y v ~B )]

GABARITO

I = 1: falso / 2: falso / 3 : verdadeiro / 4: falso II = 1: verdadeiro / 2: v erdadeiro / 3: falso / 4: falso

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2.1.3 – Classificação de Premissas As proposições se classificam segundo a qualidade e quantidade. DO

2.1.3 – Classificação de Premissas

As proposições se classificam segundo a qualidade e quantidade.

DO PONTO DE VISTA DA QUALIDADE, AS PROPOSIÇÕES DE DIVIDEM EM:

- afirmativas: são os enunciados em que se afirma algo sobre o sujeito. As que atribuem alguma coisa a um sujeito: S é P.

DESAFIO FILOSÓFICO

a)

b)

c)

a)

b)

c)

a)

b)

c)

8. Proposições Singulares Afirmativas

a)

b)

c)

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0

EXERCICIOS – BLOCO 2

EXERCICIOS – BLOCO 2

1- “Se Marte é um planeta, então Vénus e Júpiter também.” A premissa pode ser classificada como:

a) Uni. Afirm. Simples – Condicional

b) Part. Afirm.Composta – Conjunção

c) Part. Negat. Composta– Condicional

d) Part. Afirm. Composta – Disjunção

e) Part. Afirm. Composta – Condicional

o termo médio, o termo maior e o termo m enor. 01) brasileiros – sul-americanos –

a) Condicional

b) Conjunção

c) Bicondicional

d) Disjunção

7- Analise os itens acima:

(1) Joguei uma pedra no lago, e ela afundou; (2) Joguei outra pedra no lago e ela também afundou; (3) Joguei mais uma pedra no lago, e ela também afundou; (4) Logo, se eu jogar uma outra pedra no lago, ela vai afundar.

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1

No argumento acima podemos afirmar que o item (4) é a) Premissa Válida b) Premissa

No argumento acima podemos afirmar que o item (4) é

a) Premissa Válida

b) Premissa Verdadeira

c) Premissa Dedutiva

d) Analogia

e) É uma conclusão e não uma premissa

8- Se for verdade que “É possível fazer ensaios em pequenos grupos de 20 alunos” então a afirmação de que:

Se a oração “Os estudantes

 

c)

 

d)

 

e)

 

GABARITO

1.

E

 

2.

01

3.

B

4.

B

5.

D

6.

C

 

7.

B

8.

E

9.

A

10.A

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2

2.1.4 – Quadro Tradicional de Oposição Ao analisar a estrutura forma dos enunciados categóricos percebemos

2.1.4 – Quadro Tradicional de Oposição

Ao analisar a estrutura forma dos enunciados categóricos percebemos que é possível estabelecer algumas relações que são sintetizadas no quadro tradicional de oposição.

contraditórias: quando temos o mesmo sujeito e o mesmo predicado, uma das proposições é universal afirmativa (Todos os S são P) e a outra é particular negativa (Alguns S não são P); ou quando se tem uma universal negativa (Nenhum S é P) e uma particular afirmativa (Alguns S são P);

lar negativa de mesmo sujeito e predicado. subcontrárias: O FUNCIONAMENTO DO QUADRO TR ADICIONAL DE OPOSIÇÃO

O FUNCIONAMENTO DO QUADRO TRADICIONAL DE OPOSIÇÃO

As proposições categóricas de forma típica que têm os mesmos termos sujeito e predicado podem diferir mutuamente na qualidade, na quantidade ou em ambas as coisas. Os lógicos de outrora deram a essa espécie de diferença o nome técnico de "oposição" e certas relações importantes dos valores de verdade foram correlacionadas com as várias espécies de oposição. Duas proposições são contraditórias se uma delas for a negação da outra, isto é, se não puderem ser ambas verdadeiras e não puderem ser ambas falsas. É claro que duas proposições categóricas de forma típica que têm o mesmo sujeito e o mesmo predicado, mas que diferem em quantidade e qualidade são contraditórias. Assim, as proposições A e O:

Todos os jzes são advogados

e

Alguns juízes não são advogados

Página2

3

que se opõem ta n to em qua n tida d e como em q

que se opõem tanto em quantidade como em qualidade, são obviamente contraditórias. Exatamente uma é verdadeira e exatamente uma é falsa. Do mesmo modo, as proposições E e I:

Nenhum político é idealista

e

Alguns políticos são idealistas

opõem-se em quantidade e qualidade e são contraditórias. Esquematicamente, podemos dizer que a contraditória de "Todo S é P" é "Algum S não é P", e a contraditória de "Nenhum S é P" é "Algum S é P"; A e O são contraditórias, tal como E e I.

e

e

subcontrárias.

Algumas aranhas não são insetos.

A oposição entre uma proposição universal e a sua proposição particular correspondente (isto é, a proposição particular que tem os mesmos termos sujeito e predicado e a mesma qualidade da universal) recebeu o nome de subalternação. Nesta situação, a proposição universal é denominada superalterna, ou subalternante, e a particular subalternada ou, simplesmente, subalterna. Sustentava-se que, na subalternação, o superalterno implica o subalterno. A implicação não é válida do subalterno para o superalterno, pois que, para proposições subalternas como:

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4

Alguns animais são gatos e Alguns animais não são gatos ambas são verdadeiras, ao pass

Alguns animais são gatos

e

Alguns animais não são gatos

ambas são verdadeiras, ao pass o que as suas superalternas são claramente fals as.

Esses vários tipos de

oposição eram representados por um diagra ma chamado O Quadro de

Oposição, que reproduzimos co mo figura 1.

O Quadro de Oposição, que reproduzimos co mo figura 1 . se julgava, uma base lógica

se julgava, uma base lógica é costume distinguir entre

mediata – presumivelmente

base para um certo número

premissa poderemos inferir, verdade de uma proposição I

tradicional proporciona uma base para um n úmero considerável de tais

proposições categóricas de

no Quadro de Oposição tradicional podem s er classificadas da seguinte

tradicional pod em s er classificadas da seguinte Se A é verdadeira: E é falsa, I

Se A é verdadeira: