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I NTRODUÇÃO AOS S ISTEMAS E LÉTRICOS Sistemas Prediais 1 Prof. Jacson Weich Lemos

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS ELÉTRICOS

Sistemas Prediais 1 Prof. Jacson Weich Lemos

CONCEITOS BÁSICOS Corrente Elétrica

É o deslocamento de cargas dentro de um condutor quando existe diferença de potencial elétrico entre suas extremidades.

A corrente elétrica esta diretamente ligada ao consumo de energia.

Normalmente em instalações prediais é a variável do

sistema.

esta diretamente ligada ao consumo de energia.  Normalmente em instalações prediais é a variável do

CONCEITOS BÁSICOS

Corrente elétrica

É o fluxo de cargas que atravessa a seção reta de um condutor, na unidade de tempo.

Se o fluxo for constante, denominou-se ampère a relação:

Corrente elétrica é dada em amperes (A).

de tempo.  Se o fluxo for constante, denominou-se ampère a relação:  Corrente elétrica é

CONCEITOS BÁSICOS

Tensão elétrica

A diferença de potencial de 1 volt (V) ocorre quando ocorre um trabalho de 1 joule (J) para deslocar uma carga de 1 Coulomb (C) entre estes dois pontos.

Sendo que:

quando ocorre um trabalho de 1 joule (J) para deslocar uma carga de 1 Coulomb (C)

CONCEITOS BÁSICOS

Tensão elétrica

C ONCEITOS B ÁSICOS  Tensão elétrica

CONCEITOS BÁSICOS

Resistência Elétrica

C ONCEITOS B ÁSICOS  Resistência Elétrica

CONCEITOS BÁSICOS

Resistência Elétrica

C ONCEITOS B ÁSICOS  Resistência Elétrica

CONCEITOS BÁSICOS

Resistência Elétrica

C ONCEITOS B ÁSICOS  Resistência Elétrica

CONCEITOS BÁSICOS

Condutância

C ONCEITOS B ÁSICOS  Condutância

CONCEITOS BÁSICOS

Resistência Elétrica

C ONCEITOS B ÁSICOS  Resistência Elétrica

RESISTÊNCIA ELÉTRICA

R ESISTÊNCIA E LÉTRICA

EXERCÍCIOS

E XERCÍCIOS

GERAÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

Tipos de usinas brasileiras:

Hidroelétricas (cerca de 74,7%);

Termoelétricas(carvão ou óleo);

Nuclear (urânio enriquecido);

Outros tipos de combustíveis alternativos como biomassas (bagaço de cana, casca de amêndoa do caju, óleo de mamona), turbinas movidas a gás, centrais solares e aproveitamento dos ventos

(eólicas) e das marés, etc.

óleo de mamona), turbinas movidas a gás, centrais solares e aproveitamento dos ventos (eólicas) e das
óleo de mamona), turbinas movidas a gás, centrais solares e aproveitamento dos ventos (eólicas) e das

GERAÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

Os geradores de eletricidade necessitam de energia mecânica(energia cinética) para fazerem girar rotores das turbinas, nos quais estão acoplados, no mesmo eixo, os rotores dos geradores de eletricidade.

Uma turbina hidráulica ou térmica é montado no mesmo eixo de um

gerador síncrono.

dos geradores de eletricidade.  Uma turbina hidráulica ou térmica é montado no mesmo eixo de

GERAÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

CUSTO DE ENERGIA COMPREENDE:

Custo da usina;

Custo de operação;

Custo de manutenção;

Custo de transmissão;

Custo de perdas de potência.

MENOR CUSTO FINAL DE ENERGIA
MENOR CUSTO
FINAL DE
ENERGIA

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Análise de um programa de geração otimizado:

Tipos de fontes disponíveis e sua localização;

Inventários de bacias hídricas e definição da capacidade de geração das fontes disponíveis;

Dados de produção de combustíveis (carvão, óleo diesel, gás natural);

Custos de fontes de geração (operacionais e combustíveis);

Restrições (prazo de construção, capacidade de produção industrial de equipamentos, de ordem ambiental e de segurança)

Custos de operação e manutenção;

Custos globais.

de equipamentos, de ordem ambiental e de segurança) • Custos de operação e manutenção; • Custos

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

2 TIPOS PRINCIPAIS DE FONTES DE ENERGIA ELÉTRICA:

USINAS HIDRÁULICAS

USINAS TÉRMICAS

Alto custo inicial;

(óleo, carvão,

Baixo custo operação e manutenção;

nucleares ou gás).

Menor custo inicial;

Produção de energia

Maior custo operação

condicionada à hidrologia.

e manutenção;

• Produção de energia • Maior custo operação condicionada à hidrologia. e manutenção;

GERAÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

A tensão de saída dos geradores é ampliada a níveis mais altos por meio de transformadores elevadores de usina. Finalidade: viabilizar as transmissões a longa

distâncias, pois diminui-se a corrente elétrica e

assim os níveis de perdas joules e queda de

tensão ao longo das linhas de transmissão.

a corrente elétrica e assim os níveis de perdas joules e queda de tensão ao longo

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

POTÊNCIA DE ALGUMAS USINAS HIDRELÉTRICAS BRASILEIRAS

USINA DE ITAIPU:

USINA DE TUCURUÍ:

USINA DE ILHA SOLTEIRA:

USINA DE P. AFONSO I-II-III-IV:

USINA DE JUPIÁ:

USINA DE SERRA DA MESA:

USINA DE FURNAS:

12600MW

8000MW

3444MW

2462MW

1551MW

1275MW

1216MW

 USINA DE JUPIÁ:  USINA DE SERRA DA MESA:  USINA DE FURNAS: 12600MW 8000MW

TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉTRICA

DEFINIDOS COM BASE NA FUNÇÃO QUE EXERCEM:

TRANSMISSÃO: redes que interligam a geração ao

centros de carga;

INTERCONEXÃO:

independentes;

interligação

entre

sistemas

SUBTRANSMISSÃO: rede onde a distribuição não se

conecta a transmissão. Há estágio intermediário de

repartição da energia entre várias regiões.

DISTRIBUIÇÃO: rede que interliga a transmissão (ou subtransmissão) aos pontos de consumo.

várias regiões.  DISTRIBUIÇÃO : rede que interliga a transmissão (ou subtransmissão) aos pontos de consumo.

TRANSMISSÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

Tensões usuais de transmissão adotados no Brasil em

corrente alternada:

138kV (AT Alta tensão)

230kV (AT Alta tensão)

345kV (EAT Extra alta tensão)

440kV (EAT Extra alta tensão)

500kV (EAT Extra alta tensão)

765kV (UAT Ultra alta tensão, acima de 750kV)

Extra alta tensão)  500kV (EAT – Extra alta tensão)  765kV (UAT – Ultra alta

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CC OU CA

CA

CC

Constituído por geradores, Na transmissão CC

difere na presença das estações

a

elevadora

CA/CC

conversoras

estações de elevação de tensão, LTs, estações seccionadoras e estações transformadoras

junto

subestação

abaixadoras.

(para

retificação

da

corrente)

e

junto

à

subestação abaixadora (inversão da corrente) e ausência de subestações

intermediárias

de

abaixadoras

seccionamento.

ou

abaixadora (inversão da corrente) e ausência de subestações intermediárias de abaixadoras seccionamento. ou

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CC OU CA

CA

440kV CA (Ilha

Solteira)

500kV CA (Paulo Afonso IV e Tucuruí)

750kV CA 60Hz

(metade da Itaipu)

CC

Linhas de transmissão

em CC é mais barata;

Estações conversoras possuem custo elevado;

Vantagem em sistemas

com freqüências diferentes ou grandes distâncias.

600kV CC (Itaipu)

750kV CC (Rússia)

Vantagem em sistemas com freqüências diferentes ou grandes distâncias.  600kV CC (Itaipu)  750kV CC

INTERCONEXÃO DE

ENERGIA ELÉTRICA

A interligação de sistemas é economicamente vantajosa

permitindo caminhos alternativos para o seu suprimento,

necessitando de menos unidades geradoras de reserva para o atendimento de picos de cargas;

Fornece melhor aproveitamento das disponibilidades

energéticas de determinadas regiões;

de picos de cargas;  Fornece melhor aproveitamento das disponibilidades energéticas de determinadas regiões;

SUBTRANSMISSÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

Tensões usuais de subtransmissão adotados no Brasil

em corrente alternada:

34,5kV

69kV

88kV

138kV

Tensões usuais de subtransmissão adotados no Brasil em corrente alternada:  34,5kV  69kV  88kV

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

É subdividida em distribuição primária (MT) e

distribuição secundária (nível de uso residencial);

A distribuição primária é entregue à indústria, centros comerciais, hospitais, etc.;

Níveis de tensões primárias:

3,8kV

6,6kV

11,9kV

13,8kV

34,5kV

hospitais, etc.;  Níveis de tensões primárias:  3,8kV  6,6kV  11,9kV  13,8kV 

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA

Níveis de tensões secundárias:

127/220V

115/230V

120/208V

220V

DE ENERGIA ELÉTRICA  Níveis de tensões secundárias:  127/220V  115/230V  120/208V  220V

TENSÕES PARA GERAÇÃO,

TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO

TENSÕES PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO

TENSÕES PARA GERAÇÃO,

TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO

TENSÕES PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO

SISTEMA BRASILEIRO INTERCONECTADO

S ISTEMA B RASILEIRO I NTERCONECTADO
S ISTEMA B RASILEIRO I NTERCONECTADO

REGULAMENTAÇÃO/FISCALIZAÇÃO

GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

ELÉTRICA NO BRASIL

Órgão federal DNAEE Departamento Nacional de

Águas e Energia Elétrica:

Portaria 222/87 Condições Gerais de Fornecimento:

pedido, limites de fornecimento em termos de demandas requeridas, ponto de entrega, classificação e cadastro dos

consumidores, leitura, faturamento, etc;

Portaria 043/73 Níveis de tensão;

Portaria 046/78 Níveis de Confiabilidade de Atendimento.

etc;  Portaria 043/73 – Níveis de tensão;  Portaria 046/78 – Níveis de Confiabilidade de

REGULAMENTAÇÃO/FISCALIZAÇÃO

GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE

ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL

www.celesc.com.br/portal/atendimento/

-> Normas Técnicas: E-321.0001 (nov.2007) substitui e

cancela a DPSC/NT-01-BT

INSTALAÇÕES DE BAIXA TENSÃO SÃO REGULAMENTADAS PELA NORMA NBR-5410 DA

ABNT => 1000V em CA

=> 1500V em CC => freqüência máxima é de 400Hz (decreto governamental no BR é 60 ciclos/s.

=> 1000V em CA => 1500V em CC => freqüência máxima é de 400Hz (decreto governamental

FORNECIMENTO DE ENERGIA

ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA

Carga superior a 75kW e demanda igual ou inferior a

2500kW => TENSÃO PRIMÁRIA

Caso a demanda for superior a 2500kW até 5000kW a Concessionária irá analisar a viabilidade em distribuição primária ou tensão de subtransmissão (69kV, 130kV ou

34,5kV).

irá analisar a viabilidade em distribuição primária ou tensão de subtransmissão (69kV, 130kV ou 34,5kV).

FORNECIMENTO DE ENERGIA

ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA

Restrições:

Não é permitido paralelismo de geradores particulares

com a rede da Concessionária;

Não é permitida alteração da potência instalada, sem análise da Concessionária;

Suspensão:

Fraude de consumo,interligação clandestina, falta de

segurança das instalações e violação dos lacres.

 Fraude de consumo,interligação clandestina, falta de segurança das instalações e violação dos lacres.

FORNECIMENTO DE ENERGIA

ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA

Pedido de estudo:

O interessado deve enviar regime de trabalho, potência

instalada, cargas de luz, de aparelhos e motores, equipamentos de maior potência,etc.

Tipos de fornecimento:

Permanente;

Provisório (canteiro de obras, circos, parques de diversão,

comerciais, industrias,etc).

 Permanente;  Provisório (canteiro de obras, circos, parques de diversão, comerciais, industrias,etc).

FORNECIMENTO DE ENERGIA

ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA

Carga INSTALADA inferior a 75kW.

Aplicam-se a consumidores individuais residenciais,

comércio, indústrias e unidades consumidoras em loteamentos particulares e em condomínios fechados.

residenciais, comércio, indústrias e unidades consumidoras em loteamentos particulares e em condomínios fechados.

CATEGORIAS

DE FORNECIMENTO

CATEGORIA I exclusivamente residencial

para Iluminação e uso doméstico;

CATEGORIA II Comercial e Industrial;

CATEGORIA III Tensão Primária (Potência

instalada ultrapassa 50/75kW); CATEGORIA IV Tensão de subtransmissão e transmissão (Demanda não inferior a 2500/5000kW por mais de 15 min.) Entre 2500 a 5000kW a Concessionária irá definir o melhor nível de tensão.

inferior a 2500/5000kW por mais de 15 min.) Entre 2500 a 5000kW a Concessionária irá definir

TIPOS DE ATENDIMENTO AO

CONSUMIDOR SECUNDÁRIO (NTU.01)

TIPO A Fase/Neutro

TIPO B - 2 Fases e Neutro

TIPO C - 3 Fases e Neutro

TIPO D - 2 Fases

TIPO E

- 3 Fases

– Fase/Neutro  TIPO B - 2 Fases e Neutro  TIPO C - 3 Fases

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Para o cálculo do consumo de uma instalação

elétrica, e necessário sempre levar em

consideração a potência real da mesma, dada em

W.

Para cada região abastaecida por concessionárias

de energia diferentes, e necessário levar em

consideração o valor pago pelo kW de energia.

por concessionárias de energia diferentes, e necessário levar em consideração o valor pago pelo kW de

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Em uma residência o grande vilão do consumo de

energia é elétrica normalmente é o chuveiro, hoje

em dia seu grande concorrente são os climatizadores.

do consumo de energia é elétrica normalmente é o chuveiro, hoje em dia seu grande concorrente

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NO MUNDO

C ONSUMO DE E NERGIA E LÉTRICA NO M UNDO

CÁLCULO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Todo equipamento tem sua potência expressa em

Watts (W) ou em Volt-Amperes (VA).

A relação entre estas duas potências é chamada de Fator de Potência. E rezumidamente é um fator que caracteríza a quantidade de perdas

reativas (normalmente equipamentos indutivos)

de um certo equipamento.

é um fator que caracteríza a quantidade de perdas reativas (normalmente equipamentos indutivos) de um certo

CÁLCULO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Deste

por exemplo um luminária

fluorescente que possui uma potência real de

80W, porém um fator de potência 0,8 esta consumindo na verdade o seguinte valor:

modo

P

ativa

P

ativa

(

VA

)

80

0,8

P

real

(

W

)

FP

100

VA

Medidores de energia residencial levam em conta somente a energia real consumida, ja em ambientes industriais medidores de reativos

a energia real consumida, ja em ambientes industriais medidores de reativos levam em conta a energia

levam em conta a energia ativa consumida.

CÁLCULO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Portanto o consumo para ambientes residências é

dado por:

Valor P ( KW ) * tempo * ( valor _ KW )

Exemplo 1:

Calcule o valor gasto com banhos em uma residência

onde o chuveiro (6000W) é utilizado 15min. por dia, durante os 30 dia do mês, sendo o valor do

KW=R$0,46.

Valor

Valor

P KW ( ) * tempo valor KW * ( _ ) 6 * (
P KW
(
) *
tempo valor KW
* (
_
)
6 * ( 0, 25 * 30) * 0, 46
R
$25, 20

EXERCÍCIOS

1 - Qual a potência necessária em W para acionar

um motor elétrico alimentado em 220V, que

consome uma corrente de 20A, considere FP=1.

2 Cálcule o valor gasto por este motor se este funcionar 3 horas por dias durante os 30 dias do mês, sendo a tarifa de R$ 0,48.

3 Calcule o valor da conta de energia de uma residência com o seguinte perfil de consumo:

Luminárias 200W (8 horas por dia)

Chuveiro 6000W (25 min. por dia)

Climatizador 1500W (8 horas por dia)

Demais equipamentos 300W (24 horas por dia)

Valor da Tarifa R$ 0,37/KW

– 1500W (8 horas por dia)  Demais equipamentos – 300W (24 horas por dia) 

EXERCÍCIOS

3 Calcule o valor da conta de energia de um estabelecimento comercial com o seguinte perfil

de consumo:

Luminárias 400W (10 horas por dia)

Climatizador 4500W (10 horas por dia)

Computadores 600W (10 horas por dia)

Motores 1600W (2 horas por dia)

Valor da Tarifa R$ 0,27/KW

– 600W (10 horas por dia)  Motores – 1600W (2 horas por dia)  Valor