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NNDD--55 11 FFoorrnneecciimmeennttoo ddee EEnneerrggiiaa EEllééttrriiccaa eemm TTeennssããoo SSeeccuunnddáárriiaa
NNDD--55 11
FFoorrnneecciimmeennttoo ddee EEnneerrggiiaa EEllééttrriiccaa eemm TTeennssããoo
SSeeccuunnddáárriiaa –– RReeddee ddee DDiissttrriibbuuiiççããoo AAéérreeaa
EEddiiffiiccaaççõõeess IInnddiivviidduuaaiiss
Sérgio Ferreira de Paula Silva
1
DDeeffiinniiççõõeess Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1 Entrada de Serviço: é o conjunto constituído pelos
DDeeffiinniiççõõeess
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1
Entrada de Serviço: é o conjunto constituído pelos condutores, equipamentos
e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede secundária da
CEMIG e a medição, inclusive.
Sérgio Ferreira de Paula Silva
2
DDeeffiinniiççõõeess Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1 Ponto de entrega: é o ponto até o qual a
DDeeffiinniiççõõeess
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1
Ponto de entrega: é o ponto até o qual a concessionária se obriga a fornecer
energia elétrica, com participação nos investimentos necessários, bem como,
responsabilizando-se pela execução dos serviços de operação e de manutenção
do sistema.
Depende do tipo de ligação
CI
Sérgio Ferreira de Paula Silva
3
DDeeffiinniiççõõeess Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1 Ramal de Ligação: conjunto de condutores e acessórios
DDeeffiinniiççõõeess
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1
Ramal de Ligação: conjunto de condutores e acessórios instalados pela
CEMIG entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega.
CI
Ponto de entrega
Sérgio Ferreira de Paula Silva
4
DDeeffiinniiççõõeess Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1 Ramal de Entrada: conjunto de condutores e acessórios
DDeeffiinniiççõõeess
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1
Ramal de Entrada: conjunto de condutores e acessórios instalados pelo
consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou proteção.
Ponto de entrega
CI
Sérgio Ferreira de Paula Silva
5
LLiimmiitteess ddee FFoorrnneecciimmeennttoo Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1 Edificações individuais, com carga
LLiimmiitteess ddee FFoorrnneecciimmeennttoo
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 1
Edificações individuais, com carga instalada igual ou inferior a 75 kW, classificadas
como tipo A, B, C, D, H e I em função da localização e/ou carga instalada;
estações de bombeamento de concessionárias de serviços de água, com demanda a
150 kVA;
campos de futebol, ginásios, clubes, com demanda a 150 kVA, desde que 2/3
sejam para iluminação;
bancas de jornais e semelhantes, com carga instalada 75 kW;
consumidores rurais com demanda inferior a 75 kVA;
exposições, feiras, parques, shows com demanda 150 kVA, enquadrada como
ligação provisória.
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TTiippooss ddee FFoorrnneecciimmeennttoo Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 2 – Comunicado técnico nº. 2:2006 Tipo
TTiippooss ddee FFoorrnneecciimmeennttoo
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 2 – Comunicado técnico nº. 2:2006
Tipo
Consumidor
Fornecimento
Limite CI
Restrições
Urbano ou
2
fios
• Motores monofásicos > 2cv
A
13 kW
Rural 1
(Fase-Neutro)
• Solda a transformador > 2 kVA
• Mesmo tipo A se alimentados em 127 V;
Urbano ou
3
fios
>
B
Rural 1
(2 Fases-Neutro)
13 kW e
20 kW
• Motores monofásicos > 5 cv;
• Solda a transformador > 9 kVA
• Mesmo tipo A se alimentados em 127 V;
• Motores monofásicos > 5 cv, e trifásicos > 15 cv;
Urbano ou
4
fios
>
C
20 kW e
75 kW
• Solda tipo motor-gerador > 30 kVA
Rural 1
(3 Fases-Neutro)
• Solda a transformador > 15 kVA (2 fases)
Solda a transformador, com etificação em ponte
> 30 kVA (3 fases)
• Não se enquadrem nos tipos B e I;
• Mesmo tipo B;
Urbano ou
3
fios
D
13 kW
• Carga monofásica superior a 2,54 kW – D1;
Rural 2
(2 Fases-Neutro)
• Carga monofásica superior a 5,08 kW – D2;
• Carga monofásica superior a 7,62 kW – D3;
1 – Atendido por redes secundárias de distribuição trifásicas (127/220V)
2 - Atendido por redes secundárias de distribuição trifásicas (127/220V) ou monofásicas (120/240V)
3 – Atendido por rede de distribuição monofásica rural de média tensão, com transformadores monofásicos exclusivos (120/240V).
4 – Atendido por rede de distribuição trifásica rural de média tensão, com transformadores trifásicos exclusivos (127/220V).
5 – Atendido por redes secundárias monofásicas (1 fase, 3 fios – 120/240V)
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TTiippooss ddee FFoorrnneecciimmeennttoo Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 2 – Comunicado técnico nº. 2:2006 Tipo
TTiippooss ddee FFoorrnneecciimmeennttoo
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 2 – Comunicado técnico nº. 2:2006
Tipo
Consumidor
Fornecimento
Limite CI
Restrições
• Não se enquadrem no tipo C ;
• Mesmas restrições do tipo C;
• Carga monofásica superior a 1,90 kW – E1;
Urbano ou
4
fios
E
20 kW
• Carga monofásica superior a 3,81 kW – E2;
Rural 1
(3 Fases-Neutro)
• Carga monofásica superior a 4,45 kW – E3;
• Carga monofásica superior a 5,08 kW – E4;
• Carga monofásica superior a 6,35 kW – E5;
3
fios
• Mesmo tipo A, se alimentados em 120 V;
F
Rural 3
37,5 kW
(2 Fases-Neutro)
• Motores monofásicos > 10 cv (240 V);
4
fios
• Motores trifásicos > 50 cv;
G
Rural 4
75 kW
(3 Fases-Neutro)
• Motores monofásicos > 10 cv (220 V);
Urbano ou
4
fios
H
• Deverá ser apresentado projeto elétrico;
Rural 1
(3 Fases-Neutro)
> 75 kVA e
327 kVA
Urbano ou
2
fios
• Motores monofásicos > 2cv
I
13 kW
Rural 5
(Fase-Neutro)
• Solda a transformador > 2 kVA
Urbano ou
2
fios
> 13 kW
• Mesmo tipo C, se alimentados em 120 V;
J
Rural 5
(Fase-Neutro)
e
37,5 kW
• Motores monofásicos > 5 cv (240 V);
Sérgio Ferreira de Paula Silva
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CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6 É o somatório das potências nominais dos equipamentos
CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6
É o somatório das potências nominais dos equipamentos elétricos de uma
unidade consumidora.
Os aparelhos com previsão de serem adquiridos e instalados futuramente,
podem ser computados no cálculo;
Não é necessário considerar a potência dos aparelhos de reserva.
Quando o consumidor não dispuser das potências de seus aparelhos, podem
ser considerados os valores médios indicados nas Tabelas 10 e 11.
Sérgio Ferreira de Paula Silva
9
CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa Tipo Pot. (W) Tipo Pot (W) Até 80 L 1.500 Freezer Horizontal 500
CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa
Tipo
Pot. (W)
Tipo
Pot (W)
Até 80 L
1.500
Freezer Horizontal
500
Aquecedores de Água
por acumulação
De 100 a 150 L
2.500
Freezer Vertical
300
De 200 a 400 L
4.000
Geladeira
250
Aquecedor de Água por passagem
6.000
Liquidificador
200
Aquecedor de Ambiente
1.000
Máquina de Costura
100
Aspirador de Pó
600
Máquina de Lavar Louças
1.500
Batedeira
100
Máquina de Lavar Roupas
1.000
Doméstica
600
Máquina de Secar Roupas
3.500
Cafeteira
Comercial
1.200
Secador de Cabelos
1.000
127
V
4.400
TV a Cores
300
Chuveiro
220
V
6.000
Torneira
2.500
Conjunto de Som
100
Torradeira
800
Exaustor
150
Ventilador
100
Espremedor de Frutas
200
Microcomputador
300
Ferro de Passar Roupa Automático
1.000
Impressora
45
Fogão
1.500/Boca
Grill
1.200
Forno (de Embutir)
4.500
Forno de Microondas
750
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10
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 7, pg. 8
CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa Potências Nominais de Condicionadores de Ar Tipo Janela Capacidade Potência Nominal
CCaarrggaa IInnssttaallaaddaa
Potências Nominais de Condicionadores de Ar Tipo Janela
Capacidade
Potência Nominal
BTU/h
Kcal/h
W
VA
8.500
2.125
1.300
1.500
10.000
2.500
1.400
1.650
12.000
3.000
1.600
1.900
14.000
3.500
1.900
2.100
18.000
4.500
2.600
2.860
21.000
5.250
2.800
3.080
30.000
7.500
3.600
4.000
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 7, pg. 8
Sérgio Ferreira de Paula Silva
11
DDeemmaannddaa Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6 O dimensionamento da entrada de serviço das unidades consumidoras
DDeemmaannddaa
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6
O dimensionamento da entrada de serviço das unidades consumidoras urbanas
com carga instalada superior a 20 kW deve ser feito pela demanda provável da
edificação, cujo valor pode ser igual ou inferior a sua carga instalada.
O consumidor pode determinar a demanda de sua edificação, considerando o
regime de funcionamento de suas cargas, ou alternativamente, solicitar à
CEMIG o cálculo da demanda de acordo com a ND-5.1.
Sérgio Ferreira de Paula Silva
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DDeemmaannddaa Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6 D = a + b + c + d +
DDeemmaannddaa
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 6
D = a + b + c + d + e + f
Onde:
a
: demanda referente a iluminação e tomadas, Tabelas 12 e 13;
b
: demanda relativa a aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento , Tabelas 14 e 15:
b
1
: chuveiros, torneiras e cafeteiras elétricas;
b
2
: aquecedores de água por acumulação e passagem;
b
3
: fornos, fogões e aparelhos tipo “Grill”;
b
4
: máquinas de lavar e secar roupas, máquinas de lavar louças e ferro elétrico;
b
5
: demais aparelhos.
c
: demanda de aparelhos condicionadores de ar:
- 100% para os primeiros 5 aparelhos;
- 86% para os demais
d
: demanda de motores elétricos, Tabelas 16 e 17;
e
: demanda de máquinas de solda a transformador
- 100% da potência do maior aparelho;
- 70% da potência do segundo maior;
- 40% da potência do terceiro maior;
- 30% da potência dos demais.
f
: demanda dos aparelhos de Raios-X
- 100% da potência do maior aparelho;
- 10% da potência dos demais
Sérgio Ferreira de Paula Silva
13
DDeemmaannddaa Fatores de Demanda para Iluminação e Fatores de Demanda de Fornos e Fogões Elétricos
DDeemmaannddaa
Fatores de Demanda para Iluminação e
Fatores de Demanda de Fornos e Fogões Elétricos
Tomadas - Consumidores Residenciais
Fator de Demanda %
Número de
CI – kW
Fator de Demanda
Aparelhos
P 3,5 kW
P > 3,5 kW
CI 1
0,86
1
80
80
1 < CI 2
0,81
2
75
65
2 < CI 3
0,76
3
70
55
3 < CI 4
0,72
4
66
50
4 < CI 5
0,68
5
62
45
5 < CI 6
0,64
6
59
43
6 < CI 7
0,60
7 < CI 8
0,57
7
56
40
8
< CI 9
0,54
8
53
36
9 < CI 10
0,52
9
51
35
CI > 10
0,45
10
49
34
Sérgio Ferreira de Paula Silva
14
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 7, pg. 9
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 7, pg. 10
DDeemmaannddaa Fatores de Demanda de Aparelhos Eletrodomésticos, de Aquecimento, de Refrigeração e Condicionadores de
DDeemmaannddaa
Fatores de Demanda de Aparelhos Eletrodomésticos, de Aquecimento, de Refrigeração e
Condicionadores de Ar
Nº de
Fator de
Nº de
Fator de
Aparelhos
Demanda %
Aparelhos
Demanda %
1
100
16
43
2
92
17
42
3
84
18
41
4
76
19
40
5
70
20
40
6
65
21
39
7
60
22
39
8
57
23
39
9
54
24
38
10
52
25
38
11
49
26
a 30
37
12
48
31
a 40
36
13
46
41
a 50
35
14
45
51
a 50
34
15
44
61
ou +
33
Sérgio Ferreira de Paula Silva
15
Conforme ND-5.1:1998, Capítulo 7, pg. 10
FFaaiixxaass ddee DDiimmeennssiioonnaammeennttoo Fornecimento CI - kW Nº de Proteção Ramal de Entrada Aterramento
FFaaiixxaass ddee DDiimmeennssiioonnaammeennttoo
Fornecimento
CI - kW
Nº de
Proteção
Ramal de Entrada
Aterramento
Condutor
Condutor
Cobre PVC
70ºC - mm 2
Eletroduto – D N
Proteção
Tipo
Faixa
de
Até
Fios
Fases
Disjuntor
TM - A
Quant.
PVC
AÇO
Condutor
Cobre NU
- mm 2
Eletrodos
mm 2
A1
-
5,0
40
6
25
20
6
6
A A2
5,1
10,0
2
1
70
16
1
32
25
10
16
A3
10,1
13,0
100
25
B 13,1
B1
15,0
60
16
32
25
3
2
10
1
16
B2
15,1
20,0
90
25
40
32
Fornecimento
DP- kVA
Nº de
Proteção
Ramal de Entrada
Aterramento
Condutor
Tipo
Faixa
de
Até
Fios
Fases
Disjuntor
TM - A
Condutor
Cobre PVC
70ºC - mm 2
Eletroduto – D N
PVC
AÇO
Condutor
Cobre NU
- mm 2
Quant.
Proteção
Eletrodos
mm 2
C1
-
20,0
60
16
32
25
C2
20,1
27,0
70
25
16
2
C3
27,1
38,0
100
35
40
32
C
C4
38,1
47,0
4
3
120
50
50
40
10
25
C5
47,1
57,0
150
70
60
50
35
C6
57,1
66,0
175
3
95
75
65
50
C7
66,1
75,0
200
Conforme comunicado técnico 02:2006, Tabela 3 e 4
Sérgio Ferreira de Paula Silva
16
EExxeemmpplloo Sérgio Ferreira de Paula Silva 17
EExxeemmpplloo
Sérgio Ferreira de Paula Silva
17
EExxeemmpplloo Sérgio Ferreira de Paula Silva 18
EExxeemmpplloo
Sérgio Ferreira de Paula Silva
18