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  APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO QUESTÕES CESPE COMENTADAS   A Coleção Questões CESPE Comentadas apresenta ao
  APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO QUESTÕES CESPE COMENTADAS   A Coleção Questões CESPE Comentadas apresenta ao
 

APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO QUESTÕES CESPE COMENTADAS

 

A Coleção Questões CESPE Comentadas apresenta ao leitor um estudo sistematizado, baseado em uma técnica de estudo a qual te- nho defendido e que tem sido muito utilizada pelos candidatos.

 

Atualmente, além do estudo de doutrinas e jurisprudência, é fundamental o candidato conhecer como a banca contratada para realizar o certame aborda cada matéria.

Com este propósito, foram coletadas provas do CESPE dos úl- timos anos por professores especializados em preparação para concursos, separadas por temas, e comentadas, com o intuito de de- monstrar ao leitor o que é importante estudar sobre cada matéria.

Importante frisar que a Coleção não visa simplesmente comen- tar questões de concursos!

Diferentemente de tudo o que há no mercado, o leitor terá a oportunidade de conhecer quais são os temas mais cobrados, as pe-

gadinhas mais frequentes, as jurisprudências mais utilizadas e os ar- tigos de lei mais citados nas provas elaboradas pelo CESPE. Ou seja,

livro possibilitará uma preparação específica e otimizada para os certames realizados pelo CESPE.

o

No início do livro, de maneira inovadora, apresentamos um RAIO X ESTRATÉGICO sobre a incidência dos diversos temas nas provas do CESPE. Assim, ao iniciar o estudo, o leitor perceberá quais foram os assuntos mais cobrados nos últimos anos, podendo, por- tanto, direcionar o seu estudo.

 

De maneira ainda mais fragmentada, ao final de cada capítulo,

 

o

autor aponta o que é mais importante a ser estudado e quais as

pegadinhas mais frequentes. Isso permitirá que o leitor tenha mais

 

atenção com determinado assunto, tudo de forma bem objetiva e sis- tematizada.

 

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o leitor tenha mais   atenção com determinado assunto, tudo de forma bem objetiva e s
o leitor tenha mais   atenção com determinado assunto, tudo de forma bem objetiva e s
  A RMANDO M ERCADANTE   Finalmente, foram destacadas as questões fundamentadas em jurisprudências e
  A RMANDO M ERCADANTE   Finalmente, foram destacadas as questões fundamentadas em jurisprudências e
 

ARMANDO MERCADANTE

 

Finalmente, foram destacadas as questões fundamentadas em jurisprudências e informativos do STF e do STJ, com o intuito de de- monstrar ao leitor a importância do estudo das decisões proferidas pelos tribunais superiores.

 

Esperem que aproveitem mais esta novidade.

Contem comigo.

Bons estudos!

 

www.leonardogarcia.com.br

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  Esperem que aproveitem mais esta novidade. Contem comigo. Bons estudos!   www.leonardogarcia.com.br 20
  Esperem que aproveitem mais esta novidade. Contem comigo. Bons estudos!   www.leonardogarcia.com.br 20

GUIA DE LEITURA

1. Questões separadas por assuntos e temas específicos, possibi- litando o leitor identificar as questões de modo fácil e prático (basta consultar o sumário).

CAPÍTULO V

ATOS ADMINISTRATIVOS

ELEMENTOS

C APÍTULO V ATOS ADMINISTRATIVOS ELEMENTOS Competência (sujeito) 110. (PGE/PE/Procurador/2009) Na hipótese de

Competência (sujeito)

V ATOS ADMINISTRATIVOS ELEMENTOS Competência (sujeito) 110. (PGE/PE/Procurador/2009) Na hipótese de omissão do

110. (PGE/PE/Procurador/2009) Na hipótese de omissão do legislador quanto à fixação de competência para a prática de determinados atos, a atuação administrativa não é viável, já que nenhuma auto- ridade pode exercer competência que não lhe tenha sido atribuída expressamente por lei.

C E
C
E

Marcação

enquanto lê as questões.

C E
C
E

/ Correta ou Errada – para o leitor treinar

Autarquias

Autarquias 42. (PGM/Boa Vista/Procurador/2010) São características das autar- quias a descentralização, a criação

42. (PGM/Boa Vista/Procurador/2010) São características das autar- quias a descentralização, a criação por lei, a especialização dos fins ou atividades, a personalidade jurídica pública, a capacidade de au- toadministração e a sujeição a controle ou tutela.

C E
C
E

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ARMANDO MERCADANTE

Gabarito em branco destacável ao final do livro para o leitor marcar as respostas das questões (Correta ou Errada).

FOLHA DE RESPOSTAS PARA TREINAMENTO 1 41 81 121 161 201 241 2 42 82
FOLHA DE RESPOSTAS PARA TREINAMENTO
1 41
81
121
161
201
241
2 42
82
122
162
202
242
3 43
83
123
163
203
243

4.

Gabarito sem comentários destacável ao final do livro para o lei- tor conferir as respostas das questões sem que tenha que ir ao final do livro.

 
 

FOLHA DE RESPOSTAS PARA TREINAMENTO

   

1 C

 

41 E

 

81 E

 

121 E

 

161 E

 

201 E

 

241 E

 

2 C

 

42 E

 

82 E

 

122 E

 

162 C

 

202 C

 

242 C

 

3 E

 

43 C

 

83 C

 

123 E

 

163 E

 

203 E

 

243 C

 
 

5.

Identificação das questões que foram baseadas em Jurisprudên- cia ou Súmula do STF, STJ ou TNU.

Baseada em jurisprudência ou súmula do STF e STJ

6.

(TRF5/Magistratura/2009) Suponha que seja construído grande e moderno estádio de futebol para sediar os jogos da copa do mundo de 2014 em um estado e que o nome desse estádio seja o de um político famoso ainda vivo. Nessa situação hipotética, embora se reconheça a existência de promoção especial, não há qualquer inconstitu- cionalidade em se conferir o nome de uma pessoa pública viva ao estádio.

C E
C
E

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GUIA DE LEITURA

7. Na segunda parte do livro, comentários das questões demons- trando o porquê do acerto ou erro da alternativa.

97. Correta

Quanto às organizações sociais, a Lei 9.637/98 prevê em seu art. 7º, I, que na elaboração do contrato de gestão serão observados os seguintes preceitos, dentre outros: “especifica- ção do programa de trabalho proposto pela organização social, a estipulação das metas a serem atingidas e os respectivos pra- zos de execução, bem como previsão expressa dos critérios obje- tivos de avaliação de desempenho a serem utilizados, mediante indicadores de qualidade e produtividade”. No que se refere às OSCIP´s, nos termos do art. 10, §2º, inc. I e II, da Lei 9.790/99, são cláusulas essenciais do termo de parceria, dentre outras, “a de estipulação das metas e dos resultados a serem atingidos e os respectivos prazos de execução ou cronograma” e “a de previsão expressa dos critérios objetivos de avaliação de desempenho a serem utilizados, mediante indicadores de resultado ”.

8. Além do comentário de cada questão, há comentários ao final de cada capítulo, destacando para o leitor o que é mais importante a ser estudado e quais as pegadinhas mais frequentes.

COMENTÁRIOS DO CAPÍTULO

Quanto ao tema Terceiro Setor, as questões se resumi- ram às organizações sociais e às OSCIP´s.

O estudo deve ser direcionado para a leitura das Leis nºs. 9.637/98 (Organizações Sociais) e 9.790/99 (OSCIP), pois a maioria esmagadora das questões é resolvida com o conhecimento de seus dispositivos.

Direcionamento do estudo feito pelo autor com base no grau de incidência dos temas nas provas do CESPE.

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A RMANDO M ERCADANTE

ARMANDO MERCADANTE

A RMANDO M ERCADANTE
   

DIRECIONAMENTO DO ESTUDO

 

A

preparação para os concursos organizados pelo CESPE

deve ser completa, abrangendo o estudo de legislação, de dou- trina e de jurisprudência.

Isso se deve ao fato de as questões do CESPE exigirem me- morização, capacidade de interpretação e entendimento inter- disciplinar.

Durante a elaboração deste trabalho foram solucionadas 914 assertivas, sendo que 660 tiveram seus gabaritos comentados.

A

preocupação não foi apenas de comentar as questões,

mas também de mostrar para o leitor como o tema foi cobrado em outras oportunidades pelo CESPE, daí a inserção de asserti- vas de outras provas durante as explicações.

Raio-X da incidência das questões por assunto e Raio-X dos as- suntos mais cobrados: assim, ao iniciar o estudo, o leitor perce- berá quais foram os assuntos mais cobrados nos últimos anos, podendo, portanto, direcionar o seu estudo.

 

RAIO-X DA INCIDÊNCIA DAS QUESTÕES POR ASSUNTO

 

ASSUNTO

QUESTÕES

INCIDÊNCIA

Órgãos públicos

Conceito Criação e extinção Teoria do Órgão (princípio da imputação volitiva) Capacidade processual Representação judicial Classificações

2

0,22

3

0,33

1

0,11

1

0,11

1

0,11

3

0,33

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G UIA DE L EITURA

GUIA DE LEITURA

G UIA DE L EITURA

RAIO-X DOS ASSUNTOS MAIS COBRADOS

 

ASSUNTO

QUESTÕES

INCIDÊNCIA

Administração pública direta e indireta

88

9,63

Atos administrativos

84

9,19

Licitação

76

8,32

Contratos administrativos (Lei 8.666/93)

75

8,21

Improbidade administrativa (Lei 8.429/92)

68

7,44

Intervenção do estado na propriedade privada

67

7,33

Controle da administração pública

59

6,46

Servidores públicos (art. 37 a 41 CF)

57

6,24

Processo administrativo (Lei 9.784/99)

57

6,24

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  C APÍTULO I PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS   1. (MPE/AM/Promotor/2007) Explícita ou
  C APÍTULO I PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS   1. (MPE/AM/Promotor/2007) Explícita ou
 

CAPÍTULO I

PRINCÍPIOS

PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS  

PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS

 

1. (MPE/AM/Promotor/2007) Explícita ou implicitamente, os princípios do direito administrativo que informam a atividade da administração públi- ca devem ser extraídos da CF.

 
C E
C
E
 

2. (MPE/AM/Promotor/2007) Os princípios que regem a atividade da ad- ministração pública e que estão expressamente previstos na CF são os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.

 
 
C E
C
E
PRINCÍPIO DA LEGALIDADE  

PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

 

3.

(MPE/AM/Promotor/2007) O princípio da legalidade no âmbito da ad- ministração pública identifica-se com a formulação genérica, fundada em ideais liberais, segundo a qual ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

 
C E
C
E
PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE  

PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE

 

4. (DETRAN/ES/Administrador/2010) O gestor público, respeitando o princípio constitucional da impessoalidade, deve evitar favorecimentos, distinções ou direcionamentos em desacordo com a finalidade pública e que não estejam previstos em lei, bem como o fomento à promoção pessoal de servidor público.

 
C E
C
E
 

5. (PGE/PE/Procurador/2009) De acordo com o princípio da impessoalida- de, é possível reconhecer a validade de atos praticados por funcionário público irregularmente investido no cargo ou função, sob o fundamento de que tais atos configuram atuação do órgão e não do agente público.

 
 
C E
C
E
39

39

39

ARMANDO MERCADANTE

Baseada em jurisprudência ou súmula do STF e STJ

6.

(TRF5/Magistratura/2009) Suponha que seja construído grande e moderno estádio de futebol para sediar os jogos da copa do mundo de 2014 em um estado e que o nome desse estádio seja o de um político famoso ainda vivo. Nessa situação hipotética, embora se reconheça a existên- cia de promoção especial, não há qualquer inconstitucio- nalidade em se conferir o nome de uma pessoa pública viva ao estádio.

C E
C
E

7. (TJ/RJ/Analista/2008) A violação ao princípio da finalidade não gera o chamado abuso de poder, que é aplicado nos casos em que o ato admi- nistrativo é praticado por agente incompetente.

C E
C
E

Baseada em jurisprudência ou súmula do STF e STJ

8.

(BACEN/Procurador/2009) Segundo o STF, emenda in- serida na constituição estadual que estabeleça subsídio mensal e vitalício para ex governador e sua transferência ao cônjuge supérstite não afronta o princípio constitucio- nal da impessoalidade.

C E
C
E

PRINCÍPIO DA MORALIDADE

nal da impessoalidade. C E PRINCÍPIO DA MORALIDADE 9. (MPEAM/Promotor/2007) Os princípios da moralidade e da

9. (MPEAM/Promotor/2007) Os princípios da moralidade e da eficiência da administração pública, por serem dotados de alta carga de abstração, carecem de densidade normativa. Assim, tais princípios devem ser apli- cados na estrita identificação com o princípio da legalidade.

C E
C
E

10. (CGEPB/Auditor/2008) A moralidade administrativa, por traduzir con- ceito jurídico indeterminado, não se submete, em sua acepção pura, ao controle judicial.

C E
C
E

11. (CGEPB/Auditor/2008) Na prática de atos administrativos vinculados, o administrador não está obrigado a observar a moralidade administrativa, mas apenas os limites previstos em lei.

40

C E
C
E
  C APÍTULO I PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS   1.   Correta Os princípios
  C APÍTULO I PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS   1.   Correta Os princípios
 

CAPÍTULO I

PRINCÍPIOS

PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS  

PRINCÍPIOS EXPRESSOS E IMPLÍCITOS

 

1.

 

Correta

Os princípios que norteiam a atuação da Administração Pública decorrem da Constituição Federal. Alguns constam expressamente do texto constitucional, como os princípios da legalidade, impessoa- lidade, moralidade, publicidade e eficiência, inseridos explicitamen- te no caput do art. 37. Outros não receberam referência expressa do legislador constituinte, porém são reconhecidos pela Carta Magna, sendo considerados princípios implícitos, tais como os da proporcio- nalidade, razoabilidade e segurança jurídica. Dessa forma, os princí- pios informativos do direito administrativo, expressos ou implícitos, devem ser extraídos da Constituição Federal.

 

2.

 

Errada

Os princípios da Administração Pública, expressamente previs- tos na CF, são encontrados no caput do art. 37: - . O erro do enuncia- do decorre da omissão quanto ao princípio da eficiência.

 
 

No mesmo sentido,

 

»

(TCU/Auditor/2010) Os princípios da razoabilidade e da proporcionali- dade estão expressos no texto da CF. (errada)

PRINCÍPIO DA LEGALIDADE  

PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

 

3.

 

Errada

No âmbito da Administração Pública prevalece a ideia da vin- culação positiva à lei, ou seja, a atuação dos agentes públicos depen- de necessariamente de prévia autorização legal. Conforme lição do

 
 

161

agentes públicos depen- de necessariamente de prévia autorização legal. Conforme lição do     161
agentes públicos depen- de necessariamente de prévia autorização legal. Conforme lição do     161
  A RMANDO M ERCADANTE   mestre Hely Lopes Meirelles 1 , “ enquanto na
  A RMANDO M ERCADANTE   mestre Hely Lopes Meirelles 1 , “ enquanto na
 

ARMANDO MERCADANTE

 

mestre Hely Lopes Meirelles 1 , “enquanto na administração particular é lícito fazer tudo que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza ”. Portanto, a formulação genérica de que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei aplica-se aos particulares, sendo diversa a concepção de legalidade para os agentes públicos, pois estes só po- dem fazer o que a lei autoriza.

 
PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE

PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE

4.

Correta

O princípio da impessoalidade deve ser analisado associado aos seguintes aspectos: (o agente público deve perseguir a finalidade expressa ou implícita na lei, não podendo promover perseguições ou favorecimentos aos administrados e aos próprios integrantes do quadro de pessoal do Estado); (o agente público deve tratar com igualdade os admi- nistrados que se encontrem na mesma situação jurídica); - (art. 37, §1º, CF: A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou ima- gens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”); (os atos praticados pelos agentes públicos são imputados à pessoa jurídica em nome da qual atuam).

 

5.

Correta

Trata-se da figura da que ocorre “quando a pessoa que pratica o ato está irregularmente investida no cargo, emprego ou função, mas a sua situação tem toda a aparência de legalidade conforme lição de Maria Sylvia Di Pietro 2 . A função de fato encontra amparo no princípio da impessoalidade, cujo estudo revela que os atos praticados pelo agente público não refletem a sua vontade, mas, sim, a da pessoa jurídica à qual ele está vinculado. Essa

 

1. Obra citada, pág. 87.

 

2. Obra citada, pág. 239.

162

 
à qual ele está vincula do. Essa   1. Obra citada, pág. 87.   2. Obra
à qual ele está vincula do. Essa   1. Obra citada, pág. 87.   2. Obra
  P RINCÍPIOS   é a essência do , que se associa à   ,
  P RINCÍPIOS   é a essência do , que se associa à   ,
 

PRINCÍPIOS

 

é

a essência do , que se associa à

 

, adotada no Brasil para justificar a relação agente/ órgão/pessoa jurídica.

Dessa forma, (ingresso sem concurso público ou idade inferior ao mínimo exigido), - Com essa solução, a boa-fé do administrado é protegida, pois o mesmo desconhecia o vício na sua investidura (teoria da aparência).

6.

Errada

No julgamento da ADI 307/CE (13.2.2008), o STF, por meio do seu Pleno (composto por todos os 11 ministros), considerou que - . Para o Tribunal, uma norma com esse conteúdo mostra-se harmônica com o prin- cípio da impessoalidade. Assim, raciocinando de forma inversa, - . É o que se depreende da leitura do art. 37, § 1º, CF: “a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e cam- panhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou ser- vidores públicos”.

 

7.

Errada

A figura do abuso de poder divide-se em e . No excesso de poder o agente público pratica um ato para o qual não tem competência (ex: fiscal do Ministério do Trabalho autuando empresa por dívida de imposto de renda); já no desvio de finalidade, em que pese o agente ter competência para a

 

prática do ato, este o pratica com finalidade diversa da prevista na lei (ex: autoridade que remove servidor com o propósito de puni-lo, apesar de não indicar esse motivo no ato de remoção. A lei tem como finalidade para a remoção, em regra, suprir carência de servidores,

e

não ser meio de punição). A questão tem dois erros:

 

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em regra, suprir carência de servidores, e não ser meio de punição). A questão tem dois
em regra, suprir carência de servidores, e não ser meio de punição). A questão tem dois
  A RMANDO M ERCADANTE     8. Errada No julgamento da ADI 3853/MS, o
  A RMANDO M ERCADANTE     8. Errada No julgamento da ADI 3853/MS, o
 

ARMANDO MERCADANTE

 

 

8.

Errada

No julgamento da ADI 3853/MS, o Pleno do STF - da emenda constitucional nº 35/06 da Consti- tuição do Estado do Mato Grosso, que estabeleceu subsídio mensal e vitalício para os ex-governadores que exerceram mandato integral. Referida emenda previa também que esse benefício fosse estendido para o cônjuge supérstite (sobrevivente), reduzido à metade do valor devido ao titular. Ao declarar a inconstitucionalidade do dispositivo, os Ministros identificaram - (arts. 1º, 5º, caput, 25, §1º, 37, caput e inc. XIII, 169, §1º, inc. I e II, e 195, §5º, da CF).

 
PRINCÍPIO DA MORALIDADE

PRINCÍPIO DA MORALIDADE

9.

Errada

São dois os equívocos constantes da assertiva. O primeiro resi- de na afirmação de que os princípios da moralidade e da eficiência carecem de densidade normativa. - - , pois deles decorrem prescrições de comportamen- tos (mandamentos, permissões e proibições). O segundo erro está na afirmação de que os princípios em questão devem ser aplicados na estrita identificação com o princípio da legalidade. - - .

 

10.

Errada

O erro reside na afirmação de que a moralidade administrativa não se submete ao controle judicial. Pelo contrário, atos adminis- trativos praticados em desacordo com o princípio da moralidade são

 

164

 
contrário, atos adminis- trativos praticados em desacordo com o princípio da moralidade são   164  
contrário, atos adminis- trativos praticados em desacordo com o princípio da moralidade são   164  
  P RINCÍPIOS   ilegais, sendo, portanto, passíveis de controle pelo Poder Judiciário. É importante
  P RINCÍPIOS   ilegais, sendo, portanto, passíveis de controle pelo Poder Judiciário. É importante
 

PRINCÍPIOS

 

ilegais, sendo, portanto, passíveis de controle pelo Poder Judiciário. É importante ter em mente que o conceito moderno de legalidade traz a ideia de que o ato legal é aquele que respeita a lei e os princípios.

 

11.

Errada

Na prática de qualquer ato administrativo, seja vinculado ou discricionário, o administrador público deve obediência às leis e aos princípios administrativos.

12.

Errada

 

O

caput do art. 37 da CF é expresso ao indicar que a Adminis-

 

tração Pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, observará, den- tre outros, o princípio da moralidade. Dessa forma,

 

.

13.

Correta

Existe vinculação histórica entre o estudo da moral administra- tiva e o abuso do poder, cujas espécies são excesso de poder e desvio de poder (desvio de finalidade). A atuação do agente público mar- cada pelo desvio de poder caracteriza-se como conduta imoral, pois nosso ordenamento jurídico não admite que os agentes públicos em suas condutas afastem-se da finalidade legal. Se o ato for praticado objetivando finalidade diversa da prevista na ordem jurídica, estará caracterizado o vício de desvio de poder, sendo o ato considerado ilegal e imoral.

14.

Errada

 

A

lei não pode contrariar a norma contida no art. 37, § 1º, CF:

 

a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orien- tação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens

 

que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores

 

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constar nomes, símbolos ou imagens   que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores   165
constar nomes, símbolos ou imagens   que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores   165