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Unidades especializadas

em multideficiência

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Normas Orientadoras

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ultideficiência
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Unidades especializadas

em multideficiência

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A P O I OS

Colecção E D U C A T I V O S

n.º 1

Transição para a Vida Adulta Jovens com Necessidades Educativas Especiais

n.º 2

Organização e Gestão dos Apoios Educativos

n.º 3

O Aluno Surdo em Contexto Escolar A especifidade da Criança Surda Estratégias de Intervenção em Contexto Escolar

n.º 4

Os Alunos com Multideficiência nas Escolas de Ensino Regular

n.º 5

Aprendizagem Activa na criança com Multideficiência Guia para educadores

n.º 6

Contributos para o estudo da Intervenção Precoce em Portugal

n.º 7

Compreender a Baixa Visão

n.º 8 Normas de Acessibilidade na Informática

n.º 9 Comunicação, Linguagem e Fala

Perturbações Específicas de Linguagem em contexto escolar

-Fundamentos-

n.º 10 Avaliação e Intervenção em Multideficiência

n.º 11 Unidades Especializadas em Multideficiência - Normas Orientadoras

n.º 12 Conceitos e Práticas em Intervenção Precoce

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Ficha Técnica

Título

Unidades Especializadas em Multideficiência

- Normas Orientadoras

Edição

Ministério da Educação Direcção-G eral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Direcção de Serviços da Educação Especial e do Apoio Sócio-Educativo

Directora-Geral

Graça Pombeiro

Coordenação

Filomena Pereira

Desenvolvimento de Conteúdos

Clarisse Nunes

Design Gráfico

Raquel Pinheiro

Paginação

Clarisse Nunes

Impressão

SDesign

Tiragem

1000 exemplares

Depósito Legal

ISBN

972-742-200-4

Janeiro 2005

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Introdução

Índice

1 PressupostosBásicos

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2 Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita

2.1. O que

são

14

2.2. O que

as justifica

14

2.3. População alvo

 

15

2.4. Objectivos

16

2.5. Recursos humanos

17

2.6. Recursos materiais

17

3 Normas Orientadoras

 

3.1. Criação

 

20

3.2. Organização e gestão

21

3.2.1. Gestão administrativa e pedagógica

21

3.2.2. Organização das aprendizagens

21

3.2.3. Organização

do ambiente de aprendizagem

24

3.2.4. Envolvimento da família

26

5

unidades especializadas em multideficiência Introdução

unidades

especializadas

unidades especializadas em multideficiência Introdução

em multideficiência

unidades especializadas em multideficiência Introdução

Introdução

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Introdução

As limitações cognitivas,motoras e/ou sensoriaisapresentadas pelos

alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita leva-os a

beneficiar de menos oportunidades para explorar e interagir com o meio

ambiente. As barreiras colocadas ao seu desenvolvimento, participação e

aprendizagem são muito significativas fazendo com que tenham escassas

possibilidades para interagir com pessoas e objectos e para se envolverem

nessas interacções, necessitando, frequentemente, de sistemas de apoio

adicional e especialque os ajudea participar nasactividades.

Ser capaz de responder adequadamente à diversidade das

necessidades educativas destes alunos implica implementar respostas

educativas que os ajudem a participar o mais activamente possível nas

aprendizagens e a sentirem-se aceites no grupo de pares e na comunidade a

que pertencem. As respostas educativas têm de ser analisadas à luz das suas

capacidades, necessidades e motivações, dos desejos dos pais e das

condições existentes noscontextos educativos.

Ou seja, asrespostas educativas precisamde: ser diferenciadas e organizadas de modo a adequarem-se à singularidade

Ou seja, asrespostas educativas precisamde:

Ou seja, asrespostas educativas precisamde: ser diferenciadas e organizadas de modo a adequarem-se à singularidade de

ser diferenciadas e organizadas de modo a adequarem-se à singularidade de cada um.

Estes alunos necessitam que as respostas educativas criem

oportunidades para poderem alargar as relações sociais e as amizades

(nomeadamente com os seus pares, com e sem necessidades especiais);

aumentar os conhecimentos acerca do mundo que os cerca e desenvolver

actividades nos ambientes escolares e comunitários. Consequentemente, é

imprescindível pensar no que é importante ensinar-lhes e como,

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e definir as medidas educativas a adoptar para que possam:

fazer aprendizagens significativas (aprendizagens interessantes, motivadoras e úteis);ser autónomos, o mais possível, em termos pessoais e sociais; ter uma melhor qualidade de

ser autónomos, o mais possível, em termos pessoais e sociais;fazer aprendizagens significativas (aprendizagens interessantes, motivadoras e úteis); ter uma melhor qualidade de vida.

ter uma melhor qualidade de vida.(aprendizagens interessantes, motivadoras e úteis); ser autónomos, o mais possível, em termos pessoais e sociais;

É importante frequentarem diferentes ambientes de aprendizagem,

como por exemplo: a sala da turma, os espaços exteriores da escola, o espaço da

unidade especializada, os espaços da comunidade, de forma a possibilitar a

aplicação das competências adquiridas em diferentes ambientes. A gestão do

tempo em cada um dos ambientes depende, essencialmente, da especificidade

de cada aluno. De modo a garantir oportunidades de aprendizagem há que ter

em atenção a diversidade de necessidades e de dificuldades apresentadas por

cada um.

Ou seja, as respostas têm de: ser flexíveis; ter em conta as exigências de cada

Ou seja, as respostas têm de:

Ou seja, as respostas têm de: ser flexíveis; ter em conta as exigências de cada situação

ser flexíveis;Ou seja, as respostas têm de: ter em conta as exigências de cada situação particular; adequar-se

ter em conta as exigências de cada situação particular;Ou seja, as respostas têm de: ser flexíveis; adequar-se a cada realidade.

adequar-se a cada realidade.Ou seja, as respostas têm de: ser flexíveis; ter em conta as exigências de cada situação

Quaisquer que sejam as suas capacidades e necessidades, estas

crianças e jovens precisam de integrar os ambientes comuns e de serem aceites

como pessoas que contribuem, de uma forma positiva, para o dinamismo dos

ambientes de aprendizagem.

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As unidades especializadas constituem um recurso pedagógico da

escola. Para que possam responder adequadamente à singularidade de

cada aluno é necessário cuidar da sua organização.

Unidades especializadas As unidades especializadas são um recurso pedagógico especializado dos agrupamentos de escola e

Unidades especializadas

Unidades especializadas As unidades especializadas são um recurso pedagógico especializado dos agrupamentos de escola e

As unidades especializadas são um recurso pedagógico especializado dos agrupamentos de escola e das escolas destinado aos alunos com multideficiência ou com surdocegueira congénita e visam a

participação activa destes alunos no seu processo de aprendizagem e

a vivência de experiências de sucesso.

A frequência específica destes ambientes educativos constitui apenas

mais uma na vida destes alunos, pelo que esta resposta tem de articular-se com o trabalho que se desenvolve na escola.

A existência, ao longo do país, de um número importante de unidades

especializadas, a necessidade de regular o seu funcionamento, bem como as

solicitações de muitos profissionais levaram-nos a elaborar as presentes normas

orientadoras, as quais visam ajudar as escolas e os docentes a organizar o processo

educativo dos alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita.

Consequentemente , as normas orientadoras para a organização e o funcionamento das unidades especializadas pretendem

Consequentemente,

Consequentemente , as normas orientadoras para a organização e o funcionamento das unidades especializadas pretendem ser

as normas orientadoras para a organização e o funcionamento das unidades especializadas pretendem ser um instrumento de apoio, constituindo-se como um conjunto de princípios orientadores para a implementação de uma resposta educativa adequada às necessidades dos alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita.

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unidades especializadas em multideficiência Pressupostos Básicos
unidades especializadas em multideficiência Pressupostos Básicos
unidades especializadas em multideficiência Pressupostos Básicos

unidades

especializadas

em multideficiência

unidades especializadas em multideficiência Pressupostos Básicos
unidades especializadas em multideficiência Pressupostos Básicos

Pressupostos Básicos

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1- Pressupostos Básicos

Sabe-se hoje que a aprendizagem ocorre, essencialmente, a partir

das experiências reais da criança nos ambientes naturais e da interacção que

estabelece com as pessoas e com os objectos. Essas experiências permitem-

lhe ter acessoa informação diversificada,base do desenvolvimentocognitivo

e sócio-emocional.

apresentadas pelas

crianças/jovens com multideficiência e com surdocegueira congénita

dificulta o seu desenvolvimento e influencia tanto a forma como funcionam

nos diversos ambientes, como o modo como aprendem. O acesso ao mundo

está condicionado pelas limitações cognitivas, motoras e/ou sensoriais e a

capacidade de canalizar a atenção para estímulos significativos está

diminuída devido à dificuldade de os seleccionar. As limitações visuais e/ou

motoras, frequentes nestas crianças/jovens, dificultam a sua capacidade de

exploração dos ambientes. A ausência de meios de comunicação eficientes

faz com que não tenham acesso à informação e limita as capacidades de

interacção com parceirosnas actividades naturaisdo dia adia.

A

combinação

de acentuadas

limitações

Crianças/jovens com multideficiência e com surdocegueira congénita As dificuldades apresentadas por estas

Crianças/jovens com multideficiência e com surdocegueira

congénita

com multideficiência e com surdocegueira congénita As dificuldades apresentadas por estas crianças/jovens e as

As dificuldades apresentadas por estas crianças/jovens e as escassas oportunidades para vivenciarem experiências significativas fazem com que a informação recebida seja, frequentemente, fragmentada, distorcida e incompleta. A aprendizagem espontânea não acontece, pelo que há que realizar o ensino directo de competências.

Embora sejam, ainda hoje, limitados os conhecimentos acerca da forma

como aprendem, sabe-se que precisam de interagir com os ambientes onde se

encontram e de comunicar com as pessoas que os rodeiam para que possam

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desenvolver-se e ter acesso a oportunidades educativas. Nesta perspectiva, para

aprenderem precisam de abordagens educativas individuais que combinem

oportunidades de exploração do ambiente com oportunidades de interacção

comunicativa. A sua educação precisa de ser analisada numa perspectiva

ecológica, ou seja, é necessário considerar todos os ambientes que a

criança/jovem frequenta, incluindo o familiar e o comunitário. A organização das

respostas educativas deve ter em atenção os seguintes pressupostos básicos.

Pressupostos básicos: as respostas educativas têm de se adequar à especificidade de cada aluno; comunicação

Pressupostos básicos:

Pressupostos básicos: as respostas educativas têm de se adequar à especificidade de cada aluno; comunicação é

as respostas educativas têm de se adequar à especificidade de cadaPressupostos básicos: aluno; comunicação é o eixo central de toda a intervenção; aprendizagem deve centrar-se em

aluno;

comunicação é o eixo central de toda a intervenção;têm de se adequar à especificidade de cada aluno; aprendizagem deve centrar-se em experiências da vida

aprendizagem deve centrar-se em experiências da vida real.têm de se adequar à especificidade de cada aluno; comunicação é o eixo central de toda

a

a

Consequentemente, a criança/jovemnecessita de: ambientes organizados e estruturados facilitadores da procura de

Consequentemente, a criança/jovemnecessita de:

Consequentemente, a criança/jovemnecessita de: ambientes organizados e estruturados facilitadores da procura de

ambientes organizados e estruturados facilitadores da procura de informação e da compreensão do mundo envolvente;Consequentemente, a criança/jovemnecessita de: oportunidades de ambientes educativos securizantes com aprendizagem

oportunidades de

ambientese da compreensão do mundo envolvente; oportunidades de educativos securizantes com aprendizagem diversificadas;

educativos

securizantes

com

aprendizagem diversificadas;

oportunidades para interagir activamente com o ambiente (pessoas e objectos) que a/o rodeia;educativos securizantes com aprendizagem diversificadas; aceder a informação significativa, isto é, a informação

aceder a informação significativa, isto é, a informação que seja útil e corresponda aos seus interesses, motivações e necessidades, bem como aos da sua família;com o ambiente (pessoas e objectos) que a/o rodeia; tempo para manipular e explorar os objectos

tempo para manipular e explorar os objectos e materiais e dar sentido ao que se passa à sua volta;motivações e necessidades, bem como aos da sua família; estar envolvida(o) activamente na totalidade das actividades

estar envolvida(o) activamente na totalidade das actividades que realiza.aos da sua família; tempo para manipular e explorar os objectos e materiais e dar sentido

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unidades especializadas em multideficiência Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita
unidades especializadas em multideficiência Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita
unidades especializadas em multideficiência Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita
unidades especializadas em multideficiência Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita

unidades

especializadas

em multideficiência

Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita

unidades especializadas em multideficiência Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita

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2 - Unidades Especializadas em Multideficiência e Surdocegueira Congénita

2.1 - O que são: 2.1 - O que são: As unidades especializadas são um

2.1 - O que são:

2.1 - O que são:

2.1 - O que são: 2.1 - O que são: As unidades especializadas são um recurso

As unidades especializadas são um recurso pedagógico especializado dos estabelecimentos de ensino regular do ensino básico, constituindo- se como uma resposta educativa diferenciada que visa apoiar a educação dos alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita, fornecendo-lhes meios e recursos diversificados.

Com esta resposta educativa procura-se que os alunos tenham acesso a informação que os ajude a realizar aprendizagens significativas e possam participar em actividades desenvolvidas com os seus pares sem necessidades especiais.

2.2 - O que as justifica: a educação de alunos com multideficiência e com surdocegueira

2.2 - O que as justifica:

2.2 - O que as justifica: a educação de alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita
a educação de alunos com multideficiência e com surdocegueira

a

educação de alunos com multideficiência e com surdocegueira

congénita exige recursos humanos e materiais específicos, escassos e de difícil generalização. A criação de unidades especializadas possibilita uma melhor gestão desses recursos humanos e materiais e

permite a respectiva concentração e potencialização;

a diversidade de competências dos alunos a que deve corresponder

a

diversidade de competências dos alunos a que deve corresponder

uma variedade de estratégias que ajude a vivenciar experiências de

 

sucesso;

a necessidade de aceder à informação, a oportunidades para se

a

necessidade de aceder à informação, a oportunidades para se

desenvolver e se envolver activamente nas aprendizagens e nas

interacções sociais.

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2.3 - População Alvo: Alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita que frequentam o ensino

2.3 - População Alvo:

2.3 - População Alvo: Alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita que frequentam o ensino básico.

Alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita que frequentam o ensino básico.

Consideram-se alunos com multideficiência os que apresentam

acentuadas limitações no domínio cognitivo, associadas a limitações acentuadas

no domínio motor e/ou no domínio sensorial (visão ou audição) e que podem

ainda necessitar de cuidados de saúde específicos. Estas limitações dificultam a

interacção natural com o ambiente, colocando em grave risco o

desenvolvimento e o acesso à aprendizagem.

Consideram-se alunos com surdocegueira congénita os que

apresentam combinações de acentuadas limitações na audição e na visão que

causam dificuldades únicas, nomeadamente em termos da comunicação, com

implicações a nível da compreensão do mundo em seu redor e da interacção

com os outros e com o ambiente físico. Estas limitações têm graves implicações no

seu desenvolvimento. Podem ter ou não associadas acentuadas limitações

noutros domínios.

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2.4 - Objectivos: Assegurar a criação de ambientes educativos estruturados, securizantes, significativos e ricos em

2.4 - Objectivos:

2.4 - Objectivos: Assegurar a criação de ambientes educativos estruturados, securizantes, significativos e ricos em

Assegurar a criação de ambientes educativos estruturados, securizantes, significativos e ricos em comunicação que permitam o envolvimento dos alunosna procura deinformação;2.4 - Objectivos: criar condições para os alunos poderem interagir com parceiros significativos e envolverem-senessas

criar condições para os alunos poderem interagir com parceiros significativos e envolverem-senessas interacções;permitam o envolvimento dos alunosna procura deinformação; fomentar a aprendizagem de conteúdos relacionados com o

fomentar a aprendizagem de conteúdos relacionados com o conhecimento de si próprios, dos outros e do mundo e que conduzam ao estabelecimento de uma vida com qualidade no presente e nofuturo;significativos e envolverem-senessas interacções; proporcionar oportunidades de aprendizagem centrada em

proporcionar oportunidades de aprendizagem centrada em experiências da vida real e adequadas à idade cronológica dos alunos, às suas capacidades, necessidades e interesses e que valorizem a comunicação;de uma vida com qualidade no presente e nofuturo; desenvolver actividades naturais e funcionais que promovam

desenvolver actividades naturais e funcionais que promovam o desenvolvimento da autonomia pessoal e social nos diversos ambientes onde osalunos se encontram;necessidades e interesses e que valorizem a comunicação; aplicar metodologias e estratégias de intervenção

aplicar metodologias e estratégias de intervenção transdisciplinares adequadas às necessidades individuais de cada aluno e quepossibilitem a frequênciade ambientes naturais;e social nos diversos ambientes onde osalunos se encontram; organizar e apoiaro processo detransição entre ciclose

organizar e apoiaro processo detransição entre ciclose para avida adulta;aluno e quepossibilitem a frequênciade ambientes naturais; assegurar os apoios específicos a nível das terapias, da

assegurar os apoios específicos a nível das terapias, da psicologia e da orientação emobilidade;processo detransição entre ciclose para avida adulta; criar espaços de reflexão e de formação acerca da

criar espaços de reflexão e de formação acerca da prática pedagógica para os profissionais, pessoal não docente e famílias.para avida adulta; assegurar os apoios específicos a nível das terapias, da psicologia e da orientação

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2.5 - Recursoshumanos: profissionais com formaçãoespecializada em educaçãoespecial, de preferência naárea da

2.5 - Recursoshumanos:

2.5 - Recursoshumanos: profissionais com formaçãoespecializada em educaçãoespecial, de preferência naárea da

profissionais com formaçãoespecializada em educaçãoespecial, de preferência naárea da multideficiência;2.5 - Recursoshumanos: auxiliares de acçãoeducativa; profissionais no âmbito das terapias e da psicologia, conforme as

auxiliares de acçãoeducativa;de preferência naárea da multideficiência; profissionais no âmbito das terapias e da psicologia,

profissionais no âmbito das terapias e da psicologia, conforme as necessidades.em educaçãoespecial, de preferência naárea da multideficiência; auxiliares de acçãoeducativa;

2.6 - Recursosmateriais: a comunicação interruptores multisensoriais; digitalizadores da fala; soluções
2.6
- Recursosmateriais:
a comunicação
interruptores multisensoriais;
digitalizadores da fala;
soluções informáticas integradas;
software de causa efeito;
brinquedos adaptados.
a mobilidade e o posicionamento
standing-frame;
cadeiras de rodas;
multiposicionadores;
rampas;
andarilhos.
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2.6 - Recursos materiais: a higiene pessoal e a alimentação bancada para mudança de fraldas;
2.6 - Recursos materiais:
a higiene pessoal e a alimentação
bancada para mudança de fraldas;
adaptação de sanitários e lavatórios;
colheres adaptadas;
rebordos para os pratos.
A
necessidade
destes
materiais
e
equipamentos
depende

da

especificidade de cada aluno, das suas capacidades e necessidades.

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especializadas

em multideficiência

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Normas Orientadoras

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3 - Normas Orientadoras

3.1 Criação:

As unidades especializadasdevem ser criadasem função: do número de alunos com multideficiência e com surdocegueira

As unidades especializadasdevem ser criadasem função:

As unidades especializadasdevem ser criadasem função: do número de alunos com multideficiência e com surdocegueira

do número de alunos com multideficiência e com surdocegueira congénita existentes nos diferentes ciclos de ensino;As unidades especializadasdevem ser criadasem função: da natureza e exigência da resposta educativa; das condições de

da natureza e exigência da resposta educativa;congénita existentes nos diferentes ciclos de ensino; das condições de acessibilidade existentes nos

das condições de acessibilidade existentes nos estabelecimentos de ensino;de ensino; da natureza e exigência da resposta educativa; da disponibilidade de espaços dos estabelecimentos de

da disponibilidade de espaços dos estabelecimentos de ensino;de acessibilidade existentes nos estabelecimentos de ensino; da disponibilidade de apoios diferenciados considerados

da disponibilidade de apoios diferenciados considerados necessários para responder às necessidades individuais de cada aluno;da disponibilidade de espaços dos estabelecimentos de ensino; da garantia dos processos de transição entre ciclos.

da garantia dos processos de transição entre ciclos.de apoios diferenciados considerados necessários para responder às necessidades individuais de cada aluno;

Deve resultar de um trabalho de equipa em que participam: a família doaluno; os órgãos

Deve resultar de um trabalho de equipa em que participam:

Deve resultar de um trabalho de equipa em que participam: a família doaluno; os órgãos de
a família doaluno;

a

família doaluno;

os órgãos de gestão do agrupamento de escola;

os órgãos de gestão do agrupamento de escola;

os docentes de apoio educativo do estabelecimento de ensino;

os docentes de apoio educativo do estabelecimento de ensino;

a equipa de coordenação dos apoios educativos;

a

equipa de coordenação dos apoios educativos;

os docentes titulares de turma que têm o aluno com multideficiência ou comsurdocegueira congénita;

os docentes titulares de turma que têm o aluno com multideficiência ou comsurdocegueira congénita;

os responsáveis pelos diferentes serviços da comunidade que se prevê necessários para responder às necessidades

os responsáveis pelos diferentes serviços da comunidade que se prevê necessários para responder às necessidades individuais do aluno.

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Frequência das unidadesespecializadas Cabe aos órgãos de gestão, à família e aos restantes intervenientes no

Frequência das unidadesespecializadas

Frequência das unidadesespecializadas Cabe aos órgãos de gestão, à família e aos restantes intervenientes no
Cabe aos órgãos de gestão, à família e aos restantes intervenientes no processo educativo a

Cabe aos órgãos de gestão, à família e aos restantes intervenientes no processo educativo a tomada de decisão acerca dos alunos que podem beneficiarda frequência dasunidades especializadas,

a

qual deve ter em conta as capacidades e as necessidades de

cada aluno e as necessidades das famílias;

o tempo de permanência no espaço pedagógico da unidade

o

tempo de permanência no espaço pedagógico da unidade

especializada depende da especificidade de cada aluno. Esta decisão deverá constar do programa educativo individual do aluno.

3.2 Organização e gestão:

3.2.1. Gestão administrativae pedagógica

As unidades especializadas dependem, em termos hierárquicos e

funcionais, do órgãode gestão doagrupamento de escolasa que pertencem.

3.2.2. Organização dasaprendizagens

A comunicação deve ser considerada a principal área a desenvolver,

com particular ênfasenos alunos quenão usam afala para comunicar.

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As aprendizagens devem: responder às necessidades individuais dos alunos, aos seus interesses e desejos; organizar-se

As aprendizagens devem:

As aprendizagens devem: responder às necessidades individuais dos alunos, aos seus interesses e desejos; organizar-se com

responder às necessidades individuais dos alunos, aos seusAs aprendizagens devem: interesses e desejos; organizar-se com basenuma perspectiva funcional; proporcionar

interesses e desejos;

organizar-se com basenuma perspectiva funcional;individuais dos alunos, aos seus interesses e desejos; proporcionar diversificadas; experiências significativas

proporcionare desejos; organizar-se com basenuma perspectiva funcional; diversificadas; experiências significativas organizadas e

diversificadas;

experiências

significativas

organizadas

e

promover a autonomia dos alunos, nomeadamente na realizaçãodiversificadas; experiências significativas organizadas e das actividades devida diária; proporcionar oportunidades

das actividades devida diária;

proporcionar oportunidades para que os alunos possam apropriar-nomeadamente na realização das actividades devida diária; se de informação no presente eno futuro; , assegurar

se de informação no presente eno futuro;

,

assegurar a participaçãoactiva na comunidade;apropriar- se de informação no presente eno futuro; , criar oportunidades paraos alunos participaremem actividades

criar oportunidades paraos alunos participaremem actividades nofuturo; , assegurar a participaçãoactiva na comunidade; mesmo contexto educativo que os pares sem necessidades

mesmo contexto educativo que os pares sem necessidades

especiais, sempre que estas se revelem fonte de aprendizagens

significativas;

assegurar a generalizaçãodas competências desenvolvidas.educativo que os pares sem necessidades especiais, sempre que estas se revelem fonte de aprendizagens significativas;

Na organização dasaprendizagens considera-se fundamental: atender às prioridadesdefinidas pela família; planificar a

Na organização dasaprendizagens considera-se fundamental:

Na organização dasaprendizagens considera-se fundamental: atender às prioridadesdefinidas pela família; planificar a

atender às prioridadesdefinidas pela família;Na organização dasaprendizagens considera-se fundamental: planificar a participação dos alunos nas actividades

planificar a participação dos alunos nas actividades desenvolvidasfundamental: atender às prioridadesdefinidas pela família; com os seus pares conjuntamente com os docentes titulares da

com os seus pares conjuntamente com os docentes titulares da

turma ou comos directores deturma;

utilizar tecnologias deapoio adequadas àsnecessidades individuaisos docentes titulares da turma ou comos directores deturma; de cada aluno, de modo a facilitar

de cada aluno, de modo a facilitar o acesso à informação e a

promover a sua autonomia.

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As experiências de aprendizagem devem garantir que os alunos: tenham oportunidades para interagir com os

As experiências de aprendizagem devem garantir que os alunos:

experiências de aprendizagem devem garantir que os alunos: tenham oportunidades para interagir com os outros e

tenham oportunidades para interagir com os outros e para se envolverem activamente nessasinteracções;experiências de aprendizagem devem garantir que os alunos: tenham possibilidade de desenvolver relações afectivas;

tenham possibilidade de desenvolver relações afectivas;outros e para se envolverem activamente nessasinteracções; façam aprendizagens acerca de si próprios e do mundo

façam aprendizagens acerca de si próprios e do mundo que os rodeia;tenham possibilidade de desenvolver relações afectivas; tenham oportunidades para controlar o ambiente onde se

tenham oportunidades para controlar o ambiente onde se encontram e experimentar diferentes situações;acerca de si próprios e do mundo que os rodeia; tenham possibilidade de ter iniciativas, tomar

tenham possibilidade de ter iniciativas, tomar decisões e fazer escolhas.que os rodeia; tenham oportunidades para controlar o ambiente onde se encontram e experimentar diferentes situações;

Processos de transição

Na organização das aprendizagens, nomeadamente aquando

da estruturação do programa educativo individual, é fundamental

considerar os processos de transição dos alunos entre ciclos e para a

vida adulta.

Na transição entreciclos é essencial: assegurar os processos de transição de modo a que o

Na transição entreciclos é essencial:

Na transição entreciclos é essencial: assegurar os processos de transição de modo a que o aluno

assegurar os processos de transição de modo a que o aluno possa continuar a usufruir de respostas educativas adequadas às suas necessidades individuais;Na transição entreciclos é essencial: planear e organizar a mudança de ambiente educativo, de forma a

planear e organizar a mudança de ambiente educativo, de forma a garantir a continuidade educativa entre os ciclos de ensino.de modo a que o aluno possa continuar a usufruir de respostas educativas adequadas às suas

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Na transição entreciclos é essencial: planear e organizar a inserção na vida adulta em função

Na transição entreciclos é essencial:

Na transição entreciclos é essencial: planear e organizar a inserção na vida adulta em função das

planear e organizar a inserção na vida adulta em função das capacidades e necessidades de cada aluno, de forma a garantir a sua qualidade de vida;Na transição entreciclos é essencial: estabelecer uma rede de parcerias entre vários serviços (por exemplo com

estabelecer uma rede de parcerias entre vários serviços (por exemplo com serviços da segurança social e da educação), de modo a concretizar o projecto de vida estabelecido para cada aluno.na vida adulta em função das capacidades e necessidades de cada aluno, de forma a garantir

3.2.3. Organização do ambiente de aprendizagem

Os ambientes são um factor de extrema importância a considerar na

organização do processo de aprendizagem. Consequentemente, é

essencial estruturá-los de modo a:

criar oportunidades para o aluno poder interagir positivamente com as pessoas e os objectos e realizar aprendizagens significativas;ajudar o aluno a perceber que pode ter aí um papel activo; auxiliar o aluno

ajudar o aluno a perceber que pode ter aí um papel activo;e os objectos e realizar aprendizagens significativas; auxiliar o aluno a apreender a informação relevante que

auxiliar o aluno a apreender a informação relevante que lhe é fornecida pelos contextos e a dar sentido às experiências que vivencia.pessoas e os objectos e realizar aprendizagens significativas; ajudar o aluno a perceber que pode ter

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Na organização dos espaços é essencial: permitir que os alunos possam realizar actividades individuais e
Na organização dos espaços é essencial:
permitir que os alunos possam realizar actividades individuais
e
de grupo;
ajudar os alunos a perceberem o que acontece nos diferentes
espaços.
É ainda indispensável:
considerar as questões ligadas à claridade, ao brilho, ao contraste
e
ao reflexo dos materiais existentes em cada um dos espaços,
nomeadamente, quando os alunos apresentam acentuadas
limitações visuais (baixavisão ou cegueira);
evitar a excessivaquantidade de ruídos,nomeadamente, quando
o
aluno apresenta acentuadas limitações sensoriais. A existência
de demasiado barulho pode perturbá-lo e levá-lo a sentir o
ambiente como sendo um espaço caótico. A utilização de
carpetes e cortinas em alguns espaços pode ajudar a diminuir os
ruídos.

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Na organização dasactividades é importanteque: sejam criadas oportunidades para estar em grupo; Existam momentos
Na organização dasactividades é importanteque:
sejam criadas oportunidades para estar em grupo;
Existam momentos calmos e momentos mais movimentados.
As
actividades a desenvolver devem:
adequar-se à idadecronológica dos alunos;
evitar a excessiva quantidade de ruídos, nomeadamente quando
se realizam nos ambientes onde naturalmente acontecem;
ter uma rotina com princípio, meio e fim;
ser planeadas tendo como objectivo a participação do aluno em
todos os passos da mesma.

3.2.4. Envolvimento da Família

O envolvimento das famílias permite aos alunos ter mais

oportunidades para participar nas actividades familiares e comunitárias,

realizar aprendizagens significativas em contextos naturais e adquirir uma

maior autonomia nas actividades de vida diária.

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d a a s s u n n i i d d a a d d
Para envolver a família é indispensável: considerar o conhecimentoque tem do(a)filho(a); saber quais são as
Para envolver a família é indispensável:
considerar o conhecimentoque tem do(a)filho(a);
saber quais são as suas preocupações relativamente ao futuro
do(a) seu(ua) filho(a);
considerar as suasnecessidades e asprioridades na organizaçãoe
na elaboração do programa educativo individual;
criar condições para colaborar com o trabalho a desenvolver na
escola;
informar acerca dos progressos do(a) filho(a), utilizando uma
linguagem simples epositiva;
criar espaços de comunicação para a família poder expressar as
suas preocupações, osseus desejos eas suas necessidades;
respeitar as suas tradições e os valores culturais, bem como as suas
expectativas.

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