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Publicação online semanal com sede no Concelho de Vila Velha de Ródão DirecçãoDirecçãoDirecçãoDirecção

Publicação online semanal com sede no Concelho de Vila Velha de Ródão

DirecçãoDirecçãoDirecçãoDirecção dededede J.J.J.J. MendesMendesMendesMendes SerrasqueiroSerrasqueiroSerrasqueiroSerrasqueiro –––– PaginaçãoPaginaçãoPaginaçãoPaginação eeee ArteArteArteArte FinalFinalFinalFinal dededede GinaGinaGinaGina NunesNunesNunesNunes

Nº. 50 de 07 de Junho de 2012 – Neste número: 12 Páginas

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Mendes Serrasqueiro

“Graças a Deus que ainda há quem se lembre de quem trabalhou pela valorização e desenvolvi- mento do concelho” - Um rodense agradecido

Como numa das pági- nas interiores nos refe rimos, ainda que em síntese, foi esta quin- -feira prestada home- nagem a antigos pre- sidentes da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, no- meadamente a Euri- co Mota (a título pós- tumo) que se distin- guiu pela sua dedicação à autarquia na qual deixou obra feita. No solene acto, tam- bém se recordaram ou tros presidentes, al- guns deles ainda entre nós, para os quais foi feito, o devido destaque. Todos foram autarcas dedicados a merecer ser lembrados. A prof. Adelaide Caçador, actual presi- dente da autarquia de que escrevemos, foi feliz nesta iniciativa que merece ter conti- nuidade nas outras fre guesias do concelho.

Como diz o Jargão Para que a Justiça seja administrada em nome do povo impõe-se
Como diz o Jargão
Para que a
Justiça seja
administrada
em nome do
povo impõe-se
que os seus
destinatários
possam ter
acesso a ela…
- Uma secção dos
Drs. A. Ferreira da
Rocha e Ana
Cristina Santos
“Ecos de Ródão” tem o gosto
de iniciar hoje uma útil
colaboração de dois ilustres
Advogados que se propõem
trazer-nos úteis conhecimen-
tos sobre “Apoio Judiciário
como medida de correcção
das desigualdades no acesso
à Justiça”
- Pagina 3

Vila V. de Ródão

no acesso à Justiça” - Pagina 3 Vila V. de Ródão Ver cartaz Pag.11 Falar claro

Ver cartaz Pag.11

Falar claro

- Pagina 3 Vila V. de Ródão Ver cartaz Pag.11 Falar claro Escreveu César Amaro A
- Pagina 3 Vila V. de Ródão Ver cartaz Pag.11 Falar claro Escreveu César Amaro A

Escreveu

César Amaro

Ao iniciar este artigo de opinião, quero manifestar uma referência positiva em relação a mais um evento, no centro da cidade de Castelo Branco (Docas), na apresentação e divulgação dos vários produtos locais e também regionais, com particular relevância dos enchidos, dos queijos, principalmente do azeite. É uma boa ideia que merece ser apoiada, dado o seu grande valor acrescentado. Acções desta índole não só valorizam os Produtores e os seus Intermediários, mas acima de tudo e principalmente fazem a sua divulgação, quantas vezes desconhecida, dos produtos em si. Para além do mais , provoca mais movimento comercial, aumentando assim os negócios, através do consumo local. Porém, lá diz o velho ditado – não há bonito sem senão. Vem isto a propósito de, à boca pequena, se ouvirem críticas quando se levam a efeito tarefas desta natureza. Aliás, sempre assim foi e há-de continuar a ser. Só não são criticados os que nada fazem. Ou seja, criam-se eventos com novas ideias, mas logo aparecem os profetas da desgraça a deitarem por terra e a contrariarem aqueles que demonstram vontade em criar desenvolvimento e crescimento para a economia local e também regional. Há que pôr de lado as críticas, pese embora o facto de algumas vezes, e em determinadas situações, terem algum significado. No mínimo há que dar o benefício da dúvida. O que se torna necessário e indispensável é que

No mínimo há que dar o benefício da dúvida. O que se torna necessário e indispensável

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Pag. 2 - Continuado da Págima anterior Um artigo de César Amaro se realizem muito mais

- Continuado da Págima anterior

Um artigo de César Amaro

se realizem muito mais acções deste tipo, as quais possam contribuir para o crescimento; criando postos de trabalho, tendo como objectivo a defesa dos interesses dos cidadãos em geral, passando, como é óbvio pelos Agentes Económicos nos seus sectores de actividade. Parabéns para aqueles que manifestam

interesse em fazer mais e melhor pela sua Comunidade. Virando a página – O País a nível Nacional, assiste

à maior conflitualidade jamais imaginada, entre o Governo e a Oposição. Na Assembleia da Republica, na

Casa se diz ser do Povo, discutem-se as mais complexas situações. Começando pelas “SECRETAS” em que estará envolvido o Ministro dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas, segundo o que tem sido divulgado na comunicação social. Quem imaginaria que muito boa gente da classe nobre, porventura aliados à maçonaria, e também jornalistas, viessem a ser acusados de estarem envolvidos nas malhas deste escândalo. Será caso para dizer – “Ralham as comadres e logo se descobrem as verdades.” Também a referência das Parcerias/Publico/Privadas (PPP), que segundo notícias divulgadas, estão a ser detectadas “fraudes”, com enormes prejuízos para o Estado, ascendendo a dezenas e dezenas de milhões de euros. Ainda o erro detectado no Orçamento de Estado para 2012, no que respeita à diminuição da receita, e que

a Oposição apelidou o Governo de ter cometido fraude. O que se tem vindo a registar é que na Assembleia

da Republica, se abrandou a discussão do grave problema do desemprego, que aumenta dia-a-dia, passando também pelo esquecimento da situação drástica em que a maioria do Povo Português luta pela sua sobrevivência. Os Representantes do Povo na Assembleia da Republica, dizem-se preocupados em resolver tais problemas. Contudo, não passa de intervenções fictícias e demagógicas, sem o menor senso da verdade. O que se verifica é que, em primeiro lugar, defendem os seus próprios interesses e também dos seus comparsas. Há que assegurar os “TACHOS”, não vão eles sofrerem amolgadelas. É o País que temos e também o País que merecemos. Não obstante de toda esta problemática, reacenderam-se os pitorescos casos – Face Oculta e Freeport – acusando mais uma vez o ex-Primeiro-Ministro José Sócrates do seu envolvimento. Mas nem tudo parece ser negativo ou preocupante, pois o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho anunciou ao País que Portugal vai voltar aos Mercados ainda em 2012. Será verdade….

Vamos esperar que assim seja. Por fim e para disfarçar um pouco os graves problemas que o País atravessa, vamos esperar que a Selecção Nacional de Futebol, a caminho do Europeu de 2012, obtenha um bom resultado, apurando-se nas respectivas fases que tem de defrontar. Refira-se porem a este propósito:

o que está a dar é o Futebol Profissional. Bom até quando… estará no segredo dos Deuses. Oportunamente falaremos dessa matéria. Sinal dos Tempos.

César Amaro.

falaremos dessa matéria. Sinal dos Tempos. César Amaro. Formandos e Formadora confraternizaram COM O APOIO DO
falaremos dessa matéria. Sinal dos Tempos. César Amaro. Formandos e Formadora confraternizaram COM O APOIO DO

Formandos e Formadora confraternizaram

COM O APOIO DO G.I.P.

No salão da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, decorreu um Curso de Formação Modular Certificada – Folha de Cálculo 2012, que contemplou 16 alunos do concelho de Vila Velha de Ródão. Esta formação foi promovida pelo Centro de Formação Profissional de Castelo Branco e teve o apoio do GIP – Gabinete de Inserção Profissional de Vila Velha de Ródão.

Todos os candidatos obtiveram boa classificação e, no final, durante um jantar de convívio, enalteceram o trabalho desenvolvido pela Formadora, Sandra Coelli

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Pag. 3 Pelo Dr. A. Ferreira da Rocha A s sociedades politicamente organizadas do nosso tempo,
Pelo Dr. A. Ferreira da Rocha
Pelo Dr. A. Ferreira da Rocha

As sociedades politicamente organizadas do nosso tempo, que se reclamam do

denominador comum de “estados de direito”, enfatizam o princípio do livre acesso ao direito e aos tribunais como um dos pilares da sua arquitectura jurídico- constitucional de feição democrática. De facto, desde os tempos em que os estados reinvindicaram o monopólio da administração da justiça – subtraindo-a à disponibilidade das partes e proibindo a autocomposição dos litígios -, esta passou a ser uma das mais importantes funções estaduais, pois através dela tem- se em vista a pacificação e a coesão sociais, consequências do reconhecimento da aplicação do direito por uma entidade independente e imparcial. Mas para que a Justiça seja administrada, sempre em nome do povo, como diz o jargão, impõe-se que todos os seus destinatários possam ter acesso a ela sem quaisquer limitações, restrições ou condicionalismos. Daí que uma das prioridades da política para a área da justiça seja a de garantir aos cidadãos um sistema de acesso ao direito e aos tribunais, independentemente da sua condição social, cultural e económica. A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 20º nº 1, impõe ao Estado a obrigação de assegurar a todos (além dos cidadãos nacionais, também os estrangeiros e os apátridas que se encontrem ou residam em Portugal) o acesso ao direito e aos tribunais para defesa dos seus direitos e interesses legalmente protegidos, não podendo (em caso algum) a justiça ser denegada por insuficiência de meios económicos. Face a este comando normativo imposto pelo legislador constituinte, o legislador ordinário viu-se compelido a aprovar o Regime de acesso ao direito e aos tribunais, o qual, actualmente, está contido na Lei nº 34/2004, de 29 de Julho, com as alterações introduzidas pela Lei nº 47/2007, de 28 de Agosto. Basicamente o regime de acesso ao direito consiste em dois vectores: (I) a informação jurídica e (II) a protecção jurídica. Por informação jurídica entende-se o conjunto de medidas e de acções, levadas a cabo pelo Estado, tendentes a tornar conhecido o direito e o ordenamento legal, através de publicação e de outras formas de comunicação, com vista a proporcionar um melhor exercício dos direitos e o cumprimento dos deveres legais. Por seu turno, a protecção jurídica consiste no apoio concedido pelo Estado aos cidadãos para questões ou causas judiciais concretas em que o utente tenha um interesse próprio e que versem sobre direitos lesados ou ameaçados de lesão. A protecção jurídica assume-se sob a forma de duas modalidades, a de consulta jurídica e a de apoio judiciário. A consulta jurídica traduz-se no esclarecimento técnico sobre o direito aplicável a questões ou casos concretos nos quais avultem interesses pessoais legítimos ou direitos próprios lesados ou ameaçados de lesão (artigo 14º da Lei nº 34/2004, de 29/07); a consulta pode ser prestada em gabinetes de consulta jurídica ou nos escritórios dos advogados que adiram ao sistema de acesso ao direito (artigo 15º da Lei nº 34/2004, de 29/07).

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Pag. 4 - Continuação da Página 3 O Apoio Judiciário compreende as seguintes modalidades: a) Dispensa

- Continuação da Página 3

O Apoio Judiciário compreende as seguintes modalidades: a) Dispensa de taxa de

justiça e demais encargos com o processo; b) Nomeação e pagamento da compensa- ção de patrono; c) Pagamento da compensação de defensor oficioso; d) Pagamento faseado da taxa de justiça e demais encargos com o processo; e) Nomeação e paga-

mento faseado da compensação de patrono; f) Pagamento faseado da compensação de defensor oficioso; g) Atribuição de agente de execução – artigo 16º. da Lei nº. 34/2004, de 29/07.

A Lei concede protecção jurídica a todas as pessoas que demonstrem estar em

situação de insuficiência económica (artigo 7º. Nº. 1, da Lei nº. 34/2004, de 29/07, ex- ceptuando as pessoas colectivas com fins lucrativos (por exemplo, as sociedades comerciais) e os estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada (artigo

nº 3, da supracitada Lei).

O

artigo 8º. da referida Lei do Regime de Acesso ao direito esclarece que se

encontra em situação de insuficiência económica todo aquele que, tendo em conta o

rendimento, o património e a despesa permanente do seu agregado familiar, não apresenta condições objectivas para suportar pontualmente os custo de um processo.

A decisão sobre a concessão da protecção jurídica compete ao dirigente máximo

dos serviços de segurança social da área de residência (sendo requerentes as pessoas singulares) ou da sede social (sendo requerentes as pessoas colectivas sem fins lucrativos) – artigo 20º da Lei nº 34/2004, de 29/07.

Há mais de dois séculos, o ideário demo-liberal, filho das revoluções americana (1776) e francesa (1789), consagrou e fez propalar os princípios da igualdade dos cidadãos perante a Lei e da igualdade de acesso de todos os cidadãos à Justiça. A realidade que imediatamente se lhe seguiu veio demonstrar que existiam cidadãos mais iguais que outros, na medida em que certos factores sociais, culturais e económicos actuavam insidiosamente no aprofundamento das desigualdades, com a complacência e inércia dos estados. Já no século passado, logo após o termo da segunda grande conflagração mundial, os estados foram convocados a intervir em certos domínios para corrigir as disfunções sistémicas causadas pelos desequilíbrios sociais e económicos, os quais, pela sua diferenciação negativa, poderiam potenciar sublevações, revoltas e anarquia. É, pois, neste contexto de intervencionismo estatal que se veio a inscrever a obrigação dos estados implementarem, garantirem e assegurarem um sistema de acesso ao direito e aos tribunais para todos os cidadãos, incluindo, claro está, o nosso país. Que o sistema de acesso ao direito e aos tribunais funcione sem quaisquer exclusões, é o que todos esperam.

A.A.A.A. FerreiraFerreiraFerreiraFerreira dadadada RochaRochaRochaRocha

Conde Falcão e José Geraldo
Conde Falcão e
José Geraldo

Na Casa de Artes e Cultura V.V. de Ródão

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ExposiçãoExposiçãoExposiçãoExposição dededede FotografiaFotografiaFotografiaFotografia eeee dededede PoesiaPoesiaPoesiaPoesia

“O Tejo e o Mar”

De 2 a 30 de Junho

“O Tejo e o Mar” De 2 a 30 de Junho CARAVELA MARITIMA – Por- menor

CARAVELA MARITIMA – Por- menor a preto e branco de CONDE FALCÃO

Esta exposição de grande nível tem despertado muito interesse na Galeria da Casa de Artes de Vila Velha de Ródão. Natural de Sardoal, coronel de Cavalaria, Conde Falcão é um artista da fotografia, com preferência para os trabalhos em câmara escura é apaixonado pelo preto e branco. Diz-se apaixonado pelos proble- mas sociais e pelo elemento humano de onde retira a magnífica qualidade das fotografias que tem apresen tado em galerias portuguesas e no estrangeiro. Áfri- ca, que foi palco das suas três comissões militares, foi o mote para o desenvolvimento da sua sensibilida de. A nível militar organizou e coordenou exposições so- bre campanhas de pacificação em Angola e tem tra- balhos seus publicados em revistas nacionais e es- trangeiras. O coronel Conde Falcão dedica ainda algum do seu tempo como autor de livros, nomeadamente do “Ima- gens da I Guerra Mundial”. Uma exposição a não perder.

José Custódio Madaleno Geraldo é natural do Torrão do Alentejo, li- cenciado em Ciências Militares
José Custódio Madaleno Geraldo
é natural do Torrão do Alentejo, li-
cenciado em Ciências Militares (In-
fantaria) pela Academia Militar. Em
parceria com a Universidade dos
Açores, doutorado em Defesa, Histó-
ria e Relações Internacionais na
mesma Academia e no ISCTE.
É coronel de Infantaria do Exército
Português e desempenha desde
2007 as funções de Director do Jor-
nal do Exército.
José Geraldes é autor e coordenador
Quando chegar ao porto
O navio ancorará
O mar parecerá morto
O marinheiro viverá
Momentos que pensa perdidos
A doçura que tem o sal
São os momentos vividos
Que o tornam universal
Marinheiro ó Marinheiro
Que andas no alto mar
Fala-me do mundo inteiro
Que trazes no teu olhar
Fala-me das aventuras
de vários livros de poesia,
nomeadamente coordenador da obra
“Instituto Geográfico do Exercito” e
co-autor de livros com Conde Falcão
e, paralelamente com a poesia, é
autor de diversos trabalhos publica-
dos em revista e jornais. Trabalhos
que merece ver na exposição.
Dos nossos antepassados
Dessas nobres crianças
Que andam nos mares salgados
E se o mar foi pequeno
Para grandes e bravos feitos
O português é sereno
Dos Céus merece respeitos
- José Geraldo
E se o mar foi pequeno Para grandes e bravos feitos O português é sereno Dos
Nós vemos em Inglaterra o reflexo material de um sedutor que, satisfeito dos deliciosos galanteios
Nós vemos em Inglaterra o reflexo material de um sedutor que, satisfeito dos deliciosos galanteios
Nós vemos em Inglaterra o reflexo material de um sedutor que, satisfeito dos deliciosos galanteios

Nós vemos em Inglaterra o reflexo material de um sedutor que, satisfeito dos deliciosos galanteios de “Dama”, que já idolatrou, converte, enfim, em odiosos estímulos os carinhos que já a não lisonjeiam: não despreza, todavia, algum gesto de “safado encanto, que a infeliz lhe oferece, porque nele vai ainda alguma coisa de útil e proveitoso. Pois, meus Senhores: Portugal é essa Dama, que envelheceu na posse dum amante ingrato; e que no Inverno da vida esbanjou, gastou prodigamente ao traidor os tesouros da sua velhice, para que o Herói de sua conquista, não lhe “escarre” na cara onde murcharam as belezas. Foi mulher, que em banquete de servir de amparo, zombou, censurou, com modos afectados de beleza os fidalgos, que lhe mendigavam uma “piscadela” de amor, uma reflexão amorosa e, ao menos, uma indiferença que não descaísse em aborrecimento desprezo Acreditou em tudo que lhe prometiam Falou em Liberdade, democracia e ofereceu, de bandeja,a Independência às suas Províncias de Angola, Moçambique, Cabo Verde e a outras, dando-lhes, todos os bens de seus filhos, a este povo ingrato Africano. Abriu portas, à França, à Alemanha, à China e ao Japão. Apoiou Timor, na luta pela Liberdade, auxiliando-o, defendendo-o! Ajudou e auxilia Guineenses, São-tomenses, bem como gente oriunda de países do Leste. Depois, mendigam de joelhos, à nazista Merkel e à troika, esmolas para seus filhos! Por outro lado, as contas públicas são muito complexas, cheias de detalhes, subtilezas e vertentes. Então por cá, onde os Orçamentos costumam conter “mini- reformas” fiscais, a complicação é extrema. Todos esses aspectos serão assim tão importantes? Por isso é que

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existem tantos debates e opiniões,

controvérsias e enfoques, e o Povo acaba sempre confuso, intrigado

com todas estas “balelas

políticas”.

Mas há um ponto que domina todos os outros e que tantas vezes acaba ofuscado no meio das discussões: o peso do Estado, na débil e comprometida despesa da nossa economia. Por essa razão, é que hoje, a realidade é esta: Vivemos ao deus-dará, conforme o lado de que o vento sopra. As pessoas já não pensam só no dia-a-dia, pensam no minuto a minuto, porque estão endividadas até às orelhas. Onde estão as ideias? Que futuro para Portugal? Como vamos sobre- viver a todas estas austeridades impostas pela Europa? Os governos todos navegam à vista da costa e parece que ninguém quer pensar nisto, ninguém ousa ir mais além.

que ninguém quer pensar nisto, ninguém ousa ir mais além. Cruz dos Santos COIMBRA Pela Paróquia
Cruz dos Santos COIMBRA
Cruz
dos
Santos
COIMBRA
Pela Paróquia de Vila V. de Ródão AAAA visitavisitavisitavisita dodododo nossonossonossonosso BispoBispoBispoBispo
Pela Paróquia de
Vila V. de Ródão
AAAA visitavisitavisitavisita dodododo nossonossonossonosso
BispoBispoBispoBispo éééé umaumaumauma ocasiãoocasiãoocasiãoocasião
dededede reavivarreavivarreavivarreavivar asasasas
energiasenergiasenergiasenergias dosdosdosdos
cristãoscristãoscristãoscristãos maismaismaismais
comprometidoscomprometidoscomprometidoscomprometidos nananana
Igreja,Igreja,Igreja,Igreja, dededede osososos encoraencora-encoraencora---
jjarjjararar eeee confirmar.confirmar.confirmar.confirmar.
---- InIn-InIn--Jornal-JornalJornalJornal dadadada ParóquiaParóquiaParóquiaParóquia
dededede VilaVilaVilaVila V.V.V.V. dededede RódãoRódãoRódãoRódão
D.Antonino Dias
D. Antonino Dias, Bispo de Portale-
gre e Castelo Branco em Visita
Pastoral
Dias 13, 14 e 15 de Junho, o Bispo
D. Antonino Dias vem em Visita Pas-
toral a Perais, V.V. de Ródão e Fratel.
Em cada freguesia será recebido às
16.00 horas, visitando as instituições,
os cemitérios e os Lares de Idosos, ce
lebrando a Eucaristia, às 18.00 horas,
em cada uma daquelas localidades.
Presidirá também, dia 17, às 15.30 h.,
a uma Grande Celebração Comu-
nitária, no Parque do Cais do rio Tejo.

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Pag. 7 O Centro de Formação Artística Manuel Cargaleiro brilhou na Feira NaNaNaNa
Pag. 7 O Centro de Formação Artística Manuel Cargaleiro brilhou na Feira NaNaNaNa

O Centro de Formação Artística Manuel Cargaleiro brilhou na Feira

NaNaNaNa tradicionaltradicionaltradicionaltradicional “Feira“Feira“Feira“Feira dasdasdasdas Cerejas”,Cerejas”,Cerejas”,Cerejas”, quequequeque sesesese realizourealizourealizourealizou nononono últimoúltimoúltimoúltimo domingodomingodomingodomingo emememem VilaVilaVilaVila VelhaVelhaVelhaVelha dededede RódãRódãoRódãRódãoo,o,,, oooo CentroCentroCentroCentro dededede FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação ArtísticaArtísticaArtísticaArtística “Manuel“Manuel“Manuel“Manuel CargaleiroCargaleiroCargaleiroCargaleiro”””” despertoudespertoudespertoudespertou asasasas atençõesatençõesatençõesatenções pelospelospelospelos bonitosbonitosbonitosbonitos trabalhostrabalhostrabalhostrabalhos dededede artesanatoartesanatoartesanatoartesanato quequeqqueue sãosãosãosão habihabihabihabitualmentetualmentetualmentetualmente apresentadosapresentadosapresentadosapresentados pelaspelaspelaspelas artesãsartesãsartesãsartesãs MariaMariaMariaMaria dodododo CéuCéuCéuCéu Marques,Marques,Marques,Marques, LaLaLaLaurindaurindaurindaurinda FeijãoFeijãoFeijãoFeijão eeee CesaltinaCesaltinaCesaltinaCesaltina PiresPiresPiresPires que,que,que,que, nestanestanestanesta exposiçãoexposiçãoexposiçãoexposição eeee comocomocomocomo sempresempresempresempre ccontaramccontaramontaramontaram comcomcomcom oooo apoioapoioapoioapoio dadadada orientadoraorientadoraorientadoraorientadora pedagógica,pedagógica,pedagógica,pedagógica, dra.dra.dra.dra. AnabelaAnabelaAnabelaAnabela Pires.Pires.Pires.Pires. NaNaNaNa ocasiãoocasiãoocasiãoocasião foifoifoifoi divulgadodivulgadodivulgadodivulgado quequequeque aqueleaqueleaqueleaquele CentroCentroCentroCentro dededede FormFormFormFormaçãoaçãoaçãoação rodenserodenserodenserodense vaivaivaivai terterterter lugarlugarlugarlugar especial,especial,especial,especial, brevemente,brevemente,brevemente,brevemente, nononono ProjectoProjectoProjectoProjecto LagarLagarLagarLagar dededede Varas,Varas,Varas,Varas, ondeondeoondende prosseguiráprosseguiráprosseguiráprosseguirá aaaa apreapreapreaprendizndizandizndizaaa gemgemgemgem dodododo artesanatoartesanatoartesanatoartesanato regional.regional.regional.regional.

Incentivos Out Doors

Crianças do Porto em delírio com passeio em burros…

Cerca de oito dezenas de crianças, alunas da Escola Francesa do Porto, não esquecerão tão depressa a esta- dia do último fim de semana na Estala- gem “Portas de Ródão”. Passearam de barco, visitaram o Museu de Arte Ru-

Passearam de barco, visitaram o Museu de Arte Ru- pestre e o Castelo do Rei Wamba

pestre e o Castelo do Rei Wamba e foram em digressão até a Foz do Cobrão, em “prospecção de ouro” nas margens do rio que corre naquela singular aldeia de que “gostaram imenso”. Mas, sobretudo, o bom e o bonito deste fim de semana proporcionado pela excelente organização turística da Estalagem Portas de Ródão – foi o divertido “picadeiro” de burros que a empresa “Incentivos Outdoors” tem agora à disposição de quem goste de andar a trote (pachorrento dos simpáticos “asnos”) pelos terrenos do típico lugar da “Senhora da Alagada”…

Dia

Da

Criança

Ateliers artísticos integrados no Projecto “Calhandra olha o Xis- To”, a decorrer na Biblioteca Municipal de V.V. de Ródão, crian- ças da Santa Casa da Misericórdia e do 1º Ciclo do Agrupamen- to de Escolas, apoiadas pela responsável do projecto, Elisa Ara- gão, utilizando materiais orgânicos, elaboraram um trabalho, re- ferente ao Dia, no qual tomaram parte algumas “crianças e jo- vens em risco”, tendo todos recebido uma T/Shirt.

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ILCILCILCILC contracontracontracontra oooo “Acordo“Acordo“Acordo“Acordo Ortográfico”Ortográfico”Ortográfico”Ortográfico”

Muito se tem dito e escrito sobre o famigerado acordo ortográfico, que alguém do Brasil tem querido impor a nós, portugueses, que somos a pátria do dialecto de Camões. No entanto, ainda não conseguimos escalpelizar, concretamente, qual a razão que nos deva conduzir às alterações gráficas do nosso português… A semana passada foi o Prof. Vasco da Graça Moura que aqui deixou uma achega para que não se ligue muito ao vernáculo brasileiro. Hoje vem um trabalho (mais humorístico) recolhido da Revista 2 do Jornal “Público”, pelo conhecido fadista que é José Juvenal. Ora, façam favor de ler:

.

O truque é simples. Num restaurante de má fama, um cliente refilão mas pouco astuto queixa-se do bife. Que está mal passado, que assim não o come nem paga, era o que faltava! O empregado encolhe os ombros, leva o prato, vira o bife ao contrário e trá-lo outra vez. O cliente despacha-o, voraz, satisfeitíssimo por ter reclamado. Nada mudou: nem o restaurante, nem o cliente, nem o bife. A ilusão é uma arma temível, não é?

Vem isto a propósito de uma carta, já divulgada online (e citada, pelo menos, no weblog do escritor David Soares, Cadernos de Daath, e está na íntegra em ilcao.cedilha.net), que o cineasta, escritor e professor António de Macedo (sim, esse mesmo, o de Sete Balas para Selma, A Promessa, ou O Princípio da Sabedoria) enviou por estes dias ao secretário de Estado da Cultura, sem obter resposta. O tema é o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO90) e a dúvida ali colocada é pertinente. Ora leiam:

Segundo o AO90, os Brasileiros podem continuar a escrever (como sempre escreveram pela reforma ortográfica brasileira de 1943). Exemplo: acepção, aspecto, conjectura, perspectiva,decepção, detectar,excepcional, tactear,retrospectiva, percepção,intersectar, concepção,imperceptív el, respectivo,recepção, susceptível,táctico…

Em Portugal, com o mesmo AO90, seremos “obrigados” a escrever:

aceção, aspeto,conjetura, perspetiva,deceção, detetar,excecional, tatear, retrospetiva, percepção,intersetar, conceção,impercetível, respetivo,receção, suscetível,tático.Ora, a ideia não era uniformizar? Será que os Brasileiros não se vão rir quando virem, em escritos de Portugal, aberrações como deceção, recetivo,perceção…?”

No comentário que escreveu depois, como adenda à carta, António de Macedo conclui: “Ou seja, iguala-se de um lado (atual, direção,exceção, elétrico, objetivo, etc.) e desiguala-se do outro, como nos exemplos que citei na minha mensagem ao SEC. No fundo eu estava perguntando, por outras palavras, o que é que lucrámos com isto, Portugueses e Brasileiros, perguntando também, implicitamente, se não seria mais simples deixar tudo na mesma. Ao menos, já estávamos familiarizados com as igualizações e as desigualizações, em vez de termos de aprender outras novas sem nenhuma vantagem óbvia.”

Seguindo o raciocínio de António de Macedo, peguemos num, dois, três, quatro, uma dúzia de livros brasileiros recentes. Não é difícil ler, a par de ato ou fato (que cá se mantém facto, já agora, numa deliciosa “ortografia comum”), palavras como aspecto, perspectiva, caracterizou facção, respectivamente, etc. Essas mesmas que o unificador acordo quer que, SÓ EM PORTUGAL, se escrevam aspeto, perspetiva, fação (é verdade, FAÇÂO!) e respetivamente.

É isto um acordo para unificar a ortografia? Onde está o empregado que serviu o bife, hã? Não vêem que está mal passado? Não, não vêem. Vão “adotar” a coisa e não vêem. Mas comem-no, regalados, apesar do truque baixo do bife apenas virado na cozinha, sem ver outra vez a frigideira, para que todos se deliciem com a ilusão de uma ortografia unificada. Mas há vozes atentas, vejam lá, que percebem a impossibilidade de tais mudanças. Leiam- -nas: !Há diferenças intransponíveis dos dois lados do Atlântico, as quais foram acentuadas pelo tempo”. Autor? João Malaca Casteleiro, o pai do aborto, perdão, do acordo ortográfico, pag. 6 do opúsculo Atual: o que vai mudar na grafia do português – Ed. Texto 2007.

- Continua na Página seguinte

Pag. 9

Claro que nada disto interessa,

O Acordo Ortográfico …

- Continuação da Página anterior

Claro que nada disto interessa, obviamen- te. Porque, diz-se por aí, o acordo não pode ser posto em causa, o acordo é um facto. Enganam-se: é um fato. Um fato feito por alfaiates incompetentes, que não serviriam nem para um pronto-a-vestir de segunda. E aprovado por quem descuida- damente se veste por dentro, cuidando que melhor o faz por fora. O que vale é que não faltam por aí políticos adversários do acordo. Por exemplo: Paulo Portas, Pedro Passos Coelho, Nuno Crato, Francisco José Viegas. Só é pena é estarem na oposição. Senão já tinham ido à cozinha, pegado na frigideira e…

jornal "PÚBLICO"

(Revista 2) de 13.05.2012 que, com a devida vénia, o nosso amigo e colaborador José Juvenal, grande Fadista e excelente humorista da nossa praça, nos

enviou para reprodução em “Ecos de Ródão”.

NR

-

Transcrição

integral.

do

Feriados do Corpo de Deus e de Todos os Santos eliminados

O Governo português e a Santa Sé chegaram a acordo para a eliminação dos feriados do Corpo de Deus, que se celebra 60 dias depois da Páscoa, e de Todos os Santos, a 1 de Novembro. O acordo entra em vigor a partir de 2013 e tem um prazo de cinco anos. Este ano, os portugueses ainda vão poder gozar os feriados. Por seu turno, o Governo já tinha proposto ao Parlamento a abolição dos feriados civis do 5 de Outubro (Implantação da República) e 1 de Dezembro (Restauração da Independência). Em comunicado, o Executivo acrescenta que a suspensão dos feriados será reavaliada ao fim de cinco anos. O corte dos feriados foi acordado na Concertação Social em Janeiro passado e subscrito pelo Governo, associações patronais e central sindical UGT, mas não contou com a subscrição da CGTP, a outra confederação sindical. "O Governo enaltece o sentido de responsabilidade demonstrado pelos Parceiros Sociais e salienta a disponibilidade e a abordagem construtiva da Santa Sé e da Conferência Episcopal Portuguesa".

Fut:Tejo V R.do Arrabalde,28 6030-235 Vila Velha de Ródão Nº. 50 de 07 de Junho
Fut:Tejo V
R.do Arrabalde,28
6030-235
Vila Velha de Ródão
Nº. 50 de 07 de Junho de
2012
Neste número: 12 Páginas
Semanário Regionalista
Editado em
Vila Velha de Ródão
Director
Animação para
ver o
Euro/ 2012
J. Mendes Serrasqueiro
Paginação e Arte Final
Gina Nunes
E-mail
mendes.serrasqueiro
@gmail.com
Telefones
Animam-se os adeptos do
Futebol perante o
“Europeu/ 2012” que come
ça esta sexta-feira, dia 8 e
para a selecção por
tuguesa, que joga este Sá-
bado contra a selecção da
Alemanha. Um ecran gigan
te estará na Estalagem Por
tas de Ródão num ambien
te que se espera divertido.
Está a decorrer em
V.V. de Ródão o Tor-
Neio de Futsal com
organização do CDRC
Os jogos realizam-se
as quartas, sextas e
sábados no novo poli-
desportivo.
Em representação de
associações e de uni-
dades industriais e
comerciais do con-
celho e de terras vi-
zinhas, estão inscritas
10 equipas.
Os jogos iniciam-se às
20.30 horas.
272 545323- 272 541077
Telemóveis
96 287 0251 –
96 518 3777
Em poucas linhas …
“Ecos de Ródão” é enviado
às quintas-feiras entre
as 20 e 22 horas
Envio gratuito por
E-mail
Pode visitar todas as
nossas edições em
- Está assegurado que o CDRC se vai inscrever no
Campeonato Distrital de futebol 2012/13. Francisco
Lopes continuará treinador e com este técnico virão
de Castelo Branco, alguns “reforços”.
ecosderodao.blog
spot.com
- Também na Secção Desportiva do CDRC
continuarão os dedicados dirigentes que na época
finda desenvolveram um excelente trabalho, o que
é o garante de que, para já. há boas perspectivas …

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Pag. 10 Comendador Joaquim Morão Recandidata-se à Federação Distrital do Partido Socialista Joaquim Morão será de
Pag. 10 Comendador Joaquim Morão Recandidata-se à Federação Distrital do Partido Socialista Joaquim Morão será de

Comendador

Joaquim

Morão

Recandidata-se

à Federação

Distrital do

Partido

Socialista

Joaquim Morão será de novo o candidato à Federação Distrital do Partido Socialista. Defendendo a moção “O Interior na Agen- da Política” o presidente da edilidade mu- nicipal de Castelo Branco afirma-se con- tra a extinção das freguesias e municípios e exige que o Governa assuma as responsabilidades para com o Interior do país.

Junta de Freguesia de V.V. de Ródão

Homenagem póstuma a Eurico Mota

Por iniciativa da Prof. Maria Adelaide Ca- çador, presidente actual da Junta de Fre- guesia de V.V. de Ródão, realizou-se esta quinta-feira, dia 7 de Junho, a cerimónia da atribuição do nome de Eurico Mora, an- tigo presidente daquela autarquia, ao sa- lão nobre da Junta rodense. Simultaneamente foram também coloca- dos quadros com as fotografias de conter- râneos que na mesma freguesia exerce- ram a presidência durante mandatos que vinham desde 1974 até à presente data. Foram eles: Francisco Mendes Roque (fa- lecido), Francisco Lopes Inácio, Jaime Lo pes Pinto, Manuel Nunes Cabaço, Joaquim Pires Castelo (falecido), João Alves Perei- ra e João Filipe (falecido). Presentes na cerimónia os homenageados ainda entre nós, os familiares dos falecidos, antigos e actuais autarcas. Maria Adelaide Caçador dissertou sobre o mérito das homenagens, nomeadamente a que se prestou a Eurico Mota que ao serviço da freguesia se distinguiu pelo tra balho realizado e que o impôs à consideração de toda a população da Fre- guesia de Vila Velha de Ródão. A presidente da Câmara Municipal, Maria do Carmo Sequeira, também recordou, com saudade, Eurico Mota.

s a u d a d e , E u r i c o M o
PISCINA-PRAIA – A piscina-praia de Castelo Branco abre já neste sába- do dia 9, e
PISCINA-PRAIA – A piscina-praia de
Castelo Branco abre já neste sába-
do dia 9, e volta a ser uma das
grandes atracções para a juventude da
Beira Interior. A época prolonga-se
até Setembro.
Os preços têm redução nos horários a
partir das 18 horas.

Centro Coordenador para Autocarros em Castelo Branco

O Centro coordenador de Transportes Rodoviários vai ser construído na zona da Estação Ferroviária Finalmente está escolhido o local para o Centro Coordenador Dos Transportes Rodoviários Pú- blicos. Será no local onde durante alguns anos esteve a Fá- Brica de azeites “Prazol”, na zona da Estaçção Ferroviária. Segundo revelação da Câmara Municipal, a central vai ter lugar para 10 autocarros em simultâneo, parques para serviços de apoio e para estacio- namento subterrâneo para 120 veículos. Para a realização da obra a Câmara adquiriu a antiga casa de pasto do Largo da Estação.

da obra a Câmara já adquiriu a antiga casa de pasto do Largo da Estação. Durante

Durante a homenagem aos autarcas

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Pag. 11 A grande atracção da Feira/ 2012 Pag. 11
A grande atracção da Feira/ 2012
A grande atracção da Feira/ 2012

A grande atracção da Feira/ 2012

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Pag. 11 A grande atracção da Feira/ 2012 Pag. 11

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No Hospital Amato Lusitano Previstos encerramentos de Serviços Um estudo pedido pelo Governo à Entidade

No Hospital Amato Lusitano

Previstos encerramentos de Serviços

Um estudo pedido pelo Governo à Entidade Reguladora da Saúde (ERS) aconselha o encerramento do serviço de neurologia e bloco de partos, no hospital Amato Lusitano de Castelo Branco. No “Estudo para a Carta Hospitalar – Especialidades de Medicina Interna, Cirurgia Geral, Neurologia, Pediatria, Obstetrícia e Infecciologia” os peritos concluem que a especialidade de Neurologia deve ficar no Centro Hospitalar da Cova da Beira, Covilhã, “que

deve dar apoio de ambulatório aos hospitais da Guarda e Castelo Branco”.

Quanto à especialidade de Obstetrícia o estudo defende que, “ A Covilhã deve concentrar os

partos da ULS da Guarda e da ULS de Castelo Branco, mantendo-se nestes dois hospitais o apoio à vigilância da gravidez dos cuidados de saúde primários”, acrescentando que a

manterem-se dois blocos de parto, em vez de apenas o da Covilhã, deveria ser mantido o da ULS da Guarda (670 partos em 2011, em comparação com 465 partos da ULS de Castelo Branco no mesmo ano), que cobre população feminina de concelhos classificados com “média baixa” acessibilidade.

A ERS definiu no Estudo, pedido pelo Ministro da Saúde Paulo Macedo, cada uma das seis

especialidades analisadas, quais as unidades hospitalares que deveriam ou não prestar a especialidade em causa, atentas às diferentes tipologias hospitalares. Os hospitais de São João da Madeira, Ovar, Chaves, Mirandela, Águeda, Torres Novas, Castelo Branco, Guarda e Barreiro, deixarão de assegurar duas especialidades, enquanto as restantes unidades hospitalares encerrarão apenas um serviço.

No documento, publicado na Internet, é proposto que 26 unidades hospitalares, num universo

de 95, sobretudo na periferia, fechem o internamento nas especialidades de medicina interna, cirurgia geral, pediatria e infecciologia. Os autores do estudo sugerem a extinção da neurologia em vários hospitais, e o encerramento, com cautelas, de cinco blocos de partos entre eles o de Castelo Branco.

O estudo divulgado no sábado, vai agora a discussão pública, esperando-se alguma

contestação das populações atingidas pelo fecho de serviços. Paulo Macedo, já anunciou

que, “dependendo dos contributos que venham a ser recolhidos, o ministério poderá ainda solicitar novas avaliações e propostas.”

As administrações da ULS de Castelo Branco e Centro Hospitalar Cova da Beira – Covilhã

estão já a trabalhar em articulação com as 2 obstetrícias. Na próxima segunda-feira os dois

chefes de serviço vão reunir-se para encontrar soluções e colmatar algumas falhas existentes no hospital de Castelo Branco.

“Não podemos ignorar que temos falta de especialistas” diz Vieira Pires, administrador da ULS de Castelo Branco , “os conselhos de administração têm estado em negociações para colmatar essa falha com a vinda de obstetras do Hospital Pero da Covilhã, de forma a que o Amato Lusitano consiga ter um serviço a funcionar. As duas unidades de saúde já chegaram a acordo noutras especialidades, “Otorrino e diálise ficam em Castelo Branco, hemoterapia e pneumologia na Covilhã” adiantou Vieira Pires.

O objectivo, diz Vieira Pires, é que a população do distrito tenha um serviço de excelência,

“para ter um serviço de excelência é preciso conjugar a parte técnica com a vontade das pessoas, só a vontade não chega. O que queremos é que as especialidades prestem serviços de excelência à população, algumas vão estar em Castelo Branco, outras na Covilhã, mas o objectivo é a excelência dos serviços”.

O administrador recorda, que as noticias agora avançadas, são feitas com base num estudo,

que ainda vai a discussão e que carece de homologação, mas não esconde que podem haver contestações, nomeadamente na questão da sala de partos, “a maternidade é uma questão mais sensível” , admite Vieira Pires.