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20/04/2012

Cultura da Soja Carlos Manoel
Cultura da Soja
Carlos Manoel
20/04/2012 Cultura da Soja Carlos Manoel Um breve histórico • Ancestrais: – Conhecida a mais de
20/04/2012 Cultura da Soja Carlos Manoel Um breve histórico • Ancestrais: – Conhecida a mais de
Um breve histórico • Ancestrais: – Conhecida a mais de 5000 anos; – Plantas rasteiras
Um breve histórico
• Ancestrais:
– Conhecida a mais de 5000 anos;
– Plantas rasteiras da costa leste da Ásia (Rio
Yangtse) – China;
– Evolução:
• Cruzamento de duas espécies selvagens:
– Melhoramento por cientistas chineses;
– Importância histórica para a China:
• Grão sagrado ao lado do trigo, arroz e centeio
Um breve histórico • Ocidente  ignorou a sua importância: • Século XX: – EUA
Um breve histórico
• Ocidente  ignorou a sua importância:
• Século XX:
– EUA  exploração comercial  forragem
– 1940:
• 2 milhões de hectares de soja forrageira;
– A partir de 1941  crescimento soja em grão
Introdução no Brasil • 1882  Escola de Agronomia (BA); • 1891  IAC (SP):
Introdução no Brasil
• 1882  Escola de Agronomia (BA);
• 1891  IAC (SP):
– 1900/1901:
• Distribuição de sementes para produtores do RS;
• 1914:
– 1º registro de plantio (Santa Rosa/RS):
• 1940:
– 640 hectares x 450 ton  700kg/ha;
– 1ª Indústria de processamento da soja;
• 1949:
– Brasil figura como produtor de soja no mundo
• Anos 50:
– Incentivo junto com a triticultura:
• Rotação de culturas (gramíneas / leguminosas);

20/04/2012

Introdução no Brasil • Década de 60: – Produção multiplicada por 05: • 206 mil
Introdução no Brasil
• Década de 60:
– Produção multiplicada por 05:
• 206 mil ton  1.056 milhão ton (1969);
• Década de 70  consolidação:
– 1,5 milhão ton  15 milhões ton (79);
– 1,3 milhão hectares  8,8 milhões hectares;
– 1,14 ton/ha  1,73 ton/ha
Consolidação no Brasil • Décadas de 80/90: – Explosivo crescimento: • Produção no Centro Oeste:
Consolidação no Brasil
• Décadas de 80/90:
– Explosivo crescimento:
• Produção no Centro Oeste:
– 02% (70)  20% (80)  40% (90)  58% (2002);
Fatores para o estabelecimento da soja no Brasil (RS) • Semelhança de ecossistema do Sul
Fatores para o estabelecimento da
soja no Brasil (RS)
• Semelhança de ecossistema do Sul com o sul dos EUA:
– Transferência de Cvs com sucesso;
• Correção do solo:
– Calagem e fertilidade;
• Incentivos fiscais;
• Mercado internacional em alta (anos 70);
• Frustração da safra de grãos da China e Russia;
• Frustração da safra de peixe  farinha;
• Substituição das gorduras animais  vegetais;
• Facilidades de mecanização total da cultura;
• Criação de parques de processamento/esmagamento;
• Estabelecimento de um parque de pesquisa;
• Melhoria do sistema logístico
um parque de pesquisa; • Melhoria do sistema logístico Fatores para o estabelecimento da soja no
um parque de pesquisa; • Melhoria do sistema logístico Fatores para o estabelecimento da soja no
Fatores para o estabelecimento da soja no Brasil (Cerrado) • Construção de Brasília: – Infraestrutura;
Fatores para o estabelecimento da
soja no Brasil (Cerrado)
• Construção de Brasília:
– Infraestrutura;
– Comunicação;
– Urbanização;
• Agroindústrias na região;
• Ampliação da fronteira agrícola;
• Baixo valor da terra;
• Pesquisa  novas Cvs;
• Topografia altamente favorável;
• Excelentes condições físicas dos solos;
• Corredores de exportação

20/04/2012

Quais os impactos? • Comparado com os ciclos da cana de açúcar e do café:
Quais os impactos?
• Comparado com os ciclos da cana de açúcar e do café:
– Receita cambial de mais de 17 bilhões de dólares
(8,5% das receitas brasileiras), com previsão para
2011 de 19 bilhões de dólares (ABIOVE, 2010);
– Liderou a implantação de uma civilização do Brasil
Central:
• Cidades “brotando” no cerrado;
– Responsável (junto com trigo) pelo surgimento da
agricultura comercial no Brasil;
– Responsável
pela
aceleração
da
mecanização
agrícola brasileira;
– Expansão dos sistemas de transportes:
• Pela expansão das fronteiras agrícolas;
– Modificação da dieta alimentar do brasileiro;
Perspectivas? Boas • Aumento do consumo em função do aumento da população; • Aumento do
Perspectivas? Boas
• Aumento
do
consumo
em
função
do
aumento
da
população;
• Aumento do poder aquisitivo mundial, principalmente
nos países asiáticos;
• Redução / proibição consumo de ração de base animal
(farinha de osso, etc.);
• Uso para agroenergia;
• Redução do protecionismo de países produtores;
• Concorrentes (EUA e Argentina) com pouca área
disponível para plantio;
• Previsão de safra (ton):
– 2009  56.960.732 / 2010  68.467.108 (+20,2%)
– 2009  56.960.732 / 2010  68.467.108 (+20,2%) Área plantada, área colhida, quantidade produzida e
– 2009  56.960.732 / 2010  68.467.108 (+20,2%) Área plantada, área colhida, quantidade produzida e
– 2009  56.960.732 / 2010  68.467.108 (+20,2%) Área plantada, área colhida, quantidade produzida e
Área plantada, área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura temporária Aspectos Econômicos
Área plantada, área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura temporária
Aspectos Econômicos
Lavoura
Área plantada (Hectares)
Quantidade produzida
temporária
2008
2009
2008
2009
Total
59.032.241
59.368.855
-
-
Brasil
Soja (Toneladas)
21.252.721
21.761.782
59.833.105
57.345.382
Total
2.252.466
2.188.574
-
-
Norte
Soja (Toneladas)
508.024
500.050
1.430.130
1.443.417
Total
10.672.364
10.627.598
-
-
Nordeste
Soja (Toneladas)
1.580.796
1.638.637
4.831.654
4.421.442
Total
10.506.555
10.642.523
-
-
Sudeste
Soja (Toneladas)
1.396.542
1.423.672
4.012.458
4.078.536
Total
19.215.027
19.439.877
-
-
Sul
Soja (Toneladas)
8.146.896
8.285.716
20.426.868
18.428.304
Total
16.385.829
16.470.283
-
-
Centro
Oeste
Soja (Toneladas)
9.620.463
9.913.707
29.131.995
28.973.683

20/04/2012

Área plantada, área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura temporária Lavoura temporária
Área plantada, área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura temporária
Lavoura temporária
Área plantada (Hectares)
Quantidade produzida
2008
2009
2008
2009
Total
59.032.241
59.368.855
-
-
Brasil
Soja (Toneladas)
21.252.721
21.761.782
59.833.105
57.345.382
Total
16.385.829
16.470.283
-
-
Centro-Oeste
Soja (Toneladas)
9.620.463
9.913.707
29.131.995
28.973.683
Total
3.237.782
3.206.201
-
-
Mato Grosso do
Sul
Soja (Toneladas)
1.732.031
1.717.436
4.570.771
4.046.223
Total
8.830.550
8.735.355
-
-
Mato Grosso
Soja (Toneladas)
5.659.149
5.831.468
17.802.976
17.962.819
Total
4.187.320
4.409.036
-
-
Goiás
Soja (Toneladas)
2.180.571
2.315.888
6.604.805
6.809.187
Total
130.177
119.691
-
-
Distrito Federal
Soja ( (Toneladas)
48.712
48.915
153.443
155.454
Previsões • Produção (toneladas): – 56.960.732 (2009/2010)  68.479.967 (2010/2011): • Acréscimo de 20,22%
Previsões
• Produção (toneladas):
– 56.960.732 (2009/2010)  68.479.967 (2010/2011):
• Acréscimo de 20,22%
• Área plantada (hectares):
– 21.771.224 (2009/2010)  23.314.520 (2010/2011)
• Acréscimo de 7,09%
• Produtividade (kg/hectare):
– 2.618 (2009/2010)  2.939 (2010/2011);
• Acréscimo de 12,26%
Fonte: SIDRA / IBGE
(2010/2011); • Acréscimo de 12,26% Fonte: SIDRA / IBGE Soja em Números (safra 2008/2009) 250 200
Soja em Números (safra 2008/2009) 250 200 150 100 50 0 mundo América do EUA
Soja em Números (safra 2008/2009)
250
200
150
100
50
0
mundo
América do
EUA
Brasil
sul
área (milhões ha)
produção (milhões ton)
Fonte: http://www.cnpso.embrapa.br/index.php?op_page=294&cod_pai=17
Custo de produção • Londrina (PR) safra 2010/2011 (SPD): – Produção estimada  2900 kg/ha;
Custo de produção
• Londrina (PR) safra 2010/2011 (SPD):
– Produção estimada  2900 kg/ha;
• Custo  R$1612,67
• Rio verde (GO) safra 2010/2011 (SPD):
– Produtividade  3250 kg/ha;
• Custo  1485,86;
• Dourados (MS) safra 2010/2011;
– Produtividade  3000lg/ha;
• Custo  R$1187, 60
Fonte: CONAB / EMBRAPA SOJA
Dourados (MS) safra 2010/2011; – Produtividade  3000lg/ha; • Custo  R$1187, 60 Fonte: CONAB /

20/04/2012

20/04/2012 http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias Cotações 5
20/04/2012 http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias Cotações 5
http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias
http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias
20/04/2012 http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias Cotações 5
Cotações
Cotações
20/04/2012 http://www.cisoja.com.br/index.php?p=cotacoes_diarias Cotações 5

20/04/2012

20/04/2012 Uso industrial alimentar da soja • Soja: – Farelo de soja  ração animal; –
Uso industrial alimentar da soja • Soja: – Farelo de soja  ração animal; –
Uso industrial alimentar da soja
• Soja:
– Farelo de soja  ração animal;
– Óleo:
• Refinado comestível:
– Margarinas, gordura vegetal, óleo de cozinha,
maionese,
tempero de salada;
– Produção de produtos não comestíveis também, como :
esparadrapo, papel carbono, alguns medicamentos,
explosivos e emolientes do couro
• Refinado para fins não alimentares:
– Velas,
desinfetantes, sabões, linóleos, vernizes, tintas,
plásticos e lubrificantes
• Lecitina de soja:
– Confeitos, sorvetes, cosméticos e têxteis
de soja: – Confeitos, sorvetes, cosméticos e têxteis A importância na alimentação • Considerada alimento
A importância na alimentação • Considerada alimento funcional – Prevenção de doenças cronico-degenerativas
A importância na alimentação
• Considerada alimento funcional
– Prevenção de doenças cronico-degenerativas
(isoflavonas):
• Câncer de mama / colo do útero / próstata;
• Alivia os efeitos da menopausa e TPM;
• Auxílio na redução da osteoporose
• Redução de colesterol sanguíneo (60g de grãos /
farinha);
– Alimento calórico:
• 395 cal / 100g grãos:
– Arroz (364) / feijão (344) / ervilha (343)
Alimentos a base de soja
Alimentos a base de soja
calórico: • 395 cal / 100g grãos: – Arroz (364) / feijão (344) / ervilha (343)

20/04/2012

20/04/2012 Uso industrial alimentar da soja Óleo Refinado Uso Comestível Uso Técnico Manufatura Antibióticos
Uso industrial alimentar da soja Óleo Refinado Uso Comestível Uso Técnico Manufatura Antibióticos óleo de
Uso industrial alimentar da soja
Óleo Refinado
Uso Comestível
Uso Técnico
Manufatura
Antibióticos
óleo de Cozinha
Margarina
Produtos Farmacêuticos
Temperos para Salada
óleo para Salada
Pasta para Sanduíche
Gordura Vegetal
Produtos Medicinais
Ingredientes para Calefação
óleo Refugado
Desinfetantes
Isolante Elétrico
Inseticidas
Fundos de Linóleo
Tecidos para Impressão
Tintas para Impressão
Revestimentos
Plastificadores
Massa para Vidraceiro
Sabão
Cimento à Prova de água
http://www.cnpso.embrapa.br/index.php?op_page=27&cod_pai=31
Importância não alimentar • Agroenergia; •
Importância não alimentar • Agroenergia; • Lubrificantes industriais; • Participação no processo de
Importância não alimentar
• Agroenergia;
• Lubrificantes industriais;
• Participação no processo de produção de
borracha, plásticos duros e carpets;
• Glicerol  subproduto do biodiesel;
• Tintas para impressão a base de soja;
Uso industrial alimentar da soja Lecitina Uso Comestível Uso Técnico Agente Emulsificante Produtos de Padaria
Uso industrial alimentar da soja
Lecitina
Uso Comestível
Uso Técnico
Agente Emulsificante
Produtos de Padaria
Produção de Balas
Agente Ativo de Superfície
Revestimento de Chocolate
Produtos Farmacêuticos
Nutrição
Uso Médico
Uso Doméstico
Agente Contra Salpiqueiro
Fabricação de Margarina
Agente Estabilizador
Gorduras
Agente Antiespumante
Fabricação de Escuma
Fabricação de álcool
Agente Dispersante
Fabricação de Tintas
Inseticidas
Fabricação de Umidificante
Cosméticos
Pigmentos
Substituto do Leite para Bezerros
Metais em Pó
Têxteis
Produtos Químicos
Agente Estabilizante
Emulsões
Agente Anti-Derrapante
Gasolina
http://www.cnpso.embrapa.br/index.php?op_page=27&cod_pai=31
Características botânicas da soja • Soja  Glycine max (L) Merril: – Fabaceae (leguminosas); •
Características botânicas da soja
• Soja  Glycine max (L) Merril:
– Fabaceae (leguminosas);
• Folhas:
– Cotiledonares / primárias ou simples / Folhas
trifolioladas e profilos simples;
– Variação da cor verde;
• Caule:
– Ramoso / híspido /
– Tamanho entre 0,8 – 1,5m;
– Terminação em racemo (determinado) ou sem
racemo (indeterminado)

20/04/2012

20/04/2012 Características botânicas da soja • Flor: – Autógama cleistogâmica; – Fecundação cruzada <
20/04/2012 Características botânicas da soja • Flor: – Autógama cleistogâmica; – Fecundação cruzada <
20/04/2012 Características botânicas da soja • Flor: – Autógama cleistogâmica; – Fecundação cruzada <
Características botânicas da soja • Flor: – Autógama cleistogâmica; – Fecundação cruzada < 1%; –
Características botânicas da soja
• Flor:
– Autógama cleistogâmica;
– Fecundação cruzada < 1%;
– Cor variável:
• Branca / púrpura / diluída / roxa;
– 03 a 08mm de comprimento;
– Florescimento  10-12 folhas trifolioladas;
• Racemos com 02 a 35 botões florais
Características botânicas da soja • Raiz: – Pivotante com nódulos fixadores de N; – Até
Características botânicas da soja
• Raiz:
– Pivotante com nódulos fixadores de N;
– Até 1,8m de comprimento;
• Maioria permanece a 15cm de profundidade;
• Fruto:
– Seco, deiscente tipo vagem;
– Coloração verde palha a marrom
• Sementes:
– Dois cotilédones com germinação epígea;
– Hilo marrom / preto / cinza;
Hábitos de Crescimento • Determinado: – Caule principal paralisa a formação de nós (e consequentemente
Hábitos de Crescimento
• Determinado:
– Caule
principal
paralisa
a
formação
de
nós
(e
consequentemente seu crescimento em altura), pouco
tempo após a floração.
– O ramalhete terminal da flores do ápice do caule geralmente
tem várias vagens.
• Indeterminado:
– Após o início da floração, continua a produção de nós na
haste principal e, conseqüentemente, sua altura pode ser
consideravelmente maior que em cultivares com HC
determinado da longo do ciclo e data de floração;
– O número de nós produzido após a floração, pode ser duas
vezes ou mais, dependendo fundamentalmente do grupo de
maturação do cultivar, a latitude do local e data de
semeadura. O caule reduz o diâmetro no ápice e o número
de vagens por nó.

20/04/2012

Hábitos de Crescimento • Semideterminado: – Após o início da floração continua a produção de
Hábitos de Crescimento
• Semideterminado:
– Após o início da floração continua a
produção de nós na haste principal e,
conseqüentemente, sua altura pode ser
consideravelmente maior que em
cultivares com HC determinado da longo
do ciclo e data de floração. O número de
nós produzido após a floração, pode ser
duas vezes ou mais, dependendo
fundamentalmente do grupo de maturação
do cultivar, a latitude do local e data de
semeadura.
Ecofisiologia da soja • Estádios fenológicos: – Vegetativos (V); – Reprodutivos (R); – Cotilédone (VC);
Ecofisiologia da soja
• Estádios fenológicos:
– Vegetativos (V);
– Reprodutivos (R);
– Cotilédone (VC);
– Emergência (VE)
Estádios Vegetativos • Folhas está completamente desenvolvida: – Totalmente aberta e os bordos dos folíolos
Estádios Vegetativos
• Folhas está completamente desenvolvida:
– Totalmente aberta e os bordos dos folíolos da folha
do nó imediatamente acima não mais se tocam:
• V1 Folhas unifolioladas totalmente abertas e os bordos do
1º trifólio não estão mais se tocando;
• V2  1º trifólio totalmente aberto e os bordos do 2º trifólio
não mais se tocam e assim por diante;
• Folha apical está totalmente desenvolvida
quando os seus folíolos se encontram abertos!
desenvolvida quando os seus folíolos se encontram abertos! Estádios Vegetativos • Nó é utilizado para se
Estádios Vegetativos • Nó é utilizado para se determinar os estádios vegetativos  são permanentes;
Estádios Vegetativos
• Nó é utilizado para se determinar os
estádios vegetativos  são permanentes;
• Nó cotiledonar não é considerado:
– Não possui folhas “verdadeiras”;
Os nós cotiledonares e unifoliolados são
opostos e por isso são considerados como
um só. Todos os outros são alternados
com folhas trifolioladas!
são opostos e por isso são considerados como um só. Todos os outros são alternados com

20/04/2012

Estádio VE • dos Emergência cotilédones • Encontra-se com os cotilédones acima da superfície do
Estádio VE
• dos
Emergência
cotilédones
• Encontra-se com os
cotilédones acima da
superfície do solo e
formam um ângulo >
90º com o hipocótilo
do solo e formam um ângulo > 90º com o hipocótilo Estádios Reprodutivos • R1 a
Estádios Reprodutivos • R1 a R8: – Florescimento (R1 e R2); – Desenvolvimento da vagem
Estádios Reprodutivos
R1 a R8:
– Florescimento (R1 e R2);
– Desenvolvimento da vagem (R3 e R4);
– Desenvolvimento do grão (R5 e R6);
– Maturação da planta (R7 e R8)
Estádio VC • Cotilédones completamente abertos e expandidos; • As bordas das folhas unifolioladas não
Estádio VC
• Cotilédones
completamente
abertos e expandidos;
• As bordas das folhas
unifolioladas não
mais se tocam
VC • Cotilédones completamente abertos e expandidos; • As bordas das folhas unifolioladas não mais se
VC • Cotilédones completamente abertos e expandidos; • As bordas das folhas unifolioladas não mais se

20/04/2012

Florescimento
Florescimento
Desenvolvimento da Vagem
Desenvolvimento da Vagem
Maturação da planta
Maturação da
planta
Florescimento
Florescimento
Desenvolvimento do Grão
Desenvolvimento do Grão
Maturação da planta de soja
Maturação da planta de soja

20/04/2012

20/04/2012 Estádios Fenológicos da Soja Exigências Climáticas • Fator água: – Germinação / emergência; •
20/04/2012 Estádios Fenológicos da Soja Exigências Climáticas • Fator água: – Germinação / emergência; •
20/04/2012 Estádios Fenológicos da Soja Exigências Climáticas • Fator água: – Germinação / emergência; •
Estádios Fenológicos da Soja
Estádios Fenológicos da Soja
Exigências Climáticas • Fator água: – Germinação / emergência; • Absorção de pelo menos 50%
Exigências Climáticas
• Fator água:
– Germinação / emergência;
• Absorção de pelo menos 50% do peso da semente para assegurar
boa germinação;
• Solo  entre 50 e 85% da CC
– Floração / enchimento de grãos:
• Máxima necessidade de água:
• Falta:
– Fechamento de estômatos;
– Enrolamento de folhas;
– Queda folhas e aborto de vagens
– Necessidade  450 – 800mm;
– Medidas para reduzir problemas com déficit hídrico:
• Plantio Cvs adaptadas a região;
• Uso de irrigação  atentar para a relação custo/benefício;
• Época adequada de semeadura
Rendimento de grãos de soja em função do aporte de água durante todo o ciclo,
Rendimento de grãos de soja em função do aporte de água durante
todo o ciclo, em diversas safras, sob condições irrigada, não irrigada e
com déficit hídrico (DH) durante as fases reprodutiva (Rep) e vegetativa
(Veg).

20/04/2012

Rendimento de grãos de soja em função do aporte de água durante a fase mais
Rendimento de grãos de soja em função do aporte de água durante a fase mais crítica à falta de
água (R1-R6), em diversas safras, sob condições: irrigada, não irrigada e com déficit hídrico (DH)
durante as fases reprodutiva (Rep) e vegetativa (Veg).
Exigências Climáticas • Fotoperíodo: – Planta de dia curto: • Necessidade de horas luz abaixo
Exigências Climáticas
• Fotoperíodo:
– Planta de dia curto:
• Necessidade de horas luz abaixo do seu
fotoperíodo crítico;
– Grande variação entre Cvs;
– Grande variação entre áreas de plantio;
– Quanto maior o período juvenil de uma Cv,
maior a adaptabilidade a diferentes regiões;
Exigências Climáticas • Radiação solar: – Mais luz no final do estádio vegetativo: • 44%
Exigências Climáticas
• Radiação solar:
– Mais luz no final do estádio vegetativo:
• 44% de rendimento;
– Mais luz no início do florescimento:
• 152% de rendimento;
– Aumento do nº de vagens;
– Mais luz no período de formação de vagens:
• Aumento do tamanho da semente (08 a 23%);
– Gerou aumento no rendimento (32 a 115%);
Exigências Climáticas • Temperatura: – Ar  entre 20 e 30ºC (ideal próximo de 30ºC)
Exigências Climáticas
• Temperatura:
– Ar  entre 20 e 30ºC (ideal próximo de 30ºC)
• Abaixo de 10 e acima de 40ºC  distúrbios;
– Solo  acima dos 20ºC (ideal  25ºC);
– Floração  acima de 13ºC;
– Maturação acelera em altas temperaturas;
• Alta UR  redução qualidade grão/ semente;
• Baixa UR  danos mecânicos na colheita;
– Baixa temperatura na colheita:
• Alta UR  atrasos (haste verde) e retenção foliar
• Alta UR  atrasos (haste verde) e retenção foliar Decréscimos de rendimento da soja sob
Decréscimos de rendimento da soja sob a ação de níveis de sombreamento, relativos à ausência
Decréscimos de rendimento da soja sob a ação de níveis de
sombreamento, relativos à ausência de sombreamento (0%
sombreamento = 100% rendimento de grãos) (adaptado de Wahua e Miller,
1978).

20/04/2012

20/04/2012 Algumas considerações sobre o SPC do solo • Áreas cujo preparo foi sempre superficial: –
20/04/2012 Algumas considerações sobre o SPC do solo • Áreas cujo preparo foi sempre superficial: –
Algumas considerações sobre o SPC do solo • Áreas cujo preparo foi sempre superficial: –
Algumas considerações sobre o
SPC do solo
• Áreas cujo preparo foi sempre superficial:
– Revolvimento pode trazer camadas subsuperficias
com Al e baixo pH:
• Necessário correção;
• Pode
ser
usado
somente
a
escarificação
(subsolador) como alternativa de preparo:
– Redução do nº de gradagens;
– Possibilita maior quantidade de resíduos superficiais;
• Caso necessário, a utilização de grades deve
permitir nivelar com o nº mínimo de operações,
deixando restos culturais incorporados.
Manejo do solo • O preparo do solo: – Convencional: • Subsolador, aração, gradagem,Calagem; •
Manejo do solo
• O preparo do solo:
– Convencional:
• Subsolador, aração, gradagem,Calagem;
• Problemas:
– Perda de Matéria Orgânica  redução da CTC;
– Compactação / erosão laminar / perda de camada fértil
– Sistema de plantio direto:
• Subsolador, aração, gradagem, calagem (1º ano);
• Formação de palhada (cultura de inverno)
• Dessecação, gessagem (a partir do 2º ano)
Sistema convencional de preparo do solo - Soja
Sistema convencional de
preparo do solo - Soja
Algumas considerações sobre o SPC do solo • Cuidado com solos muito úmidos: – O
Algumas considerações sobre o
SPC do solo
• Cuidado com solos muito úmidos:
– O
preparo
pode
causar
compactação
superficial;
– Necessidade
de
maior
potência
do
equipamento;
– Umidade ideal na faixa do friável:

20/04/2012

20/04/2012 Do convencional SISTEMA DE PLANTIO DIRETO - soja Carlos Manoel Rompimento da camada compactada de
Do convencional
Do convencional
SISTEMA DE PLANTIO DIRETO - soja Carlos Manoel
SISTEMA DE PLANTIO
DIRETO - soja
Carlos Manoel
Rompimento da camada compactada de solo • Implemento utilizado deve trabalhar na faixa imediatamente inferior
Rompimento da camada
compactada de solo
• Implemento utilizado deve trabalhar na faixa
imediatamente inferior a camada compactada;
• Umidade do solo na faixa do friável;
• Espaçamento entre hastes do subsolador deve
ser medido entre 1,2 a 1,3 vezes a profundidade
de trabalho ;
• Indicado após descompactação culturas com
alta produção de massa vegetativa, aliado a um
sistema radicular agressivo  pivotante
aliado a um sistema radicular agressivo  pivotante Vantagens ao produtor - SPD • Maior “janela”
Vantagens ao produtor - SPD • Maior “janela” de plantio; • Operações de plantio mais
Vantagens ao produtor - SPD
• Maior “janela” de plantio;
• Operações de plantio mais simples;
• Solo não “encrostado”;
• Redução dos estragos da erosão;
– Redução do replantio;
– Redução / eliminação voçorocas;
– Redução perdas de M.O;
– Redução de assoreamento;
– Redução do custo de manutenção de estradas e
terraços

20/04/2012

Vantagens ao produtor • Proteção contra veranicos; – Menor uso da irrigação; – Mais dias
Vantagens ao produtor
• Proteção contra veranicos;
– Menor uso da irrigação;
– Mais dias de “plantio” após chuva;
• Redução de adubos e corretivos:
• Plantio em linhas retas:
– Evita necessidade de arremates;
– Redução de horas – máquina
• Mais tempo para gerenciamento
Fatores limitantes do SPD • Monocultura: – Polêmica  soja em plantio direto: • Predisposição
Fatores limitantes do SPD
• Monocultura:
– Polêmica  soja em plantio direto:
• Predisposição fitossanitária:
– Equilíbrio a médio / longo prazo:
• Falta “paciência” ao setor;
• Disponibilidade de assistência técnica;
• Desconhecimento da sociedade e
ambientalistas dos benefícios do SPD;
• Disponibilidade inadequadada de sementes
de plantas de cobertura;
• Abandono do SPD;
de sementes de plantas de cobertura; • Abandono do SPD; Vantagens para a sociedade • Preço
Vantagens para a sociedade • Preço acessível dos alimentos; • Redução custo tratamento de água;
Vantagens para a sociedade
• Preço acessível dos alimentos;
• Redução custo tratamento de água;
• Redução custo manutenção estradas;
• Maior vida útil de represas e açudes;
• Redução poluição do ar;
• Preservação ambiental;
• Redução pressão para abertura de novas áreas;
• Redução sedimentos e defensivos em águas
superficiais;
• Abrigo para a fauna;
• Biodiversidade;
• Sequestro de carbono
para a fauna; • Biodiversidade; • Sequestro de carbono Análises de solo • Análise de solo:
Análises de solo • Análise de solo: – Amostragem: • 0-20 e 20 a 40:
Análises de solo
• Análise de solo:
– Amostragem:
• 0-20 e 20 a 40:
– Pá ou enxadão  5 cm espessura x 10 cm largura;
– Trado  05 cm de diâmetro
– 15 amostras simples por gleba homogênea
» Retirar uma amostra composta;
– Sistema de Agricultura de precisão;
» Quanto menor a malha, mais preciso

20/04/2012

20/04/2012 Calagem • Correção da acidez; • Suprimento de Ca e Mg; • Aumento da CTC;
Calagem • Correção da acidez; • Suprimento de Ca e Mg; • Aumento da CTC;
Calagem
• Correção da acidez;
• Suprimento de Ca e Mg;
• Aumento da CTC;
• Aumento da disponibilidade de N, P, S e Mo;
• Melhoria dos processos simbióticos;
• Aumento do volume de solo explorado pelas
raízes;
• Melhoria física e biológica do solo
Aplicação corretivo
Aplicação corretivo
pelas raízes; • Melhoria física e biológica do solo Aplicação corretivo 1 - Subsolador Aração /
1 - Subsolador
1 - Subsolador
Aração / Gradagem
Aração / Gradagem

20/04/2012

20/04/2012 Gessagem • Resultados mostrando gessagem pode corrigir a acidez das camadas profundas e favorecer a
Gessagem • Resultados mostrando gessagem pode corrigir a acidez das camadas profundas e favorecer a
Gessagem
• Resultados mostrando gessagem pode corrigir a acidez
das camadas profundas e favorecer a produção das
culturas (Carvalho e Raij, 1997; Oliveira e Pavan, 1996).
– Para os solos de Cerrado:
• Resposta à gessagem quando, nas camadas
subsuperficiais do solo, a saturação por Al (m) for
maior que 20%;
• Teor de Ca for menor que 0,5 cmolc dm-3.
– A fórmula sugerida para a recomendação de gesso é:
• Dose (kg / ha) = 5 X teor argila (g / kg). A aplicação
pode ser feita a lanço sem incorporação, antes ou
depois do calcário (Sousa, 1998);
• Ex: Teor de Argila  18%  g/kg  180;
– 180 x 5  900 kg de Gesso
Alguns resultados
Alguns resultados
Calagem em SPD Consolidado Não há necessidade de revolvimento do solo, desde que o SPD
Calagem em SPD Consolidado
Não há necessidade de revolvimento do solo, desde
que o SPD tenha sido implantado com base em seus
princípios
Não há necessidade de revolvimento do solo, desde que o SPD tenha sido implantado com base
Não há necessidade de revolvimento do solo, desde que o SPD tenha sido implantado com base

20/04/2012

20/04/2012 O alto teor inicial de matéria orgânica desses solos (33 a 46 g/dm3) e o
O alto teor inicial de matéria orgânica desses solos (33 a 46 g/dm3) e o
O alto teor inicial
de matéria orgânica
desses solos (33 a
46 g/dm3) e o
aporte de restos de
materiais vegetais
mantidos na
superfície do solo
nos sistemas de
rotação de culturas
no SPD parecem
confirmar os efeitos
positivos sobre a
acidez, quais
sejam, o aumento
do pH e a redução
do teor de Al tóxico.
Tempo de reação do corretivo • Variação: – Dose aplicada; – Tipo de solo; –
Tempo de reação do corretivo
• Variação:
– Dose aplicada;
– Tipo de solo;
– Adubação;
– Sistema de rotação;
– Manejo dos resíduos culturais;
– Reatividade do corretivo;
– Precipitação pluvial;
• Até 10 cm  grande efeito aos 12 meses (máx: 28 – 30
meses da aplicação;
• 10-20 cm  após 28 meses
Explicação para Tabela 06 • Elevada produção de resíduos de aveia preta no local do
Explicação para Tabela 06
• Elevada produção de resíduos de aveia
preta no local do experimento:
– Liberação de compostos orgânicos;
• Mobilização de Ca para a subsuperfície;
• Complexação de Al por ácidos orgânicos;
Hipóteses para a reação sub-superficial Não há necessidade de revolvimento do solo, desde que o
Hipóteses para a reação
sub-superficial
Não há necessidade de revolvimento do solo, desde
que o SPD tenha sido implantado com base em seus
princípios
Observações • É possível atingir altas produtividades das culturas em rotação no SPD, pela aplicação
Observações
• É possível atingir altas produtividades das culturas em
rotação no SPD, pela aplicação de calcário na superfície
do solo em doses menores que aquelas utilizadas no
sistema convencional, especialmente quando o teor de P
no solo é satisfatório;
• A probabilidade de obtenção de resultados positivos pela
aplicação de menores doses de calcário na superfície do
solo no SPC é maior quando é praticada rotação de
culturas e quando são utilizadas cultivares tolerantes a
acidez;
• c) O efeito da aplicação de calcário na superfície do solo
no SPD, em relação a atributos da acidez do solo (pH, Al,
Ca+Mg, V% e m%), é acentuado na camada de 0-10 cm;

20/04/2012

Observações • Com o passar dos anos de implantação do SPD, podem ocorrer melhorias nos
Observações
• Com o passar dos anos de implantação do SPD,
podem ocorrer melhorias nos atributos de acidez do
solo (pH, Al, Ca+Mg, V% e m%) nas camadas
subsuperficiais do solo, mas essas alterações são
significativas apenas quando são usadas altas
doses de calcário aplicadas na superfície;
• Para solos em que a camada subsuperficial do solo
é extremamente ácida, com altos teores de Al
trocável, baixos teores de Ca + Mg trocáveis, baixa
saturação por bases (V%) e alta saturação por Al da
CTC efetiva (m%), é recomendável, na última
calagem antes de entrar no SPD, fazê-la em dose
para atingir saturação por bases >60%, com
incorporação do calcário o mais profundo possível
com incorporação do calcário o mais profundo possível Recomendação Fósforo Fonte: Embrapa Para o Estado de
Recomendação Fósforo Fonte: Embrapa
Recomendação Fósforo
Fonte: Embrapa
Para o Estado de MG • Após a implantação do SPD, as doses de calcário
Para o Estado de MG
• Após a implantação do SPD, as doses de calcário podem
ser reduzidas para um terço quando a amostragem for
feita na camada de 0 a 20 cm, e à metade, quando a
amostragem for feita na camada de 0 a 10 cm, utilizando-
se um calcário de granulometria fina (LOPES, 1999);
• Como princípio, a calagem no SPD deve ser feita com
menores doses anuais ou bienais, ao invés das doses
usuais a cada quatro ou cinco anos, como no sistema
convencional;
• Em áreas de Cerrado, Sousa e Lobato (2000) indicam que
a acidez superficial não é problema quando a saturação
por bases do solo estiver em torno de 50% e o pH em
água próximo a 6,0. A relação Ca:Mg no solo, em
cmolc/dm3, deve situar-se no intervalo de 1:1 até 10:1,
cuidando para se ter o teor mínimo de 0,5 cmolc de
Mg/dm3
Manejo da fertilidade • Exigências minerais: Fonte: Embrapa
Manejo da fertilidade
• Exigências minerais:
Fonte: Embrapa
Adubação Fosfatada Fonte: Embrapa
Adubação Fosfatada
Fonte: Embrapa

20/04/2012

Observações • Adubação corretiva gradual utilizada quando da não possibilidade de se fazer a corretiva
Observações
• Adubação corretiva gradual utilizada
quando da não possibilidade de se fazer a
corretiva (mais comum);
– Adubação no sulco
• Após
classificação
como
médio/bom,
utilizar
somente
adubação
de
manutenção:
– 20 kg P2O5 para cada tonelada de grãos
produzida
Observações • Adubação corretiva somente em solos com maior teor de argila  a lanço;
Observações
• Adubação corretiva somente em solos
com maior teor de argila  a lanço;
• Manutenção de K com 60 kg/ha de K2O
se a expectativa for de 3ton grãos/há
• Doses acima de 50kg/ha:
– Parcelamento  plantio e 30/40 das
Fonte: Embrapa
Fonte: Embrapa
Adubação Potássica Fonte: Embrapa
Adubação Potássica
Fonte: Embrapa
Doses de K e P de acordo com a produtividade esperada Fonte: Embrapa
Doses de K e P de acordo com a
produtividade esperada
Fonte: Embrapa
Adubação com Enxofre e micronutrientes • 15 kg para cada tonelada de grãos Fonte: Embrapa
Adubação com Enxofre e
micronutrientes
• 15 kg para cada tonelada de grãos
Fonte: Embrapa

20/04/2012

Recomendações • Aplicação de micronutrientes deve ser baseada na análise foliar; • Pode ser aplicado
Recomendações
• Aplicação de micronutrientes deve ser baseada na
análise foliar;
• Pode ser aplicado a lanço (100%);
• Aplicação no sulco:
– 1/3 da dose total em 03 anos consecutivos;;
• Para Mo e Co:
– V3 a V5:
• 12 – 30kg/ha de Mo;
• 02 – 03kg/ha de Co;
• Mn:
– 350 g/ha (1,5 kg de MnSO4) em 200lts + 0,5% de ureia
Fonte: Embrapa
Diagnose Foliar Fonte: Embrapa
Diagnose Foliar
Fonte: Embrapa
Nitrogênio • O que mais limita o desenvolvimento; • Sujeito a perdas: – Lixiviação; –
Nitrogênio
• O que mais limita o desenvolvimento;
• Sujeito a perdas:
– Lixiviação;
– Volatilização;
– Desnitrificação;
• 95% do N em solos é orgânico:
– Ação dos microorganismos
Diagnose Foliar • Os trifólios a serem coletados, sem o pecíolo, são o terceiro e/ou
Diagnose Foliar
• Os trifólios a serem coletados, sem o pecíolo,
são o terceiro e/ou o quarto, a partir do ápice;
• No mínimo, 40 plantas no talhão, no início da
floração;
• Para evitar a contaminação com poeira de solo
nas folhas, sugere-se mergulhá-las em água,
simplesmente para a remoção de resíduos de
poeira e em seguida colocadas para secar à
sombra e após embaladas em sacos de papel
Observações • Adubação foliar recomendada apenas para Mn, Co e Mo; • Aplicação foliar é
Observações
• Adubação foliar recomendada apenas
para Mn, Co e Mo;
• Aplicação foliar é indicada somente para a
próxima safra, pois a amostragem é
realizada no período de plena floração
(R2), o que não permite aplicação
Transformações • Mineralização: – Velocidade de decomposição dos resíduos vegetais e N  NH 4
Transformações
• Mineralização:
– Velocidade de decomposição dos resíduos
vegetais e N  NH 4 e NO 3:
• Relação C/N (15/1 a 20/1);
• pH;
• Tipo de argila;
• Umidade do solo;
• Imobilização:
– Relação C/N > 30/1;
– Falta de N no sistema:
• Para a Biomassa microbiana;
– Prtns, e outros compostos

20/04/2012

Perdas por Volatilização
Perdas por Volatilização
Cuidados ao adquirir Inoculantes • Adquirir inoculantes recomendados pela pesquisa e devidamente registrados no MAPA.
Cuidados ao adquirir Inoculantes
• Adquirir inoculantes recomendados pela pesquisa e
devidamente registrados no MAPA. O número de
registro deverá estar impresso na embalagem;
• Não
adquirir
e
não
usar
inoculante
com
prazo
de
validade vencido;
• Certificar-se de que o mesmo estava armazenado em
condições satisfatórias de temperatura e arejamento;
• Transportar e conservar o inoculante em lugar fresco e
bem arejado;
• Certificar-se de que os inoculantes contenham uma ou
duas das quatro estirpes recomendadas para o Brasil
(SEMIA 587, SEMIA 5019, SEMIA 5079 e SEMIA 5080);
• Em caso de dúvida sobre a qualidade do inoculante,
contatar um fiscal do MAPA.
Métodos de inoculação • Turfoso: – Umedecer as sementes com adesivos e adicionar inoculante; •
Métodos de inoculação
• Turfoso:
– Umedecer as sementes com adesivos e
adicionar inoculante;
• Líquidos:
– Só a mistura é necessária
• No sulco de semeadura:
– Dose mínima 6x maior que dose na semente;
– Volume de calda não inferior a 50 litros/ha
Adubação Nitrogenada • 80 kg de N para 1000 kg de grãos: • Fontes de
Adubação Nitrogenada
• 80 kg de N para 1000 kg de grãos:
• Fontes de N:
– FBN:
• Formulações:
– Turfosos, líquidos:
– Concentração mínima de 1x10 9 células viáveis/grama ou
mL do produto.
– Fornecimento mínimo de 1,2 milhões de células viáveis
por semente;
– Dose não inferior a 100 mL / 50 kg de sementes.
Cuidados na Inoculação • Fazer a inoculação à sombra e manter a semente inoculada protegida
Cuidados na Inoculação
• Fazer a inoculação à sombra e manter a semente inoculada
protegida do sol e do calor excessivo. Evitar o aquecimento, em
demasia, do depósito da semente na semeadora, pois alta
temperatura reduz o número de bactérias viáveis aderidas à
semente;
• Fazer a semeadura logo após a inoculação, especialmente se a
semente for tratada com fungicidas e micronutrientes. Para
inoculantes acompanhados ou possuidores de protetores
específicos, que garantam a viabilidade da bactéria na semente,
seguir a orientação do fabricante;
• Para melhor aderência dos inoculantes turfosos, recomenda-se
umedecer a semente com 300 ml/50 kg semente de água
açucarada a 10% (100 g de açúcar e completar para um litro de
água);
• É imprescindível que a distribuição do inoculante turfoso ou líquido
seja uniforme em todas as sementes para que tenhamos o
benefício da fixação biológica do nitrogênio em todas as plantas.
Diagnose Foliar
Diagnose Foliar

20/04/2012

Nitrogênio
Nitrogênio
Potássio  160 kg de K2O/ha
Potássio
 160 kg de K2O/ha
Calcio
Calcio
Fósforo
Fósforo
Magnésio
Magnésio
Manganês
Manganês

20/04/2012

Deficiência de Mn induzida por excesso de calagem
Deficiência de Mn induzida por
excesso de calagem
Deficiência de Mn induzida por excesso de calagem Objetivos do melhoramento genético de Cvs de Soja
Objetivos do melhoramento genético de Cvs de Soja • Produtividade e estabilidade de produção; •
Objetivos do melhoramento
genético de Cvs de Soja
• Produtividade e estabilidade de produção;
• Período Juvenil Longo:
– Retardar o florescimento em condições de dias
curtos;
– Não floresce, mesmo sob condições de fotoperíodos
curtos;
• Resistência a principais doenças;
• Resistência a insetos praga
Zinco
Zinco
Cultivares
Cultivares
de fotoperíodos curtos; • Resistência a principais doenças; • Resistência a insetos praga Zinco Cultivares 25

20/04/2012

20/04/2012 Semeadura • Época: – Central: • 20/10 – 10/12  ideal é novembro; • Em
20/04/2012 Semeadura • Época: – Central: • 20/10 – 10/12  ideal é novembro; • Em
Semeadura • Época: – Central: • 20/10 – 10/12  ideal é novembro; • Em
Semeadura
Época:
– Central:
• 20/10 – 10/12  ideal é novembro;
• Em condições muito favoráveis:
– Boas produções quando semeada até 20/12;
» Cvs de ciclo médio
– Norte/Nordeste:
• Maranhão - no sul, novembro a 15 de dezembro; no norte,
janeiro
• Pará - no sul (Redenção), novembro a 15 de dezembro; no
nordeste (Paragominas), 15 de dezembro e janeiro; no
noroeste (Santarém), 10 de março a abril.
• Piauí - no sudoeste (Uruçuí - Bom Jesus), novembro a 15 de
dezembro
• Tocantins - no norte (Pedro Afonso), novembro a 15 de
dezembro.
• Roraima - na região central (Boa Vista), maio.
• Roraima - na região central (Boa Vista), maio. Recomendações • Cvs sensíveis a época de
• Roraima - na região central (Boa Vista), maio. Recomendações • Cvs sensíveis a época de
Recomendações • Cvs sensíveis a época de semeadura podem florescer mais cedo e reduzir porte;
Recomendações
• Cvs sensíveis a época de semeadura podem
florescer mais cedo e reduzir porte;
• Plantas com período juvenil longo, do mesmo
grupo de maturação, florescem mais tarde;
• Plantas com PJL e HCI são indicadas para
plantio em outubro;
• Antes de outubro:
– Cvs precoces e de HCI;
– Depende de condições muito favoráveis de M.A;
– Interessante para sucessão com milho safrinha

20/04/2012

População de plantas e Espaçamento • Alta plasticidade: – Variação do nº grãos por planta,
População de plantas e
Espaçamento
• Alta plasticidade:
– Variação do nº grãos por planta, diâmetro do caule,
inversamente proporcional a população final de
plantas;
– População muito alta  acamamento;
• Relação:
– Altura final, fechamento e acamamento
x
– Clima, época de semeadura, Cv e fertilidade do solo
População de plantas e Espaçamento • Grande mudanças: – Melhoria tecnologia semeadoras; – Tratamento de
População de plantas e
Espaçamento
• Grande mudanças:
– Melhoria tecnologia semeadoras;
– Tratamento de sementes;
– Tecnologia de produção de sementes;
– Aparecimento dos herbicidas pós emergentes
• Redução da população:
– 300 mil plantas/ ha;
– C.F ao acamamento:
• Em condições ambientais muito favoráveis
– Redução para 250 mil
ambientais muito favoráveis – Redução para 250 mil População de plantas e Espaçamento • Até 1980
População de plantas e Espaçamento • Até 1980  400 mil plantas /ha; – Maior
População de plantas e
Espaçamento
• Até 1980  400 mil plantas /ha;
– Maior competição entre plantas 
estiolamento;
– Fechamento mais rápido;
– Redução da matocompetição;
– Redução de falhas de plantio  máquinas
com menor tecnologia;
– Baixa porcentagem de germinação de
sementes:
• Aumento da população para garantir estande
População de plantas e Espaçamento • População em 400 mil plantas: – Semeadura antes de
População de plantas e
Espaçamento
• População em 400 mil plantas:
– Semeadura antes de outubro;
– Semeadura após dezembro;
Cultivares de porte alto e de ciclo longo
requerem populações menores. O inverso
também é verdadeiro.
Cálculo da quantidade de sementes – nº plantas /metro •Ex: •População de 320.000 plantas/hectare;
Cálculo da quantidade de
sementes – nº plantas /metro
•Ex:
•População de 320.000 plantas/hectare;
•Espaçamento de 40cm (ou 0,4m)
•Resultado  12,8 plantas / metro linear

20/04/2012

Cálculo da quantidade de sementes – nº plantas / sulco x germinação •Ex: • 12,8
Cálculo da quantidade de sementes – nº
plantas / sulco x germinação
•Ex:
12,8 plantas por metro;
Germinação de 90%
•Resultado  14,22 sementes / metro de sulco
Cuidados na semeadura • Velocidade de operação  04 a 06 km; • Profundidade: –
Cuidados na semeadura
• Velocidade de operação  04 a 06 km;
• Profundidade:
– 03 a 05 cm;
• Posição semente / adubo:
– Ao lado e abaixo da semente;
• Compatibilidade com produtos químicos:
– Nas doses recomendadas, sem problemas.
Manejo de espécies • Espécies devem ser conhecidas e indicadas para cada região; • Paraná:
Manejo de espécies
• Espécies devem ser conhecidas e
indicadas para cada região;
• Paraná:
– Aveia:
• Rolo faca na floração ou hb em grãos leitosos;
– Nabo/tremoço:
– Milho consorciado com guandú:
• Solos com problemas de compactação
Estimativa de gasto de sementes por hectare • Q = Quantidade de sementes, em kg/ha;
Estimativa de gasto de sementes
por hectare
• Q = Quantidade de sementes, em kg/ha;
• P = Peso de 100 sementes, em gramas;
• D = Nº de plantas que se deseja/m;
• E = Espaçamento utilizado em cm; e
• G = % de emergência em campo.
– Constante  1,1  acréscimo de 10% no n° de sementes (fator
de segurança)
Manejo de espécies para cobertura do solo
Manejo de espécies para
cobertura do solo
Manejo de espécies • Cerrado: – Cuidado com a época de plantio: • Condições climáticas
Manejo de espécies
• Cerrado:
– Cuidado com a época de plantio:
• Condições climáticas limita produção de palha;
– Utilizar fases inicial e final das chuvas das
espécies para cobertura:
• Safrinha:
– Milheto, sorgo, milho, girassol, nabo forrageiro, guandu;
• Antes do plantio verão:
– Milheto, sorgo e trigo (inverno) são os mais indicados

20/04/2012

Manejo dos restos culturais • Objetivo: – Matar plantas, mantendo os restos culturais sobre a
Manejo dos restos culturais
• Objetivo:
– Matar plantas, mantendo os restos culturais sobre a
superfície, mantendo a camada de palha
aumentando a eficiência do SPD;
• Queima proibida;
• Picador regulado para mínimo de trituração;
• Deve-se distribuir de forma homogênea a
palhada obtida  regulagem do espalhador;
• Utilização de roçadeira, rolo faca, triturador,
etc
Opções da rotação de culturas • Culturas alternadas: – Habilidade diferenciada no aproveitamento de nutrientes
Opções da rotação de
culturas
• Culturas alternadas:
– Habilidade diferenciada no aproveitamento
de nutrientes do solo;
– Tipos de sistema radicular
– Susceptibilidade a doenças
– Efeitos antagônicos / sinérgicos;
– Exaurir / fertilizar o solo;
– Sensibilidade a pragas;
– Susceptibilidade a plantas infestantes
a pragas; – Susceptibilidade a plantas infestantes Rotação de Culturas Objetivos da RC • Diversificar a
Rotação de Culturas
Rotação de Culturas
Objetivos da RC • Diversificar a renda do produtor; • Aproveitamento de máquinas e implementos;
Objetivos da RC
• Diversificar a renda do produtor;
• Aproveitamento de máquinas e implementos;
• Melhoria da fertilidade do solo;
– Produção de palhada  M.O;
– Reduzir perdas por erosão;
– Estabilização da produção;
• Viabilizar o SPD;
• Reciclagem de nutrientes;
– Nitrogênio, Fósforo e micronutrientes
Milheto • Pennisetum glaucum L. – Alta capacidade de tolerar déficit hídrico prolongado abaixo de
Milheto
• Pennisetum glaucum L.
– Alta capacidade de tolerar déficit hídrico
prolongado abaixo de 400mm;
– Alta densidade de semeadura (20kg/ha);
– Dessecação na pré floração:
• Massa com baixo C/N
• Produção de até 70 ton massa verde / ha;
– Melhoramento gerou cultivares para SPD:
• BRS 1501:
– 40 ton massa verde/ha

20/04/2012

20/04/2012 Milheto • Métodos de semeadura: – Lanço /sulco: • Lanço: – Manual ou aplicador de
Milheto • Métodos de semeadura: – Lanço /sulco: • Lanço: – Manual ou aplicador de
Milheto
• Métodos de semeadura:
– Lanço /sulco:
• Lanço:
– Manual ou aplicador de calcário;
– Pode ser utilizado grade leve em áreas sem plantio
• Sulco:
– Produção de grãos, sementes e forragem
Crotalaria juncea • Colheita: – Corte das plantas no florescimento e no início do surgimento
Crotalaria juncea
• Colheita:
– Corte das plantas no florescimento e no
início do surgimento das primeiras
vagens, normalmente aos 120 dias após a
semeadura para C. juncea
• Produtividade normal:
– 10 a 15 t/ha de matéria seca e 500 a 1.000
kg/ha de sementes
Milheto • Época de semeadura: – Após colheita da soja ou milho safrinha: • Final
Milheto
• Época de semeadura:
– Após colheita da soja ou milho safrinha:
• Final de janeiro a meados de abril;
– Massa e grãos x época de plantio;
– Produção de massa seca:
• Agosto a setembro
• Dessecação para plantio milho/soja
Crotalaria juncea
Crotalaria juncea
Sorgo Forrageiro
Sorgo Forrageiro

20/04/2012

20/04/2012 Controle de Plantas Daninhas • Cultural: – Práticas comuns ao bom manejo da água e
Controle de Plantas Daninhas • Cultural: – Práticas comuns ao bom manejo da água e
Controle de Plantas Daninhas
• Cultural:
– Práticas comuns ao bom manejo da água e
do solo:
• Rotação de culturas;
• Variação do espaçamento de culturas;
• Uso de cobertura verde;
do espaçamento de culturas; • Uso de cobertura verde; Controle de Plantas Daninhas • Preventivo: –
Controle de Plantas Daninhas • Preventivo: – Utilização de sementes de elevada pureza; – Evitar
Controle de Plantas Daninhas
• Preventivo:
– Utilização de sementes de elevada pureza;
– Evitar comercialização ilegal de sementes;
– Evitar utilização de semente “salvas”
– Limpeza de máquinas e implementos;
– Inspeção de matéria orgânica;
– Limpeza de canais de irrigação;
– Quarentena de animais adquiridos;
de irrigação; – Quarentena de animais adquiridos; Controle Mecânico • Capina mecânica: – P.D com 2
Controle Mecânico • Capina mecânica: – P.D com 2 a 4 pares de folhas são
Controle Mecânico
• Capina mecânica:
– P.D com 2 a 4 pares de folhas são
sensíveis as condições ambientais;
– Enterrio de P.D
– Expõe raízes  Morte da P.D
– Aração, gradagem, enxada rotativa:
• Dificuldade de controle na linha;
• Baixa eficiência em solo molhado;
• Ineficiente para P.D com reprodução
assexuada;
• Revira o banco de sementes!

20/04/2012

Controle Químico
Controle Químico
20/04/2012 Controle Químico
20/04/2012 Controle Químico
20/04/2012 Controle Químico
20/04/2012 Controle Químico
Fonte:http://www.esalq.usp.br/departamentos/lpv/download/manejo%20de%20plantas%20daninhas%20cultura%20soja%20milho%20feijao.pdf

20/04/2012

Fonte:http://www.esalq.usp.br/departamentos/lpv/download/manejo%20de%20plantas%20daninhas%20cultura%20soja%20milho%20feijao.pdf
Soja RR
Soja RR
Manejo Plantas Daninhas Resistentes
Manejo Plantas Daninhas
Resistentes
Soja Convencional
Soja Convencional
RR Manejo Plantas Daninhas Resistentes Soja Convencional Fonte:
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf

20/04/2012

Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte:
Fonte:
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte:
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf
Fonte: http://www.monsanto.com.br/produtos/stewardship/pdf/folheto-manejo-resistencia.pdf

20/04/2012

Considerações • Não aplicar herbicidas pós-emergentes na presença de muito orvalho e/ou imediatamente após
Considerações
• Não aplicar herbicidas pós-emergentes na presença
de muito orvalho e/ou imediatamente após chuva;
• Não aplicar na presença de ventos fortes (>8 km/h),
mesmo utilizando bicos específicos para redução de
deriva;
• Pode-se utilizar baixo volume de calda (mínimo de
100 L ha-1) quando as condições climáticas forem
favoráveis e desde que sejam observadas as
indicações do fabricante (tipo de bico, produtos);
• A aplicação de herbicidas deve ser realizada em
ambiente com umidade relativa superior a 60%.
Além disso, deve-se utilizar água limpa;
• Não aplicar quando as plantas, da cultura e
invasoras, estiverem sob estresse hídrico
Considerações • Pode ser realizado o manejo de entressafra das invasoras, principalmente para espécies de
Considerações
• Pode ser realizado o manejo de entressafra das invasoras,
principalmente para espécies de difícil controle:
– Início aos 15 dias após a colheita da cultura antecessora a soja
(comercial ou cobertura morta);
• Espécies perenes;
– Mínimo 5 litros/ha de glifosato
– Manejo mecânico inicial para posterior rebrota;
• Intervalo mínimo de 10 dias entre a semeadura de soja
e aplicação de 2,4-D;
• Em semeadura direta sobre pastagens:
– Início aos 30 a 60 dias do início da semeadura de soja;
– adição
Recomenda-se
de
óleo
(0,5%)
para
controle
de
espécies pilosas;
– Monitoramento se aplicação de Tordon na pastagem
Manejo de Pragas Cultura da soja
Manejo de Pragas
Cultura da soja
Considerações • Para facilitar a mistura do herbicida trifluralin com o solo e evitar perdas
Considerações
• Para facilitar a mistura do herbicida trifluralin com o solo e
evitar perdas por volatização e fotodecomposição, o solo deve
estar livre de torrões;
• Para cada tipo de aplicação, existem várias alternativas de
bicos, os quais devem ser utilizados conforme indicação do
fabricante. Verificar a uniformidade de volume de pulverização,
tolerando variações máximas de 10% entre bicos;
• Em solos de arenito, (baixos teores de argila), indica-se
precaução na utilização de herbicidas pré-emergentes, pois
podem provocar fitotoxicidade na soja. Para tais situações,
recomenda-se reduzir as doses ou não utilizá-los;
• O uso de equipamento de proteção individual é indispensável
em qualquer pulverização.
individual é indispensável em qualquer pulverização. Monitoramento de pragas da soja • Deve ser feita
Monitoramento de pragas da soja • Deve ser feita semanalmente, de 20 a 30m da
Monitoramento de pragas da
soja
• Deve ser feita semanalmente, de 20 a
30m da bordadura;
• Pontos de amostragens:
– 01 a 09 ha  6 pontos de amostragens;
– 10 a 29 ha  8 pontos;
– 30 a 99 ha  10 pontos;

20/04/2012

Pragas Subterrâneas • Bicudo, Tamanduá-da-soja – Sternechus subsignatus • Percevejo-castanho – Scaptocoris
Pragas Subterrâneas
• Bicudo, Tamanduá-da-soja
– Sternechus subsignatus
• Percevejo-castanho
– Scaptocoris castanea;
– Atarsocoris brachiariae
– Scaptocoris castanea; – Atarsocoris brachiariae Lagartas • Anticarsia gemmatalis (lagarta da soja); •
Lagartas • Anticarsia gemmatalis (lagarta da soja); • Lagarta falsa medideira - Chrysodeixis (Pseudoplusia)
Lagartas
• Anticarsia gemmatalis (lagarta da soja);
• Lagarta falsa medideira - Chrysodeixis
(Pseudoplusia) Includens / Rachiplusia nu;
• Lagarta Cabeça de fósforo  Urbanus proteus;
• Lagarta enroladeira  Omiodes indicata;
• Broca das axilas  Epinotia aporema
Omiodes indicata; • Broca das axilas  Epinotia aporema Níveis de controle • Bicudo: – 01
Níveis de controle • Bicudo: – 01 a 02 adultos / metro linear; • Controle:
Níveis de controle
• Bicudo:
– 01 a 02 adultos / metro linear;
• Controle:
– Fipronil
» Standak  200ml/100 kg sementes
– Metamidofós
» 0,5 litro metafós/ha em 150 litros de calda
• Percevejo castanho:
– Só preventivo:
• Nutrição, rotação de culturas, etc
em 150 litros de calda • Percevejo castanho: – Só preventivo: • Nutrição, rotação de culturas,

20/04/2012

20/04/2012 Medidas de controle • Organofosforados: – Clorpirifós (lorsban)  08 litros/ha – Metamidofós
20/04/2012 Medidas de controle • Organofosforados: – Clorpirifós (lorsban)  08 litros/ha – Metamidofós
Medidas de controle • Organofosforados: – Clorpirifós (lorsban)  08 litros/ha – Metamidofós (matefós) 
Medidas de controle
• Organofosforados:
– Clorpirifós (lorsban)  08 litros/ha
– Metamidofós (matefós)  0,5 litros / ha
• Piretróides:
– Alfacipermetrina (Fastac 100 SC):
• 150ml /ha em 150 litros de água
• Controle Biológico:
– Bacillus thuringiensis;
– Baculovirus anticarsia;
• BACULOVIRUS NITRAL  20g/ha em 120 litros de calda
• BACULOVIRUS NITRAL  20g/ha em 120 litros de calda Níveis de Controle • Lagartas: –
Níveis de Controle • Lagartas: – V 30% desfolha / 40 lagartas por pano de
Níveis de Controle
• Lagartas:
– V 30% desfolha / 40 lagartas por pano de
batida
– R  15% desfolha / 40 lagartas por pano de
batida
– Utilização do Controle Biológico:
• Não mais que 10 lagartas > 10 cm / pano
• Broca das axilas:
– Até formação das vagens com 30% de
ponteiros atacados
10 lagartas > 10 cm / pano • Broca das axilas: – Até formação das vagens

20/04/2012

Percevejos • Nezara viridula (percevejo verde); • Piezodorus guildinii (percevejo verde pequeno); • Euschistus
Percevejos
• Nezara viridula (percevejo verde);
• Piezodorus guildinii (percevejo verde pequeno);
• Euschistus heros (percevejo marrom);
• Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja);
• Neomegalotomus parvus (formigão);
(percevejo marrom); • Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja); • Neomegalotomus parvus (formigão); 38
(percevejo marrom); • Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja); • Neomegalotomus parvus (formigão); 38
(percevejo marrom); • Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja); • Neomegalotomus parvus (formigão); 38
(percevejo marrom); • Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja); • Neomegalotomus parvus (formigão); 38
(percevejo marrom); • Edessa meditabunda (Percevejo-asa-preta-da-soja); • Neomegalotomus parvus (formigão); 38

20/04/2012

20/04/2012 Níveis de controle - Percevejos • Produção de grãos: – 04 percevejos / pano de
Níveis de controle - Percevejos • Produção de grãos: – 04 percevejos / pano de
Níveis de controle - Percevejos
• Produção de grãos:
– 04 percevejos / pano de batida;
• Produção de sementes:
– 02 percevejos / pano de batida;
Outros • Vaquinha  Cerotoma arcuatus; – Besouro de 5 a 6mm, preto com manchas
Outros
• Vaquinha  Cerotoma arcuatus;
– Besouro de 5 a 6mm, preto com manchas amarelas no
dorso.
• Controle  30% (V) e 15% (R) de desfolha
– Tiametoxan / fipronil
• Patriota  Diabrotica speciosa
– Besouros de 5 a 6mm, cabeça castanha, cor verde e cada
élitro com 3 manchas amareladas;
• Controle  Idem Vaquinha;
• Mosca Branca  Bemisia tabaci / B. argentifolia:
– Monocrotofós / tiametoxan
tabaci / B. argentifolia: – Monocrotofós / tiametoxan Medidas de controle - percevejos • Químico: –
Medidas de controle - percevejos • Químico: – Acefato (orthene 750 BR); • 0,75 kg/ha
Medidas de controle - percevejos
• Químico:
– Acefato (orthene 750 BR);
• 0,75 kg/ha em 200litros de calda
– Organofosforados;
• Clorpirifós (lorsban)  0,8 litro/ha
• Metamidofós (metafós)  0,5 litro/ha em 200 litros calda /
– Tiametoxan (cruiser);
• 200ml / 100 kg sementes
– Parathion methil (folisuper);
• 900 ml/ha / 200litros de calda ou 10-20 (aéreo)
– Gama cialotrina (fentrol 60 CS / Nexide):
• 70ml/ha / 250 litros de calda / 20 litros de calda (aéreo)
– Gama cialotrina (fentrol 60 CS / Nexide): • 70ml/ha / 250 litros de calda /

20/04/2012

20/04/2012 Trissolcus basalis Inimigos Naturais Telenomus podisi 40
20/04/2012 Trissolcus basalis Inimigos Naturais Telenomus podisi 40
Trissolcus basalis
Trissolcus basalis
Inimigos Naturais
Inimigos Naturais
20/04/2012 Trissolcus basalis Inimigos Naturais Telenomus podisi 40
Telenomus podisi
Telenomus podisi

20/04/2012

Trichopoda giacomellii
Trichopoda giacomellii
20/04/2012 Trichopoda giacomellii Manejo das principais doenças da cultura da soja 41
20/04/2012 Trichopoda giacomellii Manejo das principais doenças da cultura da soja 41
20/04/2012 Trichopoda giacomellii Manejo das principais doenças da cultura da soja 41
20/04/2012 Trichopoda giacomellii Manejo das principais doenças da cultura da soja 41
Manejo das principais doenças da cultura da soja
Manejo das principais
doenças da cultura da soja

20/04/2012

Manejo de doenças • Tratamento de sementes; • Rotação de culturas; • Antecipação semeadura; •
Manejo de doenças
• Tratamento de sementes;
• Rotação de culturas;
• Antecipação semeadura;
• Sucessão de Cvs;
• Pulverizações;
• Controle de vetores (VIROSES);
• Pousio (nematóides)
• Plantio de espécies nematicidas;
• VARIEDADES RESISTENTES
de espécies nematicidas; • VARIEDADES RESISTENTES Rhizoctonia solani Fonte: Fundação MS 2006 Fonte:
Rhizoctonia solani
Rhizoctonia solani
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006
Medidas de controle
Fonte: Fundação MS 2006

20/04/2012

Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006
Medidas de controle
Fonte: Fundação MS 2006
20/04/2012 Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 43
20/04/2012 Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 43
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
20/04/2012 Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 43
20/04/2012 Medidas de controle Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 43

20/04/2012

Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
20/04/2012 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 44
20/04/2012 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 44
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
Fonte: Fundação MS 2006
20/04/2012 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 Fonte: Fundação MS 2006 44

20/04/2012

20/04/2012 Mofo Branco – Sclerotinia Sclerotiorum 45
Mofo Branco – Sclerotinia Sclerotiorum
Mofo Branco – Sclerotinia
Sclerotiorum
20/04/2012 Mofo Branco – Sclerotinia Sclerotiorum 45