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Orbitais atómicas

(do tipo do átomo de hidrogénio)

Orbitais atómicas

O que são?

Imagine-se um núcleo de um átomo de hidrogénio. No estado fundamental, em torno dele encontra-se um electrão numa orbital 1s.

Electrão

Orbitais atómicas O que são? Imagine-se um núcleo de um átomo de hidrogénio. No estado fundamental,
H
H
Orbitais atómicas O que são? Imagine-se um núcleo de um átomo de hidrogénio. No estado fundamental,

Núcleo de

Hidrogénio

O que quer isto dizer?

Orbitais atómicas

O que são?

Suponhamos que conseguíamos tirar uma

fotografia ao sistema.

H
H

Orbitais atómicas

O que são?

Imagine-se que um instante depois tirávamos uma nova fotografia ao sistema sobre o mesmo fotograma. O electrão, ocuparia uma nova posição.

H
H

Repetindo o processo muitas

vezes ...

Orbitais atómicas

O que são?

H
H

Ao fim de algum tempo é possível definir uma região do espaço em torno do núcleo, no interior da qual a qual a probabilidade de encontrar o electrão é

elevada (> 90%). A essa região chama-se orbital.

Orbitais atómicas

O que são?

A orbital não nos diz nada sobre a trajectória, sobre a posição ou sobre a velocidade do

electrão.

Orbitais atómicas O que são? A orbital não nos diz nada sobre a trajectória, sobre a

Orbital 1s

Apenas define uma região no interior da qual existe uma probabilidade elevada de encontrar

o electrão (normalmente, > 90%).

Orbitais atómicas

Números quânticos

As orbitais atómicas são descritas por três números quânticos, a saber:

n (número quântico principal) indica-nos o nível de energia da orbital

O número quântico principal pode tomar os valores:

n = 1, 2, 3, 4, 5, ...

Orbitais atómicas

Números quânticos

As orbitais atómicas são descritas por três números quânticos, a saber:

n (número quântico principal) indica-nos o nível de energia da orbital

l (número quântico secundário ou de momento angular) informa-nos

sobre o tipo (a “forma”) das orbitais (s, p, d, f).

O número quântico secundário pode tomar os valores:

 

l = 0, 1,

n-1

l

Tipo de Orbital

0

s

1

p

2

d

3

f

4

g

Orbitais atómicas

Números quânticos

As orbitais atómicas são descritas por três números quânticos, a saber:

n (número quântico principal) indica-nos o nível de energia da orbital

l (número quântico secundário ou de momento angular) informa-nos

sobre o tipo (a “forma”) das orbitais (s, p, d, f).

m l (número quântico magnético) informa-nos sobre o número de orbitais associadas a cada l e qual a sua orientação espacial.

Toma valores:

  • m l

=- l, - l+1, - l+2, ...

,

0, ...

,+

l-2, + l-1,+ l

Orbitais atómicas

Números quânticos

O conjunto das diversas orbitais de um determinado sub-nível de energia gera na sua totalidade uma probabilidade de simetria esférica.

Orbitais atómicas

Orbitais s

As orbitais s de cada nível de energia têm l = 0, existindo apenas uma por nível (m l = 0) que tem simetria esférica, não possuindo

por isso uma orientação espacial em particular:

Orbitais atómicas Orbitais s As orbitais s de cada nível de energia têm l = 0
Orbitais atómicas Orbitais s As orbitais s de cada nível de energia têm l = 0

y

Orbitais atómicas Orbitais s As orbitais s de cada nível de energia têm l = 0

z

Orbitais atómicas Orbitais s As orbitais s de cada nível de energia têm l = 0

x

Orbitais atómicas

Orbitais s

Ao passar de um nível para o seguinte as orbitais atómicas do mesmo tipo são afectadas na sua componente radial, ficando sucessivamente maiores. Além disso, vão possuir

superfícies nodais, que são superfícies para as quais a

probabilidade de encontrar o electrão é nula.

Orbitais atómicas Orbitais s Ao passar de um nível para o seguinte as orbitais atómicas do

Orbitais atómicas

Orbitais s

O número de superfícies nodais é sempre igual a n-1, correspondendo o aumento de n à existência de uma nova superfície nodal esférica.l

Orbital 1s

Orbital 2s

Orbital 3s

Orbital 4s

Orbitais atómicas

Orbitais p

As orbitais p de cada nível de energia têm l = 1, tendo a componente angular uma estrutura com dois lobos. existindo três orbitais p por nível (m l = -1, 0, +1), que possuem orientação espacial

perpendicular entre si:

Orbitais atómicas Orbitais p As orbitais p de cada nível de energia têm l = 1

Orbitais 2p

Orbitais atómicas

Orbitais p

Existem três orbitais p por nível (m l = -1, 0, +1), que possuem orientação espacial perpendicular entre si. As orbitais 2p têm apenas uma superfície nodal que cruza o núcleo perpendicularmente ao eixo de orientação (plano nodal). Por exemplo, a superfície nodal da orbital 2p z é dada por z = 0.

Orbitais atómicas Orbitais p Existem três orbitais p por nível ( m = -1, 0, +1

2p x (m l = +1)

Orbitais atómicas Orbitais p Existem três orbitais p por nível ( m = -1, 0, +1

2p y (m l = -1)

Orbitais atómicas Orbitais p Existem três orbitais p por nível ( m = -1, 0, +1

2p z (m l = 0)

Orbitais atómicas

Orbitais p

Tal como nas restantes orbitais, à medida que aumenta o

número quântico principal (n), superfícies nodais.

aumenta o número de

Orbitais atómicas Orbitais p Tal como nas restantes orbitais, à medida que aumenta o número quântico

Orbital 2p z

Orbital 3p z

Orbital 4p z

Orbitais atómicas

Orbitais d

As orbitais d de cada nível de energia têm l = 2, existindo cinco orbitais d por nível (m l = -2, -1, 0, +1, +2). Para n=3, orbital d z 2 é ligeiramente diferente das restantes, embora todas possuam 2

planos nodais. 3d z (m l = 0) 2
planos nodais.
3d z
(m l = 0)
2
Orbitais atómicas Orbitais d As orbitais d de cada nível de energia têm l = 2

3d xz (m l = +1)

3d x (m l = +2) 2 2 -y
3d x
(m l = +2)
2
2
-y
Orbitais atómicas Orbitais d As orbitais d de cada nível de energia têm l = 2

3d xy (m l = -2)

Orbitais atómicas Orbitais d As orbitais d de cada nível de energia têm l = 2

3d yz (m l = -1)

Orbitais atómicas

Orbitais d

As superfícies nodais da orbital 3d z 2 embora sejam difíceis de visualizar são superfícies cónicas com o seu apex no núcleo.

Orbital 3d z

2

Orbitais atómicas

Orbitais d

Tal como nas restantes orbitais, à medida que aumenta o

número quântico principal (n), superfícies nodais.

aumenta o número de

2

Orbitais atómicas Orbitais d Tal como nas restantes orbitais, à medida que aumenta o número quântico

Orbital 3d z

Orbital 3d xz

Orbital 4d z 2

Orbital 4d xz

Orbitais atómicas

Orbitais d

Orbitais atómicas Orbitais d Orbital 5 d 2

Orbital 5d z

2

Orbitais atómicas

Orbitais f

A forma das orbitais f não é do programa, embora aqui se apresente por curiosidade.

Orbitais atómicas Orbitais f A forma das orbitais f não é do programa, embora aqui se

2

2 4f yyz
2
4f yyz

(m l = -2)

4f xz (m l = +1)

4f yz (m l = -1)

3
3
2 2 -y )
2
2
-y
)

4f z (m l = 0)

4f z(x

(m l = +2) 2 4f x(x -3y)
(m l = +2)
2
4f x(x
-3y)

(m l = +3)

2 2 -y )
2
2
-y
)

4f y(3x

(m l = -3)

n=4 3 superfícies nodais, neste caso planos nodais

Orbitais atómicas

Energia das Orbitais

Para o átomo de hidrogénio e para as espécies monoelectrónicas

(He + , Li 2+ , Be 3+

,...)

a energia das orbitais depende apenas do número

quântico principal (n).

n=4 4s 4p 4d 4f n=3 3s 3p 3d n=2 2s 2p  18  2,18
n=4
4s
4p
4d
4f
n=3
3s
3p
3d
n=2
2s
2p
 18

2,18
10
2
 Z
(J)
E n
2
n
n=1
1s
Energia

Orbitais atómicas

Energia das Orbitais

Para espécies polielectrónicas, o esquema é mais complexo, pois nem sempre orbitais com maior n, possuem maior energia.

2s 1s 3s 3d 2p 3p Energia
2s
1s
3s
3d
2p
3p
Energia
4d 4p
4d
4p

4s

5p
5p

5s

Orbitais atómicas

Regras de preenchimento das orbitais atómicas

Princípio da Energia Mínima Princípio de Exclusão de Pauli Regra de Hund

Orbitais atómicas

Princípio da Energia Mínima

Os eletrões deverão ocupar as orbitais por uma ordem, tal

que resulte na menor energia para o átomo.

Este princípio aplica-se às espécies monoeletrónicas (possuem apenas um eletrão) e aos átomos polieletrónicos.

Orbitais atómicas

Princípio de Exclusão de Pauli

Numa orbital, no máximo, só podem existir dois eletrões com spins opostos.

Orbitais atómicas

Princípio de Exclusão de Pauli

Átomo de Hélio ( 2 He )

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Hélio ( He ) d ois electrões

dois electrões

Configuração electrónica: 1s 2

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Hélio ( He ) d ois electrões

representa o número quântico principal

n

representa o número quântico secundário

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Hélio ( He ) d ois electrões

representa o número de electrões na orbital

Orbitais atómicas

Princípio de Exclusão de Pauli

Átomo de Lítio ( 3 Li )

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Lítio ( Li ) três electrões Configuração

três electrões

Configuração electrónica: 1s 2 2s 1

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Lítio ( Li ) três electrões Configuração

Orbitais atómicas

Princípio de Exclusão de Pauli

Átomo de Berílio ( 4 Be )

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Berílio ( Be ) quatro electrões Configuração

quatro electrões

Configuração electrónica: 1s 2 2s 2

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Berílio ( Be ) quatro electrões Configuração

Orbitais atómicas

Princípio de Exclusão de Pauli

Átomo de Boro ( 5 B )

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Boro ( B ) cinco electrões Configuração

cinco electrões

Configuração electrónica: 1s 2 2s 2 2p 1

Orbitais atómicas Princípio de Exclusão de Pauli Átomo de Boro ( B ) cinco electrões Configuração

Orbitais atómicas

Regra de Hund

No preenchimento das orbitais com igual energia, distribuem-se primeiro um electrão por cada orbital, de modo a ficarem com o mesmo spin, e só depois se completam, ficando com spins opostos.

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Átomo de Carbono ( 6 C )

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Carbono ( C ) seis electrões Configuração electrónica: 1s

seis electrões

Configuração electrónica: 1s 2 2s 2 2p 2

6

C

1

s

2

2

s

2

2

p

1

x

2 p 1 2 p 0 y z
2
p
1
2
p
0
y
z
Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Carbono ( C ) seis electrões Configuração electrónica: 1s

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Átomo de Azoto ( 7 N ) sete electrões Configuração electrónica: N  1 s 2
Átomo de Azoto ( 7 N )
sete electrões
Configuração electrónica:
N 
1
s
2
2
s
2
2
p
1
2
p
1
2
p
1
7
x
y
z
1s 2 2s 2 2p 3

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Átomo de Oxigénio ( 8 O )

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Oxigénio ( O ) oito eletrões Configuração electrónica: 8

oito eletrões Configuração electrónica:

8

O  1 s 2 2 s 2 2 p 2 2 p 1 2 p
O 
1
s
2
2
s
2
2
p
2
2
p
1
2
p
1
x
y
z

1s 2 2s 2 2p 4

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Oxigénio ( O ) oito eletrões Configuração electrónica: 8

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Átomo de Flúor ( 9 F )

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Flúor ( F ) nove electrões Configuração electrónica: 9

nove electrões

Configuração electrónica:

9

F  1 s 2 2 s 2 2 p 2 2 p 2 2 p
F 
1
s
2
2
s
2
2
p
2
2
p
2
2
p
1
x
y
z

1s 2 2s 2 2p 5

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Flúor ( F ) nove electrões Configuração electrónica: 9

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Átomo de Néon ( 10 Ne )

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Néon ( Ne ) dez electrões Configuração electrónica: Ne

dez electrões

Configuração electrónica:

Ne  1 s 2 2 s 2 2 p 2 2 p 2 2 p
Ne 
1
s
2
2
s
2
2
p
2
2
p
2
2
p
2
10
x
y
z

1s 2 2s 2 2p 6

Orbitais atómicas Regra de Hund Átomo de Néon ( Ne ) dez electrões Configuração electrónica: Ne

Orbitais atómicas

Regra de Hund

Distribuição electrónica

Número de electrões na orbital

Designação da orbital

Designação dos electrões

0

Orbital vazia

-

1

Orbital

Desemparelhados ou

semipreenchida

celibatário

2

Orbital completa ou totalmente preenchida

emparelhados

Orbitais atómicas

Energia das Orbitais

Como regra pode usar-se para definir a energia crescente das orbitais o diagrama de Linus Pauling.

Orbitais atómicas Energia das Orbitais Como regra pode usar-se para definir a energia crescente das orbitais

elaborou um diagrama de

preenchimento das orbitais

atómicas

Orbitais atómicas Energia das Orbitais Como regra pode usar-se para definir a energia crescente das orbitais

facilita a escrita das

configurações eletrónicas de

átomos polieletrónicos.

Orbitais atómicas Energia das Orbitais Como regra pode usar-se para definir a energia crescente das orbitais

Nota Final

As formas das orbitais que foram apresentadas são a parte angular da função de onda para os estados estacionários discretos para uma espécie monoelectrónica de acordo com as equações apresentadas por L. Pauling e E. B. Wilson, no seu livro Introduction to Quantum Mechanics, pp. 133-134. Nova Yorque: McGraw-Hill, 1935.

Embora não haja qualquer relação directa entre os valores de m l e os eixos x, y e z normalmente convenciona-se que o eixo dos zz’s está associado a m l = 0 o que determina o nome das orbitais d e f, em que as d z 2 e f z 3 têm forma específica. Se não se adoptar essa convenção não se poderá falar de d z 2 , tendo que dizer-se d x 2 ou d y 2 consoante o eixo convencionado para a origem das coordenadas polares.