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MEDIDAS DE DISPERSãO

PARA UMA AMOSTRA


CONTEÚDOS CONCEITUAIS DA AULA:
qAMPLITUDE
qVARIÂNCIA
qDESVIO PADRÃO
qCOEFICIENTE DE VARIAÇÃO
MEDIDAS DE DISPERSãO
PARA UMA AMOSTRA
Para entender o que é dispersão, imagine que quatro alunos obtiveram,
em cinco provas, as notas abaixo:

Todos os alunos obtiveram média igual a 5, mas a dispersão


das notas em torno da média não é a mesma para todos os
alunos.
MEDIDAS DE DISPERSãO
PARA UMA AMOSTRA
I. As notas de Antonio não variaram (a dispersão é nula);
II. As notas de João variaram menos do que as notas de José (a
dispersão das notas de João é menor do que a dispersão das notas
de José;
III. As notas de Pedro variaram mais do que as notas de todos os outros
(a dispersão das notas de Pedro é maior).

Estas observações serão verificadas através das seguintes medidas de


dispersão: amplitude, variância e desvio padrão.
AMPLITUDE
Por definição, amplitude é a diferença entre o maior e o menor dado
observado. É fácil calcular a amplitude para os dados apresentados na
Tabela anterior.
As notas de Antonio tem amplitude:
a=5–5=0
As notas de João tem amplitude:
a=6–4=2
As notas de José tem amplitude:
a = 10 – 0 = 10
As notas de Pedro tem amplitude:
a = 10 – 0 = 10
AMPLITUDE
A amplitude não mede bem a dispersão dos dados porque, em seu
cálculo, usam-se apenas os valores extremos – e não todo os dados. De
qualquer forma, a amplitude é muito usada, principalmente porque é
fácil de ser calculada e fácil de interpretar.
VARIÂNCIA
Os dados distribuem-se em torno da média. Então o grau de
dispersão de um conjunto de dados pode ser medido pelos desvios em
relação à média. Desvio em relação à média é a diferença entre cada
dado e a médio do conjunto. Por exemplo, se a media de idade da sala
de aula for de 28 anos, a pessoa que tiver 30 anos terá um desvio em
relação a média de:
30-20 = 2 anos
Considere os seguintes dados:
0, 4, 6, 8 e 7
A média desses dados é:
VARIÂNCIA
Os desvios em relação à média, representados por
são os seguintes:
0–5=-5
4–5=-1
6–5= 1
8–5= 3
7–5= 2

A soma dos desvios é igual a zero, como é fácil verificar:

Qualquer que seja o conjunto de dados, a soma dos desvios é sempre igual
a zero. Então, para medir a dispersão dos dados em torno na média usa-se
a
VARIÂNCIA
Cálculo da soma dos quadrados dos
desvios
VARIÂNCIA
Para medir a dispersão dos dados em torno da média usa-se, então, a
variância, que leva em consideração o tamanho da amostra. A
variância é definida como a soma dos quadrados dos desvios dividida
pelo tamanho da amostra, menos 1 (n - 1). Isso chama-se graus de
liberdade. Portando, a variância que é definida por s², é indicada pela
fórmula:

o
u
VARIÂNCIA
Exemplo
VARIÂNCIA

a) Para as notas de Antonio, não variaram, s²=0


b) Para as notas de João, variaram menos do que as notas de José, s²=1,
menor que a variância das notas de José, que é s²=12,5.
c) Para as notas de Pedro, variaram mais do que todas as outras, a
variância foi de s²=25.
DESVIO PADRãO
§Como medida de dispersão, a variância tem a desvantagem de
apresentar a unidade de medida igual ao quadrado da mesma. Por
exemplo, se os dados estão em metros, a variância ficam em metros
quadrados.
§Mas existe uma medida de dispersão que apresenta as propriedades da
variância e tem a mesma unidade do dados. É o desvio padrão.
Exemplo:
Para as notas do aluno José, cuja variância já foi calculada, tem o desvio

Variância

Desvio Padrão
COEFICIENTE DE
VARIAçãO
É a razão entre o desvio padrão e a média. O resultado é multiplicado
por 100, para que o coeficiente de variação seja dado em
porcentagem.

Exemplo:
Imagine dois grupos de pessoas, o primeiro grupo tem idades de 3, 1 e
5. O segundo grupo tem idades de 55, 57 e 53.


Grupo


Grupo
BOM
ESTUDO!!!!