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FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS –

FTC
DIREITO CONSTITUCIONAL II - III SEMESTRE
PROFESSOR VALDIR JR.

ALBERTT AMARAL
DENISSON PAIM
EDICLÉIA COQUEIRO
LUCIANA NASCIMENTO
WILTON CERQUEIRA
AÇÃO DIRETA: Ação Direta
Interventiva

José Carlos Tosetti Barruffini

“ Na via de ação direta a finalidade é


retirar, de uma vez por todas, do
ordenamento jurídico, a lei
inconstitucional; já na via de defesa, o
objetivo é subtrair alguém dos efeitos de
“A competência para a declaração de
inconstitucionalidade em tese é exclusiva
do STF, e deverá ser declarada pelo voto
da maioria absoluta de seus membros,
limitando-se esse nobre sodalício a
verificar se houver concordância da lei
com a Constituição.”

FINALIDADE: retirar do ordenamento


jurídico, lei ou ato normativo incompatível
com a ordem Cosntitucional.
Daí por que os juristas apontam o SFT
como verdadeiro legislador negativo,
nunca legislador positivo.

 Não é suscetível de desistência, como


também, em face do princípio da
indisponibilidade, o autor está impedido
de desistir do pedido de medida
cautelar.

“Como nos atos inconstitucionais jamais


se convalidam pelo decurso do tempo, a
ação direta de inconstitucionalidade não
se sujeita à observância de qualquer
ADIn Interventiva
 art. 34, VII – art. 36, III / CF
 Excepcionalmente: A Constituição
Federal permite a intervenção nos casos
taxativos previstos nos sete incisos do
art. 34.

 art.34: Tem como fundamento a defesa


da observância dos chamados princípios
sensíveis constitucionais, cuja
inobservância pelos Estados-membros ou
DF pode acarretar aquela sanção mais
grave existente em um Estado Federal ---
a intervenção na autonomia política.
CONCLUI-SE: qualquer lei ou ato
normativo do Poder Público, no
exercício de sua competência, que
venha violar um dos princípios sensíveis
constitucionais, será passível de
controle concentrado de
constitucionalidade, pela via de ação
interventiva.

 A Intervenção, nesse caso normativa,


dependerá de provimento, pelo STF, da
ação direta de inconstitucionalidade
interventiva, proposta pelo Procurador-
Geral da República, que detém
 Dada a independência do MP, o
Procurador-Geral da República não está
obrigado a ajuizar, perante o STF, a
citada ação, sendo perfeitamente licíto
determinar o arquivamento; ele atua
com discricionaridade.

 A ação interventiva tem dupla


finalidade: jurídica e política,
caracterizando-se, pois, como controle
direto, de fins concretos, não se falando
em concessão de liminar.
Se for julgada procedente a ação
interventiva, o Supremo comunicará a
autoridade interessada, e
principalmente o Presidente da
República, para as providências
constitucionais cabíveis.

 Conforme o disposto no art. 84, X/CF,


a decretação da intervenção federal
será sempre realizada pelo Presidente
da República, dependendo de requisição
do STF, cujo decreto se limitará a
suspender a execução do ato
impugnado, se essa medida bastar ao
Conforme assinala Alexandre de Moraes
(Direito Cosntitucional, p.60), “trata-se,
portanto, de espécies de intervenção
provocada por requisição. Uma vez
decretada a intervenção, não haverá
controle político, pois a CF exclui a
necessidade de apreciação pelo
Congresso Nacional. Sua duração bem
como os limites serão fixados no decreto
presidencial, até que ocorra o retorno da
normalidade do pacto federativo.”