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W o rk sh o p

M o d e lo d e A u to -
A v a lia çã o
d a B ib lio te ca E sco la r
Agrupamento de Escolas de S. Miguel

Público -alvo Coordenadores de Departamento


Elementos da Direcção
Representante da Associação
de Pais

Duração – 3 horas ( 15 minutos de intervalo)


Objectivo Geral
Mostrar aos elementos da Comunidade

Educativa presentes, as vantagens inerentes

à aplicação do Modelo de A.A. nas Bibliotecas

Escolares do Agrupamento de Escolas.


Objectivos Específicos
Reflectir sobre a missão da BE na actual sociedade;
Debater sobre a pertinência de um Modelo de
Avaliação para as BE;
Encarar o Modelo como um instrumento
pedagógico e de melhoria da melhoria;
Analisar a sua organização estrutural e funcional;
Planificar no sentido da aplicação do Modelo se
ajustar à realidade da escola/BE;
Considerar as possíveis oportunidades e
constrangimentos da implementação do
modelo na realidade do Agrupamento de
Escolas;
Calendarizar as várias etapas da
implementação do Modelo de acordo com as
características do agrupamento de Escolas;
Alertar para a gestão participada das
mudanças que a sua aplicação impõe.
Temáticas
Pertinência da existência de um Modelo de Auto-
Avaliação para as Bibliotecas Escolares;
O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de
melhoria de melhoria: conceitos implicados;
Organização estrutural e funcional;
Integração/Aplicação à realidade da escola/biblioteca
escolar: oportunidades e constrangimentos.
Gestão participada das mudanças que a sua aplicação
impõe. Níveis de participação da escola.

Pertinência da existência de um Modelo de
Auto-Avaliação para a BE
 “A criação de um Modelo para avaliação das bibliotecas

escolares permite dotar as escolas/ bibliotecas de um

quadro de referência e de um instrumento que lhes permite

a melhoria contínua da qualidade, a busca de uma

perspectiva de inovação. Pretende-se induzir a

transformação das bibliotecas escolares em organizações

capazes de aprender e de crescer através da recolha

sistemática de evidências de uma auto-avaliação

sistemática.” (in Texto da Sessão)


O Modelo enquanto instrumento
pedagógico e de melhoria de melhoria
Facultar um instrumento pedagógico e de melhoria
contínua que permita aos órgãos directivos e aos
coordenadores avaliar o trabalho da biblioteca
escolar e o impacto desse trabalho no
funcionamento global da escola e nas
aprendizagens dos alunos e identificar as áreas
de sucesso e aquelas que, por apresentarem
resultados menores, requerem maior
investimento, determinando, nalguns casos, uma
inflexão das práticas. (in Texto da Sessão)
Conceitos implicados
  Novos contextos e conceitos de aprendizagem
em que o sujeito/aluno se apresenta como
actor activo, construtor do próprio
conhecimento (Construtivismo).

  Novas estratégias de abordagem à realidade e


ao conhecimento baseadas no
questionamento e inquirição contínuas
(Inquiry based Learning).


 a - Conceitos relacionados com a missão da
 Modificação global das estruturas sociais –
biblioteca escolar no contexto da introdução das TIC, desenvolvimento de
escola/ agrupamento e que a redes, surgimento de novos ambientes de
disponibilização da informação, de trabalho e
relacionam com as aprendizagens, com de construção do conhecimento que obrigam
o desenvolvimento curricular e com o ao desenvolvimento de novas literacias e a
uma aprendizagem contínua ao longo da
sucesso educativo. (Perspectiva do vida.
conceito de biblioteca escolar

subjacente à construção do Modelo)
 Necessidade de gerir a mudança buscando
 Realização de reuniões com os departamentos

 curriculares e demais estruturas de

coordenação educativa e supervisão

 pedagógica que discutam e definam os

objectivos e a missão da BE;

 Reforço da articulação de objectivos e de



trabalho com departamentos e docentes;

 Diálogo constante com o Director, partilhando



dificuldades e sucessos;

 b – Conceitos implicados na  Divulgação de recursos e sugestão de projectos

e actividades;
melhoria da prestação de
 Recurso a ambientes da WEB2.0 para promover
serviços e da qualidade da
e divulgar as actividades que a BE realiza –
biblioteca escolar. blog;

(Perspectiva do  Outros a explorar no Modelo de A.A. (In MABE)


Organização estrutural e
funcional
 O Modelo de Auto-Avaliação encontra-se
estruturado em domínios, que representam as
áreas essenciais para que a BE cumpra os
objectivos que sustentam a sua acção no
processo educativo. Apesar de alguns aspectos
mencionados estarem mais direccionados para
a realidade portuguesa, todos eles apontam
para as áreas nucleares em torno das quais se
desenvolve todo o trabalho da BE.
 Assim, estes elementos foram agrupados em
quatro grandes domínios e respectivos
subdomínios:
Domínios e
subdomínios
A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular

C. Projectos, parcerias e actividades livres e

de abertura à comunidade
 A.1 Articulação curricular da BE com as 
estruturas de coordenação educativa e
supervisão pedagógica e os docentes;
 C.1 Apoio a actividades livres , extra-

curriculares e de enriquecimento curricular;

 A.2 Promoção das Literacias da
Informação, tecnológica e digital.
 C.2 Projectos e parcerias.

B. Leitura e Literacia D. Gestão da Biblioteca Escolar



E.
 B.1 Trabalho da BE ao serviço da  D.1 Articulação da BE com a
promoção da leitura na escola/agrupamento. Acesso a serviços
escola/agrupamento; prestados pela BE;


 B.2 Integração da BE nas estratégias e
programas de leitura ao nível da
 D.2 Condições humanas e materiais para
escola/agrupamento; a prestação dos serviços;
 

 B.3 Impacto do trabalho da BE nas  D.3 Gestão da colecção/da informação.


atitudes e competências dos alunos, no 

âmbito da leitura e da literacia.


 (in MABE – Nov.
2009)
Integração/Aplicação à realidade da escola/biblioteca
escolar: oportunidades e constrangimentos.

 O Modelo adopta uma aproximação à realidade por etapas que, tendo em


conta o contexto interno e externo da BE, devem levar o professor
coordenador a seleccionar o domínio a ser objecto de aplicação dos
instrumentos. O ciclo completa-se ao fim de quatro anos e deve fornecer
uma visão holística e global da BE. Cada etapa compreende um ciclo:

 Identificação de um problema ou de um desafio;


 Recolha de evidências;


 Interpretação da informação recolhida;


 Realização das mudanças necessárias;


 Recolha de novas evidências acerca do impacto dessas mudanças.


 A avaliação não é um fim em si mesma. É um processo de melhoria que deve
 Os resultados devem ser partilhados com o director, ser divulgados e
discutidos nos órgãos de gestão pedagógica. Esses resultados têm impacto no
processo de planificação e na gestão, obrigando a que:

 

a. Se defina a ambição, decidindo as melhorias, apostando na mobilização e no esforço de


todos;

b. Se estabeleçam e coordenem políticas, isto é, linhas orientadoras dos planos de acção,


de modo a que estejam concertadas com a estratégia da escola e também com os


factores críticos de sucesso;

c. Se analisem rumos estratégicos possíveis, no sentido de ser escolhida a direcção mais


viável e enriquecedora;

d. Se identifiquem oportunidades e constrangimentos e definam fins e objectivos,


operacionalizando-os em planos que realizam as estratégias;

e. Se diagnostiquem possíveis áreas em que a BE pode adquirir vantagens competitivas


face a outras bibliotecas;

f. Se proceda à recolha sistemática de informação e a metodologias de controlo.


 (In Texto da
Sessão)
Gestão participada das mudanças que a sua
aplicação impõe. Níveis de participação da
escola.
 O modelo indica o caminho, a metodologia, a operacionalização. A
obtenção da melhoria contínua da qualidade exige que a
organização esteja preparada para a aprendizagem contínua.
Pressupõe a motivação individual dos seus membros e a liderança
forte do professor bibliotecário, que tem de mobilizar a escola
para a necessidade e implementação do processo avaliativo.

 O Modelo de avaliação está directamente ligado ao processo de
planeamento da BE que deve corresponder em timing, objectivos,
propriedades e estratégias definidas pela escola/ agrupamento. As
decisões a tomar devem, assim, basear-se nas evidências e
informação recolhidas, mas devem sempre ter em conta o
ambiente interno (condições estruturais) e externo da biblioteca:
oportunidades e ameaças, prioridades da escola, adequação aos
objectivos e estratégias de ensino/ aprendizagem. (in Texto da
Sessão)

Conclusão
A informação resultante do processo de auto-

avaliação das bibliotecas escolares terá,

assim, um valor estratégico para a escola. (in

Texto da Sessão)