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Acidificação de matrizes
Acidificação de matrizes

Acidificação de matrizes

Acidificação de matrizes A operação de acidificação pode ser realizada em: • Poço injetor • Poço

A operação de acidificação pode ser realizada em:

• Poço injetor • Poço produtor

Em poço injetor não se faz necessário a presença da visto que o ácido gasto não é recuperado.

sonda,

Em poço produtor a operação é realizada com a presença da sonda visto que, logo após a injeção do ácido, o mesmo deverá ser recuperado e neutralizado.

A grande maioria das operações de acidificação é realizada em poço injetor, pois estes poços estão muito mais susceptíveis ao dano.

Recuperação secundária

Recuperação secundária

Recuperação secundária
Recuperação secundária
Recuperação secundária
Recuperação secundária

Injeção de polímeros

Injeção de polímeros
Injeção de polímeros
Noções de dano ao reservatório
Noções de dano ao reservatório

Dano a Formação:

Dano a Formação: Dano a Formação: Significa redução da permeabilidade do reservatório próximo as paredes do

Dano a Formação: Significa redução da permeabilidade do reservatório próximo as paredes do poço.

O dano a formação ocorre durante:

• Perfuração: Fluido de perfuração (sólidos finos e filtrado ) • Cimentação: Pasta de cimento (filtrado ) • Completação: Fluido de completação • Operação de Canhoneio ( Processo de canhoneio ) • Produção do poço

e

resulta na maioria dos casos do entupimento dos

e resulta na maioria dos casos do entupimento dos A maior parte dos danos à formação

A maior parte dos danos à formação ocorre nas proximidades

do poço

poros com detritos. A origem desses detritos pode ser de:

Natureza

química:

interação

de

fluidos

injetados

e

rocha

reservatório.

 

Natureza

física:

deslocamento

de

partículas

por

forças

hidrodinâmicas. • Natureza biológica: atividade bacteriana

O entupimento dos poros não e, entretanto, o único mecanismo de redução de permeabilidade. Existem outros processos tais como: formação de emulsão, alteração de molhabilidade que ocorrem no interior do reservatório.

É muito importante o conhecimento do tipo de dano, pois este vai definir a escolha do fluido correto para o tratamento.

Mecanismos causadores de dano a formação • Migração de finos • Inchamento de argilas • Formação
Mecanismos causadores de dano a formação • Migração de finos • Inchamento de argilas • Formação

Mecanismos causadores de dano a formação

• Migração de finos • Inchamento de argilas • Formação de emulsão • Inversão de molhabilidade • Tamponamento • Bloqueio por água • incrustação ( scale ) • Depósitos orgânicos • Depósitos bacteriano

Localização do Dano

Localização do Dano
Localização do Dano

Arenito limpo

Arenito limpo

Arenito limpo – parte superior

Arenito limpo – parte superior Arenito sujo – parte inferior

Arenito sujo – parte inferior

Dano a Formação: • Invasão da fase líquida do fluido de perfuração na rocha reservatório.
Dano a Formação:
• Invasão da fase líquida
do fluido de perfuração
na rocha reservatório.
Dano a Formação: • Invasão da fase líquida e sólidos finos presentes no fluido de perfuração
Dano a Formação: • Invasão da fase líquida e sólidos finos presentes no fluido de perfuração

Dano a Formação:

• Invasão da fase líquida e sólidos finos presentes no fluido de perfuração na rocha reservatório.

Acidificação de Matriz

Acidificação de Matriz Acidificação de matrizes - É uma técnica de estimulação na qual injeta-se uma

Acidificação de matrizes - É uma técnica de estimulação na qual injeta-se uma solução ácida na formação, a fim de dissolver parte dos minerais presentes na sua composição mineralógica, aumentando ou recuperando a permeabilidade da formação ao redor do poço.

Características: Injeção radial de fluido na formação abaixo da pressão de fratura.

Finalidade: Remoção de dano nas vizinhanças do poço

 

Injeção radial

Injeção radial
Injeção radial
 

Injeção de ácido na formação

Injeção de ácido na formação
Injeção de ácido na formação

Propriedades do ácido

Propriedades do ácido Deve reagir com os minerais da formação e com o meio danificante resultando

Deve reagir com os minerais da formação e com o meio danificante resultando produtos solúveis.

• Deve ser inibido contra a corrosão. • Deve ser de fácil manuseio. • Deve ser de baixo custo e fácil disponibilidade

Ácidos que podem ser utilizados:

• Ácido clorídrico ( HCL ) • ÁCIDO fluorídrico ( HF ) • Ácido acético ( CH3COOH )

Penetração do ácido
Penetração do ácido
sulfâmico (H 2 NSO 3 H ) • Ácido fórmico ( HCOOH ) • Ácido •

sulfâmico (H2NSO3H )

sulfâmico (H 2 NSO 3 H ) • Ácido fórmico ( HCOOH ) • Ácido •

• Ácido fórmico ( HCOOH )

• Ácido

• Ácidos cloroacético ( ClCH2COOH ) • ácido clorídrico / ácido fluorídrico ( HCl / HF ) • ácido acético / ácido fluorídrico ( CH3COOH / HF )

Ácidos mais utilizados:

• Ácido clorídrico ( HCL ) • Ácido clorídrico/ Ácido fluorídrico ( HCl / HF ) • Ácido acético / Ácido fluorídrico • Ácido fórmico

Parâmetros operacionais

Parâmetros operacionais 1- Perda de carga: obtidos em tabelas ou gráficos 2- Vazão máxima de tratamento

1- Perda de carga: obtidos em tabelas ou gráficos

2- Vazão máxima de tratamento

Parâmetros operacionais 1- Perda de carga: obtidos em tabelas ou gráficos 2- Vazão máxima de tratamento

3- Pressão máxima de tratamento

Parâmetros operacionais 1- Perda de carga: obtidos em tabelas ou gráficos 2- Vazão máxima de tratamento

4- Volumes de tratamento

Parâmetros operacionais 1- Perda de carga: obtidos em tabelas ou gráficos 2- Vazão máxima de tratamento
Onde: K = permeabilidade média, md h= net pay, pé Gf = gradiente de fratura, psi
Onde: K = permeabilidade média, md h= net pay, pé Gf = gradiente de fratura, psi

Onde:

K = permeabilidade média, md h= net pay, pé Gf = gradiente de fratura, psi /pé L = profundidade, pé) Pe = pressão estática do reservatório, psi re = raio de drenagem, pé rw = raio do poço, pé μ = viscosidade do ácido, cp Ga = gradiente do ácido, psi/pé ΔP = perda de carga, psi

Rd = raio de dano, pol

Determinação do volume de ácido – regra prática
Determinação do volume de ácido – regra prática

Determinação do volume de ácido – regra prática

Tratamentos ácidos matriciais

Tratamentos ácidos matriciais 1- Lavagem ácida da coluna. 2- Lavagem ácida de canhoneados 3- Remoção de

1- Lavagem ácida da coluna. 2- Lavagem ácida de canhoneados 3- Remoção de incrustação 4- Acidificação em carbonatos 5- Acidificação em arenitos 6- Fraturamento ácido

1- Lavagem ácida da coluna- Consiste na remoção da

ferrugem e restos de fluido e cimento da coluna de trabalho, da coluna de revestimento e outros.

A lavagem ácida da coluna pode ser feita:

- No condicionamento do revestimento - Imediatamente antes de gravel packing - Primeira fase de uma
- No condicionamento do revestimento - Imediatamente antes de gravel packing - Primeira fase de uma
  • - No condicionamento do revestimento

  • - Imediatamente antes de gravel packing

  • - Primeira fase de uma acidificação

• Tipo de ácido:

HCL à 15 %

• Volume:

500 gal

• Aditivos: Inibidor de corrosão e seqüestrador de ferro

-Procedimento: Injetar o ácido até

a extremidade da coluna à

baixa vazão ( 1 bpm ) e circular reverso com alta vazão.

- Obs: Existe grande possibilidade de geração de H2S

ácida de canhoneados.

ácida de canhoneados. 2- Lavagem 2.1- Objetivos: • Remoção de dano devido ao processo de canhoneio.

2- Lavagem

2.1- Objetivos:

• Remoção de dano devido ao processo de canhoneio. • Desobstruir canhoneados, caso os mesmos estejam tamponados com sólidos solúveis em ácidos, por restos de lama, restos de cimento, ferrugem, etc.

A limpeza ácida dos canhoneados pode ser feita:

  • a) - Antes de um squeeze ( compressão de cimento)

  • b) – Antes de um fraturamento hidráulico

  • c) - Qualquer outro tipo de injeção de fluidos.

: A ação do ácido se dá:

: A ação do ácido se dá: Mecanismo a) Pela dissolução dos carbonatos b) Pela reação

Mecanismo

  • a) Pela dissolução dos carbonatos

  • b) Pela reação com as argilas ( promovendo desidratação e encolhimento)

c)

Pela

reação

com

o

cimento,

liberando os sólidos

tamponantes que serão eliminados durante a indução de

surgência. •Tipo de ácido:

HCL de 5 a 15 % / ácido fórmico a 9 % ou ácido

acético a 10 %. • Volume: máximo 25 gal por pé de intervalo canhoneado. • Aditivos: Inibidor de corrosão, seqüestrador de ferro e surfactantes, com finalidade de manter os sólidos desagregados em suspensão.

3- Remoção de incrustação solúveis em ácidos 3.1 - Objetivos : Remoção das incrustações de CaCO
3- Remoção de incrustação solúveis em ácidos 3.1 - Objetivos : Remoção das incrustações de CaCO

3- Remoção de incrustação solúveis em ácidos

3.1

-

Objetivos: Remoção das incrustações de CaCO3 e

compostos do ferro (Fe2O3, Fe3O4 e FeS), ocorridos em tubulações, canhoneios e/ou formação. 3.2 – Tipo de ácido: HCl de 5 a 15 %. 3.3- Volume: 500 gal 3.4- Aditivos: Inibidor de corrosão e seqüestrador de ferro.

4- Tratamento matricial de carbonatos. 1- Objetivos: Restaurar a produtividade de reservatórios de carbonatos ou de
4- Tratamento matricial de carbonatos. 1- Objetivos: Restaurar a produtividade de reservatórios de carbonatos ou de

4- Tratamento matricial de carbonatos.

1- Objetivos: Restaurar a produtividade de reservatórios de carbonatos ou de arenitos com elevado teor de cimentação calcífera (solubilidade em HCl > 20 %).

• Ao contrário do que ocorre na acidificação de arenitos, na acidificação de carbonatos o ácido reage apenas com a rocha e não com o dano.

• Os ácidos mais reativos tendem a criar um menor número de

canais

de

maior

diâmetro,

ao

contrário

dos

ácidos

mais

fracos

que

geram

canais

mais

numerosos

e

de

menores

dimensões.

Penetração do ácido
Penetração do ácido
 

Wormholes

Wormholes
Wormholes
 

Arenito compactado cimentado com calcita

Arenito compactado cimentado com calcita
Arenito compactado cimentado com calcita

Sistemas ácidos mais utilizados

Sistemas ácidos mais utilizados • Usa-se geralmente, HCl 15 % em peso. Pode-se eventualmente, emulsionar ou

• Usa-se geralmente, HCl 15 % em peso. Pode-se eventualmente, emulsionar ou gelificar o ácido a fim de retardá-lo, ou seja, reduzir as taxas de reação e, consequentemente, conseguir maior penetração para ultrapassar a região danificada.

5- Tratamentos matriciais de arenitos

Usa-se, normalmente, nos tratamentos matriciais de arenitos, uma mistura de ácido fluorídrico ( HF ) ácido clorídrico ( HCl ), conhecida como “ mud acid . o mud acid deve ser capaz de dissolver não apenas os sólidos invasores como também as argilas da rocha para poder alcançar o interior da formação. Torna-se difícil, portanto, remover dano profundo em arenitos, devendo-se nesses casos partir para um pequeno fraturamento que ultrapasse a região danificada ou para uma remoção parcial do dano, caso o fraturamento seja tecnicamente inviável devido a inexistência de barreiras.

 

Etapas de uma acidificação em arenito

 

1- Pré-tratamento ou pré--flush:

 
Etapas de uma acidificação em arenito 1- Pré-tratamento ou pré--flush: Usa-se HCl em concentrações de 5

Usa-se HCl em concentrações de 5 a 15 % OU ácido acético (HAc) de 5 a 10 %.

Funções:

• Deslocar a água da formação evitando o contato com o HF. • Remover carbonatos da região danificada, evitando a reação do HF com o carbonato de cálcio que resultaria no precipitado insolúvel de fluoreto de cálcio. • Manter o pH baixo, diminuindo a possibilidade de deposição de produtos insolúveis ou de baixa solubilidade oriundos de rações secundárias.

 

2- Tratamento principal

De acordo com a mineralogia da rocha, várias formulações podem ser usadas como segue:

• 12 % HCl / 6 % HF, chamado mud acid super. • 12 % HCl / 3 % HF, chamado mud acid regular.

• 12 % HCl / 1,5 % HF, chamado mud acid fraco.

• 1O % Hac / 1,5 % HF mud acid orgânico.

Função: A função do tratamento é remover dano causado por sólidos dos fluidos injetados na formação ou pelas próprias argilas contidas na rocha reservatório, que podem inchar ou migrar e obstruir as gargantas de poros. :

 

3- Pós tratamento ( over flush )

3- Pós tratamento ( over flush ) Tem por funções: 1- Deslocar o tratamento o mais

Tem por funções:

1- Deslocar o tratamento o mais profundamente para dentro da formação.

2-Evitar seu contato com o fluido de deslocamento, caso este seja uma solução salina.

3- Restaurar a molhabilidade da formação. Recomenda-se deslocar o mud acid para profundidade superior a 4 pés, a fim de que eventuais precipitados não se depositem próximo ao poço, onde seus efeitos danosos seriam maximizados.

 

4- Deslocamento

No deslocamento pode ser usado fluido de completação ou fluidos de menor densidade como óleo díesel com a função de deslocar o pós - tratamento ( over flush )até o topo dos canhoneados.

 

Aditivos químicos utilizados na acidificação

Aditivos químicos utilizados na acidificação 1- Ácido • Ácido inorgânico: HCl • Ácido orgânico: Ácido fórmico

1- Ácido • Ácido inorgânico: HCl • Ácido orgânico: Ácido fórmico / Ácido acético. 2- Inibidor de corrosão- Proteger equipamentos • Baixa temperatura • Alta temperatura 3- Preventor de emulsão – Prevenir a formação de emulsão 4- Estabilizador de argila – Evitar dispersão das argilas 5- Inibidor de argila – Inibir o inchamento das argilas

 

Corrosão em tubos

Corrosão em tubos
Corrosão em tubos
Corrosão em tubos
[H + ] pH Example Acids 1 x 10 0 0 HCl 1 x 10 ­1
[H + ]
pH
Example
Acids
1 x 10 0
0
HCl
1
x 10 ­1
1
Stomach acid
1
x 10 ­2
2
Lemon juice
1
x 10 ­3
3
Vinegar
1
x 10 ­4
4
Soda
1
x 10 ­5
5
Rainwater
1
x 10 ­6
6
Neutral
1 x 10 ­7
7
Bases
1 x 10 ­8
8
Milk
Pure water
Egg whites
1
x 10 ­9
9
Baking Soda
1
x 10 ­10
10
Tums ® antacid
1
x 10 ­11
11
Ammonia
1
x 10 ­12
12
Mineral Lime ­ Ca(OH) 2
1
x 10 ­13
13
Drano ®
1
x 10 ­14
14
NaOH
de ferro. Faixa de pH 2,2 a 3,4. 6- Sequestrador de ferro: Prevenir a precipitação de

de ferro. Faixa de pH 2,2 a 3,4.

de ferro. Faixa de pH 2,2 a 3,4. 6- Sequestrador de ferro: Prevenir a precipitação de

6- Sequestrador de ferro: Prevenir a precipitação de resíduo

insolúvel

• ácido cítrico • EDTA

7- Óleo díesel com butil glicol – Restaurar a molhabilidade da rocha

8- Bifluoreto de amônio: Gerar o HF:

NH4HF2 + HCL + H20 => 2 HF + NH4CL + H2O 9- Dispersante:

10- Tolueno ou Xileno: Dissolução de borras oleosas e asfaltenos próximo aos canhoneados

Fórmula para diluição do ácido

Fórmula para diluição do ácido Vc = volume de ácido concentrado, gal Dc = Densidade do
Fórmula para diluição do ácido Vc = volume de ácido concentrado, gal Dc = Densidade do

Vc = volume de ácido concentrado, gal Dc = Densidade do ácido concentrado Xc = concentração do ácido concentrado, % Vd = volume de ácido diluído, gal] Dd = densidade do ácido diluído Xd = concentração do ácido diluído, %

TABELA DE DENSIDADE PARA HCL Densidade % lb/gal Densidade % lb/gal 1,0048 1 8,337 1,1057 21
TABELA DE DENSIDADE PARA HCL
Densidade
%
lb/gal
Densidade
%
lb/gal
1,0048
1
8,337
1,1057
21
9,218
1,0097
2
8,418
1,1108
22
9,261
1,0147
3
8,460
1,1159
23
9,303
1,0197
4
8,501
1,1214
24
9,349
1,0248
5
8,544
1,1261
25
9,385
1,0299
6
8,586
1,1310
26
9,433
1,0350
7
8,629
1,1368
27
9,465
1,0402
8
8,672
1,1422
28
9,523
1,0447
9
8,710
1,1471
29
9,560
1,0500
10
8,754
1,1526
30
9,609
1,0550
11
8,796
1,1577
31
9,650
1,0600
12
8,837
1,1628
32
9,694
1,0645
13
8,876
1,1680
33
9,738
1,0702
14
8,922
1,1727
34
9,777
1,0749
15
9,862
1,1779
35
9,810
1,0801
16
9,006
1,0849
17
9,045
1,0902
18
9,089
1,0592
19
9,132
1,1002
20
9,171
TABELA DE DENSIDADE PARA ÁCIDO ACÉTICO Quantidades para preparar 1000 gal Densidade % lb/gal Acido acetico
TABELA DE DENSIDADE PARA ÁCIDO ACÉTICO
Quantidades para preparar 1000 gal
Densidade
%
lb/gal
Acido acetico
Água
0,9996
1
8,34
10
991
1,0012
2
8,35
19
983
1,0025
3
8,36
29
974
1,0040
4
8,37
39
966
1,0055
5
8,39
48
957
1,0069
6
8,40
58
948
1,0083
7
8,41
68
939
1,0090
7,5
8,42
73
935
1,0097
8
8,42
78
931
1,0111
9
8,43
87
922
1,0125
10
8,44
97
913
1,0139
11
8,46
107
904
1,0154
12
8,47
117
895
1,0195
15
8,50
147
868
1,0263
20
8,56
197
823
Seqüestrador de ferro Surgimento do ferro. Existem 03 possibilidades para o aparecimento do ferro nas operações

Seqüestrador de ferro

Seqüestrador de ferro Surgimento do ferro. Existem 03 possibilidades para o aparecimento do ferro nas operações

Surgimento

do

ferro.

Existem

03

possibilidades

para

o

aparecimento do ferro nas operações de acidificação:

• ferro proveniente da ferrugem de tanques de estocagem e tubulações, a saber: FeO, Fe2O3 , Fe3O4 , FeCO3 e FeS.

• Ferro proveniente da corrosão do revestimento e tubulação

• Ferro contido nos minerais componentes da rocha, a saber:

Siderita ( FeCO3 ), Anquerita [ Ca (Mg, Fe)(CO3)2], Pirita ( FeS2 ), Clorita [ (AlSi3O10) Mg5 ( Al, Fe)3(OH)3],

Hidróxido ferroso: precipita em um pH na faixa de 7 a 9 Hidróxido férrico: precipita em
Hidróxido ferroso: precipita em um pH na faixa de 7 a 9 Hidróxido férrico: precipita em

Hidróxido ferroso: precipita em um pH na faixa de 7 a 9

Hidróxido ferroso: precipita em um pH na faixa de 7 a 9 Hidróxido férrico: precipita em

Hidróxido férrico: precipita em um pH na faixa de 2 a 4 em forma de uma gelatina, provocando dano ao reservatório.

Hidróxido ferroso: precipita em um pH na faixa de 7 a 9 Hidróxido férrico: precipita em
Caminhão pipa para transporte do ácido
Caminhão pipa para transporte do ácido

Unidade de Bombeio

Caminhão pipa para transporte do ácido Unidade de Bombeio

Caminhão pipa para transporte do ácido

Com sistema de bombeio

 
Caminhão pipa para transporte do ácido Com sistema de bombeio
Caminhão pipa para transporte do ácido Com sistema de bombeio
PROGRAMA DE ACIDIFICAÇÃO DE MATRIZ Nº Programa : Nº 1611/01 Operação com Sonda em poço produtor
PROGRAMA DE ACIDIFICAÇÃO DE MATRIZ Nº Programa : Nº 1611/01 Operação com Sonda em poço produtor

PROGRAMA DE ACIDIFICAÇÃO DE MATRIZ

Nº Programa : Nº 1611/01 Operação com Sonda em poço produtor Poço 7-BEN-25-RN

Formação/zona

AÇU / Açu 190/340

Intervalo Canhoneado:

862 a 916 m

1. HISTÓRICO

Atualmente a zona Açu 940, intervalos 1220 a 1222 m e 1228,5 a 1230,0 m está produzindo 2,1 m3/d de óleo com 1% de BSW na coluna inferior e na coluna superior nas zonas Açu 190( 855,5 a 858,0 m e 862,0 a 865,5 m), Açu 340 ( 903 a 905,5 m e 914 a 916m) está produzindo 4 m3/d de óleo com 44% de BSW.

o

objetivo de

o objetivo de 2. OBJETIVO Realizar ácido nas zonas Açu 190/340 com remover dano. BSW. Produção

2. OBJETIVO

Realizar ácido nas zonas Açu 190/340 com

remover dano. BSW.

Produção esperada 10 m3/d com

10% de

3. OBSERVAÇÕES

1. Reiniciar a injeção de água imediatamente após acidificação, no caso de poço produtor de óleo realizar imediatamente pistoneio, ou gás-lift, ou nitrogênio para

limpeza do poço. 2. Monitorar quando possível a pressão na coluna e no anular. 3. H 2 S ==>não há indicações/medições de H2S para estas

zonas do Campo, porém, na zona Açu 740, no poço 7-BEN- 19-RN, distante cerca de 450 m, há indicação de 200 ppm.

4. TRATAMENTO Penetração do ácido 1,23 m Colchão-1 1290 gal Óleo Diesel c/ 10% Butil-Glicol Pré-Flush-1

4. TRATAMENTO

Penetração do ácido 1,23 m

Colchão-1

1290

gal

Óleo Diesel c/ 10% Butil-Glicol

Pré-Flush-1

1750

gal

HCl a 15%

Tratamento-1

2330 ..

gal

HCl 12% + HF 1,5%

Over-Flush-1

1500

gal

HCl a 15%

Diverg-Flush

.....

52 gal

HCl a 15% c/ Matriseal-o Óleo Diesel c/ 10% Butil-Glicol

Colchão-2

645

gal

Pre-Flush-2

......

875 gal

HCl a 15%

Tratamento-2

1150

gal

HCl 12% + HF 1,5%

Over-Flush-2

750

gal

HCl a 15%

Deslocamento Óleo diesel a calcular

na cabeça será

limitada pelos

na cabeça será limitada pelos Obs: A pressão máxima equipamentos de superfície. Colchão Pre-Flush Tratamento Over-Flush

Obs: A pressão máxima

equipamentos de superfície.

Colchão

Pre-Flush

Tratamento

Over-Flush

Diverge-Flush

Deslocamento

1.611 psi 1.306 psi 1.316 psi 1.306 psi 1.306 psi 1.603 psi

5. COMPOSIÇÃO PARA 1000 GAL.

* Colchão Óleo Diesel

900

gal

Butil-Glicol

100

gal

* Pre-Flush HCl a 15% HCl33% 418 gal Ultrawet 1,0 gal CI-25 2,0 gal Ácido Cítrico

* Pre-Flush

HCl a 15%

HCl33%

418

gal

Ultrawet

1,0

gal

CI-25

2,0

gal

Ácido Cítrico

20

lb

Clatrol III

1,0

gal

Butil-Glicol

100

gal

100

gal

• Tratamento HCl 12% + HF 1,5% HCl 33% 377 gal Ultrawet .................................................... 1,0 gal CI-25

Tratamento

HCl 12% + HF 1,5%

HCl 33%

377

gal

Ultrawet ....................................................

1,0

gal

CI-25 ......................................................... Ác. Cítrico

2,0

gal

20

lb

Clatrol III ...................................................

1,0

gal

ABF

200

lb

Dispersar 100-ª

100

gal

Butil-Glicol

100

gal

* Over-Flush HCl a 15% HCl 33% Ultrawet ............................................ CI-25 ................................................. Ác. Cítrico Clatrol III 418
* Over-Flush
HCl a 15%
HCl 33%
Ultrawet ............................................
CI-25 .................................................
Ác. Cítrico
Clatrol III
418
gal
1,0
gal
2,0
gal
20
lb
1,0
gal
100
gal
100
gal
* Diverge-Flush
HCl a 15%
HCl33%
418
kg
Ultrawet
CI25 .................................................
Ác. Cítrico
Clatrol III
1,0
gal
2,0
gal
20
lb
1,0
gal
2,0
gal
6. CUSTOS Tempo de Bombeio = 9 horas Tempo de Operação = 1 dia Distância =
6. CUSTOS Tempo de Bombeio = 9 horas Tempo de Operação = 1 dia Distância =

6. CUSTOS

Tempo de Bombeio =

9

horas

Tempo de Operação =

1

dia

Distância

=

60 Km

Taxa:

1 US$ =

2,00 R$

Custo de Serviço

US$ 14.779,18

67,69 %

Custo Produto Químico

US$

6.653,88

30,48 %

Custo Sonda/Apoio

US$

400,00

1,83%

Total

US$ 21.833,06

ACIDIFICAÇÃO DE MATRIZ

ACIDIFICAÇÃO DE MATRIZ Operação sem Sonda em Poço Injetor Programa Nº 1418/01 Poço 7-CAM-780-RN Formação Zona

Operação sem Sonda

em Poço Injetor

Programa Nº 1418/01 Poço 7-CAM-780-RN

Formação Zona MOII

Açu

Intervalo Canhoneado:

596,0 a 598,0 m

1. HISTÓRICO

Poço equipado duplo. Injeta água na zona MOII ( coluna superior), no intervalo 596,0 a 598,0 m e produz na coluna inferior na zona Açu190, intervalo 690 a 693 m .

2. OBJETIVO Realizar ácido na zona MOII ( coluna superior). Cota esperada:60 m3/dia, Pressão 60 Kgf/cm2.
2. OBJETIVO
2. OBJETIVO

Realizar ácido na zona MOII ( coluna superior).

Cota esperada:60 m3/dia, Pressão 60 Kgf/cm2.

3. OBSERVAÇÕES

  • 3.1- Reiniciar

a

injeção

de

água

imediatamente

após

acidificação, no caso de poço produtor de óleo realizar

imediatamente pistoneio, ou gás-lift, ou nitrogênio para

limpeza do poço. 3.2- Monitorar quando possível a pressão na coluna e no anular.

3.3- H 2 S ==> Não consta presença de H2S neste poço. 3.4- Realizar teste de Injetividade antes e após a acidificação:

T. I. Antes T. I. Depois

Água de Injeção 1.000 gal Água de Injeção 1.000 gal

Pcab = 60 Kgf/cm 2 Pcab = 60 Kgf/cm 2

Penetração do ácido

0,60 m

........................

395 gal de HCl a 15% 530 gal de HCl 12% + HF 1,5%

4. TRATAMENTO

Penetração do ácido 0,60 m ........................ 395 gal de HCl a 15% 530 gal de HCl

Pre-Flush

Tratamento

Over-Flush

.........................340

Deslocamento

....................477

gal de Água Injeção gal Água Injeção

Pressões Máximas na Cabeça Obs: A pressão máxima na cabeça será limitada pelos equipamentos de superfície.

Pre-Flush

853

psi

Tratamento

859

psi

Over-Flush

916

psi

Deslocamento

916

psi

5. COMPOSIÇÃO PARA 1000 GAL. * Pre-Flush ......................... HCl 33% Ultrawet Policor H250 Ác. Cítrico Clatrol
5. COMPOSIÇÃO PARA 1000 GAL.
* Pre-Flush
.........................
HCl 33%
Ultrawet
Policor H250
Ác. Cítrico
Clatrol III
............................
HCl a 15%
418 gal
1
gal
2
gal
30
lb
1
gal

* Tratamento HCl 12% + HF 1,5%

HCl 33% Ultrawet

............................

1

377 gal gal

Policor H250

2

gal

Ác. Cítrico

30

lb

Clatrol III

1

gal

ABF * Over-Flush Água Injeção

376

lb

7. CUSTOS Tempo de Bombeio = 9 horas Tempo de Operação = 1 dia Distância =
7. CUSTOS Tempo de Bombeio = 9 horas Tempo de Operação = 1 dia Distância =

7. CUSTOS

Tempo de Bombeio =

 

9 horas

Tempo de Operação

=

1 dia

Distância

=

60 Km

Taxa:

1 US$ / R$

=

2,00

Custo de Serviço

US$ 10.495,90

89,15 %

Custo Produto Químico

US$

877,43

7,45

%

Custo Sonda/Apoio

US$

400,00

3,40

%

Total

US$ 11.773,33