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Composição

O QUE É COMPOSIÇÃO?
Composição musical é antes
de qualquer coisa organizar e criar
relações sonoras com fins a suscitar
ou expressar algo. É, até certo ponto,
dizer algo por meio de sons, mas que
envolve indubitavelmente
a criatividade ou uma dimensão de
inovação, uma máxima e imperativa
relação daquilo que é criativo está
diretamente relacionado ao seu
conhecimento prévio dos “materiais
sonoros” em que irá emprega-los em
sua obra.
O QUE É COMPOSIÇÃO?
Música é segundo Oswaldo Lacerda
.... é a arte dos sons, nos quais possuem quatro
propriedades básicas :
- Duração, relações do tempo de produção do som;
- Intensidade, a propriedade de o som ser: mais
fraco ou forte;
- Altura, a propriedade de o som ser: mais grave
ou agudo.
- Timbre, é qualidade do som gerado, com suas
peculiaridades, permitindo-o ser identificado, como sendo
de uma flauta ou de um trompete, de uma guitarra ou de
um piano.”
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
MÚSICA OCIDENTAL RECENTE –
DA RENASCENÇA AO SÉCULO XXI

O Modalismo
O Tonalismo
- Música vocal, polifonia vocal, recitativos, coro, e etc...
- Música instrumental, polifonia instrumental, continuo, e etc...
- Contraponto, imitação, variações, fuga, e etc..
O Pós-tonal
- Serialismo
- Música espectral
- Música minimalista
- Música concreta
- Música acusmática
- Música aleatória ...
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Os compositores dispõem de vários
recursos rítmicos e melódicos, uma espécie
de truques da profissão, usados geralmente
para dar mais interesse às peças, o intuito às
vezes é de estendê-las ou reduzi-las, variar
com a mesma idéia central, acelerar o ritmo
ou mesmo decorar uma melodia.
Uma técnica de construção
melódica é a ornamentação ou decoração da
melodia principal com notas “extras”,
criando novos elementos e variando-os na
sua criação.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Ocorre quando há repetição literal de todos os
parâmetros musicais
duração – andamento, métrica, rítmica; altura – melodia,
harmonia, contraponto;
intensidade – dinâmica, intensidades fixas, acentos;
sonoridade – instrumentação, textura, articulação.
Geralmente e em muitos casos, ocorre uma repetição literal de
todos os elementos, indicada pelo sinal de ritornello.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Repetição : trata-se da repetição sucessiva dos mesmos desenhos rítmicos ou


melódicos de um “ tema”.

Áudio
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Inversão : quando um “tema” ou frase de maneira organizada gera


uma linha ou uma sequência e esta é invertida com suas caraterísticas,
criando um sequência invertida como se fosse do “ avesso” ou escrita ao
“contrário”, os intervalos ascendentes tornam-se descendente, os
descendentes ficam ascendentes.

Áudio
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Retrogradação : a partir de uma melodia criada, pensaremos nas
nota como um serie ou ordem onde as quais são executadas e a
“Retrogradação” passa as ser a ordem inversa ou seja o inicio passa ser a
ultima e a ultima a primeira, o mesmo que escreve-la de traz pra frente,
considerando que a Retrogradação pode ser rítmica ou melódica.

Áudio retrogradação melódica Áudio Retrogradação rítmica


TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Retrogrado da inversão : Entendendo os conceitos já apresentados,
fazemos no material uma inversão e aplicamos a este resultado um
Retrogradação.

Áudio
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
TRANSPOSIÇÃO
consiste na repetição da célula melódica em altura distinta.
NA TRANSPOSIÇÃO TONAL mantém-se os intervalos
quanto à distância (2ª, 3ª, etc.), mas não quanto à sua
constituição de tons e semitons (m, M, J), para adaptar a linha
melódica à tonalidade.
Quando se mantém todas as qualidades do intervalo
(distância e constituição), chama-se de TRANSPOSIÇÃO REAL.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Transposição Real

Áudio
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Transposição Tonal

Áudio
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Aumentação : a melodia passa ser “alargada” por meio de notas mais longas,
que me efeito prático gera uma diminuição de andamento, chamamos de
“aumentação melódica ou rallentando escrito” em muitos exemplo do ponto
de vista práticos temos as “hemiolas”.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Diminuição : A melodia passa ser diminuída, onde figura de ritmos dão lugar a
outras mais rápidas, gerando um acellerando, ao que chamamos de
diminuição melódica ou aceleração escrita.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Expansão intervalares: Os intervalos da melodia são expandidos seguindo um


padrão aplicado a todos por exemplo uma adição intervalar de 2 semitons em
todos os intervalos ou mesmo os acréscimo de intervalos –quando intervalos
são acrescentados a um padrão melódico original
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Construção de uma melodia e compondo através de
técnicas outras variações desta melodia ou motivo.

Retração intervalares: Os intervalos da melodia são retraídos seguindo um


padrão aplicado a todos por exemplo uma diminuição intervalar de 1 semiton
em todos os intervalos, ou compressão intervalar – onde repetição de uma
célula melódica em que os intervalos são comprimidos, ou seja, sua distância
é diminuída (ex 3.2k). Por exemplo, um arpejo dó-mi-sol (3ª+3ª) pode ser
comprimido a um padrão escalar dó-ré-mi (2ª+2ª). Na compressão intervalar
não é necessário haver padronização nos intervalos comprimidos: o arpejo dó-
mi-sol-dó (3ªM+3ªm+4ªJ) pode ser comprimido em dó-ré-mi-fá
(2ªM+2ªM+2ªm).
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Temos ainda a construção de uma melodia através de
outras técnicas :
ACRÉSCIMO DE INTERVALOS – ocorre quando intervalos são acrescentados a
um padrão melódico original.

OMISSÃO DE INTERVALOS – ocorre quando são excluídos intervalos de um


padrão melódico original

PERMUTAÇÃO (INTERVERSÃO) – ocorre quando a variação é obtida por meio da


mudança da ordem original das notas . O arpejo dó-mi-sol poderia ser permutado para
dó-solmi, mi-sol-dó, mi-dó-sol, sol-dó-mi ou sol-mi-dó.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NA HARMONIA:

SUBSTITUIÇÃO DE ACORDES – ocorre quando a harmonia original é


substituída por outra, expandida vertical ou horizontalmente.
A “sequência” harmônica C–F–G7–C pode ser substituída por C–Dm–
Bº–Am, expandida verticalmente por C7M(9)–F6–G7(13)–C6, ou
expandida horizontalmente por C–C7–F–F#º–G7–G7(9)–C(4sus)–C.

MUDANÇA DE MODO – é a repetição de um tema ou segmento musical no


modo homônimo, ou no tom relativo, do original.

MODULAÇÃO – consiste na repetição de um tema ou trecho musical em outra


tonalidade.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NO CONTRAPONTO:

TROCA DE FUNÇÕES – consiste na mudança das funções originais das vozes.


Ocorre, por exemplo, quando a melodia principal passa para o baixo e as vozes
superiores realizam o acompanhamento. Na música polifônica é característico
o contraponto invertido (ou contraponto duplo) em que as vozes mudam de
função constantemente.
ESPÉCIES DE CONTRAPONTO – consiste na utilização das espécies de
contraponto para gerar variedade ou apresentar o tema sob um novo ponto
de vista.
IMITAÇÃO – ocorre quando há utilização de imitações localizadas. A utilização
de imitação local intensifica o contraponto, podendo gerar desenvolvimento.
ORNAMENTAÇÃO NAS VOZES SECUNDÁRIAS – ocorre quando as vozes que
não apresentam a melodia principal são ornamentadas por meio de notas de
passagem, suspensões, apojaturas, etc.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NO ANDAMENTO:

VARIAÇÕES AGÓGICAS – são as variações gradativas de andamento,


como accelerando ou rallentando.

MUDANÇA ABRUPTA DE ANDAMENTO – consiste em mudar de


andamento sem preparação.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NO METRO:

MUDANÇA DE COMPASSO – ocorre quando o mesmo segmento musical


é adaptado a outra fórmula de compasso.

DESLOCAMENTO MÉTRICO – consiste em repetir a mesma seqüência de


alturas e/ou ritmo em outra posição métrica, ou seja, as notas são deslocadas
no compasso.

DESLOCAMENTOS DA ACENTUAÇÃO – são deslocamentos da


acentuação métrica convencional por meio de síncopes, contratempos ou
hemiola.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
AUMENTAÇÃO RÍTMICA – ocorre quando determinado segmento é
repetido com os valores rítmicos aumentados. A aumentação pode ser com os
valores dobrados, triplicados, quadruplicados, etc.

DIMINUIÇÃO RÍTMICA – é a repetição de um trecho com os valores


rítmicos diminuídos.
Pode haver diminuição dos valores à metade, à terça parte, à quarta parte,
etc. Aplicar uma diminuição à metade dos valores ao segmento rítmico
supracitado resultaria em:

DESDOBRAMENTO RÍTMICO – consiste na divisão dos valores rítmicos


de determinado trecho musical. Um exemplo típico de desdobramento na
música popular brasileira ocorre na canção Luar do Sertão.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS

RETRÓGRADO RÍTMICO – ocorre quando os valores rítmicos são


executados de trás para a frente.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Desdobramento rítmico
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
NO PARÂMETRO INTENSIDADE:

MUDANÇAS GRADATIVAS DE INTENSIDADE – consistem em


crescendos e diminuindos de intensidade, que servem para preparar
segmentos com intensidade diversa.

MUDANÇA ABRUPTA DE INTENSIDADE – consiste no contraste entre


intensidades distintas, sem preparação. Este é o caso dos efeitos de eco –
repetição do mesmo padrão em: forte piano – na música barrroca.

DESLOCAMENTOS DA ACENTUAÇÃO – são acentos ‘artificiais’ que


enfatizam tempos que são geralmente secundários na métrica convencional.
São sempre indicados pelo sinal: > sobre ou sob o corpo da nota.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
NO PARÂMETRO TIMBRE (SONORIDADE):
VARIAÇÕES NA INSTRUMENTAÇÃO:

SUBSTITUIÇÃO DE INSTRUMENTO – ocorre quando uma melodia é tocada,


inicialmente, por um instrumento e, posteriormente, por outro, gerando
mudança de sonoridade.

TROCA DAS FUNÇÕES DOS INSTRUMENTOS – consiste na repetição de um


segmento musical com os instrumentos realizando diferentes funções das
exercidas na primeira vez. Em um quarteto de cordas, a apresentação de um
tema pode ser realizada com o primeiro violino realizando a melodia principal,
o segundo e a viola realizam algum padrão de acompanhamento e o violoncelo, o
baixo. Em uma variação posterior, a viola poderia realizar o tema e os dois violinos, o
acompanhamento.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
NO PARÂMETRO TIMBRE (SONORIDADE):

ACRÉSCIMO DE INSTRUMENTOS – este é um recurso característico de orquestração


quando o compositor deseja criar um adensamento vertical da sonoridade.

OMISSÃO DE INSTRUMENTOS – este procedimento gera maior rarefação da densidade


vertical.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NA TEXTURA:

Textura é a forma como o tecido sonoro se entrelaça, através da combinação entre as


diversas partes que soam simultaneamente, gerando a sonoridade de um segmento
musical.

Os principais tipos de textura musical são:

MONOFONIA – é a textura musical constituída por somente um elemento, uma única


linha melódica.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NA TEXTURA:
POLIFONIA – é a superposição de diversas linhas melódicas independentes entre si.
A principal técnica de escrita polifônica é a imitação. Neste tipo de textura, o
contraponto está em evidência.

HOMOFONIA – é o resultado da superposição de linhas melódicas interdependentes


que formam um todo coeso e homogêneo. Este tipo de textura coloca em primeiro
plano a harmonia.

MELODIA ACOMPANHADA – é um tipo de homofonia em que a melodia se destaca do


acompanhamento, seja pelo timbre (violino e piano), pela figuração rítmica, pelo
registro ou pela utilização de padrões típicos de acompanhamento (basso di Alberti).
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
VARIAÇÕES NA ARTICULAÇÃO:
DIFERENTES TIPOS DE ATAQUE – são as repetições de um trecho
musical com diferentes ataques (tenuto, martelato, sfz, etc.).
mudança de fraseado – consiste na repetição de um segmento melódico com
diferente fraseado (legato, non legato, staccato, etc.).

DIFERENTES SONORIDADES DO MESMO INSTRUMENTO – através


da utilização de vibrato, tremolo, sul ponticello, sul tasto, col pedale, senza
pedale, una corda, etc.
TÉCNICAS COMPOSICIONAIS
Deveríamos mas não vamos falar das técnicas de:
Desenvolvimento que ocorre quando há um processo gradativo de elaboração
de um motivo ou de um tema. Os procedimentos mais comuns para a
realização de desenvolvimento motívico e temático são: fragmentação,
seqüenciação, modulação e intensificação do contraponto.

Transformação que ocorre quando uma idéia musical sofre variações tão
profundas que se transforma em outra estrutura. Os elementos
determinantes da transformação são a mudança de caráter expressivo, de
função, de forma, de estilo, de gênero, de textura e de instrumentação.
As duas últimas caracterizarão uma variação ou uma transformação
dependendo do grau de modificação que ocorre na estrutura original, ou seu
significado.
Aprenda:
O que é composição?
Técnicas composicionais
(Construções rítmicas, melódicas, harmônicas, estilos e gêneros
musicais )
O que é arranjo, adaptação, transcrição e orquestração?
Processos de produções musical, Laboratório de criação musical.
O que aprender para fazer bons trabalhos:
Recursos tecnológicos, conhecimentos e habilidades fundamentais, o
mercado de trabalho.