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O FEEDBACK NA COMUNICAÇÃO

Circunstâncias que podem conduzir um indivíduo a adquirir uma má


auto-estima:
quando na sua família não lhe dão a atenção devida, o
Reprimem na expressão dos seus pontos de vista e das suas
emoções
quando é preterido, injustificadamente, em relação a outros
irmãos
quando os progenitores prestam atenção ao que faz de
errado e nunca valorizam o que faz bem feito
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AUTO-ESTIMA DEFICIENTE
Tem dificuldade em lidar com as circunstâncias do dia-a-dia
Reage mal a críticas
Mostra-se perturbado quando o rejeitam
Falta de confiança nas ideias próprias
Falta de respeito por si mesmo
Adopta uma atitude passiva perante a vida
Sente-se inferior quando se compara com os outros
Tem a tendência a atribuir o êxito a factores externos (como a
sorte ou o acaso) e o fracasso a factores internos (como as
aptidões pessoais)
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O facto de uma interacção resultar satisfatória depende de nos


sentirmos valorizados e respeitados e isto, por sua vez, não
depende tanto dos outros, mas do facto de possuirmos uma série de
competências para responder correctamente a uma série de
convicções ou esquemas mentais que nos façam sentir bem connosco
próprios.
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Tem dificuldade em lidar com as circunstâncias do dia-a-dia


Reage mal a críticas
Mostra-se perturbado quando o rejeitam
Busca a segurança naquilo que conhece
Baixa resistência diante da vida e suas adversidades
Adopta uma atitude passiva perante a vida
Sente-se inferior quando se compara com os outros
Tem a tendência a atribuir o êxito a factores externos (como a
sorte ou o acaso) e o fracasso a factores internos (como as
aptidões pessoais)
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POR QUE PRECISAMOS DE AUTO-ESTIMA


Fornece resistência diante das dificuldades
Força
Capacidade de regeneração
Dá energia e motivação
Permite sentir prazer e satisfação diante das nossas realizações
Busca o estímulo de metas desafiadoras
Permite criar relacionamentos que nos alimentam
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática de viver conscientemente
Participar intensamente naquilo que fazemos
Buscar e estar totalmente aberto a qualquer informação,
conhecimento ou feedback que afiirme os nossos valores, metas e
planos
Buscar e compreender não apenas o mundo à nossa volta, mas
também o nosso mundo interior, para não agir inconscientemente
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática da auto-aceitação
Disposição de admitir, experimentar e assumir a responsabilidade
por nossos pensamentos, sentimentos e acções, sem fugir, negar ou
refutar
Analisar as nossas acções sem necessáriamente apreciá-las, aprová-
las ou justificá-las
Aceitação do eu como ele é evitará que noos comportemos como se
estivessemos sendo julgados
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática do senso de responsabilidade
Consiste em perceber que somos autores das nossas escolhas e
acções; que cada um de nós é responsável pela própria vida, pelo
próprio bem estar e pela realização das nossas metas
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BAIXA ALTA
AUTO-ESTIMA AUTO-ESTIMA

metas Busca a segurança do que é Busca metas desafiadoras


conhecido e não exigente Resposta às oportunidades de
Subestimam ou maneira mais rica e apropriada
superestimam as suas Avaliam as suas capacidades de
capacidades maneira realista
Relação Acomodação frente à falta Respeito pelos outros
com os de cortesia, desrespeito, Respeito
outros abuso e exploração dos Benevolência
outros
Boa vontade
equanimidade
comunicaç Nebulosas, evasivas e Aberta honesta e adequadas
ão impróprias devido à Atracção de pessoas também
incerteza dos nossos com boa auto-estima
próprios pensamentos e
sentimentos e devido à
ansiedade diante da reacção
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática da auto-afirmação
Ser autêntico nas relações interpessoais
Respeitar os próprios valores e as outras pessoas em contextos
sociais
Recusar camuflar a realidade de quem somos ou do que gostamos
para evitar a desaprovação do outro
Disposição a defender a si mesmo e suas ideias de maneira
apropriada
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática de viver objectivamente
Estabelecer os nossos objectivos ou planos de curto e longo prazo e
as providências necessárias para concretizá-los, organizar o
comportamento em função desses objectivos.
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RAÍZES DA AUTO-ESTIMA
A prática da integridade pessoal
É como viver coerentemente com os nossos conhecimentos, palavras
e actos;
É dizer a verdade, honrar os nossos compromissos e servir de
exemploo dos valores que declaramos admirar
Tratar os outros de maneira justa e benevolente
Quando traímos os nossos valores, traímos as nossas próprias
mentes e a auto-estima é inevitavelemente prejudicada.
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A pessoa não-assertiva não defende os direitos e interesses


pessoais. Respeita os outros, mas não se respeita a si mesma.
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Comportamento exterior
Volume de voz baixa, fala pouco fluída, bloqueios, gaguez,
hesitações, silêncios.
Evita o contacto ocular, olhos baixos, rosto tenso ,dentes cerrados
ou lábios trémulos, mãos nervosas, onicofagia, postura hirta ou
incómoda.
Insegurança em saber o que fazer e dizer
Frequentes queixas a terceiros
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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


Racionalismo
Busca respeitar os factos
Busca a verdade dos factos
Reflecte sobre os factos
Seu guia é a lei da não-contradição – nada pode sere verdadeiro e
não-verdadeiro

Realismo
Respeito pelo factos
Lidar com os desafios da vida, fazendo a distinção entre o real e o
irreal
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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


Intuição
Uso adequado das emoções

Criatividade
Mente menos subserviente ao sistema de crenças dos outros
São mais auto-suficientes
Podem aprender com os outros ou inspirar-se neles
Mas valorizam os próprios pensamentos e as próprias percepções
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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


Independência
A prática de pensar por si mesmo
Prática de assumir toda a responsabilidade pela própria existência
Flexibilidade
Capacidade de reagir às mudanças sem apegos inadequados ao
passado
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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


Capacidade para enfrentar mudanças

Disponibilidade para admitir (e corrigir) erros


Forte orientação pela realidade
Os factos são prioritários em relação às crenças
A verdade tem muito mais valor do que estar certo

Benevolência e cooperação
Se centrado em mim mesmo, se estou seguro dos meus limites,
confiante em meu direito de dizer “sim” e “não” quando quero, a
benevolência será consequência natural
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FONTES INTERIORES DA AUTO-ESTIMA


Racionalismo
Intuição
Criatividade
Independência
Flexibilidade
Capacidade de enfrentar desafios
Disponibilidade para admitir (e corrigir) erros
Benevolência
Cooperação
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Padrões de comportamento
Consideram que desta forma evitam incomodar ou ofender os
outros. São pessoas “sacrificadas”
“é necessário ser querido e apreciado por toda a gente”
Sensação constante de ser incompreendido, manipulado, ignorado
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Sentimentos e emoções
Impotência
Muita energia mental e pouca exterior
Acessos repentinos
Sentimentos de culpabilidade
Fraca auto-estima
Desonestidade emocional
Ansiedade
Frustração
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REPERCUSSÕES NOS OUTROS


Perda de apreço das outras pessoas
Falta de respeito dos outros
Faz com que os outros se sintam culpados ou superiores
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A PESSOA AGRESSIVA
Comportamento exterior
Volume de voz elevado, expressões cortantes
Interrupções
Recurso a insultos e a ameaças
Olhar desafiador
Rosto tenso, mãos crispadas
Postura invasiva do espaço do outro
Tendência para o contra-ataque
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A PESSOA AGRESSIVA
Sentimentos e emoções
Ansiedade crescente
Solidão, sensação de incompreensão, culpa, frustração
Fraca auto-estima
Sensação de falta de controlo
Irritação cada vez mais permanente e que se estende a cada vez
mais pessoas e situações
Honestidade emocional
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A PESSOA AGRESSIVA
Consequências resultantes
Rejeição ou fuga por parte dos outros
Comportamento em círculo vicioso
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A PESSOA AGRESSIVA
Origem do comportamento
É uma forma de defesa de quem se sente excessivamente vulnerável
perante os “ataques” dos outros
Falta de competência para enfrentar situações de tensão
Padrão de comportamento rígido
Convicções muito radicais
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A PESSOA ASSERTIVA
Comportamento exterior
Maneira de falar fluída
Segurança
Ausência de bloqueios e de gaguez
Contacto ocular directo, mas não desafiador
Relaxamento corporal
Comodidade de postura
Expressão de sentimentos tanto positivos como negativos
Defesa sem agressão
Capacidade de falar dos gostos e interesses próprios
Capacidade de discordar abertamente
Capacidade de pedir esclarecimentos
Dizer “não”
Saber aceitar erros
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A PESSOA ASSERTIVA
Padrões de pensamento
Conhecem e acreditam nos seus próprios direitos e nos dos outros
As suas convicções são geralmente “racionais”

Sentimentos e emoções
Auto-estima saudável, não se sentem superiores ou inferiores aos
outros
Satisfação nos relacionamentos, respeito por si próprio
Sensação de controlo emocional
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A PESSOA ASSERTIVA
Consequências nos outros
Refreiam ou desarmam quem os atacar
Esclarecem equívocos
Os outros sentem-se respeitados e valorizados
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COMPONENTES NÃO VERBAIS DA COMUNICAÇÃO
ASSERTIVA
Olhar
Os sujeitos assertivos olham mais enquanto falam do que os sujeitos
pouco assertivos.

Reciprocidade equilibrada entre o emissor e o receptor, variando a


fixação do olhar conforme se esteja a falar (40%) ou a ouvir (70%)

Expressão facial
Revela o estado emocional de uma pessoa, ainda que esta possa
tentar ocutá-lo
Fornece continuamente informação sobre se o outro está a
compreender a mensagem, se está surpreeendido, de acordo, em
desacordo,... Em relação àquilo que se está a dizer
Indica atitudes face às outras pessoas
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A POSTURA CORPORAL
Existem 4 tipos básicos de postura:
Postura de aproximação
Postura de afastamento
Postura erecta
Postura contraída

A pessoa assertiva adoptará geralmente uma posição próxima e


erecta, olhando de frente para a outra pessoa.
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SINAIS VOCAIS PARALINGUÍSTICOS
Volume
Tom
Fluidez
Clareza e velocidade
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PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE ASSERTIVIDADE
Castigo sistemático dos comportamentos assertivos
Insuficiência de reforço relativamente aos comportamentos
assertivos
A pessoa não aprendeu a valorizar o reforço social
A pessoa obtém maior reforço atrevés dos comportamentos não
assertivos
A pessoa não sabe discriminar adequadamente as situações em que
deve emitir uma resposta concreta
OS ELEMENTOS-CHAVE NO PROCESSO DE 35
COMUNICAÇÃO

A fonte e a codificação da mensagem


Encontros face-a-face
O canal Os contactos telefónicos
Memorandos
As cartas
O correio electrónico

A comunicação recebida
Repetição da mensagem por parte do receptor
O feedback Interrogação final do receptor pelo emissor
Interrogação do emissor pelo receptor
Os sinais não verbais emitidos pelo receptor

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