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Questão 01)

Do romance Iracema, de José de Alencar, NÃO É CORRETO afirmar que

a) apresenta características temáticas e estilísticas que fazem dele um legítimo


representante da estética romântica brasileira.
b) é um romance indianista e forma, na prosa de Alencar, uma trilogia
constituída, também, pelos romances O Guarani e Ubirajara.
c) revela uma linguagem extremamente poética, caracterizada, principalmente,
pela presença expressiva das comparações.
d) é um romance histórico, visto que tanto se refere à fundação do estado do
Ceará, quanto alegoriza na imagem de Pindorama, o sentimento da
nacionalidade brasileira.
Questão 01)

Do romance Iracema, de José de Alencar, NÃO É CORRETO afirmar que

a) apresenta características temáticas e estilísticas que fazem dele um legítimo


representante da estética romântica brasileira.
b) é um romance indianista e forma, na prosa de Alencar, uma trilogia
constituída, também, pelos romances O Guarani e Ubirajara.
c) revela uma linguagem extremamente poética, caracterizada, principalmente,
pela presença expressiva das comparações.
d) é um romance histórico, visto que tanto se refere à fundação do estado do
Ceará, quanto alegoriza na imagem de Pindorama, o sentimento da
nacionalidade brasileira.

Gab: D
TEXTO: 1 - Comum à questão: 2

Muitos guerreiros de sua raça acompanharam o chefe branco, para fundar com ele
a mairi dos cristãos. Veio também um sacerdote de sua religião, de negras vestes,
para plantar a cruz na terra selvagem.
Poti foi o primeiro que ajoelhou aos pés do sagrado lenho; não sofria ele que nada
mais o separasse de seu irmão branco. Deviam ter ambos um só deus, como
tinham um só coração.
Ele recebeu com o batismo o nome do santo, cujo era o dia; e o do rei, a quem ia
servir, e sobre os dois o seu, na língua dos novos irmãos.
(José de Alencar. Iracema. São Paulo: Moderna, 1993. p. 83)
Questão 02)

Assiste-se, nesse trecho final do romance Iracema,

a) à conversão religiosa do guerreiro Martim, para a qual o estimulou a


morte de sua amada.
b) à consumação de um dos objetivos da colonização portuguesa, que é a
conversão do gentio.
c) a um pacto de fiel amizade entre dois guerreiros, até então ferozes
inimigos.
d) ao tardio batismo de Martim, na preparação para o seu retorno à pátria
portuguesa.
e) à missa em que se celebra, por meio dos chefes, a conciliação entre
tabajaras e tupinambás.
Questão 02)

Assiste-se, nesse trecho final do romance Iracema,

a) à conversão religiosa do guerreiro Martim, para a qual o estimulou a


morte de sua amada.
b) à consumação de um dos objetivos da colonização portuguesa, que é a
conversão do gentio.
c) a um pacto de fiel amizade entre dois guerreiros, até então ferozes
inimigos.
d) ao tardio batismo de Martim, na preparação para o seu retorno à pátria
portuguesa.
e) à missa em que se celebra, por meio dos chefes, a conciliação entre
tabajaras e tupinambás.

Gab: B
Questão 03)

O cotidiano da vida burguesa está no centro de muitos romances do século XIX brasileiro. Não por
acaso, a tensão entre amor e interesse,
a) vista como espelhamento da relação entre matrimônio e patrimônio, é explorada por José de
Alencar em Senhora.
b) dada como definitivamente inconciliável, projeta-se no casal de protagonistas de O guarani, de
José de Alencar.
c) embora superada no final do romance, é o fio condutor da relação entre Bentinho e Capitu, em
D. Casmurro, de Machado de Assis.
d)vista como submissão inapelável do valor do patrimônio à pureza do matrimônio, é explorada em
O Ateneu, de Raul Pompeia.
e) dada como plenamente conciliável, está no centro das ações desenvolvidas em O cortiço,
obra-prima de Aluísio Azevedo.
Questão 03)

O cotidiano da vida burguesa está no centro de muitos romances do século XIX brasileiro. Não por
acaso, a tensão entre amor e interesse,
a) vista como espelhamento da relação entre matrimônio e patrimônio, é explorada por José de
Alencar em Senhora.
b) dada como definitivamente inconciliável, projeta-se no casal de protagonistas de O guarani, de
José de Alencar.
c) embora superada no final do romance, é o fio condutor da relação entre Bentinho e Capitu, em
D. Casmurro, de Machado de Assis.
d)vista como submissão inapelável do valor do patrimônio à pureza do matrimônio, é explorada em
O Ateneu, de Raul Pompeia.
e) dada como plenamente conciliável, está no centro das ações desenvolvidas em O cortiço,
obra-prima de Aluísio Azevedo.

Gab: A
Questão 04)

Leia o comentário abaixo.

O Romantismo coincidiu com a afirmação do Brasil como nação e identificou-se com o modo de
ser e de sentir do povo brasileiro; converteu-se, de certa maneira, num estilo de vida e traduziu
muito da nossa individualidade e da nossa dimensão coletiva, sobretudo um marcante
sentimentalismo nacional.
PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de
Época na Literatura. 15.ed, São Paulo: Ática, 2002, p.230).
Assinale a alternativa em que não se aplica o comentário acima:

a) Como afirmação da nacionalidade, o Romantismo brasileiro fez do índio e sua civilização


um símbolo da independência espiritual, política, social e literária e o culto à natureza encontrou
campo propício na exuberante paisagem nacional.
b) A preocupação com a cor local despertou nos românticos não só o interesse pela cultura
indígena, mas também pelo estudo sobre o nosso folclore, ambos tomados como elementos de
substituição dos modelos clássicos tão valorizados pelo barroco e pelo arcadismo.
c) Os escritores românticos, preocupados em libertar a língua nacional das normas
clássicas dos escritores portugueses, deram ênfase à língua oral, instaurando, dessa forma, uma
língua literária brasileira.
d) Por força do ambiente e da conjuntura político-social do momento, os românticos
brasileiros conseguiram ultrapassar os riscos da mera adoção dos modelos importados e
conseguiram conferir marcas específicas à arte que aqui concretizaram.
e) Os românticos brasileiros ampliaram o público consumidor de romances, de poesia e de
teatro no país, ao contrário do que ocorreu nos períodos anteriores de nossa tradição literária.
Assinale a alternativa em que não se aplica o comentário acima:

a) Como afirmação da nacionalidade, o Romantismo brasileiro fez do índio e sua civilização


um símbolo da independência espiritual, política, social e literária e o culto à natureza encontrou
campo propício na exuberante paisagem nacional.
b) A preocupação com a cor local despertou nos românticos não só o interesse pela cultura
indígena, mas também pelo estudo sobre o nosso folclore, ambos tomados como elementos de
substituição dos modelos clássicos tão valorizados pelo barroco e pelo arcadismo.
c) Os escritores românticos, preocupados em libertar a língua nacional das normas
clássicas dos escritores portugueses, deram ênfase à língua oral, instaurando, dessa forma, uma
língua literária brasileira.
d) Por força do ambiente e da conjuntura político-social do momento, os românticos
brasileiros conseguiram ultrapassar os riscos da mera adoção dos modelos importados e
conseguiram conferir marcas específicas à arte que aqui concretizaram.
e) Os românticos brasileiros ampliaram o público consumidor de romances, de poesia e de
teatro no país, ao contrário do que ocorreu nos períodos anteriores de nossa tradição literária.

Gab: E
Questão 05)

Em relação a Cirino, personagem da obra Inocência, de Visconde de Taunay, é correto o que se


afirma em:

a) “Homem já de alguma idade, o recém chegado era gordo, de compleição sanguínea,


rosto expressivo e franco. Trajava à mineira e parecia, como realmente era, morador daquela
localidade.”
b) Aprendeu a receitar e passou a fazer excursões pelo interior, medicando as pessoas,
utilizando-se “de alguns conhecimentos de valor positivo, outros que a experiência lhe ia indicando
ou que a voz do povo e a superstição ministravam”.
c) Padrinho de Inocência, morava “para lá das Parnaíbas, já nos terrenos Gerais”.
d) Depois de descobrir uma nova espécie de borboleta e denominá-la Papilio Innocentia, em
homenagem à beleza de Inocência, continua a sua viagem.
Questão 05)

Em relação a Cirino, personagem da obra Inocência, de Visconde de Taunay, é correto o que se


afirma em:

a) “Homem já de alguma idade, o recém chegado era gordo, de compleição sanguínea,


rosto expressivo e franco. Trajava à mineira e parecia, como realmente era, morador daquela
localidade.”
b) Aprendeu a receitar e passou a fazer excursões pelo interior, medicando as pessoas,
utilizando-se “de alguns conhecimentos de valor positivo, outros que a experiência lhe ia indicando
ou que a voz do povo e a superstição ministravam”.
c) Padrinho de Inocência, morava “para lá das Parnaíbas, já nos terrenos Gerais”.
d) Depois de descobrir uma nova espécie de borboleta e denominá-la Papilio Innocentia, em
homenagem à beleza de Inocência, continua a sua viagem.

Gab: B
Questão 06)

Considerando a produção literária de Joaquim Manuel de Macedo com foco em A Moreninha,


marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

a) Apesar de seus objetivos, confessadamente modestos, de escrever uma obra de puro


entretenimento, o autor acaba criando um painel da vida carioca de sua época.
b) Em A Moreninha, o autor comenta, ironicamente, a futilidade da vida social.
c) Embora A Moreninha tenha se constituído uma obra que marca a tendência romântica e o
condicionamento pelo gosto popular, não é considerada, pela crítica, um romance, mas sim, uma
narrativa comum, recheada de passagens grotescas e vulgares.
d) O estilo de Joaquim Manuel de Macedo é despretensioso e ligeiro, impregnado de um
humor leve e sutil.
Questão 06)

Considerando a produção literária de Joaquim Manuel de Macedo com foco em A Moreninha,


marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

a) Apesar de seus objetivos, confessadamente modestos, de escrever uma obra de puro


entretenimento, o autor acaba criando um painel da vida carioca de sua época.
b) Em A Moreninha, o autor comenta, ironicamente, a futilidade da vida social.
c) Embora A Moreninha tenha se constituído uma obra que marca a tendência romântica e o
condicionamento pelo gosto popular, não é considerada, pela crítica, um romance, mas sim, uma
narrativa comum, recheada de passagens grotescas e vulgares.
d) O estilo de Joaquim Manuel de Macedo é despretensioso e ligeiro, impregnado de um
humor leve e sutil.

Gab: VVFV
Questão 07)

A respeito de Joaquim Manoel de Macedo, leia as alternativas abaixo e marque (V) para as
verdadeiras e (F) para as falsas.

a) Joaquim Manoel de Macedo foi, por excelência, o escritor da classe média carioca, em
oposição a aristocracia rural.
b) Macedo apresentou um esquema de romances românticos pautado pela descrição de
costumes da sociedade carioca, suas festas e tradições, o que contrariou esta classe social pela
linguagem rebuscada, trama finalizado pela marcação do ódio e sentimentos confusos.
c) Joaquim Manoel de Macedo marcou o início do movimento romântico, no Brasil, com a
obra A Moreninha.
d) A ideologia romântica apresentada por Macedo deixou de contemplar a relação amor/final
feliz face à carga trágica apontada como desfecho, o que contrariou o leitor da época.
Questão 07)

A respeito de Joaquim Manoel de Macedo, leia as alternativas abaixo e marque (V) para as
verdadeiras e (F) para as falsas.

a) Joaquim Manoel de Macedo foi, por excelência, o escritor da classe média carioca, em
oposição a aristocracia rural.
b) Macedo apresentou um esquema de romances românticos pautado pela descrição de
costumes da sociedade carioca, suas festas e tradições, o que contrariou esta classe social pela
linguagem rebuscada, trama finalizado pela marcação do ódio e sentimentos confusos.
c) Joaquim Manoel de Macedo marcou o início do movimento romântico, no Brasil, com a
obra A Moreninha.
d) A ideologia romântica apresentada por Macedo deixou de contemplar a relação amor/final
feliz face à carga trágica apontada como desfecho, o que contrariou o leitor da época.

Gab:VFFF
Questão 08) Leia o trecho do romance “O guarani”, de José de Alencar.

“A inundação crescia sempre; o leito do rio elevava-se gradualmente; as árvores pequenas


desapareciam; e a folhagem dos soberbos jacarandás sobrenadava já como grandes moitas de
arbustos.
A cúpula da palmeira, em que se achavam Peri e Cecília, parecia uma ilha de verdura banhando-
se nas águas da corrente; as palmas que se abriam formavam no centro um berço mimoso, onde
os dois amigos, estreitando-se, pediam ao céu para ambos uma só morte, pois uma só era a sua
vida.
Cecília esperava o seu último momento com a sublime resignação evangélica, que só dá a religião
do Cristo; morria feliz; Peri tinha confundido as suas almas na derradeira prece que expirara dos
seus lábios.
— Podemos morrer, meu amigo! disse ela com uma expressão sublime.”
O romance “O guarani”, exemplificado pelo trecho apresentado, é expressão de uma intenção
literária de José de Alencar. Discorra sobre isso, lembrando-se de abordagem a simbologia que há
na obra, estabelecida por meio da construção de personagens alegóricos como “Cecília” e “Peri”.
Considere os trechos que ilustram as figuras abaixo.

ROUSSEAU X HOBBES
O homem nasce bom, e a sociedade o estraga? Ou a
espécie humana não tem jeito?

—Na floresta, o homem era bom e vivia da natureza,


sem guerras. Até que alguém criou a propriedade
privada e a sociedade. Daí para a frente ficamos
competitivos e egoístas. Pelo menos é o que dizia
Jean-Jacques Rousseau.

—Thomas Hobbes acaba de vez com a luta: para ele, a


competição e a noção de que o mais forte vence são
inerentes à natureza humana. Desse modo, não
poderíamos ter criado um mundo sem brigas.
(Superinteresssante, julho de 2011. Adaptado)
O pensamento de Rousseau exerceu forte influência no ideário romântico, em especial,

a) na descrição das personagens em harmonia com o espaço, como se observa em: “


Um dia, ao pino do sol, Iracema repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a
sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite.”
b) na evasão na morte como solução radical, como em: “Eu deixo a vida como deixa o
tédio/Do deserto, o poento caminheiro.”
c) na exaltação do nacionalismo, como exemplificam os versos: “ Em cismar, sozinho à
noite,/ Mais prazer encontro eu lá;/ Minha terra tem palmeiras,/ Onde canta o sabiá.”
d) na supervalorização do amor, como a coisa mais importante da vida, como se
percebe em: “ Amava Simão uma vizinha, menina de quinze anos, rica herdeira,
regularmente bonita e bem-nascida. Da janela do seu quarto é que ele a vira a primeira vez
para amá-la sempre.”
e) na religiosidade manifestada pelo poeta, tal como em: “Amo-te, oh cruz, no vértice
firmada/ De esplêndidas igrejas;/ Amo-te quando à noite, sobre a campa,/ Junto de ciprestes
alvejas;”
O pensamento de Rousseau exerceu forte influência no ideário romântico, em especial,

a) na descrição das personagens em harmonia com o espaço, como se observa em: “


Um dia, ao pino do sol, Iracema repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a
sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite.”
b) na evasão na morte como solução radical, como em: “Eu deixo a vida como deixa o
tédio/Do deserto, o poento caminheiro.”
c) na exaltação do nacionalismo, como exemplificam os versos: “ Em cismar, sozinho à
noite,/ Mais prazer encontro eu lá;/ Minha terra tem palmeiras,/ Onde canta o sabiá.”
d) na supervalorização do amor, como a coisa mais importante da vida, como se
percebe em: “ Amava Simão uma vizinha, menina de quinze anos, rica herdeira,
regularmente bonita e bem-nascida. Da janela do seu quarto é que ele a vira a primeira vez
para amá-la sempre.”
e) na religiosidade manifestada pelo poeta, tal como em: “Amo-te, oh cruz, no vértice
firmada/ De esplêndidas igrejas;/ Amo-te quando à noite, sobre a campa,/ Junto de ciprestes
alvejas;”

Gab: A