Вы находитесь на странице: 1из 17

Prof. Carolina A.

Macedo
 OMS:
 Representa um dos quatro pilares que sustentam a qualidade de vida do
ser humano, associado ao direito à família, à saúde e ao trabalho.
 Atividade sexual faz parte da sexualidade e não é estável ou
homogênea, pode se modificar ao longo da vida...
 Depende do contexto sociocultural;
 Sigmound Freud:
 Sexualidade está presente desde o nascimento, é desenvolvida em fases e
continuamente sujeita à cultura;
 Identidade sexual ou de gênero;
 Região genital inclui função orgânica e aspectos da sexualidade.
Feminino/Masculino:
Modelo Linear de
Feminino (Basson, 2001)
Masters&Jhonson; Kaplan
Fatores orgânicos e psicológicos que interferem na função sexual.

• Fatores orgânicos:

Traumas físicos e sequelas cirúrgicas

Anomalias genéticas ou congênitas

Doenças agudas e crônicas

Drogas ilícitas

• Fatores psicogênicos:

Comportamentais: vivências destrutivas

Socioculturais: família, religião, crenças e tabus.


 Desordem de desejo,  Varia com:
excitação, orgasmo e/ou  Idade;
dor durante a atividade  Educação;
sexual;  Saúde física;
 Problema multifatorial:  Saúde emocional;
 20% - 76%;  Experiências Negativas!

 Estudo da Vida Sexual  Grande impacto na qualidade de


vida;
do Brasileiro:
 51,9% insatisfeitas!  Interfere nos relacionamentos
interpessoais.
 Desordem de Excitação
Classificadas baseados na:
Sexual;
 Classificação Internacional de
doenças (CID-10);  Desordem de Orgasmo;
 Manual de Descrição das  Desordens Sexuais
Doenças Psiquiátricas da Dolorosas:
Associação Americana de  Dispareunia;
Psiquiatria (DSM-IV);
 Vaginismo;
 Conferência Internacional de  Desordem de Dor Sexual não
Consenso sobre Disfunções associada ao Coito.
Sexuais Femininas (FSD).
 Quando Começou?
 Desordens de Desejo:
 Desordem de Desejo Sexual  Contexto?
Hipoativo;
 Etiologia?
 Desordem de Aversão Sexual.
 Transtorno Sexual Doloroso (TSD):
 “302.76 Transtorno de dor genitopélvica|penetração:
Dificuldades persistentes ou recorrentes em um ou mais dos
seguintes: penetração vaginal durante intercurso; dor pélvica ou
vulvovaginal intensa durante o intercurso ou tentativas de
penetração; intenso medo ou ansiedade a respeito de dor
pélvica ou vulvovaginal em antecipação, durante, ou como
resultado da penetração vaginal; intensa tensão da
musculatura do assoalho pélvico durante a tentativa de
penetração vaginal. Estes sintomas devem apresentar duração
superior a 6 meses e devem causar sofrimento pessoal
significativo.”
 Dispareunia, Vaginismo
 Desejo Sexual Hipoativo:
 Deficiência persistente ou recorrente (ou ausência) de
pensamentos/fantasias sexuais, e/ou do desejo, ou da receptividade
à atividade sexual;
 Desejo:
 Desencadeado por androgênios;
 Aumentado por pensamentos eróticos ou afetivos;
 Depende do estado de humor: TPM!
 Menopausa.
 Problemas orgânicos ou psicológicos;
 Monotonia no relacionamento?
 Desordem de Aversão Sexual:
 Aversão fóbica persistente ou recorrente;
 Fuga do contato sexual com parceria;
 Relacionamentos estáveis e duradouros:
 Falha na intimidade;
 Não há preliminares?
 Pós-menopausa:
 Ressecamento vaginal;
 Desconforto;
 Dispareunia;
 Perda da Libido.
 Sexo desagradável!
 Desordens da Excitação Sexual:
 Incapacidade persistente ou recorrente de se chegar e/ou manter
excitação sexual suficiente, levando a falta de excitação genital
(lubrificação/tumefação) ou de outras respostas somáticas;
 20% das mulheres em geral;
 50% na pós-menopausa;
 Redução da lubrificação vaginal é maior queixa;
 Parceria estimula adequadamente?
 Desordens Orgásticas:
 Dificuldade, demora ou ausência, persistente ou recorrente, de
obtenção de orgasmo após excitação e estimulação sexual
suficientes;
 25% das mulheres;
 Orgasmo:
 Reflexo sensório-motor  contrações involuntárias do músculo elevador
do ânus;
 Relação músculos superficiais.
 Raro ser de causa orgânica;
 Causas psicossociais;
 Procura pelo orgasmo!
Desordens Sexuais Dolorosas:

 Dispareunia: dor genital  Vaginismo: espasmo


recorrente ou persistente involuntário recorrente ou
associada à relação sexual; persistente da musculatura
do terço externo da vagina,
 Menopausa:
interfere na penetração e
 TRH? causa angústia;
 Redução de estrogênio;  Causa psicossocial.
 Vagina atrófica.
 Desordem de Dor Sexual não
 Longo período de inatividade associada ao Coito: dor
sexual; genital recorrente ou
 60% causa orgânica; persistente
 Disfunção erétil/disfunção de excitação:
 Ereção peniana insuficiente ou perda da ereção antes do momento
desejado.
 Distúrbio de ejaculação:
 Rápida: orgasmo e ejaculação antes da penetração.
 Retardada: retardo excessivo após intensas manobras excitatórias.
 Retrógrada: devido a alterações funcionais no trato urinário inferior.
 Ausente: ausência de ejaculação no orgasmo.
 Disfunção do desejo sexual/perda da libido.
 Disfunção orgásmica: retardo, redução ou ausência, após
excitação.
 Dispareunia masculina.
 Diagnóstico:
 Pode não ser a patologia principal e sim um sintoma de outros
problemas mais significativos que envolvam a pessoa, sua
parceria ou a relação como um todo.
 Obstrução ou frouxidão vaginal;
 Prolápsos;
 IUE, IUU e IUM;
 Ar vaginal;
 Dores musculoesqueléticas.
 Tratamento multidisciplinar
 Fisioterapia:
 Análise da Função Sexual;
 Postura física;
 Avaliação do AP.
 Tratamento Fisioterapêutico:
 Correções Articulares;
 Ultrassom;
 Biofeedback;
 Eletroestimulação;
 Dessensibilização vaginal e massagem perineal;
 Exercícios Sexuais.
MÚSCULOS SAUDÁVEIS
• CIRCULAÇÃO;
• INERVAÇÃO;
• SENSIBILIDADE;
• LUBRIFICAÇÃO;
• RELAXAMENTO MUSCULAR;
• FORÇA MUSCULAR;
• PRAZER.