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GESTÃO DE STRESS E GESTÃO

DE CONFLITOS

Formação Modular Financiada


25 Horas
Isabel Grazina
05-09-2012/21-09-2012
GESTÃO DE STRESS E GESTÃO
DE CONFLITOS
Objetivos :
No final deste curso os formandos deverão ser capazes de:
Desenvolver mecanismos de identificação de potenciais causas
de stress no local de trabalho.
Identificar e avaliar o grau de vulnerabilidade ao stress.
Elaborar um plano individual de mudança para uma melhor
gestão do stress.
 Desenvolver mecanismos de resposta flexíveis e criativos face a
situações difíceis.
Identificar meios de atuação assertiva perante situações de
conflito, assim como potenciar nos outros comportamentos
construtivos.
GESTÃO DE STRESS E GESTÃO
DE CONFLITOS
Conteúdo Programático
Gestão de Stress Gestão de Conflitos
 Stress -conceito e modelo explicativo Relações interpessoais e o conflito
 Causas e fatores primários de stress no trabalho Diferentes tipos de conflitos
 Sintomas de stress - relação entre desempenho e Fontes e rastilhos de conflito
stress Conflito enquanto processo
 Avaliação individual do grau de stress Estilos pessoais de gestão de conflitos
 Fases do stress Conflito como oportunidade
 Formas individuais de lidar com o stress Guia para a navegação em situações de
 Fatores de risco conflito: estratégias e técnicas para potenciar
 Procrastinação uma atitude cooperativa nos outros
 Tomada de decisões
 Estilo de vida
 Como Implementar a mudança
 Análise da situação
 Gestão do tempo
 Assertividade
 Técnicas de relaxamento e meditação
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Gestão de
Stress

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O que é o Stress?
O stress é uma reação natural do organismo diante de um estímulo ou
situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer em
qualquer pessoa, independentemente da idade, raça, sexo e situação
socioeconómica.
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Conceito de Stress
 Mal típico do mundo moderno, da vida agitada e cheia de
tensões. Vai muito para além de um simples cansaço físico e
mental.

 É provocado por qualquer acontecimento – positivo ou


negativo – que nos obriga a mudar de comportamento.

 Resulta de uma diferença percetível entre as exigências a que


determinado indivíduo é submetido num determinado
momento e os recursos que poderá dispor para alcançar essas
mesmas exigências.
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Conceito de Stress
 O agente responsável pode ser físico, psicológico e/ou ambiental.

 O STRESS não é uma doença, é apenas a preparação do


organismo para lidar com as situações que se apresentam, sendo
então uma resposta do mesmo a um determinado estímulo, a
qual varia de pessoa para pessoa.

 A Organização Mundial de Saúde afirma que o STRESS é uma


epidemia global.
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Tipos de Stress

 Stress Positivo
(Eustress)

 Stress Negativo
(Distress)
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Stress Positivo
 É agradável e construtivo;
 Ajuda-nos a atingir os nossos objetivos, a ser bem
sucedidos nos desafios e nas novas atividades a que
nos propomos;
 Situação interpretada como não ameaçadora;
 Ter confiança nas qualidades pessoais e nas
experiências passadas;
 Resulta de sentimentos de satisfação.
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Stress Negativo
 É desagradável, prejudicial e causador de doenças;
 Deriva de pressões internas e externas a que estamos sujeitos
diariamante, no medo de falhar e de não corresponder às
expectativas que depositam em nós;
 As pressões externas mais evidentes estão relacionadas com a
avaliação de superiores imediatos e pela equipa de trabalho;
 Desencadeia-se quando o indivíduo se apercebe do
desequilíbrio entre as demandas da situação e a sua própria
capacidade de desempenho;
 Resulta de frustrações, ressentimentos, raiva, desespero, para
além de problemas físicos.
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Stress Positivo ≠ Stress Negativo

Bom Stress - Leva-nos à criatividade e à


resolução das questões da vida de uma forma
mais equilibrada.

Mau Stress – Conduz-nos a uma postura


pessimista e derrotista na resolução dos
problemas e desafios.

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Modelos de Stress

1 – Modelo Biológico de Stress – Walter Cannon, 1929

Foi dos primeiros a dar um nome à resposta de


comportamento de stress.

Stress = resposta do organismo de fuga e luta perante uma


ameaça.

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Modelos de Stress
2 – Modelo do Síndrome Geral de Adaptação (GAS) – Hans Selye
(1956)
A ativação mediada pelo sistema nervoso simpático constitui
uma resposta indiscriminada a todos os fatores de stress.
Stress = resposta não específica do corpo a qualquer exigência
enfrentada.
Surgem assim duas componentes importantes:
Stressor: estímulo com potencial de desencadear uma resposta
de luta e fuga.
Reatividade ao stress: reação fisiológica.
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Modelos de Stress
3 – Modelo de Brady (1975)
– considera a resposta ao stress como sendo uma resposta
psicológica
Resposta ao stress desenvolve-se em três fases:
 Descompensação – situação de desequilíbrio, confusão,
choque, apatia;
 Tentativa de Resolução – as pessoas usam os seus recursos para
fazer face ao problema, para restituir o equilíbrio;
 Adaptação Descompensada – se a pessoa não é capaz de
enfrentar a exigência que lhe foi apresentada, entra num estado
de adaptação descompensada (sentimentos de depressão,
esgotamento).
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Causas do Stress
 É importante determinar as causas do stress para o poder
controlar. As causas do stress são muito diversificadas e
variam de pessoa para pessoa, nomeadamente as de
natureza profissional.

 O stress ocorre quando as pessoas se sentem ameaçadas


ou quando existe discrepância entre o que sentem e o que
lhes é pedido.
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Potenciais Fatores de Stress

 Ambiente

Caráter social

Caráter fisiológico

Os nossos pensamentos

Organizacionais
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Poluição Clima

Trânsito Ambiente
Ruído

Horários
Crenças
Ausência de
Expectativas Informação
Pensamentos Organizacional
Perceções Conflitos

Fatores Reforma
Atitude negativa de Stress
Mudança

Acidentes Perdas ativas

Envelhecimento Problemas
Fisiológico Social financeiros
Perturbações de
sono Discussões

Doença Entrevistas
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Fatores de Stress

Stress

Sintomas
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Consequências do Stress

Diferentes pessoas numa mesma situação


reagem de modos diferentes!

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Consequências do Stress
O stress verifica-se ao nível:
• Fisico/ Fisiológico
• Psicológico
 Cognitivo
 Comportamental
 Emocional

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Stress Físico/Fisiológico

 Dores de cabeça,
 Dores musculares,
 Indigestão,
 Mudança de apetite,
 Alterações de peso,
 Gastrite,
 Insónias –> Olheiras -> Rugas.
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Stress Físico/Fisiológico

 Queda de cabelo,
 Aumento da pressão arterial,
 Colesterol (risco de AVC),
 Problemas cardíacos,
 Impotência sexual,
 Esgotamento físico.
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Stress Psicológico-cognitivo

 Lapsos de memória,
 Memória fraca,
 Apatia,
 Falta de concentração,
 Tiques nervosos;
 Incapacidade para tomar
decisões.
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Stress Psicológico-comportamental

 Consumo de drogas,

 Perturbações emocionais,

 Excesso de tabaco e de álcool,

 Instabilidade.
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Stress Psicológico-Emocional
 Nervosismo,
 Agressividade,
 Falta de paciência,
 Depressão,
 Ataques de pânico,
 Frustração/ Desmotivação,
 Isolamento e introspeção,
 Sentimentos de perseguição.
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Efeito nas organizações
Fim de Semana

 Atrasos frequentes,
 Absentismo,
 Distração,
 Baixa produtividade,
 Falta de eficiência,
 Conflitos com os colegas,
 Insatisfação no emprego.

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Fases do Stress

1. FASE DE ALERTA

2. FASE DE RESISTÊNCIA

3. FASE DE EXAUSTÃO
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Fases do Stress
1. FASE DE ALERTA (alarme)

 Reação de emergência
 Protótipo “luta-fuga”
 Alterações fisiológicas.

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Fases do Stress

2. FASE DE RESISTÊNCIA

 Fatores duradouros,
 Adaptação às condições de stress,
 Instalação de doenças psicossomáticas (têm um
componente psíquico).
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Fases do Stress
3. FASE DE EXAUSTÃO

 Mecanismos de adaptação falham,


 Reações de alarme voltam,
 Exaustão da capacidade de reação,
 Pode levar à morte.
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Lado Positivo e Lado Negativo do Stress
Quando estamos em alerta:
Lado Positivo
 Concentramo-nos melhor,
 Os nossos reflexos tornam-se mais rápidos,
 Podemos ser mais criativos e produtivos.

Lado Negativo
 Sentimo-nos esgotados,
 A atenção e a concentração diminuem,
 Necessitamos de um esforço maior para manter a produtividade.
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O que pode provocar o aparecimento do Stress
 Estilo de vida;
 Situações traumatizantes;
 Divórcio;
 Desemprego;
 Perda da estabilidade económica;
 Reformas baixas;
Morte de familiares ou pessoas próximas.
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Sintomas de Stress
 Cansaço;
 Tristeza;
 Choros;
 Falta de concentração;
 Ataques de ansiedade;
 Dores de cabeça;
 Dores musculares;
 Dores de coluna;
 Pele envelhecida;
 Queda de cabelo;
 Acne;
 Raiva.
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Como lidar com o stress?

“É a mente que faz o corpo.”

Sojourner Truth
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Como lidar com o stress?
 Identifique os problemas,
 Dedique uma parte do seu tempo para lazer pessoal,
 Planeie e defina o que é realmente importante,
 Evite reações extremas,
 Durma o suficiente,
 Defina objetivos reais para si mesmo,
 Aprenda a dizer “não”,
 Pratique exercício físico.

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Como lidar com o stress?

Para uma gestão de stress mais eficaz temos, acima


de tudo, de entender exatamente quais os
comportamentos que são importantes neste
contexto.

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Estratégias para reduzir o Stress
 Sorrir;
 Dormir mais;
 Efetuar uma alimentação saudável;
 Ser positivo perante a vida;
 Adotar técnicas de relaxamento;
 Praticar meditação ( pois acaba por melhorar o sono e a
pessoa tem mais energia para procurar soluções).

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Estratégias para reduzir o Stress

Gestão do Tempo

“Se o tempo de que dispõe não é


suficiente,
o problema não é do tempo!”

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“Um Homem com um relógio


sabe que
horas são.”

“Um Homem com dois relógios


nunca tem
a certeza.”

Irving Segal

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CONCEITO DE GESTÃO DE TEMPO

 É a arte de organizar a vida de forma a controlá-la e evitar


perdas de tempo;
 Gerir o tempo de forma eficaz implica identificar o que é mais
importante, definir objetivos e estabelecer prioridades;
 Uma boa gestão do tempo implica uma correta organização
pessoal;
 É ter consciência do que é verdadeiramente importante;
 É ter uma atitude assertiva perante uma tarefa.

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O QUE É O TEMPO?

O tempo é algo:
Invisível,
Insubstituível,
Inesgotável,
Não passível de não ser utilizado,
Consumido logo que se recebe,
Não passível de compra, aluguer,
fabricação, reciclagem,
Apenas pode ser gerido, não pode ser
comprado.

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Mitos sobre Gestão do Tempo!

 Gestão do tempo é sinónimo de comportamento obsessivo;


 Gestão do tempo reduz espontaneidade e gosto pelo
trabalho;
 “Eu posso organizar-me, mas a empresa nunca o fará”;
 Um “ESTILO” serve a todos.

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COMPREENSÃO DO TEMPO
1. O tempo é considerado o recurso mais escasso e valioso à
face da Terra.
2. As nossas atitudes em relação ao tempo estão sempre a
mudar:
 Muitas dessas mudanças devem-se ao aparecimento de
nova tecnologia,
 A Internet, o e-mail e o modem tornaram a troca de
informação quase instantânea.

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COMPREENSÃO DO TEMPO

3. O aumento das opções disponíveis possibilita-nos fazer


mais coisas num dia, mas também aumenta a pressão do
nosso tempo:
 Tudo isto faz com que seja muito importante gerir o
tempo de modo eficiente e produtivo.

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LEIS RELACIONADAS COM O TEMPO

Lei de PARETO (ou lei 80/20):


20% do trabalho efetuado gera 80% dos resultados
obtidos.
Lei de PARKINSON:
As tarefas tendem a prologar-se indefinidamente até
esgotarem a totalidade do tempo dedicado à sua realização.
Lei de MURPHY:
Se algo puder correr mal, correrá.

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LEIS RELACIONADAS COM O TEMPO

Lei de CARLSON:
Uma tarefa demora tanto mais tempo quanto mais
vezes formos interrompidos.

Lei de ILLICH:
Após algum tempo numa atividade, a produtividade
decresce primeiro e torna-se negativa depois.

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Uma má gestão do tempo conduz a:
Sensação de impotência e incapacidade de lidar com a
pressão e com os imprevistos;
Insatisfação e desmotivação;
Diminuição de produtividade;
Consequências psicossomáticas;
 Absentismo e mau ambiente laboral;
Elevados níveis de STRESS.

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O desorganizado.wmv

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Gerir o tempo não significa trabalhar mais, mas sim:

 Trabalhar com mais inteligência;


 Administrar melhor as atitudes (assertividade);
 Organizar o presente, prevendo o futuro;
 Melhorar a produtividade e a qualidade de vida:
Pessoal, Familiar e Profissional.

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Para uma gestão eficaz do tempo:

 Eliminar desperdiçadores de tempo;


 Aprender a dizer "Não!“;
 Pensar em termos de Objetivos;
 Planear para a realização de Objetivos;
 Estabelecer Prioridades definindo o que é urgente e o
que é importante;
 Delegar.

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SER CAPAZ DE DELEGAR

 Significa confiar um determinado trabalho a uma


pessoa, junto com a autoridade para o exercer;
 Delegar não é abdicar;
 É fundamental na gestão de tempo e no
desenvolvimento da responsabilidade pessoal;
 Favorece o progresso, permitindo às organizações
desenvolverem-se como um todo.

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SER CAPAZ DE DELEGAR
ALGUMAS DIFICULDADES NA DELEGAÇÃO:
“É arriscado”,
Gostar de ser o próprio a fazer as coisas,
Nem se pensa no assunto,
“É um processo lento”,
Gostamos de estar em “cima de tudo”,
Medo de ser ultrapassado,
“Ninguém sabe fazer as coisas tão bem como eu”.

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SER CAPAZ DE DELEGAR


ASPETOS A TER EM CONSIDERAÇÃO:

Confiança nos colaboradores,


Tempo disponível de cada um,
Impacto no futuro,
Novidade da situação.

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SER CAPAZ DE DELEGAR

TÉCNICAS DE DELEGAÇÃO:

Selecionar os colaboradores adequados,


Formar e desenvolver os indivíduos,
Fornecer informações e assegurar-se da sua compreensão,
Apoiar na retaguarda.

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Vantagens
 Aumenta a autoconfiança;
 Ajuda a produzir mais e melhora o desempenho;
 Ajuda a decidir como usar o tempo;
 Elimina e clarifica expectativas;
 Aumenta a motivação;
 Ajuda a diminuir o stress e a ansiedade.

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Questionário : Como perco o meu tempo?

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Distinguir tarefas
SUBDIVISÃO EM QUATRO CLASSES:
1) A (tarefas importantes e urgentes)
2) B (tarefas importantes e não urgentes)
3) C (tarefas não importantes e urgentes) – Pode
delegar.
4) D (tarefas não importantes e não urgentes) – Não
faça!
Lembre-se: se não se souber classificar determinada
tarefa, considera-se como “D”, colocando-a de lado.

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Distinguir tarefas
URGENTE NÃO URGENTE
IMPORTANTE A B
Projeto a longo prazo
Prioridade máxima – – Marque para mais
Trate já do assunto! tarde.

NÃO C D
IMPORTANTE Pode delegar ou fazer
depois das tarefas Não perca tempo –
prioritárias – Faça-o Não faça!
mais tarde ou dê a
fazer a alguém.

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Utilização Eficaz do Tempo

Exercício:

Viagem à China!

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Passos para
melhorar a
Gestão do
Tempo

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Reflita……

 É pontual no trabalho e nas reuniões?


 Acaba o que tem para fazer a tempo?
 Consegue encontrar rapidamente o que procura?
 Sai geralmente do trabalho a horas?
 Tem tempo suficiente para a sua família?
 Sente que controla a sua vida?

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interiorize……

 Utilize a experiência de forma positiva (sirva-se do seu


próprio sentimento para ser mais compreensivo com os
outros);
 Controle o seu domínio das técnicas de gestão de tempo;
 Oriente o seu pensamento para o que teve de bom na
vida, não para os momentos negativos;

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interiorize……

Aproveite os períodos de maior energia e vitalidade


para tratar de assuntos que exijam concentração, energia
mental e maior criatividade;
 Fixe objetivos concretos e realizáveis nos prazos
disponíveis;
 Decida o que se deve fazer para reduzir os desvios,
fixando objetivos concretos.

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Passos para uma boa gestão de tempo:

 Desenvolver um sentido pessoal do tempo;


 Identificar as metas de longo prazo;
 Estabelecer planos a médio prazo;
 Planificar o dia;
Organizar o tempo ocupado com alguma antecipação;
 Cuidar da saúde física e psicológica.

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Como rentabilizar o tempo:

Otimizar os períodos de maior concentração, energia e


criatividade;
Fixar objetivos concretos e realizáveis nos prazos
disponíveis;
Contar com imprevistos;
Reservar momentos de tranquilidade;
Ter uma atitude positiva em relação ao tempo (deixar as
lamentações);

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Como rentabilizar o tempo:

Preparar decisões de modo a serem eficazes (evitar a


precipitação);
Tomar decisões a tempo (não hesitar demasiado);
Aceitar mudar os hábitos - Ex: Experimentar um
plano de Gestão de Tempo.

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Planificação das tarefas:

Dedicar 5´a 15´por dia para planificar os afazeres;


Ordenar as tarefas;
Definir o tempo previsto para cada tarefa;
Contar com o tempo necessário para os
imprevistos;
Definir tempos de pausa;

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Aproveite os tempos de transição:

Por exemplo:

No autocarro,
À espera de uma reunião,
Nas filas do trânsito.

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Stress – prevenção e controlo

 Relaxar (yoga, meditação, massagem, ouvir música, ler um


livro,etc.);
 Ter tempo para si mesmo (tomar um banho quente numa
banheira de espuma, caminhar, ir ao cinema, conversar com
um amigo, etc.);
 Dormir (8 horas noturnas);
 Alimentação cuidada (verduras, fruta, proteínas, cereais
integrais, muitos líquidos, etc.);

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Stress – prevenção e controlo

 Exercício físico (endorfinas);


 Ter amigos (conversar, desabafar);
 Terapeuta ou Psicólogo;
 Ser flexível e ceder;
 Escrever os pensamentos (diário);
 Ter um hobby;
 Adotar hábitos de vida saudáveis.

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Tratar o Stress
Quando sentir necessidade deve procurar ajuda de um
especialista, como por exemplo: profissionais da área da
saúde como psicólogos, médicos, psicoterapeutas…, que
podem ajudar nos episódios de stress e na sua prevenção.

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A importância
do
SENTIR

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Cinco sentidos ?…

Mais quantos?
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Com que sentidos sentimos STRESS ?

Com que sentidos sentimos


Bem-Estar?

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Quantos livros já lemos?

Quantos cursos já frequentamos?

Quantas vezes já dissemos


que iríamos mudar?

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Os deveres profissionais
Sempre à frente de tudo …

… As diferenças entre as tradicionais


tarefas femininas e masculinas …

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…não é necessário ter uma relação


de stress com o trabalho, com a vida …

Comunicação…
fonte de VIDA SOCIAL!

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Programação Neuro - linguística

Emoções
Pensamentos

Comportamentos

Resultados

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Atitudes Dominantes

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Atitudes Negativas

Agressividade -
atitudes de
arrogância

Passividade -
atitudes de apatia

Manipulação -
atitudes de ironia

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Comportamento agressivo:

 Expressão dos sentimentos próprios de uma forma que


viola e ignora os direitos dos outros.

Consequências:
 A curto prazo pode resultar num sucesso relativo;

 A longo prazo conduz a sentimentos de culpa, acusação


dos outros, estado de defesa permanente que consome
grandes energias e leva ao isolamento.

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Comportamento manipulador:

 Utilização da linguagem como disfarce para alcançar


objetivos pessoais à custa dos interesses e direitos de
outras pessoas.
Diversas formas:
 Elogio:
Exemplo:- “Não diria isto a mais ninguém!”
 Insinuação:
Exemplo:-“Não eras tu que estavas lá ontem, pois
não?”

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Comportamento manipulador:

Diversas formas:
 Chantagem:
Exemplo:- “Tenho muito gosto em resolver-te isso se
puder contar com …”.
 Sarcasmo:
Exemplos: - “Deves estar a brincar…”; “Sim, sim, o
senhor é que sabe…”.

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Comportamento passivo:

 Baseia-se no entendimento de que as necessidades e


direitos dos outros são mais importantes que os nossos.

Consequências:

 A curto prazo pode evitar o conflito e agradar aos outros;


 A longo prazo conduz à baixa autoestima, raiva e
ansiedade.

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Comportamento assertivo:
 Afirmação das opiniões, vontades e sentimentos próprios
respeitando e promovendo as opiniões, vontades e
sentimentos dos outros.

Três fatores essenciais:


Transparência na linguagem: discurso claro, simples e
direto, sem truques semânticos.
Força exemplar de afirmação pessoal: afirmação rigorosa
e decidida de si próprio.
Resolução de conflitos através da negociação: gestão das
cedências mútuas.

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Estratégias e capacidades:

 Ter uma perceção da expectativa dos outros;


 Ter capacidade de autoafirmação;
 Aceitar o papel do outro aceitando as suas reações;
Desenvolver uma capacidade de resposta congruente e
adequada às expectativas dos interlocutores;
Aprender a suportar silêncios.

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Combater as Atitudes Negativas
RESPEITO PELO

+ PASSIVIDADE ASSERTIVIDADE
OUTRO

- MANIPULAÇÃO AGRESSIVIDADE

- +
TRANSPARÊNCIA NA LINGUAGEM

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Assertividade

“ Para se compreender a si próprio, o homem precisa de


ser compreendido pelo seu semelhante.”

“Para ser compreendido pelo seu semelhante precisa de


o compreender.”

Thomas Hora

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Assumir uma comunicação assertiva implica:

 Respeitar e promover opiniões, sentimentos e


objetivos dos interlocutores;
 Procurar negociar em situações de conflito;
 Manter relações transparentes e baseadas na
confiança mútua;
 Não permitir que o explorem, humilhem ou
agridam;

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Assumir uma comunicação assertiva implica:

 Ser transparente, negociar na base de objetivos


claramente fixados e comunicados;
 Ser simples e direto;
 Ser determinado, não ter medo de correr riscos;
 Ser “eu próprio”, não dissimular opiniões,
sentimentos e objetivos pessoais.

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Questionário: As Atitudes Dominantes…!

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Gestão de
Conflitos

Isabel Grazina
GESTÃO DE STRESS E GESTÃO
DE CONFLITOS

Conceito de Conflito

“O conflito é o processo que começa


quando uma das partes perceciona que a
outra afeta negativamente algo que a
primeira considera importante.”
Kenneth Thomas

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Conceito de Conflito

 Designa qualquer relação entre grupos e/ou indivíduos,


que se possa definir como qualquer oposição, seja de que
natureza for;
 Está relacionado com a ideia de luta ou combate pela
posse de algo que não exista em quantidade suficiente
para a satisfação de todos.

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Vantagens do conflito Desvantagens do conflito
1. Revela os problemas existentes; 1. Desvia a atenção dos objetivos;
2. Gera ideias novas; 2. Gera ressentimentos entre os
envolvidos;
3. Contribui para a redistribuição do 3. Contribui para a insatisfação
poder e da influência;

4. Facilita o desenvolvimento

• O conflito gera ambivalência


•Emergência de uma nova perspetiva sobre o conflito

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Níveis de Conflito

 Intrapessoal (consigo mesma),


 Interpessoal (entre pessoas com
interesses ou necessidades
divergentes),
 Intragrupal (dentro de grupos,
como as equipas),
 Intergrupais(entre dois ou mais
grupos).

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Efeitos dos Conflitos
Algumas funções úteis:
 Podem ter um potencial importante
no desenvolvimento pessoal e
social.
MelhoresIdeias
...na melhoria e evolução da
relação...
Nem sempre!

Custo?
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Gestão de Conflitos

Segundo Robbins, o conflito pode ser visto de três formas:

1. Visão tradicional,
2. Visão das relações humanas,
3. Visão interacionista.

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1. Visão tradicional:

 É prejudicial à organização e às pessoas,


 É um fracasso da administração,
 É consistente com as crenças do grupo que
prevaleciam.

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2. Visão das relações humanas (dominou a teoria dos conflitos
até à década de 1979):

 É uma consequência natural e inevitável em qualquer grupo,

 Tem consequências positivas para o desempenho do grupo.

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3. Visão interacionista:

 O conflito, apesar de ser uma força positiva, é


absolutamente necessário em certas cirunstâncias,
 Em níveis adequados, contribui para a criatividade,
aumentando o senso crítico das pessoas,
 Nem todos os conflitos são negativos, tudo depende
da sua natureza.

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O Conflito é visto como um processo


de cinco estágios:

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Estágios do Processo de conflito:
 Estágio I: Oposição potencial ou incompatibilidade,
 Estágio II: Cognição e personalização - as questões do
conflito são definidas,
 Estágio III: Intenções - competição, colaboração,
evitamento, acomodação e cedência,
 Estágio IV: Comportamento - momento em que o conflito
se torna visível,
 Estágio V: Consequências - podem ser funcionais ou
disfuncionais.
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O processo do Conflito
Estágio I Estágio II Estágio III Estágio IV Estágio V

Oposição potencial Cognição e Intenções Comportamento Resultado


ou incompatibilidade personalização

Intenções Melhora o
Conflito apropriadas nas desempenho
percebido situações do do grupo
Condições conflito Conflito aberto
antecedentes · Competição · Comportament
· Comunicação · Colaboração o de ambas as
· Acomodação partes
· Estrutura
· Evitamento · Reação dos
· Variáveis Conflito outros Piora o
· Cedência
pessoais sentido desempenho
do grupo
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Estratégias para lidar com o Conflito

Competição
 Procurar a satisfação dos próprios interesses.

Colaboração
 Encontrar soluções de integração,
 Procurar a satisfação dos interesses de todos os envolvidos.
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Estratégias para lidar com o Conflito

Evitamento

 Tentativa de fuga,
 Desconsiderar a existência do conflito.
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Estratégias para lidar com o Conflito

Acomodação

 Renúncia altruísta em nome do “interesse Comum”.


 Colocar os interesses do outro acima dos seus.
 Harmonia e estabilidade mais importante.
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Estratégias para lidar com o Conflito

Cedência

 Situação na qual cada uma das partes


envolvidas no conflito está disposta a
“abrir mão” de algo, para a resolução do
mesmo.
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Resolução do Conflito

Negociação
Processo pelo qual indivíduos com objetivos
comuns ou divergentes, usam para apresentar e
discutir propostas com a finalidade de atingir um
acordo.
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Estratégias da Negociação

Abordagens para a negociação:

1. Distributiva (perda/ganho),
2. Integrativa (ganho/ganho).
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Negociação Distributiva vs Integrativa
Característica Distributiva Integrativa
Recursos Quantidade fixa de Quantidade variável de
disponíveis recursos a dividir recursos a dividir
Motivações Eu ganho, Tu perdes Eu ganho, Tu ganhas
primárias
Interesses Oposição de um em Congruência entre
Primários relação ao outro ambos
Enfoque no Curto Prazo Curto Prazo
Relacionamento
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Regras Básicas da Negociação

 Quem são os negociadores?


 Onde será realizada?
 Limitações de tempo?
 Questões que a limitam?
 Procedimento a ser seguido no caso de um impasse?
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Resolução de Impasses

Mecanismos:

 Arbitragem voluntária,

 Tribunal.
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Artitragem Voluntária
Quando as entidades envolvidas, aceitam que certos pontos de
discórdia, sejam resolvidos por uma entidade neutra
(individual ou coletiva):
 Mediador (elemento neutro, que ouve ambas as parte e as
aconselha de forma a chegar a um acordo);
 Facilitador (entidade neutra que dá formação e consultoria,
de forma independente e isenta, com o objetivo de criar
alternativas na resolução de problemas);
 Provedor (pessoa que ajuda os colaboradores a apresentar
as suas preocupações e que lhes fornece informações de
como prosseguir a negociação).
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Tribunal
Quando uma ou ambas as partes apresentam um
processo em tribunal. Este mecanismo é desvantajoso,
pois cria uma situação de vitória-derrota, provoca uma
decisão imposta pelo tribunal, para além dos custos,
tempo e dinheiro envolvidos.
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Exemplo de
Resolução de um
Conflito
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Referências Bibliográficas
Bernhoeft, R. (1985). Administração do tempo: um recurso para melhorar a qualidade
de vida pessoal e profissional. São Paulo: Nobel.
Calle, R. A. (2000). ¡Otra vez lunes!: técnicas para superar el estrés laboral. Madrid:
Oberon.
CAETANO, A. V. J. (2007). Gestão de Recursos Humanos – Contextos, processos,
técnicas, 3ªedição RH Editores.
Covey, S,; Merril, A. R. & Merril, R. R. (1994) First Things First. New York:Simon and
Schuster.
GIllen, T. (2001). Assertividade. São Paulo: Nobel.
Mcdermott, I. & Shircore, I. (2002). Administre Seu Tempo, Administre Sua Vida. 1ª ed.
Brasil: Editora Record.
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Referências Bibliográficas
Peiró, J. M., & Salvador, A. (1993). Control del estrés laboral. Madrid: Eudema.
Poly, B. (2004). Gestão do Tempo. Lisboa: Atual Editora.
Kirschner C. C. & Wah, L. (2000). Quem tem tempo para pensar. Executive Digest.
Ano 6, n.º 67, pp. 68.
Robbins, S. P. (2004). Fundamentos do Comportamento Organizacional, 7ª
Edição
Soares, J. G. (2000). A gestão do tempo: quem manda em quem? Dirigir. Nº 67, p.
28-33. IEFP.
Tonon, G. (2003). Calidad de vida y desgaste profesional: una mirada del síndrome
del burnout. Buenos Aires: Espacio Editorial.
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Obrigada pela
atenção dispensada!