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Disciplina

RADIOLOGIA
VETERINÁRIA

1
Radiologia Veterinária
• A Radiologia Veterinária, assim como a Radiologia
Médica, é uma especialização do Radiodiagnóstico.
• Por meio de exames de imagem, como os raios X, é
possível detectar, acompanhar a evolução e cura de
diversas patologias, podendo assim evitar a dor e o
sacrifício do animal.

• Os exames devem ser realizados por uma equipe de


profissionais habilitados, para que assim seja possível a
obtenção do diagnóstico correto, sendo esse o ponto
de partida para o tratamento adequado.

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História da Medicina Veterinária
• O "Papiro ", primeiro registro escrito, encontrado no
Egito em 1890, descreve fatos relacionados a arte de
curar animais ocorridos há 4000 anos a.C.
• Onde em algumas cidades eram reservados cargos para
os que praticavam a cura dos animais e que eram
chamados de hipiatras.

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História da Radiologia Veterinária
• Artigos sobre radiologia veterinária começaram a
aparecer em 1896, apenas um ano depois da
descoberta dos raios X, por Wilhelm Conrad Röntgen.

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História da Radiologia Veterinária
• Os primeiros exames de Tomografia Computadorizada
foram utilizados em medicina humana em 1971 e, em
seguida, começaram a entrar na medicina animal de
forma experimental cerca de 10 anos depois.

• As máquinas de ressonância magnética foram usadas


pela primeira vez para ajudar a diagnosticar problemas
em humanos em 1977, mas, embora a tecnologia de
ressonância magnética tenha sido utilizada em
medicina veterinária desde 1980, nos anos 80 e 90
ainda era nova e não estava amplamente disponível.
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História da Radiologia Veterinária
• No Brasil
• 09 DE SETEMBRO DE 1933, através do Dec. nº. 23.133, do
então Presidente da República Getúlio Vargas, é que as
condições e os campos de atuação do Médico Veterinário
foram normatizadas, previsto para a organização, a direção
e a execução do ensino Veterinário.
• 09 de setembro, foi escolhida para se comemorar o Símbolo
da Veterinária Um símbolo é importante como:
• Referencia Representação
• Respeito
• Identificação
• Cada profissão tem seu símbolo, sendo que cada
componente tem um significado.

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Trifólio- é o símbolo internacional que indica a presença de
radiação ionizante

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Bastão- representa a formação profissional, o conhecimento
do técnico e científico

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Serpente- representa a sabedoria e a transmissão do
conhecimento

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Átomo- simboliza a aplicação da energia em todas as áreas
como a radiologia

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Roda dentada- simboliza as áreas
industriais

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Símbolo da Radiologia
1985- ano em que foi regulamentada a profissão

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Símbolo da Radiologia Veterinária

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Resolução
• Os profissionais qualificados para estarem fazendo
esses procedimentos são: o Médico Veterinário
Radiologista, o Tecnólogo em Radiologia e o Técnico
em Radiologia Médica.
• Há uma resolução do CONTER N°02, de 10 de maio
de 2005 que Institui e normatiza as atribuições dos
Profissionais Técnicos e Tecnólogos em Radiologia,
com habilitação em Radiodiagnóstico. O artigo 3°
descreve que os procedimentos na área de
Radiologia Veterinária também fica definido como
Radiodiagnóstico.

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RESOLUÇÃO DO CONSELHO NACIONAL
DE TÉCNICOS EM RADIOLOGIA - CONTER
Nº 2 DE 04.05.2012

• Art. 3º. Os procedimentos na área de


diagnóstico por imagem na radiologia
veterinária, radiologia odontológica e
radiologia forense, ficam também definidos
como radiodiagnóstico.

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Diagnóstico na Radiologia
Veterinária
• Os exames de diagnóstico por imagem são
realizados com equipamentos de Raios-X,
Tomografia Computadorizada, Ressonância
Magnética, Ultrassonografia e também com
equipamentos de Medicina Nuclear. Os métodos
são escolhidos de acordo com a suspeita a ser
diagnosticada e facilidade de realização do exame.

• Os equipamentos de Raios-X utilizados podem ser


fixos, móveis e portáteis

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• Este é um exame de um cão em um aparelho fixo de Raios-x.
Assim como em humanos, para os exames de radiografia
existem posicionamentos e incidências, mas com
nomenclaturas diferentes

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• Este é um exame de um cavalo com um aparelho
portátil. Para animais como cavalos, os donos tem
dificuldades para transportar para uma clínica. Para isso,
o veterinário utiliza um aparelho portátil e vai até a
fazenda realizar o exame, por exemplo

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• Exame de tomografia computadorizada de um
leopardo. Este leopardo havia passado por uma
cirurgia para retirada de um tumor no tórax.

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• O exame de ultrassonografia não é realizado por
profissionais da radiologia, apenas por médicos
veterinários. Na imagem, um cão está sendo submetido
ao exame de ultrassonografia

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Como Manter os Animais Quietos Durante os
Procedimentos
• A principal diferença da aplicação da radiologia
veterinária para a radiologia em humanos, além da
anatomia, é a capacidade de controlar os pacientes
(animais). Existem várias técnicas e acessórios para
conter os animais durante os exames e
tratamentos. Você já realizou uma radiografia de
seios da face em uma criança de quatro anos que
não para de chorar?! É difícil! Agora, imagine fazer
uma radiografia de crânio em um pitbull agressivo!
Com certeza a mordida da criança vai doer menos.
Para esta e outras situações, os procedimentos
precisam métodos de contenção.

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Métodos de Contenção

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Métodos de Contenção

• Os métodos de contenção é um conjunto de meios


para manter os animais na posição adequada na hora
dos procedimentos, para evitar repetição de exame
por exemplo. Outro objetivo da contenção é proteger
o profissional nos procedimentos. Existem dois tipos
de contenção: física e química.

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contenção física
• Na contenção física, são utilizadas a força física do
profissional para segurar os animais e acessórios de
contenção, como: focinheiras, laços, ganchos,
colares, argolas de fixação, entre outros acessórios.

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contenção física
• A contenção física tem como finalidade restringir os
movimentos do animal na tentativa de realizar a
avaliação do paciente e/ou a execução de outros
procedimentos como a manutenção de curativos,
administração de medicamentos. Em pequenos é um
momento delicado no contexto da inter-relação
“proprietário-veterinário” já que há uma certa
hesitação por parte dos donos no momento que esse
animal será imobilizado, por mais que o animal se
apresente dócil a contenção deve ser realizada de
maneira cautelosa pois na simples palpação de uma
estrutura que se apresente sensível pode gerar uma
reação de defesa como mordeduras e arranhaduras no
caso de cães e gatos.

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OBJETIVOS
• Proteger o examinador, o auxiliar e o animal.
• - Facilitar o exame físico.
• - Evitar fugas e acidentes como fraturas.
• - Permitir procedimentos diversos (medicação
injetável, curativos, cateterização, exames
radiográficos, colheita de sangue, etc.).

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CUIDADOS GERAIS
• Evitar movimentos bruscos e precipitados. Seja
tranquilo, firme e confiante!
• - Tentar ganhar a confiança do paciente: converse,
chame o animal pelo nome, acaricie-o, brinque,
ofereça guloseimas e/ou alimentos apetitosos, caso
os tenha.
• - Iniciar com a contenção padrão mais simples para
a espécie em cães, por exemplo, usar mordaça,
botinhas de micropore nos gatos.

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ESPECIFICADES DE CONTENÇÃO
FÍSICA EM CÃES
• O Veterinário devera se informar com o
proprietário sobre o temperamento do animal para
escolher o método de contenção adequado, na
maioria das vezes a contenção pode ser auxiliada
pelo proprietário sob orientação do examinador,
em casos que nem o proprietário consiga auxiliar
deve-se optar pelo uso de focinheira, cambão ou
utilizar a contenção química.

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PASSOS PARA A REALIZAÇÃO DA
CONTENÇÃO
• Abordagem inicial: Falar em tom amistoso, passar a
mão sobre o dorso do animal, posteriormente oferecer
as costas da mão para ele cheirar o que ajudara a
captar a confiança do paciente. Animais de pequeno e
médio porte são contidos com maior facilidade em
cima de uma mesa com superfície não escorregadia, já
animais de porte grande a gigante a contenção pode
ser realizada no chão.

• A imobilização na posição quadrupedal ou em decúbito


lateral facilitam a sequencia do exame físico e demais
procedimentos como colheita de sangue raspado de
pele entre outros.

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• Contenção manual: coloque um braço sob o pescoço
e passe o outro braço sob o abdome do animal

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Mordaça

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Focinheira

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Cambão

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ESPECIFICADES DE CONTENÇÃO
FÍSICA EM GATOS
• A contenção física dos gatos é uma difícil tarefa e
requer cuidado e habilidade motora por parte do
examinador ou auxiliar pois os gatos são mais ágeis
e se desvencilham facilmente quando a contenção
é realizada de maneira incorreta, são relativamente
pequenos o que torna a imobilização mais
trabalhosa pelo risco de acidentes com uso
excessivo de forças, utilizam dos dentes e garras
para se defenderem, possuem características
territoriais o que leva a um grande estresse pela
mudança de ambiente.
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PASSOS PARA A REALIZAÇÃO DA
CONTENÇÃO
• Os gatos devem ser deixados com seus proprietários ou em caixas
de contenção e retirados apenas no momento da sua avaliação, a
relação veterinário – paciente é mais resistente quando
comparada com cães, a aproximação pode ser realizada coçando a
cabeça.
• O primeiro passo para a contenção é fechar as portas e janelas do
local de exame, iniciar o exame com o mínimo de imobilização,
colocação de botinhas de esparadrapo após posicionar o animal
sobre a mesa, se o animal estiver mantido dentro da caixa de
transporte ou papelão a retirada deve ser feita pelo proprietário.
• Os gatos estão sujeitos a rápida mudança de comportamento,
quando se apresentam hostis é recomendado que se realize a
contenção manual mantendo a cabeça do animal dentro da palma
da mão do ajudante e os membros esticados, após colocar o
animal em decúbito lateral pode ser passado uma toalha em volta.
Gatos mais agressivos podem ser segurados pela pele que
reveste a porção superior da região cervical logo atrás das orelhas
o que impedirá de virar e morder o responsável pela contenção.
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Caixa de transporte

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Método da toalha

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Contenção manual

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contenção química
• Na contenção química, substâncias químicas são
administradas nos animais por via oral, venosa,
intra muscular, entre outras. Estas substâncias são
sedativos para conter os animais durante os
procedimentos, principalmente na radioterapia.

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CONTENÇÃO QUÍMICA EM CÃES E
GATOS
• A contenção química em pequenos animais é
realizada por vários motivos sejam eles a
tranquilização de um paciente agressivo para que
se possa realizar um exame físico completo com
menos alterações fisiológicas do que submete-lo a
uma situação de estresse extrema pela contenção
física, também pode ser utilizada para a realização
de exames complementares que causem dor ou
necessitem de uma maior manipulação como
radiografias contrastadas, que também necessitam
de imobilização total do paciente pelo
posicionamento especifico.

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CONTENÇÃO QUÍMICA EM CÃES E
GATOS
• O médico veterinário deve conhecer os efeitos dos
fármacos administrados para saber avaliar os seus
achados clínicos que são decorrentes do seu uso e
saber diferencia-los da enfermidade a ser pesquisadas,
alterações na frequência cardíaca, respiratória e
pressão arterial são algumas das consequências do uso
dessa técnica. O efeito dos fármacos também varia de
acordo com as diferentes raças principalmente dos cães
pela variação de porte, as vezes cães de porte grande
são mais calmos e necessitam de uma dose menor, já
cães de porte pequeno são agitadas e necessitam de
uma dose maior.

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CONTENÇÃO QUÍMICA EM CÃES E
GATOS
• O estado físico do paciente é limitante para o uso
da contenção química pois alguns fármacos trazem
grandes riscos para pacientes, hipovolêmicos
desnutridos ou desidratados, cardio, hepato e
nefropatias podem influenciar na escolha do
agente. Além de todos esses fatores as vias de
administração influenciam na técnica e nos
fármacos a serem escolhidos.

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VIAS DE ADMNISTRAÇÃO UTLIZADAS NA CONTENÇÃO
QUIMICA
Via Oral (V.O.) Abordagem segura, de preferencia
palatável, forma de comprimidos drágeas
ou liquido. Vantagem método não
invasivo, desvantagem alto tempo de
latência, média de 1 a 2 horas.
Via Tópica (V.T.) Gel, pomadas, sprays aplicados na pele
ou em mucosas, porém possuem efeitos
superiores, normalmente associados a
tranquilizantes/sedativos. Ex: colírios
anestésicos > analgesia na córnea >
retirada de corpos estranos
Via Subcutânea Utilizada quando se deseja retardar a
(S.C.) absorção do fármaco ou medicamentos
oleosos diminuindo a dor. Local utilizado:
regiões lateral ou dorsal do tórax ou
abdome pela elasticidade da pele. 43
VIAS DE ADMNISTRAÇÃO UTLIZADAS NA CONTENÇÃO QUIMICA

Via Intramuscular Abordagem segura, desvantagem


(I.M.) medicamento viscoso ou com pH
extremos podem causar dor, local de
eleição massa muscular da coxa (mm.
Semitendineo e semimembranáceo).
Erros na aplicação ou antissepsia podem
levar a formação de abcessos.
Via Intravenosa Vantagem efeito praticamente imediato
(I.V.) após a aplicação, desvantagem o animal
deve estar imóvel para localização e
punção do vaso (v. cefálica, v. radial, v.
jugular em animais hipotensos ou em
choque),
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Via Oral

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Via Tópica

46
Via Subcutânea

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Via Intramuscular

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Via Intravenosa

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Sala de Raios X Veterinário

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A Câmara Escura

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Bancada Seca

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Tanque de Revelação

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Sala de Laudos

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Proteção Radiológica

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Aparelhos para radiologia
veterinária
• As clinicas veterinárias utilizam aparelhos
portáteis de potencia 100kV e 100mA. Sendo
que 10% faz uso de aparelhos de 600mA e
125kV.

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Proteção Radiológica
• Tecnólogos, técnicos auxiliares devem sempre usar
luvas, aventais, óculos , protetor de tireóide, dosimetria,
e etc.

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Cuidados adequados para os
exames
• Exames de abdome – fazer limpeza do sistema
digestores, sempre que as condições do paciente
permitir.
• Pele e pelos limpos e livres de pomadas, cascos dos
equinos escovados e livres de ferraduras.
• Efetuar sempre radiografias perpendiculares entre
si.
• Realizar sempre radiografias simples antes do
exame contrastado.

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Acessórios na Radiologia Veterinária
• A área da radiologia veterinária é extremamente rica em
acessórios , os quais, contribuem na rotina diagnostica
para a realização de exames radiológicos.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Avental de chumbo: é fundamental para
a radioproteção do profissional em salas
de exames, o qual deve ser também
oferecido para o animal e acompanhante
da sala que auxiliam na imobilização do
animal que será radiografado.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Cilindro e cones de extensão: são utilizados quando se
deseja localizar estruturas de interesse radiológico com
evidencias, alem de minimizar a radiação secundária.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Luvas de chumbo: são
indispensáveis na
radiproteção, evitando
exposição da radiação
ionizante nas
extremidades do
profissional ou
acompanhante que
estará segurando o
animal.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Protetor de tireoide: é feito com malha de chumbo
utilizando na região da cervical do animal, do profissional
e do acompanhante. Protege as glândulas tireoides
contra a exposição e contaminação da radiação ionizante.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Faixa de compressão: é utilizado para restringir o animal
com segurança na realização dos exames radiológicos,
principalmente quando o animal esta agitado, evitando a
sedação farmacológica.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Chassis radiográfico: são utilizado para
armazenar o filme radiográfico.

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Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Écran: película composta de tungstato de cálcio, o
material fica dentro do chassi em intimo contato com a
película radiográfica, emitindo luz quando exposta a
radiação ionizante.

66
Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Numerador: são utilizados para identificar informações
importantes do animal e o seu posicionamento na
película radiográfica.

67
Acessórios mais utilizados na
radiologia veterinária
• Pinças para uretrocistografia:

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INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA
IDENTIFICAÇÃO DO FILME
• NOME DO SETOR (HV, CLÍNICA,...).
• DATA DA REALIZAÇÃO DO EXAME.
• INFORMAÇÕES DO PACIENTE (NOME, IDADE,
ESPÉCIE,...)

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OBRIGADO !!!

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