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TREINAMENTO DE MECÂNICOS

BOMBAS CENTRÍFUGAS

(REPLAN / MI / ED)
Rev. 0
José Roberto
20/10/2006 1
I- BOMBAS CENTRÍFUGAS

NOÇÕES GERAIS

CONCEITOS PRELIMINARES

As bombas centrífugas fornecem energia aos líquidos, por meio da força centrífuga
criada pelo movimento de rotação em seu interior, a fim de transferi-los de um ponto
a outro.
Seu emprego vem aumentando dia a dia devido a sua flexibilidade de operação,
baixo custo de manutenção e ao mais altos progressos técnicos alcançados na sua
fabricação.

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VANTAGENS
As bombas centrífugas apresentam as seguintes vantagens em relação aos outros tipos de bomba:
A( ) vazão uniforme;
B( ) ausência de ponto morto;
C( ) ocupam espaço reduzido;
D( ) menor preço;
E( ) mais baixo custo de manutenção;
F( ) apresentam menores vibrações;
G( ) requerem fundações mais simples;
H( ) elevação fácil de líquidos com lama, lodo, ou outras impurezas, etc.

DESVANTAGENS

As bombas centrífugas têm contra si as seguintes desvantagens:


A( ) aspiração mais difícil;
B( ) rendimento menor;
C( ) escorvamento (necessidade da bomba e tubulação de sucção estarem cheias de
líquido);
D( ) desaconselháveis para pequenas vazões e altas pressões, etc.

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Com relação a Posição do Eixo

Horizontal

V
e
r
t
i
c
a
l

4
Com Relação ao Número de Estágios

Simples estágio Multi-estágios

5
Tipos de Bombas / Classificação:

• Centrifugas

Simples Estágio Multi-Estágio


6
Tipos de Bombas / Classificação
• Alternativas

Bomba de Pistão Bomba de Diafragma


7
Tipos de Bombas / Classificação
• Rotativas

Bomba de Lóbulo Bomba de Engrenagem


8
Tipos de Bombas / Classificação
• Rotativas

Bomba de Palheta Bomba de Parafuso


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Bomba Centrífuga
CX.
SELO CARCAÇA
CX. MANCAL SELAGEM
MECÂNICO

IMPELIDOR
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COMPONENTES DAS BOMBAS CENTRÍFUGAS E
SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
1- Rotor
2- Corpo Espiral / Carcaça
3- Difusor
4- Eixo
5- Luva Protetora do Eixo
6- Anéis de Desgaste
7- Caixa de Selagem
8- Caixa de Mancais
9- Mancais

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1- ROTOR

FUNÇÃO DO ROTOR

Fornecer energia de velocidade ao liquido.


A rotação do Rotor faz com que o líquido escoe do olhal de sucção para a sua
periferia, fornecendo então nesse trajeto, a energia de velocidade.
O número de rotores de uma bomba centrífuga é que determina o número de
estágios da bomba.

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TIPOS DE ROTOR
Os rotores podem ser classificado segundo vários critérios :
a) Quanto à sucção:
simples sucção
Rotor de
dupla sucção
b) Quanto às paredes laterais:
aberto
Rotor semi-aberto
Fechado
c) Quanto à direção do fluxo de descargas
fluxo axial
Rotor de fluxo radial
fluxo misto

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TIPOS DE ROTORES
• Os rotores podem ser classificado segundo vários critérios:

Quanto a sucção, pode ser:

Simples sucção 14
Rotor de simples sucção

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TIPOS DE ROTORES

Dupla sucção

16
Rotor de dupla sucção

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B)- ROTORES DO TIPO ABERTO, SEMI ABERTO E FECHADO

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ROTOR FECHADO

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ROTOR SEMI ABERTO

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C)- ROTORES DO TIPO FLUXO RADIAL, AXIAL E MISTO

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ROTOR FLUXO RADIAL

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ROTOR FLUXO MISTO

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2- CORPO ESPIRAL / CARCAÇA

A carcaça é o componente responsável pela contenção do fluido bombeado e


também provê a conversão de energia cinética do fluído em energia de pressão,
passo fundamental ao bombeamento.
Em princípio encontramos os seguintes tipos de carcaça:

 Simples espiral
 Dupla espiral
 Circular
 Mista (combinado com circular e simples espiral)

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- 3- DIFUSOR

A função do difusor é idêntica a da carcaça, ou seja, de converter parte da energia


cinética que o rotor desenvolveu em energia de pressão e direcionar o fluído da
saída de um rotor para entrada do próximo.
Difusores são utilizados principalmente em bombas de múltiplo estágio com
rotores radiais, assim como também em bombas verticais com rotores semi-axiais
ou axiais. Neste último caso o difusor assume também a função de carcaça sendo
parte integrante mesma.

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4- EIXO

A função básica do eixo nas bombas centrífugas é transmitir o torque (o movimento


de rotação) fornecido pela máquina acionadora, para a partida e operação da
bomba.
O eixo suporta o rotor e outras partes rotativas. Deve ser projetado para que as
deflexões sofridas sejam menores que as folgas radiais entre as partes estacionárias
e móveis. Caso contrário, haverá grimpamento.
Para o bom funcionamento da bomba, o eixo deve ser reto e concêntrico ao longo
de toda sua extensão. Os eixos empenados causam vibração além de acelerar o
desgaste de outras peças da bomba, tais como: mancais, luvas, anéis de desgaste,
etc.

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5- LUVA PROTETORA DO EIXO

A luva protetora do eixo tem a função de proteger o eixo contra


corrosão, erosão, e desgaste do líquido bombeado. Além disso, deve
proteger o eixo na região da caixa de selagem contra desgastes que
podem ser causado devido a excessivo aperto do preme gaxetas ou
problemas com o selo mecânico.
Há também luvas de eixo com outra finalidade. São as luvas
espaçadoras. São usadas entre os rotores nas bombas centrífugas de
multi-estágios.

LUVA

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6- ANÉIS DE DESGASTES

Para o bom funcionamento da bomba, deve haver uma folga mínima e uniforme entre o
rotor e a carcaça a fim de limitar o fluxo de líquido da descarga para a sucção, tendo em
vista que a pressão de descarga é maior que a pressão de sucção.
O aumento desta folga vai implicar em maior passagem de líquido da descarga para a
sucção, e reduzir a eficiência da bomba.
Quando a folga entre o rotor e a carcaça ultrapassar certos limites, deve-se fazer a
correção com a substituição dos anéis de desgastes.

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7- CAIXA DE SELAGEM
A caixa de selagem tem como principal função proteger a bomba contra
vazamento nos pontos onde o eixo passa através da carcaça. Entretanto, sua função
varia com a própria performance. Assim sendo, se uma bomba opera com pressão
de sucção negativa, sua função é evitar a entrada de ar para dentro da bomba.
Entretanto, se a pressão é acima da atmosférica, sua função é evitar vazamento do
líquido para fora da bomba.

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8- SUPORTE DE MANCAL OU CAVALETE DE MANCAL
Bombas de simples estágio podem ter, dependendo do projeto, um
suporte de mancal ou cavalete de mancal.
As bombas de simples estágio com suporte de mancal, são normalmente
do tipo “back-pull-out”. Isso significa que o suporte do mancal junto
com o rotor são desmontáveis para trás, sem remover a carcaça da bomba
do lugar da instalação.

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FIXAÇÃO DO CABEÇOTE
• Fixação com junta de papelão hidráulico(edições antigas)

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FIXAÇÃO DO CABEÇOTE
• Fixação com junta espirotalica (nova edição)

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9- MANCAIS
FUNÇÃO
Nas bombas centrífugas, os mancais são elementos de apoio do eixo: em outras
palavras: os eixos das bombas centrífugas são suportados pelos mancais.
Os mancais têm também a função secundária de manter o conjunto rotativo – eixo,
rotor, luva – na posição correta em relação às partes estacionárias da bomba.

TIPOS
Os mancais podem ser classificados de duas maneiras:
a) quanto à direção da carga transmitida pelo munhão:
radiais – destinados a só receberem cargas radiais;
axiais – destinados a só receberem cargas axiais;
mistos – destinados a receberem cargas radiais e axiais.
b) quanto ao tipo de atrito predominante:
de deslizamento;
de rolamento.

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MANCAIS DE ROLAMENTO
Os rolamentos são mancais que têm como princípio básico o
movimento rolante de um elemento sobre o outro.
Os rolamentos são elementos de máquinas já padronizados que o
construtor de bombas não projeta, mas apenas escolhe o tipo mais
adequado. Cada tipo apresenta características particulares que devem
merecer atenção por ocasião de sua escolha, a fim de se obter para cada
caso, a melhor solução.

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Mancais de deslizamento

• Em operação é formado um filme de óleo entre o


eixo e a superfície interna do mancal

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CAIXA DE MANCAL

• Retainer
Cover
Flinger Filter

Angular Contact Bearings

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13
MANCAL DE ESCORA

Tampa com junta de vedação 37


MANCAL DE ESCORA

Tampa com anel de vedação (API 610 ultima edição)


38
Selos de Mancais Tipo
Labirintos

39
TIPOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS

( EM CORTE )

40
41
42
43
Bomba com tambor
Balanceamento

44
Tambor de balanceamento

Vazamento

45
Disco de Balanceamento

Vazamento

46
Bomba Balanceada

47
48
49
50
51
II- CURVAS DE BOMBAS/SISTEMAS, CARACTERÍSTICAS, ASSOCIAÇÕES

ASSOCIAÇÕES DE BOMBAS
Paralelo e Série

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V VIBRAÇÃO
A vibração é um problema de natureza mecânica que indica o estado em que se
encontra o equipamento. Uma análise da vibração poderá oferecer grande auxílio
no diagnóstico do defeito da máquina.No caso particular de bomba centrífuga, os
defeitos mais comuns que causam vibração são:

A(a) Desbalanceamento do conjunto rotativo – verificar se há desequilíbrio dinâmico


numa máquina balanceadora;
B( b) Desalinhamento – conferir e realinhar os equipamentos a quente; certificar-se que
as tubulações não estão forçando a bomba;
C(c) Mancais gastos ou mal instalados – conferir a montagem; verificar se as folgas e /
ou ajustes estão normais;
D(d) Eixo empenado – conferir o empeno; não deve ser superior a 0,05mm;
E(e ) Velocidade acima da normal – verificar com um tacômetro;
F(f ) Lubrificação irregular – verificar se o óleo está na viscosidade correta; verificar
presença de sujeira ou limalhas no óleo; verificar se o óleo apresenta o aspecto de
queimado; observar a posição correta das ranhuras;
G(g ) Fundação não rígida – conferir com o projeto;
H(h ) Tubulação forçando a bomba – desconectar os flanges e verificar se eles estão
alinhados;
i(i ) Vibração transmitida pela tubulação – verificar o projeto; conferir os suportes e a
flexibilidade. 53
INTRODUÇÃO
MANUTENÇÃO:
“Manter a Função dos Sistemas operacionais”

Setor de Mecânica:
 Forte atuação na manutenibilidade (TMPR)
 Pouca atuação durante a operação do
equipamento (TMEF)

Setores Operacionais:
 Pouca atuação em manutenibilidade (TMPR)
 Forte atuação durante a operação do
equipamento (TMEF)

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EQUIPAMENTO ACIONADOR

 Taxa de falha menor do que os equipamentos


acionados (bombas, ventiladores, etc..)

 Menos suscetível a condição operacional

 Fortemente impactado com a melhora da


qualidade da manutenção

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EQUIPAMENTO ACIONADO

 Taxa de falha maior do que os equipamentos


acionadores
 Mais suscetível a condição operacional
 Necessidade de manter a operação dentro
dos limites especificados para o equipamento

CAUSAS DE FALHAS
Projeto => 5 %
Reparo => 35 %
Operacionais => 60%

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Recirculação no Impelidor

(a) Recirculação na Sucção (b) Recirculação na Descarga

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Pulsação da Pressão na Sucção

(a) Fluxo normal (b) Fluxo com recirculação


58
IV
CUIDADOS NA PARTIDA DE UMA
BOMBA CENTRÍFUGA

59
IV- CUIDADOS NA PARTIDA DE UMA BOMBA CENTRÍFUGA

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61
62
FIM

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